Erro STOP 0x0000001E ou travamentos ao rodar programas no Windows 7

A cliente relatou “erro de tela azul” mas ao receber o notebook o que eu constatei era que a máquina travava sempre que eu tentava rodar, por exemplo, o Office 2010. O ponteiro do mouse continuava funcionando, mas tudo ficava travado. Tentei mais de uma vez e não consegui ver o erro STOP.

Pelo modo de segurança, desinstalei o AVAST. Nada mudou.

No modo de segurança novamente, usei o Autoruns para desativar os serviços instalados pelo programa de segurança do banco (serviços típicos do gbplugin, mas só vi instalado o WARSAW).  São serviços começando por “wsdd*” (não lembro se também apaguei os arquivos). Ao reiniciar, aí sim o problema indicado pela cliente surgiu e pude ver que se tratava do erro STOP 0x0000001E. Uma rápida busca no Google me levou a esta página do suporte da MS que sugeria que eu tinha que aplicar um patch no Windows. Mas me chamou a atenção o fato de que o problema era relacionado com o driver NTFS e eu já vi outras vezes tal driver levar a culpa por presepadas de “soluções de segurança”. Então eu fiquei ainda mais desconfiado de que a culpa era do gbplugin/warsaw.

Com um LiveCD, renomeeei os diretórios da diebold e gas informatica que achei em Arquivos de Programas e reiniciei. O problema desapareceu.

Depois foi só ir nas conexões de rede e desinstalar o filtro de rede da Diebold, porque a remoção manual que eu fiz dos serviços estava impedindo a máquina de entrar na rede.

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Aprendendo a usar o controle PTZ de um DVR

Um amigo me pediu para colocar uma câmera PTZ para funcionar. Eu tenho experiência com comunicação RS485 e fazer isso funcionar deveria ser simples, mas no processo eu esbarrei em vários problemas, sendo um deles a dificuldade para compreender as opções de configuração existentes no DVR e depois como fazer a operação. Depois que você entende, percebe que é muito simples, mas o manual não ajudou em nada e eu tive quer ir por tentativa e erro. Apesar de ser um post curto eu vou deixar documentado aqui porque essa informação vai ser auxiliar para outro post que estou fazendo sobre a câmera.

O DVR que eu usei nos testes tem vários anos e é um modelo vagabundo (DVR-9318V) que comprei diretamente na China, mas muitos outros aparelhos tem uma configuração similar.

Ao entrar no Main Menu, logo aparece a opção PTZ Config:

Meu problema foi entender a distinção entre “PTZ Device” e “RS485 Device”. O que eu descobri através de experimentação é que, ao contrário do que seria intuitivo, se você está usando a porta RS485 embutida no DVR vale apenas o que está em “PTZ Device” e tudo o que está sob “RS485 Device” é ignorado.

As opções para “RS485 Device” são: NONE, AiBi, Dahua, Dahua2, GPS, General, HB5003, HangBang, Hikvision, LongYang, LongYang-D900, MeiFang, MinYang, MinYang3, PearMain, Ranging, SISO, SISO2, Takral, Transparent, Universal-CS8x, Vista, Wonwoo e eMax.

É como se o DVR suportasse conversores USB-RS485 e esse menu permitisse dizer que tipo de conversor você plugou. Entretanto isso não explica por que existem configurações separadas já que Baud rate, Data Bits, Stop Bits e Parity precisam ser idênticos no conversor e no dispositivo a ser controlado. Outra coisa que chama a atenção é que vários desses nomes são claramente de fabricantes de DVRs e câmeras e nenhum me lembra um fabricante de acessórios ou componentes de comunicação. Isso seria um meio de fazer um DVR controlar outro DVR via PTZ?  Se alguém souber para que serve realmente essa parte da configuração, por favor deixe um comentário.

Mas voltando ao “PTZ Device”: nesse menu você escolhe o seguinte:

  • Channel: O canal do DVR onde está o dispostivo PTZ que você está configurando;
  • Protocol: O Protocolo de comunicação usado por esse dispositivo PTZ. Você vai ter que olhar no manaul do mesmo;
  • Address: O endereço do dispositivo no bus RS485. Tem que ser o mesmo endereço configurado no dispositivo PTZ
  • Baud Rate, Data Bits, STOP Bits e Parity: Tem que conferir com o configurado no dispositivo PTZ

Para usar o controle PTZ do DVR existe um pequeno detalhe que você precisa observar, que é óbvio, mas acaba passando despercebido quando você está enrolado com outras variáveis na configuração: O canal que você quer controlar precisa estar em tela cheia ou, se você estiver no modo de exibição múltipla, você tem que clicar com o botão direito sobre o canal que você quer controlar antes de selecionar “PTZ Control”.

Atente para o número “08” na barra superior. Esse é o canal por onde estão sendo transmitidos os comandos RS485.

