 Jefferson,  24 de junho de 2012, Filmes A mídia fez um drama tao grande que até parecia que John Carter foi o pior filme que a Disney já fez. Fui assistir sem grandes pretensões, motivado pelo fato de que é SciFi e que eu tenho um histórico de gostar de filmes que foram desastres de bilheteria, incluindo alguns da mesma Disney.

Mas eu gostei do danado. Não chega nem perto da perfeição de Star Trek 2009, claro. A trama é duvidosa e alguns atores poderiam ter sido melhor escolhidos, mas é um filme que empolga e diverte.
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 Jefferson,  24 de junho de 2012, Firefox, ViciadoEmAbas Eu uso a extensão Tab Mix Plus (TMP) com apenas um propósito: ter a opção de abrir novas abas com CTRL+T ao lado da que estou lendo. O comprtamento padrão do Firefox, de abrir novas abas no final da lista de abas, pode fazer sentido para pessoas “comuns”, que só usam meia dúzia de abas. Mas qualquer um que trabalhe normalmente com dezenas de abas não vê lógica nenhuma nessa restrição.
Porém o TMP começou a me chamar a atenção negativamente. Sempre ao fechar o Firefox, uma enorme demora, seguida por uma mensagem do Firefox avisando que o TMP está demorando a responder e depois outra demora.
Há algum tempo o TMP era a única opção que conhecia para resolver meu problema, mas fiz nova pesquisa hoje e descobri nesta página duas outras extensões que fazem isso:
Eu optei por Tab Control por ser uma extensão bem mais simples. Super Tab Mode tem muito mais opções que não preciso e por isso tem o potencial de me criar problemas, como acontece com o TMP.
Porém desativar o TMP veio com um efeito colateral inesperado. Era ele que diferenciava as abas inativas das ativas no Firefox 11, tentando imitar o funcionamento do Bartab. Ainda estou vendo se dá para conviver com isso.
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 Jefferson,  24 de junho de 2012, Firefox, ViciadoEmAbas Em dezembro de 2010 2011, por uma razão que não me recordo agora, eu passei a usar o Firefox 3.6.12 portable e gostei muito. Depois, por causa do meu problema com abas, em abril deste ano eu comecei a usar o Firefox 11 portable e é o que estou usando até agora. Essas versões permitem que eu, simplesmente copiando um diretório, transfira todo o Firefox de um computador para outro (entre notebook e desktop, por exemplo) e recomece o meu trabalho de onde parei. Tudo vai junto: cache, favoritos, extensões, sessões…
Nota: meus links estão indo para as versões mais recentes das respoectivas “gerações” do Firefox não por que eu queira: eu não tenho os links originais de onde baixei as versões que estou usando.
Infelizmente não dá para usar duas versões portable ao mesmo tempo na mesma máquina. Isso resolveria alguns de meus problemas (e agravaria minha tara por abas, claro).
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 Jefferson,  24 de junho de 2012, Firefox, ViciadoEmAbas Para quem não lembra ou não me conhece, um lembrete/aviso:
- Não, eu ainda não vou explicar porque tenho tantas abas

- Eu não vou repetir aqui o que já expliquei antes. Tenho vários outros textos sobre essa minha tara por abas, começando por este e passando por este, este e este. Edit: Ainda tem este.
Usando o Firefox 3.6 eu começava a ter problemas sérios após passar das 800 e tantas abas. Depois de um ponto indeterminado, comprometia a sessão de tal forma que eu não podia mais consertar removendo abas para outras janelas e salvando como sessões separadas.
Então, não me lembro por quê, eu comecei a usar o Firefox 11 portable. Lentamente fui forçando os limites do browser até que hoje, após alcançar a marca de 1858 abas, decidi parar para fazer uma “arrumação”, dividindo tudo em duas sessões diferentes. Para isso usei os recursos do Session Manager.
- Salvei a sessão de 1858 abas;
- Pedi para abrir uma sessão e selecionei a que acabara de salvar, porém, usando a facilidade de escolha de abas que o Session Manager oferece nesse momento, desmarquei todas as abas que eu não queria nessa sessão.
- Com o primeiro grupo de abas aberto, salvei em uma sessão específica.
- Mandei abrir de novo a sessão de 1858 abas, tomando o cuidado de selecionar apenas as outras abas.
- Salvei de novo.
Com isso fiquei com duas sessões salvas. Uma com cerca de 700 abas contendo apenas páginas de produtos em diversas lojas e a outra com todo o resto.
