Livros: The Long Earth

Até onde sei esse livro ainda não tem versão em português.

A idéia de universos paralelos não é nenhuma novidade na ficção científica. Dúzias de livros, filmes e estórias em quadrinhos já exploraram esse tema. Mas embora eu mesmo tenha lido e assistido a um monte de estórias diferentes desse tipo, para mim a abordagem usada em The Long Earth foi total novidade e me deixou horas pensando sobre as implicações sociais, políticas e econômicas.

No universo criado por Terry Pratchet (Discworld) e Stephen Baxter, existem possivelmente infinitas Terras (mais de 2 milhões delas foram catalogadas) mas apenas uma, a que conhecemos, é habitada.

Imagine que praticamente de um dia para o outro toda a raça humana aprendesse que pode “saltar” com um pequeno esforço (apenas uns 15 minutos de vômito e enjõo após o salto*, que é instantâneo) para infinitos planetas iguais à Terra, prontos para serem colonizados. Imagine como seria se de uma hora para outra comida, água, petróleo e outros recursos minerais se tornassem infinitos.

*Não é grande problema mesmo. Diariamente incontáveis pessoas passam por pior do que isso só para ter o prazer de uns 20 minutinhos de mergulho no mar.

Uma utopia? Não exatamente. Horas depois da descoberta, terroristas começaram a explorar o fato de que para invadir qualquer local fortemente protegido bastava saltar para uma das duas terras adjacentes (esse “multiverso” se expande em dois sentidos), mover-se até a coordenada do alvo e saltar de volta. Para esse problema até se encontrou uma meia solução, mas com o tempo a economia mundial sofreu um baque. Imagine ouro e diamantes valendo quase o mesmo que areia lavada, porque todo mundo sabe onde estão as grandes jazidas, cidades esvaziadas porque seus habitantes foram “passear” ou viver em outros mundos, governos que não sabem mais como (e de quem) arrecadar impostos…

O tema é tão instigante que mais de uma vez eu me surpreendi analisando os possíveis desdobramentos da estória como se ela fosse real.

Só não posso dar nota dez ao livro porque os autores não souberam criar um enredo realmente à altura do conceito e o livro parece ter sido finalizado às pressas, com uma revisão desleixada. O livro alterna momentos realmente intrigantes com outros que chegam a ser ridículos. E não consegui me apegar aos personagens. Para você ter uma idéia, se o personagem principal da estória morrer não vai fazer nenhuma falta, de tão apático que é. Estou pensando em ler a continuação (The Long War), porém os reviews não são animadores. Parece que os autores conseguiram fazer pior na segunda parte.

Mas ainda assim não deixe de ler The Long Earth se tiver oportunidade. É fascinante.

4 comentários
  • VR5 - 397 Comentários

    Parece muito bom! Será que não poderia virar filme (ou melhor, série de TV)?
    Aproveitando: Jefferson e colegas: chegaram a assistir a série “Sliders”? http://pt.wikipedia.org/wiki/Sliders
    A série (ao meu ver) começou muito bem, mas depois (com a troca de atores) acabou degringolando.

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Parece muito bom! Será que não poderia virar filme (ou melhor, série de TV)?

      Eu esqueci de comentar isso no texto. Enquanto lia eu imaginava o que um bom roteirista de seriado poderia fazer com esse tema. Certamente uma série poderia ser melhor que o livro.

       

      Aproveitando: Jefferson e colegas: chegaram a assistir a série “Sliders”? http://pt.wikipedia.org/wiki/Sliders
      A série (ao meu ver) começou muito bem, mas depois (com a troca de atores) acabou degringolando.

      Eu não vi a série, mas troca de atores para fazer o mesmo personagem para mim só funcionou em “Eu, a patroa e as crianças”. Jennifer Freeman é muito melhor de se ver e ouvir que Jazz Raycole no papel de Claire. :D

       

      http://www.youtube.com/watch?v=l99I6GFGq2c

  • VR5 - 397 Comentários

    Não, na verdade não houve troca de atores para fazer o mesmo personagem, mas sim que os atores/personagens iam saindo e iam sendo substituidos por outros atores/personagens…
    A série começou muito bem: um jovem e genial estudante de física acaba topando com seu outro “eu” (de um universo paralelo) que lhe presenteia com um dispositivo para “deslizar” entre infinitos universos paralelos. Mas logo na primeira viajem ele e alguns amigos + seu professor cético acabam desregulando o controle e perdem as coordenadas de seu mundo de origem. Agora eles tem que ir deslizando de universo para universo na expectativa que o próximo “deslizamento” leve para seu mundo.
    Com o passar do tempo os atores vão personagens morrem, “ficam” em algum universo paralelo, desaparecem, etc. e novos personagens/atores os substituem.
    Ao contrário do livro, nesta série quase que 100% das “Terras” paralelas são habitadas, mas nem todas por “homo sapiens”: uma dos “arcos” da série mais fascinantes é quendo os exploradores topam com uma reça que evoluiu numa Terra onde os Neandertais é que evoluiram, e o Homo Sapiens foi extinto: donos de uma tecnologia avançadíssima (mas com uma sociedade que lembra muito a antiga Alemanha nazista) eles, também detentores da tecnologia de “deslizamento” (porém com um preciso controle das coordenadas de cada mundo) vão sistematicamente atacando e conquistando dimensão após dimensão… foi até esta arco que assisti. Depois disso perdi o contato da série. Ela passava nos anos 1990 no antigo Universal Channel na Sky, e não consegui encontrar mais na internet legendas para os DVDRips…

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Não, na verdade não houve troca de atores para fazer o mesmo personagem, mas sim que os atores/personagens iam saindo e iam sendo substituidos por outros atores/personagens…

      Eu me baseei nas fotos desse artigo, que mostram o personagem Quinn Mallory como dois atores completamente diferentes. Mas eu li agora no texto a “explicação científica” para isso.

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Marketing Multinível é ilegal na China.

Símbolo da Telexfree

Parece que o governo chinês não quer perder tempo algum com a conversa fiada de arapucas como a Telexfree. Para evitar que pirâmides e esquemas Ponzi proliferassem pelo país escondidos atrás da desculpa “nós temos um produto”, Pequim foi bem radical: desde 1998 nenhuma forma de MMN é permitida.

“O governo chinês usou empresas de consultoria para investigar as distinções entre MMN e esquemas óbvios de pirâmide como os “gifting clubs”. No fim, decidiu que MMN é só um esquema de pirâmide disfarçado…

…Concluiu que MMN é uma indústria fraudulenta. Decidiu manter a proibição.

E qualquer empresa do ramo de “venda direta” mas não necessariamente MMN (como a AVON), precisa obter licença prévia do Ministério do Comércio chinês. E só 24 empresas, somando chinesas e estrangeiras, obtiveram essa licença.

É claro que os zumbis vão dizer que isso acontece porque a ditadura chinesa quer manter o povo escravo. Longe de defender aquele regime, eu penso que a razão é oposta: até eles aprenderam a lição da Albânia. Notem que o banimento ocorreu no ano seguinte à guerra civil albanesa (1997).

