Mais um absurdo do ECAD: cobrança pela exibição de vídeos no seu blog.

E ainda por cima, é uma cobrança por algo que já foi pago!

É notícia velha, mas só fique sabendo agora e quero deixar registrada minha indignação. Todo mundo que já lidou com o ECAD sabe o quanto as práticas, supostamente amparadas por lei, dessa empresa são absurdas. Mas dessa vez parece que mexeram num ninho de vespas. No final do mês passado começaram a cobrar direitos autorais de qualquer blog que exibisse vídeos do youtube (ou similares). E assim como o ECAD cobra direitos das rádios e cobra também de qualquer estabelecimento que tenha uma TV ou rádio ligado, queriam cobrar dos blogueiros mesmo já tendo um acordo com o Youtube para receber da Google pelas exibições.

Com a repercussão negativa, voltaram atrás dizendo que foi um engano.

Esquecendo o fato de que fazer essa cobrança dupla era insano, o problema não é o pagamento de direitos. É a forma absurda de operação do ECAD. Se eu tiver que pagar direitos autorais, eu quero pagar diretamente ao autor da obra (mais ou menos como quando compro o CD ou DVD) e não a um escritório que cobra pelo fato de você ter música no seu estabelecimento ou evento, sem se preocupar com que música é. E depois “distribui” o dinheiro entre seus associados.

Vejam o exemplo da taxa de R$1800 que o ECAD cobrou para uma noiva ter música em seu casamento. Eu até concordo que o salão de festas não possa liberar a execução de música sem a comprovação de pagamento de direitos. Mas se esse dinheiro fosse pago diretamente aos compositores e intérpretes (e há meios de se fazer isso), usando mecanismos normais de mercado, seriam bom para o consumidor e para o artista, porque existiriam artistas competindo para ter suas músicas nesses locais/eventos, oferecendo pacotes de valores mais realistas, seja para os estabelecimentos ou direto para os seus clientes, e ficariam com todo o dinheiro! O consumidor, além de potencialmente pagar mais barato, iria colocar o dinheiro no bolso daquele artista de que ele já gosta (ou alguém bota para tocar em seu evento o que não gosta?). O papel do ECAD se limitaria a checar se os estabelecimentos tinham os comprovantes de pagamento.

Eu sei que esse comportamento nojento não é exclusivo do ECAD e nem mesmo do Brasil. Na Inglaterra, o equivalente ao ECAD de lá cobrou direitos de um mercadinho porque uma funcionária trabalhava cantarolando (não consegui achar o link)!

Fiquei sabendo disso lendo o blog de Daniel Quadros.

3 comentários
    • Jefferson - 6.606 Comentários

      É a melhor notícia do ano!

      Mas eu só vou acreditar mesmo quando isso sair do papel e o ECAD que conhecemos for todo desmantelado.

      Com isso em mente, eu acho que teria sido até melhor o ECAD não ter recuado na cobrança dos blogs. Isso teria feito cada bloqueiro do país ciente do quão pernicioso é o ECAD. E aí o bicho ia pegar, porque com cada blogueiro brasileiro decidido a divulgar o que o ECAD faz, com ou sem CPI eles iam dançar.

  • Luciano - 493 Comentários

    Sabe aquela coisa que não entra na cabeça? Uma delas é esse “ser estranho” chamado ecad.
     
    Alguém tenta me explicar como uma entidade privada tem o poder de proibir e cobrar valores de um cidadão comum, onde esta sacramentado esse direito. Pois pra mim eles querem fazer o papel de policia.
     
    Se a festa fosse minha e algum fiscalzinho fdp desses batesse na porta do salão, ia sair com “dois quentes e um fervendo”. A festas é particular e não é uma exibição publica, nela esta a minha família e amigos.
     
    Se deixar é capaz deles querem cobrar pra você escutar musica durante um churrasco com os amigos dentro de seu próprio quintal.
     
    O unico “ser estranho” que mais me deixa mais abismado que o tal ecad, é um “treco” chamado “conta movimento” que era um cordão umbilical que existia entre o banco do brasil e o banco central. Pesquise a respeito e fique horrorizado. E veja o inferno que foi para acabarem com isso.

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SPAM “Social”: Você entrega seus amigos para “o mal”, jurando que está sendo “amigo”.

Eu estou pensando em fazer este texto há anos. Vai no “rascunho” mesmo porque não tenho tempo agora para “polir” isso.

Minha preocupação (e irritação) com isso começou em setembro de 2009, quando recebi uma mensagem do Facebook dizendo que um cara que eu havia conhecido através do meu trabalho com DivX players e que acabou se tornando um amigo me convidava para ser amigo dele na rede social.

Na época, eu nem tinha cadastro no Facebook e nem me interessave em ter. Não sou, nem nunca fui, fã de redes sociais. Eu tinha um perfil no Orkut, que era largamente mais popular no Brasil que o Facebook em 2009, mas só para poder achar (e não perder contato com) velhos colegas de escola, trabalho, etc.

Eu me perguntei por que meu amigo estaria me convidando para o Facebook, mesmo sabendo que eu sou nerd e (por definição) não gosto dessas coisas. A mensagem dizia o seguinte:

Olá xxxxxxxx@xxxxxxx.com,

Criei um perfil no Facebook com minhas fotos, vídeos e eventos e quero adicionar-lhe aos amigos para que você possa ver meu perfil. Primeiro, você precisa cadastrar-se no Facebook! Uma vez cadastrado, você também poderá criar o seu próprio perfil.

Obrigado,
xxxxxxxx

A mensagem foi feita para parecer pessoal, mas ainda soava impessoal para mim. Eu não acreditei que ele tivesse escrito mesmo o texto, apesar de estar “assinado” por ele.

Deixei de lado para pensar no assunto depois.

Mas o Facebook não quis me deixar esquecer. Me lembrou do “convite” novamente em outubro e, quando ele insistiu em novembro, desisti. Fiz o cadastro no Facebook para não decepcionar meu “amigo”.

E foi durante o cadastro que a ficha finalmente caiu quando, no final do processo, o Facebook pediu as minhas senhas do gmail e hotmail para poder convidar meus “amigos”.

Que enorme decepção. O Facebook era um spammer e meu amigo havia dado os meus dados a ele.

