O meu sobrinho até bem pouco tempo atrás ficava satisfeito com passar o dia assistindo ao canal Nick Jr. Eu não sei se é porque ele está crescendo e ainda não descobriu (ele não sabe ainda operar o controle remoto) que agora outros canais são mais apropriados para ele, mas depois que ele descobriu a app Youtube Kids e começou a poder escolher o que assistir com a ponta dos dedos ele está cada dia mais parecido com o personagem Muttley da Esquadrilha Abutre, nos pedindo: “tablet, tablet, tablet!“.
Ele está alternando dois tablets, pois quando a bateria de um acaba ele pede o outro:
Estas são as apps que até agora achei mais úteis em entretê-lo:
Youtube Kids: Como citado no início, ele usa para assistir inclusive a conteúdo que está inteiramente em inglês, mas é fã mesmo de animações mudas como Oddbods e Pencilmation. Curiosamente a Google não disponibiliza nada parecido para usar no PC, nem mesmo no Chrome. E a app não instala em meus tablets que tem uma versão do Android anterior à 4.1.
Go Kart Go! Ultra!: Esse eu consigo saber de longe que ele está jogando por causa da música. E ele joga bastante;
Dam The Man – O jogo entretém até adultos. Aparentemente, quando você diz que o jogador tem cinco anos, os diálogos são substituídos por imagens e aparecem dicas visuais de onde clicar;
Hill Climb Racing 2 – Requer que a criança decida quando acelerar e frear em um terreno acidentado. Serve para entreter até adultos.
Gogo Thomas! – A primeira fase é muito fácil (um adulto não deve demorar nem três minutos para vencer as cinco corridas), mas a segunda já requer pagamento.
Red Ball 4 – É um jogo simples mas bonito, que desafia o raciocínio da criança. O problema da versão gratuita é que periodicamente após o jogador perder tem que esperar n minutos (o intervalo é crescente) para poder jogar de novo. Meu sobrinho ainda não tem noção do que significa “você tem que esperar 18 minutos”.
Esta lista vai crescer. Eu instalei muitas outras e estou monitorando o interesse dele.
Observações
Eu recomendo criar uma conta Google só para a criança, porque isso traz as seguintes vantagens
Evita que a lista de apps infantis que você está instalando para ela polua a lista do proprietário do dispositivo e vice-versa.
Quando você empresta para a criança dispositivos que pertencem a pessoas diferentes (e por isso tem contas diferentes) você instala uma app em um e depois tem que procurar na loja de novo no outro. Achar uma app simplesmente usando a busca pode ser mais difícil do que parece por causa do grande número de apps que tem nomes parecidos. Por exemplo, tente procurar por “youtube kids” em um tablet que não tem suporte e a resposta virá com uma dezena de apps com nomes parecidos mas nenhuma é o que você está procurando. Adicionando a conta da criança em todos você simplesmente olha na biblioteca de apps da conta, na lista “não instalado neste dispositivo” e já vai direto na app certa. Se a app não tiver suporte, não aparece o botão “instalar” ao lado do nome.
Mas não preencha o cadastro com a idade verdadeira ou a criação da conta será abortada e, pior, você não conseguirá escolher outra data. Eu caí na besteira de fazer isso e mesmo refazendo todos os passos dando uma idade de 18 anos (para a América do Sul a idade mínima é 13) o sistema continua negando a criação da conta. O único jeito de passar é escolher outro endereço de email e colocar uma idade válida na primeira tentativa.
É curioso que o garoto não saiba operar o conjunto de controles remotos mas consiga operar o tablet, mesmo quando tudo está em inglês (eu configurei para português, porque não é meu filho. Se fosse estaria tudo em inglês). Talvez seja porque ele sempre pode ficar experimentando e voltar para o início facilmente tocando na tecla “home” ou no máximo reiniciando o tablet. Com a TV e o receptor de satélite é muito fácil se perder e precisar da ajuda de um adulto a cada n minutos.