Eu só decidi fazer isso porque, apesar das 1858 abas não estarem provocando nenhum problema grave, eu estava tendo que conviver com os seguintes problemas menores:
- Uso constante de 50% da CPU pelo Firefox após ativar um número incerto de abas. Eu acredito que era “só” 50% porque o Firefox ficava restrito a um dos núcleos do meu dual core. Senão seriam 100%;
- Grande demora para fechar o Firefox, sempre dando erro de “script demorando para responder” relacionado ao Tab Mix Plus;
- Após ativar um número incerto de abas, não conseguia abrir mais nenhuma. A aba abria sempre em branco;
- Às vezes, após sair da hibernação, o Firefox vinha “todo preto”. Mas ao clicar na janela tudo voltava ao normal. Isso me fazia temer a escassez de recursos de GDI que pode derrubar o Windows;
- Mesmo com poucas abas realmente ativas o Firefox estava consumindo facilmente mais que 1.4GB de RAM.
Eu ainda uso o Windows XP de 32 bits (só posso usar pouco mais que 3GB de RAM) e uso vários outros programas ao mesmo tempo, por isso existe um limite físico para até onde essa minha “tara” pode crescer 
Graças a essa maior “flexibilidade” do Firefox 11, eu abandonei definitivamente o Firefox 3.6.
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 Jefferson,  24 de junho de 2012, Só que talvez não valha mais a pena. Pelo menos não para o usuário final.
Há décadas técnicos, entusiastas e curiosos em eletrônica no mundo todo (principalmente em países ainda em desenvolvimento como o nosso) buscam por isso como um “santo graal” . É claro que isso já foi muito mais importante e desejável. Hoje você compra um notebook bastante razoável por R$1000 e um monitor para desktop do mesmo tamanho a partir de R$250. Há dez anos, um notebook razoável custava R$5000 e o preço de um monitor LCD para desktop era absolutamente proibitivo. Há dez anos, uma solução para aproveitar telas de notebook teria deixado qualquer um rico.
Mas deixa eu parar de enrolação e explicar o que eu encontrei.
Uma empresa lá de Hong Kong chamada njytouch desenvolveu uma espécie de “controladora universal” para displays LCD. Tudo o que você precisa para transformar o display que salvou de um notebook em um monitor básico é o seguinte:
- Uma fonte de 12V;
- Uma controladora (preços a partir de USD30, mas você encontra itens “com arranhões” por USD15);
- Um cabo específico para o seu tipo de display (preços a partir de USD7);
- Um inversor para o backlight (a partir de USD10). Você pode até aproveitar o original da sua tela, mas não vai poder fazer o controle do brilho.
Confira os itens à venda na loja da njytouch no ebay.
Exemplo da gambiarra:

Ainda existe um pequeno problema: O firmware na controladora precisa ser específico para o modelo de display que você tem, daí antes de comprar a controladora você tem que dizer ao vendedor qual é o modelo de display que você tem para ele checar se pode fornecer a controladora com o firmware certo já gravado. De cara isso já inviabilizaria o uso dessas controladoras em assistências técnicas para testar displays, mas por 61 dólares extras o vendedor oferece uma solução: um programador que você pode usar para gravar você mesmo o firmware adequado na controladora.

Eu não sei ainda se com a compra do programador você recebe todos os firmwares ou se existe uma “taxa” cobrada por cada firmware. Eu perguntei isso ao vendedor mas a resposta foi evasiva. Vou tentar de novo, porque é possível que seja mais um problema de comunicação com chineses.
E para quem estiver pensando em usar isso para consertar uma TV de 40″, um alerta: Apesar de metade dos modeloes FullHD, eles admitem que qualquer tela menor que 12″ ou maior que 19″ pode estar fora do alcance da solução deles. As palavras do site:
we can help select suitable controller kit for most 12 inch to 19 inch LCD panels(suitable LCD cable and inverter included) based on our experience. For smaller or larger size, we will have to turn to other solutions because suitable LCD cable and inverter may be unavailable.
O texto indica que é um problema de cabo e inversor, mas e se o inversor original estiver disponível e você tiver o conhecimento necessário para criar seu próprio cabo? Existe um outro problema: as controladoras só suportam as interfaces TTL e LVDS. Se seu painel for TMDS, sem chance. E como TMDS é o mesmo protocolo básico da interface HDMI eu não me espantaria em um pouco ao encontrar apenas painéis com interface TMDS em TVs.