Está achando um exagero? Veja bem: até aquele momento eu pensava que o convite tinha sido direto e pessoal. Que meu amigo tinha especificamente me convidado para o Facebook. Descobri que ele havia convidado tudo quanto é gato, cachorro e papagaio no seu catálogo de endereços e que eu não era mais especial nesse sentido do que o SAC do Submarino. O Facebook não tem como saber quem é seu amigo no seu catálogo de endereços e nem quer saber. Ele só quer a valiosa combinação de endereços de e-mail válidos e nomes que pode obter lá. Afinal, de onde vem o lucro do Facebook? A capacidade de “atrair” milhões de pessoas e com isso “atrair” investidores e anunciantes baseado no grande número de usuários é um bom ponto de partida. Não importa para a empresa como foi feita essa “atração”.

Mas a irritação não acabou ai. Mesmo depois de cadastrado no Facebook, continuei recebendo os irritantes “lembretes” da empresa, para a mesma pessoa. O que acontece é que ao me cadastrar eu usei um e-mail especifico e o meu “convite” era para outro e-mail. O único jeito de parar de receber esse convites, sem bloquear possíveis convites legítimos, é dizer ao Facebook que aquele endereço de e-mail também é meu!

Um “prato cheio” para um spammer e “data minner”.

Desde então, eu ignoro todos os convites para redes sociais que recebo, se não tiver sido avisado antes de que ia ser convidado. E olha que não são poucos.

Meus “amigos” parecem felizes em dar meu e-mail para tudo o que é rede social ou serviço obscuro que aparece. Eu tenho uma pasta específica no gmail que rotulei “Spam Social” cheia desses convites e, pior, dos lembretes. Badoo (mando um cascudo todo especial para os “amigos” que formeceram meu e-mail para este), LinkedIn,  Dropbox, Quepasa, UNYK, Orkut, Clickon, Windows Live, Myspace, Sonico…

E tem também os serviços de compra coletiva como o Peixe Urbano. Todo mês eu recebo pelo menos sessenta e-mails do Peixe Urbano, devidamente classificados pelo Gmail automaticamente como SPAM, sem jamais ter me cadastrado na empresa. E por um endereço que eu só dou a amigos. Tudo indica que um ou mais “amigos” me “presentearam” com esses sessenta SPAMs mensais ao dividir seus catálogos de endereços com o Peixe Urbano. E sabe-se lá de quantos outros serviços eu sou vítima de SPAM pela mesma razão.

Outro dia, um cliente mencionou o convite que supostamente eu havia mandado a ele para entrar no Facebook. Espantado, eu disse a ele que deveria haver algum engano, porque não é do meu feitio misturar trabalho com redes sociais e eu não faria isso sem permissão, por considerar o convite algo “intrusivo”*. Ele então procurou nos seus e-mails pelo convite e descobrimos que se tratava de um outro Jefferson, que ele nem conhecia. Aí eu expliquei a ele como essa coisa funcionava e que aquela pessoa que o estava “convidando” possivelmente nem sabia quem ele era também, e o convite havia sido enviado simplesmente porque ele algum momento havia entrado em contato com a empresa do meu cliente e o endereço de e-mail (comercial) do meu cliente estava em seu catálogo de endereços.

Eu fico me perguntando quantas pessoas não acabaram criando perfis no Facebook por causa da pressão “social” de convites de pessoas que nem sabiam que as estavam convidando. Não é à toa que Mark Zuckerberg está bilionário.

*A maioria das pessoas não parece entender o quanto um convite para uma rede social como o Facebook é intrusivo.  Não se trata de apenas “declarar” que conhece a pessoa. Aceitar alguém como “amigo” ou “conhecido” em uma rede social dá a esse “conhecido” uma visão dos seus interesses e relacionamentos que pode ser extremamente incômoda.

7 comentários
  • Julião - 11 Comentários

    Isso acontece comigo também, recebo convites de Linkein e outras coisas de gente que troquei emails apenas uma vez na vida.
     

    *A maioria das pessoas não parece entender o quanto um convite para uma rede social como o Facebook é intrusivo.  Não se trata de apenas “declarar” que conhece a pessoa. Aceitar alguém como “amigo” ou “conhecido” em uma rede social dá a esse “conhecido” uma visão dos seus interesses e relacionamentos que pode ser extremamente incômoda.
     

    Certamente é porque a maioria das pessoas costuma fazer as coisas em “modo automático”, sem pensar em nada, como acontecia na época em que eram comuns pragas instaladas via ActiveX e as pessoas confirmavam a instalação na maioria das vezes sem nem saber o que estavam fazendo. No fim as histórias sempre se repetem, só mudam os personagens e objetos.

  • Sony Santos - 58 Comentários

    Concordo com você e com o Julião. Outro dia recebi convite para o “LinkedIn” de uma amiga, em tom pessoal, mas desconfiei e conversei com a pessoa antes de fazer cadastro. Ela me disse que só entrou nesse site UMA vez, e nisso deve ter fornecido sua lista de contatos. Isso é violação de privacidade!!! – da privacidade de terceiros!!! (não só do dono da lista de contatos, mas dos donos dos emails!). É um crime, dependendo do ponto de vista.
    A culpa é do usuário, que forneceu a senha? Não vejo assim. A culpa maior é da “engenharia social” da rede social que, além de pedir uma informação altamente sensível sabidamente “pessoal e intransferível” para dolosamente violar a privacidade alheia, o faz de uma forma a induz o usuário a cair no golpe. Nem todo usuário é esperto ou experiente o suficiente para entender a gravidade do que está fazendo com os seus amigos. Até porque grande parte deles cai em golpes semelhantes quando “clicam aqui” para ver “fotos.exe”; classifico no mesmo tipo de ingenuidade digital.
    Seria muito bom se a senha de acesso só funcionasse com o usuário e só no site da empresa (ex.: gmail), e não a partir de terceiros (ex.: facebook). Não consigo imaginar isso sem captcha, e captcha para cada login pode ser muito irritante para os usuários. Outra ideia é o uso de javascript para acionar certas funcionalidades, uma vez que robôs costumam ignorar js. Se o login só for possível com JS, isso pode dificultar acesso indevido de redes sociais. Porque não adianta o Google dizer nos termos de contrato “não forneça sua senha a ninguém”; é necessário uma proteção adicional própria.
    Aceito outras ideias, porque também desenvolvo sites e não quero que meus usuários caiam em golpes semelhantes.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      A culpa é do usuário, que forneceu a senha? Não vejo assim. A culpa maior é da “engenharia social” da rede social

      Apesar da clara má fé na atitude dessas empresas, não dá para passar a mão na cabeça do usuário, do contrário ele não aprende. Eu gostaria que todos os meus “amigos” que cairam nessa tivessem total ciência das implicações do que fizeram e pelo menos me pedissem desculpas e prometessem não fazer de novo, mas não posso dar um cascudo pessoalmente em todos, senão só vão sobrar os amigos nerds e, por força de definição, homens! :lol:

      • Sony Santos - 58 Comentários

        Tem razão; eles precisam aprender. E do modo como escrevi deu a entender que acho que eles não tem nenhuma culpa; mas não soube me expressar bem. Penso que eles têm, sim, parte da culpa, mas uma culpa bem menor do que a das redes sociais.

