Eu estava satisfeito com meu Samsung A11 até ele ser atualizado para o Android 11. Depois disso o celular ficou um lixo. Pode ter sido coincidência, mas desde a época da atualização a touchscreen vem dando toques fantasmas que às vezes atrapalham demais. E ficou lento;
Eu posso fazer o downgrade para o Android 10 e até já baixei a ROM, mas não me atrevo a fazer isso antes de ter passado todos os meus aplicativos para um celular novo e não sentir falta de nada por pelo menos um mês.
Estou disposto a pagar até R$2mil mas também não quero desperdiçar dinheiro. A princípio não quero mais Samsung, basicamente porque não suportam mais gravação de chamadas.
Características que me importam:
Um mínimo de 3GB de RAM. Eu não acredito que algo seja realmente funcional com menos que isso hoje, mas como eu não uso para jogar não creio que precise de mais que 4GB também;
Se grava conversas telefônicas. Compatível com o Automatic Call Recorder ou similar (preferível) ou que pelo menos o app padrão tenha suporte. Eu posso gravar perfeitamente com o A11, mas tenho que me lembrar de colocar no viva voz;
Barômetro, para registrar altitude corretamente. Não é indispensável, já que mesmo barômetros não são perfeitos nisso;
Bússola (magnetômetro), para o Waze, Google Maps e skEye;
Acelerômetro e giroscópio, para o skEye;
Se a câmera é boa para fotos macro e à noite;
Leitor de impressões digitais;
Jack para fone de ouvido;
Bluetooth 5.0;
Velocidade do Wi-Fi maior que 100Mbps, para permitir teste de roteadores. Não é essencial, porque sempre posso usar outro aparelho para isso.
Embora você esteja com um pé atrás nos Samsungs, no Brasil e opção de marca é um pouco limitada. Eu chutaria em um Samsung S20FE.
Quanto à gravação, realmente nunca utilizei, então não posso dizer. Mas sei que dá para trocar o discador e sei que a própria Google já liberou lá atrás gravação nativa no app dela. Mas não sei o trabalho que daria. https://olhardigital.com.br/2020/10/22/dicas-e-tutoriais/como-gravar-chamadas-de-forma-nativa-no-android/
Jeferson, eu era usuário fiel de Motorola, em 2020 troquei pela Xaiomi e não me arrependo em 2020 adquiri um Redmi Note 8 pro 6Gb/128 Gb… por 1400,00 1 ano depois comprei o mesmo aparelho pra minha esposa.. no final do ano passado comprei um poco x3 pro pra minha filha com 8Gb/256Gb por 1750,00 e o aparelho é muito bom…. tinha o pé atras com a Xaiomi mas os aparelhos rodam tudo muito bem …e são bem resistentes… o meu com mais de dois anos de uso segura a bateria de boa… coisa que não acontecia com os motorola que depois de 1 ano e 2 meses apresentavam degradação da bateria… E eles ainda vem com infra-vermelho que são uma mão na roda quando o controle remote some…
Um amigo me recomendou o POCO, mas nas pesquisas que fiz não encontrei nenhuma loja conhecida vendendo. Mesmo quando no resultado da busca aparece “Amazon” e “Carrefour”, na verdade é um anúncio no respectivo marketplace “vendido e entregue” por uma loja completamente desconhecida. Aí eu fico com um pé atrás.
Jeferson, a maioria esmagadora de Xiaomi no Brasil vem por importação ilegal, e os preços praticados pela importadora oficial estão fora da realidade do mercado, até comparando com outras marcas. Dessa forma, não acredito que vai achar lojas oficiais vendendo esse produto.
Uma pesquisa rápida no MercadoLivre mostra vários vendedores ótimos com frete grátis e parcelamento sem juros, mas lembro de ter lido alguma coisa sobre teu receio com o MercadoLivre, então fica apenas a dica por aqui.
Em relação ao modelo, reitero a sugestão do Fabio Esteves pelo Poco, particularmente o modelo X3 NFC de 128Gb, pois o processador é pouca coisa inferior ao modelo Pro, mas a câmera é muito superior.
Não sei se você já conhece, mas o site GSM Arena permite fazer comparativos e até fazer uma busca detalhada com as funções que você está procurando, o que pode te ajudar caso opte por outra marca.
Espero ter ajudado.
Sim, nesse caso fica mais complicado, aqui no RJ nos “info shopping”, você consegue comprar o aparelho em loja fisica um pouco mais barato que no Mercado Livre, porém é a vista… Meu irmão comprou pelo Mercado Livre de uma loja de SP e parcelado…
Meu pai comprou um Xiaomi “médio” por assim dizer, não lembro o modelo mas é bem fininho. A quantidade de spyware que vem de fábrica é impressionante, até o gerenciador de arquivos nativo conecta com os servidores da Xiaomi e mostra publicidade, fora o tanto de coisa que precisa desativar pra não ficar passando dados 24 horas (isso supondo que desative mesmo, tenho minhas dúvidas). Claro que a Samsung tem bastante lixo com telemetria e tudo mais ativado, mas no Xiaomi a quantidade é bem maior. Tem gente que afirma que não tem nada disso e que “nunca viu” mas é porque nunca abriu o menu de configurações e deixa tudo no padrão mesmo. Não me considero um paranoico pela privacidade mas também não abraçaria os produtos da Xiaomi como primeira opção.
Tenho um Xiaomi e resolvi parte desses problemas simplesmente não utilizando os serviços e apps nativos da xiaomi. Os anuncios em geral resolvi de forma radical, root e adblock.
Algumas pessoas são viciadas na adrenalina dos sustos em um filme de terror. Eu sou em cenas que dão um nó na garganta ou pelo menos me deixam arrepiado (mas não de medo). Como esta semana eu estou particularmente emotivo (nem perguntem) decidi compilar uma lista dessas cenas. Este post vai crescer com o tempo e infelizmente quando eu apontar a cena no youtube não esperem que esteja dublada ou legendada. Já é suficientemente difícil encontrar sem essas restrições.
Eu vou tentar dar um contexto, mas eu não espero que alguém que não tenha assistido ao filme possa captar toda a emoção das cenas. Falta entender os personagens, suas relações e o que os levou até aquele momento. Eu também não espero que a maioria dos meus leitores, até onde sei todos portadores de um cromossomo Y, se interesse por isso.
O Segredo do Abismo
Bud e Lindsey estão em um mini-submarino avariado a cerca de 600m de profundidade e a água congelante está subindo rapidamente. Eles tem equipamento para que apenas um deles possa escapar e Lindsey insiste que Bud a deixe morrer afogada e a ressuscite na base submersa. O oposto não seria possível porque Lindsey não tem força para nadar carregando Bud. Notar a tensão crescente e a agonia do personagem de Ed Harris.
Bud carrega o corpo de Lindsey pelo fundo do mar, de volta para a base. Notar as expressões do resto da equipe quando começam a se dar conta de que não há mais volta para Lindsey.
Bud simplesmente não pode aceitar que deixou a esposa morrer para que ele pudesse viver. Dois minutos de insanidade que dão resultado, para surpresa e felicidade geral.
Mais tarde, Bud sai sozinho em uma missão para impedir que a ogiva nuclear detone. Ele tem sucesso, mas levou 30 minutos para descer o abismo e só tem 5 minutos restantes de ar. Diante do desespero de Lindsey ele informa que sabia que tinha uma passagem só de ida e que a ama. Esse diálogo acaba sendo instrumental mais adiante no filme.
Coração de Cavaleiro
Durante o torneio, Will descobre que seu oponente é o Príncipe Edward (que realmente existiu) disfarçado. Em vez de desistir do combate, como todos os outros cavaleiros fizeram ao se dar conta do mesmo, Will decide continuar para deleite do príncipe, que estava frustrado por não conseguir participar. Mais tarde, quando descobrem que Will não é um cavaleiro e o condenam (para começar) à execração em praça pública, o príncipe Edward reaparece, tece elogios a Will por ter tudo o que é necessário, ordena que o libertem, inventa que Will tem descendência nobre (desafiando qualquer um a contradizê-lo) e o ordena cavaleiro (Sir William) no local. A entrada de Edward poderia ser menos teatral e o comportamento dos extras melhor, mas tirando isso acho a cena excelente.
Vingadores: Ultimato
O sacrifício da Viúva Negra, após lutar ferozmente com o seu melhor amigo pelo “privilégio”.
O Capitão não desiste e, quando tudo parecia perdido, a maré vira. Eu tenho ressalvas quanto a essa cena pelo absurdo (para começar, Doutor Estranho não poderia ter explicado a situação a tantos grupos e coordenado esse contra-ataque em minutos), mas entendo que o diretor estava almejando o efeito “UAU” e ignorando o resto. Deu certo.
V de Vingança
A cena final, quando os frutos do planejamento de anos feito por V são colhidos.
Guardiões da Galáxia Vol 2
O funeral de Yondu. Ao ver a reação de Kraglin à chegada dos ravengers eu não me contive mais.
Gravidade
Kowalski se sacrifica para salvar Ryan.
Star Trek: Além da escuridão
A morte de Kirk, que fica ainda mais impressionante com a reação do normalmente insensível Spock.
O Inferno de Dante
O resgate de Harry e posteriormente de Rachel e sua família. Esta cena ainda me emociona apesar de ter sérios problemas de script e direção, ancorados no fato de que supostamente Harry estava preso naquela situação impossível há dois dias. Se a cena anterior mencionasse algo como “duas horas” ficaria muito melhor, mas a recuperação instantânea de Harry ainda seria difícil de engolir.
Always (Além da Eternidade – 1998)
A cena final, quando o espírito de Pete “resgata” Dorinda e, finalmente deixando de lado o ciúme, a liberta para seguir sua vida com Ted.
Mulan 1998
Com inteligência e perseverança Mulan consegue o que nenhum homem havia conseguido, ironicamente (ou não) ao som de “Be a man”.