8 comentários
  • Luciano - 493 Comentários

    Pelo menos nisso eu concordo com os chineses, é melhor prevenir do que depois chorar em cima do leite derramando (sim, eu sei, misturei os dois ditados) https://ryan.com.br/blogs/quicktalk/wp-includes/images/smilies/kolobok/laugh.gif

  • Magno Lima - 8 Comentários

    Um deputado deveria pegar a ideia e “reforçar” a nossa legislação contra isso!
    Ainda tem alguma duvida? kkkkkk
    http://youtu.be/dyuN-xUdCG4
    ou
    http://www.hardmob.com.br/boteco-hardmob/505056-isso-nao-piramide-mmn-14.html

  • Kaio Maua - 6 Comentários

    Ultimamente tenho recebido vários emails de um tal de Rippln, alguem conhece? Tem um video deles falando sobre os ganhos do angry birds, facebook etc, onde eles citam que quem divulga o produto somos nos e não ganhamos sequer um centavo pelo marketing free, e que la vai ser diferente e mais um monte de baboseiras que no fim das contas vc tem que pagar pra usar..

    http://youtu.be/-GoTwSq6WRs

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      É só mais umas das inúmeras pilantragens que tem aparecido este ano. Claro, esses esquemas Ponzi sempre proliferaram lá fora, mas agora que os brasileiros sentiram o gostinho do dinheiro fácil, quando não tem a criatividade para inventar um esquema novo, “naturalizam” um esquema estrangeiro. Rippln, uprivatebanking, wcm777…

  • Kaio Maia - 6 Comentários

    Não demorou muito e a tal multiclick se fodeu
    https://www.youtube.com/watch?v=N8bCzgKKhZc

    Receberam um comunicado dos advogados que representam o Facebook no brasil.. haha eu sabia que ia da merda esse negocio de compartilhar anúncio. Acompanho um grupo de social média e lá comentam sobre a rigorosa politica do face quanto as publicações, fotos de perfil e ate fotos de capa de pages de empresas famosas que eles administram, não demorou muito para multiclick chamar a atenção com suas porcaria de anuncio.

    O mais curioso no vídeo, note o apelo que ele faz usando diversas vezes o nome de deus.. Uns dias atrás antes dei uma checada nos perfis de alguns divulgadores e todos em grande maioria eram evangélicos ou pastores (como você Jefferson havia confirmado minha suspeita num post anterior), o dono da Multiclick é evangélico, boa parte das pessoas no esquema tbm são ou usam o nome de deus em quase todas as publicações.. Depois vem dizer que é perseguição religiosa minha :P

    Enfim, depois desse vídeo os perfis desses divulgadores sumiram, foi procurar pra ver se eles diziam alguma coisa a respetio e nada haha, se foderam.

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      O único percalço real para a Multiclick foi a notícia de que ela está sendo investigada, juntamente com a paralisação da Telexfree, BBOM e Blackdever. Isso estancou a entrada de dinheiro. A Nnex está na mesma situação.

      Terem recebido uma notificação do Facebook e não poderem fazer propaganda lá tem efeito insignificante. O próprio trambiqueiro chefe diz por volta dos 2 minutos do vídeo que tem “outros meios” de fazer a publicidade. A única coisa que isso pode atrapalhar é o recrutamento, se o Facebook chegar ao ponto de deletar todo post que contenha a palavra “Multiclick”. Mas até isso pode ser contornado pelos próprios zumbis, usando redirecionadores, imagens e todo tipo de artimanha.

      Eles poderiam muito bem usar a mesma pilantragem da Telexfree: publicidade em sites de classificados gratuitos que ninguém vê. Daria no mesmo para os zumbis. Até mesmo porque somente zumbis acreditam que um esquema nesses moldes, de uma empresa que ostenta em sua logomarca de forma evidentemente ilegal um símbolo do Facebok, poderia funcionar.

  • Mauro - 1 Comentário

    Essa notícia é de 2009, mas as empresas MMN chinesas continuam a operar na China:

    http://www.tiens.com

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Finalmente usando a autenticação em duas etapas da Google.

Há muito tempo, se não me engano no extinto Buzz, eu comentei sobre a minha crescente preocupação com o fato de que eu estava usando serviços demais da Google (email, blogs, adsense, autenticação em outros sites…) e que se eventualmente alguém conseguisse invadir minha conta ia virar minha vida do avesso. Um leitor antigo (não lembro quem e não consegui achar a conversa nos meus arquivos) recomendou então usar a autenticação em duas etapas, que até então eu não conhecia.

A idéia é simples e se baseia em um conceito antigo de segurança: exigir do usuário algo que ele sabe e algo que ele tem. Conceito esse que todo cliente de banco já usa sem nem perceber: para usar um caixa eletrônico ele precisa da senha (sabe) e o cartão (tem). Já no caso de acesso a banco pela internet isso é menos comum. Só quem usa o “token” eletrônico ou cartão chave já está familiarizado com o processo.

Na época eu estudei rapidamente o assunto e decidi deixar para depois porque identifiquei três possiveis problemas:

  • O sistema ia ficar me enchendo o saco pedindo confirmação de minhas credenciais até em meu próprio desktop;
  • Eu corria o risco de algo dar errado na implantação e ficar impedido de usar minha própria conta;
  • Alguns serviços da própria Google poderiam não funcionar mais direito;

Na semana passada eu decidi estudar de novo o assunto.  Minha necessidade de usar serviços da Google em dispositivos de terceiros só tem crescido e o risco de ter minhas credenciais “chupadas” por um keylogger implantado por um hacker ou pelo próprio dono do dispositivo (já fui consultado pelo filho de um cliente sobre como fazer isso) é real e assustador.

Ou o processo ficou mais simples ou a explicação da google está mais clara, porque desta vez ao ler sobre o que eu tinha que fazer não tive medo de perder acesso à minha conta e ficou claro que eu podia marcar um dispositivo como confiável. E como hoje eu não me vejo mais andando por aí sem pelo menos um dispositivo Android no bolso, eu posso usar o Google Authenticator como token, sem precisar ficar “gastando” códigos impressos e ter que imprimir mais periodicamente.  Mas tenha em mente que o Authenticator só pode ser usado em um dispositivo. Se você tiver vários aparelhos Android (como um tablet e um telefone), o programa ao ser instalado invalidará qualquer instalação anterior.

De fato a implantação foi simples e já me sinto muito mais seguro. Mas depois de uma semana já havia até me esquecido de que problemas poderiam ocorrer, porém hoje eu esbarrei no terceiro da minha lista: Meu Motorola Quench, que eu já havia configurado antes de implantar o novo sistema de autenticação parou de sincronizar. Depois de ter minha senha da conta recusada duas vezes eu fnalmente me toquei para a causa.

Os sintomas são os seguintes:

  • O app Play Store insiste que minha senha está errada e não me dá outra opção de autenticação;
  • Clicar em “Sign In” na página do Google pelo browser não me leva a lugar algum;
  • O browser fica travado exibindo só o cabeçalho da página ao tentar acessar https://play.store.com

Para ter certeza de que não era problema de conectividade do telefone, instalei nele também a conta de minha mãe, sem problema algum. Tentei apagar minha conta para implantar de novo, mas o Android disse que eu só poderia fazer isso dando um factory reset. Como eu não tinha muito tempo a perder com isso e o telefone não tinha nada importante instalado, foi o que fiz.

Mesmo assim, minha senha continuou sendo recusada no “Setup Wizard”. Dei um “skip” para poder finalizar o setup sem adicionar uma conta (ainda bem que o Android permite isso) e testei dar um Sign In na minha conta google pelo browser de novo. Desta vez funcionou e me foi solicitado o código de verificação. Depois de inseri-lo, pude acessar minha conta normalmente, mas só pelo browser. O reset do telefone reverteu a app da Play Store para a antiga “Market” (o que com certeza só piora as coisas) e “adicionar conta” continuou rejeitando minha senha.

