O anúncio foi feito hoje. Se você baixou recentemente o programa fique atento. Vale lembrar que o CCleaner é um produto AVAST desde julho.
Hoje é o dia das ironias.
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O anúncio foi feito hoje. Se você baixou recentemente o programa fique atento. Vale lembrar que o CCleaner é um produto AVAST desde julho. Hoje é o dia das ironias. 2 comentáriosClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioComo mineração de moedas virtuais é uma atividade que requer muita CPU, fiquem preparados para os sites que vão fazer a CPU ficar a 100%. O primeiro a ser flagrado fazendo isso foi o The Pirate Bay, que está experimentando substituir os anúncios no site por um minerador oculto. Não é qualquer moeda que é viável minerar assim e certamente Bitcoin não é. O TPB está minerando a moeda chamada “Monero” que parece ter sido especificamente idealizada para não ser vantajoso usar ASIC na mineração. Quem usa Firefox com NoScript, claro, provavelmente nem vai perceber. Existem muitos sites de jogos online e vídeos que já fazem isso, aproveitando que você já espera um aumento do uso de CPU nesses casos. Mas aí não estão usando necessariamente javascript. 4 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioAparentemente os desenvolvedores do Kodi (antigo XBMC), desejando distanciar sua marca da pirataria, estão combatendo o uso de repositórios e addons que são usados primariamente para uso ilegal. Por essa ou outra razão o desenvolvedor de um addon muito popular desse tipo “endoidou o cabeção” e apagou todo o repositório dele no github. Isso não seria um problema grande não fosse o fato dos addons no Kodi (até onde sei) não serem assinados e o github permitir reciclagem de nomes: alguém já registrou novamente o repositório “MetalKettle” lá. Não foi o próprio desenvolvedor, porque veio dele o alerta. Ninguém sabe ainda qual a intenção de quem fez isso. Mas ele está em posição agora de instalar software malicioso em toda máquina que tenha o MetalKettle configurado. Quem tiver, deve desinstalar o repositório imediatamente. E é bom lembrar que o Kodi tem versões para Windows, Linux, Mac OS, Android…
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioE isso numa apresentação onde dizia que “2017 é o ano do Linux no desktop”. Essa é realmente uma imagem que vale por (10) mil palavras. E não é a primeira vez: Em 2013 Matthew Garret, desenvolvedor da Google, já o havia flagrado num avião mostrando sua preferência pelo OSX. E aparentemente ele também usa um iPad. Será que com “2017 é o ano do Linux no desktop” ele estava querendo dizer: “Esse ano finalmente eu consigo usar Linux!”? Só para deixar claro: muita gente acha que o MacOS é “Linux”, mas não é. É baseado no BSD. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioUma cliente minha comprou meses atrás um modelo Samsung que me pareceu até razoável, com TV digital e se não me engano 1.5GB de RAM (depois eu vejo com ela o modelo). Ontem ela me pediu para olhar por que estava acusando falta de espaço em disco. Numa rápida olhada não vi nada de anormal, sem jogos, sem fotos ou vídeo, sem músicas… mas realmente não tinha espaço nem para instalar a app DiskUsage. Quando finalmente consegui instalar a app esta me mostrou que dos 8GB apenas 3 ou 4GB estavam disponíveis para o usuário e estes estavam todos ocupados por apps! O problema, além da já conhecida propaganda enganosa da Samsung, é que as apps pré-instaladas (Word, Excel, OneNote, Youtube, Google Play Music, Google Play Videos, etc) tem tamanhos absurdos e quando são atualizadas, como não é possível substituir a cópia pré instalada por estar numa partição somente leitura, elas passam a ocupar o mesmo espaço na memória “livre” do usuário. Assim só porque todas as apps estavam atualizadas o telefone ficou com um espaço livre realmente mínimo, que mal dava para o Whatsapp. Como a cliente não usava várias dessas apps, desativei-as, o que me permitiu apagar as atualizações. Isso deu a ela espaço para instalar o UBER e sobrou alguma coisa ainda. Que fique clara uma coisa: o tamanho dessas apps, inclusive no iOS, está ficando insano. Isso é coisa de desenvolvedor preguiçoso e/ou incompetente. O Word e o Excel no telefone dela acusavam estar ocupando 230MB cada! No meu telefone acusam 142MB cada, que eu já acho abusivos, até mesmo porque eu não uso Word e Excel em um telefone! O meu atual telefone tem 16GB e um mês depois de comprar eu já fui obrigado a instalar um cartão MicroSD nele porque dos 11GB disponíveis nele 7GB foram tomados por apps e ficava inviável usar o programa de backup automático das apps.
