Assim como Gods and Monsters, essa não é uma animação típica, mas The Flashpoint Paradox é melhor em quase tudo. Animação, roteiro, direção, vozes… A estória se passa em uma linha de tempo alternativa onde Bruce Wayne morreu, Superman nunca existiu, a liga da justiça nunca se formou e uma guerra entre Atlantis e as Amazonas lideradas por uma Diana que de Mulher Maravilha não tem nada devastou a Europa, provocando mais de 100 milhões de mortes. Heróis e super-heróis morrem como moscas. Essa é seguramente um das melhores animações do universo DC.
O fato de toda a batalha se passar no gigantesco cemitério europeu torna a estória ainda mais fácil de digerir. Além do fato de já começarmos com o realismo de milhões de mortos não é preciso aturar aquelas batalhas absurdas de animações típicas como em Superman: Doomsday.
Esta não é uma animação de “super heróis” típica. A classificação de PG-13 não é à toa, porque dificilmente você vai querer que seu filho de 8 anos assista a tanta violência. O filme não chega a fazer questão de ser brutal e certas mortes são apenas “sugeridas”, mas o que não falta são pessoas sendo atravessadas por espadas e queimadas vivas.
É um estória de “universo alternativo” onde Batman, Wonder Woman e Superman são significativamente diferentes. A qualidade da animação é a básica que se espera de uma produção direto-para-DVD, mas gostei da direção, dos personagens e do roteiro, embora ache que o objetivo do vilão poderia ter sido melhor elaborado. Muito melhor uso do meu tempo que aquele desastre que é Wonder Woman 2017. Claro, eu julgo animações com outro conjunto de critérios e certas situações eu poderia rejeitar em um filme com atores de carne e osso.
Juntamente com o filme, uma série chamada “Justice League: Gods and Monsters – Chronicles” com três curtas de 6 minutos cada foi disponibilizada de graça no Youtube. O de Batman está bem no “espírito” do longa e é o único onde dá para entender o que se passa mesmo sem legendas. Eu nunca vira uma Harley Quinn assim.
Faz tempo que não assisto nada com legendas em português mas hoje eu estava na casa de um amigo e esbarrei no S11E03 de The Big Bang Theory que eu não havia visto. Estava com legendas em português e logo nos primeiros minutos o personagem diz que eles precisam escolher um fim de semana tedioso e sem eventos para o casamento e a legenda diz o oposto. E olha que segundos depois a legenda anunciava orgulhosamente que se tratava de um “trabalho em equipe”.
Quem depende de legendas “não oficiais” em português não faz idéia do quanto elas distorcem o enredo.
Existem legendas & legendas, legenders & legenders, equipes & equipes: tempos atrás uma equipe de legendadores “amadores” PROVARAM que as legendas deles para um filme (não me lembro mais qual) eram MELHORES que as “oficiais”… e também que empresas estavam usando suas legendas em filmes deles na hora de legendar… existem excelentes equipes. A gente com o tempo acaba conhecendo e pegando confiança nas pessoas/equipes certas.
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É inacreditável. Não pensei que conseguiria. Acho que “o truque” foi ter começado com a expectativa bem baixa e considerando o filme nada além de uma comédia.
Não, isso não significa que eu “gostei”.
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Tem um monte de coisas que não fazem sentido na trama, mas eu fiquei entretido o bastante para não me incomodar. Gostei da direção, da música, do elenco e dos personagens.
Gostei da comédia e da interação entre os dois personagens principais. Já a direção me incomodou nas cenas de luta, mas se você assistir como comédia não vai se incomodar tanto, até porque tem situações absurdas demais para você levar o filme a sério.
O trecho onde o personagem de Samuel L. Jackson questiona qual dos dois seria o cara “mau” aos olhos de Deus é inspirador. E Salma Hayek está envelhecendo muito bem o_O. O engraçado é que eu assisti ao filme inteiro achando que o ditador era “parecido” com Gary Oldman e só vi agora que é o próprio. Ele está diferente.
