 Jefferson,  22 de abril de 2012, WTF E ainda por cima, é uma cobrança por algo que já foi pago!
É notícia velha, mas só fique sabendo agora e quero deixar registrada minha indignação. Todo mundo que já lidou com o ECAD sabe o quanto as práticas, supostamente amparadas por lei, dessa empresa são absurdas. Mas dessa vez parece que mexeram num ninho de vespas. No final do mês passado começaram a cobrar direitos autorais de qualquer blog que exibisse vídeos do youtube (ou similares). E assim como o ECAD cobra direitos das rádios e cobra também de qualquer estabelecimento que tenha uma TV ou rádio ligado, queriam cobrar dos blogueiros mesmo já tendo um acordo com o Youtube para receber da Google pelas exibições.
Com a repercussão negativa, voltaram atrás dizendo que foi um engano.
Esquecendo o fato de que fazer essa cobrança dupla era insano, o problema não é o pagamento de direitos. É a forma absurda de operação do ECAD. Se eu tiver que pagar direitos autorais, eu quero pagar diretamente ao autor da obra (mais ou menos como quando compro o CD ou DVD) e não a um escritório que cobra pelo fato de você ter música no seu estabelecimento ou evento, sem se preocupar com que música é. E depois “distribui” o dinheiro entre seus associados.
Vejam o exemplo da taxa de R$1800 que o ECAD cobrou para uma noiva ter música em seu casamento. Eu até concordo que o salão de festas não possa liberar a execução de música sem a comprovação de pagamento de direitos. Mas se esse dinheiro fosse pago diretamente aos compositores e intérpretes (e há meios de se fazer isso), usando mecanismos normais de mercado, seriam bom para o consumidor e para o artista, porque existiriam artistas competindo para ter suas músicas nesses locais/eventos, oferecendo pacotes de valores mais realistas, seja para os estabelecimentos ou direto para os seus clientes, e ficariam com todo o dinheiro! O consumidor, além de potencialmente pagar mais barato, iria colocar o dinheiro no bolso daquele artista de que ele já gosta (ou alguém bota para tocar em seu evento o que não gosta?). O papel do ECAD se limitaria a checar se os estabelecimentos tinham os comprovantes de pagamento.
Eu sei que esse comportamento nojento não é exclusivo do ECAD e nem mesmo do Brasil. Na Inglaterra, o equivalente ao ECAD de lá cobrou direitos de um mercadinho porque uma funcionária trabalhava cantarolando (não consegui achar o link)!
Fiquei sabendo disso lendo o blog de Daniel Quadros.
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 Jefferson,  22 de abril de 2012, privacidade, Segurança Eu estou pensando em fazer este texto há anos. Vai no “rascunho” mesmo porque não tenho tempo agora para “polir” isso.
Minha preocupação (e irritação) com isso começou em setembro de 2009, quando recebi uma mensagem do Facebook dizendo que um cara que eu havia conhecido através do meu trabalho com DivX players e que acabou se tornando um amigo me convidava para ser amigo dele na rede social.
Na época, eu nem tinha cadastro no Facebook e nem me interessave em ter. Não sou, nem nunca fui, fã de redes sociais. Eu tinha um perfil no Orkut, que era largamente mais popular no Brasil que o Facebook em 2009, mas só para poder achar (e não perder contato com) velhos colegas de escola, trabalho, etc.
Eu me perguntei por que meu amigo estaria me convidando para o Facebook, mesmo sabendo que eu sou nerd e (por definição) não gosto dessas coisas. A mensagem dizia o seguinte:
Olá xxxxxxxx@xxxxxxx.com,
Criei um perfil no Facebook com minhas fotos, vídeos e eventos e quero adicionar-lhe aos amigos para que você possa ver meu perfil. Primeiro, você precisa cadastrar-se no Facebook! Uma vez cadastrado, você também poderá criar o seu próprio perfil.
Obrigado,
xxxxxxxx
A mensagem foi feita para parecer pessoal, mas ainda soava impessoal para mim. Eu não acreditei que ele tivesse escrito mesmo o texto, apesar de estar “assinado” por ele.
Deixei de lado para pensar no assunto depois.