        Seu comentário sobre os amigos nerds me fez lembrar de um blog chamado Garotas Geeks. Faz tempo que estou para comentar que sempre que vejo o “GG” no blog delas a primeira coisa que me vem à mente é “Geringonças & Gambiarras”, hehehhehehe. http://garotasgeeks.com/ 

  • Leo - 8 Comentários

    Você falou na praga do Peixe Urbano mas tem coisa pior: “parceiros” de sites de vendas. Todo dia são uns 15 emails de sites que se dizem “parceiros” de outros, com ofertas duvidosas. E não adianta tentar cancelar o envio, usando o link de cancelamento, pois continuam a enviar spam.

  • brunoguimaraes - 10 Comentários

    É verdade, ainda bem que no Yahoo existe a opção de bloqueio de domínio ou remetente, só assim para nunca mais receber esses spams de parceiros e as promoções que eu quero mesmo receber vão direto pra pasta de spam. Só queria saber quem foi o maldito que colheu o meu e-mail e vendeu, sendo que eu uso uma conta no Gmail só para cadastros.
     
    OBS: Jefferson, o pior é na play store do google, que malware lá come solto e sem a Google sequer se mexer, se a pessoa quiser manter informações importantes no celular, acho bom evitar Apps, porque não da pra se ter garantia alguma de segurança, haja visto como é a segurança dos dados no IOS e no Android.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    O Linkedin está se esmerando na baixeza. Estava me enchendo o saco com “lembretes” de convites que eu ignorei então fui olhar um de perto. Agora eles estão forjando o campo “from” dos e-mails.

    O campo agora tem o nome e endereço de email da pessoa que você conhece, como se ela mesma tivesse mandado. Só dá para perceber que é forjado olhando o código-fonte da mensagem para ver os headers. A mensagem parte dos servidores do Linkedin, mas diz que vem do uol, gmail, hotmail…

    E ainda “assina” as mensagens no nome da pessoa. Exemplos:

     

    Jefferson,

    Eu gostaria de adicioná-lo à minha rede profissional no LinkedIn.
    -Erick

     

     

    Jefferson,

    Eu gostaria de adicioná-lo à minha rede profissional no LinkedIn.
    -Lima 

     

     

    Eu gostaria de adicioná-lo à minha rede profissional no LinkedIn.
    -Suporte

     

    Esta última denuncia a Linkedin. O sistema automatizado simplesmente pega o primeiro nome do cadastro da pessoa/empresa e “assina” com ele.

     

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Autor de Príncipe da Pérsia publica o código-fonte do jogo

Jordan Mechner havia dado o código-fonte da versão original para Apple II como perdido há oito anos, quando procurou por ele exaustivamente em casa e nos arquivos da Broderbund (esse nome me traz boas lembranças) e depois de ter enchido o saco de todo mundo que ele conhecia que poderia saber onde estava. Os discos foram encontrados por acaso em uma caixa no fundo de um armário no apartamento de seu pai. O mais interessante dessa estória foi a operação montada, com voluntários de alto calibre, para garantir a leitura de disquetes com 20 anos de idade, sem destrui-los!

Você pode encontrar todos os links relevantes a partir daqui.

Esbarrei nisso por acaso ao dar uma olhada no blog de Daniel Quadros.

2 comentários
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Pelo menos no papel, o padrão HDBaseT é fantástico.

O danado é que não sai do papel.

Eu não consegui entender ainda como é que o “novo” (existe desde 2010) padrão HDBaseT consegue enfiar a mesma banda do HDMI em um “mero” cabo Cat5e (além de não ser “certificado” para tanta banda, tem metade dos fios) e ainda suportar de 100 a 800m e transportar energia junto com os dados!

Eu sei que HDMI já tem uma década, mas é um salto impressionante de qualquer maneira.

Olha, só pelo fato de eu poder crimpar meus próprios cabos, eu já preferiria esse padrão mesmo que exigisse passar vários cabos em vez de um!

1 comentário
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Segundo eu entendi, com o uso do HDBaseT você pode colocar todas as fontes de áudio-video em uma localização central da casa, passar um único cabo de rede de lá para cada TV e assim poder acessar de qualquer TV, qualquer um dos aparelhos. Aparentemente basta estar com o respectivo controle remoto na mão.

    Você poderia ter um PS3 apenas e jogar em qualquer lugar da casa. Poderia até mesmo dar pausa em um lugar e continuar o jogo em outro.

    É o fim da necessidade do rack embaixo da TV. Se bem que isso já dá para fazer com HDMI e um móvel próximo.

    É claro que ter que se deslocar até o local onde está o equipamento para trocar mídia é inconveniente, mas para quem não gosta da idéia de ver seus discos (filmes e jogos) “andando pela casa”, poder ter e operar tudo trancado em um armário compensa.

    Caramba… com 100m garantidos dá até para compartilhar muito do seu equipamento com os vizinhos! Quando você não estiver em casa (ou não estiver usando), eles poderiam usar sua TV por assinatura, seu PS3…

     

    O problema é que ainda é caríssimo. Já existem equipamentos à venda, mas não é para qualquer um. Este switch custa 7500 dólares!

    Mais informações

     

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Android: mais uma desvantagem em relação ao TREO650 superada

Ou quase isso.

No TREO650, sem usar qualquer aplicação de terceiros, toda mensagem SMS é analisada à procura de números de telefone e cada um deles ganha um link para discagem rápida. Até aí você pode dizer: “igual ao Android, ué”. Mas há uma grande diferença:  no TREO650 quando você toca no link abre-se uma janela de discagem e se esse número existir na sua agenda, o nome do contato é exibido na janela.