Aproveitando para criticar a idiotice tupiniquim, a versão em português do título é ridícula. Existem títulos que são quase intraduzíveis porque só um nativo vai entender, mas esse não é um deles. “O guarda-costas do matador” explica exatamente do que se trata e o público brasileiro vai entender, além de preservar a singularidade do enredo.
E com um efeito inesperado: os sintomas da minha intolerância a lactose foram bastante reduzidos.
Um mês atrás eu fui parar no hospital depois de seis horas tendo vertigem. A suspeita era de que eu tivesse labirintite. Como eu tomava muito café (entre um litro e um litro e meio por dia, quando em casa), todos os dedos foram apontados para isso e eu decidi parar até fazer os exames. No primeiro dia eu senti mais falta, mas substituindo por chá isso não chegou a ser um incômodo. O único sintoma que tive de uma possível abstinência foi uma dorzinha leve no topo da minha cabeça dia sim, dia não, que só incomodava quando eu me movia, por uma semana.
Vendo como foi simples me livrar da vontade de tomar café, decidi tentar com outras coisas. Estou há 15 dias sem tomar refrigerantes e comer doces. Eu passo pela caixa de paçoca, pelos biscoitos recheados e panettone na cozinha e nem dou atenção. Também está sendo mais fácil do que me parecia. Eu não sinto como se estivesse me privando de algo pois é mais como se eu estivesse deixando de desejar algo de que meu cérebro não precisa realmente para se satisfazer. Eu li em algum lugar que “açucar vicia” e que se você conseguir se livrar dele por tempo suficiente você pára de desejar doces. Aparentemente é verdade.
Outra coisa que aproveitei para mudar foi meu horário de dormir. Compelido pela necessidade de fazer exames que precisam ser feitos pela manhã, há 15 dias eu estou dormindo no período das 23h às 7 da manhã. Um recorde que não conseguia há anos.
Meu próximo passo é reduzir a quantidade de adoçante que tomo, porque aparentemente isso também vicia (ou, no mínimo, “dessensibiliza” o paladar). Meu objetivo é conseguir tomar chá sem nada adicionado (nem mel) e achar “bom”.
Quanto à intolerância à lactose, pode ser coincidência ou outro fator e eu não possa dar certeza ainda de nada. Só o tempo dirá. 30 dias é muito pouco.
O resultado do meu exame otoneurológico saiu hoje. Não tenho labirintite. Um dos vários indicadores disso é que minha audição está normal. Mas não vai ser por isso que vou voltar a tomar café. A médica me disse que, como sempre, a culpa pode ser do meu sedentarismo. Andar, correr, dançar, nadar, faz bem para o labirinto. Mais um motivo para que eu continue a evitar os refrigerantes e doces, porque se eu perder peso (devo ter algo entre 80 e 90 quilos) e voltar ao meu perfil “musculoso” de 73 quilos, todo exercício fica mais fácil.
O sucesso ocorre quando se atinge o poder de moderar.
Penso que uma xícara de café por dia não deva deixar ninguém doente.
O mesmo ocorre com o refrigerante mas em maior tempo, tipo uma vez por mês.
Vinho, chocolate, bolacha, sorvete, etc.
Tudo bem moderado deixa a gente mais feliz e não faz mal.
O extremo oposto, ou seja, beber água demais, também pode fazer mal á saúde. Em pessoas saudáveis, o rim filtra em média 800 a 1000 ml de água em uma hora. “Não há risco de passar mal com quantidades de água que não excedam esses valores”, afirma a nutróloga Andrea Pereira, do Hospital Israelita Albert Einstein. “Já quantidades superiores a 3 ou 4 litros de água por hora podem aumentar o risco de hiponatremia, que é a queda do nível de sódio sanguíneo, podendo causar torpor, confusão e até convulsões”.
Esse texto ai acima lembra de outra coisa que é necessário, mas tem que ter cuidado. O sódio.