A cena da batalha no gelo, quando finalmente somos apresentados ao tamanho do contingente de Shan-Yu e percebemos o quão desesperadora é a situação do pelotão de Mulan.
O imperador, que não se curvara nem diante da morte certa, se curva diante de Mulan.
Mais tarde, quando Mulan entrega a espada de Shan-Yu e o brasão do imperador ao pai, este, que por mais de uma razão não esperava vê-la de novo com vida, joga os presentes do chão, abraça Mulan e diz que a maior honra e presente que ele poderia ter é tê-la como filha.
Lilo & Stitch
O perigosíssimo “experimento 626” pede para dizer adeus à sua família.
Sinbad 2003
Sinbad, um ladrão egoísta e mentiroso que poderia ter fugido facilmente (e quase todo mundo esperava que ele fizesse isso) retorna a Siracusa para encarar sua execução e assim poupar a vida do amigo que ia morrer em seu lugar. O famigerado pirata ter encontrado o caminho da honra e estar em busca de redenção não estava nos planos da deusa Eris, que é obrigada a revelar-se e salvar sua vida.
O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei
No final da cerimônia de coroação de Aragorn, este deixa claro o que ele pensa dos Hobbits se curvarem diante dele (ou de qualquer um).
UP!
O relacionamento de Carl e Ellie, do casamento à morte desta.
O Gigante de Ferro
Esse é um filme para se assistir com água nos olhos, mas a cena final é a melhor de todas. Quando um imbecil ordena um ataque nuclear ao gigante alienígena sem se dar conta de que não há escapatória para ninguém da explosão, o “inimigo” se sacrifica por todos. É preciso assistir ao filme para entender a carga emocional de sua última palavra: “superman”.
Simplesmente Amor
Quando descobrimos por que Mark “não suporta” a esposa do melhor amigo e nos damos conta do tamanho do seu conflito interno.
O Resgate do Soldado Ryan
Do momento em que a escriturária se dá conta de que três irmãos da mesma família morreram até o momento em que sai a decisão de resgatar o último
A cena em que Todd, após ser expulso do acampamento, começa a chorar e se surpreende com as lágrimas, porque foi condicionado desde criança a não sentir emoções.
Invasão Do Mundo – Batalha De Los Angeles
A cena em que o sargento decide voltar sozinho para o campo de batalha atribuindo a si mesmo uma missão suicida e todos os sobreviventes do pelotão, que no início da estória duvidavam de sua liderança, decidem acompanhá-lo.
The Mountain Between Us
A minutos de finalmente alcançarem a civilização, Ben cai em uma armadilha de urso. Alex, que mal consegue andar, tem que buscar ajuda sozinha para os dois. E quase não consegue.
O Vôo do Navegador (Flight of The Navigator – 1986)
O trecho desde a passagem pela delegacia até o reencontro de David com os pais. Esse filme tem muitos problemas de roteiro e direção para meu gosto atual (não vi nada de errado na época), mas ainda fico arrepiado só de pensar na emoção dos pais ao verem de novo o filho desaparecido há oito anos que já era considerado legalmente morto.
Boa lista. Adicionaria uma cena que eu acho incrível, apesar de que só vi o filme uma vez, quando foi lançado, 20 anos atrás: em Inteligência Artificial, quando o menino é resgatado pelas criaturas do lago depois de incontáveis eras submerso lá. O fato de ainda haver “vida” nele e de o sonho dele (de certa forma) se realizar.
Eu não lembro exatamente qual minha reação ao final de AI. E também só assisti uma única vez, porque apesar de ter achado a interpretação de Haley Joel Osment impressionante a situação toda era muito triste e deprimente. Os “pais” (principalmente a mãe) mereciam cadeia pelo que fizeram. Eu não duvido nada de ter ficado com um nó na garganta uma ou mais vezes nesse filme, mas não estou disposto a ver de novo para conferir.
“O Segredo do Abismo” marcou pra mim por ser da época em que ia ao cinema sem saber nada sobre o filme. Sem trailer, sem notícias, etc. Fui com minha irmã e fui surpreendido com um ótimo filme.
Pois é. Nessa época eu ficava rodeando o cinema (todos eles) olhando os posters, tentando julgar os filmes baseado neles. Quanto aos trailers, só os que a gente tinha sorte de ver antes de outro filme.
Eu acho que não vi The Abyss no cinema. O poster dava no máximo a idéia de um filme de horror.
Eu lembro de ter assistido a uma versão altamente editada na TV aberta e anos depois descobrir que o filme era muito melhor ao assistir à versão completa de 2h19min.
Bela lista.
O caso de Up! é engraçado. Um filme que a gente pensa ser divertido, mas já detona uma tristeza enorme na primeira parte. A dublagem do Chico Anysio, pelo que Nizo Neto conta, também tem história pra entrar na lista.
Jorge Luiz Brito de Faria (Professor Hulk) - 2 Comentários
Jefferson, devo confessar que sou chorão pra ver certos filmes, e sua lista é praticamente igual a minha. Senti falta de “Coração Valente” que também é pra acabar.
Outra coisa que também mexe comigo são os créditos finais dos filmes da Pixar, principalmente “Vida de Inseto”, “Procurando Nemo” e “Monstros S.A.” com aquelas trilhas incríveis. Por falar nisso, “Toy Story 3” se não fazer marmanjo chorar é porque não teve infância!!!
Senti falta de “Coração Valente” que também é pra acabar.
Eu assisti uma única vez, logo quando o VHS ficou disponível, mais de 20 anos atrás. Eu não duvido de que tenha me emocionado com o filme, mas tudo o que lembro é de que tem um final deprimente, por isso nunca assisti de novo.
Por falar nisso, “Toy Story 3” se não fazer marmanjo chorar é porque não teve infância!!!
Esse está na minha lista para checar desde que uma cena de The Big Theory fez referência a ele. Penny diz que Leonard é um chorão, Leonard Nega e ela responde “Toy Story 3”.
Uma das cenas fortes que me encheram os olhos foi no filme FullOut – saiu do catalogo da Netflix. Na cena em que a Ariana diz para Cat “para cada pessoa que você ajuda a andar, o mundo se torna um lugar melhor, não tem medalhas para isso”.
E as últimas cenas do episódio final da primeira temporada do seriado Fate, a saga das Winx onde a Bloom conta para os pais que ela não é filha deles.
Filme Assassin’s Creed – acena onde o Call “vê” a mãe e o pai como fantasmas e eles fazem o juramento dos assassinos.
Talvez porque eu tenha encarado já com as expectativas muito baixas. O filme está cheio de momentos que fazem você se perguntar “peraí… por que…” e eu realmente questionei a qualidade do script na cena da batalha final, mas eu acho que o filme tem a essência do original de 1984 e gostei dos protagonistas mirins. Muito melhor que aquela caricatura ridícula que fizeram em 2016. É mais fácil acreditar nas crianças como ghostbusters (e não faz o menor sentido) do que naquela palhaçada sexista.
Foi presente do amigo José Carneiro e está custando R$66 na Nagem. Os fones de ouvido de baixo custo geralmente apresentam para mim um ou mais dos seguintes problemas:
Volume muito baixo;
Som irritante;
Ficam incomodando ou caem com facilidade.
Com este não tive nada disso. Uso há cinco meses todos os dias no Samsung A11 em caminhadas de até quatro horas e meia e não tenho nenhuma reclamação a fazer sobre conforto, qualidade e o volume do som. Abafa tão bem o som ambiente que não ouço o barulho de veículos se aproximando, por isso caminho sempre na contramão (se você tem problemas com isso, basta baixar o volume). Também é fácil de inserir no ouvido por causa do fundo plano. Eu só percebi o quanto era fácil quando comecei a testar um fone Philips que por ter um fundo curvo requer mais dedos para orientar o danado na cavidade auricular.
Além disso tem um cabo plano que parece bem resistente. Eu sou relaxado com essas coisas e não tenho paciência para ficar enrolando cabos e guardando o fone cuidadosamente. Deixo jogado de qualquer jeito no banco do carro ou enfiado no bolso da mochila. Resistiu aos abusos de ficar sentando/esfregando coisas sobre ele e puxões. Além de parecer ser mais fácil de desembaraçar.
Eu ainda não testei se o microfone tem boa qualidade e sensibilidade nas chamadas, mas usei no gravador de voz durante uma caminhada para gravar notas e captou muito bem a minha voz.
[03/03/2024] Infelizmente tive que deixar de usar esses fones. Eles parecem não tolerar meu hábito de continuar caminhando se começar a chover. Entra água na caixinha que tem o botão e o microfone e oxida tudo. O primeiro sintoma é o volume do celular baixando sozinho quando o fone é conectado. Depois para de funcionar de vez. Já perdi dois assim.
Vale a pena salientar que eu não vejo qualquer problema em pagar uma centena de reais ou mais em um fone de ouvido, mas a diferença de preço tem que ser justificada. Se eu puder fazer um comparativo com um fone de ouvido de R$200 nas mesmas condições e for capaz de notar uma diferença significativa na qualidade do som, eu troco de fone. No momento, o T110 parece perfeito para mim porque tem uma qualidade e volume comparáveis aos do meus fones bluetooth, sem
ser tão anti-estético, o problema da bateria e interferências e posso até usar sob a chuva sem medo de dano. A única coisa de que sinto falta é o controle fácil de volume e saltar/voltar músicas.
Esse modelo é muito bom, mas tive um problema com ele: DUAS vezes ele falhou em um dos lados por mal contato, ficava falhando o som de forma intermitente. Coisas de ter cabo flexível, que acaba causando algum esforço na conexão com o uso.
Nas duas ocasiões foi rapidamente resolvido (em garantia) trocando por um novo na assistência autorizada (ponto para a JBL, trocaram sem questionamentos ou incomodação).
