Switches HDMI

Este post possui recursos que pode ser complicado ou impossível acessar na versão mobile do blog e/ou com uma touchscreen. Versão desktop e mouse recomendados.

Este post estava em rascunho desde junho. Vai para publicação assim mesmo por causa da minha nova política a respeito.

Mas ainda é um rascunho. Quando estiver “pronto” eu removerei este aviso.

Neste post eu vou começar a explicar como os switches HDMI funcionam e fazer a análise de alguns modelos baratos. No final você vai entender por que alguns funcionam de forma errática, o perigo de usar fonte externa e até como corrigir alguns problemas se você tiver alguma habilidade com eletrônica.

Todos os switches HDMI que conheço são eletrônicos e tem alguma inteligência embutida.

Métodos de seleção

Todos implementam um ou mais dos seguintes métodos de seleção de entrada:

  1. Manualmente, pressionando um botão repetidas vezes até selecionar a entrada desejada;
  2. Seleção automática, onde o aparelho recentemente ligado seleciona automaticamente a porta do switch onde está conectado.
  3. Por controle remoto infravermelho.

Alimentação

Geralmente o switch é alimentado por qualquer uma das entradas HDMI. Não é preciso nem abrir um switch para perceber que o sucesso disso é incerto, pois basta olhar a especificação HDMI, que na seção 4.2.7 esclarece os seguintes pontos sobre o fornecimento de corrente por uma porta HDMI:

  • Todo Source HDMI deve ser capaz de fornecer um mínimo de 55mA no pino +5V;
  • Um Source HDMI dever oferecer proteção contra sobre-corrente de não mais que 500mA no pino +5V.

Ou seja, para a especificação, 500mA já é um curto-circuito e os fabricantes só precisam garantir meros 55mA. Muitos equipamentos podem fornecer e fornecem mais que isso, mas a especificação só exige 55mA.  Para resolver esse problema alguns switches contam com entrada para fonte externa, mas você verá adiante que usar uma pode não ser boa idéia.

Pela análise de um switch típico você poderá entender esse e outros problema:

SWITCH “TD-LINK”

 

switch_hdmi_td-link_caixa_DSC01571_320_ryan.com.br

Este switch usa um chip bem popular: o Pericom PI3HDMI301. A primeira coisa interessante que encontramos no datasheet é que o consumo típico é de 200mA quando em operação. Bem acima do mínimo garantido pela especificação HDMI. Mas os problemas não acabam aí.

switch_hdmi_td-link_pcb_topo_DSC01564_640_ryan.com.br

 

O chip chaveador opera com 3.3V que precisam ser obtidos a partir dos 5V através do regulador AMS1117 (marcado como U2 na foto). A tensão de entrada de um regulador precisa ser um pouco maior que a tensão de saída, que no caso desse regulador é no mínimo 1V. Isso implica que precisamos de no mínimo 4.3V na entrada e temos 0.7V de margem. Até aí parece razoável, mas como o switch usa diodos para isolar as entradas a tensão na entrada do regulador é a tensão +5V HDMI menos a queda de tensão típica no diodo. Aí a coisa fica crítica.

O designer deste switch usou diodos retificadores comuns, que tem uma queda de tensão típica justamente de 0.7V. Isso explica porque esse modelo tem um jack para alimentação externa.

CONTINUARÁ QUANDO EU PUDER – Assine o feed de comentários ou assine este post para ficar sabendo de atualizações.

Outro switch por dentro:

mini_switch_hdmi_301KK_v3.0_DSC01563_320_ryan.com.br

mini_switch_hdmi_301KK_v3.0_DSC01556_700_ryan.com.br

mini_switch_hdmi_301KK_v3.0_DSC01562_700_ryan.com.br

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Conteúdo de cartão de memória demora a aparecer no Explorer. Ou não aparece.

Esse problema deve ter acontecido comigo uma, no máximo duas vezes antes. E quando eu usava o Windows XP (estou agora no 8.1 x64). Faz tanto tempo que eu não o reconheci. Estava ficando cada vez mais difícil ler o cartão da minha câmera. Eu colocava em múltiplos leitores, em múltiplas portas USB (eu tenho mais de 30) e às vezes ele pegava na hora e eu achava que era mau contato. Houve uma vez que eu desisti e deixei o leitor plugado na USB enquanto eu fazia outra coisa aí uma meia hora depois, sozinho, o Explorer abriu com o conteúdo do cartão.

Passei vários dias convivendo com o problema até que perdi a paciência. Ai me lembrei de como eu havia resolvido um problema similar em 2010.

Removi todos os leitores de cartão e apaguei todos os dispositivos que apareciam como ocultos.

Problema resolvido.

4 comentários
  • Snow_man - 311 Comentários

    Ótimo; daí que falo a importância dessas informações aqui no blog.
    Que tal fazer um post novo com esse conteúdo de 2010?
    Abraço.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu pretendo mover todo o conteúdo de G&G para cá um dia. Mas antes eu tenho que aprender a mover os comentários e deixar um redirecionador em cada post para avisar aos mecanismos de busca que tudo foi movido. Da última vez que olhei, isso não era fácil.

  • Snow_man - 311 Comentários

    Jefferson, nos comentários lá, o Bruno sugeriu o software Device Remover, que parece
    ser muito bom e poderoso.

    Infelizmente o site oficial está vazio, mas achei o download no MajorGeeks.

    Nesse link: http://www.majorgeeks.com/files/details/device_remover_543c.html
    Se achar inconveniente, por favor pode remover do comentário.

    Caso você tenha usado e posteriormente puder, seria muito bom uma análise/tutorial dele.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Não vejo nenhum problema no seu comentário.

      Eu usei o programa apenas uma vez, há seis anos. Tenho preferido fazer manualmente, nas raras vezes em que foi necessário.

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Home Theater com bluray 3D Samsung F5505K

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Este post está em rascunho.

HT-F5505K_ryan.com.br

Eu tenho um aparelho desses e o amigo José Carneiro tem dois. Um dos quais deu defeito e agora não exibe nada pela HDMI. Eu peguei para analisar e estou escrevendo este post com as coisas que vou aprendendo no caminho. Posso não conseguir o conserto mas o meu relato pode ser útil para outros.

A única coisa que vou adiantar sobre minha opinião a respeito do aparelho é que achei a qualidade do som decepcionante. Entretanto eu ainda preciso fazer um teste mais rigoroso para ter certeza de que fatores externos não influenciaram negativamente minha percepção.

Samsung_HT-F5505K_board_DSC02270_700_ryan.com.br

Lá no centro da placa principal podemos ver escrito MODEL: HT-F5500. O que sugere que a mesma placa é usada para outros aparelhos.

Samsung_HT-F5505K_board_DSC02278_700_ryan.com.br

Outras inscrições:

  • CODE: AH41-01606A
  • AH41-01606
  • SIZE: 240×142/1.6T
  • DATE:2012.12.19

O aparelho tem uma entrada e uma saída HDMI. Com a entrada HDMI selecionada seu som deveria sair pelas caixas acústicas do aparelho e a imagem (e o som também) pela saída HDMI, mas o aparelho não exibe imagem em nenhuma condição e o som da HDMI IN, segundo relato de JC, também não pode ser ouvido. Isso sugeria o chip HDMI completamente morto.

Coloquei um switch HDMI na saída HDMI para checar se a porta tinha tensão. A porta correspondente do switch acendeu, então havia tensão.

Liguei à minha TV FullHD para me certificar de não ser enganado pelo HT estar em um modo incompatível e apesar de não ver imagem constatei que o HT era adicionado como um dispositivo HDMI CEC no menu, então a saída HDMI não estava morta pois os canais de sinalização estavam funcionando. A não ser que a sinalização seja feita por fora, o chip HDMI não deve estar realmente morto.

Eu tentei um RESET do aparelho que é feito apertando por cinco segundos o botão STOP frontal na condição de NO DISC. O display exibe INIT por algum tempo e depois, quando selecionada a opção BD-DVD, fica exibindo SETUP, que é a condição de fábrica. Mas nada mudou.

Todo a operação HDMI é controlada pelo chip Explore EP92A2S4, sobre o qual praticamente não existe informação (centro da foto) exceto pelo manual de serviço do Samsung HT-9750W, que usa o mesmo chip. Esse manual de serviço dá muitas dicas importantes de diagnóstico, mas carece de informações detalhadas sobre a operação do EP92A2S4.

Samsung_HT-F5505K_board_DSC02282_700

Nem no site do fabricante esse chip existe. Assim como não pode ser encontrado nem no ebay nem na Aliexpress. E não é porque seja exatamente “novo” já que o aparelho até saiu da garantia e acho que esse modelo nem é mais vendido. Então se o defeito for nele vai ser preciso canibalizar outro aparelho com o mesmo chip. No Mercado Livre tem gente hoje vendendo a placa inteira, supostamente nova, por mais de R$350. Na minha opinião não vale a pena.