Mas o Facebook não quis me deixar esquecer. Me lembrou do “convite” novamente em outubro e, quando ele insistiu em novembro, desisti. Fiz o cadastro no Facebook para não decepcionar meu “amigo”.
E foi durante o cadastro que a ficha finalmente caiu quando, no final do processo, o Facebook pediu as minhas senhas do gmail e hotmail para poder convidar meus “amigos”.
Que enorme decepção. O Facebook era um spammer e meu amigo havia dado os meus dados a ele.
Está achando um exagero? Veja bem: até aquele momento eu pensava que o convite tinha sido direto e pessoal. Que meu amigo tinha especificamente me convidado para o Facebook. Descobri que ele havia convidado tudo quanto é gato, cachorro e papagaio no seu catálogo de endereços e que eu não era mais especial nesse sentido do que o SAC do Submarino. O Facebook não tem como saber quem é seu amigo no seu catálogo de endereços e nem quer saber. Ele só quer a valiosa combinação de endereços de e-mail válidos e nomes que pode obter lá. Afinal, de onde vem o lucro do Facebook? A capacidade de “atrair” milhões de pessoas e com isso “atrair” investidores e anunciantes baseado no grande número de usuários é um bom ponto de partida. Não importa para a empresa como foi feita essa “atração”.
Mas a irritação não acabou ai. Mesmo depois de cadastrado no Facebook, continuei recebendo os irritantes “lembretes” da empresa, para a mesma pessoa. O que acontece é que ao me cadastrar eu usei um e-mail especifico e o meu “convite” era para outro e-mail. O único jeito de parar de receber esse convites, sem bloquear possíveis convites legítimos, é dizer ao Facebook que aquele endereço de e-mail também é meu!
Um “prato cheio” para um spammer e “data minner”.
Desde então, eu ignoro todos os convites para redes sociais que recebo, se não tiver sido avisado antes de que ia ser convidado. E olha que não são poucos.
Meus “amigos” parecem felizes em dar meu e-mail para tudo o que é rede social ou serviço obscuro que aparece. Eu tenho uma pasta específica no gmail que rotulei “Spam Social” cheia desses convites e, pior, dos lembretes. Badoo (mando um cascudo todo especial para os “amigos” que formeceram meu e-mail para este), LinkedIn, Dropbox, Quepasa, UNYK, Orkut, Clickon, Windows Live, Myspace, Sonico…
E tem também os serviços de compra coletiva como o Peixe Urbano. Todo mês eu recebo pelo menos sessenta e-mails do Peixe Urbano, devidamente classificados pelo Gmail automaticamente como SPAM, sem jamais ter me cadastrado na empresa. E por um endereço que eu só dou a amigos. Tudo indica que um ou mais “amigos” me “presentearam” com esses sessenta SPAMs mensais ao dividir seus catálogos de endereços com o Peixe Urbano. E sabe-se lá de quantos outros serviços eu sou vítima de SPAM pela mesma razão.
Outro dia, um cliente mencionou o convite que supostamente eu havia mandado a ele para entrar no Facebook. Espantado, eu disse a ele que deveria haver algum engano, porque não é do meu feitio misturar trabalho com redes sociais e eu não faria isso sem permissão, por considerar o convite algo “intrusivo”*. Ele então procurou nos seus e-mails pelo convite e descobrimos que se tratava de um outro Jefferson, que ele nem conhecia. Aí eu expliquei a ele como essa coisa funcionava e que aquela pessoa que o estava “convidando” possivelmente nem sabia quem ele era também, e o convite havia sido enviado simplesmente porque ele algum momento havia entrado em contato com a empresa do meu cliente e o endereço de e-mail (comercial) do meu cliente estava em seu catálogo de endereços.
Eu fico me perguntando quantas pessoas não acabaram criando perfis no Facebook por causa da pressão “social” de convites de pessoas que nem sabiam que as estavam convidando. Não é à toa que Mark Zuckerberg está bilionário.
*A maioria das pessoas não parece entender o quanto um convite para uma rede social como o Facebook é intrusivo. Não se trata de apenas “declarar” que conhece a pessoa. Aceitar alguém como “amigo” ou “conhecido” em uma rede social dá a esse “conhecido” uma visão dos seus interesses e relacionamentos que pode ser extremamente incômoda.
