Eu comecei a assistir The Orville meses atrás depois de uma sugestão de Rodrigo Motta. Não são todos os episódios que me agradam mas um em especial me chamou a atenção e por ter me lembrado dele hoje outra vez eu achei interessante registrar minhas impressões aqui.
“S01E07 – Majority Rule” (Governo da Maioria) nos mostra um mundo onde a tecnologia permite uma forma de democracia direta como nunca existiu no nosso (nem na Grécia antiga teria dado certo) e espero que nunca exista. Cada cidadão tem nas pontas dos dedos a capacidade de votar a favor ou contra em todas as questões, incluindo problemas ambientais, médicos e criminais. Isso parece bom até você pensar em todas as pessoas que você conhece e como elas votariam. Em cinco minutos você percebe que democracia direta é uma idéia terrível e que a democracia representativa é “menos ruim” e fica melhor com gente que dedica suas vidas a esses assuntos tomando essas decisões por nós. Mas fica pior que isso: nesse mundo você pode votar positivo ou negativo em cada ato de uma pessoa, conhecida ou estranha. E após x milhões de votos negativos qualquer pessoa é automaticamente “disciplinada”.
A idéia de que um mundo possa ter chegado no nível tecnológico que alcançou com uma população tão tacanha exercendo democracia direta é absurda. Eu não esperaria nada mais avançado que a idade média. Mas o exemplo é interessante e vale a pena conferir.
Eu assisti os 12 episódios e gostei de todos eles, de alguns mais do que outros (é claro), achei a série melhor que o Star Trek Discovery (apesar de ter gostado também mesmo cheia de furos). Achei Orville muito bem humorada e bastante interessante, pena que foram só 12 episódios, espero que tenha uma segunda temporada, de preferência mais longa, 12 episódios é muito pouco!
Achei surreal este episódio da “democracia” direta, bem insano, e gostei também do episódio da mudança de sexo (4º episódio), bastante surreal, que retrata um problema bem serio do nosso tempo, a discriminação racial (acho que nesse caso a mudança de sexo é uma metáfora para falar de descriminação racial).
Jefferson, você ainda não assistiu Black Mirror? Tem um episódio que é até pior do que democracia direta. As pessoas são avaliadas segundo os “likes” que recebem em uma mídia social.
Recentemente eu tentei postar um comentário sobre séries da Netflix no tópico de off topic, mas acabei postando em lugar errado, acho que você nem chegou a ver.
Vou aproveitar esse post para comentar, se me permite.
Se você gosta de viagem no tempo, recomendo Dark, gostei bastante da primeira temporada. E fora da seara da ficção científica, se é que você já não viu, MindHunter merece uma conferida.
Está na minha lista faz tempo, mas não vi nenhum episódio ainda.
Recentemente eu tentei postar um comentário sobre séries da Netflix no tópico de off topic, mas acabei postando em lugar errado, acho que você nem chegou a ver.
Eu vejo todos os comentários. Alguns eu posso demorar a ver porque caíram em uma lista de SPAM. Eu não respondi o seu porque estava muuuuito off topic e movê-lo para o tópico certo não é tão fácil quanto eu gostaria.
Bright se passa em uma realidade alternativa onde personagens de fantasia como orcs, elfos, centauros e fadas são parte da sociedade e dois mil anos atrás em vez de Jesus Cristo (“The Lord”) o mundo conheceu (e derrotou) um elfo maligno chamado Dark Lord. O filme é rico em detalhes e cheio de possibilidades. Gostei da maquiagem, dos efeitos especiais, da música, da fotografia e dos personagens mas parte do roteiro, em especial as partes relacionadas com a varinha mágica, é um desastre de lógica que arrisca descarrilar nossa imersão o tempo todo.
Nota: eu acho que a tradução oficial de “magic wand” como “varinha mágica” é infeliz, já trazendo o peso de uma conotação infantil, apesar de wand ser um objeto real que essencialmente nada tem a ver com crianças. Mas para quem não gosta de fantasia isso não faz diferença mesmo porque todo o conceito vai parecer infantil de qualquer forma.
Os críticos detonaram o filme, mas como o modelo de mercado da Netflix não se importa com isso já foi anunciada a produção de Bright 2. Eu espero que nessa continuação eles evitem responder a grande questão que ficou no ar ao final de Bright: “como é que os orcs se reproduzem?”.