Então eu fiz uma rápida pesquisa no Google e descobri que a solução é simples, mas não muito intuitiva. O processo já tem suporte a esse problema na forma de ASPs (senhas específicas para aplicações) que você pode gerar de dentro da sua conta. O meu problema foi não ter visto o processo de instalação de conta no smartphone como uma “aplicação”. E então eu entendi que para a Google a “aplicação” é irrelevante. Qualquer coisa que apresentar seu email e a ASP passará na autenticação.

Claro que eu poderia ter feito uma pesquisa sobre como resolver esse problema ANTES, mas decidi sair esbarrando nas dificuldades de propósito para me familiarizar com os sintomas.  Eu recomendo quee antes de implantar você leia a página sobre os problemas comuns, para se familiarizar com o que pode acontecer. Mas note que a Google não se esforça nem um pouquinho em alertar os usuários para os problemas que podem aparecer nos telefones baseados no seu próprio sistema.

Conclusão: Agora que eu entendi de verdade o papel das ASPs, estou plenamente satisfeito com o processo e não tenho mais medo algum (pelo menos por enquanto).

2 comentários
  • Maxwell - 5 Comentários

    Estou usando o sistema a praticamente 1 ano e já estou totalmente acostumado. Tive algumas dificuldades no começo, pois só descobri o Authenticator mais tarde e quando precisa do código o Google enviava por SMS, o que me impedia de autenticar caso o celular estivesse sem sinal. Um dica extremamente importante é ter a lista de códigos impressos e bem guardada em mais que um local, já precisei usar os 10 primeiros códigos, e estou na segunda lista. Por fim, os criação de códigos no Authenticator possuir relação com a hora do celular, se alterá-la tem que fazer nova sincronização no próprio Authenticator.

  • Alexandre - 3 Comentários

    Também utilizo esse sistema, acredito que se tornará padrão em muitos serviços.

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Seu smartphone ou tablet está demorando muito para carregar?

Experimente trocar a fonte ou o cabo, mesmo que sejam novos.

Isso aconteceu comigo recentemente. Comprei um Motorola Razr D1 para minha mãe e, como era o mesmo tipo de fonte que eu usava nos meus aparelhos, passei a carregar os meus com a fonte do Razr, que estava geralmente mais disponível que as minhas. Mas um dia eu notei que estava demorando muito para carregar. Após 4h de espera, uma carga que já deveria ter terminado só tinha chegado aos 30%. Só notei que a culpa não era do telefone quando usei o mesmo conjunto carregador + cabo para alimentar um Raspberry Pi. Por qualquer besteira o Rpi resetava, como se não tivesse corrente suficiente.

Eu não lembro o que me fez suspeitar do cabo, mas bastou trocá-lo por um xing-ling qualquer para resolver todos os problemas. E olha que era um cabo novo, legítimo Motorola.

Esses aparelhos tem tanta inteligência que bem poderiam avisar na tela, durante a carga, que o carregador não estava conseguindo suprir a corrente “normal” esperada, não é mesmo? Mas nãooooo… você precisa descobrir por tentativa e erro.

 

19 comentários
  • Alisson Teles Cavalcanti - 77 Comentários

    Jefferson, não sei se conhece, mas há um aplicativo/widget que fornece a corrente de carregamento e também a de descarregamento em tempo real: é o Battery Monitor Widget.

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Obrigado pela dica. Se eu não tiver jogado fora o cabo ainda, vou testar com ele.

    • Intruder_a6 - 194 Comentários

      Instalei Battery Monitor Widget no meu Google Asus Nexus 7. O software é cheio de recursos de monitoramento, mas está indicando uma corrente de carga de 900mA usando a fonte original que é de 2000mA e o cabo original, e não adiantou muito informar nas opções de calibração que a fonte AC é de 2000mA. Com ela carrego não boa velocidade, acho que o cabo e a fonte estão dando o que é informado sobre ela.

      • Intruder_a6 - 194 Comentários

        Instalei Battery Monitor Widget no meu Google Asus Nexus 7. O software é cheio de recursos de monitoramento, mas está indicando uma corrente de carga de 900mA usando a fonte original que é de 2000mA e o cabo original, e não adiantou muito informar nas opções de calibração que a fonte AC é de 2000mA. Com ela carrego com boa velocidade, acho que o cabo e a fonte estão dando o que é informado na fonte.

  • Magno Lima - 8 Comentários

    Alisson se adiantou acertando. Tambem a minha indicação para esses casos. Ja tive problemas (motorola d3), mas ao contrario do seu, do xing ling para o original.
    Amplexo.
    https://play.google.com/store/apps/details?id=ccc71.bmw&hl=pt_BR

  • Intruder_a6 - 194 Comentários

    Comprei um pequeno aparelho (http://dx.com/pt/p/usb-av-usb-power-current-voltage-tester-translucent-blue-silver-235090) para poder monitorar a corrente e a tensão (tenho duvidas da precisão que vou ter com este equipamento). Mas também encomendei um conector USB fêmea (no eBay) para poder fazer uma gambiarra para poder mediar a tensão e corrente de carga com um multímetro decente (Fluke) e obter uma medição realmente precisa. Com isso eu vou poder finalmente avaliar estas fontes com saída USB, inclusive a original.

  • Intruder_a6 - 194 Comentários

    Nenhuma das duas encomendas chegou ainda, e deve demorar com a greve dos Correios (de novo, todo ano tem uma). Quando chegarem informo a minha avaliação a respeito deste aparelhinho da Dealextreme comparado com medição por multímetro.

  • Magno Lima - 8 Comentários

    Intruder_a6

    Ha alguns dias, com o Battery Monitor Widget, já havia feito alguns testes simples de medição no meu Motorola XT920, e (a)notei algumas coisas, entre elas a de que a corrente de carga mostrada pelo app já é descontada do uso do aparelho no momento. Ou seja, a corrente é uma quando o aparelho está em uso total (wifi, bt, gps e, principalmente a tela ligada) e outra quando estão desligados (como disse, principalmente a tela em max brilho, os demais percebi apenas mínimas diferenças). Ex. Com o cabo original no carregador original e tudo ligado, o app mostra uma corrente de carga de 544mA. Se desligar a tela tal corrente passa para 701mA. (O carregador é de 1A). Acredito que com o celular desligado, essa corrente chegue próxima da corrente nominal do carregador.
    Ainda testei com o cabo original comparado com outro xing-ling (X-L) (aqueles rabichos multi-conectores, somente o cabo e nao a fonte X-L), partindo do carregador original, partindo de um HUB 2.0 em USB 2 e 3.0, partindo direto de uma USB 2 e 3.0 e mais algumas variantes, mas aqui não permite inseri gráficos…
    Eu já havia visto esse aparelho da DX que você citou e gostaria realmente de ver os resultados dele comparados ao de um multímetro. Vou aguardar seu retorno.
    Amplexo.

  • Jefferson - 6.623 Comentários

    O Battery Monitor Widget (BMW, daqui em diante) é útil e após instalá-lo eu me lembrei que já o conhecia de outro problema de carga que eu tinha investigado em um tablet. Porém como o Intruder_A6 notou acima, é preciso que você já soubesse o que é “normal” para o seu aparelho antes dos problemas começarem.