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioVocê pode encarar o Mastodon como uma versão opensource, aperfeiçoada e federativa do Twitter que está se tornando popular. Eu não vou tentar explicar o que é e como funciona aqui. Apenas o motivo de eu não embarcar nesse bonde ainda. O problema é que a tal “federação” ainda tem muitas pegadinhas.
A idéia de federação, onde vários servidores (“comunidades”) independentes de Mastodon formam uma rede global, requer um entendimento entre os administradores. Se eu for cadastrado em meuservidor.com eu só vou ser ouvido no servidor outroservidor.com se este “aprovar” meuservidor.com e isso pode depender de coisas fora do meu controle. Outroservidor.com pode ter cortado relações com meuservidor.com porque alguém do lado de lá se ofendeu com algo dito por alguém do lado de cá, cujo admin entendeu que não foi nada de mais[1]. E temos o problema de como manter sua identidade Mastodon. Você tem hoje dois modos de usar o serviço: abrir uma conta em um dos muitos servidores existentes ou criar seu próprio servidor. É um problema parecido com o do email: você pode criar uma conta no seu provedor de internet, no gmail, outlook.com, hotmail, yahoo, etc. ou criar seu próprio domínio para administrar suas próprias contas de email. Quando você opta pela primeira opção você fica refém de quem oferece o serviço e pode ter que reconstruir toda a sua rede de contatos ao ser obrigado a mudar de servidor. O mesmo problema ocorre com o Mastodon. Se o servidor onde eu me cadastrar “desaparecer” ou me banir por qualquer razão (lembram quando a Google me suspendeu alegando que eu “violava os padrões da comunidade”?) eu perco tudo o que construí e não me sinto confortável com a idéia. O único jeito de você criar uma identidade que seja sua e somente sua e totalmente sob seu controle é ter seu próprio servidor Mastodon. O meu endereço no Mastodon seria então algo como “@me@ryan.com.br”. Ter seu próprio servidor ainda minimiza (mas não resolve) o problema de confusão de identidade. Se eu crio uma conta @jeffersonryan@servidormastodon.com (esses endereços tendem a ficar grandes no Mastodon) e outra pessoa cria uma conta @jeffersonryan@outroservidormastodon.com fica muito fácil confundir as duas. Infelizmente ter o seu próprio servidor Mastodon ainda não é tão simples quanto ter seu próprio servidor de email ou seu próprio blog. No dia que o Mastodon puder ser instalado como um pacote na maioria dos servidores de hospedagem como fazemos hoje com WordPress, a idéia vai realmente ganhar tração. Mas ainda depende de saber se manter um servidor por causa de uma única conta (ou um punhado delas) é viável.