3 comentários
  • VR5 - 397 Comentários

    Acredito que pelo menos no Brasil os modelos mais fáceis (não necessariamente os mais baratos, claro!) são da marca Intelbras, né? Tens experiência com eles? Falo isso porque nossa antiga central de alarmes do escritório da empresa pifou e trocamos por um Intelbras… show de bola! E ainda eles tem um app que colocamos no celular dos diretores (e no meu) que avisa direitinho quando (e quem!) arma/desarma ele, ocorrências, etc. E ainda pode-se armar/desarmar remotamente, desabilitar setores, etc. Tudo isso com senhas, claro… estou até pensando em quando tiver que trocar nossos DVRs trocar por modelos dessa marca. Tudo parece ser mais intuitivo, mais fácil…

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      Eu recomendo Intelbras, mas não sem ressalvas. O LED de conexão de rede que APAGA quando tem rede e ACENDE quando não tem é inexplicável. E se você mudar a senha de um usuário e tiver um software configurado com a senha antiga tentando acessar o DVR, esse usuário acaba bloqueado por múltiplas tentativas de uso da senha errada mesmo se você tentar acessar no próprio DVR e com a senha certa! Muito “excitante” quando esse usuário é o único admin! O DVR sabe distinguir acesso remoto de acesso local mas bloqueia o acesso local por causa de tentativas remotas de acesso com a senha errada. Isso o deixa vulnerável a um ataque DoS vindo de dentro da sua própria rede.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Parte do que me deixou confuso com relação à distinção entre “PTZ Device” e “RS485 device” é que eu descobri ao ler o manual da câmera que esta suporta a recepção dos comandos PTZ pelo mesmo cabo coaxial onde é transmitido o vídeo. Eu não conhecia essa possibilidade, que é chamada genericamente de UTC (Up The Coax), mas o manual da Panasonic chama de “Coaxial Multiplex System”. Sendo assim nesse modo ela não usa o RS485, o que justificaria a distinção. Mas acabou não sendo o caso, pois esse DVR aparentemente não suporta esse tipo de controle e eu estou controlando a câmera via opções “PTZ Device” apesar de estar usando RS485.

    Esse UTC é uma coisa a estudar. Eu já descobri que o protocolo equivalente da PELCO chama-se Coaxitron, mas ainda não sei se a Panasonic tem um nome específico para o protocolo dela (“Coaxial Multiplex System” parece grande demais). As palavras “Coaxial”, “Coaxitron” e “UTC” não aparecem nos menus PTZ do DVR.

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Silenciando o smartphone Android automaticamente em certos horários

Quando eu comecei a faculdade surgiu a necessidade de colocar o telefone no modo silencioso todas as noites antes de começar a primeira aula e tirar desse modo no final da última. Eu poderia adiantar o modo “não perturbe” nativo do Android para começar às 18h (o meu já ativa às 22h), mas isso deixaria um intervalo de entre uma hora e cinco horas quando o telefone entraria ou permaneceria no silencioso desnecessariamente, porque não tenho aulas todos os dias nem em todos os horários.

A solução que encontrei para isso foi a app Silent Scheduler.  Com ela você pode programar perfis diferentes para cada dia. Estou usando a versão 2.7, que funciona bem exceto por um bug: em ocasiões aparentemente aleatórias a app deixa de restaurar o volume ao terminar um perfil.  Quando o próximo período começar vou testar outra app.

Edit: lendo alguns reviews notei que o desenvolvedor parece realmente empenhado em resolver os problemas da app. Eu vou tentar entender melhor o bug e pedir ajuda a ele para resolver, antes de tentar outra app.

4 comentários
  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Hoje deve ter sido a primeira vez que executei a app desde que configurei os perfis, meses atrás. E só agora a app me pediu para dar permissão “não perturbe” a ela, dizendo que preciso disso para funcionar bem. Dei a ela essa permissão e vou esperar para ver se essa era a causa do problema.

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      O problema voltou logo em seguida. Minha “solução” foi evitar a sobreposição de horários. O meu “não perturbe” começava todos os dias às 22h e eu tinha configurado a app para silenciar o telefone até as 22h nos dias em que eu tinha aula até esse horário. Então eu configurei o Não Perturbe para iniciar apenas às 23h, o que eu deveria ter feito desde o início.

      Isso parece ter resolvido ou pelo menos minimizado muito o problema. Nesse meio tempo eu flagrei o telefone de novo com o volume baixo quando não deveria estar, mas isso pode ter sido causado por outra coisa. Por exemplo, eu tenho usado bastante headsets bluetooth e quando eles estão ativos os botões de volume do celular funcionam mesmo com o aparelho bloqueado.

  • Snow_man - 313 Comentários

    Fiquei com vontade de testar agora esse app;
    A Tim insiste em mandar SMS de madrugada, e ontem acordei com um bip + claridão do smartphone ao receber um. :rtfm:

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Surpreso com a raça de Sauron

Eu acabo de perder alguns pontos na minha carteirinha de nerd e não sei ainda se isso é bom ou ruim. Mesmo depois de ter lido os três livros da saga Senhor dos Anéis e de ter assistido a todos os filmes, incluindo a saga O Hobbit, eu não fui capaz de entender/deduzir que a raça de Sauron é a mesma de Gandalf, Saruman e Radagast. Somente agora, assistindo pela enésima vez O Hobbit, eu tive curiosidade de entender onde o tal Necromancer se encaixava na estória e pesquisando sobre isso aprendi que Sauron era um Maia “caído”.

Parece tão óbvio agora. :rtfm: :dashhead1:

Não que o filme seja de qualquer ajuda para entender isso. Nele o Necromancer (Sauron) é tratado, pelo menos por Saruman, que realmente tinha a intenção de esconder a verdade de todos, como um feiticeiro humano. E Maias não são humanos.

3 comentários
  • Paulo Bonfim - 11 Comentários

    No livro Silmarillion, mostra como os Maias cairam na conversa de Melkor e Souron foi um deles.
    Para mim é o melhor livro do universo do Senhor dos Anéis.