No Android, você é jogado direto para a discagem, sem nenhuma oportunidade de saber para quem você está discando.

Essa facilidade do TREO650 era algo que eu adorava. Toda vez que eu perco ligações porque meu telefone ficou fora da área de cobertura, minha operadora me manda uma lista dos números que chamaram. E como eu não retorno ligações de números desconhecidos, poder ver rapidamente quem foi que ligou era perfeito. Para terminar de ferrar com o Android, este não permite (pelo menos não sem apps de terceiros) a busca de um telefone pelo número. Já no TREO650 basta um fragmento do número para ele mostrar qualquer contato, memo ou compromisso onde ele apareça. Como eu já disse outras vezes, como telefone o Android ainda precisa melhorar muito para superar o que o TREO650 já oferecia seis anos atrás.

Hoje eu decidi dedicar algum tempo para resolver isso. Quase desisti, porque nenhuma combinação de expressões retornava resultados válidos no Google. Era como se mais ninguém achasse estranho o telefone não consultar a lista de contatos. Mas eu acabei encontrando uma aplicação aparentemente bem pouco conhecida que oferece algo até melhor: Who Called Me supostamente seria capaz de exibir o nome do contato já ao lado do número.

O problema: pouquíssimas avaliações e nenhum review. Eu não tinha como saber se a aplicação não teria nenhum problema para fazer o match entre o número exibido no SMS e o número armazenado, levando em conta diferenças de “locale” entre o país do desenvolvedor e o Brasil. E apesar de custar apenas R$1.80, eu não gostaria de gastar isso, recomendar a app aqui e depois descobrir que havia alternativa gratuita.

Mais uma mudança nos termos de busca e acabei achando uma alternativa gratuita mas ainda mais obscura: SMS Contact Resolver.

E a danada funciona. Mesmo as mensagens já recebidas podem ser processadas.

O problema: Em um dos dias do meu teste as mensagens recebidas não foram processadas. Até o telefone da minha própria casa pareceu desconhecido. Então, eu ainda não tenho grande confiança no programa. Quando aparece o nome do contato, ótimo! Mas se não aparecer, é preciso checar se realmente é desconhecido.

Continuo usando. Não deixarei de mencionar aqui se algo melhorar ou piorar. Mas se alguém tiver alguma dica, dê um passo adiante!

7 comentários
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Caramba, já tenho uma novidade.

    Na interface do programa é avisado claramente que o processo de “resolve” para mensagens já recebidas só pode ser feito uma vez. Como eu já tinha feito ao instalar o programa, não pensei em fazer de novo.

    Mas ao abrir o programa agora eu notei que o botão estava habilitado. Decidi arriscar usar de novo apesar de haver a possibilidade bagunçar tudo (talvez adicionasse uma outra vez o nome de cada contato nas mensagens), mas tudo o que eu iria perder eram mensagens do OI LIGOU que eu já deveria ter apagado mesmo. Então tentei de novo.

    Numa fração de segundo o programa respondeu que tinha processado “2 de 64” mensagens. Fui conferir e ele adicionou nome justamente nas mensagens que estavam me deixando com um pé atrás. Sem bagunçar nada do resto.

    Agora estou bem mais satisfeito com o programa. Preferia que isso não fosse necessário, mas não é tão inconveniente assim e só vou precisar nas vezes em que aparecerem números desconhecidos nas mensagens da operador.

     

     

  • luciano José da silveira - 18 Comentários

    Vai na fonte e faz um feature request

    https://code.google.com/p/android/issues/list 

  • henzogomes - 16 Comentários

    Muitos requests lá estão abandonados, ou não devem ser considerados como prioridade.

    http://code.google.com/p/android/issues/detail?id=13413 

    Esse por exemplo tem mais de um ano e até agora não foi resolvido. É um problema que afeta uma boa parcela dos users (inclusive eu). O pessoal do CyanogenMod já resolveu e o Google não.

    • Luciano - 493 Comentários

      Jefferson, nem por decreto divino eu estou conseguindo baixar esse app do market. Você poderia fazer a gentileza de salvar o arquivo .APK e me mandar por email ou pendurar aqui pra download? O Google faz tudo pra dificultar de você baixar o .APK pra uso posterior.
       
      Isso já esta me deixando irritado. Até o velho Simbiam não tinha essa frescura toda. :dashhead1:

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Android: A Google trata aniversários de uma forma bizarra.

Um cliente que recentemente passou a usar um telefone Android (Motorola Atrix) me questionou sobre a possibilidade de colocar no telefone a lista de aniversários que ele mantém em uma planilha de Excel. Eu estou começando a investigar um meio de fazer isso e estou surpreso com as limitações que encontrei.

O modo “natural” de se fazer isso é através do Google Agenda e existem dois métodos distintos:

1)Selecionar um contato na sua lista e preencher o campo “Aniversário” com dia e mês. Automaticamente é criada uma agenda com o nome “Aniversários e eventos de contatos” (Contacts’ Birthdays and Events) com o aniversário devidamente sinalizado com o ícone de um pedaço de bolo, na data correta, todos os anos.

2)Em uma agenda criada por você, acrescentar um evento de dia inteiro, com repetição anual. Não é possível por esse método dizer ao Google que se trata de um aniversário, mas tirando a ausência do ícone, não faz muita diferença.

Eu achei que o método mais produtivo fosse o primeiro. Afinal, o aniversário fica associado ao contato, me dando rápido e fácil acesso aos telefones e e-mail do mesmo. Porém existe uma pegadinha: não existe meio, nessa agenda criada automaticamente, de configurar qualquer notificação, seja por e-mail, SMS ou popup.

Ou seja: te obriga a consultar a agenda todos os dias e, se você quiser ter tempo para comprar presentes, lembrar de todos os dias consultar alguns dias à frente.

Tem gente reclamando desse absurdo desde 2009, mas a Google simplesmente ignora.

Pelo segundo método você pode definir notificações individuais para cada evento. Assim o aniversário da sua esposa (se você tiver juízo) pode ser configurado para lembrar você com dias de antecedência, enquanto o de alguém “menos importante” pode ser deixado para notificação no mesmo dia.

Uma possível gambiarra é copiar manualmente cada um dos aniversários definidos na agenda automática para sua agenda e lá definir notificações. Mas isso é ridículo!