Agora já passou da darantia, porém não aconteceu mais. Mas também vê menos uso, tenho usado mais outros dois, um Redmi Air Dots (intra-auricular mas sem partes móveis) e um Motorola “over the ears” grandão, com duração de bateria enorme.
Ah, esqueci de comentar uma coisa: o que me incomoda ainda nesses fones, é que eles tem dois perfis BT diferentes, um “high fidelity” para escutar música, e um mais “meia boca” para audio calls (quando precisa do microfone).
Isso não é uma limitação de um fone específico, mas sim to protocolo, só que estamos em 2022, eu esperava que isso já estivesse resolvido. Aparentemente para ter audio 2-way de qualidade só usando headsets com um dongle proprietário, tipo Jabra.
Esse tipo de fone só tem um incomodo pra mim, não gosto desses “supositórios auditivos”. Prefiro os antigos tipo walkman, ou os de concha (que estavam na moda até pouco tempo atrás) ou no máximo aqueles pequeno que voc6e só encaixa na parte interna do ouvido, mas sem entrar no canal.
Este post está em rascunho. Não espere por muita coesão ou organização.
Está escrito TOMZN na face, mas na lateral esquerda e no manual o fabricante é identificado como HIKING.
Eu comprei esse relé em julho de 2019 por 16 dólares na Aliexpress. O mesmo modelo ainda é vendido, mas com pequenas diferenças cosméticas. E quando você terminar de ler minha análise vai desejar que também tenham corrigido os vários bugs. Sua única vantagem é a teórica capacidade de funcionar em redes de 127. Eu digo teórica porque o fabricante não declara isso explicitamente e o aparelho usa fonte sem transformador, que não é o design indicado para algo que vai operar tanto em em 127 quanto em 220V automaticamente. O aparelho pode vir a sofrer de resets esporádicos em 127V, principalmente na hora de fechar os contatos, embora isso não tenha acontecido nos meus testes. E talvez até funcione quando novo, mas com o envelhecimento do capacitor deixe de funcionar. Eu não recomendo a compra desse modelo se você vive numa região de 220V por causa dos bugs.
Especificações segundo o manual
Tensão de operação
85-300V
Faixa da proteção de sobretensão
85-300V (default 270V)
Faixa da proteção de subtensão
85-300V (default 170V)
Faixa da proteção de sobrecorrente
1-63A (default 40A)
1-80A (default 60A) sob encomenda
Freqüência
50/60Hz
Retardo ao ligar após desligamento
2-255s (default 2s)
Consumo do circuito de tensão
=<0.5W
Consumo do circuito de corrente
<1VA
Faixa de exibição do acumulado de energia ativa
0-9999.9kWh
Acurácia em tensão, corrente e potência
+0.5%
Acurácia em energia ativa
+1% (IEC62053-21)
Temperatura de operação
-25°C ~ +70°C
Temperatura de armazenagem
-40°C ~ +80°C
Umidade relativa
=<85%
Altitude
=<2500m
Ambiente eletromagnético
E2 (1)
Vida mecânica
=>100000 ciclos
(1) Segundo a norma ITU-T K.141 “E2” corresponde a aptidão para uso industrial
Bug: Os indicadores >V e <V na unidade que possuo funcionam ao contrário do que é esperado:
>V acende durante uma situação de subtensão
<V acende durante uma situação de sobretensão
Como o indicador de corrente só tem uma casa decimal não consegue registrar nenhum consumo inferior a 0.1A, como o de uma lâmpada de 8W (0.045A em 220V). Então você precisa ficar atento, pois “00.0A” no display não significa “nada ligado”. E não é porque o aparelho não seja capaz de detectar uma corrente tão baixa, porque a medição de potência registra a existência da lâmpada. O problema é na programação mesmo.
A medição de potência e energia
Com o display exibindo a tensão e corrente, apertar uma das teclas de seta vai exibir em sequência a potência instantânea (P) e o consumo acumulado de energia (E).
Não existe opção explicita de zerar o acumulado de energia. O manual faz menção à possibilidade de carregar a configuração de fábrica do relé, que poderia dar conta disso, mas não consegui entender a explicação.
A medição de potência é imprecisa:
Registra uma lâmpada LED Philips de 8W como 5W ou 6W, dependendo da lâmpada (testei duas do mesmo modelo). A mesma lâmpada registra entre 8.5W e 8.6W no medidor PMM2008, o que indica que o DDS328-VAP não é confiável nessa medição;
Uma lâmpada incandescente de 100W que registra 102.4 a 104W no PMM2008, registra 99W no DDS328-VAP, o que sugere que o problema do aparelho seja maior com baixas correntes.
Esta é a lista completa de parâmetros, mas a seleção que você vai encontrar depende do modo de operação selecionado. O firmware oculta os parâmetros que não se aplicam ao modo escolhido.
LCD
Parâmetro
default
Max
Min
Significado
dE
Modo de operação
1
7
1
Em qual dos modos, de dE1 a dE7, o relé está operando.
b9
Modo do backlight
2
2
1
1: sempre ligado. 2: Liga ao pressionar um botão e desliga 30s após um botão ser apertado pela última vez.
SS
Retardo ao energizar
2s
255s
2s
Quanto tempo esperar após o relé ser energizado para fechar os contatos. (2)
Uo
Tensão de sobretensão
270V
300V
85V
Se a tensão de entrada subir até esse valor o relé abre os contatos por sobretensão. (1)
UoH
Tensão de recuperação de sobretensão
265V
300V
85V
Tensão que faz o relé cancelar o erro de sobretensão e fechar os contatos novamente. Precisa ser menor que Uo ou automaticamente será ajustado para Uo menos 5V. (3)
UL
Tensão de subtensão
170V
300V
85V
Se a tensão de entrada cair até esse valor o relé abre os contatos por subtensão. (1)
ULH
Tensão de recuperação de subtensão
175V
300V
85V
Tensão que faz o relé cancelar o erro de subtensão e fechar os contatos novamente. Precisa ser maior que UL ou automaticamente será ajustado para UL mais 5V.
SU
Tempo de julgamento de subtensão e sobretensão
3s
60s
0.1s
A tensão precisa ultrapassar o valor configurado por esse tempo para acionar a proteção. (2)
Io
Corrente de sobrecorrente
40A
63A
1A
Também disponível com máximo de 80A e default de 60A. (1)
IC
Malignant Load protection value
0.5A
5A
0.5A
(1)
SI
Tempo de julgamento de sobrecorrente
3s
60s
0.1s
(2)
SH
Tempo de religamento após falha
60s
512s
1s
Bug: Este parâmetro é ignorado e o valor de SU é usado, tanto para sobretensão quanto para subtensão. (2)
oP
Tempo em ON de cada ciclo
5
999
1
Disponível apenas nos modos dE5, dE6 e dE7
CL
Tempo em OFF de cada ciclo
5
999
1
Disponível apenas nos modos dE5, dE6 e dE7
Er1 a Er5
Últimos 5 registros de erro
1:sobretensão, 2:subtensão, 3:sobrecorrente
(1) Para desligar a respectiva proteção, desça além do valor mínimo ou suba além do valor máximo até aparecer a opção “off” no display.
(2) Não exibe contagem regressiva no display, ao contrário do que ocorre no TOVPD1-60-VA
(3) UoH é um nome contra-intuitivo para o parâmetro, porque o valor colocado aqui nunca é superior (High ou Higher) ao valor de Uo.
Modos de operação
dE1 – Proteções ativas. Desligamento e religamento automáticos.
dE2 – Proteções ativas. Desligamento automático e religamento manual.
dE3 – Proteções desativadas. Relé sempre desligado.
dE4 – Proteções desativadas. Relé sempre ligado.
dE5 – Proteções desativadas. Operação cíclica com unidade segundos;
dE6 – Proteções desativadas. Operação cíclica com unidade minutos;
dE7 – Proteções desativadas. Operação cíclica com unidade horas.
Modos de operação dE5, dE6 e dE7 criam um temporizador cíclico, com tempo ON definido em oP e tempo OFF definido em CL. A diferença entre os modos dE5, dE6 e dE7 é como esses parâmetros são interpretados (segundos, minutos ou horas). Por exemplo, “3” no parâmetro CL significa tempo OFF de 3s no modo dE5 e 3h no modo dE7.
Bug: Ao terminar a contagem regressiva para sair de um erro de sobretensão, o relé não checa antes se está numa situação de subtensão e liga a saída assim mesmo, para desligar em seguida um segundo depois acusando subtensão. O mesmo ocorre de subtensão para sobretensão. O relé pode até estar fazendo a checagem, mas como o parâmetro SH não funciona e o tempo para sair de uma situação é sempre igual ao tempo para entrar em outra, um atraso interno de 1s entre operações pode estar causando esse problema. SU precisaria estar funcionando e ser menor que SH para evitar isso. Eu não tenho como testar se o TOVPD1 tem esse bug no momento.
Bug: Ao voltar a energia e ao terminar a contagem regressiva definida por SS, o relé não checa se está numa situação de subtensão e liga a saída assim mesmo, pra desligar em seguida acusando o respectivo erro. Isso acontece mesmo que SS esteja configurado com um tempo muito maior que SU (11s e 3s, por exemplo). O TOVPD1 não tem esse bug.
Malignant Load?
Isso parece ser uma invenção chinesa. Até onde pude entender, essa proteção detecta a presença de uma carga puramente resistiva de um determinado valor com o objetivo de coibir o uso, em dormitórios estudantis, de determinados aparelhos considerados perigosos, como fornos elétricos. Mas requer muito mais explicação do que isso para que eu entenda.
Por dentro
Como se pode ver na foto acima, assim como ocorre no TOVPD1 o único papel do condutor neutro é alimentar o dispositivo e fornecer a referência de tensão. Você não precisa “passar o neutro” por ele.
Quando o fabricante coloca “80A” escrito em um relé desse tamanho a gente desconfia de malandragem. E aí vem outro fabricante e não coloca nada escrito.
