Mas só para aqueles que não precisam pedir autorização a “dona encrenca” para tudo
É sério: foi amor ao primeiro rasgo na parede.
O amigo José Carneiro comprou no final do ano passado uma furadeira Makita profissional (um brinquedo de R$500) que “de bônus” tinha essa função secundária: martelete.
Nem ele nem eu fazíamos idéia de para que isso servia, já que no kit só vem brocas e nessa função o mandril não gira, apenas bate. Foi só quando um pedreiro esteve aqui em casa com uma máquina similar da Bosch que eu entendi. É preciso comprar uma talhadeira para martelete (no caso da Makita, com encaixe SDS plus) que colocada no lugar da broca faz com que o trabalho de rasgar paredes para colocar tubulação se torne até divertido! Serviços que pareciam no mínimo incrivelmente tediosos e cansativos, para não lembrar o número de vezes que eu acertei a minha mão com o martelo ao usar talhadeira manual, ficaram fáceis, rápidos e seguros. Aí é só aprender a usar cimento e/ou gesso e dar uma banana pro pedreiro!
Exemplo de uso:
E olhe que na furadeira Makita o martelete é uma função secundária. Fiquei imaginando o que uma ferramenta criada especificamente para isso, o martelo rompedor, é capaz de fazer!
Só que este custa R$3500! Eu me contento com a Makita de R$500
Me xingue por ser “politicamente correto” se quiser, mas por que tem que ser um “homem que põe a mão na massa”? Uma mulher não pode se divertir de montão com um martelete desses? Conheço várias que iriam pirar e sair detonando as paredes da casa. Seria legal se o título fosse “Sugestão de presente para uma pessoa que põe a mão na massa: Martelete”.
Mulher que gosta de pôr a mão na massa faz bolo.
Homem que gosta de pôr a mão na massa vira cimento.
Mulher, até por impulso sem saber quando e se vai usar, compra sapatos.
Homem, até por impulso sem saber quando e se vai usar, compra ferramentas.
E não, eu não presentearia uma mulher nem com uma pá nem com uma forma de bolo. Isso pelo menos eu consegui aprender
Mas em respeito às exatas zero garotas que acompanham meus blogs eu vou mudar o título (mas não o link)
Mas falando sério agora, o martelete é uma ferramenta pesada. A maioria das mulheres que conheço não tem o físico nem para segurá-lo na posição desligado e muito menos para absorver os impactos da operação. Mas tendo dito isso, aqui em casa minha mãe de 72 anos faz cimento e assenta tijolos.
Isso é uma coisa que está na minha lista de ferramentas a comprar faz um tempo. A saber as cinco primeiras dessa lista que está por pouco pra ser reciclada:
1) Compressor de ar (tenho um pra reformar, comprei no mercado livre)
2) Serra circular manual de 7″ (estou com uma by “shopping center” só aguardando o induzido voltar do rebobinamento)
3) Plaina elétrica (comprei duas detonadas no ML, consertei uma, vou vender e consertar a outra pra ficar)
4) Martelo rompedor ou martele (ainda em desejo)
5) Tupia manual (ainda em desejo)
Aqui quando fiz toda a tubulação, como a obra estava vazia, fiz todos os cortes de tubulações com uma esmerilhadeira angular e disco diamantado. Faz um poeirão dos diabos, mas também fica moleza! Basta dois cortes na distancia exata que quer o buraco e depois vir destacando o bloco com uma talhadeira fina, basta encaixar e fazer alavanca.
O martelete está nas posição de próxima compra, tem um servicinho aqui que não estou nem um pouco a fim de fazer na talhadeira e marreta.
Como meu uso não é profissional e em constante, eu estou de olho neste aqui já faz um tempo:
Porque eu achei ele agora na lista de moderação, dois dias depois de você ter comentado. Mas ele não havia sido sinalizado assim quando você postou. Isso geralmente ocorre quando o comentário é editado.
Uma vez eu vi o teste de uma esmerilhadeira chinesa no balcão de uma loja daqui e me espantou como aquilo pode ser chamado de esmerilhadeira. Só pelo barulho que ela fazia ligada já dava para perceber que era um brinquedo para dar de presente ao Ken (ou à Barbie, se preferir). Agora fico desconfiado de toda ferramenta de marca que não conheço.
Já vi uma furadeira com essa marca e não achei ruim, como eu disse e uso muito pouco, não acho vantajoso investir R$500,00 num martelete Makita, pra ficar a maior parte do tempo na prateleira aqui pegando poeira.
Mas o que você quis dizer com: “perceber que era um brinquedo para dar de presente ao Ken (ou à Barbie, se preferir)”???
Eu ainda vejo mais utilidade na “furadeira king size” que no martelete dedicado, mas pelo baixo preço dessas ferramentas chinesas, acho que pode-se tentar ter os dois.