Eu estou pensando em adquirir um kit desses, mas primeiro quero botar as mãos em uma tela compatível. Já desmontei dois notebooks pifados e suas telas não aparecem na lista publicada pelo fabricante (no anúncio do programador).
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 Jefferson,  24 de junho de 2012, A idéia não é nova: eu é que nunca havia tentado. O danado do cabo CAT5 tem muito mais aplicações do que a maioria imagina.
Eu finalmente fiz o teste porque este adaptador à venda na BIC deixa a coisa ao alcance de qualquer preguiçoso:

Para substituir inteiramente o cabo do seu monitor, você precisa de dois machos como o da foto. Se você por alguma razão precisar emendar com o cabo original do monitor, vai precisar de um adaptador macho e um fêmea. Eu comprei dois adaptadores macho.
O resultado me surpreendeu. Primeiro eu testei com um cabo CAT5 de 6m, interligando a saída secundária do meu PC (1680×1050) no quarto à TV na sala. A imagem apareceu nítida, mas com “fantasmas” visíveis para quem prestasse atenção. Mas eu esperava fantasmas bem mais evidentes. Então eu testei com um cabo de 10m. A duplicação da imagem ficou bem mais evidente, porém ainda assim a imagem ficou perfeitamente aceitável para a maioria das aplicações. A única anomalia perceptível eram os fantasmas. Não havia problema de cor que eu pudesse notar no meu teste rápido e muito menos ondulações ou qualquer anomalia “móvel”.
Eu tirei uma foto do resultado. Clique na imagem para ver o original de 16mp. Perceba que mesmo com as anomalias acrescentadas pela câmera fotográfica e pela compressão JPG, a imagem ainda está boa:
Foto tirada com uma SONY DSC-W570
Curiosamente, apesar da reprodução acrescentar problemas que não existem no original, também remove os que existem: não adianta procurar na foto os fantasmas.
Decidi ir além e com o auxílio de uma emenda RJ45 juntei os cabos de 6 e 10m. Aí, com 16m, o resultado já foi ruinzinho. Além de aparecerem fantasmas múltiplos (a mesma borda de objeto se duplicava em mais duas posições com diferentes intensidades), a cor começou a falhar. O problema da cor pode ser um mau contato na emenda, que nunca foi 100% confiável, mas só os fantasmas múltiplos já tornariam o uso do monitor incômodo.
Tenho dois clientes que podem fazer uso disso:
- Uma médica otorrinolaringologista que faz a captura no PC dos exames de garganta de seus pacientes, mas tem se valido de gambiarras de baixa qualidade porque o PC fica bem longe da cadeira de exames. Com um teclado sem fio e um segundo monitor no modo clone, ela vai poder usar o PC de qualquer posição do consultório;
- Uma empresa que comprou um equipamento DVR para seu sistema CFTV e quer colocar o monitor do DVR na sala do diretor (apesar do DVR ter conexão com a rede) a vários metros de distância.
Sai muito mais barato que o cabo manga apropriado para VGA e com resultado até melhor. Já vi cabo de chaveador KVM grosso e caro dar mais fantasmas a 3m e 1024×768 do que esse arranjo com CAT5 deu a 6m e 1680×1050.
31/10/2012: Pinagem do adaptador
Para resolver um problema que tive com um aparelho cuja saída VGA estava invertendo o vermelho com o azul, usei esses adaptadores e um cabo CAT5 emendado para identificar que fios eram responsáveis por essas cores e inverter, assim acabei descobrindo o papel de todos os fios:
Considerando um cabo crimpado seguindo a norma, começando com o par BC-LR
BC-LR : GND analógico AZUL
LR : AZUL
BC-VD: GND analógico VERMELHO
VD: VERMELHO
BC-AZ : GND analógico VERDE
AZ : VERDE
BC-MR : sincronismo horizontal
MR: sincronismo vertical
Como as cores vermelha e azul usam os pares verde e laranja, bastou usar um cabo cruzado padrão para consertar o erro de cor do dispostivo.
Notar que cada sinal analógico vai em seu par, com seu próprio GND, para aproveitar os benefícios do entrelaçamento dos fios.
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 Jefferson,  31 de maio de 2012, Preciso comprar mais de 30 itens em soldafria.com.br para fazer um trabalho, mas ainda assim o frete (e-sedex, quase o mesmo valor do PAC) vai ficar em 20% do valor da mercadoria.
Por acaso existe outro recifense leitor do meu blog interessado em dividir o frete comigo?
Eu sei que seria muita coincidência, mas não custa tentar 
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 Jefferson,  12 de maio de 2012, Tenho andado ocupado, mas devo voltar ao blog dia 21/05 com novidades interessantes em variados assuntos.