Também é possível contornar essa limitação através de apps como esta. O problema é que estas apps operam usando justamente (e apenas) o campo “aniversário” de cada contato.  No caso específico deste cliente, como nem todos os aniversários de sua lista podem ser facilmente associados a seus contatos no telefone, ou eu deixo uma parte dos aniversários sendo notificada pela app e outra parte pelo Google Agenda, ou forço a criação de contatos no telefone só para a inclusão do campo aniversário.

Está cansativo ficar repetindo isso o tempo todo, mas culpem a Google: A pré-histórica dupla Treo650/Palm Desktop, não tem essa limitação bizarra. Ao definir uma data de aniversário para um contato, eu posso configurar com quantos dias de antecedência eu quero ser avisado.

15 comentários
  • Karina - 1 Comentário

    Nossa, achei seu artigo PERFEITO! Estou na mesma situação de seu amigo, tenho uma planilha no Excel e gostaria de monitorar os aniversários no Android, mas até agora não achei uma solução prática. Já baixei vários aplicativos, mas nenhum me atendeu como eu gostaria. Minha gambiarra foi incluir os aniversários na lista de tarefas do app de agenda que uso (remember the milk), porém está dando erro. 
    Pensei em usar o Google Agenda, mas seu artigo já meu ajudou a desistir desta ideia. Que chato isso… :o(

  • Júlio - 1 Comentário

    Cara, também tenho o mesmo problema com a agenda de “aniversários e eventos de contatos”. É simplesmente um absurdo, não dá pra conformar que não exista nenhum tipo de notificação para esses eventos.

  • Rodrigo Araujo - 1 Comentário

    Uso um programa que chama Aniversário Plus, é gratuito e posso adicionar os aniversários posso importar de arquivos e ainda do Facebook.

  • Rafhael - 1 Comentário

    Realmente, essa foi uma mancada muito grande da google. Após pesquisar cheguei a mesma conclusão que voce. E o pior, já tem 1 ano desse post, e google nada fez até agora pra mudar isso. Ainda não é possivel receber notificação deste outro calendário “Aniversários” que é criado, nem acessá-lo pelos apps de agenda pra android.

  • Artur - 1 Comentário

    Assino embaixo! Verdade. 28/05/2014.

  • Diogo - 1 Comentário

    Estamos em fins de 2014, quase 2015. O Google Agenda está na versão 5.0-1579230 e nenhum desses problemas foi resolvido até agora.

  • Marcus - 1 Comentário

    hahaha.. 2015 e o problema continua.. pqp Google!

  • Eu - 1 Comentário

    Estou com o mesmo problema. Gostaria de ser avisado dos aniversários da agenda. Não tem sentido ter o aniversário cadastrado e não ser avisado.

  • VR5 - 397 Comentários

    Pois é… até o “humilhado/desprezado/defenestrado” Windows Phone faz isso, desde a versão 7.5…

  • Marcone - 1 Comentário

    Chega a ser ridículo não poder ser notificado dos aniversários pelo Google Agenda. :dashhead1:

  • Guilherme - 1 Comentário

    Chegou 2016 e ainda nada, o problema persiste… Lamentável…. :(

    • Saulo Benigno - 279 Comentários

      Em qual versão é essa do Android desses problemas? E nas versões mais novas não tem alerta nenhum?

      O post foi de 2012, acho que ainda era Android 2.3 não?

      • Jefferson - 6.606 Comentários

        O problema se manifesta ao usar o Android mas não é do Android. É a forma como a Agenda de compromissos e contatos do Google funciona. Você não precisa de um telefone Android para testar isso.

  • Ricardo Menzer - 143 Comentários

    Como eu uso o widget do Google Agenda na tela principal, acabo tendo acesso a essas informações com alguns dias de antecedência. Não é exatamente uma solução para o problema, mas pra mim, que tenho relativamente poucos contatos com a data de aniversário definida (e minha agenda não é tão cheia), acaba funcionando relativamente bem. Se fosse possível selecionar apenas uma das agendas para exibir no Widget, ia ser ainda melhor. Do jeito que é, ficam todos os eventos misturados.

  • Alessandra - 1 Comentário

    Imagine você… Estamos em 2018 e nada mudou. Acabo de mandar alguns comentários sobre isso de novo para o Google.Parabéns pelo artigo.

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Android: Como sincronizar contatos com o Outlook.

Após “descobrir” (dãaaa…) como sincronizar a agenda, faltava sincronizar os contatos. Aparentemente para isto a Google não dá mesmo suporte oficial. Acabei encontrando o Go Contact Sync Mod.

Usar um programa de terceiros para isso gera uma grande preocupação com privacidade. O primeiro problema é dar minha senha ao programa. O segundo é que, pela sua própria natureza, ele passa a ter acesso a toda a minha lista de contatos, com nome completo, telefone, e-mail, aniversário, empresa onde trabalha e outras informações potencialmente ainda mais sensíveis. Tal coisa vale muito dinheiro no mercado-negro do spam. E pensar que muita gente fornece sua senha para qualquer programa que se ofereça para fazer isso sem pensar duas vezes.

Mas depois de constatar que o GCSM é um programa open source que está disponível há muito tempo e já foi testado por muita gente, “relaxei”. Instalei nos meus dois computadores e fiz em cada um deles o “Google to Outlook Only” para ter uma cópia local usável dos contatos que estavam no telefone.

Atenção: não suporta versões de 64 bits do Outlook. Como eu sequer uso o Windows de 64 bits, isso não é problema para mim.

O problema: GCSM demora um bocado para fazer essa sincronização (cinco longos minutos para meros 450 contatos), varrendo a lista de contatos inteira duas vezes fazendo checagens e comparações, mesmo que nada tenha sido mudado. Não é algo para ficar rodando à toa. Um plugin para Outlook chamado Outlook4Gmail parece ser uma melhor alternativa nesse aspecto, por supostamente lidar com atualizações em tempo real. Porém pelos motivos já citados estou com um pé atrás e vou evitar usar o plugin até saber mais sobre a empresa que o desenvolve.

O que vocês acham? Que outras alternativas eu tenho?

