 Jefferson,  15 de outubro de 2014, Filmes Entre outras coisas porque faz você pensar. Ok, não muito, mas considerando os outros filmes desse gênero do lote 2014, até que faz pensar bastante.
É interessante testemunhar como o personagem de Tom Cruise, Major Cage, passa de covarde a herói. E o danado é que você acaba se identificando com o covarde. No lugar dele você não estaria se urinando de medo? O cara não teve treinamento, era um oficial da reserva porque pagou a faculdade com uma bolsa militar para oficiais e por isso teve teve que servir por um mínimo de 4 anos (é o que entendo de ROTC) e saiu da reserva muitos anos depois, após ter perdido sua agência de publicidade quando a guerra começou. Ele era major não por ter merecido isso em combate, mas porque você já sai do ROTC como um oficial e a posição dele como relações públicas das forças armadas durante a guerra não permite que ele tenha uma patente baixa.
Então, não me surpreende que ele comece como um covarde. Mas é bom ver como ele gradativamente deixa de sê-lo para no final assumir o papel de herói e líder.
Na primeira vez que assisti achei que a reação do general à chantagem tivesse sido absurda. Em vez de mandá-lo para uma corte marcial o general efetivamente estava mandando Cage para a morte. Porém depois de ter assistido repetidas vezes e começar a digerir os detalhes, percebi que o general não esperava que a invasão fosse o massacre que foi. E que provavelmente não seria mesmo, mas o que nós espectadores vemos como a “primeira” batalha provavelmente já era o resultado de um dos “resets” do inimigo. A invasão possivelmente foi uma surpresa como esperado, mas quando seu inimigo pode fazer tudo começar de novo…
No primeiro reset Cage parece abobalhado e em nenhum momento se prepara para o que vai acontecer, mas isso também é verossímil. No lugar dele eu pensaria que estava em um sonho ou saindo de um antes de pensar em uma viagem de volta no tempo. Tantas (ou tão poucas) são as explicações possíveis que no primeiro reset é compreensível que você fique quieto, com o cérebro a mil por hora, tentando lidar com os seus sentidos. Depois de compreender o que estava acontencendo Cage tenta de tudo, incluindo não ir para o front e esperar que tudo se resolva sozinho. O que também é compreensível. Imagine que você está em um jogo e tem que tediosamente passar por toda a primeira fase toda vez que morre no início da segunda. Multiplique essa sensação por cem. Imagine como é quando você é o único que aprendeu alguma coisa em cada uma das interações e precisa se apresentar e convencer seus aliados cada uma das vezes. Passar por tudo de novo, e de novo, e de novo… Rita sugere que enfrentou o mesmo dia “300” vezes.
Mas ao descobrir que o inimigo não está de forma alguma preso ao continente europeu Cage parece notar que a única saída é o enfrentamento.
E por falar em Rita, quando ela diz que viu Hendricks morrer 300 vezes e se lembra de cada detalhe, fica evidente que Cage está passando por exatamente a mesma situação. Não importa o que ele faça, o dia termina com Rita morrendo. Só os detalhes diferem.

E depois de “conhecê-la” centenas de vezes Cage não quer ver isso acontecer de novo. E olha que a sargento Rita Vrataski, chamada por muitos de “Full Metal Bitch”, não é exatamente uma pessoa amável ou simpática. É interessante notar também que a direção do filme não tentou empurrar no papel nem uma beldade, nem uma personagem de maquiagem impecável. Emily Blunt faz o papel de uma mulher comum, corajosa, que se alistou para lutar e não é nada difícil para o espectador acreditar nisso. Mas eu admito que aquele “facão” roubado de um cosplay de Final Fantasy que ela usa em combate não a ajuda a ser levada a sério a princípio.
E talvez a intenção do diretor tenha sido essa mesmo pois a comédia está em toda parte no filme.
Cage (vestindo o exoesqueleto): Ouça, eu nunca estive em um desses antes
Griff: Eu nunca estive com duas garotas ao mesmo tempo, mas pode apostar que quando o dia chegar, eu farei dar certo.