No início eu quis evitar as apps com “compras no app” em favor das apps apenas com anúncios, mas depois fiquei duvidando da validade da minha estratégia. Eu não gosto das apps com “compras no app” mesmo não havendo a possibilidade dele gastar dinheiro real já que as contas não estão configuradas para isso porque há uma tendência à mesquinharia e já vi apps que você não consegue jogar meia hora sem esbarrar num obstáculo surpresa que você precisa pagar para remover, como Angry Gran Racing. O que significa que eu só jogaria 30 minutos pois mesmo gostando do jogo eu não incentivaria essa mesquinharia pagando por isso. Mas por outro lado as apps com anúncios podem ser realmente frustrantes para crianças. Se o anúncio aparecesse o tempo todo mas somente em um canto da tela seria bom, mas muitos anúncios aparecem no início no meio e no fim do jogo, cobrindo toda a tela.
Talvez eu esteja subestimando a inteligência de uma criança de 5 anos porque depois de dizer ao menino “toque no X onde ele aparecer” (para fechar o anúncio) ele não tem me incomodado com problemas desse tipo. Ele também aprendeu a instalar apps me vendo instalar para ele, mas depois que eu disse que não era para fazer isso porque poderia “quebrar o tablet” e eu não consertaria, ele parou. Eu ainda estou avaliando a possibilidade de configurar um tablet só com uma conta descartável para ele e deixá-lo instalar o que quiser (desde que o tablet não tenha acesso root fácil).
Eu estava levando uma surra tentando fazer funcionar as apps App2SD ou Link2SD, sem sucesso (não consegui particionar o cartão corretamente), para liberar espaço para instalar mais jogos na partição principal. Aí esbarrei em um comentário que me lembrou que o Android tem há muito tempo uma opção nativa de mover apps para o cartão SD.
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A direção é fraca e o roteiro é ruim mas o que detona mesmo com o filme é o elenco. Como se fosse pouco começarmos já sem Stacker Pentecost (o carismático Idris Elba – porque seu personagem morre no filme anterior) Raleigh Becket (Charlie Hunnam) simplesmente nem é mencionado no filme e dão um jeito de matar Mako Mori (Rinko Kikuchi) logo no início. Seus substitutos são um desastre, lembrando bastante o que fizeram com Os Mercenários 3. Eu não vou com a cara de John Boyega (ele não me convence em nenhum papel que eu tenha visto) e fiquei o filme inteiro incomodado com um ator que parecia fazer um esforço danado para parecer com Clint Eastwood tendo sucesso apenas na aparência, porque de convincente como homem durão ele não tem nada; e só no final fui descobrir que ele só teve sucesso ao copiar a aparência porque é o filho dele.
Complete-se o desastre com a substituição de boa parte do elenco de suporte (que também tinha bons atores, cujos personagens infelizmente morreram) por uma dezena de atores jovens que não conseguiriam sequer competir com o elenco ainda mais jovem de Stranger Things e um personagem importante que descamba para o mal.
O primeiro filme, com todos os seus problemas, é muito melhor. Este herda todos os problemas do anterior, acrescenta outros e destrói uma ou duas virtudes. Não dá.
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Eu sintonizei por acaso a TV Escola hoje (geralmente passo longe desse canal) e estava passando o documentário A Paz Mundial na Sala de Aula que mostra um professor de ensino fundamental dos EUA engajando seus alunos em um jogo que dura oito semanas (jogado um dia por semana) onde cada um deles representa um país e juntos se reúnem em uma assembléia como a ONU. Eles tem que lidar com problemas variados como escassez de água e ameaças de invasão. Existe até um “Agente da Destruição”, que é apontado secretamente pelo professor entre os representantes na assembléia, que tem a missão de fomentar o caos internacional e os outros alunos precisam descobrir quem é. Acusar o “país” errado na assembléia gera pesadas multas.