    • Rodrigo Teixeira da Motta Neto - 114 Comentários

      Poxa. Vim exatamente deixar um comentário sobre o Silmarillion e já se adiantaram a mim. Lá explica tudo Ryan

  • Rodrigo Teixeira da Motta Neto - 114 Comentários

    Aliás , se não me engano nos livros do Senhor dos Anéis fazem referência ao Necromancer e que ele seria o Sauron em sua forma enfraquecida, fazendo movimentos para seu retorno.

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Finalmente cursando uma faculdade

Tomei a decisão enquanto estava em Dublin. É difícil não ficar encantado com a vida em um país do “primeiro mundo” e a não ser que você goste do “jeitinho” brasileiro (eu detesto) não desejar ficar lá permanentemente. Mas mesmo com minha irmã morando lá minhas chances de conseguir um emprego seriam pequenas, pois em primeiro lugar me falta a “coragem” da minha irmã de “meter a cara” e em segundo lugar sem um diploma de nível superior as vagas mais prováveis para um brasileiro em Dublin são de lavador de pratos ou garçom, dependendo do nível do seu inglês. Eu ficaria arrasado se em uma das minhas futuras viagens para levar mamãe aparecesse uma oportunidade de emprego na minha área e eu a perdesse por não ter o danado do diploma.

Então decidi fazer Análise e Desenvolvimento de Sistemas na modalidade Tecnólogo, que dura apenas dois anos e meio. Lá fora eles sabem que o grau de tecnólogo é um curso superior “meia boca” (na melhor hipótese deve equivaler a um Associate Degree), mas minha idéia é primeiro assegurar um diploma tão rápido quanto possível e em seguida fazer uma segunda graduação e/ou uma pós. Estou ciente de que dois (ou três) diplomas de tecnólogo não vão necessariamente substituir um bacharelado, mas é o que no momento se encaixa na minha disposição. E um diploma tem outros usos, mesmo esquecendo a Europa.

Estou contando isso para vocês agora porque finalmente saiu minha última nota. Sim, eu acabo de terminar o primeiro período da faculdade. Voltei ao Brasil no dia 29/08, na semana seguinte estava fazendo o “vestibular” e no dia 10/09 comecei a freqüentar as aulas. Não contei antes por dois motivos:

  • Vocês já devem ter notado que usualmente eu nunca falo do que vou fazer ou estou fazendo. Eu normalmente escrevo sobre o que já fiz e isso é mais ou menos proposital;
  • Nas primeiras semanas de aula eu não estava certo de que conseguiria sobreviver ao primeiro período.

Logo na primeira aula tive um choque. Era Matemática Computacional e o professor estava explicando Análise Combinatória. Um assunto que qualquer um cursando a faculdade não deveria estar precisando ver de novo (afinal, é matéria do segundo grau) mas que eu nunca estudara oficialmente porque não fazia parte do currículo de Eletrotécnica.  Eu achei fácil, mas além de fazer uma pergunta estúpida ao professor que se eu tivesse pensando por mais dez segundos não teria feito, esbarrei em problemas do exercício que eu não conseguia responder de jeito nenhum.

Não era apenas o problema de ter passado 28 anos sem usar o que aprendi no segundo grau: eu tinha que lidar com meu próprio nervosismo. O mesmo que mais de trinta anos antes me fez passar mal em dois exames para a ETFPE. Eu estava me sentindo inadequando e incapacitado para a tarefa. Havia momentos em que eu sentava para tentar resolver exercícios e meu cérebro demorava a “focar”. Eu lia o parágrafo mas não conseguia absorver nada. Percebi então que além de absorver o conteúdo das matérias eu tinha que controlar meus nervos ou do contrário tudo estaria perdido. Não adiantaria nada saber responder a prova (se eu chegasse a esse ponto) se fosse para dar “um branco” na hora ou, pior, eu ir bater na enfermaria. E estou muito velho para esses constrangimentos. “Relaxar” era imperativo.

Não pareceu que ia ser fácil. Quando entrei na faculdade o período letivo já tinha começado há pelo menos duas semanas e eu perdera várias aulas. Para terminar de “lascar” com meus nervos, na segunda semana, durante uma aula de matemática eu recebi um email da faculdade dizendo que o período de provas já tinha começado! Nem consegui assistir a aula direito. Depois, mais calmo, eu me dei conta de que não era coisa para pânico pois se tratava da disciplina que era ministrada por EAD e essa prova era apenas uma avaliação preliminar, que eu tinha quase dois meses para fazer. Se eu fosse cardíaco a faculdade teria me matado do coração com essa!

Mas para resumir, senão esse post vai ficar muito longo: o diabo não era tão feio assim. Depois de entender as regras de avaliação da faculdade e traçar um plano de ação eu consegui a segurança necessária para controlar meu nervosismo. Eu tive que botar na cabeça que:

  • Tomar nota baixa (não estou acostumado) não seria o fim do mundo. Eu teria outras chances;
  • Ser reprovado em uma matéria (nunca aconteceu) não seria o fim do mundo. Eu poderia pagar a cadeira de novo;
  • Se no final eu me declarasse incapaz para a tarefa isso também não seria o fim do mundo.