Quanto à tupia da lista de desejos, uma dica: eu tenho uma Black and Decker de coluna com 1.300 W, mas acho pesada e forte demais. Tudo precisa estar bem fixado a uma base horizontal, eu uso as duas mãos na tupia e ainda acho difícil manter bom controle. Também não consigo fazer nada na vertical, como um rasgo para fechadura.
Para minhas atividades de marcenaria como hobby, acho que uma pequena, que chamam de “trimadeira” ou “tupia laminadora” seria mais adequada.
Eu me encaixo no padrão, também tenho uma certa “tara” por ferramentas, que no final ficam guardadas no armário, e fiquei interessado na furadeira com rompedor, mesmo que não tenha a menor ideia quando precisarei desta função (já precisei uma vez e consegui uma dedicada emprestada). E uma coisa bem rara é encontrar mulher que goste de eletrônica.
Se eu morasse numa casa (tivesse espaço) já teria uma furadeira de bancada, talvez uma pequena fresa, e mais algumas coisas!
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Eu não lembro se já falei sobre isso aqui mas como freqüentemente eu cometo o erro de repetir a terminologia leiga acho melhor esclarecer logo a diferença (por alto).
O “Access Point” (AP) é pouco mais que um switch ethernet que em vez de portas LAN tem uma antena. Ele não tem conceito de “portas”, “encaminhamento”, “DMZ”, etc. Um AP não tem o conceito de “WAN” e por isso é mais fácil de instalar, menos problemático no uso, tem muito menor tendência a precisar ser reiniciado a cada x dias, etc. Em resumo um AP é mais “confiável”.
O “Roteador Wi-Fi” é essencialmente um AP ao qual se agrega um roteador com fio. A etapa roteador dá mais “segurança” em certas aplicações (quando você não deseja que quem está no segmento WAN enxergue quem está no segmento LAN, por exemplo) e é mais “útil” em geral, mas isso tem um preço em confiabilidade.
O que vou dizer a seguir é baseado apenas na minha experiência e na minha limitada compreensão de como redes funcionam. Pode estar errado.
Se o AP é mais confiável e você não precisa da isolação entre os segmentos não seria mais sensato trocar todos os roteadores por APs? Ainda não tenho uma resposta definitiva para isso mas eu ajo como se fosse e em geral já uso mesmo todo roteador como AP. Mas toda rede que tem acesso à internet precisa de um roteador no “último gateway” em algum lugar e geralmente é no modem. Se o modem for ligado em bridge você é obrigado a ter um roteador/gateway antes dele. Você pode ter liberado os roteadores Wi-Fi da carga de ter que memorizar um monte de conexões ao transformá-los em APs, mas todas essas conexões ainda vão ter que ser memorizadas por esse gateway mais externo da rede. E isso é verdade mesmo antes da transformação em APs porque todo roteador tem que memorizar o que “roteia”. A diferença é que quando você usa um roteador Wi-Fi e conecta uma dúzia de clientes nele o gateway mais externo só enxerga um cliente fazendo o total das conexões de todos eles. Ao mudar o roteador para AP o gateway mais externo vai passar a enxergar todos os clientes e criar listas separadas para cada um.
Explicando de outra maneira, se você tem um roteador A com 12 clientes fazendo ao todo 200 conexões com a internet e um roteador B com 10 clientes fazendo 150 conexões com a internet e ambos estão ligados ao modem/roteador C, C tem na memória 350 conexões feitas por dois clientes (os roteadores A e B). Ao transformar A e B em APs, no mesmo cenário, nenhum dos dois tem uma memória das conexões porque não estão roteando nada, mas o roteador C tem na memória 350 conexões de 22 clientes.
Faz diferença para C estar memorizando 10x mais clientes se o número de conexões é o mesmo? Isso eu não sei dizer, mas uma coisa me parece certa: ao usar apenas APs você só vai precisar resetar periodicamente um equipamento. E se for de boa qualidade, preparado para a tarefa, nem isso. Ao usar roteadores você pode precisar ter que dar manutenção periódica em todos eles e no modem.
Uma coisa peculiar que tenho percebido nos últimos tempos é o sumiço do termo “modem” e “gateway” entre leigos e até mesmo pessoas da área. Hoje em dia tem gente que fala que não tem modem em casa, mas “roteador wifi”, como se aquela funcionalidade de converter um sinal vindo do cabo telefônico em internet fosse uma peça de museu dos anos 80. Para um punhado de gente, parece que ligando o “roteador wifi” na energia e espetar um cabo LAN numa porta a internet vai brotar magicamente do aparelho. Partindo dessa ignorância considerações sobre diferenças entre APs, roteadores, switches, etc. ficam realmente esotéricos pro usuário final.