Eu achei o pouco que eu vi fascinante. Aquelas crianças pareciam ter mais senso crítico que a maioria dos adultos que eu conheço que usam redes sociais como fonte de informação.
Eu encontrei o vídeo no Youtube. Para legendas clique no botão CC do vídeo.
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Deve ser a idade, mas estou sempre sendo surpreendido pela tendência de não se enviar mais manuais junto com os produtos. Desta vez foi com um equipamento de R$15000 que desempacotei na semana passada. Eu compreendo perfeitamente as várias razões para essa tendência, até mesmo porque o manual em questão tem 404 páginas no PDF. E como eram dois equipamentos, dois manuais de 202 folhas cada deixaram de ser impressos e transportados. Mas eu não consigo deixar de ter a expectativa de encontrar um manual na caixa, principalmente quando são itens de alto valor.
A HP Laserjet Pro M132nw é a primeira impressora laser que conheço que não deixa você retirar o cartucho de toner. Quando eu estava desempacotando eu tentei retirar o cartucho para remover qualquer proteção de transporte que ele tivesse e quando ele resistiu à remoção eu consultei o folheto de instalação, que mostrava claramente que o cartucho não deveria ser retirado. Aliás, era o primeiro item do passo-a-passo de instalação da impressora. Nenhuma explicação textual é dada.
Por outro lado, no site da HP as instruções mostram claramente que o cartucho pode ser retirado normalmente. Será que a impressora só libera mecanicamente o cartucho quando este está vazio? Só vou descobrir quando esvaziar.
“Desta vez foi com um equipamento de R$15000 que desempacotei na semana passada.”
Não seria R$1.500,00?? Independente do valor do equipamento, acho que não custaria demais para o fabricante incluir nem que seja um mini cd de 100mb com o manual em pdf.
Sobre o cartucho, também foi novidade para mim; espero só pegar uma dessa depois que você solucionar o caso rs.
Não. Era um serviço (simples) de automação industrial e essa nem é a peça eletrônica mais cara que a máquina tinha. 15mil reais era o valor na nota fiscal desta peça aqui, que você compra por meros 500 dólares no ebay ou por $1800 numa empresa especializada nos EUA. Você não sente o orgulho de ser brasileiro aumentar quando vê isso?
acho que não custaria demais para o fabricante incluir nem que seja um mini cd de 100mb com o manual em pdf.
Você tem razão. Até peças que você compra por 5 dólares vem com um CD. Porém as empresas tendem a seguir o (mau) exemplo da Apple, que quando liga o campo de distorção da realidade e diz “nossos produtos não precisam de manual” todo mundo acredita. Não faz sentido as empresas de automação industrial seguirem o (mau) exemplo de uma “grife” como a Apple mas grandes exemplos são grandes exemplos.
Nota: Era uma operação simples de substituição de peças danificadas por novas (em condições ideais nem é preciso abrir o manual pois basta copiar a configuração/programação da peça danificada) mas ainda assim o manual foi imprescindível para colocar a máquina para rodar. Eu tive que consultá-lo umas cinco vezes para ver o significado de mensagens de erro, porque as condições do serviço estavam longe de ser ideais.
A falta do manual poderia ser justificada pelo download, pois você sempre teria uma cópia atualizada. Mas como os manuais dificilmente são atualizados….
Colocar o manual em um CD com um aviso para sempre procurar por uma versão mais nova no site do fabricante é uma solução muito mas “sã”.
E não dá nem para dizer que seja um “gasto” a mais porque além do preço do CD ser ridículo você pode aproveitar o espaço livre para colocar outros manuais de produtos relacionados com a respectiva propaganda.