E tudo acabou dando certo. Essas foram as minhas notas:

Eu não pretendo informar aqui que faculdade estou cursando, em primeiro lugar para preservar minha privacidade (os leitores com os quais eu já troco mensagens privadas podem perguntar por email, se quiserem) e em segundo lugar porque formei uma opinião bastante crítica sobre ela e parte dos problemas me beneficiam. Nesse caso eu acho que seria anti-ético, como cuspir no prato que estou comendo. Além disso minhas críticas poderiam atingir alguns inocentes pois eu posso facilmente julgar o que está errado, mas determinar por que está errado requer muito mais informação e eu sinto que algumas “falhas” tem múltiplas explicações. Por isso é melhor não falar nada sobre a instituição, mas vocês devem esperar por futuros posts sobre assuntos tratados na faculdade. Existem posts anteriores relacionados que eu publiquei sem mencionar a razão mas que agora vão ganhar uma tag.

23/06/2019 – Terminei o segundo período (e o terceiro)

A faculdade que estou cursando é uma bagunça. Nós começamos o primeiro período no meio de 2018 matriculados nas disciplinas do segundo, o que já era questionável; mas quando começou o período seguinte em vez de sermos matriculados nas disciplinas do primeiro período fomos automaticamente matriculados no terceiro. Isso desencadeou uma onda de protestos e insatisfação geral, porque claramente algumas disciplinas do terceiro período não podiam ser cursadas sem o básico ensinado no primeiro. A justificativa era de que a faculdade não tinha aberto turmas ainda para o primeiro período (faltavam alunos novos). Por conta disso vários de meus colegas trocaram de faculdade e outros ficaram em casa à espera da abertura das turmas mas eu preferi ficar assistindo às aulas do terceiro período enquanto esperava. Como eu já tenho uma base extensa o conteúdo das aulas não parecia nada especialmente difícil e quando as disciplinas do primeiro começaram a aparecer eu percebi que elas se encaixavam nos meus horários vagos e decidi simplesmente acrescentá-las. Eu acabei conseguindo cursar ao mesmo tempo o terceiro e o primeiro períodos inteiros, com exceção de uma disciplina do primeiro e uma do terceiro, cada uma de 44h.

Tive medo de “estar dando um passo maior que minhas pernas”, mas no final correu tudo bem:

As duas disciplinas com apenas uma nota são as online, que só tem uma prova mesmo. E essa nota que está destoando das outras eu vou tentar consertar na semana que vem. Vou fazer a “AV3”, que pelas regras da faculdade substitui a menor nota que eu tiver (se for maior, claro).

O único real inconveniente é que fui separado dos meus colegas do primeiro período por mais da metade do semestre e agora me distanciei ainda mais deles por ter avançado um período.

18/11/2019 – Terminei o quarto período

Depois de entrar para a faculdade eu já consegui fazer o que me pareceu impossível umas três vezes. A mais recente veio com este boletim:

As disciplinas que só tem uma nota são as disciplinas que paguei por EAD. Não sei se consigo e nem realmente se devo manter esse ritmo. “Passar” nessa faculdade (a média é 6) é muito fácil. Tão fácil que para mim é quase uma questão de honra tirar nota 10. Mas isso é muito estressante, principalmente nesse ritmo de oito disciplinas por semestre.

O semestre que vem é o último e também vai ter oito disciplinas. Se tudo correr como planejado eu vou terminar a faculdade seis meses antes do previsto na estrutura curricular.

15 comentários
  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Para ilustrar o quanto uma nota baixa é algo complicado para mim: antes de sequer pensar em entrar na faculdade eu já tinha dois temas recorrentes em meus pesadelos:

    1)Um grande prejuízo com o carro
    2)Estar às vésperas de uma ou mais avaliações na escola e, por razões nunca definidas, não ter estudado nada

  • Matuto - 129 Comentários

    Com relação a ser reprovado em alguma cadeira, vou dar uma dica que me serviu muito quando eu cursei universidade (me formei em 2007 em Comunicação Social). Um certo dia eu estava preocupado porque eu precisaria pagar três cadeiras no último período e a minha preocupação maior era se eu teria tempo para estudar as três cadeiras e ainda fazer o meu trabalho de conclusão do curo (o último para se formar). Foi aí que um professor me disse mais ou menos isso:

    “Fica tranquilo que no último período, se tu for um bom aluno, os professores não vão te prejudicar. Então se tu reprovar alguma cadeira, não tem problema”.

    Em resumo, no último período eu paguei as três cadeiras na parte da manhã (eu estudava a noite) e realmente os professores se mostraram bem amigáveis, chegando ao ponto de uma das provas, a professora me deixou fazer com consulta. E em outra cadeira, o professor substituiu a prova por um trabalho que fiz em dupla com outro colega que estava no último período.

    Então eu acredito que na maioria das Faculdades ou Universidades (não sei bem a diferença até hoje), se você chegar no último período devendo alguma cadeira, se tu for um bom aluno e não causar problema pro professores, eles não vão dificultar pro teu labo.

  • Claudio - 13 Comentários

    Acho que essa coisa dos pesadelos deve ser bem normal … Estou formado faz quase 20 anos, e vez ou outra (umas 2-3x ao ano) ainda tenho um sonho no qual eu esqueci que estava cursando uma cadeira do último semestre, não apareci nas aulas, e chegou a hora das avaliações. Relaxa e aproveita a experiência em si, que é tão válida quanto o objetivo final :-)

    • VR5 - 397 Comentários

      Cacetada, achei que isso só era comigo… também tenho sonhos que estou indo super mal numa prova da cadeira de Matemática III (Integral Dupla)… e olha que me formei em 2002… deve ser mais comum do que pensava isso… kkk :lol:

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      Acabo de descobrir que é mesmo “normal” ou pelo menos “comum”.