É justamente essa a razão do meu post. Como chamar tudo de “roteador” ficou generalizado e se você falar em “Access Point” o usuário geralmente vai fazer aquela cara de perdido eu acabei me acostumando a usar a terminologia leiga para me fazer entender. Só que aqui no blog eu preciso tomar cuidado com isso porque às vezes a diferença faz diferença no que estou dizendo. O termo “genérico” que eu (e todo mundo) deveria usar é “AP”, na falta de necessidade de roteamento para a explicação.
Sobre o sumiço do termo “modem”, esta semana um cliente, provavelmente justamente por isso, cansado dos problemas com o “roteador” da GVT, foi no comércio e comprou um roteador Wi-Fi novo para fazer ele mesmo a troca. É claro que não funcionou. Eu tive que explicar a ele que mesmo que ele tivesse comprado especificamente um “modem roteador Wi-Fi” ainda teria que configurar para a GVT. Não é só plugar e usar.
Mas um Access Point funciona tanto como “servidor” (recebe a internet por cabo e compartilha por wifi), como “cliente” (receber a internet wifi e transmitir via cabo), já um Roteador não funciona como Cliente.
Somente o AP que tem “modo cliente”, Daniel. Eu não estou certo de que esse modo seja algo garantido em todo equipamento vendido como AP.
E por outro lado, existe “roteador” que tem modo cliente pois é uma função do firmware e não do hardware. O DLINK DSL-2740e por exemplo, com firmware original da GVT não tem, mas quando você instala o firmware Totolink passa a ter.
1)Um roteador Wi-Fi pode funcionar como access point “oficialmente” (o firmware tem opção para isso) ou “na marra” (desligando o servidor DHCP e não usando a porta WAN). Mas nenhum AP pode funcionar como roteador.
2)Pelo fato de “access point” aparecer como uma função em alguns roteadores algumas pessoas podem ignorar que o access point existe como um produto separado. O danado é que como muitas vezes um AP custa o mesmo que um roteador Wi-Fi ou até mais caro e o fabricante não se esforça para explicar a razão, acabamos comprando um roteador Wi-Fi para usar como AP. Mesmo que seja “na marra”. A lógica diz que o AP que custa o mesmo que o roteador deve ser melhor que este, mas na falta de evidência é uma escolha difícil.
Tenho 3 equipamentos de rede atualmente na minha residencia. um roteador, puramente dito, um switch e um roteador+ wifi+switch integrado. Nem preciso dizer qual o que trava CONSTANTEMENTE.
Enquanto o roteador (um mikrotik rb750 a saber) tem uptime que ultrapassa os 30d, o switch só travou UMA UNICA VEZ nos mais de 1 ano de uso, essa bomba de roteador+wifi+switch trava religiosamente todos os dias, as vezes mais de uma vez por dia. Minha próxima aquisição em redes é um Ubiquiti Unifi AP. Depois que entrei no mundo dos equipamentos específicos faço questao de nao voltar pros “faz tudo-em-um” de baixo-custo.
Um switch comum travar uma vez em um ano eu já considero muito, mesmo se tratando de um switch barato. O normal é você esquecer que o switch existe. Mas sim, isso acontece. Minha primeira desconfiança seria fonte de alimentação.
Agora, o seu roteador Wi-Fi residencial travar todo dia é um exagero no outro extremo. Você está fazendo torrent por ele? O protocolo BitTorrent é o culpado número um da exaustão de memória em roteadores.
Ele está ligado como roteador ou como AP? Mesmo usando torrent, simplesmente usá-lo como AP pode acabar com os travamentos. Se como AP continuar travando é porque o aparelho tem um defeito. Isso não é normal mesmo em aparelhos baratos.
Tenho um RPi rodando um servidor de torrent e midia, mas ele esta no switch que esta no roteador. O roteador wireless esta como AP, mas mesmo estando so com os telefones ele trava religiosamente todos os dias. Acho que a qualidade dos roteadores wireless tem caido muito ultimamente, esse eh o segundo e continua do mesmo jeito. Minha proxima tentativa vai ser um AP de fato.
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É impressionante como arquitetos, engenheiros civis e pedreiros parecem ter horror a fios, assim como a massa das pessoas comuns. Do “puxadinho na laje” ao prédio com um apartamento por andar, passando pelo consultório chique, ninguém quer instalar tubulação exclusiva de dados. E convenhamos, só no puxadinho isso é compreensível. Estive em um consultório construído há dois anos onde supostamente se cobra R$1000 por dia de aluguel de uma sala e não parece haver jeito de passar um cabo de dados até o primeiro andar.
Há uma crença generalizada de que “wireless” é infalível a solução de todos os problemas de comunicação. Talvez por ser “o novo”, o “moderno”. E quando os problemas inevitavelmente aparecem dá trabalho explicar que não é.