Pesquisando por inscrições existentes na placa acabei encontrando o manual de serviço do Home Theater Sharp HTSB60, cuja interface HDMI é controlada pelo chip EP92A2E. Do mesmo fabricante, com o mesmo número de pinos e com uma diferença de sufixo. Depois de uma comparação da função de diversos pinos entre o esquema da Sharp e as fotos que tirei estou razoavelmente convencido que o pinout é o mesmo portanto dá para usar também o manual da Sharp como referência de manutenção desta região do F5505K.

Aqui está o datasheet do EP92A2E. Ele não acrescenta muita informação ao que pode ser visto no manual de serviço da Sharp exceto por este diagrama de blocos que joga bastante luz sobre o funcionamento interno do chip:

ep92a2e_BlockDiagram_ryan.com.br

O diagrama de blocos dá a entender que, sendo confirmado que não existe áudio em HDMI IN, então o chip deve estar mesmo com defeito, provavelmente no switch interno.

Uma coisa interessante que podemos ver no datasheet e nos manuais de serviço é que o chip tem uma porta HDMI extra, não implementada pelo F5505K. As portas do chip são numeradas 0, 1 e 2 sendo que o F5505K usa apenas as portas 0 e 2. Será que o chip está travado justamente na porta que não tem conexão?

Duas outras informações saltam aos olhos no manual da Sharp:

  • O chip tem firmware, que pode ser atualizado pelo fabricante do aparelho;
  • Existe um pino chamado MCU_RSTb que quando posto em nível baixo “a controladora HDMI é totalmente resetada”;

É tentador resetar a controladora, mas o termo “reset” tem conotações perigosas e existe um pequeno risco de que isso só piore as coisas e eu teria que regravar o firmware mas não há qualquer informação de como fazer isso.

Os pinos de acesso aos terminais de gravação estão disponíveis na placa, rotulados EX3.3V, HM_70, HM_71, HMCU_OP e HGND. Aliás foi procurando pelo propósito de um desses pinos que cheguei ao manual da Sharp. Entretanto o manual da Samsung chama esse conector de DEBUG. Será que atua como porta serial?

Veja no centro da foto.

Samsung_HT-F5505K_board_DSC02281_detail_700_ryan.com.br

A foto acima mostra também o footprint para um conector WR1_R e test points para os sinais WDATA1, WBCLK, WCLK, WINIT, WIOSET e WS4.6V de um lado e WRST, WDATA, WDGND,  WLRCK,WDATA2 e WDGN2 do outro. Mais acima os test points para a porta Ethernet (L_DGND, RX-, RX+, TX- e TX+). Aliás no centro da foto está o chip controlador da porta ethernet, um Realtek RTL8201E.

Zoom nos componentes mais próximos aos conectores HDMI:

Samsung_HT-F5505K_board_DSC02282_detail_700_ryan.com.br

Os componentes marcados como ESD Protection (proteção contra descarga eletrostática) parecem similares ao CM1213 da ON.

Na região das memórias temos os footprints para um conector CN6 (esquerda) e UCN2 (direita)

CN6 parece conectar com o chip com dissipador preto.

Samsung_HT-F5505K_board_DSC02286_detail_700_ryan.com.br

Footprint para CN12 e o curioso footprint para um um botão (SW17). O que será que isso aciona?

CN12 parece conectar com o chip com dissipador preto.

Samsung_HT-F5505K_board_DSC02284_detail_700_ryan.com.br

Footprint para conector CN7 e algo que parece ser um indutor (WC2_R).

Samsung_HT-F5505K_board_DSC02283_detail_700_ryan.com.br      Módulo bluetooth.Samsung_HT-F5505K_board_DSC02292_700_ryan.com.br

Conector do flat cable dos botões capacitivos do painel. À direita vemos o footprint de uma possível conexão USB extra (WCN1_i)

Samsung_HT-F5505K_board_DSC02287_700_ryan.com.br

 

41 comentários
  • Luis Augusto - 2 Comentários

    Olá , tenho um com o mesmo problema , chegou a algum resultado ?

    Abraços,

  • Adriano - 1 Comentário

    Samsung HT-F5505K Atualizei o software para 1023 !

    uma coisa que nunca acontecia começou acontecer alguns filmes fica sem audiodepois de uns 20 minutos !
    aparece mensagem da cinevia audio temporiamente desativados e fica o filme todo !
    ja pesquisei não achei nada no google cmo resolver alguns fala para converter o formato do video !
    Ma eu gostaria de saber se da para voltar ao software anterio o 1022 !
    ja restaurei de fabrica , ja fiz harde reset (abri gaveta fecha gaveta e segura o stop ele resetou mais continua com mesmo software 1023)
    alguem pode mim da uma luz ?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      A regra geral dos equipamentos eletrônicos é só ser possível reverter o upgrade se você tiver um arquivo de firmware anterior *e* o aparelho permitir o downgrade. Você precisa encontrar alguém que tenha guardado uma das versões anteriores do firmware, se é que elas já estiveram disponíveis no site da Samsung.

  • pranee - 1 Comentário

    My Bluetooth card seems faulty.
    Can I connect 2 back speakers directly to circuit board? what pins to use?

  • Peter - 2 Comentários

    Boa noite amigos, sou leigo no assunto
    Voces poderiam me confirmar quantos são e quais são os fusiveis da fonte deste aparelho?
    Se não estou enganado são 3 certo?
    Acho que o q está logo apos a entrada do cabo de alimentação do meu queimou. Fiz um teste de continuidade com o multimetro nele(acho que é um dos fusiveis) e o mesmo não indicou continuidade.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Sim, parecem ser 3. Dois deles são fáceis de ver na placa. São dois componentes de plástico vermelho/marrom retangulares com a referência escrita em cima. O terceiro eu não sei onde está. O que você testou é um T5AL (5A).

      Mas se tem fusível queimado, é provável que tenha algum componente em curto em algum lugar.

  • Peter - 2 Comentários

    Jefferson, muito obrigado. Eu desconfiei que eram esses que vc falou mesmo, ate por q na placa esta com a simbologia ~ que, se não me engano, é de fusivel mesmo. Vou comprar esse T5AL e substituir e ver o q vai dar.
    Valeu mesmo!!

  • VR5 - 397 Comentários

    Legal… eu tenho um bluray 3d Samsung com uma TV 3D da mesma marca… pena que atualmente as TVs 3D estão meio que “saindo de moda”… eu sou das antigas: vou na LOCADORA e ALUGO filmes em 3D ainda…

  • Alex Murphy - 1 Comentário

    Alguém sabe como desabilitar o standby automático deste aparelho?
    Tem como editar o firmware para ampliar esse tempo de 20 min?

    Versão do software
    HTB-F5505KWWB-1023.0

  • cicero arruda da silva - 1 Comentário

    boa tarde colegas to com home desses aq e ele esta esquentando muito! esse cip ep92a2s4 a unidade de mídia não esta atuando si, eu fazer a remoção do mesmo pode ser q o leitor normalize ou não já procurei esse danado desse ci, mas não tem alguém pode mim da alguma informação por favou. pois quero recuperar a placa pra não ter q trocá-la ok.

    • Luis Augusto - 2 Comentários

      Olá, Cicero tive o mesmo problema aqui , no meu caso era a HDMI que não funcionava , somente substituindo a placa mesmo . Abraços,

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    O meu aparelho começou a dar o famigerado erro “FAN NG”. Há pelo menos dois meses ele vinha desligando sozinho de vez em quando e eu não entendia a razão, mas só hoje, por acaso, eu olhei para o display antes do desligamento e a mensagem estava lá.

    O aparelho fica fora do meu campo de visão e o primeiro sinal do problema é o áudio emudecer, depois a imagem desaparece e só então eu olho para o aparelho, quando a mensagem sendo exibida já é “OFF”.

    A Samsung deveria reexibir a mensagem por alguns segundos quando o aparelho fosse religado.

    Segundo uma breve pesquisa descobri que isso quer dizer “Fan Not Good” (problema no ventilador) e a solução indicada no youtube é limpar o ventilador com um aspirador de pó. Eu abri meu aparelho e a quantidade de pó é insignificante, não justificando um problema na ventilação. De qualquer forma eu soprei e removi o pó com um pincel. Como é um problema de ventilação eu providenciei também erguer um pouco o aparelho porque o ar que o ventilador joga para fora entra pelo fundo do aparelho.

    Isso certamente é um erro de projeto da Samsung.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Esse problema nunca desapareceu por completo. Às vezes fica semanas sem acontecer e às vezes acontece todos os dias. Neste video o autor diz que como o ventilador tem quatro fios e é muito difícil de encontrar ele sugere usar um de dois fios e interligar os fios amarelo e azul.

  • Wiliam Barros - 1 Comentário

    bom dia a todos, o meu aparelho queimou a fonte, alguem poderia me ajudar com os componentes ou então uma fonte nova? Onde encontro? valores?