    Eu vou criar o hábito de instalar o BMW em aparelhos novos e fazer algumas observações sobre o comportamento da carga, porque pode ajudar no futuro, mas isso ainda não é uma solução “ótima”.

    Algo instalado pelo próprio fabricante, que sabe perfeitamente qual o comportamento “normal” da carga e da bateria do seu aparelho, seria muito mais eficiente para alertar o usuário.

    Eu acho que todo smartphone/tablet já tem inteligência suficiente para dar alertas do tipo “fonte de energia atualmente conectada não está conseguindo suprir toda a corrente solicitada. A carga da bateria demorará mais” E idealmente mostrar valores atuais e esperados para que o proprietário seja capaz de escolher entre fontes de energia. Mas nãooooo… Todo aparelho que conheço fica lá parado, quieto, e quando você vai tirá-lo da tomada certo de que já está 100% carregado tem uma surpresa.

    O BMW até pode ajudar nessa segunda parte. Você pode não saber qual é o “ótimo”, mas o BMW tem condições de mostrar (assim espero) que conectado a uma fonte “A” a corrente drenada é maior que quando conectado a uma fonte “B”.

     

  • George - 1 Comentário

    Já o meu smartphone apresenta um outro problema correlato: ele anda desligando sozinho. E tenho que religá-lo várias vezes ao dia, mesmo com bateria cheia…

    • Saulo Benigno - 279 Comentários

      Qual Smartphone? Qual modelo?

      Tenho um Motorola D3 que acontece isso direto. Do nada desliga e não liga mais, só utilizando o “force restart”.

      Você está tendo problema com qual? 

      • Vagner Ligeiro - 29 Comentários

        Saulo e George, já tentaram apagar o arquivo referente a calibração da bateria do Android no Google?

        • Saulo Benigno - 279 Comentários

          Não sabia nem que existia isso Vagner.

          Isso vem de fábrica? Eu já fiz o restore uma vez, o problema que ocorria quase todo dia parou, voltou a ocorrer, mas já não é mais constante. 

          Com o restore ele não é apagado?

          Como devo proceder para apagar isso? Onde fica? Será que as travadas param? Isso é novidade.

          Valeu :)

           

  • Vagner Ligeiro - 29 Comentários

    A título de curiosidade para quem não está familiarizado, e supondo que todos os aparelhos sejam 5 V e com entrada padrão USB/mini/micro:

    – Um telefone comum simples é na faixa dos 300 a 400 mA
    – Um smartphone mais simples imagino que já suba de 500 a 700 mA
    – Um smartphone mais potente e/ou maior já fica acima dos 700, provavelmente até uns 1000 mA
    – Um tablet é quase certo que chegue a 2000 mA.

    São suposições, sugiro uma olhada com mais calma. Mas isso lembrando dos aparelhos e carregadores que tive. Outro exemplo são dois carregadores Nokia que tenho aqui. Um dá 350 mA, enquanto que o outro, do meu recente smartphone e original do mesmo, são 890 mA. Ambos são o mesmo padrão de entrada, e ambos carregam, sendo que o de 350 mA demora muito mais para carregar. :)

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      A corrente nominal do carregador pode não ter nenhuma relação direta com o que o aparelho realmente requer para carregar a bateria no menor tempo possível. Por exemplo, o carregador do meu Grand Duos é de 1A, mas a corrente de carga neste momento (carregado 70%), medida com um medidor externo USB, é de 600mA..

      Já o Motorola Quench, um smartphone bem mais modesto (é ridículo em comparação), vem com uma fonte de também 1A e a corrente de carga medida com o mesmo método chegava a 860mA (a 62% da carga).

      Eu não fiz comparações e medições realmente sérias. Isso é só o que eu tenho observado e anotado.

  • poliana - 2 Comentários

    obrigado pela dica

  • Paola - 1 Comentário

    Ola :)tenho um Samsung tab e que o carregador quebrou… aí eu estou usando um carregador daqueles de usb da sansung tbm. Agora ele está demorando pelo menos 30 minutos para cada número :( sério… assim ñ dá. Será que se comprar um original ele volta? Ps. Antes mesmo, com o carregador original, todo lascado, ele estava demorando muito a carregar, não quero mandar para o conserto, pois sei que os caras ficam olhando coisas pessoais e eu nao quero isso.

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Mesmo entre os carregadores USB, que parecem todos iguais, existem vários “padrões” de identificação e alguns telefones ao não reconhecerem o carregador podem entrar em um modo de carga lenta. Se você tem certeza que o seu problema não é no cabo (você não está usando o mesmo cabo que usava no carregador que quebrou, está?), conseguir o carregador original do telefone *pode* resolver seu problema, mas não é possível garantir isso.

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A praga Conficker parece estar de volta

Para quem não se lembra, Confiquer é um “worm” (vou chamar de vírus mesmo daqui em diante) que ficou famoso em 2008/2009 por ter infectado milhões de computadores usando técnicas avançadas.

Na semana passada ao plugar meu HDD externo no meu desktop descobri, olhando a lista de opções que o XP mostra, que havia um vírus no meu drive. Até aí tudo normal, porque esse drive é feito para passear por todo canto mesmo e tudo o que realmente importa está protegido contra vírus em arquivos ISO. Mas quando eu fiz o upload do danado para o Virustotal me dizer do que se tratava, levei um susto: era o famigerado Conficker. Uma praga que eu pensei que estivesse morta há anos.

Remotamente eu inspecionei a última máquina onde eu havia plugado o drive, o servidor de um cliente, e constatei que estava infectado, mas consegui fazer a remoção remotamente mesmo. Fiquei preocupado, porque o Conficker também se propaga usando uma vulnerabilidade documentada do XP e poderia ter infectado toda a rede do meu cliente. Mas no dia seguinte, durante o expediente, fiz uma varredura e constatei que o resto da rede estava OK, provavelmente porque até o mais velho dos meus CDs de instalação do XP já tem o patch para essa vulnerabilidade integrado.

Como parecia um evento isolado, deixei para lá.

Mas hoje eu descobri que o problema pode ser maior.

Fui visitar um cliente esporádico onde eu não ia há um mês e descobri por acaso pelo menos uma dúzia de máquinas XP Sp3  infectadas com o Confiquer. É fácil identificar que sua rede está infectada: máquinas vulneráveis mas com o Avast atualizado acusam “do nada” e repetidas vezes,  que foi encontrado um “malware genérico” (o danado do AVAST não reconhece que se trata do Conficker) em “c:\windows\system32\x” (sem extensão mesmo) e/ou em um arquivo .JPG. Isso é o Confiquer tentando “saltar” para a máquina pela rede mas sendo barrado pelo Avast.  E, nas máquinas infectadas, tentar acessar o site da Avast, da Mcafee, da Sophos ou da Microsoft sempre dá erro no browser. Você não conegue nem baixar o Autoruns.

A solução, entretanto, é simples:

  • Rode o Conficker Detection Tool em uma máquina qualquer da rede (pode ser uma infectada) e faça uma lista das máquinas infectadas que você vai ter que limpar;
  • Coloque em um pendrive o patch da MS de acordo com a versão do sistema operacional e o Sophos Virus Removal Tool;
  • Instale o patch e reinicie a máquina. Isso impedirá que o vírus em outra máquina “salte” para ela de novo;
  • Instale e execute o Sophos para procurar e eliminar o vírus.