Pergunta fora do assunto: Como é o seu processo de tirar fotos dos aparelhos? Vejo que tem um fundo branco, usa aqueles soft box? Preciso melhorar minhas fotos, pois uso só uma mesa numa área bem iluminada aqui de casa.
Para começar, eu dependo da luz do sol. Minhas fotografias com flash sempre desapontam e não tenho uma softbox ainda. Eu tiro as fotos no quintal de casa, sobre uma mesa, geralmente colocando um papel branco sob o objeto, mas até esse papel branco atrapalha: Se o objeto for escuro a câmera ao tirar uma média da luminosidade acaba fazendo um auto-ajuste onde a imagem fica toda escura. Deve haver um jeito de impedir a câmera de fazer isso, mas não parei para procurar ainda. às vezes depois de várias tentativas eu consigo com boa luminosidade e às vezes eu tenho que colocar a foto no editor gráfico para aumentar o brilho. Mas aumentar o brilho não faz o fundo ficar branco, então eu tenho que remover pacientemente o fundo também.
O mesmo problema ocorre por causa de sombras. Dependendo do objeto as sombras são desprezíveis mas às vezes não são, e tenho que remover o fundo também. Em teoria tudo isso se resolve com uma softbox
Quando eu tenho que fazer isso fico desejando ter tirado a foto com um fundo verde-limão. Deve ser muito mais fácil remover automaticamente do que branco sujo.
As duas fotos inferiores desta página estavam com fundo imprestável e tive que remover manualmente. Com fotos de alta resolução é mais fácil tanto fazer isso quanto esconder os efeitos. Eu recortei o fundo fazendo o traçado a 300x de zoom no original e depois fiz a redução para 700px de largura. Na primeira foto você quase não nota. Na segunda já se percebe que há algo pouco natural que não dá para determinar, mas depois que se aponta que o fundo foi removido você começa a perceber os indícios.
Boa análise, eu gostaria se saber o que é aquele negócio no lcd que parece barrinhas de sinal de celular, às vezes pisca nos meus e não encontrei referência nenhuma até agora. No meu setup depois da configuração dE aparece uma dC, antes da b9, também procuro saber o que é. Nas novas versões corrigiram os leds de sobre/sub voltagem. Abraços!
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De vez em quando, na época do natal, eu fazia uma projeção na frente da casa aproveitando vídeos com motivos natalinos que encontro no youtube. A última vez havia sido em 2016 por causa do meu acidente. Este ano decidi fazer de novo e quando fui procurar minha seleção de vídeos descobri que o HDD onde estava a única cópia pifou.
Comecei a baixar de novo do youtube usando o jdownloader. Por sorte eu tinha uma lista de nomes porque o HDD pifado estava catalogado, mas esbarrei em um problema: o youtube mudou o codec de 2016 para cá e agora os videos baixados não são mais diretamente compatíveis com o meu media player DIYOMATE S9. Testei com um box Android velho e também não rodaram.
Isso eu até resolvi com certa facilidade usando o Handbrake, que tem a útil capacidade de fazer a conversão em batch. Mas então eu aproveitei que estava baixando de novo para procurar coisas novas e encontrei alguns slideshows natalinos muito bonitos, mas com um ou mais problemas para o meu gosto:
Transição muito demorada entre imagens. Um deles ficava 30s exibindo cada imagem. Eu prefiro 5s;
Sem som. Eu queria aproveitar o sonzinho vagabundo do projetor.
Eu consegui resolver os dois problemas com o Openshot Video Editor, que é gratuito e open source. Eu descobri o Openshot seguindo a dica deste texto, que justamente explica como acelerar o video usando o programa. Então eu decidi checar se também podia adicionar o áudio. Funcionou melhor do que eu esperava. Eu aproveitei que o Jdownloader já baixa todas as trilhas de áudio em arquivos separados *.m4a e coloquei no projeto do Openshot o slideshow sem audio, acelerei de 4 a 8x (depende do video) e arrastei as trilhas de audio natalinas de outros videos para ele, colocando uma após a outra.
Nem preciso mais do Handbrake, a não ser para fazer em lote. O resultado da exportação do Openshot em h.264 é compatível com meu media player.
Se houver interesse eu posso publicar uma playlist dos videos que estou usando.
Neste texto eu vou estar me referindo ao modelo TOVPD1-60-VA (que tem medição de corrente) exceto em caso de observação em contrário. As fotos externas são do modelo TOVPD1-60-EC, mas é idêntico ao TOVPD1-60-VA por fora.
Este aparelho não pode ser usado em regiões de 127V. A tensão mínima ajustável nos parâmetros é 140V. Sua tensão nominal é 220V com frequência de 50 ou 60Hz.
É feito para ser montado em um trilho DIN do tipo usado no Brasil e monitora subtensão, sobretensão e sobrecorrente. Existem dois modelos: 40A e 63A. Custa no máximo 10 dólares na Aliexpress.
Pode não ser fácil ver na foto, mas os terminais de entrada são devidamente marcados com N (neutro) e L (fase). Vai funcionar se for ligado invertido, mas não é uma boa prática, vai criar uma situação de perigo e você não vai poder fazer uso da dica que vou dar adiante. Respeite a polaridade.
Durante a operação normal os displays mostram a tensão e a corrente medidas pelo dispositivo. Como o indicador de corrente só tem uma casa decimal não consegue registrar nenhum consumo inferior a 0.1A, como o de uma lâmpada de 8W (0.045A em 220V). Então você precisa ficar atento, pois “00.0A” no display não significa “nada ligado”. Durante o ajuste, mostram os parâmetros que você está alterando em cima e o respectivo valor embaixo. Ao energizar, mostram a contagem regressiva para a ativação do relé. Ao contrário de um DR, onde fase e neutro precisam passar pelo dispositivo para que ele faça seu trabalho, em um relé de subtensão isso não é necessário e até contraproducente. Você vai ver a razão na próxima foto.
TOVPD1-40-V (sem medição de corrente). O relé usado é o JQX-15F(T90) de 40A.
A – Condutor neutro
B – Condutor fase
C – Placa de potência
D – Relé do tipo normalmente aberto (NA)
E – Placa de controle e interface com o usuário
Como se pode ver, o condutor destinado ao neutro passa direto pelo dispositivo e apenas um fio fino é ligado dele para a placa de potência. Na verdade a única necessidade de conectar o neutro a esse dispositivo é poder alimentá-lo e dar uma referência para a medição de tensão. Então você pode ligar o dispositivo ao neutro da instalação por um fio igualmente fino, que pode ser conectado tanto em IN quanto em OUT. Já o fase precisa entrar por IN e sair por OUT do contrário o dispositivo nem vai ligar.
TOVPD1-40-V
A fonte é do tipo sem transformador.
A seguir, o modelo TOVPD1-60-VA por dentro.
TOVPD1-60-VA
Remontar esse relé requer uma grande dose de paciência, principalmente se você não tiver prestado muita atenção na hora da desmontagem. Você precisa observar como os contatos são assentados nas cavidades, o lado em que fica o condutor neutro e onde é entrada e saída tanto na placa quanto no fundo plástico.
As instruções abaixo são para o modelo que tem medição de corrente (TOVPD1-60-VA)
Para configurar, aperte e segure o botão SET. O display superior vai exibir “A1”. Aperte SET de novo para pular para o próximo parâmetro. Mude o valor exibido no display inferior apertando as teclas de seta para baixo e para cima. Eu tenho uma unidade aqui que parece estar com defeito e para entrar no modo de ajuste você precisa dar um breve toque em SET. Apertar e segurar nunca vai entrar no modo de ajuste.
A1 – Retardo de religamento ao energizar, em segundos (1-500);
A2 – Tensão de desligamento por sobretensão, em volts (230-300). Para desligar a função defina um valor maior que 300. O display exibirá “OFF”;
A3 – Tensão de religamento por sobretensão, em volts (225-295);
A4 – Retardo de religamento por sobretensão, em segundos (1-500);
A5 – Retardo de desligamento por sobretensão, em segundos (0.1-30);
A6 – Tensão de desligamento por subtensão, em volts (140-210). Para desligar a função defina um valor menor que 140. O display exibirá “OFF”;
A7 – Tensão de religamento por subtensão, em volts (145-215);
A8 – Retardo de religamento por subtensão, em segundos (1-500);
A9 – Retardo de desligamento por subtensão, em segundos (0.1-30);
A10 – Corrente de desligamento por sobrecorrente, em amperes (1-40/63). Não é possível desligar a função, mas você pode configurar para o valor máximo;
A11 – Retardo de religamento por sobrecorrente, em segundos (1-500);
A12 – Retardo de desligamento por sobrecorrente, em segundos (0.1-30);
A13 – Calibração da medição de tensão. Se você achar que o aparelho não está medindo corretamente.
Para salvar, continue apertando SET até ser exibido “End” no display ou aperte e segure SET até sair do modo de ajuste.
Não existe calibração da corrente e eu não creio que esse aparelho meça a corrente corretamente.
A proteção contra sobrecorrente pode causar desligamentos inesperados. O relé mesmo ajustado para uma corrente bem superior à necessária estava desligando toda vez que eu ligava o disjuntor da minha oficina/escritório. Você pode ter que aumentar A12 e A11 até isso parar de ocorrer ou deixá-los no máximo se achar, como eu, que a proteção oferecida pelos disjuntores já existentes na casa é suficiente.
O funcionamento do relé na proteção contra subtensão foi confirmado usando um transformador variável (variac). Eu não tenho como testar sobretensão, porque o mínimo ajustável deste aparelho são 230V e para obter isso eu precisaria montar um elevador de tensão, o que eu não tenho disposição para fazer no momento.