Ao contrário da conexão por cabo…
…a velocidade do Wi-Fi cai com a distância e os obstáculos. Não adianta ter uma banda de 25Mbps se naquela sala o Wi-Fi só chega com 5Mbps [1];
…a velocidade do Wi-Fi é muito influenciada pela qualidade do roteador. Não é à toa que o preço de roteadores Wi-Fi “domésticos” varia de R$60 a R$350;
…a banda do Wi-Fi é dividida entre todos os usuários conectados. Ou seja, aquela banda de 5Mbps que chega àquela distância ainda tem que ser dividida com todo mundo ali. Não adianta ter 20Mbps sobrando no modem; [2]
…Wi-Fi sofre interferência dos seus outros roteadores, dos roteadores dos vizinhos, de telefone sem fio, bluetooth, forno microondas, lâmpadas fluorescentes e fases da lua!
…equipamento Wi-Fi dá defeito com maior freqüência. Em comparação, switches cabeados parecem quase imortais;
…todo ano parece haver um problema novo com Wi-Fi que pode requerer atualização do equipamento ou até que você jogue tudo fora. Switches ethernet existem há quase duas décadas e nunca houve uma razão para “atualizá-los” e muito menos jogá-los fora em massa;
…sua rede Wi-Fi é naturalmente vulnerável a invasão por vizinhos, concorrentes e outros desafetos externos;
…sua rede Wi-Fi é naturalmente vulnerável a interferência proposital. Um adolescente entediado, “amigo” dos seus filhos, pode estar neste momento tentando provocar um DoS na sua rede sem fio só para ver a sua angústia (“for the lulz“).
Resumindo: Wi-Fi é exclusivamente conveniente. Não é confiável, nem seguro.
[1] Está achando pouco? Ontem mesmo eu acompanhei um cliente fazendo um teste com um playstation. A velocidade medida do Wi-Fi, a quatro metros de distância, sem obstáculos, com um D-LinK DSL2740e (que é considerado um bom roteador, com teóricos 300Mbps de Wi-Fi) deu pouco mais de 8Mbps numa conexão contratada de 15Mbps. Espere por muito menos que isso (0.5Mbps, por exemplo) se as condições forem menos que ideais. Cabo oferece a mesma velocidade a um metro e a cem metros.
[2] Rigorosamente falando a banda por cabo também é dividida, mas aí você está dividindo a banda completa contratada e não a fração que chega ao recinto.
Walter, eu pensei que “fases da lua” era o cúmulo do absurdo. Me enganei. O Wi-Fi doméstico ser perturbado pela passagem de aviões é ainda mais insano!
Eu esqueci de acrescentar à lista a posição das portas da casa!
O amigo e vizinho José Carneiro colocou portas de alumínio na casa toda. As paredes são todas de tijolo, sem ferragens, mas quando ele fecha a porta do quarto, onde está o roteador, o media player na cozinha começa a engasgar. E a porta não está (ou não parece estar) no caminho entre os equipamentos.
Aqui em casa também todas as portas são de alumínio mas como passei cabo pela casa toda, isso geralmente não é problema, exceto quando estou com o celular no banheiro. Com a porta fechada não tenho nem Wi-Fi, nem acesso celular.
Até ai normal e esperado, a porta de alumínio serve se refletor passivo. E ai podem acontecer coisas muuuuito estranhas, do tipo, fechou a porta, o sinal some em um lugar mas melhora em outro por causa da reflexão do sinal.
Depois do que você falou o problema do meu amigo passou a fazer mais sentido. Eu achei que o sinal estivesse sendo bloqueado pela porta fechada, mas agora me parece que ele estava sendo “ajudado” pela porta quando estava aberta. O ângulo entre os três faz algum sentido
Eu não gosto delas. Além do problema com Wi-Fi são frágeis e incrivelmente barulhentas principalmente para quem gosta de assistir a filmes com som alto. Mas tem duas características que as tornam atraentes:
Poxa, não acho bonitas. Mesmo. E portas de madeira de boa qualidade também não dão cupim. Sem contar que a acústica de portas de alumínio deve ser um lixo…
E segundo a Apple, que fabrica os dispositivos mais afrescalhados do planeta, a lista é ainda maior. Eles só não incluíram “segurar errado” na lista, por alguma razão.
Curiosamente, eles listam paredes de gesso como tão problemáticas como as de concreto. Isso eu não imaginava.
Aviões são um poço de radiação. Os de motores a pistão geram RF pela fagulha das velas e funcionamento dos magnetos (que fazem a geração e distribuição de alta tensão). Os com motor a reação, nas fases de decolagem e pouso, ligam os “starters”, que são os equivalentes às velas e usados para dar inicio à combustão.
Na minha casa, o sinal da TV digital também some quando carros mais antigos passam na rua. Acredito ser o mesmo efeito causado pelo sistema de ignição deles.
Nesse caso, o sinal de RF da TV deve estar paupérrimo ai, a ponto de o ruído de ignição de um carro velho conseguir “apagar” sua TV. Recomendo um bom check-up na antena. Quem sabe até mesmo um booster mas de marca boa.