O Sophos tentará se atualizar mas não conseguirá. Isso é normal, porque o vírus está em execução bloquando o acesso ao servidor da Sophos. Prossiga assim mesmo. A remoção ocorrerá em duas etapas: Na primeira que dura menos de um minuto o Sophos localizará o vírus na memória e pedirá sua permissão para encerrá-lo. Em seguida ele vai fazer uma varredura nos discos à procura do danado para deletar. Enquanto a segunda etapa não for concluída o vírus será reativado toda vez que reiniciar a máquina.

Não rode o Sophos em uma máquina que tem usuários usuários conectados pela rede. Durante a execução o Sophos impede a conexão aos compartilhamentos (mas o PING continua funcionando). Não sei se isso é proposital ou um efeito colateral do encerramento forçado do vírus.

Você pode remover o vírus “na munheca” também e se poupar da loooonga verificação que o Sophos faz. A Microsoft tem uma longa explicação e até um iFixit que eu não testei ainda. Mas nas três vezes em que executei o Sophos ele encontrou um único arquivo relacionado com o Conficker: uma DLL de nome aparentemente aleatório (algo como “vxysa.dll”) em c:\windows\system32. É possível que simplesmente deletar essa DLL em Modo de Segurança resolva o problema. Fiz um teste em uma máquina e tive sucesso. Ao visualizar pelo Autoruns você verá essa DLL ser carregada em SERVICES, mas sem assinatura. E tentar desligá-la pelo Autoruns acusará erro de “Acesso Negado” porque o Confiquer removeu as permissões na chave do Registro.

Mas note que o Conficker tem diversas variantes e o método manual que funcionou comigo pode não funcionar com sua variante.

Outra coisa: ao contrário de muito malware, que tem em todos os arquivos a data de infecção, não adianta fazer uma busca por data para achar os arquivos desse Conficker. A DLL que apaguei era de 2008.

2 comentários
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Como testar scripts PHP que esperam comandos POST

Eu esbarrei nesse problema quando testava o script de ligações perdidas para o Tasker. Como eu precisei fazer uma modificação nele e minha habilidade com PHP é quase nula, ou eu ficava ligando para o telefone ou arrumava um jeito de testar diretamente. O modo mais simples que encontrei foi usando o complemento Postman para o Google Chrome.

Abaixo, exemplo de como eu usei o Postman para testar o script MissedCall.

Nota: Eu não gosto de soluções que funcionam dentro de browsers e tenho especial desconfiança com o Chrome, que se atualiza sem aviso nem autorização. Por isso se alguém conhecer uma boa alternativa de programa gratuito, por favor deixe um comentário!

4 comentários
  • Claudio - 13 Comentários

    Jefferson,

    O POSTMAN e’ excelente para essa finalidade. Inclusive, voce pode usar o conceito de environments do plugin para definir variaveis. Por exemplo, se voce definir a variavel SERVIDOR nos teus ambientes, voce pode montar as chamadas assim:

    POST http://{{SERVIDOR}}/meu_script.php

    Entao voce pode definir um environment para testes locais, outro para testes em “producao”, etc. Variando apenas o valor das variaveis. E as tuas coleções de chamadas permanecem iguais.

    Sou fan de carteirinha do POSTMAN :)

    Isso dito, voce pediu alternativas. Eu tenho sempre na minha pastinha “utils” (que eu carrego para todo lado em pendrives e nos meus micros via dropbox) um utilitario oriundo do UNIX chamado cURL (http://curl.haxx.se/). Para fazer um POST com o cURL voce usaria uma linha de comando mais ou menos assim:

    curl –data “form data” http://yourhost/yourscript

    (o –data instrui o curl a usar o metodo POST no request, assim como o –form, porem tem diferencas entre eles)

    Abracos!
    Claudio

  • Jefferson - 6.623 Comentários

    O complemento que indiquei não existe mais. O autor parece ter criado outro com o mesmo nome. Eu preferia o anterior. Mais “simples” e não queria que eu fizesse “login”. Por enquanto ele funciona mesmo sem esse login.

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Android: Tasker é útil, poderoso, mas bem complicadinho de usar.

Desde antes do Android existir eu procuro uma solução que me permita lembrar de certas coisas baseado no lugar onde eu estou ou, melhor ainda, na minha intenção de ir até lá. Tasker ainda não pode se basear nas minhas intenções (mas não é algo impossível – em outra hora falarei sobre isso), mas sua capacidade de automatizar tarefas baseado no lugar onde estou, entre várias outras coisas, é bem promissora.

Eu não vou tentar explicar aqui como funciona o Tasker e muito menos fazer um tutorial porque o assunto é extenso e eu sequer consegui fazer funcionar direito, mas vou dizer que problemas eu resolvi ou venho tentando resolver com limitado sucesso.

O que foi resolvido satisfatoriamente:

1) Eu não ando com o telefone quando estou dentro de casa. Eu o deixo em algum lugar e muitas vezes o danado só toca justamente quando estou longe e não posso ouvir. Como eu não gosto de telefone pode levar horas até que eu perceba a ligação perdida, mas geralmente estou no computador e raramente passo muito tempo sem checar meu email. Então programei Tasker para me enviar um email sempre que eu perder uma ligação, incluindo o número e nome (se estiver na agenda) da pessoa que ligou. Pense num detalhe besta mas útil!

Minha implementação é uma versão mais completa (inclui nome da pessoa) da explicada aqui, que tem um detalhe inconveniente: requer que você tenha um site onde possa rodar um script php personalizado (eu tenho, claro). Provavelmente por uma questão de segurança, não é possível uma aplicação fazer a app Gmail do telefone mandar uma mensagem e o Tasker não tem um módulo de envio de email. Existem gambiarras usando o Tasker em conjunto com scripts em Python, mas para mim foi muito mais fácil usar PHP no meu site do que instalar e usar Python no telefone.

Meu script:

Exemplo de como a mensagem é recebida:

Este cara sugere uma versão mais completa, que não testei ainda.

Veja também: Como testar scripts PHP que esperam comandos POST

Atenção: existe uma razoável chance de que o gmail considere a mensagem recebida SPAM, por isso olhe na caixa de SPAM e se a mensagem tiver caído lá, adicione o remetente à sua lista de contatos para que Gmail não faça mais isso.

2) Eu nunca recebo e nem quero receber ligações de madrugada, quando estou em casa. Por isso programei Tasker para colocar e manter o telefone em “Airplane Mode” da meia noite às seis da manhã economizando assim bateria e evitando acordar alguém da casa com ligações que quase certamente serão engano.

Tive sucesso limitado ao ligar e desligar recursos baseado em minha localização:

Como eu não uso plano de dados (edit: não usava, em 2013), preciso manter meu email no telefone atualizado quando estou em casa, por isso o wifi precisa estar sempre ligado. Mas quando longe de casa ou de qualquer lugar onde eu não tenha acesso wifi, não faz sentido manter o recurso ligado desperdiçando bateria.

Adicionalmente, quando estou em casa o telefone nunca está comigo, por isso é importante deixar a campainha ligada. Mas quando estou fora de casa o telefone sempre está no meu bolso, por isso é interessante colocar automaticamente em vibração apenas, para evitar o constrangimento do meu toque (que é alto) em momentos inoportunos.

Também é interessante que quando eu chegar em casa o GPS, que é um tremendo dreno de bateria, seja desligado automaticamente caso eu tenha precisado dele na rua, juntamente com os “dados móveis” (acesso 3G). E que o brilho da tela seja colocado no mínimo, porque eu só preciso dele alto quando estou sob o sol.