Eu sou hipertenso, tenho que tomar vasodilatador, mas pode se ver que se de alguma forma você banir o sódio e ingerir menos que o recomendado, terás problema justamente com a… água!
Mas vamos ao café… nunca gostei de tomar café, mas recentemente ganhei uma cafeteira expresso, dessas que usam cápsula, quebrada de uma amiga, ela ia jogar fora e eu falei, eu quero. Consertei a dita cuja e digamos que passei a tomar um expresso curto a cada dois ou três dias. Não me afetou em nada negativo, mas percebi que quando você esta em uma tarefa entediante ou que é fácil perder a atenção, o café ajuda um pouco.
E o açúcar… a menos que a pessoa seja um diabético, um pouco de açúcar na dieta é necessário, pois afinal é dele que retiramos energia. Basta lembrar que vários outro alimentos são convertidos em açúcar durante o processo digestivo. A exemplo o amido que no final do processo digestivo, vira glicose.
Então vem a conclusão, a menos que você tenha alguma alergia ou restrição muito grave de alguma coisa, corta-la completamente do cardápio sem saber fazer a reposição por algo equivalente, pode fazer mais mal do que bem a longo prazo.
Eu estou a uns 15 dias sem café mas por problemas de gastrite.
Não considerava que era tanto a causa mas o café era um veneno pra mim, já fiz endoscopia em 2015 e eu estomago estava bem ferido por dentro, na época diminuí o café tomei os remédios indicados e tal e resolveu.
De uns meses pra cá voltou a toda doendo quase 24h/dia, comprei os mesmos remédios e nada resolveu, então resolvi cortar o café (logo pela manhã eu tomava café com estomago vazio), em uma semana já quase não sentia mais dor.
Não sarou 100% mas 90%, e eu não estava tomando tanto café quanto tomava antes, então no meu caso preferi cortar mesmo o café totalmente.
Irei voltar a tomar um café depois do almoço e tal, mas já me entupir de café logo pela manhã como eu fazia, não faço mais.
Eu não tenho certeza de quanto eu bebia. Eu me baseio pela quantidade de vezes que eu enchia a garrafa. Não era menos de um litro porque eu fazia café todo dia e não eram mais que dois porque mesmo nas ocasiões em que eu tinha que fazer café duas vezes, era sempre no final do dia, sobrando muito para o dia seguinte.
O mesmo está acontecendo com o chá. Estou tomando mais de um litro por dia.
Que eu tenha notado, não. Mas eu não esperava mesmo emagrecer só com essas medidas. Estou é de olho nas minhas taxas. Meu exame de sangue em outubro deu 98mg/dl de glicose e o “normal” é de 60 a 99. Em 2013 estava em 88. Gostaria de ver isso abaixo de 80.
Já começou a fazer exercícios?
Ainda não. Uma coisa de cada vez. Algumas pessoas não conseguem administrar várias mudanças simultâneas e no final nenhuma delas dá certo, causando frustração. Eu sou uma delas.
Compra uma MTB ou uma SPEED e sai para pedalar “cabra da pexte”… rsrsrs
Já tenho bicicleta. Parei de usar quando tive minha primeira crise na coluna lombar. Mas ela é minha segunda opção de exercício. A primeira é usar a piscina, mas para isso eu preciso tornar o exercício menos desconfortável e a primeira experiência é comprar uma roupa de neoprene. Minha piscina não é aquecida e é difícil se concentrar no exercício quando você está batendo os dentes de frio nos primeiros minutos.
Um ano sem tomar café. Não consegui ainda me livrar do adoçante.
Voltei a comer doces, refrigerante e pão desde a viagem para a Europa em agosto, porque manter um regime durante as férias ia ser um complicador a mais. Ainda preciso voltar ao regime.
Mas curiosamente voltei da viagem pesando um quilo a menos (a atividade constante deve ter compensado o descontrole alimentar) e perdi mais um quilo nos últimos 20 dias. Estou com 80.5 agora e meu objetivo é reduzir pelo menos até 73, que é o quanto eu pesava há 15 anos, durante o período que frequentava academia.