[1] É preciso entender que os EUA estão passando por um período maluco onde você pode ser acusado, julgado e condenado nas redes sociais por “molestar” alguém mesmo sem conhecer esse alguém, só por ter dado uma opinião no seu perfil do Facebook ou do Twitter. Às vezes os papéis de “agressor” e “vítima” são o inverso do que parece. 2 comentáriosClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioHá algumas semanas este blog vem sendo bombardeado por pelo menos 30 mensagens diárias deste tipo: Nome: mtfntyzcr URL: gm0xq24iolpfxtp719349n9d06g501c5s.org email: lidzshp@outlook.com Mensagem:
A estrutura da mensagem é sempre a mesma. Primeira linha com o nome do meu blog e as outras três linhas são três formas diferentes de indicar o mesmo link. O “bizarro” é que em todos os SPAMs os domínios são diferentes e aparentemente nenhum deles existe. Nome e email seguem sempre o mesmo padrão aleatório. Mas o endereço é sempre de outlook.com. O Akismet sempre direcionou tudo para a caixa de SPAM, mas como isso estava entulhando a caixa com mais de 300 comentários semanais decidi reativar o plugin de bloqueio Stop Spammers para barrar isso antes mesmo de entrar no meu sistema. Mas até o Stop Spammers se mostrou incapaz de detectar automaticamente, possivelmente porque eu desativei o bloqueio por IP para não barrar ninguém só por usar o IP que foi usado por um spammer. Então eu dei uma olhada nos IPs e descobri que são muitos, diferentes, mas que a maior parte é da China, com alguns da Coréia, Taiwan e Jakarta. Configurei o Stop Spammers para bloquear comentários vindos da China e agora só estão passando mesmo esses poucos de outros países. Mas qual seria o propósito de um SPAM desses se é ilegível e nenhum link é válido? 6 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioMinutos atrás eu me surpreendi ao ver um novo ícone exibindo uma tesoura aparecer na barra de ferramentas do Firefox. Ao colocar o mouse por cima dele vi que se tratava de um tal “Firefox Screenshots” do qual eu nunca ouvira falar. Pesquisando no Google descobri que trata-se de uma funcionalidade até útil, e quem usa o Firefox 55 deve mesmo esperar que apareça “de uma hora para outra” no navegador. Então eu fui me certificar das minhas configurações para atualização do Firefox e está lá o que eu marquei depois de instalar: “Check for updates, but let you choose whether to install them”. Ou seja: eu explicitamente disse ao navegador para não instalar atualizações sem minha permissão e a Mozilla modificou meu navegador assim mesmo. A arrogância desse pessoal não pára de me surpreender. E tem mais: No histórico de atualizações não aparece nada. Nem na lista de complementos. Ou seja, o Firefox está copiando do Chrome até o comportamento de malware.
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEu já havia explicado isso como parte do processo de importação do Google Buzz, mas para que a explicação seja a primeira coisa que as pessoas vejam ao clicar na tag estou fazendo um post só sobre isso. O exportador de conteúdo do Google Buzz oferecido pela Google no Google Takeout tinha um bug onde a exportação de cada post parava no vigésimo comentário, sem acusar qualquer erro. Isso só foi descoberto anos depois quando o amigo Saulo Benigno tentava fazer a importação para o WordPress. Uma centena de posts ficou (ficaram?) com esse problema de ter exatamente 20 comentários porque… faltam comentários! Esta tag é um aviso para que os leitores saibam que as conversas com essa tag estão incompletas. Pode faltar um comentário ou dezenas. De vez em quando eu escolho alguns posts, faço uma busca na minha conta Gmail pelas mensagens dele e vou adicionando os comentários que faltam manualmente, mas é um processo lento e tedioso.
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioNão é exatamente uma tradução. É melhor que isso. Alguém cansou de quebrar a cabeça tentando descobrir qual era o equivalente no Windows em português para um serviço descrito numa ajuda em inglês e fez uma tabela de correlação.
Simplesmente traduzir não adianta. Por exemplo, a maioria dos tradutores recomendará você traduzir “engine” como “motor” (ugh!), mas a Microsoft, na minha opinião corretamente, traduz como “mecanismo”. Assim, Basic Filtering Engine = Mecanismo de Filtragem Básica. Já “Browser” tem a tradução questionável, que eu jamais adivinharia, de “Pesquisador”. Eu não chequei todos os itens da tabela, mas os que eu vi estão corretos.
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OBS.: Eu nunca usei o ccleaner. Para mim todos esses programas de “limpeza e otimização” são ou de utilidade questionável ou suspeitos.
Aparentemente não há risco para usuários comuns. Uma análise feita posteriormente revelou que o malware tem como alvo 18 grandes empresas de tecnologia.