Resumo:

Quando chego em casa:

  • Desligar GPS;
  • Desligar dados móveis;
  • Ligar Wi-fi;
  • Colocar brilho da tela no mínimo;
  • Ligar campainha;

Chegando em algum lugar onde tenho acesso wi-fi que não seja minha casa:

  • Desligar GPS;
  • Desligar dados móveis;
  • Ligar Wi-fi;
  • Colocar brilho da tela no mínimo;
  • Colocar/manter telefone em modo vibração;

Ao sair de qualquer dos lugares anteriores (em trânsito) :

  • Colocar brilho da tela no máximo;
  • Desligar wi-fi;
  • Colocar telefone em modo vibração;
  • Desligar bluetooth (posso ter ligado por alguma razão e esquecido ligado, mas como não uso fones BT, não uso BT em trânsito);

Para fazer a chamada “geolocalização” com um mínimo de consumo extra de bateria o Tasker me permite usar a detecção das torres de celular.  Em teoria basta programar o Tasker para que ao ver determinadas torres gatilhe um evento e ao deixar de vê-las gatilhe outro. É pouco preciso, mas funciona. Ao menos na teoria. Consegui ensinar Tasker a perceber que estou chegando em casa e chegando a outros lugares onde posso usar a rede wifi. O problema tem sido ensinar a ele que eu ainda estou lá!

O telefone ocasionalmente deixa de ver as torres enquanto eu me movimento e gatilha os eventos de saída. Eu até incluí em todos os eventos o comando “Say” para que Tasker me diga com a voz sintetizada o que ele está fazendo. E ocorre um liga-desliga de eventos danado. É preciso incluir outras condições para que Tasker não depender apenas de ver as torres, como por exemplo ele estar vendo ou não um SSID conhecido de wi-fi. Mas eu ainda estou tentando entender como se faz isso funcionar. Tasker é poderoso, mas não muito amigável.

Tasker ainda não resolve sozinho:

Eu preciso de uma ferramenta que, dependendo de onde eu estou, me alerte para uma lista de coisas que tenho que fazer. Tasker pode até saber onde estou mas não tem um mecanismo para, por exemplo, exibir na tela uma determinada página de minha agenda. Isso é possível com uma combinação com programas de terceiros mas eu gostaria de uma integração com a agenda da Google, que é onde coloco meus lembretes quando estou no PC.

5 comentários
  • Tarcisio - 1 Comentário

    Você tentou utilizar o Google Keep? Ele consegue disparar alertas de acordo com o local onde você esteja.

  • Magno Lima - 8 Comentários

    Ryan,
    Apenas a titulo de conhecimento, os motorolas (tenho um D3 – xt920) possui uma funcao “inata” chamada SmartActions que “rascunha” parte do que voce necessita. Eu a uso satisfatoriamente para, por exemplo, modificar o brilho da tela de acordo com o local, colocar o cel em “modo aviao” na madrugada, desligar/ligar o wifi pela localizacao e ha mais algumas possibilidades, bem limitadas, claro. Mas enfim, como encetei informando, apenas a titulo de conhecimento. Ha no Play, mas nao sei como é o funcionamento dele em outras marcas de smart. Amplexo.
    https://play.google.com/store/apps/details?id=com.motorola.contextual.smartrules

  • Ygor Almeida - 136 Comentários

    Ryan,
    Somente com a função de gravar os números que ligo, com data e hora, e as ligações que perdi se estão ou não na agenda – utilizo esse aqui.
    https://play.google.com/store/apps/details?id=app.calltrack&hl=pt_BR
    CallTrack – ele grava na agenda do google, então tenho um histórico de chamadas sempre – sei quando perdi ligação, e posso olhar na agenda do google, sincronizar com vários outros recursos e etc.
    Talvez lhe seja util.

  • Elvys - 1 Comentário

    Ola, estou procurando alguém que já tenha usado o tasker, para eu tirar algumas dúvidas. Vi no seu blog, que
    ele faz o reconhecimento de antenas e faz a programação que estiver agendada. Entendi os prós e contras.
    Mas a minha real necessidade é: Eu utilizo o desbloqueio pelo gesto (padrão “ligar os pontos”), e gostaria que
    quando eu ligar o wifi em um ambiente “seguro” (casa por exemplo. Mas manualmente, sem ativação por antenas,
    ou gps), o meu bloqueio de tela mudasse para o deslize simples, ou nenhum bloqueio. E ao desligar o wifi, ele
    votaria para o bloqueio de gesto “padrão”, Isso é possível como tasker?
    É simples ou complicado de configurar?

  • Samuel Silva - 1 Comentário

    Olá, Percebi que vc tem um Grand Duos, então. Fiz o Root no meu, e estou tentando utilizar a função Kill App, mas não funciona de jeito nenhum, vc saberia saber o porque?
    Quero que o Radio FM desligue automático em um determinado ponto da minha viagem. Mas a tarefa Kill App, não funciona para nenhum App, mesmo flegando a opção use Root.

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“The Host” de Stephenie Meyer, é o melhor livro que li este ano.

OBS.: Toda vez que leio esse título eu me pergunto se o correto não seria “foi o melhor livro que li este ano”. Alguém aí tem uma opinião embasada a respeito?

Não se deixe enganar pelo filme, que é péssimo. O livro é realmente bom.

The Host (A Hospedeira) entrou na minha loooonga lista de coisas para ler porque eu gosto de ficção científica, a sinopse parecia interessante e, embora eu ache que Stephenie Meyer insere em suas narrativas passagens que só mulheres realmente suportam ler, eu até gostara de Crepúsculo.

E não foi por causa da ficção científica que eu gostei do livro, até mesmo porque tirando o fato de que a Terra foi invadida por aliens com uma medicina superior, quase não há sci-fi no livro. As armas são convencionais, todo mundo se transporta de carro, a comida é a mesma… Tudo porque os parasitas preferem realmente “substituir” seus hosts e continuar a vida no planeta como era antes, excluindo apenas a violência (é, os aliens são uma raça “pacífica e benevolente” mas de moralidade questionável).

Não, o que realmente me impressionou no livro foi o drama da personagem principal, Melanie.

Os aliens, chamados muito apropriadamente de “souls” (almas) ao parasitarem os humanos substituem completamente a alma humana, que some, mas retém todas as suas memórias e até sentimentos. Ao contrário do que acontece em “Os Invasores de Corpos”, o indivíduo resultante é indistinguível do humano substituído no comportamento e na aparência, exceto por uma pequena cicatriz no pescoço onde ocorre a “inserção” (que qualquer humano poderia ter ou forjar) e pelo brilho inconfundível nos olhos. Depois de bilhões de humanos terem sido “assimilados” e a Terra ser praticamente propriedade dos aliens, Melanie, um dos últimos humanos capturados, tem “uma alma guerreira” e consegue resistir ao procedimento e sua alma humana passa a coexistir com o parasita, que também é um membro singular da raça alienígena, e consegue convencê-lo a abandonar sua espécie e buscar pelo refúgio do punhado de humanos que ainda resta.

Monta-se um “plano” (se é que pode-se chamar assim) impensado e quase irresponsável, alimentado pelo desespero de Melanie. Afinal os humanos jamais teriam como saber que Melanie é Melanie. Incontáveis humanos durante a breve “guerra” (que consistiu basicamente em se esconder, pois quando a invasão foi descoberta já era tarde demais) foram “entregues” por familiares e amigos que foram capturados tentando conseguir comida e voltaram aos refúgios levando uma tropa de aliens. Para os humanos, ver o brilho nos olhos de um ente querido só tem uma resposta possível: um tiro na cabeça.