  • Márcio - 1 Comentário

    Olá, boa noite amigos.

    Meu home travou totalmente na tela inicial, aparenta ser sistema. Vocês têm alguma dica de reset sem ser o do processo pelo painel digital do aparelho? É pertinente dizer que ele estava funcionando normalmente, aí no dia seguinte liguei e a tela simplesmente ficanca congelada.

    • Valmir - 1 Comentário

      Conseguiu resolver? O meu esta com o mesmo problema trava em uma tela inicial .que nao e a tela normal dele

  • janil - 1 Comentário

    Boa noite amigos, o meu home não deixa eu mexer em mais nada… tento acessar as configurações, ele muda sozinho, a única coisa que funciona bem é o bluetooth nem o áudio da tv sai no home.
    Alguem sabe qual o problema ???

  • Fernando - 1 Comentário

    Meu Home teve o mesmo problema de travar totalmente na tela inicial. Alguém já conseguiu resolver sem precisar em alguma assistência?

  • Netto - 1 Comentário

    Bom dia!
    Meu home samsung J5500k está reiniciando. Diante disso, nem consigo dar um reset no software pq ele não se segura nem 5seg sem reiniciar. Acho q é caso de assistência mesmo né?

    • Rodrigo Oliveira - 1 Comentário

      Boa tarde Netto, tudo bem?
      Tenho um home do mesmo modelo que o seu e quase o mesmo problema!
      Ele não “carrega” o MENU, no painel dele, fica piscando LOAD-PLAY-STOP e tbm, pisca a imagem do MENU na TV.
      Tentei por diversas vezes esse RESET mas não vai!
      Alguém pode nos ajudar?
      Muito obrigado!

    • Romulo - 1 Comentário

      Bom dia Neto, eu estou com o mesmo problema que você!

      O aparelho liga, porém não segura nem 5 segundos. Não da tempo de dar o reset, muito menos tentar acessar o menu!

      Já tentei de tudo, troquei todos os cabos. Já abri o aparelho pra ver se tem algo em curto, mas nada resolveu.

      Acredito que seja caso de assistência técnica mesmo.

      Não sei se com vocês foi assim, mas o meu foi do NADA! Estava funcionando perfeitamente e do nada ficou assim!

      Se alguém tive alguma dica ou uma luz, por favor deixe aqui para nos ajudar!

      Abraço

    • Lucas dos - 1 Comentário

      O meu está assim tbm… Acredito q so trocando a placa msm…

  • Paulo Junior - 1 Comentário

    Boa tarde, meu Home theater samsung HT-F5505K queimou dois capacitores da placa de entrada. Será que alguém sabe me informar as especificações dos capacitores CM877 e CM871 da placa de entrada?

    • Alexandre Barros - 2 Comentários

      CM871 330pf (331K 1KU)
      CM877 220pf (221K 1KU)

      Espero que sejam estes que ficam próximos ao DM871!

      Vc saberia me dizer o que são os diodos DM877 e DM871, ambos 4506, estou com um em curto e não acho o datasheet ou equivalente !!!

  • Antonio Rogério - 1 Comentário

    Boa noite !!!!
    Meu aparelho também está com problemas, não obedece comandos e não consigo resetar.

  • Thiago - 1 Comentário

    Boa tarde, também estou com este problema. conseguiu identificar quais são os capacitores?

    • Alexandre Barros - 2 Comentários

      CM871 330pf (331K 1KU)
      CM877 220pf (221K 1KU)

      Espero que sejam estes que ficam próximos ao DM871!

      Vc saberia me dizer o que são os diodos DM877 e DM871, ambos 4506, estou com um em curto e não acho o datasheet ou equivalente !!!

  • Laercio André - 1 Comentário

    O meu home é um HT F5500k e de uma hora para outra, deixou de reproduzir os sons, em qualquer entrada selecionada no HT. As imagem estão normais, só o som que não é reproduzido.

  • ALEXSANDRO FERREIRA - 1 Comentário

    O meu home HT-F5505K também está com problemas de FAN NG. Vi vários vídeo no Youtube sobre com o solucionar no qual é relatado que apenas removendo a poeira do cooler resolve o problema, mas comigo não resolveu. Então decidi comprar outro cooler, sendo que no Mercado Livre custa entre R$150 até R$200, um valor muito absurdo. Resolvi importar da China pelo preço de R$36, agora esperar três meses para chegar. Contudo, esse não é meu único problema. Alguns meses percebi que o som deixa de sair em alguns caixas. Quando isso acontece só preciso mexer nas conexões traseiras no home para voltar a funcionar. Resolvi abrir a verificar se o local onde conecta os caixas estava folgado na placa, para minha surpresa elas estão muito bem fixas na placa e visualmente não aparenta estar danificado. Então… estou achando que o problema de alguns caixas para de funcionar deva estar ligado ao FAN NG. Gostaria de alguém possa dar uma opinião sobre o meu caso ou se alguém aqui já passou pelos mesmo problemas que estou agora.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      O aparelho pode acusar “FAN Not Good” (FAN NG) porque o sensor que verifica o ventilador está defeituoso ou porque o ventilador não está girando. Se o ventilador realmente estiver falhando o aparelho vai sobreaquecer, o que poderia explicar o problema que você está tendo, se não fosse o fato do som voltar depois de você mexer nas conexões.

      Note que em muitos designs de amplificador não importa o volume que você configurou, a etapa amplificadora precisa de ventilação do mesmo jeito. Mesmo em volume baixo se o ventilador falhar o amplificador pode sobreaquecer e outros problemas podem derivar disso.

      Porém isso é só um palpite.

  • Frederico José de Oliveira Júnior - 1 Comentário

    Boa tarde!

    Tenho um Home desse modelo e a saída da caixa acústica central que é representada pela cor verde, parou de funcionar. Não encontrei o esquema eletrônico da placa para que pudesse tentar achar o problema. Alguém saberia me ajudar?

  • Constantino - 1 Comentário

    SAMSUNG HOME CINEMA SYSTEM MODELO:HT-F5505K/ZD
    Atuando Protect depois de uns 20 minutos de funcionamento.qdo.frio.SE ALGUEM JÁ TEVE ESSE DEFEITO ME AJUDA.
    Fonte com todas tensões ok menos a de A-7v do cn802 pino 13 que está com -8,4v;dissipadores frios.
    Notei aquecimento dissipador ref.saida audio AIC1,AIC2 e AIC3_W;Efetue limpeza pasta termica velha e coloquei nova.Mas continua atuando Protect.
    Tb. notei que dissipador IC1 TB. aquece

  • W.Thompson - 2 Comentários

    Oi, não sei se vocês tem essa informação, mas o Ryan citou que o HDMI parece não estar totalmente morto, e corroborando com isso percebi que ao resetar o aparelho, pelo stop por 5 segundos, ao voltar ele mostra o logo da Samsung por um breve momento no HDMI out que é o problemático, o outro funciona perfeitamente captando o som externo e reproduzindo no HT. Isso aconteceu e pra ter certeza fiz novamente e a mesma coisa ocorreu. Espero ter contribuido com um fóton no assunto.

  • Josafá Barbosa da Silva - 1 Comentário

    Boa trade Jeferson e a todos os companheiros e técnicos que se encontram no grupo.

    Meu nome é Josafá também sou técnico em eletrônica, esido em Salvador – Bahia. Estou com um equipamento deste modelo(Blu-ray modelo HT-F5505K – Samsumg) que por sinal é pessoal. O equpamento sofreu um cuto na fonte e danificou alguns componente, não dano condições de indenficação, se alguém tiver um esquema elétrico desta fonte ou mesmo poder me enciar uma foto da placa da fonte onde eu possa ver os componentes e suas respectivas referencia ficaria muito grato.

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Testadores de cabos de rede SC8108 e Puneng PN-8108

NetworkCableTesters_PN-8108_SC8108_ryan.com.br

Além do básico que é checar se o cabo está crimpado corretamente este tipo de aparelho tem um recurso impressionante: ele mede o comprimento do cabo. Mais que isso: ele mede o comprimento de cada par do cabo. Assim é possível saber:

  • Se o cabo foi cortado e onde;
  • Se algum par foi danificado e onde;
  • Se o cabo é longo demais.

Alimentação

O aparelho tem um consumo de 16mA (de acordo com o manual) e é alimentado por quatro pilhas AA, o que eu hoje em dia acho muito inconveniente. Precisar de duas desse tipo é o meu limite. E o fato disso criar oito possíveis pontos de mau contato não ajuda, mas poderia ser pior: eu gosto ainda menos de baterias de 9V. Opera normalmente também com quatro baterias NiMh.

Resultado de meus testes:

  • 4.0V – Não liga.
  • 4.4V – Liga, mas texto mal é visível na tela
  • 4.6V – Texto mais visível
  • 4.8V – Texto já parece completamente visível

Qualquer dia desses eu vou acabar colocando um jack USB no aparelho para ter a opção de alimentá-lo usando o mesmo “power bank” que uso para carregar meu celular.