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 Jefferson,  20 de abril de 2012, história Jordan Mechner havia dado o código-fonte da versão original para Apple II como perdido há oito anos, quando procurou por ele exaustivamente em casa e nos arquivos da Broderbund (esse nome me traz boas lembranças) e depois de ter enchido o saco de todo mundo que ele conhecia que poderia saber onde estava. Os discos foram encontrados por acaso em uma caixa no fundo de um armário no apartamento de seu pai. O mais interessante dessa estória foi a operação montada, com voluntários de alto calibre, para garantir a leitura de disquetes com 20 anos de idade, sem destrui-los!
Você pode encontrar todos os links relevantes a partir daqui.
Esbarrei nisso por acaso ao dar uma olhada no blog de Daniel Quadros.
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 Jefferson,  17 de abril de 2012, O danado é que não sai do papel.
Eu não consegui entender ainda como é que o “novo” (existe desde 2010) padrão HDBaseT consegue enfiar a mesma banda do HDMI em um “mero” cabo Cat5e (além de não ser “certificado” para tanta banda, tem metade dos fios) e ainda suportar de 100 a 800m e transportar energia junto com os dados!
Eu sei que HDMI já tem uma década, mas é um salto impressionante de qualquer maneira.
Olha, só pelo fato de eu poder crimpar meus próprios cabos, eu já preferiria esse padrão mesmo que exigisse passar vários cabos em vez de um!
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 Jefferson,  15 de abril de 2012, android Ou quase isso.
No TREO650, sem usar qualquer aplicação de terceiros, toda mensagem SMS é analisada à procura de números de telefone e cada um deles ganha um link para discagem rápida. Até aí você pode dizer: “igual ao Android, ué”. Mas há uma grande diferença: no TREO650 quando você toca no link abre-se uma janela de discagem e se esse número existir na sua agenda, o nome do contato é exibido na janela.
No Android, você é jogado direto para a discagem, sem nenhuma oportunidade de saber para quem você está discando.
Essa facilidade do TREO650 era algo que eu adorava. Toda vez que eu perco ligações porque meu telefone ficou fora da área de cobertura, minha operadora me manda uma lista dos números que chamaram. E como eu não retorno ligações de números desconhecidos, poder ver rapidamente quem foi que ligou era perfeito. Para terminar de ferrar com o Android, este não permite (pelo menos não sem apps de terceiros) a busca de um telefone pelo número. Já no TREO650 basta um fragmento do número para ele mostrar qualquer contato, memo ou compromisso onde ele apareça. Como eu já disse outras vezes, como telefone o Android ainda precisa melhorar muito para superar o que o TREO650 já oferecia seis anos atrás.
Hoje eu decidi dedicar algum tempo para resolver isso. Quase desisti, porque nenhuma combinação de expressões retornava resultados válidos no Google. Era como se mais ninguém achasse estranho o telefone não consultar a lista de contatos. Mas eu acabei encontrando uma aplicação aparentemente bem pouco conhecida que oferece algo até melhor: Who Called Me supostamente seria capaz de exibir o nome do contato já ao lado do número.

O problema: pouquíssimas avaliações e nenhum review. Eu não tinha como saber se a aplicação não teria nenhum problema para fazer o match entre o número exibido no SMS e o número armazenado, levando em conta diferenças de “locale” entre o país do desenvolvedor e o Brasil. E apesar de custar apenas R$1.80, eu não gostaria de gastar isso, recomendar a app aqui e depois descobrir que havia alternativa gratuita.
Mais uma mudança nos termos de busca e acabei achando uma alternativa gratuita mas ainda mais obscura: SMS Contact Resolver.

E a danada funciona. Mesmo as mensagens já recebidas podem ser processadas.
O problema: Em um dos dias do meu teste as mensagens recebidas não foram processadas. Até o telefone da minha própria casa pareceu desconhecido. Então, eu ainda não tenho grande confiança no programa. Quando aparece o nome do contato, ótimo! Mas se não aparecer, é preciso checar se realmente é desconhecido.
Continuo usando. Não deixarei de mencionar aqui se algo melhorar ou piorar. Mas se alguém tiver alguma dica, dê um passo adiante!