O líder do refúgio, tio de Melanie, intrigado pelas circunstâncias em que a sobrinha foi achada procurando pelo refúgio (que ela nunca soube exatamente onde era), se recusa a permitir sua execução. Apesar de não ter qualquer razão concreta para achar que ela é qualquer coisa mais que um parasita que tomou o corpo de sua sobrinha, decide, contra a vontade de todos os outros, pela sua captura. Finalmente confrontada com a situação impossível que criou, Melanie (que não tem qualquer controle sobre seu corpo) diz ao alien que não tente dizer “sou a Melanie!” porque só iria apressar a execução, pois faria os humanos, que só sabiam que um alien podia imitar o humano “assimilado” com perfeição, sentirem ainda mais ódio.

Imagine a situação: Ser prisioneira de pessoas que você ama e também te amam, mas querem te matar por acharem que você está morta há muito tempo.

Acredite, Stephenie Meyer consegue contar esse drama muito melhor que eu. Eu passei quase metade do livro com lágrimas nos olhos!

Sobre o filme: eu vi os minutos iniciais, os finais e algumas cenas no meio e concluí que nem valia a pena tentar salvar algo dele. Direção ruim, atuação ruim e script ruim. O que fizeram com o final é especialmente ridículo.

3 comentários
  • rodrigofeliciano - 1 Comentário

    Isso me pareceu ” eu sou a lenda” (o conto, não o filme do Will Smith”

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Conhecendo apens o filme, não vi absolutamente qualquer semelhança. Mas dei uma olhada na sinopse no resumo do livro e realmente há uma pequena similaridade na situação entre Neville e Ruth.

  • dencorso - 1 Comentário

    Se “foi o melhor livro que li este ano” seria porque deixou de sê-lo desde então… a meu ver, “é o melhor livro que li este ano” indica que permanece sendo. Agora que mudamos de ano, “é o melhor livro que li no ano passado” mantém essa nuance de significado.

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Erro STOP 0x0000008E ao iniciar o Windows XP

Peguei dois computadores com esse problema em duas empresas diferentes de ontem para hoje, com a mesma causa, por isso acho bom dar o alerta.

O problema está sendo causado pela instalação de um tal “Baidu Security” ou “Baidu Antivirus”. Mesmo desinstalando, ele ainda deixa um serviço driver ativo (bhbase.sys) que impede o XP de iniciar. E como essas porcarias da Baidu estão sendo instaladas pelo instalador do Baixaqui junto com o que realmente você queria instalar, esse problema pode atingir muita gente.

Para consertar, entre pelo Modo de Segurança e use o Autoruns para desativar qualquer coisa da Baidu que encontrar nas seções “Services”. Não olhe apenas na aba de mesmo nome. Deixe em “Everything” e procure por “Baidu” em tudo. O problema é causado especificamente pelo serviço driver, mas encontrei outras coisas de potencial problemático mesmo depois de desinstalado o software.

Na primeira ocorrência do problema eu perdi um tempo considerável para chegar ao culpado porque a principal causa apontada em uma pesquisa no Google era defeito na RAM, seguida por problemas com drivers. Nesses casos não era nem uma coisa, nem outra.

Edit: A informação do último parágrafo está incorreta. É mesmo um driver, mas não um driver que apareça no Gerenciador de Dispositivos.

Eu é que me confundi. Drivers também são instalados na chave “Services” do Registro. Na figura abaixo você pode ver onde o driver da Baidu aparece no Autoruns;

18 comentários
  • snowzpoc - 313 Comentários

    Jefferson, muito bom ver seu post, tive problemas com algumas máquinas XP mesmo desde segunda-feira, e tava indicando RAM mesmo, mas interessante era que a máquina entrava em modo de segurança mas travava no modo normal; essas pragas de Baidu e companhia são o motivo de vários chamados devido a máquina lenta ou internet ruim. Obrigado por compartilhar. Ah, em uma máquina ontem, o Autoruns mostrou o 360hook.sys, então é bom dar uma olhada nisso também. Uso o JRT Removal pra limpar a maioria dessas pragas, dá uma boa ajuda, ele só falha um pouco ao conferir os atalhos [como no seu post anterior].

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      O 360hookoem.sys, juntamente com dois outros drivers de nomes similares relacionados, estava presente nas duas máquinas e é costumeiramente instalado por aquele antivirus brasileiro altamente suspeito: “Psafe Protege”. Eu o desabilitei e ignorei, porque não parecia ter relação com o problema, mas agora que você falou eu dei uma olhada remotamente em uma das máquinas e a assinatura digital do mesmo era diferente. O instalado pelo Psafe Protege é assinado por um tal “Grupo Xango Tecnologia S/A” (que me faz pensar em um trabalho de macumba). Este estava assinado com um nome em caracteres não-latinos onde só se consegue ler “360” e “360.cn”.

       

       

      • Vagner "Ligeiro" - 29 Comentários

        Jefferson, se for o que penso, o 360 é um anti vírus também, um chines. E que imagino que o PSafe (ou melhor, a empresa PSafe) pegou a licença para usar aqui. Uma dica é ir no av comparativesPelo que noto em alguns computadores que já vi, principalmente os da Positivo, o PSafe tem vários programas, tipo “drive virtual”, “antivirus”, etc. Porém, como já vi que o bicho instala sozinho, é pesado e xarope para lidar, toda vez que vejo algum pc com PSafe, removo.

  • Matuto - 129 Comentários

    Interessante esse post. Eu lembro que esse ano já vi por aqui esse “Baidu” umas duas vezes, mas não foi preciso formatar e nem mostrava a tela azul. Se eu não estiver enganado, eu removi pelo Painel de Controle mesmo, mas sempre rodo o Spybot 1.6.2 e depois limpo o registro com o MV RegClean 6.9.

    Vou baixar esse Autoruns e dar uma olhada. Nunca utilizei.

  • Virtualuna - 1 Comentário

    Muito obrigado mesmo, Jefferson, já estava pensando em formatar 2 micros q chegaram aqui pra mim, agora, quando descobri aqui como resolver não usei o Autoruns, desinstalei o Baidu pelo painel de controle, e depois deletei todas chaves de registro q continha a palavra “baidu”, reiniciei e pronto funcionando.

  • Jefferson - 6.623 Comentários

    Atualizei o post com correções e acréscimos.

  • Matuto - 129 Comentários

    Então é por isso que ao desinstalar pelo Painel de Controle e limpar o registro com o MV RegClean, o problema foi resolvido, no meu caso.

  • snowzpoc - 313 Comentários

    Jefferson,  os que eu vi eram do site chines 360.cn também. Recomendaria também passar o Combofix e o Adwcleaner também.