      Uma cena aos 28m20s do episódio S02E06 de The Magicians mostra justamente um pesadelo assim, o que me fez fazer uma rápida pesquisa e encontrei várias páginas como esta.

  • Ricardo Menzer - 143 Comentários

    No meu primeiro período da faculdade, tinha uma matéria de programação em que o sistema de avaliação consistia em escrever programas e enviar para um sistema automatizado que fazia a compilação e aplicava várias (em geral, 10) entradas para o programa e avaliava a saída, comparando com as respostas certas cadastradas pelo monitor da aula. Os alunos não tinham acesso aos testes, apenas sabiam se a resposta do programa estava certa ou errada para cada teste.

    Lá pelo quarto ou quinto laboratório, eu já estava arrancando os cabelos porque meu programa não passava de 9 de 10 respostas certas. Os labs anteriores sempre obtive nota máxima. Era madrugada já quando um veterano chegou na sala de computadores e puxou papo, e eu expliquei a situação. Foi quando ele disse algo mais ou menos assim:
    – Cara, relaxa. Nem nessa matéria, nem nas outras você vai conseguir tirar 10 em tudo. Faz o que você consegue, procura entender e corrigir o que você não conseguir de primeira, mas não se mata por causa de 1 ponto no final, se sua nota já for suficiente.

    Essas palavras foram libertadoras. Saiu um peso das minhas costas e no final, deu tudo certo com a faculdade. E devo muito disso à esse veterano e ao que ele me disse.

  • Daniel Plácido - 70 Comentários

    Que coincidência, eu também agora com 33 anos tomei vergonha para entrar na faculdade neste mesmo curso, aqui na minha faculdade chamam de Tads – Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de sistemas.

    Porém diferente de você notas baixas sempre foi meu ponto forte, sempre odiei estudar pois no ensino básico 90% é lixo então nunca consegui me concentrar em algo que eu julgava inútil. tanto que fiz quatro vezes a sexta série, e só concluí o segundo-grau este ano fazendo supletivo, mas agora na faculdade aprendendo o que gosto e que julgo útil está sendo bem diferente.

    As matérias no primeiro-semestre aqui são bem diferentes: Redes I, Design Web, Economia, Leitura e Produção de Texto e Sociologia (a última quase me fez desistir da faculdade, se tivesse mais um semestre com isso creio que eu pulava fora).

    • Intruder_A6 - 194 Comentários

      Eu pensava assim mesmo quando era mais novo (mas estudava mesmo assim). Só mais velho fui chegar a conclusão que biologia, português, história, e outras matérias serão sempre importantes para ter uma vida completa e poder ser um profissional e pessoa completa (mesmo fazendo engenharia).

      Estudar história (entendendo, e não apenas decorando) é bom para não ser facilmente manipulado pelos fake news (de todos os partidos e orientações) e ser uma pessoa crítica, não ser mais um cordeirinho ou animal irracional manipulável. Estudar biologia serve para não cair nas estórias de que vacina provoca altismo entre outras imbecilidades. Português (mesmo para um engenheiro) é muito importante para a comunicação fluir com qualidade, fazer relatórios que sejam bem compreendidos, uma ferramenta realmente indispensável em qualquer profissão (infelizmente é o meu ponto fraco, mas como eu leio muito o meu nível acaba sendo aceitável em português).

  • Jorge Mendonça - 60 Comentários

    Jefferson, seu curso mescla aulas presenciais e a distancia? Desculpe a curiosidade.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Atualizei o post com informações deste semestre

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Atualizei o post com informações do penúltimo semestre.

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Quando a tecla ? / ° do teclado de um notebook não funciona

Eu comprei um teclado novo para um notebook Dell Inspiron 14z e ao testar percebi que apenas uma tecla, que continha os caracteres ?, / e °, não estava funcionando. Eu reclamei ao vendedor e para a minha surpresa ele disse que eu precisava instalar uma “atualização” para essa tecla funcionar. Eu só não pensei de cara que fosse conversa mole porque eu achara mesmo curioso que apenas essa tecla não estivesse funcionando, mas ainda assim fazia pouco sentido.

Seguindo o link indicado pelo vendedor eu encontrei o arquivo para download e constatei que se tratava apenas de um arquivo .reg com o seguinte conteúdo:

Pelo pouco que eu entendo, essa linha determina que a tecla com scancode 0xe01d seja interpretada como tendo o scancode 0x0073.

O que me pareceu perfeitamente seguro. Apliquei o arquivo .reg, reiniciei o Windows e o problema realmente foi resolvido.

O que eu esqueci de testar foi como isso afetaria o teclado original. Mas esse teste vai ter que ficar para outro dia.

É realmente importante você ter esse problema em mente porque numa reinstalação do Windows em um notebook com um teclado não-original desses instalado, a tecla vai deixar de funcionar e você vai achar que se trata de defeito.

 

 

9 comentários
  • Viktor - 1 Comentário

    Nossa, que milagre o vendedor saber a solução do problema O_o

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      Foi venda pelo Mercado Livre. Se ele não tivesse uma pronta solução eu ia devolver o produto e ele teria prejuízo. Na realidade eu acho que faltou o cara ser proativo e alertar sobre o problema *antes* de eu ter testado o produto, porque eu poderia ter solicitado a devolução ao ML sem sequer falar com ele.

