Nota mínima para o MEC

Desde a adolescência eu ouço piadas sobre cursos onde é tão fácil passar que se você souber assinar seu nome na prova já está aprovado. Pois o MEC no atual governo fez a realidade superar a comédia com o conceito de “nota mínima”. De fato, basta assinar seu nome para se ter uma nota.

E a justificativa do Inep(to) é de um coitadismo incompatível com um país que deseja ser grande, mas bem típico do pensamento de um grupo que quer ver o povo grunhindo e mugindo:

“uma pessoa que erra todas as questões recebe o valor mínimo do teste, e não uma nota zero, pois não pode-se afirmar a partir do teste que ela possui zero conhecimento”.

Eu estaria dando risada, se morasse no Canadá, Nova Zelândia…

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O navio de Lula ainda está no estaleiro

Lembram de quando eu falei do navio que Lula veio aqui em Recife “inaugurar” quando ainda era presidente e que não saiu ainda do estaleiro? A Revista Época desta semana traz uma nota de esclarecimento de página inteira do Estaleiro Atlântico Sul que afirma que uma nova matéria de Veja sobre o problema (dezembro) é mentira, mas curiosamente confirma que o navio que já deveria estar no mar há muito tempo ainda está em “fase final de acabamento”.

Eu só acredito nessa conversa mole quando o navio estiver no mar, cheio de petróleo.

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  • pimpolho - 1 Comentário

    essa administração é uma desgraça ao estaleiro atlantico sul. só faz bobagens, mente e maltrata as pessoa. como se não precisase delas. dizem que vão demitir todo mundo até esse mes e retomar depois com a casa arumada. vão da desculpa que é normal, que houve entrega. e os outros 14 navios? e as sonda? tudo mentira pra ganhar tempo e desgraçar ainda mais nosso estaleiro. vai detonar a industria como todo, manchar a reputação do pernambucano e dos brasileiro. e os acionista, não vem isso. se não, alguma coisa maior tem ai

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O problema com as Malvinas é ideológico.

Quem acha (como eu) que a Guerra das Malvinas foi uma atitude patética, fruto da arrogância dos militares argentinos, ainda não viu nada. Como a Argentina (por enquanto) é uma democracia e duas democracias não entram em guerra há muito tempo (alguém lembra a última vez?), a alternativa é partir para o comportamento birrento e com a ajuda de outras “democracias estranhas” dificultar a vida dos moradores das Malvinas.

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/12/brasil-e-outros-paises-do-mercosul-proibem-navios-das-malvinas-em-seus-portos.html

O que a Argentina ganha com isso? Nada de bom, claro. Os habitantes das Malvinas (ou Falklands) já declararam que preferem estar sob a bandeira inglesa.

E com a Cretina Cristina Kirchner no poder, eu também preferiria.

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  • laurofaria - 16 Comentários

    Eu tenho uma teoria que a China é um adversário muito perigoso numa guerra, pois poderia vencê-la sem disparar um único tiro, basta mandar uns 200 milhões de chineses atravessar a fronteira. Já ganharia por ocupação.

    Brincadeiras a parte, a Argentina poderia tratar esse assunto com uma certa inteligência. Poderia acabar com todas as animosidades, se oferecer para mandar turistas, suprimentos, serviços, etc. Na mais pura das boas intenções.

    Com o tempo qual o país que seria mais importante para a ilha? A Argentina ou a Inglaterra? Uma questão de logística…

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Caçadores de Indenização?

Quem passa hoje pelos primeiros quilômetros da BR232, no trecho em torno da entrada para o Totó, estranha a grande quantidade de pequenos estabelecimentos comerciais que foram construídos de uma hora para a outra, em um terreno que supostamente pertence à União. Há um armazém de construção, equipadora de veículos, residências…

Além de ser uma margem de rodovia, fica debaixo das linhas de transmissão da CHESF, onde supostamente nada poderia ser construído.

Aí eu ouvi uma referência na TV a um suposto projeto de quadruplicação da BR232 e comecei a entender. Sou capaz de apostar que são “caçadores de indenização” em ação.

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  • saulobenigno - 279 Comentários

    Falando nisso, e a nova favela ali no início do viaduto tancredo neves na saída de Boa Viagem para Imbiribeira, ao lado direito? Em menos de 1 mês está tudo montadinho… impressionante.