” Será que a impressora só libera mecanicamente o cartucho quando este está vazio? Só vou descobrir quando esvaziar.”
opa, trouxe uma impressora desse modelo para um cliente a um tempo atraz, apanhei bastante para tirar o toner, não sei se tem alguma relação, depois de varias tentativas sem sucesso liguei ela na energia e fiz um teste rápido. Logo depois tentei tirar o toner e para minha surpresa o mesmo saiu super fácil, parece até um lacre de fabrica kkk
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A Hostgator avisou hoje que está fazendo um upgrade no cPanel como preparação para finalmente oferecer suporte a Free SSL. Está demorando muito. Eu só não migrei para a Dreamhost, que oferece suporte faz tempo, porque migrar todos os meus domínios dá muito mais trabalho e requer muito mais dedicação exclusiva do que estou disposto a oferecer por causa do problema de não poder oferecer https;
Se precisa editar arquivos MP4, como os baixados do youtube, o Lightworks é um programa gratuito que apesar de ser meio enrolado de usar quando tudo o que você quer fazer é cortar uma cena, funciona. Na versão gratuita apesar de aparentemente todas as opções de salvar parecerem desabilitadas você pode usar a opção “Exportar para Youtube” para salvar o resultado como outro arquivo MP4.
Aqui estou de saco cheio com o HoteldaWeb onde tenho o site de empresa e não suporta Free SSL, apenas o pacote pago oferecido por ela à R$299,00 ao ano.
Me surpreendi hoje ao me deparar, por acaso, com o fato de todos os meus domínios já suportarem SSL. Eu fui apenas dar uma olhada nas estatísticas de acesso, que eu não conferia desde o ano passado, e as listagens aparecem agora discriminadas por acesso SSL ou não.
E de fato, colocar “https://” manualmente na frente do nome de cada página funciona. E 21 pessoas já tinham feito isso antes de mim, pelos números.
Eu não precisei fazer nada para chegar nesse ponto. A Hostgator está cuidando de todo o processo com os certificados.
Porém, como cada um dos milhares de links que tenho entre páginas ainda é “http://” cada vez que você clica em um link vai sair do modo criptografado outra vez.
O modo mais simples de corrigir isso é usar um comando SQL de replace diretamente no banco de dados, mas vou aguardar alguns dias antes de fazer isso. Eu ficaria mais confortável se recebesse algum comunicado da Hostgator me avisando que está tudo pronto para a mudança.
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Mais um HDD recondicionado da Elgin apresentou problemas e o cliente me pediu para tentar salvar o que eu pudesse (não adianta me questionar sobre backups). O defeito começava a partir de 1GB do disco e assim que o HDD Regenerator chegava nesse ponto o HDD deixava de responder. Por sorte eu tenho o hábito de particionar os discos e apontar os diretórios de documentos do Windows para a segunda partição, que começava mais de 60GB adiante. Porém tentar salvar esses dados com o kit que eu tinha na bolsa foi muito mais difícil do que eu esperava.
Eu dei boot por uns 8 discos diferentes e devo ter tentado umas 20 possibilidades, sem conseguir chegar sequer a essa partição. A maioria dos meus discos de boot tem versões do WinPE a partir do XP e todos eles travam na inicialização antes mesmo de me deixar usar um prompt porque provavelmente estão fazendo algum processo de inicialização da partição defeituosa. Dar boot pelo DOS puro não é tão simples porque eu preciso de suporte a NTFS. Uma hora eu consegui dar boot pelo DOS puro e chegar à partição facilmente com o Volkov Commander, mas a primeira má notícia era que eu ia perder todos os nomes longos dos arquivos, a segunda era que o processo de cópia era lentíssimo (talvez pela falta do smartdrv) e a terceira foi que a cópia travou um minuto depois.
Tentei com uma cópia de 2016 do Linux Mint (18.1), mas o SO acusou erro ao checar a partição e não fez o mount.
Eu só tive sucesso ao usar uma cópia de 2011 do Kubuntu (11.10), que montou automaticamente as partições e me permitiu copiar toda a pasta documentos do cliente. Não foi uma recuperação total porque o usuário, como de costume, coloca documentos na área de trabalho, que fica na mesma partição do Windows, que eu não pude abrir nem no Linux.