  • Luciano - 493 Comentários

    Pior que isso já existe faz tempo! Quando comprei um Lenovo Thinkpad usado no mercado livre (acho que em 2014), o teclado dele tem esta mesmíssima tecla no mesmo lugar, e como eu formatei o dito cujo pra tirar o windows 7 home que veio nele e colocar o XP, essa tecla parou de funcionar.

    Só que a besta aqui não tinha testado o teclado no windows 7 e ache que era defeito, e mandei uma pergunta pro vendedor, e ele me indicou exatamente este mesmo arquivo reg. E pra minha surpresa, também funcionou!

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Acabo de constatar, usando o programa Keytweak, que o scancode 0xe01d (em decimal: 57373) é da tecla rtCtrl (Control Direita). Isso deixa claro que se trata de uma gambiarra e a razão: O fabricante do teclado simplesmente trocou a impressão sobre a tecla rtCtrl existente sem trocar o layout interno que daria o scancode correto.

  • Ygor Almeida - 136 Comentários

    Essa sempre foi uma característica do teclado abnt2 da ibm lenovo por anos… De antes do xp até hoje… Não sei se o teclado espanhol acontece o mesmo. Mas não sabia disso no Dell

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Achei Mission Impossible: Fallout (Efeito Fallout – 2018) apenas razoável

A primeira metade do filme não conseguiu prender minha atenção. Parei umas cinco vezes para fazer outras coisas. Só melhora mesmo a partir da “extração” de Lane e chega até a ficar interessante quando as reviravoltas começam a se suceder, embora a primeira, com Benji, eu já tivesse previsto. Eu achei a sucessão de reviravoltas interessante porque prende minha atenção para não perder o fio da meada, mas depois que termina eu não posso deixar de pensar no quão absurda é uma situação dessas.

Eu não consigo deixar de pensar que a troca de Alec Baldwin por Angela Basset tenha algo a ver com a onda feminista. Mas nesse caso eu não faço objeções porque acho Basset bem convincente.

 

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Mission Impossible: Rogue Nation (Nação Secreta – 2015) é o mais memorável

Não que seja particularmente “bom”. É que esse capítulo tem elementos que me fazem lembrar dele com maior freqüência.

Os pontos altos:

  • O vilão Solomon Lane e a interpretação de Sean Harris. Um inimigo tão formidável que lembra Moriarty;
  • A agente Ilsa e a respectiva interpretação de Rebecca Ferguson. Obviamente não era só a interpretação que prendia minha atenção;
  • Os roteiristas finalmente admitem a natureza sobrenatural da “sorte” da IMF. Começa na fala do presidente da comissão do senado, quando diz que os métodos da IMF “são indistinguíveis de puro acaso e os resultados são parecidos demais com sorte” e arremata perto do fim quando o diretor da CIA diz que “Ethan Hunt é a manifestação viva do destino”. Não consigo pensar em maneira melhor dos criadores da série admitirem que não se deve levar muito a sério o que acontece em cada filme :)
  • A propósito, esse parece ser o primeiro filme da série em que Ethan demonstra insegurança, o que para mim conta como positivo. Isso parece ter sido propositalmente colocado em evidência na cena em que Benji diz que a tarefa submersa “não parece impossível” e fala como se fosse brincadeira (o que no universo da série geralmente é) enquanto Ethan não parece nada entusiasmado com a idéia.

Na primeira metade do filme só se salvam mesmo essa cena da audiência no senado e o momento em que Ethan recebe a “missão” alterada pelo Sindicato.  O resto é ocupado por bobagens desconexas. Todo o lance do mergulho é de um absurdo que me faz dar um “facepalm” quando penso na seqüência e a perseguição de motos me pareceu absolutamente sem propósito até eu me lembrar de um comentário do amigo José Carneiro sobre o merchandising da BMW. Foi aí que eu notei que o propósito da cena era exibir as motos.

Só a partir do encontro no cemitério, passadas 1h27min, o filme melhora.

 

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Positivamente surpreso com o atendimento no IFPE (antiga ETFPE)

Eu estava precisando do certificado de conclusão do ensino médio e não estava achando a minha cópia. A última vez que eu o vira tinha sido no mínimo há 20 anos. Eu tenho certeza de que ele está em alguma pasta em um lugar seguro aqui em casa, juntamente com todos os outros certificados que obtive depois. O problema é descobrir onde.

Então eu decidi procurar uma cópia onde concluí o ensino médio, a Escola Técnica Federal de Pernambuco, hoje IFPE. A primeira impressão foi ruim, porque fui ao site da instituição e não encontrei lá qualquer informação sobre como proceder. Não achei sequer um telefone de contato ou endereço de e-mail apropriado para obter informações. Então eu fui pessoalmente. E preocupado porque as únicas coisas que eu lembrava eram meu curso e quando concluí: o segundo semestre de 1989. Vinte e nove anos atrás. E só sabia o ano porque usei como referência o ano em que fui servir ao exército: 1990. Não lembrava sequer o meu número matrícula. Acostumado com repartições públicas que usam todo tipo de desculpa para não te atender eu fiquei apreensivo.