Ah.. e não caia na conversa de “antena especial/própria para tv digital”. Qualquer antena de UHF de boa qualidade, funciona. Se em sua cidade o sistema já for UHF, não precisa trocar a antena, a menos que ela esteja muito deteriorada pela ação do tempo.
Sim, sim. O sinal é ruim mesmo. A própria TV tem uma página de configuração que mostra isso. Ela fica bem no limiar entre conseguir decodificar o sinal e não, então quando os carros passam, ela passa de um lado do limiar para o outro.
Como não sou muito de ver TV, alguns segundos de falha quando passa um fusquinha não são razão suficiente para investir em uma antena melhor.
Um problema extra do Wi-Fi é a quantidade máxima de dispositivos conectados ao mesmo tempo. Em teoria o protocolo suporta absurdos 2007 dispositivos mas na pratica cada conexão requer um naco extra de memória RAM, que é limitada. Então eu não me surpreenderia nem um pouco se roteadores domésticos estiverem derrubando conexões ou até mesmo travando com 10 usuários. A D-link recomenda 15 como o número máximo do DIR868L, que ao custo de R$882 não é o que eu chamaria de roteador vagabundo. A resposta é a mesma para o DIR-850L e para o DIR-510L.
Este testemunho diz que o Netgear WNR614 simplesmente deixa de aceitar conexões depois de entre 25-30 dispositivos conectarem. E que basta um usuário desligar o Wi-Fi do telefone para que outro possa se conectar. É certo que tal roteador é um modelo de 2014 mas já é um 802.11n (300Mbps) e muita gente tem em casa e no escritório equipamento mais velho que isso
Tem o mistério dos roteadores TP-LINK de 59,90 usados em praças de alimentação de shoppings, os quais aceitam os 254 dispositivos (!!) com o release DHCP configurado pra zerar a tabela cada 24 horas (!!!). Depois o pessoal se pergunta por que a internet é tão impraticável nesses lugares.
Rapaz, se eu fosse obrigado a usar uma solução dessas pelo menos configuraria o “lease time” para uns 30 minutos. 24h é praticamente pedir para que não funcione.
Se bem que tanto faz. Nenhum roteador de 59,90 vai dar conta da carga. Dificilmente sequer tem controle de banda!
Me lembrei de uma coisa agora: por causa desse possível problema ao manipular muitas conexões pode ser mais sensato para quem precisa lidar com isso usar um desktop ou notebook velho como roteador da rede. Se for usar também como access point precisa também se assegurar que os drivers do adaptador Wi-Fi conseguem lidar com muitas conexões, mas ainda assim pode ser uma melhor idéia do que sair comprando roteadores sucessivamente mais caros até achar um que agüente o tranco.
Jeferson, o que me diz da marca TP-Link, e especificamento do modelo Roteador Wireless Gigabit Dual Band AC1750?
Tenho um destes e começou a falhar. Não sei se um reset completo e reconfiguração ajudaria.
Obrigado.
Tenho um e ele nunca me deu dor de cabeça e nunca precisei resetar ele para que a rede wifi voltasse a funcionar. No meu caso ele faz o que tem que fazer sem falhar. E ainda consigo uma boa velocidade na transferência de arquivos.
Quando estou na rede 5G a velocidade é excelente, ainda mais usando uma conexão VIVO FIBRA de 100M.
Porém o sinal da rede 5G é que está ruim. Meu quarto fica no fim de um corredor de não mais que 4 metros, e o roteador está no meio deste. Entre o quarto e o roteador, somente uma parede.
Mesmo assim o sinal oscila.
Vou ver o que posso fazer.
Obrigado.
Este blogueiro, que trabalha com projeto de redes, afirma que “você vai ter sorte se conseguir colocar 10 usuários em um roteador doméstico”. E conta um caso de uma escola que instalou mais de uma centena de access points Linksys (marca doméstica) e acabou tendo que dedicar um funcionário a ficar o dia inteiro dando reset neles.
“O dia inteiro” pode parecer demais, mas não é. Se forem exatos 100 roteadores e o funcionário levar apenas 4 minutos para se deslocar até cada roteador e alcança-lo, já são aproximadamente 6 horas e meia de trabalho. Lembrando que se o roteador é instalado como roteador (e não como um AP), não é possível resetá-lo de um lugar central porque por segurança você não tem acesso ao setup via porta WAN. Em alguns modelos pode ser possível liberar esse acesso, mas não é o “normal”.
Em casa eu fiz isso aboli o wi-fi no meu pc, foi a melhor coisa. Só não é a melhor coisa do mundo porque agora a internet lá chega via rádio, mas é uma rede minha, e o roteador é uma mikrotik, pelo menos é coisa pra uso sério. O problema que estou tendo é que não consegui sinal bom em 5.8GHz, estou usando em 2.4GHz por enquanto (e sofrendo interferências adoidado) até ter um tempo e poder verificar tudo novamente nas antena de 5.8GHz.