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 Jefferson,  23 de abril de 2012, Paint.Net Ultimamente eu tenho precisado bastante de digitalizar imagens impressas para aplicar sobre textos no Word e o efeito fica bem melhor se elas forem transparentes.
O modo habitual de se fazer isso no Paint.Net é usar a ferramenta Magic Wand para selecionar as áreas que você quer tornar transparentes e pressionar DEL, depois salvar como PNG. Funciona muito bem com imagens simples, mas é um trabalho danado de chato quando a imagem é complexa. E hoje eu estava trabalhando com umas imagens danadas de complexas.
Decidi parar para ver se havia um meio de automatizar isso. Rapidamente encontrei algo ainda melhor: o cut color effect
Basta descompactar e colocar o .DLL (xmario_cut_color_en.dll) na pasta effects do Paint.Net. O efeito aparecerá em Effects – Color – Cut Color (Xmario)


A ferramenta não tem o seu próprio Color Picker, mas basta usar o Color Picker do Paint.Net antes de chamá-la que a cor que você quer já estará selecionada.
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 Jefferson,  23 de abril de 2012, celulares, privacidade, Segurança Não adianta você se limitar a instalar no seu smartphone apenas apps populares, já testadas por muita gente e há muito tempo. A Path parecia ser uma app inocente o bastante, com mais de 24 mil avaliações, até um programador descobrir que a app copiava todo o catálogo de endereços do iPhone para os servidores da Path (detalhes técnicos no blog do programador). E o pior foi a resposta do CEO da Path, dizendo que isso era uma “industry best practice”.
Imagine só o que essas empresas andam fazendo. Ao dar acesso aos seus contatos de e-mail você geralmente só está dando e-mail e nome de todos eles. E isso já é ruim o bastante. Já no smartphone as chances são grandes de que existam além de todos os telefones, e-mail, endereço, aniversário, apelido, empresa onde trabalha e notas diversas sobre cada pessoa.
Ainda que não haja maldade nessa atitude (é ruim…), é preciso lembrar da lambança do QUIPTXT (por sinal, outra app para iPhone). Será que o catálogo de endereços de mais de 24 mil pessoas (e estou falando apenas de quem avaliou a app) está seguro nos servidores da Path? Ou qualquer funcionário da empresa ou hacker meia-boca tinha (o dono da empresa jura que apagou tudo) tem acesso a ele? Quantas estórias não já ouvimos sobre empresas que supostamente sabiam o que estavam fazendo mas deixaram vazar os números de cartão de crédito de todos os seus clientes?
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John Carter é uma grande história escrita há 100 anos. O problema foi que a Disney quis fazer uma gigantesca e cara produção para o cinema para uma estória de um escritor que já havia dado muito lucro ao estúdio com Tarzan e exagerou. A bilheteria foi ótima mas nem de perto foi o esperado. Só não faliu por que é a Disney, qualquer outro estúdio teria falido. Quem ganhou fomos nós fãs dos filmes de ficção científica :-).
Gostei muito do filme. Eu nem sabia da existência e nem dos comentários negativos, então vi por ver, esperando por mais um filme açucarado da Disney, e tive uma boa surpresa.
Pelo que eu entendi, a mídia baseou-se em um comunicado da própria Disney de que o filme não ia bem para alardear aos quatro ventos que o filme era um desastre. Isso só piora a situação do filme. Lembro de ter visto uma matéria muito negativa na Globo e outra em umas das revistas semanais que leio. Sendo Sci-Fi, animação, aventura ou fantasia eu faço ouvido de mercador para as críticas. A produção de filmes nesses gêneros de que gosto é tão pequena que eu tenho mesmo que assistir a tudo procurando por um que preste, sem ligar para a opinião da massa.
Eu assisto de tudo (sendo ficção científica), eu também gostei do filme (assisti pelo cinema), e baixei ele em fullhd para poder assistir de novo no futuro.
Eu resolvi arriscar e assisti o filme, é muito bom. O que poderia melhorar consideravelmente o filme seria a troca de alguns atores, acho que se a escolha de alguns atores tivesse sido melhor, engrandeceria e muito o filme.
Para quem quer uma versão mais fiel ao livro de Edgar Rice Burroughs, tem esta Comic Novel (bastante NSFW):
The wild, all-naked JOHN CARTER comic Disney does not want you to see
aqui está, na íntegra:
A Graphic Interpretation, by James Killian Spratt