Funcionamento básico – Subtensão
Se o relé for energizado em uma condição de subtensão ele nem chega a começar a contagem regressiva para ligar e entra no ciclo de subtensão a seguir;
Quando a tensão cai abaixo do valor definido em A6 pelo tempo definido em A9, os contatos são abertos e o display superior fica alternando entre “LU” e a tensão medida;
Alcançada a tensão de religamento definida em A7, o display superior começa a exibir a contagem regressiva definida em A8 para ligar. Se a tensão voltar a baixar a contagem é cancelada e volta a alternar entre “LU” e a tensão medida;
Se o relé for energizado em uma condição normal de operação o display superior exibe “PUP” e o inferior uma contagem regressiva para ligar definida em A1.
Muito bom, não conhecia! A única coisa que me deixa com uma “pulga atrás da orelha” é esse relé pequeno, a corrente toda precisa passar por ele. Por mero $1 de diferença eu recomendaria comprar sempre a versão de 63A, mesmo que seja para usar em um circuito individual de 15A por exemplo.
Cargas indutivas, especialmente as “burras” como geladeira não-inverter tendem a causar um pico de corrente razoável quando o motor é acionado, então quanto mais super-dimensionado o relé, melhor. Alias, imagino que esse possa ter sido o motivo dos disparos acidentais quando estavas testando a limitação de corrente.
Muito bom, não conhecia! A única coisa que me deixa com uma “pulga atrás da orelha” é esse relé pequeno, a corrente toda precisa passar por ele. Por mero $1 de diferença eu recomendaria comprar sempre a versão de 63A, mesmo que seja para usar em um circuito individual de 15A por exemplo.
Eu concordo e ponderei muito a respeito na hora de fazer minha compra. O problema dessas coisas chinesas é: a versão de 63A realmente suporta 50% a mais de corrente ou usa o mesmo relé de (supostos) 40A remarcado para 63A? Ó dúvida cruel…
Uma dúvida: na foto não fica muito claro, mas me parece que o condutor de fase B está preso aos bornes IN/OUT apenas por pressão entre o condutor e a capa. É isso mesmo? Não consegui ver indícios de solda ou crimpagem
Olá, estou usando um aparelho desses.. porém no meu caso ele está ligado FASE+FASE… ele vai servir? Outra pergunta, você teria uma relação com os erros apresentados? No meu apareceu HU e deu falha (led vermelho) depois de desligar e ligar novamente, ele voltou a funcionar… quero acreditar que (HU quer dizer High Voltage)….só queria confirmar…
Ao desmontar e remontar o TOMZN é preciso de um cuidado extra: a base encaixa em qualquer posição e se você encaixar invertida, a marcação de quem é fase e neutro na face vai estar errada, comprometendo o funcionamento.
Como eu estava ligando o neutro apenas embaixo, o sintoma era de que o TOMZN nem acendia. Se eu estivesse ligando o neutro em cima o TOMZN provavelmente ia acender, mas qualquer operação que abrisse o relé ia desligar o TOMZN, fazendo o relé fechar de novo, o que ia ligar o TOMZN e assim ficar em um loop infinito.
Antes de desmontar, marque com uma caneta na base que é o F e o N, para evitar isso. Você também pode se certificar na hora de fechar que debaixo de onde está marcado N tem que estar passando a grande malha do neutro e não a placa.
Eu acredito que sim. O máximo que pode ser ajustado nele para desligamento por sobretensão é 300V então supostamente ele pode operar até bem perto dessa tensão.
Achou alguma versao 127V? Aqui tenho um sistema Trifasico 127V + 127V + 200V + Neutro. Comprei um Tomzn TRI mas nao me atentei a ser somente 220.
Na China energia é 220 Fase + Neutro (2 fios) diferente do nosso 127+127 = 220.
Minha intencao somente proteger a rede pois a Enel esta entregando 239V e meus nobreaks tem o limite de 240V (APC), estudando a troca por outros IBM que vao ate 265V.
Boa tarde. Depois de muito cosultar verifiquei que um chinês fez um teste bem completo sobre esse relé e o mesmo dentre outras diversas falhas menos graves, identificou ao menos uma grave. Essa falha é o tempo em ms que o relé desliga a carga após uma sobretenção, que chegou a até 700ms. Ou seja, muitos equipamentos sensíveis ligados a esse relé poderão não resistir a esse tempo, que deveria estar na faixa de 70 a 80ms.
Entendo que um relé tão barato, hoje por volta de 20 reais na China, realmente não poderia fazer milagre. Isso corrobora com o teste do chinês.
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Neste post, vou dividir as cargas possíveis em três categorias:
Cargas resistivas;
Motores;
Fontes de alimentação.
O caso das cargas resistivas
Para cargas puramente resistivas (e hoje em dia praticamente isso só existe no chuveiro elétrico, cafeteira e ferro de passar) quando a tensão cai a corrente também cai. Se você estiver tomando um banho quente com um chuveiro sem controle eletrônico e a tensão na sua residência que deveria ser de 220V de repente cai para 150V, nada de ruim vai acontecer com o chuveiro seja a curto ou médio prazo. A água vai ficar mais fria e só. Se você pegar um chuveiro feito para 220V e instalar na sua casa em 110V, o único efeito disso é que ele só vai alcançar a metade um quarto (obrigado, Claudio!) da potência nominal e talvez durar mais. A potência nas cargas resistivas é linearmente proporcional à tensão aplicada. Antigamente todo mundo tinha um detector de queda de tensão na casa na forma da lâmpada incandescente: quando a tensão caía, até mesmo porque uma carga de alta corrente foi ligada em outra parte da casa, notava-se uma redução no brilho da lâmpada, porque esta também era uma carga puramente resistiva. Hoje com a onipresença das lâmpadas de LED você usualmente só percebe que há algo errado se estiver usando um ventilador.
Resumindo: você não precisa se preocupar com subtensão em cargas resistivas.
O caso dos motores
No caso dos motores, (geladeira, bomba d’agua, ar condicionado…) a coisa é contra-intuitiva. Um motor reage a uma queda de tensão com um aumento na corrente de modo a manter sua potência nominal. Então se por exemplo você pega um motor de geladeira com potência nominal de meros 74W projetado para 220V e o deixa operando em 150V eu acredito (nunca fiz um experimento) que seja essa a variação teórica na corrente:
74/220=0.336A
74/150=0.493A
E para um compressor de ar condicionado split de 600W:
600/220= 2.727A
600/150= 4A
Parece pouco. Afinal no primeiro caso estamos falando de menos de 160mA de diferença. Porém nos dois casos isso representa um acréscimo de ~50% na corrente de projeto e as perdas por calor são diretamente proporcionais ao quadrado da corrente (Efeito Joule). O motor vai esquentar mais e isso pode (não significa que vai) provocar danos imediatos ou a redução de sua vida útil. Uma complicação extra é que a velocidade do motor é proporcional à tensão, então se o motor refrigera a si mesmo (moto bombas tem uma ventoinha na outra extremidade do eixo) essa refrigeração fica prejudicada justamente numa situação em que ele vai esquentar mais.
Geladeiras costumam ser equipamentos bem “frugais” operando propositalmente com pouca ou nenhuma eletrônica, mas idealmente equipamentos caros que já contam com eletrônica embarcada como condicionadores de ar do tipo split deveriam ter sensores para controlar tudo isso e deixar o fabricante se preocupar com isso seria perfeito pois o equipamento só desligaria quando as condições realmente não fossem mais toleráveis para ele. Mas eu acho muito arriscado apostar no fabricante estar se lixando para isso e a menos que esteja no manual que o aparelho tem proteção contra subtensão (ou que eu tenha dinheiro para comprar e instalar um novo a qualquer tempo), acho melhor não confiar. Existe uma regra geral que diz que para cada 10 graus Celsius em que o motor operar acima da temperatura máxima para a classe de isolamento do enrolamento, sua vida útil cai em 50%. Você pode conferir isso, por exemplo, na página 35 deste manual da WEG. Só o fabricante pode realmente saber que “folga” existe no seu produto para um aumento na temperatura, porque é ele quem sabe a classe de isolamento usada no motor e é ele quem está na posição de fazer as medições necessárias.
Proteção térmica para motores não é algo novo. O problema é que não parece ser algo obrigatório e muito menos obrigatório que seja conveniente para o consumidor doméstico.
Décadas atrás eu dormia com um ventilador na estante dividindo o espaço com livros e acordei com o quarto cheio de fumaça e o ventilador literalmente em chamas, porque um livro havia caído e prendido a hélice. Pensar em como isso poderia ter sido muito pior ainda me assusta. Ventiladores domésticos hoje (eu suponho que esteja na norma NBR11829) são equipados com fusíveis térmicos no enrolamento para evitar que incendeiem em caso de sobrecarga mas esse fusível não é substituível pelo usuário e, se abrir, o ventilador vai ficar inutilizado e requerer reparo especializado. O mesmo problema ocorre na cafeteira e no ferro de passar. E não é porque o ventilador seja barato, porque é assim no Arno VF40 de R$200. Motores maiores podem vir (não necessariamente vem) equipados com termostatos bimetálicos, que são dispositivos de proteção inteiramente mecânicos e simples. Quando a temperatura do termostato passa de um determinado valor, o material nos contatos expande por coeficientes diferentes (são metais diferentes, daí o nome) e então o contato abre e o motor desliga.
Fonte: Wikipedia
Quando o termostato esfria os contatos voltam a encostar e o motor pode ser ligado novamente. Dependendo de como é feita a ligação do motor ele religa automaticamente, mas não é bom para o motor ficar nesse liga-desliga sem supervisão por horas e horas.
Alguns compressores e ventiladores usados em condicionadores de ar costumam vir com a inscrição “thermally protected” na etiqueta, que supostamente significa um tipo ainda mais inteligente de proteção. Mas como ter certeza de que o compressor que está lá dentro do seu condicionador tem essa proteção se não estiver escrito com todas as letras no manual?
E se for a mesma “proteção térmica” dos ventiladores domésticos, que efetivamente “mata” o aparelho, você não vai querer deixar seu equipamento à mercê dessa “proteção”.