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 Jefferson,  14 de abril de 2012, android Um cliente que recentemente passou a usar um telefone Android (Motorola Atrix) me questionou sobre a possibilidade de colocar no telefone a lista de aniversários que ele mantém em uma planilha de Excel. Eu estou começando a investigar um meio de fazer isso e estou surpreso com as limitações que encontrei.
O modo “natural” de se fazer isso é através do Google Agenda e existem dois métodos distintos:
1)Selecionar um contato na sua lista e preencher o campo “Aniversário” com dia e mês. Automaticamente é criada uma agenda com o nome “Aniversários e eventos de contatos” (Contacts’ Birthdays and Events) com o aniversário devidamente sinalizado com o ícone de um pedaço de bolo, na data correta, todos os anos.
2)Em uma agenda criada por você, acrescentar um evento de dia inteiro, com repetição anual. Não é possível por esse método dizer ao Google que se trata de um aniversário, mas tirando a ausência do ícone, não faz muita diferença.
Eu achei que o método mais produtivo fosse o primeiro. Afinal, o aniversário fica associado ao contato, me dando rápido e fácil acesso aos telefones e e-mail do mesmo. Porém existe uma pegadinha: não existe meio, nessa agenda criada automaticamente, de configurar qualquer notificação, seja por e-mail, SMS ou popup.
Ou seja: te obriga a consultar a agenda todos os dias e, se você quiser ter tempo para comprar presentes, lembrar de todos os dias consultar alguns dias à frente.
Tem gente reclamando desse absurdo desde 2009, mas a Google simplesmente ignora.
Pelo segundo método você pode definir notificações individuais para cada evento. Assim o aniversário da sua esposa (se você tiver juízo) pode ser configurado para lembrar você com dias de antecedência, enquanto o de alguém “menos importante” pode ser deixado para notificação no mesmo dia.
Uma possível gambiarra é copiar manualmente cada um dos aniversários definidos na agenda automática para sua agenda e lá definir notificações. Mas isso é ridículo!
Também é possível contornar essa limitação através de apps como esta. O problema é que estas apps operam usando justamente (e apenas) o campo “aniversário” de cada contato. No caso específico deste cliente, como nem todos os aniversários de sua lista podem ser facilmente associados a seus contatos no telefone, ou eu deixo uma parte dos aniversários sendo notificada pela app e outra parte pelo Google Agenda, ou forço a criação de contatos no telefone só para a inclusão do campo aniversário.
Está cansativo ficar repetindo isso o tempo todo, mas culpem a Google: A pré-histórica dupla Treo650/Palm Desktop, não tem essa limitação bizarra. Ao definir uma data de aniversário para um contato, eu posso configurar com quantos dias de antecedência eu quero ser avisado.
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 Jefferson,  14 de abril de 2012, android Após “descobrir” (dãaaa…) como sincronizar a agenda, faltava sincronizar os contatos. Aparentemente para isto a Google não dá mesmo suporte oficial. Acabei encontrando o Go Contact Sync Mod.
Usar um programa de terceiros para isso gera uma grande preocupação com privacidade. O primeiro problema é dar minha senha ao programa. O segundo é que, pela sua própria natureza, ele passa a ter acesso a toda a minha lista de contatos, com nome completo, telefone, e-mail, aniversário, empresa onde trabalha e outras informações potencialmente ainda mais sensíveis. Tal coisa vale muito dinheiro no mercado-negro do spam. E pensar que muita gente fornece sua senha para qualquer programa que se ofereça para fazer isso sem pensar duas vezes.
Mas depois de constatar que o GCSM é um programa open source que está disponível há muito tempo e já foi testado por muita gente, “relaxei”. Instalei nos meus dois computadores e fiz em cada um deles o “Google to Outlook Only” para ter uma cópia local usável dos contatos que estavam no telefone.
Atenção: não suporta versões de 64 bits do Outlook. Como eu sequer uso o Windows de 64 bits, isso não é problema para mim.