E o sinal deveria bombar! É relativamente perto e uma antena literalmente enxerga a outra.
Isso mesmo! Wi-fi é uma conveniência que cobra um preço ALTO! Minha banda larga é VIVO (antiga GVT). Contratamos 35 mega e consigo os 35 no cabo ethernet. No wi-fi dá menos de 5 mega.
Tenho ainda um conversor de internet pela rede elétrica que chega a dar 15 mega.
Eu não usaria, mas tenho certeza que muitos clientes iriam preferia pagar isso a cortar paredes. E olha que cortar as paredes em apartamentos provavelmente vai ser muito mais caro!
Em casa na última reforma consegui cabear quarto e sala. Tenho curiosidade de testar rede pela fiação elétrica, qualquer dia compro pra saber o resultado na prática. Outra coisa que me irrita muito é ver fotos de arquitetos mostrando sala de home theater, aí ta la na foto os aparelhos e ZERO fios.
Eu até entendo que eles coloquem tudo ali sem os cabos nas fotos só para “dar uma idéia de como fica”. O problema é que a maioria parece esquecer que sem fio é só nas fotos mesmo!
Ou então o arquiteto acha que não é trabalho dele pensar nisso e joga para o engenheiro ou mestre de obras. E ambos costumeiramente acham que não é responsabilidade deles pensar nisso também.
Ou pessoa como eu. Não deixei o pedreiro passar um tubo se quer nas paredes.
Eu mesmo fiz. E o método foi o seguinte, em cada cômodo botei um banquinho no meio e sentei e fiquei imaginando o como seria a coisa depois de pronto, onde ficaria cada coisa, cada ponto de contingência, etc.
Resultado, tenho tubulação separada pra tudo, energia, cabos de rf e dados/telefonia.
p.s. eu *tive* que fazer login pra dar 5 estrelas pra esse comentário seu!
Minha abordagem é um pouco diferente. Eu também avalio onde é mais provável que as coisas vão ficar, mas por padrão eu rasgo as paredes de um canto a outro com tubulação de dados e energia e coloco uma caixa a cada 2 metros. A maioria fica com tampa cega.
Preço da caixa: R$1
Preço da tampa: R$2
Multiplicado por 10 em um recinto pequeno: R$30
A certeza de ter um ponto de energia e dados a não mais que 1 metro (para cada lado) de qualquer lugar onde eu decida instalar algo: não tem preço
Eu também prefiro cabo de rede ao WIFI, mas eu gastei um bom dinheiro no roteador WIFI dual band, que uso com AP, e com ele (tenho um TP Link Archer C7 há alguns anos) que consigo conexões de até 700MB (no notebook chega perto disso), o máximo dele teórico é 1300Mbits, e só uso o WIFI para os celulares, notebook, e uma das minhas TVs 4K (por enquanto, talvez eu puxe o cabo para ela) e minha rede é toda gigabit, pena que os cabos são cat 5e, na época os cabos cat 6 eram muito caros, mas ligo um computador diretamente no outro usando um cabo cat 7.
O que eu observei, é que assistir filme em 4K (baixado da Internet e disponibilizado na minha rede interna) faz a rede WIFI atingir o seu limite, e às vezes ele dá umas travadas, com Netflix 4K roda mais tranquilo.
Quando eu troquei o piso de madeira aqui do apartamento por cerâmica e granito aproveitei e passei eletrodutos em várias direções para facilitar a minha vida com cabos de rede, cabos Sky e TV coletiva e etc, e hoje tenho pontos para isso a vontade, me deu um bom trabalho (eu mesmo que fiz, também não confio nos pedreiros para isso) mas atualmente isto me poupa muito aborrecimento.
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Esse é um fator que eu ignorava mas nas últimas semanas percebi que vou ter que ter sempre em mente ao tentar entender os problemas de internet dos clientes. Embora a velocidade recomendada para assistir a um filme HD Netflix seja de meros 5Mbps, isso salta para 25Mbps em UltraHD (4K).
Esses números da Netflix podem ter algum exagero. Em 2014 a Neflix supostamente recomendava 20Mbps dizendo que eram 16Mbps para o stream e alguma sobra. É possível que um plano de 15Mbps esteja mais ou menos no limite e por isso eles recomendam o próximo (geralmente os planos dos provedores saltam de 15 para 25Mbps) mas é preciso ter em mente que 15Mbps só garantem um stream 4K e que isso pode afetar e ser afetado por outras atividades de outras pessoas na rede.
Mais ainda: é preciso checar a banda máxima do Wi-Fi. Não adianta ter uma conexão de 25Mbps se você quer ter a conveniência do Wi-Fi e o roteador não dá conta, Vários são os possíveis problemas quando você não quer ou não pode usar conexão por cabo.