5 comentários
  • Robert Costa - 1 Comentário

    Muito bom trouxe td…até as fotos dos contatos….vlw  pela dica… 

  • Ubirajara Placido - 1 Comentário

    O Go Contact Sync Mod solucionou o meu problema. Eu tinha um HTC com windows mobile onde fazia constatemente a sincronização da agenda, contatos, etc. Com a troca por um RAZR i com Android o problema surgiu. Como sincronizar o Outlook com o Gmail? E esse programa foi a solução, pois testei outros, mas não sincronizava com a fotos dos contatos, e este além das fotos, sincroniza também a anotações. Show!!! Valeuuu…

  • Marcela - 1 Comentário

    O arquivo baixado do link deste post veio com cavalo de troia….
    :-(((

  • Adalberto - 1 Comentário

    Estou no dilema entre comprar o SIII ou o Nokia 825. Sempre usei Nokia e acho bem prático conectar o aparelho ao PC e a sincronização ser automática com o Outlook, através do PC Suite.
    Mas tenho pensado em trocar para o sistema Android pq me parece que grande parte dos aplicativos são desenvolvidos para ele. E me parece que os compromissos são avisados por email. Não sei se entendi bem, mas me parece que até com Pop-up. Isto é possível no Windows 8 do Nokia?
    Me preocupa ainda a sincronização entre o Outlook e o Android. Será que ficará prejudicada?
    Gostaria de opiniões.
    Grato.

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Android: como administrar offline o Google Agenda

Aplicações que dependem da internet para funcionar me incomodam, demais. A única exceção que faço é o gmail porque, raios, e-mail é quase sinônimo de internet (mas um dia eu ainda uso IMAP para evitar até usar o gmail online). Para o resto das coisas a regra geral é tolerância zero. E desde que tive que parar de usar o meu Treo650 para usar um Android, depender do Google Agenda para administrar meus compromissos vinha me incomodando demais.

Eu admito que poder acessar minha lista de compromissos a partir de qualquer computador (se bem que eu não ponho minha senha em qualquer um) era algo que vez ou outra fazia falta no meu Palm, mas essa facilidade não compensa a lentidão, a complicação* e a necessidade de um acesso à internet do Google Agenda. Eu simplesmente não tenho garantia de estar online o tempo todo e usar um telefone sem teclado físico querty para digitar é “um saco”.

* O simples ato de acrescentar um novo evento no Google Agenda é de uma complicação ridícula, se comparado com o mesmo ato em um TREO650. Isso vale também para a versão online, comparando com o Palm Desktop. Dá desânimo fazer isso na rua, quando só se tem acesso ao telefone. Fazer consultas é mais fácil, mas ainda perde para o TREO.

Então, por acidente, enquanto estudava outra coisa, acabei descobrindo que a Google dá suporte oficial à sincronização da agenda com o Microsoft Outlook, através do Google Calendar Sync (GCS). É até uma vergonha, porque isso existe desde 2008, dãaa…

Eu não sou fã do Outlook e, pessoalmente, preferia não usá-lo.  Mas parece que é minha melhor opção hoje, até mesmo porque é o que a maioria dos meus clientes usa. Isso torna bem mais simples a transição deles para um telefone Android.

Estou testando com dois computadores: o notebook e o desktop. Ambos configurados para 2-way. O GCS fica na memória e configurei para sincronizar a cada 10 minutos, mas eu preferia que ele tivesse uma opção mais inteligente, como a do Hotsync Manager da Palm, de só rodar enquanto o Outlook estivesse em execução.

O maior problema até agora é que o Outlook não suporta o interessante recurso de notificação por e-mail do Google Agenda, então esse tipo de notificação não é sincronizado entre os dois (e muito menos transformado automaticamente em “popup”).

2 comentários
  • velton - 1 Comentário

    Tambem estou neste dilema, gosto do outlook e o 2010 ja tem o interessante recurso de notificação por e-mail como o Google Agenda.
    Agora tenho duvida, quando passo a fezer uso do sincronismo, ja percebi que o tablet sincroniza o calendario com o lap top atraves da agenda do Google, mas ira sincronizar a agenda do outlook tambem? para isto tenho que mudar o tempo da configuraçao, porque no defaut a sincronizaçao sera apenas apos 120 minutos, ou seja somente apos 1 hora?
     

  • daniel placido - 68 Comentários

    Bom eu uso o Google Agenda mesmo estando offline crio as tarefas, e quando chego em um lugar com acesso a dados automaticamente sincroniza o que eu criei no telefone e baixa novas tarefas se existirem do servidor. 
    Não é assim que esperam? 

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WordPress: mudando o “parent” de um comentário.

O leitor e amigo Saulo Benigno esbarrou nesse problema na semana passada.  O aninhamento de comentários chegou ao limite, o link “responder” foi omitido e, não sabendo como responder dentro da mesma “ramificação”, acabou respondendo ao post. E seu comentário ficou “fora do fluxo” (ou sei lá como se explica isso).

Para consertar isso e colocar o comentário na ramificação correta é necessário mudar seu “parent”, apontando para o comentário que ele respondia. Em outras palavras, se eu quereo que um comentário apareça como resposta ao comentário 3512, seu “parent” é armazenado como 3512. E só isso.

Sabendo disso, fica “fácil” corrigir um problema desses mexendo direto no banco de dados do wordpress como o phpMyAdmin. Mas eu prefiro uma definição menos masoquista de “fácil”, por isso procurei um plugin que pelo menos me protegesse de fazer uma besteira. Encontrei o Edit Parent Comment ID.

O plugin é bem espartano mesmo. Só é melhor do que mexer diretamente no banco de dados, porque tudo o que ele faz é acrescentar uma caixa junto a cada comentário onde você pode escrever qual é o número do “parent”. Mas não oferece nenhuma facilidade para determinar quem é esse parent. Você tem que ir até o outro comentário, passar o mouse em cima do link para ver qual é o seu ID, voltar e digitar esse número na caixa.

Ainda bem que ao mover um comentário dessa forma todos os outros ligados a ele vão junto, porque seria “um saco” fazer isso manualmente para vários comentários.

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Não se deixe enganar: Em condições normais de uso, todo cabo HDMI é igual!

Mais um comentário absurdo no meu texto sobre cabos digitais (como se eu pudesse dar crédito a alguém que se apresenta como “Professor Ludovico“) me fez lembrar de que eu já deveria ter escrito um texto específico sobre cabos HDMI faz tempo. No momento estou sem tempo para fazer algo muito elaborado, até mesmo porque quem me segue há muito tempo já conhece minha opinião a respeito. Mas acho interessante citar aqui alguns textos que comprovam, tecnicamente ou por meios práticos, que não há sentido em acreditar que um cabo HDMI de R$500 vá oferecer uma imagem melhor que um cabo HDMI de R$5, a curtas distâncias.