    Não vi nada e ninguem chegar lá resolver

  • Magno Lima - 3 Comentários

    Gefferson, nao existe indenizacao para quem edifica em terreno publico (Uniao, Estados ou Municipios). Em momento oportuno, a uniao entrara com acao para “limpar o terreno” (sem qualquer tipo de indenizacao, pode apostar). Havera “pressao social” para que os entes publicos vejam uma alternativa para moverem os que la estao para alhures ou para serem incluidos em projeto social, como o “minha casa minha vida”, e.g. Amplexo.

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“Pela lei do usucapião, a calçada já é minha”

“Pela lei do usucapião, a calçada já é minha”.

Foi o que declarou o dono de um bar em Recife que há 30 anos (palavras dele) ocupa irregularmente a calçada em frente ao seu estabelecimento com cadeiras e mesas, atrapalhando a passagem dos pedestres.

Fonte: Diário de Pernambuco de hoje, página C5

Olha, eu até entendo que as mesas do lado de fora dêem um certo “charme” à cidade. Mas é preciso que haja alguma disciplina. O proprietário de bar que ocupa a calçada precisa dar uma contrapartida, como zelar pela calçada, pela rua, etc. E é preciso haver regras. Porque o que mais vemos aqui no Recife são os comportamentos abusivos, quando o dono do bar depois de ocupar a calçada já começa a ocupar a própria rua. Muitas vezes é por pura falta de educação, mas outras vezes é gente arrogante que tem a cara de pau de dar uma declaração dessas.

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  • Elder - 1 Comentário

    Sá pra constar, não sei se o infeliz dono do bar falou sério sobre o usucapião ou se é brincadeira, a lei sobre usucapião é a 10.257/2001 – Estatuto da Cidade – que em seu artigo 9º menciona claramente:

    “Aquele que possuir como sua área ou edificação urbana de até duzentos e cinqüenta metros quadrados, por cinco anos, ininterruptamente e sem oposição, utilizando-a para sua moradia ou de sua família, adquirir-lhe-á o domínio, desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural.”

    Ou seja o mecanismo do usucapião só vale quando o terreno for utilizado para “sua moradia ou de sua família”, que não é o caso. Repito: não há usucapião para o caso citado!

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Talvez não seja a lei do usucapião, mas pode existir algum outro dispositivo legal.

      Eu lembro vagamente do caso relatado no livro “O guia dos seus direitos” (acho que foi nele) . Um cara invadiu um terreno particular e montou uma banca de revistas. Ficou assim durante anos até o proprietário decidir usar o terreno. Espertamente o proprietário convenceu o invasor a retirar a banca prometendo um espaço melhor no final. O invasor retirou e perdeu tudo. Segundo quem conta a estória, se o proprietário fosse brigar com o invasor, seria obrigado a pagar indenização.

  • Camilo - 1 Comentário

    Um bom exemplo de regramento é o que foi implantado na cidade de São José dos Campos , SP – Guia de Calçadas

  • Jane - 1 Comentário

    Meu vizinho fez um muro roubando metade da minha calçada e colocou o relógio e um jardim. Quando mudamos falamos com ele que precisaríamos da calçada e ele disse que já tinha o usucapião. Isso procede? Ele se apoderou de parte da nossa calçada e nós precisamos abrir um portão de garagem no local.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu recomendo que você vá ao tribunal de pequenas causas. Eu nunca fui, mas imagino que inicialmente seu vizinho nem precisa saber. Leve fotos e seus argumentos e apresente ao juiz. Eu *acho* que seu vizinho só vai ser intimado se a situação pender para o seu lado e o juiz precisar ouvir o lado dele. Não precisa pagar advogado e o máximo que pode acontecer é o juiz dizer que ele tem razão. E se isso acontecer e realmente vocês precisarem da calçada, aí vocês entram com um advogado.

      De jeito nenhum tente resolver por conta própria, derrubando o muro. Mesmo que ele esteja errado acaba ganhando a razão porque você causou prejuízo e transtorno a ele e aí a coisa se complica.

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Não era comigo…

Vale a pena ler isto aqui:

É um cenário que vem se repetindo com frequência cada vez maior aqui no lisarb.

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[BUZZ] Taí um projeto de lei inteligente.