Eu já não gostara do filme anterior e depois da crítica ter massacrado este eu estava com uma expectativa baixíssima. Fiquei o tempo todo esperando pela cena que ia me fazer dizer “não, isso é idiota demais!” mas ela não veio. Sim, o filme tem absurdos do começo ao fim e alguns problemas de enredo que se removidos deixariam o filme melhor mas, apesar de eu também não ter gostado do “novo casal”, conseguiu me entreter.
Eu sei que é complicado falar de problemas de roteiro em um filme que tem tubarões zumbi que dão saltos acrobáticos no ar mas vamos lá:
Como é que o navio do então jovem Jack Sparrow pôde surpreender Salazar? Ele estava inteiro, com todos os mastros e as velas infladas. Não é possível que a tripulação de Salazar pudesse ter achado que o navio tinha sido destruído na batalha;
Barbossa diz que o Pérola Negra é o mais rápido dos navios, mas eles são alcançados por Salazar, pela marinha inglesa e, muito pior, pela tripulação de Jack em um bote a remo.
Mas o cabelo de Salazar não deixa você pensar em outra coisa
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Convenhamos, os mocinhos enchem o saco. Em Justice League: Crisis On Two Earths (Liga da Justiça: Crise em Duas Terras, 2010) James Woods dá voz a uma versão paralela ainda mais insana do Batman (você não acha que o “nosso” Batman é “normal”, acha?) que merecia ainda mais tempo de tela. Ouvir os diálogos dele com a “namorada” e depois com o Batman é o melhor do filme.
Mas os poucos segundos da versão paralela do Coringa também são memoráveis e a qualidade da animação está acima da média das produções direto-para-DVD. Recomendo!
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Mask of the Phantasm é um filme “velho”, pós “Ano Um“, que não se encaixa em nenhuma “storyline” do Batman da qual eu me recordo. Mas nele a estória tem mais destaque que as lutas e você sempre pode encará-lo como uma estória de “universo alternativo”. A animação é boa, melhor até do que a de muitos filmes novos, e tem um bom elenco, incluindo Mark Hamill (Star Wars) dando voz ao coringa.
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Na maior parte do filme eu devo ter ficado com um sorriso no rosto sem perceber, mas na metade eu estava mesmo dando gargalhadas. Tem alguns diálogos e situações memoráveis. A animação tem boa qualidade e embora a voz de Melissa Raunch (The Big Bang Theory) pareça estranha em Harley Quinn no início, tem horas que você acha que é a voz perfeita para a personagem. Gostei também da música.
Mas quem é fanboy do Batman, do tipo que fica alfinetando fãs do Superman no Youtube, provavelmente não vai gostar. Não é um filme para se levar a sério.
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Poderia ser excelente, se não fossem os vários buracos no roteiro. Por exemplo (cuidado, spoilers):
A espantosa demora para invadir o apartamento de Karen não apenas uma, mas duas vezes;
E depois da primeira invasão, quem removeu os miolos do porteiro da parede para Adrian não ter visto quando subiu?
E os outros moradores? Karen era a única moradora de todo o prédio em um país com excesso de população? E precisava de porteiro?
Quarta teve uma grande idéia que a permitiu usar uma arma e mesmo sabendo que ainda não tinha se livrado dos perseguidores joga a arma fora?
Como Adrian pôde testemunhar um procedimento que supostamente era altamente secreto? Eu entendo que ele entrou no lugar de outro agente, mas eles só checam a identidade do defunto?
Se Sábado era virgem, como Adrian não notou se ele já tinha relações sexuais habituais com Segunda? A propósito, essa tradução dos nomes é de doer.
Como depois daquela explosão e do fogo o corpo de sexta sai em um pedaço só e reconhecível?
E a queda dentro da lixeira vazia? É feita de borracha?
Como ninguém nunca suspeitou que a criogenia era conversa fiada? Sustentar uma mentira dessas por 30 anos requer uma conspiração muito grande. E gente demais “do baixo escalão” parecia saber.
Mas gostei da direção (exceto na cena da captura inicial de uma criança, que foi muito mal encenada), da interpretação múltipla de Noomi Rapace e até da originalidade do roteiro.
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Mas vale a pena assistir por retratar um dos eventos mais conhecidos do universo DC.
O roteiro desse filme consegue ser muito mais absurdo que a estória em quadrinhos original. Pelo menos considerando o que me lembro do original. A pior parte são as batalhas inicial e final onde Superman (logo ele) parece acreditar que todos os prédios de Metrópolis são apenas decoração, não existindo ninguém dentro deles. E a baixa qualidade da animação chega a ser ridícula em alguns momentos.
Cenas memoráveis:
Superman faz uma cirurgia cerebral (memorável até por ser tão absurda);
Me xingue por ser “politicamente correto” se quiser, mas por que tem que ser um “homem que põe a mão na massa”? Uma mulher não pode se divertir de montão com um martelete desses? Conheço várias que iriam pirar e sair detonando as paredes da casa. Seria legal se o título fosse “Sugestão de presente para uma pessoa que põe a mão na massa: Martelete”.