Lá em cima, quando eu falei “sem controle eletrônico” ao falar dos chuveiros eu estava pensando em um pequeno detalhe que vale a pena mencionar agora. Caso o chuveiro (na verdade, qualquer sistema de aquecimento baseado em resistência elétrica) tenha um controle eletrônico que use sensores e controle de corrente para manter a temperatura da água constante, ele pode funcionar como motor para os efeitos deste texto. A tensão cai, o sensor detecta a redução na temperatura e o circuito de controle reage aumentando a corrente disponível para manter a potência. Mas supostamente o projetista do equipamento não vai deixar a corrente subir até um ponto acima do tolerado pelo equipamento, já que ele tem controle sobre ela.
O estudo da SCE Corporation
Em algum momento por volta de 2006 (os autores esqueceram de datar o documento e tive que deduzir) a concessionária de energia SCE Corp nos EUA fez uma investigação para determinar por que a tensão da energia fornecida por eles demorava dezenas de segundos para normalizar após uma queda de energia de fração de segundo, quando em condições normais deveria normalizar em menos de um segundo. O resultado foi publicado em um estudo de 59 páginas que afirma que isso era causado pelas unidades de ar condicionado dos consumidores, que “travavam” (stall) pela condição de sub-tensão, gerando um consumo maior até suas proteções internas atuarem. Imagine o problema da sua casa acontecendo na rua inteira, no bairro inteiro, na cidade inteira de uma vez.
Numa primeira análise você pode concluir que esse é um problema que afeta somente a concessionária, porém na realidade quando você empurra a correção da normalização da tensão para a casa das dezenas de segundos, outros equipamentos que de outra forma não teriam sido afetados pela falha começam a ser afetados pela demora na normalização da tensão e gera-se um efeito cascata.
Eles concluem o estudo propondo, entre outras possíveis soluções, a instalação pelos clientes de relés de subtensão com determinadas características.
Ao traduzir o gráfico do estudo eu introduzi uma adaptação. O estudo usa 240V como tensão na concessionária, mas a tensão aqui no Brasil é 220V mesmo entre fases nas regiões de 127V. Seria só uma questão de adaptar todos os números para 220V, mas existe uma pegadinha: se os mesmos compressores, com tensão nominal de 240V, são usados nos produtos vendidos aqui no Brasil, então é preciso fazer as contas como 240V mesmo quando a tensão nominal é 220V. O primeiro número refere-se a uma referência de 240V e o segundo a uma de 220V.
Parâmetros ideais segundo a SCE Corp. (usando uma referência de 240V)
Valor da tensão de desligamento por subtensão em 78% da tensão nominal (187V)
Tempo de resposta para desligamento (td1) de entre 6 e 15 ciclos (0.1 a 0.25s em 60Hz)
Tensão de entrada em 85% da nominal (204V) por no mínimo 15s (td2) como condição para o religamento;
Religamento do compressor em intervalos aleatórios de 3 a 5 minutos – O tempo mínimo é para evitar religar o condicionador logo após ser desligado para evitar dano ao compressor (meu condicionador split já faz isso) e aleatório para evitar que todos religuem de uma vez, o que já não é bom numa residência e fica ainda pior no contexto de ruas, bairros e cidades.
Tensão mínima de operação de 40% da tensão nominal
Contatos normalmente fechados (NF) – Isso é para evitar que uma falha no relé deixe o usuário sem o condicionador. Entretanto cria o problema de que uma falha no relé deixa o condicionador sem proteção. Eu prefiro usar com contatos Normalmente Abertos (NA)
É interessante acrescentar que na página 11 do estudo eles informam que na condição de travamento a corrente nos compressores subia rapidamente (até 0.3s) para cerca de 3x a nominal.
O caso das fontes de alimentação
No passado, todas as fontes eram do tipo linear, cujo principal componente era um pesado transformador. E para maximizar a eficiência (ou minimizar a ineficiência, dependendo do seu ponto de vista) precisavam ser projetadas de tal forma que não podiam tolerar grandes variações na tensão de entrada. Hoje você só vai encontrar esse tipo de fonte em produtos novos se forem equipamentos muito específicos nas áreas médica, de comunicação e talvez de som em faixas de preço proibitivas para o consumidor comum. Na prática quase todo equipamento eletrônico que você adquiriu para uso doméstico na última década e vai adquirir nas próximas usa fonte chaveada. E para baixas potências (menores que 120W?) elas são projetadas para operar de 100 a 240V sem que você precise ajustar nada. Assim como nos motores, quando a tensão de entrada cai a corrente aumenta automaticamente para manter a potência nominal especificada, mas ao contrário dos motores a fonte chaveada é projetada para esse comportamento e a máxima corrente de entrada, que ocorre na situação de menor tensão (100V) ainda está dentro dos seus limites. Fontes de maior potência como as usadas em computadores podem requerer (algumas são automáticas) que você mexa em uma chave para selecionar o uso em 127 ou 220V, mas ainda assim elas são capazes de operar normalmente em uma larga faixa de tensões. Essa tecnologia de fonte é naturalmente “estabilizada”. E, pelo menos no caso das fontes de baixa potência, essa vantagem é maior em redes de 220V.
Até lâmpadas LED contam com fontes chaveadas. Se você olhar as embalagens de Philips, Osram e Ourolux (por exemplo) vai constatar que são especificadas para operação de 100 a 240V. Pelo menos é assim aqui no Nordeste.
Condicionadores de ar que são anunciados como “inverter” (inversor) basicamente usam fontes chaveadas especializadas de grande potência para alimentar o compressor, mas não sei se o inversor alimenta também todos os ventiladores (existe um na unidade interna e outro na externa) ou apenas o compressor, então ainda é uma incógnita para mim se eles são naturalmente protegidos contra situações de subtensão.
Para terminar, acredito que se você mora numa região onde a tensão nominal é 127V, sua preocupação com subtensão em equipamentos eletrônicos deve ser bem maior do que a preocupação de quem mora numa região de 220V.
O relé de subtensão
Na minha opinião um equipamento que se destine a proteger outros contra subtensões idealmente precisa ter as seguintes características:
Ter tensões configuráveis pelo usuário, já que classes diferentes de equipamento requerem cuidados diferentes;
Que possa rearmar automaticamente para aqueles casos em que falta energia durante a noite e você vai preferir que geladeira e ar condicionado não permaneçam desligados até você acordar, suando;
Que tenha um tempo configurável para que o rearme automático ocorra, ou no mínimo um tempo fixo suficientemente longo para evitar que aquele vai e volta da tensão que ocorre às vezes faça as cargas ficarem ligando e desligando;
Que a tensão para desligar seja diferente da tensão para religar, para evitar que caso a tensão de entrada estabilize exatamente na tensão ajustada o relé fique ligando e desligando.
Normalmente relés de subtensão também monitoram sobretensão, mas eu vou dedicar pouca ou nenhuma atenção a esse recurso.
Se você decidir pelo uso de relé de subtensão precisa ter em mente que o ideal é usar apenas no que realmente precisa. Você não vai querer que num evento de queda de tensão você fique sem luz e terminar o banho com água gelada quando poderia estar com luz e banho morno, só porque estava querendo proteger a geladeira. Se sua residência está de acordo com a NBR5410 (ou pelo menos a instalação foi feita por alguém minimamente competente) a iluminação já está mesmo num circuito separado das tomadas e o chuveiro tem seu próprio circuito, porém você vai deixar de assistir TV e acessar a internet também? Sua TV provavelmente opera de 100-240V e é quase certo que o mesmo se aplique a todos os roteadores, modems e switches que você tenha.
Pode ser preferível então, por uma questão de conforto, gastar um pouco mais para proteger apenas o que precisa ser protegido. Um relé para as tomadas da cozinha e área de serviço, para cada condicionador de ar e cada motor que tenha sido colocado de fora.
Entretanto os relés de subtensão eletrônicos podem ser úteis mesmo nos circuitos que não precisam de proteção contra subtensão, porque você pode aproveitar a programação do tempo de religamento para proteger seus equipamentos do vai e vem da energia que às vezes ocorre propositalmente, quando a concessionária tenta restabelecer o serviço. Você programa para desligar com uma tensão realmente bem baixa e para religar apenas um minuto depois que a tensão normalizar. Acabou o pisca-pisca de casa inteira.
Jefferson, excelente esse post, uma aula e tanto. Tua capacidade de pesquisar a fundo os tópicos mais diversos e explicar com clareza é algo que merece elogios
Um pequeno detalhe que escapou:
que deveria ser de 220V de repente cai para 150V, nada de ruim vai acontecer com o chuveiro seja a curto ou médio prazo. A água vai ficar mais fria e só. Se você pegar um chuveiro feito para 220V e instalar na sua casa em 110V, o único efeito disso é que ele só vai alcançar a metade da potência nominal
Na verdade, como
1
P=E^2/R
(a potência é igual quadrado da tensão, dividido pela potência), uma redução da tensão à metade vai reduzir a potência da carga a 1/4 do valor nominal. A potência nas cargas resistivas é proporcional ao quadrado da tensão aplicada.
Jefferson, excelente esse post, uma aula e tanto. Tua capacidade de pesquisar a fundo os tópicos mais diversos e explicar com clareza é algo que merece elogios
Caramba… ainda bem que você teve essa impressão, porque eu ainda não estou satisfeito com o texto e só publiquei porque você estava esperando.
Eu acho que a redação poderia melhorar. As informações estão muito “soltas”. Acho que para eu realmente dizer “ficou bom” o texto ainda ia crescer pelo menos 50%.
Obrigado!