A eletrônica

O aparelho é muito difícil de abrir quando você não sabe como. Eu provoquei pequenos danos externos e internos ao meu PN-8108 tentando forçar a abertura até descobrir que ele é fechado por parafusos ocultos em orifícios selados por cilindros de plástico, que parecem “pezinhos” que por não saírem de jeito nenhum você acredita que sejam parte da carcaça do fundo. O único modo aparente de desbloquear o caminho até os parafusos é perfurar esses cilindros.

A foto abaixo é do interior do Puneng PN-8108. O SC8108, de outro fabricante, opera da mesma forma (eu tenho ambos) e por isso eu suponho que seja quase idêntico por dentro.

Network_Cable_Tester_Puneng_PN-8108_DSC02242_3_700_ryan.com.br

 

O display é alfanumérico de 16 colunas e 4 linhas e a disposição dos pinos me faz crer que seja compatível com o padrão hitachi HD44780. Porém ainda assim seria um tanto difícil conseguir substituto exato para o display porque o formato não é tão comum. O que você encontra às pencas no mercado por causa do Arduino são displays 20×4 e 16×2, mas não 16×4. O display tem backlight que você opera por um botão.

Toda a inteligência está no enorme microcontrolador de 40 pinos Atmel AT89S52 (opera de 4V a 5.5V). Se este der defeito o aparelho provavelmente vai para a sucata, porque aí está o programa e embora seja possível comprar um “virgem” por R$10 no Mercado Livre, não faço idéia de como implementar o algoritmo que mede o comprimento dos cabos, mesmo que eu levantasse todo o diagrama. Os outros componentes relevantes estão no fundo e são todos circuitos integrados lógicos comuns fáceis de adquirir:

  • HCF4051 (3x) – multiplexador/demultiplexador analógico de 8 canais – opera com no mínimo 3V;
  • HCF4052 – multiplexador/demultiplexador analógico de 4 canais duplo – opera com no mínimo 3V;
  • 74HC00 (2x) – quatro portas NAND de duas entradas – opera com no mínimo 2V;
  • 74HC373 (2x) – Latch transparente tipo-d tri-state com 8 portas – opera com no mínimo 2V;
  • 74HC4040 –  contador ripple binário de 12 estágios – opera com no mínimo 2V.

A necessidade do microcontrolador acaba definindo até onde as baterias podem descarregar antes do aparelho deixar de funcionar. Note que o microcontrolador deve operar com até 5.5V mas quatro pilhas AA novas podem dar até 1.6×4 = 6.4V. Para evitar dano, a tensão de alimentação de todos os circuitos integrados é regulada pelo conjunto de diodo e transistor Q1 e D2.

Diagrama parcial

Clique na imagem para ver em tamanho real e legível

puneng_pn-8018_schematic_partial

Detalhe do circuito de alimentação:

puneng_pn-8018_schematic_partial_power

Os dois diodos, marcados D3, ligados a R18 são o mesmo componente. Possivelmente um MMBD4148SE.

Ao apertar o botão Power, Q3 conduz o que faz Q4 conduzir e manter Q3 conduzindo através de R12. O aparelho é desligado pela atuação de Q5, que pelo que entendi ocorre em duas situações:

  • Após um intervalo de 30 minutos ligado, o microcontrolador manda um sinal de desligamento via C11;
  • Ao apertarmos de novo o botão Power o microcontrolador sente isso no pino 7 (através de R19) e comanda o desligamento também via C11

Ou seja: o desligamento sempre depende do microcontrolador.

A tensão +B é um pouco menor que VBAT por causa da queda em Q4 e a tensão em +C é regulada em torno de 4.1V (a tensão do zener D2 menos a queda de tensão na junção base-emissor de Q1)

O meu PN-8108 não ligava mais e após levantar o esquema levei apenas alguns minutos para descobrir que era Q3 que estava com defeito. Após a substituição por um transistor NPN de uso geral 2N3904 o problema foi resolvido.

Network_Cable_Tester_Puneng_PN-8108_DSC02268_detail_Q3fix.ryan.com.br

Terminadores

Para medição de comprimento não é necessário haver nada na outra extremidade do cabo. Para outros testes o aparelho requer que um terminador especial chamado de “wiremap adapter” seja colocado na outra ponta. Para abrir o terminador basta remover o parafuso que está oculto sob a etiqueta e desencaixar.

Você pode ter até 8 terminadores que o aparelho é capaz de distinguir entre eles e dizer que cabo você está testando. Eu não consegui adquirir os outros sete por um preço razoável mas adiante eu explico o necessário para fabricá-los. Isso só faz falta realmente quando você está sozinho identificando um grande número de cabos.

A eletrônica do terminador é simples:

Network_Cable_Tester_Puneng_PN-8108_Wiremap_Adapter_DSC02267_700_ryan.com.br

Network_Cable_Tester_Puneng_PN-8108_Wiremap_Adapter_DSC02265_700_ryan.com.br

Diagrama

puneng_pn-8018_wiremap_adapter_schematic

A placa tem dois componentes que não aparecem no diagrama: D105 e D106 (provavelmente um zener), porque eles são conectados apenas às ilhas de solda no fundo e mais nada. Dependendo das ligações que você faz com essas ilhas de solda você muda o ID do terminador, conforme imagem abaixo:

Network_Cable_Tester_Puneng_PN-8108_WiremapAdapter_DSC02265_solderpads

A lógica é a seguinte:

São sempre três jumpers de solda, mas os dois primeiros (sempre 2,3 ou 1,4) apenas definem a polaridade da série com os dois diodos. Ligando 2 e 3 é uma polaridade e ligando 1 e 4 a polaridade inverte, mas uma ponta é sempre ligada ao pino 1 do conector RJ45. O último jumper define se a outra ponta da série vai ficar ligada aos terminais 3, 4, 5 ou 6 do conector RJ45.

Você não precisa fazer as ligações referentes a ID1. Nenhum jumper dá o mesmo resultado.

A informação necessária pra deduzir isso foi obtida nos comentários deste blog russo, que por sua vez foi dica do leitor João Batista nos comentários deste post.

Nesta outra versão do esquema eu tento deixar o papel dos dois diodos mais fácil de entender:

puneng_pn-8018_wiremap_adapter_schematic_2

O BIP

O terminador emite um bip periódico quando o testador é plugado na outra extremidade que é útil quando você está trabalhando em dupla mas pode deixar outras pessoas desconcertadas sem saber de onde o som vem. Geralmente você pluga o terminador primeiro porque ele não tem qualquer indicação visual e se encaminha para a outra ponta do cabo com o testador. Quando você chega lá minutos depois e pluga o testador no cabo, o terminador começa a emitir o bip. O intervalo entre bips não é curto o bastante para ser irritante, mas é longo o bastante para dificultar muito a localização de sua origem. Já ocorreu uma vez de eu mesmo voltar ao recinto e por um minuto ficar imaginando de onde vinha o bip. Eu conheço um celular que faz a mesma coisa quando a bateria está com carga baixa e é de deixar você maluco.

35 comentários
  • João Batista - 30 Comentários

    Eu acho que você ( ou o equipamento ) pode identificar os outros terminadores via os dois diodos extras , você não reparou nos pontos de soldas que são no total em um 3 um deles em comum com o pino 1 do RJ45 e mais 7 ( eu contei certo ) e um que fica no meio que o comum e os outros ficam em volta que são 6 pinos ,e o eu acho posso esta errado não sei ! ?

    • João Batista - 30 Comentários

      Assim eu achei algumas informações neste site russo http://mysku.ru/blog/aliexpress/19616.html na parte dos comentários tem uma pessoa que fez clones dos terminadores

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        Obrigado pelo link! Numa rápida olhada eu já descobri que os valores dos capacitores são diferentes para cada par!

        Eu não tenho os valores certos porque medi no circuito, mas ainda assim fica clara a diferença porque o valor medido cresce na ordem dos pares:

        C101: 29nF
        C102: 61nF
        C103: 97nF

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu testei isso mais de um ano atrás quando abri pela primeira vez o terminador. Não surtiu efeito algum e como não vi nenhuma referência a isso nas minhas pesquisas, mas vi referências à identificação pelo valor dos resistores, desisti de ir por esse caminho.

      Os dois diodos estão em série e as ilhas de solda estão arranjadas de tal maneira que você possa ligar essa série entre o terminal 1 e o terminais 3, 5 e 6, nas duas polaridades possíveis.

      Isso aparentemente só permite mais seis combinações. Eu tenho curiosidade de saber o papel dos diodos, mas pode ser uma grande perda de tempo, porque sua utilidade pode depender de algo no firmware do testador.