Rapaz, me chame de preconceituoso, mas isso não parece realista porque não conheço nenhuma
Mas adoraria conhecer
Para mim os estereótipos são assim:
Mulher que gosta de pôr a mão na massa faz bolo.
Homem que gosta de pôr a mão na massa vira cimento.
Mulher, até por impulso sem saber quando e se vai usar, compra sapatos.
Homem, até por impulso sem saber quando e se vai usar, compra ferramentas.
E não, eu não presentearia uma mulher nem com uma pá nem com uma forma de bolo. Isso pelo menos eu consegui aprender
Mas em respeito às exatas zero garotas que acompanham meus blogs eu vou mudar o título (mas não o link)
Mas falando sério agora, o martelete é uma ferramenta pesada. A maioria das mulheres que conheço não tem o físico nem para segurá-lo na posição desligado e muito menos para absorver os impactos da operação. Mas tendo dito isso, aqui em casa minha mãe de 72 anos faz cimento e assenta tijolos.
Pois, são raras mesmo. Mas eu conheço algumas. Que inclusive enchem laje. Cosidiloco!
Isso é uma coisa que está na minha lista de ferramentas a comprar faz um tempo. A saber as cinco primeiras dessa lista que está por pouco pra ser reciclada:
1) Compressor de ar (tenho um pra reformar, comprei no mercado livre)
2) Serra circular manual de 7″ (estou com uma by “shopping center” só aguardando o induzido voltar do rebobinamento)
3) Plaina elétrica (comprei duas detonadas no ML, consertei uma, vou vender e consertar a outra pra ficar)
4) Martelo rompedor ou martele (ainda em desejo)
5) Tupia manual (ainda em desejo)
Aqui quando fiz toda a tubulação, como a obra estava vazia, fiz todos os cortes de tubulações com uma esmerilhadeira angular e disco diamantado. Faz um poeirão dos diabos, mas também fica moleza! Basta dois cortes na distancia exata que quer o buraco e depois vir destacando o bloco com uma talhadeira fina, basta encaixar e fazer alavanca.
O martelete está nas posição de próxima compra, tem um servicinho aqui que não estou nem um pouco a fim de fazer na talhadeira e marreta.
Como meu uso não é profissional e em constante, eu estou de olho neste aqui já faz um tempo:
https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-912236686-martelete-furadeira-rompedor-profissional-850w-sh-110v-_JM
Você editou este comentário, certo?
Porque eu achei ele agora na lista de moderação, dois dias depois de você ter comentado. Mas ele não havia sido sinalizado assim quando você postou. Isso geralmente ocorre quando o comentário é editado.
Sim, foi editado pois a besta aqui tinha colado link errado. Mas bizarramente, o comentário aparecia aqui pra mim.
“SONGHE TOOLS”?
Você tem experiência com essa marca?
Uma vez eu vi o teste de uma esmerilhadeira chinesa no balcão de uma loja daqui e me espantou como aquilo pode ser chamado de esmerilhadeira. Só pelo barulho que ela fazia ligada já dava para perceber que era um brinquedo para dar de presente ao Ken (ou à Barbie, se preferir). Agora fico desconfiado de toda ferramenta de marca que não conheço.
Já vi uma furadeira com essa marca e não achei ruim, como eu disse e uso muito pouco, não acho vantajoso investir R$500,00 num martelete Makita, pra ficar a maior parte do tempo na prateleira aqui pegando poeira.
Mas o que você quis dizer com: “perceber que era um brinquedo para dar de presente ao Ken (ou à Barbie, se preferir)”???
Eu acho que o presente seria mais apropriado para o Ken, mas se você compartilhar a opinião de Walter, pode presentear sua namorada Barbie.
Eu ainda vejo mais utilidade na “furadeira king size” que no martelete dedicado, mas pelo baixo preço dessas ferramentas chinesas, acho que pode-se tentar ter os dois.
Quanto à tupia da lista de desejos, uma dica: eu tenho uma Black and Decker de coluna com 1.300 W, mas acho pesada e forte demais. Tudo precisa estar bem fixado a uma base horizontal, eu uso as duas mãos na tupia e ainda acho difícil manter bom controle. Também não consigo fazer nada na vertical, como um rasgo para fechadura.
Para minhas atividades de marcenaria como hobby, acho que uma pequena, que chamam de “trimadeira” ou “tupia laminadora” seria mais adequada.
Eu me encaixo no padrão, também tenho uma certa “tara” por ferramentas, que no final ficam guardadas no armário, e fiquei interessado na furadeira com rompedor, mesmo que não tenha a menor ideia quando precisarei desta função (já precisei uma vez e consegui uma dedicada emprestada). E uma coisa bem rara é encontrar mulher que goste de eletrônica.
Se eu morasse numa casa (tivesse espaço) já teria uma furadeira de bancada, talvez uma pequena fresa, e mais algumas coisas!