Na verdade, como
P = E^2 / R
(a potência é igual quadrado da tensão, dividido pela potência), uma redução da tensão à metade vai reduzir a potência da carga a 1/4 do valor nominal. A potência nas cargas resistivas é proporcional ao quadrado da tensão aplicada
lá em casa, utilizei dois DDS238-VAP do modelo mais novo de botões azuis. um para cada fase 127v. tudo certo, configurado como mínimo 105, recuperação a 110v. máximo 135 e recuperação a 130v. ligar a saída após 60S e duração de mínimo ou máximo de 3Segundos. porém, ontem faltou energia e quando voltou, voltou com 127V em uma fase e 61V na outra fase. tudo certo, a proteção funcionou o tempo todo sem religar a saída da fase problemática. Porém, notei que a luz da cozinha, que está ligada na fase problemática acendeu. Então fui atrás do que estava acontecendo e por que das quantas a luz da cozinha poderia ser acesa via interruptor, ou seja, havia alimentação ali. Achei q poderia ser o próprio DDS238 sem ter efetivamente armado sua proteção. Então após pensar um pouco desliguei o Disjuntor bipolar do ar condicionado Inverter (que estava desligado, porem standby no Wi-Fi), e instantaneamente a luz da cozinha não pôde ser mais acesa. Entendi que de alguma maneira, a corrente elétrica estava indo pela fase “normal” e retornando pela fase “problemática”, realimentando todo setor da residência. O que entendi é que mesmo utilizando os 2x DDS238, ainda tem um calcanhar de Aquiles que é se ligar o chuveiro bifásico, torneira elétrica bifásica ou deixar o ar condicionado ligado no disjuntor, poderá realimentar o outro setor q estaria efetivamente desligado. Pensei foi em ter de instalar um Contator + relé falta de fase para ligar no circuito do ar condicionado, assim garantido que as proteções funcionem, já que utilizo os 2x DDS238 na rede principal da casa inteira, logo após o disjuntor da concessionaria. Alguma sugestão ou realmente é melhor utilizar um relé falta de fase?
Estavas com 61V em relação ao neutro, mas entre fases? .
Com uma fase fora, pelo relé DDS238-VAP, terias em cima do ar condicionado 127V, e este ar condicionado em série com a a lâmpada.
Tens que considerar que se houver apenas uma fase esse ar condicionado não pode estar ligado.
Considere uso de um contator.
O ruim é que o relé DDS238-VAP não possui contatos auxiliares.
Tu terias que utilizar contatos NA de dois relés de subtensão Fase A – N, e Fase B – N, em série, para ligar a contatora do ar condicionado.
Assim ela só ligará se a tensão Fase-Fase e Fase-N estive adequada.
Sugestão, procure um relé de subtensão bifásico, Fase Fase Neutro.
cara, muito obrigado pelo estudo da SCE, esses dados me nortearam a configurar melhor o meu disjuntor eletrônico da TOMZ que você também cita em outro artigo aqui do seu site.
a parte ruim do disjuntor eletrônico TOMZ é que não serve para duas fases que juntas somam 220v, quando ele desarma, ele desarma apenas a fase, deixando o neutro fechado.
no ar condicionado acabei comprando um rele subtensao 220v da Snetec (cerca de 50,00 cada) um para cada ar condicionado. mesmo que ele seccione uma fase só, resolve o problema pois o circuito fica aberto. Agora a situação em minha residencia são 2 DDS238-VAP um para cada fase, assim se falta uma, ainda fico com uma parte da casa com energia normalmente (e ocorre muitas vezes no ano), e para evitar que uma fase entre pelo Ar e saia “pelo outro lado” realimentando a fase faltante, coloquei um relé de subtensão 220V da Snetec pra cada aparelho bifasico ou 220v, assim mesmo q ligue torneira eletrica, chuveiro, forno ou ar condicionado, não realimentará a fase em falta. Os Ares-condicionados ficam ligados o tempo todo na tomada e só desliga por controle ou no wifi, então a unica forma de manter tudo protegido é com este relé que é barato e ando indicando para todo mundo. ate pelo fato de ele só rearmar com 30 segundos apos a tensão se restabelecer. foi ligado em cascata: DDS238 logo na entrada do quadro e depois um SNETEC pra cada circuito mencionado.
no ar condicionado acabei comprando um rele subtensao 220v da Snetec (cerca de 50,00 cada) um para cada ar condicionado. mesmo que ele seccione uma fase só, resolve o problema pois o circuito fica aberto. Agora a situação em minha residencia são 2 DDS238-VAP um para cada fase, assim se falta uma, ainda fico com uma parte da casa com energia normalmente (e ocorre muitas vezes no ano), e para evitar que uma fase entre pelo Ar e saia “pelo outro lado” realimentando a fase faltante, coloquei um relé de subtensão 220V da Snetec pra cada aparelho bifasico ou 220v, assim mesmo q ligue torneira eletrica, chuveiro, forno ou ar condicionado, não realimentará a fase em falta. Os Ares-condicionados ficam ligados o tempo todo na tomada e só desliga por controle ou no wifi, então a unica forma de manter tudo protegido é com este relé que é barato e ando indicando para todo mundo. ate pelo fato de ele só rearmar com 30 segundos apos a tensão se restabelecer.
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O alarme Pósitron Concept é um dos melhores investimentos em eletrônicos que já fiz. Está instalado há pelo menos 20 anos sem nunca ter antes me criado aborrecimento. Finalmente parou de funcionar recentemente e na tentativa de descobrir o que havia de errado levantei o esquema do danado. Após ter esse trabalho todo acabei concluindo que o problema deve ser nas baterias (dâaaaa…) e estou aguardando comprar CR2016 de boa qualidade para testar.
O que me colocou no caminho errado foi que eu testei com várias outras CR2016 (usadas) e até com CR2032 novas e nada funcionou. O transmissor pisca o LED indicando transmissão mas o receptor no carro ignora. Quando eu finalmente testei o transmissor usando meu receptor SDR, descobri que não estava transmitindo nada com as CR2016 usadas e com as CR2032 transmitia, mas com um desvio de frequência provavelmente provocado pelo contato com meu corpo, já que com elas o transmissor não fecha e tenho que ficar segurando as baterias no lugar.
O nome na placa, TX4Bv4, parece significar “Transmissor 4B versão 4”.
Notar a ausência de cristal oscilador. Modelos mais novos como o PX40 tem cristal, o que deve simplificar bastante o projeto da seção RF.
O HCS201 é um codificador de “código rolante” (nunca transmite o mesmo código duas vezes) da Microchip. O datasheet está aqui. O chip só suporta três botões diretamente e o método mostrado no esquema para adicionar um quarto botão (AUX) é o sugerido no datasheeet.
Notas sobre o meu esquema
Eu não garanto que esteja certo. Para ter certeza seria preciso arrancar os componentes para poder ver as trilhas por baixo, o que não fiz;
Para mim não há muita diferença entre RF e magia. Eu não faço idéia de como a seção RF do transmissor funciona. O que eu sei é que não é o HCS201 que determina a frequência então são os valores dos componentes, suas posições e até a espessura e posição das trilhas (além do ajuste em P1) que devem determinar a transmissão em 433.92MHz;
Estou apenas assumindo que P1 seja um resistor variável. Não tenho evidências disso; P1 é um trimmer (capacitor variável). Veja comentários;
Estou assumindo que o componente marcado 4R7J que denominei de L1 seja um indutor porque é o que faz sentido para mim. Entretanto eu posso estar errado;
Não consegui identificar Q1. Assumi que seja um transistor NPN comum baseado em medições;
Inicialmente eu assumi que a grande trilha que denominei arbitrariamente de L3 fosse meramente uma trilha carregando o positivo da alimentação de um lado a outro do circuito, mas ao levantar o esquema isso deixou de fazer sentido. Representá-la simplesmente como um “curto” estava dando um nó no meu juízo. Ela tinha que ter um papel diferente e maior do que um simples condutor. Então eu procurei desenhá-la de forma a retratar o mais próximo possível a placa e então outras coisas começaram a se encaixar. O ponto em que L1 se conecta a L3 fica fisicamente na metade do comprimento de L3 e isso não parecia ser coincidência. Além disso, o comprimento da parte mais grossa de L3 é de cerca de 8cm e contando com as partes mais finas fica muito próximo de 8.5cm para ser total coincidência que esse valor seja metade dos 17cm que geralmente tem uma antena portátil de 433Mhz. Então eu medi o comprimento da trilha que forma L2 e constatei que também é de aproximadamente 8.5cm. Concluí que juntos, L2 e L3 são a antena do transmissor.
Notas sobre alimentação
Alimentado com uma fonte chaveada de 6V funciona (testado com SDR, não com o carro), mas a frequência fica em torno de 433.400MHz. Usando baterias CR2032 fica bem perto de 433.9MHz;
Usando duas baterias CR2032 Rayovac novas com uma tensão aberta de 6.49V, a tensão cai para cerca de 6.2V quando está transmitindo;
Com duas baterias velhas que não transmitem, a tensão é de 5.7V aberta e cai para 5.1V quando apertamos o botão;
Segundo o datasheet o HCS201 opera de 3.5 a 12V, então mesmo contando com a queda de tensão no LED o chip deveria transmitir. E o fato do LED piscar indica que está transmitindo mesmo. Mas nada é captado nem pelo carro nem pelo receptor SDR;
Por causa da forma como o LED é ligado, o chaveiro provavelmente é imune à inversão da polaridade das baterias.
Possíveis substitutos
A Pósitron oferece uma tabela mostrando que 15 outros modelos são compatíveis e três deles ainda eram oficialmente comercializados em 2018:
Da tabela acima podemos ver que são compatíveis os modelos DB30, DP21, DP33, DP35, DP37, PX27, PX30, PX32, PX37, DP45, PX42, PX44, PX40, DP47 e PX80. Então tudo o que você precisa fazer é adquirir um desses e cadastrar no receptor do carro usando o procedimento descrito no manual.
Provavelmente não pode ser substituído por qualquer transmissor baseado em HCS201 que opere em 433.92MHz. Como se pode ver na página 3 do datasheet, a EEPROM interna do HCS201 é programável pelo fabricante do controle com número de série e chave de criptografia. O número de série é usado apenas para identificar se o remoto está na tabela de cadastrados no receptor
mas a chave de criptografia é o grande obstáculo.