Na entrada me indicaram como ir até a recepção e de lá me mandaram para a sala 14. Não esperei nem cinco minutos para ser atendido e me deram um formulário de requerimento para preencher. O problema: o único documento aceito era uma cópia do RG (carteira de motorista não serve) por isso tive que voltar no dia seguinte. O segundo problema: me avisaram que o prazo para atender o meu requerimento era de 20 dias úteis. O que caía um pouco depois do prazo limite que eu tinha.

No dia seguinte voltei com o requerimento preenchido e o documento pedido. Fui atendido assim que cheguei e rapidamente. A moça me disse que eu poderia pedir o certificado e o histórico no mesmo requerimento, mas o prazo para emitir o certificado era o maior. Perguntei se podia pegar separadamente e ela me disse que não. Quando eu apontei que o prazo de 20 dias úteis era muito arriscado para mim ela disse que não me preocupasse, porque eles davam aquele prazo mas usualmente os documentos eram entregues bem antes disso e pediu que eu telefonasse uma semana depois para o telefone que ela ia indicar perguntando se os documentos estavam prontos. Meu número de matrícula não foi exigido apesar de ser perguntado no formulário de requerimento.

Isso foi na semana passada. Hoje eu liguei e estava pronto. Perguntei se eles fechavam para o almoço e disseram que não. Mas não pude ir nesse horário e liguei de novo já pensando que eles iam dizer que fechavam às 17h (não ia dar para mim), mas a resposta foi 19h. Não fecha para o almoço e ainda fica aberto até as 19h? Cheguei lá por volta das 17h15 e novamente fui atendido em cinco minutos e já estou com a cópia de meus documentos que foram arquivados 29 anos atrás.

E não me cobraram um centavo por isso.

Como o atendimento poderia ser melhor? Se a informação sobre o procedimento estivesse presente no site ou existisse um contato para obter informações eu não teria desperdiçado a primeira viagem até lá.

11 comentários
  • Viktor - 1 Comentário

    Trabalhei num IF anteriormente (em outro estado) e o padrão de atendimento e trabalho não é o clássico do funcionalismo público. Existe um esforço ativo e constante para se distanciar dessa imagem e de ter uma imagem positiva para a população (muita gente não conhece as IFs e acham que são só mais uma escola pública). Nas aulas os alunos são prontamente punidos ou até expulsos por falhas que passam batido nas escolas públicas, atualmente dominados por delinquentes em formação. E os prazos seguem a política do prazo folgado, melhor prometer em 20 dias e entregar em 7 (avaliação positiva) do que prometer em 5 dias e demorar oito.

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      Mesmo durante o período de 1986 a 1989, enquanto estive lá, a instituição não parecia com uma “escola pública”.

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      A propósito, eu sei a diferença porque frequentei duas estaduais. A primeira (5a série) tinha um ensino até razoável, com uma biblioteca de encher os olhos. Mas a segunda (1o Científico) era uma verdadeira “zona”.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Antes que alguém faça uma observação: sim eu sei que a carteira de motorista, mesmo vencida, deveria ser aceita como documento de identificação. Mas eu não estava disposto a criar um problema estando em busca de um documento com 29 anos de idade e de fato a carteira de identidade tem dois itens a mais: a anotação sobre minha certidão de nascimento e minha digital.

    Eu presumo que isso tenha alguma importância, porque de outra forma é uma regra estúpida.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    A ETFBA, daqui de Salvador também era uma instituição muito séria e com ensino de qualidade na década de 80, hoje imagino que já não seja a mesma coisa!

  • MARCELO PEREIRA COUTINHO - 35 Comentários

    Neste ano (2018), eu tive que pedir ao IFF-RJ (antiga ETFC – Escola Técnica Federal de Campos), declaração de conclusão dos dois cursos técnicos que fiz lá: Eletroténica (conclusão em 1991) e Segurança do Trabalho (conclusão em 1994). Pedi a um sobrinho que fizesse a requisição na secretaria, pois não moro na cidade de Campos dos Goytacazes. Atualmente moro no Rio de Janeiro (capital). A secretaria informou ao meu sobrinho que seriam 90 dias para a entrega destas declarações. Na ficha de solicitação, informei apenas nome e CPF. E na retirada, apenas o próprio ex-aluno ou pessoa com autorização expressa para tal com firma reconhecida em cartório. O prazo para a retirada, foi durante a realização da copa do Mundo da Rússia. Daí viajei para a cidade e acabou coincidindo no dia útil para a retirada, num dia de jogo do Brasil. Aí eu pensei:
    – Duvido que vai ter alguém para me atender neste dia.
    Mas ainda assim com este pensamento, fui até a secretaria. E qual não foi a grande surpresa que a secretaria estava aberta e com funcionários. Me identifiquei e peguei as duas declarações sem pagar um mísero centavo à secretaria.
    Fiquei estupefato! Quase não acreditei que havia conseguido retirar as declarações num dia de jogo do BRASIL.

  • Leonardo - 1 Comentário

    Após ler o texto e os comentários, fiquei com algumas dúvidas sobre a necessidade de manter uma cópia do certificado de conclusão.

    Quem é formado (faculdade) precisa ter o certificado de conclusão do segundo grau ?
    Se eu entrar para outra faculdade, um novo curso, vou precisar do certificado ?

    O meu diploma universitario já não seria um certificado ? Ou tem mais algum documento que eu preciso ter ?

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      O meu caso é “especial”. Eu não tenho diploma de curso superior.

      E o caso genérico também é. O certificado das ETFs/IFs sempre vai ser importante a não ser que você tenha feito um curso superior na mesma área que o curso técnico.