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        Caramba, a segunda figura da imagem abaixo sugere que é possível, sim, mudar o ID do terminador através de um cuidadoso arranjo dos diodos. Vou tentar entender como é feito, já que se trata de um adaptador diferente, e replicar no meu para ver no que dá.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Decifrei o propósito das sequências de jumpers indicada na figura acima. São sempre três jumpers de solda, mas os dois primeiros (sempre 2,4 ou 1,3) apenas definem a polaridade da série com os dois diodos. Ligando 2 e 4 é uma polaridade e ligando 1 e 3 a polaridade inverte, mas uma ponta é sempre ligada ao pino 1 do conector via resistor de 2k2. O último jumper define se a outra ponta da série vai ficar ligada aos terminais 3, 4, 5 ou 6 do conector RJ45.

          De posse dessa informação eu já consegui transformar o meu terminador ID1 em ID7. Entretanto o meu adaptador não tem resistor em série com os diodos e pode ser que eu precise acrescentar um.

          Novamente obrigado pela dica, João. Essa página nunca apareceu nas minhas buscas.

  • Newton - 2 Comentários

    Se for para chutar eu diria que o aparelho mede a capacitância do cabo para definir o comprimento.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      E você provavelmente tem razão. Eu não tinha pensado nisso mas faz sentido. A capacitância do cabo CAT5 é especificada a 52pF/m a 800Hz. É um valor baixo mas dá resolução mais que suficiente. Mesmo um rolo de 305m não vai dar uma capacitância maior que 16nF. Medir com precisão de 52pF até 16nF não é mesmo nenhum mistério.

      Se for assim, então não seria tão complicado, de posse do diagrama completo, fazer seu próprio firmware para o aparelho.

    • Ricardo menzer - 143 Comentários

      Outra forma de fazer é através da reflexão de um sinal do tipo impulso [https://en.wikipedia.org/wiki/Signal_reflection], embora, pela simplicidade do circuito, eu não acredite que seja o caso aqui.

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        Pois eu estava achando que era Signal Reflection até Newton comentar e a ficha cair. Não parece fazer sentido usar Signal Reflection para isso quando a capacitância do meio é fixa e conhecida e medi-la dá o mesmo resultado prático.

  • João Batista - 30 Comentários

    Eu espero que tenha ajudado um pouco , mais os créditos vai para o site russo ok

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Eu subestimei a disponibilidade do display. No Mercado Livre existem vários para vender. por preços a partir de R$35.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Muito interessante este testador, fiquei curioso e talvez interessado em arranjar um para mim.

  • Thiago - 1 Comentário

    Se o chip tiver sido gravado sem o bit lock, tem como extrair o programa da memoria utillizando um gravador SPI

  • Jorge F Mansur - 1 Comentário

    Boa tarde amigo, tenho um testador do tipo Sc8108 , no qual quando fui testar um cabo de rede que estava em um switch POE o meu aparelho apagou, não liga nada. Não tenho experiencia em analise de circuitos, voce teria como me ajudar ?

  • James - 5 Comentários

    Hey guys, sorry for english, I used google translate to read your site. Having problem with remote wiremap adapter. Tried with different testers, this adapter always showing same cable fail. Check the picture

    SC8108 Wiremap fail

    At first I thought it is short circuiting somewhere, resoldered all board, but the problem is the same.

    Edited by moderation: Tinypic is a bad place to host images and I needed to magnify the display to make the problem visible in high resolution screens.

  • James - 5 Comentários

    Thanks Jefferson.
    I have found Adapter schematics in Russian website looks like it uses same 100n condensators, I have tested resistors, which all good 51k. But was unable to test condensators as my multimeter does not measure so low. Bought new condensators, will try to resolder them today. Will post update if it helped.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      I think this schematic is wrong and who made it just assumed that the capacitor values were the same as the resistor values are the same.

      Look at this picture, got from the same russian forum:

      The values are 100nF, 68nF and 39nF

  • James - 5 Comentários

    Yep, not good with all 100nF :) I could buy another capacitors tomorrow, but which ones are correct, russian one you posted (100nF, 68nF and 39nF) or?

    Eu não tenho os valores certos porque medi no circuito, mas ainda assim fica clara a diferença porque o valor medido cresce na ordem dos pares:

    C101: 29nF
    C102: 61nF
    C103: 97nF

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      As my measurements were made “in circuit” (“no circuito”) and with a non professional capacimeter they could be wrong. I think the values indicated in the russian diagram are more reliable.

      Keep in mind that, maybe, exact values are not mandatory. In the wiremap function the instrument just needs to be able to tell them apart. But in the lenght measurement function, wrong values may lead to wrong measurements. Maybe the “calibrate” function could fix this by I never tryed it.

  • James - 5 Comentários

    I have just measured old capacitors they were 105nF, 106nF and 108nF. Many thanks for your help, will try another capacitors tomorrow :) today it’s already late evening in Europe

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      As you probably know these are not commercial values and within the 10% tolerance of a comercial 100nF capacitor so is safe to assume that whoever assembled this terminator put three 100nF capacitors in there.

      And as you can see in the russian diagram that I showed, the 100nF capacitor is supposed to be in the 4-5 circuit. That explains why your instrument thinks every wire from 1 to 6 is connected to the wires 4 or 5.

  • James - 5 Comentários

    All fixed now, many thanks, used 100nF, 68nF and 33nF capacitors.
    (33 because shop had only 33 and 47 (tried 47 at first but did not work in 1-2 circuit, was showing 7-8 on LCD)).

    That is interesting someone in china mixed up capacitors and soldered all 100’s :)

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Encontrei o que parece ser o esquema completo do SC8108 neste fórum russo

    O modelo do diagrama não é igual ao meu. É o modelo que é alimentado por apenas duas pilhas AA. O diagrama mostra várias diferenças na parte de alimentação incluindo o conversor DC-DC. Mas é razoável assumir que tirando isso o resto seja igual ou muito parecido.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      O que entendi até agora:

      IC8 (74HC00) é um gerador de pulsos de 20MHz que alimenta o contador binário de 12bits IC9 (74HC4040). O microprocessador não tinha mais portas livres o bastante para ler esse contador por isso foram acrescentados dois latches de 8 bits IC3 e IC4 (74HC373) para que o uP possa ler o contador pelas mesmas portas onde ele escreve no display.

      De alguma forma, o valor da capacitância do cabo interfere sobre o funcionamento da geração de pulsos em IC8. Isso parece conferir com o funcionamento de um capacímetro.

  • George Sand - 1 Comentário

    Meu teste esta apresentando a seguinte mensagem ” Cable too short!” quando mando calibrar, como resolver? Alguém pode me ajudar.

  • Marco Arthur Stort Ferreira - 28 Comentários

    Bom dia.
    Apesar de ser uma postagem antiga, só li hoje.
    Indica alguma marca específica para comprar? Ou qualquer SC8108 que aparecer serve?
    Mais ainda, algum local para comprar?
    Obrigado.

  • Paulo - 1 Comentário

    Boas pessoal,
    Eu tenho um SC8108 que comprei à uns anos atrás no AliExpress e eu coloco um cabo de 7m e faço a calibração e de seguida faço o testo para ver o tamanho do cabo e dá-me os 7m mas depois faço o teste de temanho de outro cabo que tem 2m, sem desligar o aparelho, e só me dá 0.80m. Será algum defeito neste aparelho?

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Procedimento genérico de backup e restauração de firmware linux via telnet

Como o próprio nome diz, este procedimento é genérico. Um exemplo simplificado que você pode adaptar para o seu aparelho. Até agora só testei com meu NVR (backup e restauração) e seis câmeras IP (apenas backup). Eu vou passar a publicar backups de aparelhos que passarem pelas minhas mãos e espero poder estimular outras pessoas a publicarem os backups dos seus.

Do que você precisa:

  • Acesso telnet ao aparelho;
  • Que o linux do aparelho tenha busybox (os comandos necessários são parte dele);
  • Um servidor NFS ou TFTP (por enquanto só abordarei NFS). Aviso: Se o aparelho tem porta USB que suporta pendrives pode ser muito mais simples usá-la em vez de usar o servidor NFS/TFTP. Veja exemplo na seção “DUMP/backup do firmware” no meu post sobre o mini-NVR.

Infelizmente nem todo aparelho com busybox disponibiliza os comandos de que precisamos. Modems e roteadores, por exemplo, costumam vir com uma versão bem limitada do busybox. Aliás, é comum você sequer conseguir listar diretórios via telnet nesses equipamentos.

O que você precisa saber

Para o propósito deste texto, entenda o comando “mount” do linux como o comando para fazer o que é um “mapeamento de rede” no jargão do Windows. Por exemplo:

mount -t nfs 10.0.0.10:/srv/storage /tmp/nfs

Faz com que o conteúdo de 10.0.0.10:/srv/storage seja mapeado localmente como /tmp/nfs

 

Para gravação em memória flash do tipo NOR usa-se o comando flashcp. Em flash do tip NAND usa-se o comando nandwrite. Eu suponho que você possa distinguir qual é o caso por qual comando está presente no seu aparelho. Nos poucos que testei somente flashcp estava disponível.