Taí um projeto de lei inteligente:

http://www.senado.gov.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=82166

A lei, se for aprovada, obriga todos os ocupantes de cargos eletivos a colocarem seus filhos para estudar em escola pública.

É uma idéia fantástica!

Mas será que passa?

Quero ir mais longe. Seria ótimo ver os políticos sendo obrigados a buscar atendimento em hospitais públicos.

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[BUZZ] Apesar da pantomima, o Estaleiro Atlântico ainda não entregou o navio.

No ano passado eu fui pego de surpresa com a notícia de que o Estaleiro Atlântico Sul, aqui em Pernambuco, estava entregando seu primeiro navio. Eu realmente não esperava que ficasse pronto tão rápido. O então presidente Lula veio aqui fazer o batismo do danado em maio do ano passado.

De lá para cá nem pensei no assunto, até folhear hoje uma edição de agosto deste ano de Veja e encontrar uma matéria denunciando que o danado do navio ainda estava no estaleiro.

E ainda está lá. Segundo esta outra notícia, o navio “poderá ser entregue” no final deste ano:

Só mesmo no lisarb se batiza um navio que está a um ano de ficar pronto e não é preciso pedir desculpas públicas pela atitude vergonhosa.

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[BUZZ] O problema da VASP é outra daquelas coisas que simbolizam o “orgulho de ser brasileiro”.

Depois de ter deixado que aviões em perfeitas condições apodrecessem nos terminais, agora a justiça brasileira está leiloando “lembrancinhas”.

Sou só eu que acha que isso ultrapassa os limites do ridículo e do patético?

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  • Jefferson,

    Esta é a parte de um leilão maior. Estão leiloando tudo para arrecadar dinheiro para pagar os funcionários que saíram lesados. R$ 8200,00 é patético, mas esta foi só a parte de "escritório" (obras de arte inclusas), separados por categoria. Afinal, são bens da VASP e tudo que pode ser vendido para adquirir valores, melhor. Os próximos devem incluir turbinas e outras coisas maiores e de valor.

    Quanto aos aviões, realmente demorou-se demais para se fazer alguma coisa por eles. Pelo menos em SP tomaram vergonha na cara e liberaram o desmanche deles. Podre por podre pelo menos não tomam mais espaço no aeroporto!

  • As turbinas eu não sei se estão guardadas. Uma boa parte lembro que foram canibalizadas para servir outras aeronaves da companhia que ainda tinham condições operacionais. E em algumas empresas é comum a turbina pertencer a uma empresa de leasing, que quando vê a insolvência da companhia aérea, toma as turbinas de volta através de ordem judicial.

    Quando da falência da VASP, o ideal (utopia) era ter vendido/leiloado os aviões (à época, em bom estado e alguns ainda voando) e ter posto o dinheiro obtido com a venda em um depósito judicial.
    Ao final do processo era só pegar o dinheiro, corrigido e atualizado monetariamente e distribui-lo aos funcionários.

    Agora se cada carcaça der R$ 50 mil é lucro. De aviões que valiam milhares de reais quando pararam e começaram a apodrecer.

    Isso poderia valer para quaisquer objetos ou bens que estejam sujeito às intempéries ou obsolescência e ficam parados por anos a fio enquanto rolam processos judiciais. Pelo menos assim o dinheiro em forma de bem não perderia o valor.

    Mas como aqui no Brasil fazer bem as coisas não é uma das prioridades… fica assim mesmo.

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[BUZZ] O problema da mobilidade resolvido do jeitinho brasileiro.

O jeito tipicamente brasileiro de resolver problemas encontrou a solução para o problema da mobilidade: a “lei da copa” prevê a criação de feriados nos dias de jogo, mesmo que não sejam da seleção brasileira.

G1 – Lei Geral autoriza decretação de feriado em jogos da Copa de 2014 – notícias em Brasil

É isso aí gente. Muito mais simples do que construir estradas, corredores de ônibus e linhas de metrô. A diferença é que vai custar a mesma coisa (o dinheiro vai ser gasto, mas agora pode ser até numa obra de “faz de conta”) e não vai deixar nada para a população a não ser a sujeira. O que vai ter de prefeito e governador aliviado por ter esse “escape” não vai ser brincadeira.


 

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