Caramba, é o primeiro filme de Cruise onde não se faz qualquer tentativa de esconder o quanto ele é baixinho. O próprio diretor diz em entrevista que foi tom Cruise que insistiu que o filme não fosse sério demais e acho que o resultado é bom. Se o filme tivesse o mesmo tom (e principalmente o final) do livro, eu provavelmente não teria gostado tanto. Ok, toda a idéia de “volta no tempo” é forçada pacas, principalmente no final; e a física do exoesqueleto é inacreditável (dar força sobrehumana, tudo bem, mas sobreviver a quedas vestindo uma armadura de centenas de quilos deveria ser ainda mais difícil), mas basta você não pensar muito nisso 
E é preciso realmente assistir ao filme várias vezes para pegar todos os detalhes. Por exemplo, só na terceira vez que vi a cena foi que percebi a cara de espanto que Griff fez quando Kurtz falou “Yeah, yeah… the Angel of Verdum”. Era a primeira vez que eu via Kurtz (“you dont talk much”) falar no filme inteiro e provavelmente era a primeira vez de Griff também
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 Jefferson,  13 de outubro de 2014, energia 
Estou montando um pequeno servidor em casa para testar diversas idéias. O critério de escolha do hardware é estar sobrando aqui e ter um consumo de energia aceitável (por volta de 50W em idle). Neste mesmo processo eu também testei um Intel E2180.
Todas as medições foram realizadas com um PMM2206 que é similar ao PMM2010, mas com precisão de décimo de watt. Muitos valores estão arredondados.
Configuração
- Foxconn A6VMX2-K;
- Processador AMD SDX145 (2.8GHz, 45W);
- RAM DDR2 2GB 667MHz (1 módulo);
- HDD 1.5TB SAMSUNG HD154UI;
- Fonte vagabunda Multilaser “400W” modelo PSU-GA039BU;
Medições
Todos os valores medidos sob Windows XP exceto indicação em contrário.
- Desligado (apenas plugado na tomada):2.8W
- Parado no setup do BIOS: 53W
- Em idle, no desktop do XP (0%): 43.6W
- Rodando um filme 1080p a partir do HDD, sem DXVA (80%): 54W
- Rodando teste LinX (100%):64W
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 Jefferson,  13 de outubro de 2014, Você vê propaganda sobre isso em toda parte. Em todo lugar tem um “especialista em SEO” se oferecendo para fazer seu site aparecer nos primeiros resultados do Google. É claro que nós sabemos que se isso fosse possível os resultados do Google seriam irrelevantes e não é possível “comprar” uma posição. Geralmente, essas empresas apenas ficam com seu dinheiro, enrolam e somem. Outras vezes são spammers que criam uma rede de links falsos para o seu site. Isso pode até funcionar por um tempo, mas a tendência é o Google detectar a fraude e a situação ficar ainda pior para o cliente.
Porém descobri recentemente que existe, sim, um modo desses pilantras entregarem o serviço prometido e sem chamar a atenção da Google. Não é que eles trabalhem para aumentar o valor do seu site: eles se empenham em diminuir o valor dos outros sites!
A coisa consiste em invadir os sites que aparecem antes nas buscas, através de SQL injection ou qualquer outro meio disponível, e fazer alterações que os tornem menos atraentes. A mais básica delas, que também é a mais eficiente e não chama a atenção do webmaster do site comprometido, é colocar uma restrição para spiders em robots.txt, efetivamente dizendo aos mecanismos de busca “ei! eu não quero mais você indexando esse site!”.
É claro que isso custa caro e na maioria das vezes o cliente não sabe como foi feito.
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 Jefferson,  12 de outubro de 2014, Meu browser principal é o Firefox e mantenho uma cópia do Google Chrome Portable 36.0.1985.143 para quando algo não funciona com o FF ou para quando eu preciso entender páginas em chinês ou russo. Mas só para uso leve mesmo: enquanto no FF eu tenho regularmente centenas de abas abertas, no Chrome meu uso dificilmente passa das duas dezenas. Porém há algum tempo eu comecei a notar que minha máquina inteira ficava extremamente lenta ao usar o Chrome. Eu ainda não sei dizer a razão, mas no mês passado eu fiquei surpreso ao flagrar isso durante uma crise de lerdeza:

Eu ainda não sei interpretar esse números. Não parece haver consenso sobre o impacto de “Private Bytes” na máquina comparado a “Working Set”. Mas é espantoso ver que para abrir 21 abas o Chrome solicitou ao sistema (mesmo que não esteja usando mais isso) mais de 2.3GB de RAM, enquanto o Firefox com centenas de abas abertas (mas não carregadas, é verdade) solicitou 806MB.
Mesmo considerando apenas o Working Set, por quê um browser precisa de 545MB para exibir 21 páginas? E não, não estava visitando sites carregados de imagens.
Eu insisto: não sei interpretar esses números. Mas o fato é que essa versão do Chrome transforma meu i3-3220 em uma carroça dependendo do conteúdo das abas.