O problema: GCSM demora um bocado para fazer essa sincronização (cinco longos minutos para meros 450 contatos), varrendo a lista de contatos inteira duas vezes fazendo checagens e comparações, mesmo que nada tenha sido mudado. Não é algo para ficar rodando à toa. Um plugin para Outlook chamado Outlook4Gmail parece ser uma melhor alternativa nesse aspecto, por supostamente lidar com atualizações em tempo real. Porém pelos motivos já citados estou com um pé atrás e vou evitar usar o plugin até saber mais sobre a empresa que o desenvolve.
O que vocês acham? Que outras alternativas eu tenho?
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 Jefferson,  14 de abril de 2012, android Aplicações que dependem da internet para funcionar me incomodam, demais. A única exceção que faço é o gmail porque, raios, e-mail é quase sinônimo de internet (mas um dia eu ainda uso IMAP para evitar até usar o gmail online). Para o resto das coisas a regra geral é tolerância zero. E desde que tive que parar de usar o meu Treo650 para usar um Android, depender do Google Agenda para administrar meus compromissos vinha me incomodando demais.
Eu admito que poder acessar minha lista de compromissos a partir de qualquer computador (se bem que eu não ponho minha senha em qualquer um) era algo que vez ou outra fazia falta no meu Palm, mas essa facilidade não compensa a lentidão, a complicação* e a necessidade de um acesso à internet do Google Agenda. Eu simplesmente não tenho garantia de estar online o tempo todo e usar um telefone sem teclado físico querty para digitar é “um saco”.
* O simples ato de acrescentar um novo evento no Google Agenda é de uma complicação ridícula, se comparado com o mesmo ato em um TREO650. Isso vale também para a versão online, comparando com o Palm Desktop. Dá desânimo fazer isso na rua, quando só se tem acesso ao telefone. Fazer consultas é mais fácil, mas ainda perde para o TREO.
Então, por acidente, enquanto estudava outra coisa, acabei descobrindo que a Google dá suporte oficial à sincronização da agenda com o Microsoft Outlook, através do Google Calendar Sync (GCS). É até uma vergonha, porque isso existe desde 2008, dãaa…

Eu não sou fã do Outlook e, pessoalmente, preferia não usá-lo. Mas parece que é minha melhor opção hoje, até mesmo porque é o que a maioria dos meus clientes usa. Isso torna bem mais simples a transição deles para um telefone Android.
Estou testando com dois computadores: o notebook e o desktop. Ambos configurados para 2-way. O GCS fica na memória e configurei para sincronizar a cada 10 minutos, mas eu preferia que ele tivesse uma opção mais inteligente, como a do Hotsync Manager da Palm, de só rodar enquanto o Outlook estivesse em execução.
O maior problema até agora é que o Outlook não suporta o interessante recurso de notificação por e-mail do Google Agenda, então esse tipo de notificação não é sincronizado entre os dois (e muito menos transformado automaticamente em “popup”).
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 Jefferson,  14 de abril de 2012, blog, wordpress O leitor e amigo Saulo Benigno esbarrou nesse problema na semana passada. O aninhamento de comentários chegou ao limite, o link “responder” foi omitido e, não sabendo como responder dentro da mesma “ramificação”, acabou respondendo ao post. E seu comentário ficou “fora do fluxo” (ou sei lá como se explica isso).
Para consertar isso e colocar o comentário na ramificação correta é necessário mudar seu “parent”, apontando para o comentário que ele respondia. Em outras palavras, se eu quereo que um comentário apareça como resposta ao comentário 3512, seu “parent” é armazenado como 3512. E só isso.
Sabendo disso, fica “fácil” corrigir um problema desses mexendo direto no banco de dados do wordpress como o phpMyAdmin. Mas eu prefiro uma definição menos masoquista de “fácil”, por isso procurei um plugin que pelo menos me protegesse de fazer uma besteira. Encontrei o Edit Parent Comment ID.
O plugin é bem espartano mesmo. Só é melhor do que mexer diretamente no banco de dados, porque tudo o que ele faz é acrescentar uma caixa junto a cada comentário onde você pode escrever qual é o número do “parent”. Mas não oferece nenhuma facilidade para determinar quem é esse parent. Você tem que ir até o outro comentário, passar o mouse em cima do link para ver qual é o seu ID, voltar e digitar esse número na caixa.