 

Apesar do firmware que você instala ser apresentado como um único arquivo, no aparelho a memória flash é organizada em partições, como um HDD. No jargão do linux a flash é chamada de “MTD” e as partições são identificadas como “mtd0”, “mtd1”, “mtd2” e assim por diante.

Para obter tudo o que precisamos saber sobre essas partições use o comando:

cat /proc/mtd

A resposta é algo assim:

O campo “name” nos dá a dica do propósito (os nomes variam com os aparelhos) de cada partição o que é muito útil ao fazer restauração e modificações. Você deve fazer backup de todas, mas só deve restaurar o mínimo necessário e com atenção:

  • uboot – A primeira partição, não importando o nome, deve ser o bootloader. Geralmente somente leitura. Não mexa nessa a menos que não tenha escolha.
  • kernel – É onde fica o linux propriamente dito. Geralmente somente leitura. Geralmente você não precisa mexer com ela.
  • rfs – “rootfs” ou sistema de arquivos raiz. Não tenho certeza ainda do que você pode fazer com ela.
  • app – No caso do NVR, é onde fica o programa (app) que você vê no monitor, o controle activex que você baixa, etc
  • config – a configuração do usuário. Muitas vezes apagar essa partição faz um hard reset do aparelho, mas sempre faça um backup antes.
  • logo – no caso do NVR é nessa partição que fica a imagem em formato JPG que aparece na tela quando o aparelho está dando boot.

Vamos supor para os procedimentos a seguir que você tem seis partições no aparelho e tem um servidor NFS no endereço 10.0.0.10 com um export chamado /srv/storage.

Procedimento de backup

mkdir /tmp/nfs

mount -t nfs 10.0.0.10:/srv/storage /tmp/nfs

dd if=/dev/mtd0 of=/tmp/nfs/mtd0.img
dd if=/dev/mtd1 of=/tmp/nfs/mtd1.img
dd if=/dev/mtd2 of=/tmp/nfs/mtd2.img
dd if=/dev/mtd3 of=/tmp/nfs/mtd3.img
dd if=/dev/mtd4 of=/tmp/nfs/mtd4.img
dd if=/dev/mtd5 of=/tmp/nfs/mtd5.img

Pronto, se você não viu nenhuma mensagem de erro uma cópia das seis partições está no seu servidor NFS. Confira o tamanho de cada arquivo com o que aparece na coluna “size” do comando cat /proc/mtd antes de prosseguir. Tem que dar exatamente igual mas perceba que os números em /proc/mtd estão em hexadecimal e o Windows mostra os tamanhos, claro, em decimal.

De posse desse backup você pode fazer comparações grosseiras entre firmwares. Instale várias versões pelo método tradicional, faça backup de todas elas e depois compare os backups com um utilitário de comparação para ter uma idéia do que mudou entre elas. Note que as partições que guardam as configurações de usuário podem ser sempre diferentes.

Procedimento de restauração

Digamos que você só queira restaurar as partições 3 e 4 e que os respectivos arquivos estão no compartilhamento do servidor NFS.

mkdir /tmp/nfs

mount -t nfs 10.0.0.10:/srv/storage /tmp/nfs

#cd /tmp/nfs

ls < – você deve ser capaz de ver uma listagem dos arquivos no servidor
flashcp -v mtd3.img /dev/mtd3
flashcp -v mtd4.img /dev/mtd4
reboot

Pronto. Partições restauradas.

1 comentário
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Hoje eu tentei usar esse procedimento com meu mini-NVR e falhei miseravelmente. Eu jurava que tinha conseguido antes mas agora toda tentativa de usar o comando mount dava o erro “no such device”.

    Depois de apanhar muito eu desisti e fiz o backup das partições via pendrive. Horas depois eu encontrei uma dica que pode explicar o problema: o mini-NVR possivelmente não tem suporte a nfs. Para checar que sistemas de arquivos o aparelho suporta o comando é este:

    cat /proc/filesystems

    E a resposta do mini-NVR é

    # cat /proc/filesystems
    nodev sysfs
    nodev rootfs
    nodev bdev
    nodev proc
    nodev tmpfs
    nodev securityfs
    nodev sockfs
    nodev usbfs
    nodev pipefs
    nodev anon_inodefs
    nodev devpts
    squashfs
    nodev ramfs
    vfat
    msdos
    iso9660
    nodev jffs2
    nodev fuse
    fuseblk
    nodev fusectl
    nodev mtd_inodefs
    ext3

    Note que “nfs” não aparece na lista.

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Como e para que criar um servidor NFS, mesmo sendo usuário do Windows.

Nota: Este post está em rascunho. Eu sei que pode estar vago, mas alguns poderão notar que já é muito útil do jeito que está. Se precisar de um maior esclarecimento deixe um comentário porque eu irei preenchendo lacunas aos poucos.

NFS (Network File System – Por um tempo eu jurava que significava Network File Server) é um protocolo de compartilhamento de arquivos massivamente usado no mundo Linux e completamente distinto do usado no mundo Windows (CIFS/SMB).  Normalmente não tem qualquer utilidade para nós exceto quando precisamos lidar com aparelhos baseados em Linux (cameras ip, nvr, media player, tv, etc), que é o caso que vou abordar neste post. Para muitos dispositivos desse tipo o único meio de trocar arquivos com o mundo exterior, principalmente arquivos que contém o firmware do aparelho, é você ter acesso a um servidor NFS.  A maioria dos usuários Windows está a no máximo uma dúzia de cliques de criar um servidor CIFS, mas conseguir um servidor NFS pode ser bem complicado e frustrante quando você não faz a menor idéia de por onde começar.

Outros posts virão onde explicarei como fazer backup e restauração de firmware de alguns aparelhos e o processo vai depender de você ter acesso a um servidor NFS.

Se você tiver acesso ao Windows Server 2008 ou 2012, um servidor NFS supostamente é parte das opções oferecidas, mas não vou tratar disso aqui.

 

haneWIN NFS Server

Shareware

Prós

  • Roda no Windows. Incluindo XP e Windows 8.1 x64 (testado);
  • Pequeno, leve, prático e funciona. Do download ao servidor funcionando são só uns poucos minutos.

Contras

  • Só pode usar por 30 dias

O procedimento é muito simples

  • Baixe e instale o programa;
  • Crie um diretório c:\public
  • Execute NFS Server pelo ícone deixado no desktop (para configurar você precisa executar como Administrador);
  • Vá em Exports -> Edit Exports File e retire o parâmetro -readonly da linha que começa com c:\public
  • Clique em Restart Server

Agora você pode montar no cliente com uma seqüência de comandos do tipo (digamos que o servidor esteja em 192.168.0.10);

#mkdir /tmp/nfs

#mount -t nfs 192.168.0.10:/c/public /tmp/nfs

Observe a notação acima. Se o drive fosse “d:”, o caminho a usar começaria com “/d/”

Se der “Connection Refused” experimente acrescentar ‘-o nolock’, assim:

#mount -t nfs -o nolock 192.168.0.10:/c/public /tmp/nfs


Tunkey Linux File Server

Prós:

  • Imediatamente após terminar o assistente de configuração o servidor já está funcionando;
  • Compartilhamentos são simultaneamente exportados como CIFS e NFS. Assim você pode colocar um arquivo no servidor através do Linux e resgatá-lo do mesmo local usando o Windows e vice-versa;

Contras:

  • É irritante que ele não deixa você terminar a instalação enquanto não escolher uma senha complicada (que dois meses depois eu já havia esquecido e tive que instalar tudo de novo);
  • Oferece uma enorme quantidade de configurações pela GUI que são todas completamente inúteis para nosso caso e só confundem;
  • Embora o servidor NFS rode automaticamente não encontrei opção na GUI para configurá-lo. Eu só descobri quais eram os diretórios exportados quando fiz um webshell e li /etc/exports. Depois foi preciso editar o arquivo /etc/exports manualmente para fazer uma mudança necessária;
  • É configurado para atualizar automaticamente e não encontrei opção na GUI para desativar isso. Então para tentar impedi-lo na marra eu forneci endereços de gateway e DNS falsos;

O Turnkey Linux File Server é uma distro do Linux que está disponível como máquina virtual.  Basta importar o arquivo .ova disponibilizado no site na sua cópia do Virtualbox e seguir o assistente de instalação. Em poucos passos está quase pronto para o uso.