3 anos sem tomar café! Eu queria isso também Jeferson. Me conta como foi sua primeira semana e primeiro mês e o que sente agora por evitar isso? Eu tentei uma vez parar de tomar café, em um< mês, mas quebrei o desafio quando voltei a trabalhar. Quero tentar parar de novo. 48h já.
30 dias sem tomar qualquer substituto (chá, chocolate, etc).
Ainda não consegui me livrar do adoçante, mas só de ter parado com os substitutos do café minha quantidade de adoçante ingerida durante o dia caiu significativamente.
Tive que fazer novas alterações porque há meses eu tinha deixado de lado o chá e passado a tomar chocolate quente como substituto do café (nada saudável, eu sei). Com o confinamento da pandemia meu peso voltou a bater nos 87Kg. E atribuí isso em parte à falta de movimentação (parei de andar de ônibus) e ao acréscimo de calorias do chocolate.
Iniciei um novo regime de fome, mais severo que o de 2018, e perdi 8kg no primeiro mês. Estou com 78kg agora (menos do que pesava no final daquele ano) e minha próxima meta é chegar aos 73Kg.
Tive que fazer ajustes no regime, porque um exame de sangue que fiz por outra razão mostrou uma leve anemia e deficiência de proteínas. Estou comendo um pouco mais, mas só alimentos que reforçam o teor de ferro e proteína (carne vermelha, ovos, coentro, etc). Não espero mais perder 8kg por mês, mas ainda estou perdendo peso.
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Um possível novo cliente entrou em contato pelo Whatsapp. Como ele fora indicado por um amigo que certamente não disse a ele que eu cobro por hora a segunda resposta que dei a ele foi o custo da minha visita, antes mesmo dele me perguntar. Então ele me perguntou:
E quanto seria para fazer um diagnóstico?
O que me lembrou imediatamente das tabelas de preço de alguns veterinários (clique para visitar a fonte):
Se eu vivesse me deslocando de um lado para outro da cidade e “dar uma olhadinha” significasse apenas um desvio de alguns minutos (considerando trânsito e estacionamento fáceis) eu até “poderia” fazer orçamentos sem compromisso. Mas não é assim que eu trabalho. Se eu tiver que me deslocar o valor é o mesmo para “fazer um diagnóstico” ou para resolver o problema.
Complicado trabalhar na área técnica, cliente sempre acha que tudo é coisinha simples (se é tão fácil porque ele mesmo não arruma?).
De vez em quando chega cliente aqui com computador ou notebook todo destrinchado pra eu só dar uma olhadinha que é coisa atoa que acham que vou arrumar só de passar o olho, esse tipo de cliente já dou um jeito de dispensar que sei que não vai dar valor no serviço.
Falando em suporte Jefferson: você também é o “cara de tecnologia” da família? No meu caso ocorre que como sou a pessoa que mais manja de tecnologia todos os meus parentes querem que eu arrume um tempinho para ajeitar/configurar PCs, impressoras & periféricos, celulares, etc. E claro que querem de graça… rsrsrs
Esse problema eu não tenho porque apesar da minha família ser numerosa o meu “ramo” decidiu se afastar dos outros décadas atrás. Eu posso falar com um primo na rua e não saber quem é.
O filme é cheio de situações altamente improváveis mas é interessante e divertido e a melhor parte fica por conta dos personagens de Guy Pearce e os dois vilões! O ator que interpreta o maluco é muito convincente.
Eu havia sido chamado à empresa para resolver outra coisa mas quando eu perguntei se estava tudo bem com a máquina do Faturamento (a segunda mais importante depois do servidor) a usuária comentou sobre esse “inconveniente” que ela tinha. Ocorria apenas numa operação especifica, quando ela precisava cadastrar notas fiscais de entrada. Ela me disse que, baseando-se em uma observação que eu fizera antes sobre um diretório com mais de 15 mil arquivos XML no servidor estar atrasando o backup, achou que fosse a quantidade de XMLs no diretório dela e já tinha apagado um monte, sem resultado. Eu conferi a quantidade de arquivos: 357. Não podia ser isso.