Eu vou apontar os vários problemas de roteiro relacionados com a varinha. SPOILER ALERT: Se pretende assistir ao filme, não leia.
Tikka claramente faz um carro explodir (acidentalmente) com a varinha. E no final do filme todo mundo fica surpreso ao saber que ela é uma Bright? Sim, ela está usando luvas quando isso acontece, mas como então ela explodiu o carro?
Tikka tem o treinamento para criar uma obra de arte pós-moderna com o corpo de sua perseguidora, regenerar o corpo de Jakoby e trazê-lo de volta à vida usando a varinha, mas não para fugir da polícia?
Se a varinha é um artefato tão poderoso e raro por que Leilah a entregou a outra elfo para caçar Tikka com ela. Não é que Leilah gostasse dessa outra elfo, pela forma como a matou. E a varinha não pode sequer ficar alguns minutos de carro longe de sua “dona” então que sentido faz delegar uma missão com ela?
Por que Tikka se rende e entrega a varinha à policia, mesmo tendo ficado claro no final que ela não confiava na polícia?
Se a varinha é um artefato tão poderoso, como a posse dela por uma elfo maligna como Leilah não gerou caos no mundo? Afinal o agente Kandomere diz que a está caçando há 20 anos.
Muitos problemas podem ser explicados se for estabelecido que usar a varinha tem “um preço”. Isso fica mais ou menos implícito depois que Tikka ressuscita Jakoby (não está claro, porque Tikka pode ter ficado doente por ter usado a varinha que já está “ligada” a outro Bright (Leilah), mas o roteiro precisa estabelecer esse preço, que aparentemente deve ser menor quando se usa a varinha para matar/destruir ou depende da experiência do usuário, o que pode também explicar porque a própria Leilah não podia ser o “Dark Lord” mas apenas um de seus seguidores.
Isso é do que me lembro agora, uma semana depois de ter assistido. Se eu assistir outra vez devo poder citar outros problemas.
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Esse é um recurso muito útil do Virtualbox que acaba sendo pouco utilizado por ser um pouco confuso. Baseando-se apenas nas instruções da interface você tem uma boa chance de não acertar na primeira tentativa e ficar frustrado mas se você parar um pouco para entender como funciona percebe que é simples.
O que vou explicar aqui permitirá que você compartilhe arquivos entre um Sistema Operacional (SO) host Windows e guests Windows e Linux
O processo se divide em dois passos:
Criar o compartilhamento no SO host
Acessar/montar esse compartilhamento no SO guest
O passo 1 precisa ser feito usando a interface do Virtualbox pois esse compartilhamento é “virtual”, só existindo dentro do ambiente do VB e só é visível para o guest ao qual foi associado.
Em “Caminho da Pasta” você aponta a pasta do host quer você quer que apareça no guest
Em “Nome da Pasta” você dá um nome qualquer a esse compartilhamento. Poderia ficar mais intuitivo se o VB chamasse de “nome do Compartilhamento”.
Marcar qualquer uma das três caixas seguintes é opcional, mas deixe as duas últimas marcadas até você ter certeza de que entende o funcionamento. Essa configuração precisa ser feita em cada guest e pode ser diferente em cada um deles.
Isso conclui o passo 1, mas ao executar o guest nem sempre esse compartilhamento aparece automagicamente, apesar de estar lá. Você pode precisar executar um procedimento dentro do guest. Seja qual for o SO do guest os “adicionais de convidado” precisam estar instalados.
No Guest Windows:
O compartilhamento aparece como uma unidade de rede no caminho \\vboxsrv\nome_do_compartilhamento. No exemplo dado na imagem, fica acessível em \\vboxsrv\shared_rw. E se você marcou “montar automaticamente” na configuração a unidade já aparecerá montada no explorer logo ao rodar o guest:
Note que “vboxsrv” é um servidor virtual criado pelo mecanismo de pastas compartilhadas do virtualbox. Você não precisa fazer nada específico para que ele exista.