Eu concluí que se eu tivesse memorizado pelo menos o básico de manipulações de partições no Linux (eu sabia, mas já esqueci) para não depender de processos automáticos eu teria poupado pelo menos uma hora e meia de tentativas frustradas. Preciso de um LiveCD do Linux que não tente montar as partições NTFS automaticamente e aprender a fazer isso manualmente, incluindo executar a cópia por linha de comando, porque a mera abertura do gerenciador de arquivos na GUI do Linux (no caso, Dolphin) também pode emperrar o processo quando esse gerenciador vai em cada arquivo verificar os metadados.
Ou, quem sabe, um LiveCD com o Windows 98. Quando eu puder vou testar se essa versão do Windows também empacaria tentando inicializar as partições defeituosas. Eu tenho um LiveCD com o “mini98” em algum lugar, mas não consegui achá-lo para essa recuperação.
Eu não tinha nenhuma interface USB-SATA para HDD de 3.5″ comigo naquele momento. Se tivesse eu teria tentado porque pelo menos permitiria inicializar o Windows e preparar uma linha de comando antes de plugar o HDD.
Lembrando que o Kaspersky Rescue Disk também tem um gerenciador de arquivos baseado em Linux, ou seja, dependendo da situação do HD, dá pra fazer o backup pelo LiveCD dele.
Nesse tipo de situação, eu emprego o ddrescue no Linux. Ele faz uma imagem do HDD assim como o dd comum, mas também pula os setores que não puderam ser lidos e armazena uma lista deles em arquivo. Se o HDD travar, basta reiniciar a máquina e chamar o ddrescue novamente para continuar tentando ler esses setores defeituosos (ele alterna entre leituras em ordem crescente e decrescente). Já me salvou em vários HDDs de clientes (um salve para os Samsung 2.5″ amarelos) e até um SSD meu.
O amigo José Carneiro me lembrou que eu poderia ter usado uma fonte ATX extra para ligar o HDD apenas depois do sistema operacional ter iniciado e assim tentar evitar o travamento.
Se a opção hotplug/hotswap não estiver ativada no setup, o Windows não reconhecerá o HDD uma vez iniciado, e o Linux talvez reconheça talvez não. Falo de experiência, usando esse mesmo procedimento por esse mesmo motivo.
Já tive placas-mãe da Gigabyte e da ASUS que permitem habilitar o hotplug individualmente para cada porta no setup. Uso essa possibilidade para permitir a livre conexão de HDDs no meu painel frontal 5.25″ Media Dashboard.
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Logo de cara preciso deixar claro uma coisa: eu não sou contra o pagamento de direitos autorais a músicos. Eu sou contra o modelo de arrecadação do ECAD (uma entidade privada). Você sabe que uma festa de casamento com música nacional ou estrangeira tem que pagar uma taxa ao ECAD? Até aí tudo estaria certo se o dinheiro da taxa fosse revertido para os detentores de direitos das músicas que de fato tocaram no casamento, mas até onde sei não é o que acontece. Se você for fã de Enya e só tocar Celtic/New Age no seu casamento, o dinheiro da taxa do ECAD, se algum artista de fato botar a mão nele, pode muito bem ir para o bolso de Wesley Safadão. O que é praticamente certo é que Enya não vai ver um centavo sequer. Você não acha que o justo seria você combinar isso com o agente do seu artista preferido? Comprar um CD que já incluísse especificamente o direito de execução pública para X pessoas por um período Y? Você não pode, porque isso fomentaria a concorrência e o modelo do ECAD se parece mais com um cartel. Até o intérprete que tenha cantado música de sua própria autoria tem que pagar ao ECAD se não pediu permissão (é mole?) com cinco dias de antecedência.