  • Marcos - 1 Comentário

    Peguei um caso semelhante esta semana. STOP Error 8E e que não era problema de HD nem de memória. E com um agravante: após um scandisk na inicialização, o micro passou a não iniciar no modo seguro. Travava com tela preta e cursor piscando no canto superior esquerdo. Com o Hiren’s BootCD entrei no XP dele e manualmente removi o Baidu (de Arquivos de Programas, ALL Users, Meus Documentos do Usuário, System32 e etc…) Depois disso o micro passou a iniciar normalmente e terminei a limpeza do registro manualmente. Não sei se foi o “virus”, mas pelos logs do Windows, aparecia na inicialização erros do crypt32, indicando falha no update do Windows(que consegui corigir com essa dica: http://eventoid.blogspot.com.br/2010/05/windows-update-erro-0x80240030.html)

  • Saulo Benigno - 279 Comentários

    Ninguém aqui conhece o BankerFix? É nacional, feito pelo Linha Defensiva
    http://www.linhadefensiva.org/bankerfix/

    Eu só uso ele, tem resolvido muitos casos (não sei esse do post)

    Mas sempre vejo o pessoal recomendar SpyBot e outros mais confusos. Acho o BankerFix tão simples de usar.

    Alias, fora do Post, mas em casos desse tipo, recentemente passei por um caso que o BankerFix não resolveu, foi uma máquina no trabalho onde tinha um serviço (que acredito que tenha sido vírus) desligava os acentos áéóç do teclado. Nunca vi disso. Alguém já viu algo assim? Tive que eliminar como o Virtualuna fez, excluindo do registro.

    Bom saber que qualquer problema desse tipo é remover o Baidu. Já o Psafe Protege eu já vi em muita máquina, todo mundo sai instalando isso… pense num trambolho. Removo sempre :)

    • Vagner "Ligeiro" - 29 Comentários

      Saulo, digo por experiência que o Bankerfix é bom para remover só os virus tipo “banker” mesmo. 

      Para uma limpeza mais geral, tenho usado:

      – Adw Cleaner: um programa que limpa todos os adwares instalados (ou grande parte)
      – Combofix: considero a “bezetacil” para tirar alguns tipos de virus
      – Revo Uninstaller: bom para desinstalar com uma limpeza completa alguns tipos de adware, incluíndo o Baidu, DealPly e Babylon (com o chato “Browser Protect” :p)

      E por aí vai. O Adw Cleaner e o Combofix tu pega no Bleeping computer. 

  • Magno Lima - 8 Comentários

    Saulo, para os casos a que se propoe o bankerfix, e´ele, para mim, o melhor.
    Eu o uso ha quatro anos. Valeu.
    http://www.linhadefensiva.org/bankerfix/

  • caique Andrade - 1 Comentário

    Eu não consigo fazer nada, pois o meu teclado ele não funciona por causa do erro. Para mim ele aparece para eu escolher o modo iniciar com segurança, mas meu teclado na funciona, assim não posso escolher as opções.
    o que eu faço?

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Isso não tem nada a ver com esse problema. Você deve estar usando um teclado USB. Habilite “legacy USB” no BIOS ou coloque temporariamente um teclado PS2.

  • Ricardo Cérbero - 1 Comentário

    Dica muito útil, funcionou por aqui.

    Obrigado por compartilhar.

    Abraço.

  • alyssonmogno - 1 Comentário

    Obrigado cara, não podia formatar uma maquina aqui, e isto resolveu o meu problema!

  • Robert Boconcelo - 1 Comentário

    Muito boa a dica, meu pc tem instalado o Windows 32 bits Ultimate e estava com esse problema, eu tenho instalado o Tuneups 2014 e nunca chegava o desempenho a 100%, então eu instalei o programa Autoruns , executei o programa não em modo de segurança mas no normal procurei tudo com o nome baidu e suas extenções e desmarkei no autoruns e deletei
    quando fui ver o desempenho do pc estava 100% sem o erro.

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A terceira lei de Clark, segundo a Telexfree.

O escritor de ficção científica Arthur C. Clark é famoso (não entre os zumbis, claro) entre outras coisas por ser o autor da seguinte frase, chamada de “terceira lei de Clark”:

Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia.

Pois depois de ler e ouvir muitos defensores da Telexfraude, online e pessoalmente, eu proponho a versão/paródia “Telexfree” da lei:

Qualquer grau suficientemente avançado de estupidez é indistinguível de vigarice.

7 comentários
  • Matuto - 129 Comentários

    Eu acredito que alguns ainda defendam essas “empresas” por acharem que vão receber o dinheiro de volta ou já receberam, por conta dos “amigos” que entraram depois deles.

    Alguém precisa ser muito imbecil de achar que “não era nada”, depois do dono ser preso. Ou… tem alguma coisa por trás dessa “imbecilidade”.

    Eu tenho alguns amigos e outros conhecidos que fizeram propaganda do BBOM, Telexfree e Pripples pra mim. A vontade que eu tenho é de mandar pra um lugar bem longe!

  • Ednardo Silva - 4 Comentários

    Ótima definição!

  • Jefferson - 6.623 Comentários

    Eu acredito que alguns ainda defendam essas “empresas” por acharem que vão receber o dinheiro de volta ou já receberam, por conta dos “amigos” que entraram depois deles.

    Sim, há um grupo que sabe que “a casa caiu” mas continua com a encenação para não ficar mal com seus “afilhados”. Continua se enquadrando como vigarice.

    Eu tenho alguns amigos e outros conhecidos que fizeram propaganda do BBOM, Telexfree e Pripples pra mim. A vontade que eu tenho é de mandar pra um lugar bem longe!

    É o “efeito Telexfree”. Agora, qualquer um que se aproximar de mim com qualquer proposta que seja de “marketing multinível” vai levar um “chega prá lá”. Não importa se é MMN “sério” (se é que isso existe) ou pirâmide/Ponzi. As probabilidades de ser golpe maquiado, hoje, são muito altas e eu é que não vou perder meu tempo tentando fazer essa avaliação.

  • Matuto - 129 Comentários

    Essa semana eu soube que um conhecido meu perdeu 5 mil reais! Hehehehe… não sei se lamento ou se acho bom.

    Dinheiro fácil é complicado… prefiro me lascar me sujando de poeira de micro de oficina mecânica e resolver bronca no Windows 98 do quê jogar meu dinheiro num rolo doido desse.

  • VR5 - 397 Comentários

    Jefferson, sabes algo sobre a quantas anda o processo da Telexfree? E as reações dos “divulgadores”? Pelo que estou lendo, muitos já estão desisitndo. E mesmo que a Telexfree consiga continuar operando, seu foco terá que ser REALMENTE a venda do seu “famoso” (?) VOIP e não a captação de mais “divulgadores”… daí muitos não vão querer mesmo…

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Para a minha sorte, eu não preciso lidar com esses zumbis diariamente. Apenas duas pessoas próximas entraram nessa e as duas sabiam que era golpe e só estavam atrás do dinheiro fácil, então eu não tenho que ouvir delas coisas como “Telexfree é de Deus!” ou “Você é um ignorante!”.

      Eu procuro noticias todos os dias. Estou aqui na torcida pelo confisco dos bens dos team builders e por uma movimentação da polícia dos EUA, para calar a boca de pelo menos alguns dos retardados.

      O melhor lugar para acompanhar isso tem sido o site BehindMLM

      http://behindmlm.com/category/companies/telexfree/

      Mas alguém de lá já disse que investigações desse tipo lá podem ficar na surdina por até dois anos até o FBI enfiar o pé na porta deles e levar todo mundo preso (de verdade, não o “ir preso” aqui do Brasil).

  • Matuto - 129 Comentários

    Eu já soube que o dono de umas dessas daí tá solto. No Brasil, quem tem dinheiro, tem regalias.

    Eu tô doido pra chegar um vendedor de MMN na minha porta pra inaugurar uma G28 que comprei.

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