O diálogo que tive com a usuária foi engraçado e esclarecedor:
Eu: Você obviamente não perdeu seu tempo pedindo ao suporte do sistema para ver isso.
Ela: Eu não. Tudo agora que a gente pede eles dizem que “tem que falar com o contador”.
Eu: O contador?
Ela: É, tudo deles agora é assim.
Eu: A <nome do desenvolvedor do sistema> é uma empresa de contabilidade agora?
Rodei o Process Monitor (“PM” daqui em diante) para ver se eu encontrava alguma pista e a primeira coisa que eu notei foi outro problema do sistema comercial: o programa gerenciador de notas fiscais, que estabelece comunicação com a Fazenda, disparando uma quantidade impressionante de eventos por segundo. Era impraticável fazer alguma análise com aquela avalanche de eventos atrapalhando mas por sorte se tratava de outro executável do sistema e por isso eu podia filtrá-lo. Se o problema fosse nesse programa eu não teria conseguido fazer nada porque o PM estava travando, tamanha a quantidade de eventos adicionados ao log por segundo.
Aqui cabe uma recomendação a qualquer programador que esteja lendo isso: seu programa é apenas um entre dezenas rodando na máquina. Ao checar por algo, não faça isso centenas de vezes por segundo “só porque você pode”. Não configure um timer de 100ms se 1s (ou 5s) basta. Se você acha que isso pode impactar a percepção que o cliente pode ter da velocidade do seu programa avalie deixar isso configurável pelo cliente, mas dificilmente alguém vai questionar uma pausa de 1s em operações que são espaçadas por minutos. Claro que isso pode ocorrer por acidente então uma dica: use o PM para checar se seu programa está se comportando bem.
Após configurar o PM para observar apenas os eventos de sistema de arquivo do programa que estava travando por 45s, uma coisa me chamou logo a atenção: havia referências ao antigo servidor de arquivos da empresa, que fora desativado meses atrás, obviamente seguidas do erro “PATH NOT FOUND”. Um desses erros aparecia justamente após um intervalo de 15s sem qualquer evento ser registrado.
Isso fazia sentido e era rápido checar. Eu já tenho uma instalação do Virtualbox pronta para isso no servidor. Renomeei uma VM com o nome do antigo servidor e recriei o compartilhamento que estava sendo procurado. Com essa VM rodando e o compartilhamento acessível via rede eu repeti a operação no sistema. A abertura do diretório local da usuária foi feita quase instantaneamente.
Fiz uma rápida pesquisa sobre como fazer essa “emulação” de um modo mais “light”, sem precisar manter uma VM rodando para isso e vi algumas dicas interessantes, usando HOSTS, LMHOSTS, DNS, etc. Mas nada funcionou no tempo que eu tinha disponível e de qualquer forma o melhor jeito de mostrar a usuária e eventualmente ao suporte do sistema que o problema era esse era usar uma VM mesmo.
Eu fiquei pensando que outros problemas estariam ocorrendo diariamente na empresa por causa disso e os usuários não reclamam ao suporte do sistema porque sabem que não adianta. Se a configuração do sistema fosse em um INI ou no Registro eu mesmo tentaria resolver, mas eles guardam as configurações no banco de dados.
a burrada foi tão grande, que demorei a responder, de vergonha :s
o comando melhor seria net use; o meu pensamento era que o caminho not found estivesse
mapeado como unidade de rede, daí criar um novo mapeamento conseguiria enganar o programa.
Se já existe coisas como emulador de drive de cd/dvd, talvez tenha algum soft que emule
isso sem precisar ser uma máquina virtual. Vou pesquisar.
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Assisti de novo. Continua impressionante. Pena que não se faça animações (ou filmes) com essa qualidade com maior regularidade.