Pois agora o ECAD conseguiu uma liminar na justiça proibindo a prefeitura de Campina Grande de tocar qualquer música na festa de São João enquanto o ECAD não receber o equivalente a 10% do valor do contrato de 2017. E não são 10% do valor pago aos cantores a ser pago aos compositores (seria justo os intérpretes se encarregarem desse pagamento, não?). São 10% do valor total da organização da festa. Não importa se todo intérprete que participou da festa obviamente recebeu seu pagamento pois o ECAD ainda assim quer a parte dele.
Lembrando que o ECAD também queria cobrar de qualquer pessoa que incorporasse em seu blog qualquer vídeo que tivesse música. Mesmo de um blog sem fins lucrativos. Se dependesse apenas do ECAD eu teria que pagar uma taxa de R$352 por mês (valor de 6 anos atrás) pelos trailers de filmes e videoclipes que eu mostro aqui. A entidade também processou o Youtube, mas perdeu pois a justiça entendeu que o justo é pagar diretamente aos detentores dos direitos (dãaaa…) e não ao ECAD.
Tu sabes que essa é uma coisa que volta & meia me vem a cabeça? Claro que é um pensamento meio “non sense”, mas será que é tanto assim? “TERCEIRIZAR” nosso governo… ter, digamos “políticos profissionais” que realmente aplicassem as “boas práticas” de uma administração social-democrata sem a “contaminação” de corrupção, “rabos presos”, etc. se é que me entendem… estarei “viajando muito na maionese”???
Está mais fácil terceirizarem a corrupção! Mas acho que isto não é mais novidade, ou oque vocês acham que a Odebrech e a OAS andaram fazendo! Acho que terceirizar os cidadães tenha mais futuro, chamando alemães ou suíços para isso!
Sobre o Século XIX: sabiam que na época do Brasil Imperial de Dom Pedro II chegamos a ser a 5ª maior economia DO MUNDO??? Tanto é que a maioria da rede ferroviária (que depois trataram de sucatear em preferência ao “moderno” sistema rodoviário) foi desenvolvida naquela época. A Proclamação da República é que foi o verdadeiro “Golpe de Estado” no nosso país…
Estas coisas chegam a ser ridículas! Infelizmente tudo aqui no Brasil, sem exceção, é controlado por alguma organização mafiosa (pelo menos é o que elas parecem)!
Não gosto desse modelo da festa; não me faria falta o evento, mas sei que aqui na cidade é importante para a economia, apesar de trazer muitos problemas. Se os turistas soubessem do total de assaltos e de entradas nos hospitais que tem os 30 dias de festa….
Mas concordo 100% que esse tal ecad é apenas um parasita sanguessuga desnecessário, ineficiente e ineficaz, pois todo artista que fala do Ecad, fala mal.
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Esse pode ser um problema comum, mas foi a primeira vez que esbarrei nele.
Eu fui chamado porque um dos switches do cliente perdera comunicação com o switch seguinte. Ambos os switches eram Intelbras gigabit de 24 portas. Ao testar o cabo concluí que o fio branco do par verde estava rompido. Para recolocar em operação a rede o mais rápido possível decidi trocar o par verde pelo par marrom. Isso impediria a comunicação a gigabit mas pelo menos os dois pares essenciais à operação em 100Mbps estariam OK. No testador de cabos isso resolveu o problema, mas ao plugar o cabo nos switches não acendia nada.
Apesar de nunca ter esbarrado no problema desconfiei de palhaçada da Intelbras (que na minha opinião toma decisões de projeto bizarras) e que os switches estivessem se recusando a fazer o fallback para 100Mbps. Forcei isso substituindo o switch gigabit mais extremo por um switch de 100Mbps e isso resolveu o problema. Outra equipe vai passar um novo cabo amanhã.
Numa outra oportunidade quando eu puder voltar a esse cliente com menos pressa eu vou confirmar esse problema usando outro cabo e registrar o modelo do switch.