  • A loja de origem australiana Kogan, que vende cabos por £4, desafiou publicamente dois concorrentes ingleses que vendem cabos por £100 a provarem que seus cabos são melhores. É claro que eles nem tentaram. A Kogan chegou ao divertido e inspirador ponto de oferecer seus cabos de graça, incluindo postagem, a qualquer um que tenha comprado uma TV nesses dois concorrentes.
  • Neste texto, a Digital Foundry comparou os hashes de frames produzidos em um PS3 através de cabos de £1.5 a £100, a 1080p, 24bits. O mesmo hash foi produzido em todos os frames obtidos, ou seja: todos os cabos forneceram frames bit-por-bit idênticos;
  • Esta análise da Expert Reviews nos fornece dados técnicos interessantes. Ela diz  que um determinado cabo de 19m (perceba como é longo) pode exibir apenas um erro por minuto, mas que isso aumenta para um erro por segundo a 22m e que a coisa já se degenera completamente para dezenas de milhares de erros por segundo a 23m. Eles completam com um teste cego que mostra outros fatos interessantes, incluindo as pessoas notando “diferença” quando os dois cabos comparados eram o mesmo. O que absolutamente não é surpresa e de certo modo já serve como prova de como a percepção humana falha nessas comparações (testes cegos não são uma beleza?). Outro fato importante é que nas comparações cegas entre um cabo barato de 10m descuidadamente enrolado em cima de um cabo de força e um cabo 70x mais caro de 1m não houve nenhuma tendência óbvia para o cabo mais caro.
  • A inglesa Which? fez um teste passando dados a 6.2GB/s  com um gerador de sinais (um teste de laboratório, sem considerar condições práticas de uso) em três marcas de cabo. Não foi encontrada uma única diferença.

Outros exemplos virão. Meu tempo está limitado agora.

18 comentários
  • VR5 - 397 Comentários

    Pô, se ainda fosse o Professor Pardal… :D

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Foi exatamente o que pensei!

      “Ludovico” é um nome real e de fato existem professores na USP com “Ludovico” no nome. Mas qualquer pessoa que tenha idade para ser professor na USP sabe perfeitamente que não pode se apresentar simplesmente como “Professor Ludovico” em um comentário anônimo (sem identidade facilmente confirmável, para mim todos são anônimos) e querer ser levado a sério. Ele poderia assinar como Gisele Bundchen e para mim daria na mesma.

  • Daniel Hoffmann Bernardes - 1 Comentário

    Eu sou aluno da USP em ciência da computação e devo dizer que ser professor da USP não quer dizer nada. Tive vários professores totalmente incompetentes assim como vários professores bons. Todo mundo assume que para ser professor da USP é necessário ser um genio, mas isto está longe da verdade. Professores realmente bons (tanto em didática como em conhecimento) são extremamente raros mesmo na USP.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu também não dou bola para isso, Daniel. Já tive minha cota de desentendimentos com professores, engenheiros e, principalmente, auto-proclamados “especialistas”…

      Pelo contrário, a experiência me mostrou que quando uma pessoa apresenta como argumento o seu diploma, quase sempre não tem argumentos mesmo! É tiro e queda: quando uma pessoa começa com “eu sou XX há YY anos”, a próxima frase é uma besteira!

      E, SIM! Também conheci professores muito bons, que me faziam disputar com outros a primeira fila de cadeiras na sala de aula!

  • Augusto - 7 Comentários

    So gostaria comentar um incidente com cabos HDMI, sem desmerecer nenhum fabricante de cabos: 

    -Comprei um cabo hdmi de um fabricante recomendado por um conhecido forum brasileiro de audio e video. Pensei que a imagem granulada do meu Bravia ligada via hdmi ao meu bd player também Sony, poderia ser devido ao cabo hdmi genérico que usava.
    -Quando usei o cabo novo, não apareceu imagem nem som.
    -O cabo foi trocado, e o problema persistiu
    -Desisti do cabo caro, meu dinheiro foi devolvido e continuo usando o cabo genérico ate hoje. 

    Sempre fiquei na duvida, se era problema do cabo novo e caro ou um problema da Sony que usava uma versão “um pouco diferente” do padrão hdmi.

    Recentemente testei outros cabos baratos no mesmo sistema, e imagem e audio se comportaram correctamente.

    Augusto.  

    • Pedro - 1 Comentário

      O mais provável que pode ter acontecido é que o cabo comprado seja de versão inferior a minima exigida pelos equipamentos. Já o cabo baratinho ter compatibilidade com a versão.

      lembrando que cabos de versão mais novas funcionam perfeitamente em versões inferiores. 

  • Intruder A6 - 194 Comentários

    Eu também tenho opinião parecida a respeito dos cabos HDMI, e também dos cabos de áudio digitais.
    Mas talvez onde vai fazer diferença de verdade é na vida útil, provavelmente um cabo barato deve duram bem menos que um cabo mais caro, e imagino que os cabos mais caros devem suportar melhor as operações de inserção e remoção do conector, mas acho que estou chovendo no molhado.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Essa é a única superioridade que um cabo HDMI caro menor que 5m pode ter, mas não existe qualquer garantia de que ele realmente tenha.

      Como se determina que um cabo HDMI é melhor construído? A maioria das pessoas tende a acreditar que o cabo mais grosso e duro é melhor construído que o fino e flexível. Isso poderia ser uma dica, se os fabricantes não recorressem há anos (talvez décadas, se contarmos com os cabos analógicos) ao artifício de envolver os cabos em “mangueiras de jardim” para lhes dar um aspecto mais robusto. O que na verdade só piora as coisas, porque a construção interna do cabo (boa ou ruim) continua a mesma mas agora os conectores (nos aparelhos também) são forçados pelo peso e rigidez do cabo.

      Um “cabo” HDMI pode ser composto de 19 fios ou 19 cabos. Mas o mais provável é que sejam 19 cabos.

      Eu entendo que, por ter 19 fios/cabos, uma construção mais rígida do cabo HDMI pode evitar que fios finos se partam, mas esta desculpa seria um “tiro no pé” porque pelo preço cobrado fios/cabos mais grossos poderiam ser usados.