Procurando por HCS201 na Aliexpress você encontra poucas opções mas procurando por “Positron” (sem acento mesmo) você encontra um monte. Você pode comprar o clone do CP04 por 4 dólares cada, em pacotes de 5 unidades.
Pode não ser o seu problema, já que você disse que dependendo da bateria ele funciona, mas eu já tive controles de portão eletrônico que entraram água e corroeram as vias entre as duas camadas da PCB. A olho nu era praticamente impossível perceber, mas um teste de continuidade mostrava que a antena estava aberta em algum ponto. Resolvi raspando um pouco da máscara de cada lado e soldando um pedaço de fio por dentro da via, restaurando o contato nos dois lados da antena.
Taí uma coisa que eu nunca imaginei achar no Ali: cópias dos controles da Pósitron. E sabendo disso, algo que aconteceu comigo começa a fazer sentido:
O controle do alarme do meu carro apresentou um problema de excesso de consumo. A bateria, nova e de qualidade, mal durava alguns dias. Medindo com o multímetro, o consumo era de vários mA mesmo sem apertar nenhum botão. Comprei então no ML dois de reposição. Apesar de parecidos por fora, inclusive com a marca Pósitron na carcaça, a PCB parecia muito “chinesa”. E não é que nessa busca do AliExpress o dito cujo tá lá?
Nunca imaginei que teria falsificação dele na China. Apesar disso, ele tem funcionado bem, apesar dos botões serem extremamente duros.
Infelizmente, a minha resposta provavelmente não é o que você esperava: eu usei um editor de imagens de 21 anos de idade, que uso para tudo o que envolve imagens, o Ulead Photoimpact 6.
O último software de desenho para eletrônica que tentei usar foi o Eagle. Mas eu não trabalho o dia todo com esse tipo de coisa (nem mesmo todo mês) e a impressão que tenho é que para trabalhos ocasionais esses softwares são extremamente frustrantes. Primeiro você tem que aprender (ou lembrar) como achar os componentes que você quer, depois é uma luta para colocar tudo no lugar que você quer, incluindo valores e etiquetas. Quando o software não tem o componente que você quer, é outra briga. Essencialmente, você tem que desenhar do jeito que o software quer em vez do software desenhar do jeito que você quer.
Eu não faço a menor idéia de como eu poderia ter feito o desenho acima no Eagle.
Meu procedimento foi rascunhar o desenho com papel e caneta, como habitual. Quando chegou à última iteração do rascunho e o esquema já poderia ser publicado assim mesmo se eu preferisse, eu digitalizei e comecei a fazer melhoramentos cosméticos no editor. Inicialmente eu só queria trocar o texto usando minha letra por texto mais legível.
Aí eu comecei:
+”Essa linha está muito “troncha”, vou endireitar no editor”;
+”Não adianta endireitar essa linha sem endireitar essa outra. Vai ficar esquisito”;
+”Fazer as junções é fácil demais. É só uma bolinha preta que posso copiar e colar em toda parte. Não custa nada.”.
+”Não custa nada eu fazer o retângulo do CI no editor também”;
+”Esse meu indutor L1 é muito feio. Deixa eu arrumar uma imagem mais bonita e colar no lugar”;
+”Será que dá para desenhar L2?”
+”Esse desenho feito metade no computador e metade à mão fica muito estranho. Melhor fazer logo o resto. O quão difícil será fazer L3?”.
Uma vez que você tenha um mínimo de noção de como trabalhar com camadas e objetos no Photoimpact, vai ficando progressivamente mais fácil, porque você só precisa desenhar cada capacitor e resistor uma vez e copiar e colar nos outros lugares, rotacionando se necessário. Eu salvei o documento no formato de objetos do Photoimpact (*.ufo) antes de salvar como *.jpg por isso se eu precisar fazer uma alteração fica mais simples. E posso copiar os componentes e colar em outro esquema depois.
Para fazer L3 eu usei a ferramenta outline drawing com um shape oval, ajustei com a ferramenta de transformação até encaixar nas trilhas verticais e recortei o que não precisava. Para fazer os contatos dos botões, usei a ferramenta path drawing tool também com shape oval, cortei no meio e afastei as metades.
O resultado me deixou feliz. Acidentalmente, ficou muito parecido com um esquema típico da revista Elektor, que sempre foi referência para mim de esquema bonito.
Para referência, esta é minha última versão feita à mão do desenho, que eu teria publicado assim mesmo no post se não tivesse tempo ou saco para editar, mas que acabou servindo apenas como background para reconstrução no editor:
Abra em uma nova guia para ver no tamanho original.
Editado em 17/06/2024: Somente hoje percebi que esse rascunho apresenta o capacitor C1, que não aparece no desenho final no post. Não tenho tempo agora para checar qual dos dois desenhos está certo.
Nossa! Muito Obrigado pela resposta! Realmente ficou muito bonito, e realmente lembra muito os esquemas das revistas antigas. Por isso pensei que fosse algum software próprio para esquemas eletrônicos. Obrigado por compartilhar a informação.
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Samsung A52s 5G. Gravação com o Cube ACR funcionando normalmente. Android 11. Celular bom, fotos boas. Na Vivo com plano controle saiu por 1.800.
Embora você esteja com um pé atrás nos Samsungs, no Brasil e opção de marca é um pouco limitada. Eu chutaria em um Samsung S20FE.
Quanto à gravação, realmente nunca utilizei, então não posso dizer. Mas sei que dá para trocar o discador e sei que a própria Google já liberou lá atrás gravação nativa no app dela. Mas não sei o trabalho que daria.
https://olhardigital.com.br/2020/10/22/dicas-e-tutoriais/como-gravar-chamadas-de-forma-nativa-no-android/
S20FE vem com gravador de chamadas nativo, tenho um e na minha opinião é o melhor CxB.
Jeferson, eu era usuário fiel de Motorola, em 2020 troquei pela Xaiomi e não me arrependo em 2020 adquiri um Redmi Note 8 pro 6Gb/128 Gb… por 1400,00 1 ano depois comprei o mesmo aparelho pra minha esposa.. no final do ano passado comprei um poco x3 pro pra minha filha com 8Gb/256Gb por 1750,00 e o aparelho é muito bom…. tinha o pé atras com a Xaiomi mas os aparelhos rodam tudo muito bem …e são bem resistentes… o meu com mais de dois anos de uso segura a bateria de boa… coisa que não acontecia com os motorola que depois de 1 ano e 2 meses apresentavam degradação da bateria… E eles ainda vem com infra-vermelho que são uma mão na roda quando o controle remote some…
Um amigo me recomendou o POCO, mas nas pesquisas que fiz não encontrei nenhuma loja conhecida vendendo. Mesmo quando no resultado da busca aparece “Amazon” e “Carrefour”, na verdade é um anúncio no respectivo marketplace “vendido e entregue” por uma loja completamente desconhecida. Aí eu fico com um pé atrás.
Jeferson, a maioria esmagadora de Xiaomi no Brasil vem por importação ilegal, e os preços praticados pela importadora oficial estão fora da realidade do mercado, até comparando com outras marcas. Dessa forma, não acredito que vai achar lojas oficiais vendendo esse produto.
Uma pesquisa rápida no MercadoLivre mostra vários vendedores ótimos com frete grátis e parcelamento sem juros, mas lembro de ter lido alguma coisa sobre teu receio com o MercadoLivre, então fica apenas a dica por aqui.
Em relação ao modelo, reitero a sugestão do Fabio Esteves pelo Poco, particularmente o modelo X3 NFC de 128Gb, pois o processador é pouca coisa inferior ao modelo Pro, mas a câmera é muito superior.
Não sei se você já conhece, mas o site GSM Arena permite fazer comparativos e até fazer uma busca detalhada com as funções que você está procurando, o que pode te ajudar caso opte por outra marca.
Espero ter ajudado.
Sim, nesse caso fica mais complicado, aqui no RJ nos “info shopping”, você consegue comprar o aparelho em loja fisica um pouco mais barato que no Mercado Livre, porém é a vista… Meu irmão comprou pelo Mercado Livre de uma loja de SP e parcelado…
Meu pai comprou um Xiaomi “médio” por assim dizer, não lembro o modelo mas é bem fininho. A quantidade de spyware que vem de fábrica é impressionante, até o gerenciador de arquivos nativo conecta com os servidores da Xiaomi e mostra publicidade, fora o tanto de coisa que precisa desativar pra não ficar passando dados 24 horas (isso supondo que desative mesmo, tenho minhas dúvidas). Claro que a Samsung tem bastante lixo com telemetria e tudo mais ativado, mas no Xiaomi a quantidade é bem maior. Tem gente que afirma que não tem nada disso e que “nunca viu” mas é porque nunca abriu o menu de configurações e deixa tudo no padrão mesmo. Não me considero um paranoico pela privacidade mas também não abraçaria os produtos da Xiaomi como primeira opção.
Tenho um Xiaomi e resolvi parte desses problemas simplesmente não utilizando os serviços e apps nativos da xiaomi. Os anuncios em geral resolvi de forma radical, root e adblock.
… Os xiaomi que tem a rom global e aceita o xiaomi eu. Não costuma ter absolutamente nada de propaganda no SO.
Ryan pegue o Pocco x3 pro nfc ( melhor razão custo beneficio) ou se tiver um pouco mais sobrando o pocco f3 pro.
Os Motorola gravam nativamente, a questão é que avisam que está gravando a ligação “agora está ligação está sendo gravada”
Jeff, desde 2019 com xiaomi, estou satisfeito; grava nativamente e com um pequeno app remove o aviso que está gravando.
Devido ao tanto de versões disponíveis, gosto de ver opiniões no youtube, e gosto do
doido do Jersu, dá uma olhada no canal dele, vou deixar um link.
https://www.youtube.com/watch?v=lwuaWWNTEhw