Ainda bem que ao mover um comentário dessa forma todos os outros ligados a ele vão junto, porque seria “um saco” fazer isso manualmente para vários comentários.
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 Jefferson,  13 de abril de 2012, Mais um comentário absurdo no meu texto sobre cabos digitais (como se eu pudesse dar crédito a alguém que se apresenta como “Professor Ludovico“) me fez lembrar de que eu já deveria ter escrito um texto específico sobre cabos HDMI faz tempo. No momento estou sem tempo para fazer algo muito elaborado, até mesmo porque quem me segue há muito tempo já conhece minha opinião a respeito. Mas acho interessante citar aqui alguns textos que comprovam, tecnicamente ou por meios práticos, que não há sentido em acreditar que um cabo HDMI de R$500 vá oferecer uma imagem melhor que um cabo HDMI de R$5, a curtas distâncias.
- A loja de origem australiana Kogan, que vende cabos por £4, desafiou publicamente dois concorrentes ingleses que vendem cabos por £100 a provarem que seus cabos são melhores. É claro que eles nem tentaram. A Kogan chegou ao divertido e inspirador ponto de oferecer seus cabos de graça, incluindo postagem, a qualquer um que tenha comprado uma TV nesses dois concorrentes.
- Neste texto, a Digital Foundry comparou os hashes de frames produzidos em um PS3 através de cabos de £1.5 a £100, a 1080p, 24bits. O mesmo hash foi produzido em todos os frames obtidos, ou seja: todos os cabos forneceram frames bit-por-bit idênticos;
- Esta análise da Expert Reviews nos fornece dados técnicos interessantes. Ela diz que um determinado cabo de 19m (perceba como é longo) pode exibir apenas um erro por minuto, mas que isso aumenta para um erro por segundo a 22m e que a coisa já se degenera completamente para dezenas de milhares de erros por segundo a 23m. Eles completam com um teste cego que mostra outros fatos interessantes, incluindo as pessoas notando “diferença” quando os dois cabos comparados eram o mesmo. O que absolutamente não é surpresa e de certo modo já serve como prova de como a percepção humana falha nessas comparações (testes cegos não são uma beleza?). Outro fato importante é que nas comparações cegas entre um cabo barato de 10m descuidadamente enrolado em cima de um cabo de força e um cabo 70x mais caro de 1m não houve nenhuma tendência óbvia para o cabo mais caro.
- A inglesa Which? fez um teste passando dados a 6.2GB/s com um gerador de sinais (um teste de laboratório, sem considerar condições práticas de uso) em três marcas de cabo. Não foi encontrada uma única diferença.
Outros exemplos virão. Meu tempo está limitado agora.
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Ai Ryan
Da uma olhada.
http://primeiraedicao.com.br/noticia/2012/04/24/cpi-pede-indiciamento-de-diretores-do-ecad
Abs
É a melhor notícia do ano!
Mas eu só vou acreditar mesmo quando isso sair do papel e o ECAD que conhecemos for todo desmantelado.
Com isso em mente, eu acho que teria sido até melhor o ECAD não ter recuado na cobrança dos blogs. Isso teria feito cada bloqueiro do país ciente do quão pernicioso é o ECAD. E aí o bicho ia pegar, porque com cada blogueiro brasileiro decidido a divulgar o que o ECAD faz, com ou sem CPI eles iam dançar.
Sabe aquela coisa que não entra na cabeça? Uma delas é esse “ser estranho” chamado ecad.
Alguém tenta me explicar como uma entidade privada tem o poder de proibir e cobrar valores de um cidadão comum, onde esta sacramentado esse direito. Pois pra mim eles querem fazer o papel de policia.
Se a festa fosse minha e algum fiscalzinho fdp desses batesse na porta do salão, ia sair com “dois quentes e um fervendo”. A festas é particular e não é uma exibição publica, nela esta a minha família e amigos.
Se deixar é capaz deles querem cobrar pra você escutar musica durante um churrasco com os amigos dentro de seu próprio quintal.
O unico “ser estranho” que mais me deixa mais abismado que o tal ecad, é um “treco” chamado “conta movimento” que era um cordão umbilical que existia entre o banco do brasil e o banco central. Pesquise a respeito e fique horrorizado. E veja o inferno que foi para acabarem com isso.