      Nota: tecnicamente as definições de fio e cabo são distintas:
      Fio: É o que se chama no mercado, para os leigos, de “fio sólido”. É um condutor com apenas um núcleo.
      Cabo: É um condutor de vários núcleos (vários “fios”). Cabos são sempre mais flexíveis que fios de mesmo diâmetro.

      Outro aspecto do cabo que pode ser melhor ou pior é o conector, mas como determinamos qual é o melhor (do ponto de vista da durabilidade)? Destruindo ambos para analisar os contatos em um microscópio?

      Ontem mesmo, enquanto escrevia o post, esbarrei em um comentário de um cara que elogiava a Monster porque o cabo HDMI deles deu defeito e a Monster mandou um substituto de graça. Ora… por que o cabo Monster deu defeito, só para começar? Se eu mandasse fabricar na China cabos de USD5 para vender por USD150 eu certamente estaria disposto a trocar de graça os que dessem defeito, não estaria? E ainda por cima deixando o consumidor feliz com minha atenção!

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Está sobrando gente dizendo por aí que um cabo HDMI melhor traz vantagens impossíveis como, só para dar um exemplo, uma imagem mais nítida.

    Sem exageros, a possibilidade de você fazer um cabo HDMI, mesmo propositalmente, prejudicar uma característica específica da imagem é menor que a de descarrilhar um trem de passageiros com 20 vagões na hora do rush e os únicos passageiros feridos serem os homens vestindo cuecas azuis.

    Em cabos analógicos existe uma correspondência entre causa e efeito. Mexer na capacitância do cabo muda X na imagem. Alterar a resistência muda Y. Passar próximo a uma fonte de rádio-frequencia muda Z.

    Mas isso não existe numa transmissão digital. Não existe um bit ou conjunto de bits específico que se alterado provoque uma mudança uniforme na imagem. Qualquer alteração, se for perceptível a olho nu, irá provocar uma aberração localizada especifica de transmissões digitais.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    A diferença entre um cabo barato e um caro, além do que eu já falei, deve ser também a atenuação, acho provável que um bom cabo digital (HDMI, áudio e outros) tenha menos atenuação que um cabo barato, e provavelmente vai poder ter comprimento maior sem degradar o sinal digital do que um cabo barato (acho que também estou chovendo no molhado). Mas eu nunca pagaria 150 dólares num cabo digital, a não ser que não existisse alternativa viável mais barata.
    Já vi cabos HDMI com 300 metros (vendendo pelo eBay), mas estes cabos são bastante especiais e tem um conversor HDMI / fibra óptica / HDMI para permitir ligar projetores em grandes salas de projeção (eles são realmente caros, e nem teria como não ser diferente). Para longas distância nem tem com usar cabo metálico puro (no caso de HDMI). Vi também outras soluções usando 2 cabos de rede 5e em paralelo para longas distâncias (acho que para menos de 100 metros de comprimento), e é certamente bem mais fácil passar dois cabos de rede que um HDMI por um eletroduto.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      e provavelmente vai poder ter comprimento maior sem degradar o sinal digital do que um cabo barato (acho que também estou chovendo no molhado).

      yep. Cabos longos o bastante para a atenuação ser relevante não se enquadram no que chamo de “condições normais de uso”.

      E sempre tenha em mente: Nunca, jamais, os efeitos serão “sutis”. A degradação da imagem sempre será severa, prontamente identificável até pelo individuo mais ignorante e desatencioso.

      Qualquer cabo vendido pronto em peça de 15m merece para mim a mesma confiança se custar R$70 ou R$700. Não há como distinguir a qualidade dos cabos só olhando. É preciso testar.

  • Eric Fraga "Cosmonal" - 2 Comentários

    Opa, cabo HDMI = cabo de rede. Bits. Qualquer cabo é cabo, é até complicado fabricar um que corrompa os bits :-)

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Não é bem assim. Um cabo HDMI categoria 2 (1080p 60Hz) é testado a 340MHz. O único cabo de rede certificado para uma banda tão alta é o CAT6a (500MHz). O padrão imediatamente anterior, CAT6, só é certificado para 250MHz.

      E em aplicações ethernet há correção de erros. Quando um pacote é corrompido, é retransmitido. Mesmo que eventualmente um cabo de rede esteja corrompendo dados, você não percebe a não ser por perda do desempenho da rede. Em HDMI só há uma limitada detecção de erros, porque parar um fluxo que requer tempo real para pedir reenvio só piora as coisas. Em tese o cabo HDMI precisa ser então mais robusto que o de rede.

       

      • Eric Fraga "Cosmonal" - 2 Comentários

        Exatamente Jefferson: temos 98% de aproveitamento (uma média “descarada” mas que funciona aqui pra explicar) num CAT5 da vida. Os cabos HDMI, mesmo os “ruins”, costumam ser mais robustos que um cabo de rede convencional (observe que o metro é bem mais caro do que o Furukawa que você compra na loja de Informática, com os RJs ;-). Você costuma ver framedrop ou um pixel que seja corrompido numa conexão HDMI? Não, certo? Então, meu ponto foi direto e simples: Bits. Hoje (por “hoje” quero dizer os padrões de indústria, as “fábricas de cabos” atuais). Cabos robustos “por natureza” pra essa largura de banda, em 1.8 metros ou 3 metros (os típicos cabos HDMI). Na prática: aquele cabo Leadership ou Comtac de 19 reais do Extra vão te dar todos os bits, intactos. Ufa, já era hora. Vídeo componente era maravilhoso; mas 5 cabos com pontas RCA, really? Já estávamos enjoados dele(s). E, como era “sinal analógico” (por favor, você entendeu o que quis dizer :-) trafegando, o Clone poderia não ter uma boa malha e… ruído. Já os “cabos de rede” que temos agora transmitindo o stream inteiro… problema resolvido, for good! Porque… é “ruim” fabricar cabo ruim que trafegue só bits hoje em dia.
        É como você pedir a Intel pra fabricar um x86 com desempenho de XT nos dias atuais, pois a NASA precisa para seus satélites legado. (curiosidade: até uns anos atrás, a NASA comprava qualquer 8088/8086 que aparecia no ebay, sério, porque havia esgotado todo o estoque da Intel). É o mesmo que acontece com cabo HDMI: é “caro” fazer um tão ruim.
        Abração!

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