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A última vez que mencionei esse assunto foi em 2011. De lá para cá uma coisa mudou: o CDisplayEX está ficando cada vez mais maligno. A partir da versão 1.10 ele se recusa a instalar depois de x meses, obrigando você a baixar a versão mais recente e a cada versão o autor parece testar novos meios de modificar seu computador e instalar software sem sua permissão. Eu estava com a versão 1.10.33 aqui e depois da terceira surpresa aparecer enquanto o CdisplayEX estava rodando (coincidência demais) decidi desinstalar e testar o YACReader.
Esse é mais difícil de me surpreender negativamente por ter código aberto e até agora tem a funcionalidade de que preciso incluindo rotacionar todas as páginas de uma vez.
A propósito, se você desenrola bem o inglês este site tem edições antigas da DC para ler online que eu nunca tinha visto em lugar algum, embora seja de legalidade bem duvidosa. Pelo menos eu consegui terminar uma saga da Wonder Woman que eu tinha parado na metade.
Eu uso o SumatraPDF apenas para ler epub. Para ler HQs ele só tem a funcionalidade básica. Sinto falta, por exemplo, dos comandos “ajustar à largura”, “modo dupla página” e “girar imagem”.
Acabo de confirmar que foi o CdisplayEX v1.10.33 que instalou porcarias na minha máquina, incluindo o Chromium, Yahoo Search e uma variante do Dealply. Este último teria sido detectado pelo antivírus, se eu usasse algum. Tenho razoável certeza de que ele não me pediu permissão para instalar nada disso ou se pediu usou um truque para eu escolher a opção errada, o que está se tornando artifício comum.
Uma coisa que não gostei no YACreader foi a falta de uma barra de rolagem para chegar rapidamente a um ponto aproximado (ou ao inicio/final) da revista. O programa tem um substituto muito bonitinho que aparece quando você move o mouse para o canto inferior da página, mas não é a mesma coisa. É muito mais rápido com uma barra.
Mas basicamente pela direção das cenas de ação. Isso e um roteiro um pouco melhor fizeram com que o filme não tivesse aquele ar de “adaptação de videogame”. O filme parece bem mais verossímil que o original embora eu não tenha certeza ainda que a sueca Alicia Vikander tenha ficado convincente no papel de Lara Croft. Eu prefiro seu personagem em The Man From Uncle.
O roteiro não é dos melhores mas o que realmente me incomodou foi Richard Croft se empenhar tanto em dizer o quanto a tumba era perigosa e que deveria ficar perdida para sempre ao mesmo tempo que se empenhava para achá-la e conseqüentemente abri-la.
Não tenho nenhuma expectativa de assistir de novo. O engraçado é que é mais fácil eu assistir ao Tomb Raider original outra vez. Acho que é pelo humor e porque me dá muito mais satisfação ver Angelina Jolie fazendo caras e bocas e atirando em gente.
Para mim faz sentido. Vikander ficou mais cara depois de ganhar um oscar de atriz coadjuvante e como o filme não foi bem nas bilheterias e ela ficou apenas “aceitável” no papel uma continuação tem mais chances de fazer dinheiro com outra atriz. Eu não creio que o público vá boicotar o filme se ela for trocada.
Outra coisa interessante: DOIS atores da série “Into the Badlands” participam desse filme…
E a principal atriz de Killjoys tem uma ponta. Hannah John-Kamen além de ser realmente britânica tem boas chances de aparecer numa continuação porque é convincente no papel de mulher durona.
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Gostei da dica do Youtube Kids, eu não conhecia. Como tenho dois afilhados pequenos, uma hora isso vai ser bem útil pro meu tablet.
Eu estava levando uma surra tentando fazer funcionar as apps App2SD ou Link2SD, sem sucesso (não consegui particionar o cartão corretamente), para liberar espaço para instalar mais jogos na partição principal. Aí esbarrei em um comentário que me lembrou que o Android tem há muito tempo uma opção nativa de mover apps para o cartão SD.