A primeira tela do assistente vai pedir uma senha para o usuário root. Você precisa combinar letras maiúsculas e minúsculas e colocar ao menos um número.

turnkey_fileserver_1_root_password_ryan-com-br

Confirme a senha

turnkey_fileserver_2_root_password_confirm_ryan-com-brSe a senha não estiver ao agrado do programa vai ser rejeitada logo na primeira tentativa

turnkey_fileserver_3_root_password_insecure_ryan-com-br

Em seguida o programa vai oferecer os “hub services”, que são inúteis para nossa finalidade. Você pode pular a instalação com a tecla TAB, até selecionar SKIPturnkey_fileserver_4_hub_services_ryan-com-br

Salte as notificações da mesma forma

turnkey_fileserver_5_notifications_ryan-com-br

Minta internet tem apenas 800kbps. Esperar para fazer atualizações é intolerável. Eu salto isso também.

turnkey_fileserver_6_update_now_ryan-com-br

Se você não quiser mudar as configurações de rede, a configuração acabou. Se quiser mudar, selecione Advanced Menu

turnkey_fileserver_7_ryan-com-br

Selecione Networking

turnkey_fileserver_8_advanced_menu_ryan-com-br

Selecione Static e configure ao seu gosto. Para evitar que o programa se atualize sem minha permissão, eu forneço informações falsas de gateway e DNS. Isso não afeta a operação na sua rede.

turnkey_fileserver_10_network_static_ryan-com-br

A partir desse ponto você pode fazer muita coisa com o mouse. Basta acessar o servidor via browser, no endereço IP que você definiu.

 

O único real problema que encontrei foi que apesar de não existir username e password para acessar um servidor NFS pois as permissões são definidas por IP, por default o servidor NFS não permite gravação se você estiver acessando como usuário root, mas normalmente esse é justamente o usuário com que fazemos login nos dispositivos (dá permission denied). Mas uma pequena configuração extra no arquivo /etc/exports resolve.

Exemplo de arquivo /etc/exports

Após a instalação você precisa acrescentar a opção no_root_squash ao compartilhamento que quer liberar completamente.

Você não pode simplesmente copiar e colar o meu arquivo exports porque o arquivo é criado com endereços que dependem da sua rede.

O modo simples de editar o arquivo exports é fazer login pelo webshell para copia-lo para o compartilhamento, editá-lo usando o seu editor preferido no Windows mesmo e depois transferi-lo de volta:

O arquivo editado fica mais ou menos assim (observe o que foi acrescentado em negrito):

A partir do servidor telnet de uma câmera, consegui fazer o mount com:
# mkdir /tmp/nfs
# mount -t nfs -o nolock 10.0.0.39:/srv/storage /tmp/nfs

 

Não funcionaram

FreeNFS e FreeNFSe – Free. A versão FreeNFSe é destinada a instalação a partir do Windows XP e é especificamente destinada ao que desejamos: a conexão de clientes NFS “embutidos” ou “embarcados” e é extremamente simples de usar, mas não consegui fazer funcionar. O compartilhamento é criado mas tentar copiar para ele dá muitos erros e os arquivos são criados com zero bytes.

Windows Services For Unix – Gratuito e da própria Microsoft. Pode ser instalado até no Windows XP, mas foi descontinuado e não é mais oferecido para download.  Complica demais porque requer que você faça um mapeamento entre os usuários do Windows e do Unix antes de poder compartilhar pastas. Se você quiser procurar por ele aqui estão informações de autenticidade para a versão 3.5 (a última), da cópia que baixei anos atrás:

CRC-32: 87cfd0f3
MD4: 95aac2b26bfd9971b73efe9e6c62d462
MD5: d632c1bd7bed8af2ddb2a00c81aafcab
SHA-1: cd9cc633d967a2186c6f55ec8e362c1efb370661

Problemas diversos

  • “Connection refused” no comando mount – A maioria dos tutoriais diz que isso está relacionado ao seu firewall. Mas descobri que acrescentar ao mount a opção ‘-o nolock’ resolve o problema;
  • Comando mount demora demais e depois dá “RPC timed out” – O firewall está atrapalhando
  • “Permission denied” no comando mount – Se você é o usuário ‘root’ na máquina onde está dando o comando mount, o servidor NFS está configurado para negar acesso ao usuário root;
3 comentários
  • Ygor Almeida - 136 Comentários

    … Jurava que já havia feito comentário aqui nesse post. Mas devo ter caído em alguma regra ou se perdeu.

    Não sei se funciona corretamente ( talvez se você tiver tempo e saco para testar o windows 10 ) mas com o advento do Bash do Ubuntu 14.04 no Windows – acho que seria possível utilizar o NFS Server nativo do linux rodando sob o windows.

    Uma das limitações até onde eu sei é editar coisas parece que o Bash não tem permissão de escrita na camada do HD Windows. Mas leitura ele faz. Acredito que um pouco de apt-get e algumas configurações e você poderia compartilhar a pasta usando o NFS.

    Vale o teste, já que muitos serviços as coisas funcionam no Bash, como LAMP e até mesmo o X eu vi que é possivel usar com muito truque.

    Pra fins de teste e desafio embora sei que seu tempo seja limitado. Acho que vale a pena !!!

    :yahoo: :clapping:

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Ygor,

      Eu não uso o Windows 10 ainda. E por causa da característica “mutante” desse SO eu ainda estou reticente quanto à validade de se fazer qualquer tutorial baseado nele.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Eu expandi os tutoriais e documentei alguns possíveis problemas.

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Ruminações diversas, 19/08/2016

Acho um absurdo que em pleno 2016 ainda exista tanto machismo e segregação nas olimpíadas. Essa separação precisa acabar e precisamos ver a mulherada competindo de igual para igual com os marmanjos não só na esgrima, tiro, ginástica artística e nado sincronizado mas também na maratona, canoagem, vôlei, boxe, atletismo…


Quando saiu a primeira notícia de que os nadadores americanos tinham dito que os bandidos que os assaltaram tinham “mostrado o distintivo” para eles eu imediatamente achei que havia algo errado, só por causa disso. Mas como era o Rio eu deixei para lá minha desconfiança. No final minha primeira impressão estava correta e era invenção mesmo.


Concordo plenamente com o surf e skate se tornarem esportes olímpicos porque se futebol é esporte olímpico acho que até cuspe à distância se enquadra :P

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A bringIT vende teclados de outro notebook dizendo que é o teclado do seu.

As diferenças não atrapalham a digitação mas atrapalham significativamente o controle do notebook.

Veja as discussões que tive com o vendedor no Mercado Livre aqui e aqui e tire suas próprias conclusões. Para registro, o teclado abaixo é o legítimo teclado PK130QG2B27 que equipa o gateway Ne56R08bTeclado_PK130QG2B27_Gateway_NE56R08b_DSC02185_700_ryan.com.br

Teclado_PK130QG2B27_Gateway_NE56R08b_DSC02181_700_ryan.com.br

 

Eu até pensei em comprar vários teclados direto com a bringIT porque além do frete ser mais barato que o do Mercado Envios (alguém se surpreende?), direto com eles dá para trazer vários teclados no mesmo frete, o que eles não deixam fazer pelo Mercado Envios. E como bônus eu não daria nenhum dinheiro ao Mercado Livre. Mas depois dessa eu estou com um pé atrás. Algum de meus leitores de longa data pode testemunhar a favor da empresa? Esse é um hábito ou um caso isolado?

 

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Como tentar descobrir senhas de servidores por força bruta.

Notas:

  • “servidor” é, para a intenção deste post, uma funcionalidade de rede oferecido por um equipamento qualquer. Não estou me referindo a “um computador”, mas a aparelhos modernos conectados à rede como câmeras IP, NVRs, DVRs, modems, roteadores e media players;
  • Meu interesse é descobrir senhas padrão telnet e ftp de equipamentos que possuo e minha abordagem será essa;
  • O método de força bruta só é eficaz se o servidor não limitar o número de tentativas de login num determinado período de tempo. Medidas simples como bloquear o acesso do seu endereço  IP por x minutos após y tentativas erradas de login já reduzem enormemente a capacidade de sucesso. Mas os equipamentos em que estou interessado geralmente  não implementam qualquer proteção contra ataque de força bruta (edit: Injusto. Vários dos meus implementam medidas simples. Veja comentários);
  • Qualquer comentário com perguntas onde sequer pareça que você está querendo usar isso em servidores que não estão sob sua administração será vetado.

Para quê?

Você pode pular essa parte indo direto para “NCRACK” se quiser.

Neste momento eu tenho cinco câmeras IP conectadas à rede de minha casa que tem servidor telnet embutido. O acesso telnet em equipamentos desse tipo geralmente oferece opções avançadas de diagnóstico e recuperação, como hard reset (apagamento da partição de configuração), mudança de configurações e comportamento e até backup e restauração do firmware. Este último é especialmente interessante porque minhas câmeras são genéricas, chinesas, e apesar de todas oferecerem opção de instalação de novo firmware, nenhum dos fabricantes tem sequer uma página na internet. Se o firmware de uma delas for corrompido, o único jeito de consertar é conseguindo uma igual (minhas câmeras são geralmente diferentes) para fazer uma complicada operação de desmontagem e dessoldagem para fazer uma cópia da memória flash com um gravador. Tendo um backup guardado do firmware original eu estou mais seguro.