      Quanto ao seu caso, é um tanto complicado responder.

      • VR5 - 397 Comentários

        Esse “curso técnico” a que te referes, Jefferson, seria o equivalente aos cursos técnicos ministrador pelo SENAI? Eu tenho (além do superior) um curso técnico, que equivale ao meu 2° Grau (atualmente conhecido como “Ensino Médio).

        • Jefferson - 6.622 Comentários

          Esse “curso técnico” a que te referes, Jefferson, seria o equivalente aos cursos técnicos ministrador pelo SENAI?

          Não sei se entendi sua pergunta.

          Se você está perguntando se faz diferença ter um curso técnico do SENAI ou de uma ETF quando tem um curso superior na mesma área, eu não creio que faça alguma.

          Agora, se você quer saber se há diferença entre um curso técnico do SENAI e o de uma ETF, eu acho que é grande. O vestibular difícil e extremamente concorrido das ETFs/IFs já dá uma boa idéia disso. Uma vez (muito tempo atrás, é verdade) eu fiz o teste para um curso técnico do SENAI e concluí duas coisas:

          1)Se você não tirar 10 já está eliminado
          2)Como o número dos que tiram 10 deve ser muito grande, a seleção é praticamente pela ordem de inscrição

          Eu era considerado inteligentíssimo por muita gente quando adolescente e ainda assim só consegui vaga na minha quarta opção de curso na ETFPE. Ou seja, de 120 a 159 adolescentes (considerando turmas de 40 alunos) tiraram nota mais alta que eu e escolheram as mesmas opções que eu.

          • VR5 - 397 Comentários

            Foi a segunda opção. Obrigado! Eu fiz o exame de seleção em 1985 e pelo menos naquela época o SENAI era considerado referência na minha região (comparado com um 2° Grau “normal”). Tanto é que as pessoas que depois iam melhores nos cursos superiores na área eram as que tinham curso técnico (que pensando bem, deveria ser lógico mesmo!). Meu curso técnico eram em turno integral (manhã e tarde), tanto é que nos anos finais (apesar de morar relativamente perto da cidade do SENAI) eu dividi um alojamento lá com outros estudantes. Ele me ajudou muito no meu curso superior depois apesar de não ter NADA a ver com o que estudei (mas a base científica era muito boa!). Creio que hoje em dia eles decaíram um pouco (como aliás toda a educação em geral): naquela época tínhamos um SENAI que ainda tinha cosas herdadas (POSITIVAMENTE, ressalto!) do Regime Militar…

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O susto que a Polícia Federal me deu na véspera da minha viagem para a Europa

Não, eu não tive nenhum problema com a Polícia (nenhuma delas) em nenhum momento da viagem, mas como eles emitem o passaporte, eles são parcialmente (eu tive um segundo problema) culpados pelo medo que eu tive de não poder embarcar que começou 24h antes da viagem. Tive uma noite péssima. Lembrem-se de que era minha primeira viagem ao exterior.

Olhem esse pedaço do número do meu passaporte e me digam: Começa com F-zero-zero ou com F-oh-oh?

Se você tiver bastante experiência com a numeração de passaportes provavelmente sabe dizer qual o correto. Se não tiver, a chance é zero.

Ao fazer o check-in online da Condor, 24h antes da viagem, é obrigatório inserir o número do passaporte. Ao abrir o meu eu obviamente fiquei em dúvida e mandei uma mensagem para minha irmã perguntando o que ela achava. Ela me disse que era o mesmo que ela tinha colocado na carta-convite: F-zero-zero. Então eu preenchi assim e concluí o check-in, mas ainda fiquei com uma pulga atrás da orelha, porque o número que aparecia em outro lugar no passaporte, em letras bem menores que eu precisava dos óculos para ler, era diferente.

Aí eu decidi usar o app que lê código de barras no meu celular para ler o código no passaporte e descobri o tamanho do meu erro. O número começa com F-oh-zero.

Dá para acreditar? Como é que usam em um documento importante duas fontes que não diferenciam oh de zero?

Fiquei na maior apreensão, achando que poderia ser impedido de embarcar por isso. Mas no final deu tudo certo e se alguém na companhia aérea ou na Polícia Federal percebeu a discrepância não deu importância.

5 comentários
  • Jefferson - 6.622 Comentários

    O outro susto que levei, que contribuiu para a minha péssima noite, é que meu nome saiu no cartão de embarque como “Jefferson Rya”. Eu fiz uma pesquisa e descobri que teve gente impedida de embarcar por causa de discrepância no nome na reserva. Somente quando pude falar de novo com minha irmã no dia seguinte foi que ela apontou que o nome na reserva estava certo e que é normal o nome aparecer truncado no cartão de embarque.

    O que ela também percebeu mas deixou para me dizer apenas quando eu cheguei a Dublin (foi uma decisão acertada) foi que meu nome estava errado em outra reserva. Se eu tivesse visto isso teria aumentado o meu nível de estresse.

  • joao feijo - 5 Comentários

    Note que no formato por pontos únicos, no O na parte de baixo tem 3 pontos, e no 0 tem dois.
    No formado por pontos múltiplos o O tem mais pontos, sendo mais arredondado.
    As fontes são parecidas mas diferentes.

  • Gilberto - 5 Comentários

    O interior do “oh” é arredondado. Já o do “zero” é meio quadrado.

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