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 Jefferson,  12 de outubro de 2014, 
Parece que foi-se o tempo em que “só para navegar na intenet” era sinônimo de requerimentos leves. As aplicações baseadas na web e mesmo os sites mais mixurucas insistem que você fique atualizando o seu navegador, o que acaba servindo de “indireta” para o seu hardware porque também foi-se o tempo em que os programadores se preocupavam com fazer novas versões de software mais eficientes que as anteriores.
A propósito, meu hardware ainda é este.
Então foi com pesar que recebi a mensagem na minha janela do gmail “Esta versão do Firefox não é mais compatível. Faça o upgrade para um navegador compatível.”
Qual é a versão mais recente do Firefox hoje? 3271? Perdi a conta algum tempo atrás.
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 Jefferson,  12 de outubro de 2014, energia Nota: Durante as medições eu criei o hábito de desligar o drive de CD/DVD porque o danado costuma ter uma influência significativa nas medições principalmente (mas não apenas) quando há um disco dentro, mesmo que você não o esteja usando. Então se o teste não mencionar CD/DVD, este está desligado.
Todas as medições foram realizadas com um PMM2206 que é similar ao PMM2010, mas com precisão de décimo de watt. Muitos valores estão arredondados.
Estou montando um pequeno servidor em casa para testar diversas idéias. O critério de escolha do hardware é estar sobrando aqui e ter um consumo de energia aceitável (por volta de 50W em idle).

Hardware
Medições
- Desligado (apenas plugado na tomada): 3.7W
- Em idle, no desktop do XP (0%): 51W
- Rodando um filme 1080p sem usar DXVA (50%): 71W
- Parado no setup do BIOS: 62WW
- Rodando teste LinX (100%): 86W
Temperatura dessa CPU em idle sem preocupações especiais (cooler comum e pasta térmica vagabunda): 34 graus.
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 Jefferson,  26 de setembro de 2014, O alerta disparou ontem, incluindo o CERT. Um pesquisador descobriu uma falha no processador de comandos BASH que existe há pelo menos 20 anos, é fácil de explorar (qualquer palerma seguindo um roteiro consegue) e afeta qualquer sistema Linux e Mac que seja acessível pela internet e rode o BASH. Você, usuário Windows, poderia pensar: “e eu com isso?” Bem… lembre-se de que hoje incontáveis aparelhos domésticos rodam uma versão simplificado de Linux e ainda é incerto o número de modems ADSL e outros aparelhos que naturalmente estão expostos à internet que rodam BASH.
Não é necessário autenticação. Se o script kiddie tiver qualquer tipo de acesso ao aparelho, mesmo que seja somente a tela de login, se o aparelho rodar BASH “tá dominado”.
Eu não tenho muitos detalhes ainda e não faço idéia da vulnerabilidade dos meus próprios aparelhos.
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 Jefferson,  11 de setembro de 2014, lojas, Recife Quase sempre que eu preciso de um item de informática em Recife, compro na Lognet. Mas quando o valor da compra dá frete grátis e você não tem pressa é melhor não ir pessoalmente, porque você não tem desconto ao retirar na loja e ainda tem que tolerar um processo de venda cansativo.
Se o item não for um dos expostos na loja e tiver que ser retirado do estoque:
- Você entra em uma “fila” (seria bom se fosse uma fila de verdade e não uma bagunça) para falar com um dos três vendedores e tirar o pedido. Não há um “vendedor expresso” para quem já sabe o que vai comprar e você tem que dolorosamente esperar que gente que precisa de orientação, mas chegou antes de você, seja atendida;
- Pedido emitido, você aguarda o estoquista descer com o material, te entregar o pedido impresso e entregar o material ao conferente;
- Com o pedido na mão você finalmente pode entrar na fila para pagar (Pensando bem eu que sou trouxa. Deveria aguardar o pedido chegar na fila do caixa);
- Nota fiscal na mão você entra na fila para receber o produto. O que pode ser um problema porque o processo de entrega envolve conferência de ambas as partes e o comprador tem permissão para examinar as peças cuidadosamente, como no caso de uma placa-mãe;
Levei 31 minutos para entrar e sair com uma fonte ATX Zalman. Comprei duas fontes ATX Wisecon na Nagem no dia anterior e o processo incluiu pegar as fontes na prateleira e pagar no Caixa = uns três minutos (não havia fila). Infelizmente a Nagem está em franca decadência e raros são os produtos que eu posso comprar lá.