O problema é que as câmeras tem essa funcionalidade, mas o fabricante não te diz a senha de acesso. Faz um certo sentido porque se você não souber o que está fazendo pode inutilizar a câmera (basta apagar um arquivo do bootloader) e nenhum fabricante quer essa dor de cabeça. Provavelmente a senha só é dita ao usuário pelo suporte técnico avançado quando há um problema sério ou o analista de suporte faz um acesso remoto à sua rede e com isso pode fazer o diagnóstico sem nem precisar dizer a senha. Mas…

Suporte técnico avançado?

Analista de suporte?

Suporte? Que suporte?

No final a existência desse acesso se torna uma vulnerabilidade, porque você não sabe a senha mas alguém na internet com certeza sabe. Todos esses equipamentos são baseados em Linux e o modo mais comum de obter a senha deles é, tendo acesso ao arquivo de firmware (que pode ser de uma atualização oferecida pelo fabricante), extrair o arquivo criptografado de senhas (geralmente etc/passwd) e rodar um programa de força bruta como o John The Ripper. Como o “ataque a um arquivo” não pode ser limitado como o ataque a um servidor, você testa milhares de possibilidades por segundo dependendo do poder computacional que tem disponível. E as senhas nem são tão complexas assim por isso fazendo uma pesquisa no Google você encontra diversos casos de senhas que foram descobertas “facilmente” dessa maneira.

Eu não estou particularmente preocupado com o acesso de terceiros às minhas câmeras porque eu procuro tomar medidas para que terceiros não tenham acesso fácil à minha rede, mas se eu tiver acesso não custa nada eu mudar essa senha default para dar um pouco mais de trabalho a um possível intruso. E, como eu disse anteriormente, o acesso telnet abre diversas possibilidades para o usuário avançado, incluindo mudar essa senha.

Mas já estou fugindo do assunto.

NCRACK

O Ncrack é um programa simples de linha de comando que permite fazer isso. Eu queria testar cinco câmeras e tinha uma dúzia de possíveis senhas. Parece pouco mas manualmente eu teria que fazer 5×12= 60 tentativas de login. Na décima eu já estaria tão entediado que começaria a errar a digitação (HA! Dependendo da senha eu já estou errando na primeira tentativa). Ncrack facilita muito isso porque eu pude colocar as 12 senhas (agora são 23) em um arquivo :

E dei ao ncrack uma lista dos IPs das minhas câmeras e esse arquivo para ele tentar. A linha de comando que eu coloquei em um arquivo .bat ficou mais ou menos assim:

No exemplo acima, “ipcam.pwd” é o nome que dei ao arquivo com a lista de senhas (uma por linha) e o usuário testado sempre será ‘root” (–user root).

Em 30 segundos (quando a lista tinha apenas 12 senhas) eu tinha as senhas de três das câmeras. As senhas das outras duas não estavam na minha lista.

Mais tarde quando acrescentei três câmeras rodei o teste de novo e consegui a senha de mais duas em menos de um minuto. Depois eu ampliei a lista de senhas para 23 e sem fazer qualquer esforço consegui obter a senha de mais uma câmera.

Se você quiser que o programa teste várias combinações de usuários e senhas pode colocar os nomes de usuários em um arquivo (um por linha) e indicar ao programa que o use, trocando o parâmetro ‘–u’ por ‘-U’ como abaixo:

No exemplo acima eu coloquei os usuários em um arquivo de nome ‘ipcam.users’.

Note que este é um exemplo bem simples em que eu usei uma lista especial de senhas com alta probabilidade. Ncrack tem outras opções e você pode usar listas muito maiores.

 

 

 

 

6 comentários
  • Diogo - 17 Comentários

    Taí uma coisa que me impede de colocar minhas câmeras pra acessar pela internet, tenho medo que descubram o dns delas e quebrem a senha por força bruta…

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Infelizmente conectar qualquer coisa diretamente à internet é arriscado. Até o próprio modem! A quantidade de exploits existentes para os mais diversos modems impressiona. Daí ser recomendável que você tenha no mínimo um roteador entre o modem, que deve ser configurado também como roteador, e sua rede.

      O ideal seria você ter um dispositivo “gateway” onde você tivesse que fazer logon primeiro antes de alcançar qualquer coisa na rede interna. E que esse gateway evidentemente bloqueasse qualquer IP por x minutos após y tentativas erradas de login.

      No caso das câmeras isso seria o NVR/DVR. Porém o danado usualmente vem com seu próprio pacote de vulnerabilidades.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Nota: mudar a senha default do usuário root nesses aparelhos é possível e desejável, mas é arriscado. É informado aqui que a Foscam FI9820 nem tem senha para o usuário root, mas se você colocar uma para proteger o acesso telnet a câmera deixa de dar boot porque vários scripts de inicialização dependem da falta dessa senha.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Ampliei a lista de possíveis senhas para 23 e expliquei como testar vários nomes de usuário também

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Eu fui injusto ao dizer que esses dispositivos não tem qualquer proteção contra ataque de força bruta. Em várias das minhas câmeras o servidor telnet faz uma pausa de 3 ou 4 segundos quando você entra credenciais incorretas e se você errar três vezes é desconectado. Isso não é o bastante para impedir um ataque de dicionário como esse que estou fazendo com o ncrack, mas já dificulta enormemente o ataque tradicional.

    Ignorando o tempo que leva para reconectar de novo a cada desconexão forçada, só é possível testar uma combinação a cada 3 segundos. Isso dá meras 28800 combinações por dia. Para você ter uma idéia, só o dicionário Houaiss já tem mais de 228 mil palavras. Eu consegui tempos curtos por usar um dicionário especializado, de senhas default, mas leve em conta que o atacante também vai usar um e mudar a senha default desses dispositivos pode não ser fácil.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Eu não vira na ocasião, mas dois meses depois que postei isso foi publicada a lista de credenciais que o Mirai usou para invadir mais de meio milhão de dispositivos IoT. São 61 combinações.

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Cameras IP que ficam sem imagem por até 15 minutos

Eu tenho esse problema com três das minhas câmeras ONVIF, de um total de oito em operação. Todas do mesmo modelo rodando duas versões do firmware.  As três apagam ao mesmo tempo e voltam sozinhas ao mesmo tempo. O intervalo é variável mas se eu não fizer absolutamente nada a imagem volta sozinha em 15 minutos. A primeira vez que notei o problema foi ao desligar o disjuntor #4 no quadro geral da casa. Depois notei que sempre acontecia também quando desligava o disjuntor do meu quarto (que no quadro geral está no circuito do disjuntor #7). Nenhum desses disjuntores alimentava essas câmeras. Até esse ponto eu estava pensando em um estranhíssimo problema de indução magnética. Não fazia sentido, mas era a única explicação que eu tinha.

Até que eu fui fazer manutenção na rede ethernet nos fundos da casa (as três câmeras problemáticas ficam no quintal da frente) e descobri por acaso que desconectar da rede o roteador do quintal também fazia as câmeras apagarem. E as câmeras não tinha nenhuma dependência desse roteador. Mas o roteador estava no circuito do disjuntor #4. As peças começavam a se encaixar.

Então eu fui ao meu quarto e descobri que não era desligar o disjuntor que apagava as câmeras: bastava desligar o switch do meu quarto, que também nada tinha a ver com as câmeras.

Percebeu o tamanho do abacaxi?

A única coisa que eu encontrava em comum entre o roteador no quintal dos fundos e o switch no meu quarto é que ambos eram ligados ao switch principal da casa passando por um longo eletroduto de dezenas de metros. E isso não oferecia explicação alguma já que as câmeras problemáticas são ligadas a um outro switch seguindo na direção oposta sendo que nesse switch são ligadas quatro câmeras e uma delas, de outro modelo, não apresenta problema algum.

Depois de 24h pensando ocasionalmente sobre essa bizarrice, finalmente a ficha caiu e descobri o que mais havia em comum entre o roteador do quintal e o switch do meu quarto: cada um deles era o ponto de acesso à rede de um NVR secundário (eu tenho três na casa no momento).

A explicação até agora: por um motivo que só o fabricante dessas câmeras sabe explicar, se qualquer NVR visualizando as câmeras for desligado estas apagam esperando que o NVR volte a ficar online. Se o NVR voltar a imagem volta imediatamente. Se não voltar, em 15 minutos elas voltam a responder. Não adianta tentar visualizar as câmeras por outros meios nesse intervalo. Elas aparecem na rede, mas não dão imagem. Isso cria uma preocupante vulnerabilidade porque qualquer segmento da minha rede levando a um NVR que for desligado faz com que a gravação de todas essas câmeras pare. Ainda não encontrei uma solução que não seja reduzir as possibilidades de ataque a esses segmentos e/ou distribuir as câmeras por pontos pouco importantes. Não que eu acredite que alguém vá fazer isso, mas eu sempre trato o que faço em casa como um laboratório.

Eu ainda não sei qual o hardware usado pelas câmeras. Quando eu precisar fazer manutenção em alguma delas eu aproveitarei para desmontar e analisar que possibilidade de troca do firmware eu tenho.

 

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