A Lognet permite que você compre pelo site e retire na loja. Na próxima vez eu vou experimentar esse sistema para ver se pelo menos dá para escapar dos passos 1 e 3 dessa forma.
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 Jefferson,  09 de setembro de 2014, Como muitos de vocês sabem eu desprezo a nova ortografia. E como eu estou postando nos últimos dias a uma velocidade de Google Buzz e não faço idéia de por quê o meu corretor para Firefox na ortografia antiga não está funcionando, tenho flagrado diversos erros de digitação nos meus textos somente depois da publicação.
Se o post for recente ignorem. Uma hora eu acabo notando o erro. E não vou instalar o corretor disponível no site do Firefox porque entre outras coisas eu não tolero ser corrigido quando escrevo “pára”. O problema só vai ser resolvido quando eu tiver paciência para colocar o complemento antigo para funcionar.
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 Jefferson,  09 de setembro de 2014, A pedido de minha mãe, que disse que uma amiga havia comprado e estava muito satisfeita, comprei a fritadeira por R$ 413,91 em 10x “sem juros” e frete grátis no site do Extra. No mesmo dia custava R$599 no Extra de Recife. Pedido confirmado 29/08 e chegou 05/09.
Eu nem tinha tomado conhecimento da existência disso ainda e como mamãe insistiu na compra eu nem pesquisei se prestava ou havia um produto melhor. Minha mãe é difícilima de agradar e o único jeito de não ouvir reclamação é comprar exatamente o que ela pediu. Pô… mesmo assim ela ainda reclama, mas aí eu posso dizer de quem é a culpa. A propósito, ela reclamou porque eu comprei a branca e não a preta 
Estamos usando até agora só para fritar batatas fritas e o resultado é bom.
O manual recomenda colocar uma fina camada de óleo nas batatas “para ficar crocante” mas como achamos que isso anula o propósito aparente de uma fritadeira a ar não estamos colocando óleo nenhum. O processo leva cerca de 20 minutos com uma ou duas paradas para sacudir as batatas. As batatas ficam um pouco duras mas o gosto é bom e só de pensar que não há uma gota de óleo (as batatas já tinham óleo. leia comentários) mesmo que não encontremos um jeito de ficar mais macia ainda vale a pena.
Só existem dois ajustes: temperatura e tempo. O timer é mecânico e continua funcionando mesmo se o aparelho é desligado da tomada. Essa simplicidade pode ajudar na longevidade do aparelho, mas senti falta de uma coisa: quando o tempo termina ouvimos um breve e relativamente baixo toque de campainha e nada mais. Não é como nosso forno de micro ondas que a cada x segundos nos lembra que está pronto com um bip-bip alto. No caso de batata frita isso é um problema porque fria é um troço ruim de digerir.
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Assisti alguns finais de semana atrás. Tem traços de “O Feitiço do Tempo”, “Tropas Estelares” e até (pelo comportamento dos aliens e pelos disparos dos trajes) de “The Matrix Revolution”. No começo achei que seria uma “bomba”, mas me surpreendeu positivamente!
Gostei muito!! Mesmo o final sendo quase estatisticamente impossível, mas teria que ser daquela maneira para ficar um pouco mais comercial.
O filme agrada nos outros aspectos, muito bom.
Eu gostei demais do filme, mesmo que tenham alguns furos, mas são releváveis. Já assisti 2 vezes (1 no cinema e outra em casa depois de baixar por torrent), provavelmente assistirei mais vezes até compreender os detalhes.
Eu tô assistindo (novamente) um seriado americano chamado Day Break, que tem um tema parecido, só que num formato mais “policial”.
O cara acorda todo dia no mesmo dia, só que com sequelas de dia passado (tanto corporais como nas decisões que ele tomou).
Eu tô achando muito bom.
Day Break é sensacional. Vi quando foi lançado.
Pena que morreu na primeira temporada. Lembro que na época que foi lançado nem sucesso na TV fez, ele acabou sendo finalizado na internet. O que na época era novidade.
Muito bom, deu vontade de ver novamente
Gostei muito do filme, mas achei que o jump final no tempo foi muito forçado, só para fazer um “final feliz” entre o casal. Prefiro ignorar essa parte e fazer de conta que não existiu.
Jefferson, com certeza esse é um dos melhores filmes do ano. Uma pena que não fez sucesso nos EUA. Tom Cruise realmente não faz sucesso lá fora.
Queria muito que tivesse feito sucesso
, merece.
Jefferson, você deveria ter ido ver no IMAX!! Por sinal, você já conheceu o IMAX?