No Guest Linux:
Eu não testei extensivamente o recurso no Linux e o caráter mutante desse SO não me permite garantir nada, mas pelo menos no Ubuntu 10 funcionou na primeira tentativa abrindo um terminal no seu diretório home e executando os seguintes comandos:
1
2
mkdir compartilhado_host
sudo mount -t vboxsf shared_rw ~/compartilhado_host/
O primeiro comando cria uma pasta chamada “compartilhado_host” no diretório home
O segundo comando “monta” o seu compartilhamento “shared_rw” no diretório “compartilhado_host”
A partir daí ao acessar o diretório virtual ~/compartilhado_host/ você está acessando o diretório que foi compartilhado como “shared_rw” no host.
Ainda não acabou. Não é tão fácil quanto no Windows
Isso é suficiente para você constatar que funciona, mas assim que você reiniciar o guest linux o mapeamento se perde. Se não quiser digitar o comando mount toda vez que reiniciar o guest você tem que editar o arquivo fstab. Na verdade aquela configuração “montar automaticamente” também funciona no guest linux, mas o ponto de montagem fica em /media/sf_[nome_do_compartilhamento] e só pode ser acessado como usuário root, que você geralmente não é (dá acesso negado).
Outra hora eu concluirei este texto explicando como se fazer com que seja permanente e acessível sem permissões de root.
Perceba que no Linux a coisa não funciona do mesmo jeito que no Windows. Depois de fazer no Windows você fica inclinado a imaginar que vai precisar ter o SAMBA instalado no guest para acessar o compartilhamento, mas não é assim. O virtualbox apresenta para o guest Linux o compartilhamento de uma forma diferente e mais apropriada para ele.
Para dar acesso ao ponto de montagem criado pelo virtualbox o meio mais fácil parece ser editar o arquivo /etc/group. No Ubuntu 10 funciona assim:
cd /etc
sudo nano group
O arquivo vai abrir no editor “nano”. Se você rolar até o fim vai encontrar uma linha começando com “vboxsf”. Acrescente a essa linha “:nome_do_usuario_linux”.
Por exemplo, como meu usário é “ryan”:
Linha original: vboxsf:x:1001
Linha modificada: vboxsf:x:1001:ryan
Salve com CTRL-O e saia com CTRL-X. Reinicie o Ubuntu.
Você agora pode acessar /media/sf_[nome_do_compartilhamento]
Boa noite
Jeff, aqui não deu certo, fiz no Virtualbox, mas no windows 7 o caminho \\vboxsrv\ não aparece na minha rede; que será que tô fazendo errado???
Você experimentou digitar \\vboxsrv\ na barra de endereços do Explorer ou está esperando que uma máquina chamada VBOXSRV apareça automaticamente sob “rede”?
Alguma coisa nas minhas instruções você não entendeu e está fazendo diferente. Acabo de retestar em uma instalação completamente nova do host Windows 8.1 e com um guest XP e um guest Windows 7. Em ambos funcionou na primeira tentativa.
Sua dúvida inicial era com o Windows 7 e agora envolve linux. Você já fez funcionar com host e guest Windows? Se seu problema é com o Virtualbox o “roteiro” é o que está escrito no post. Ontem eu não lembrava como fazer e segui o que está escrito. Mas se o problema é saber usar o Linux aí complica, porque o que eu sei mal dá para meu uso.
Eu não me lembro se testei todas as possibilidades de conexão de rede entre o host e o guest, mas é possível que esse problema ocorra se você estiver usando “NAT”. Eu geralmente uso “placa em modo BRIDGE”. Se for esse o problema me avise porque meu tutorial estará incompleto. “NAT” é o default.
Boa tarde …
Aqui funcionou corretamente
no Editar compartilhamento do windows preencha da seguinte forma:
caminho da pasta: [procure a sua pasta] C:\users\doc…\shared (exemplo)
Nome da Pasta: sharedVM (exemplo)
*montar automaticamente
Ponto de montagem: /media/fs_ismael (exemplo)
Pronto… no guest linux execute o comando ja mencionado anterior mente useradd vboxfs ismael
Aqui funcionou perfeitamente
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Na minha opinião, a tal “neutralidade de rede” é um tremendo engodo. Antes das canetadas do Obama, em 2015, a internet já era assim e tudo funcionava sem problema.
Lá nos EUA, bem como aqui, isso não passa de uma desculpa para dar ao governo poder de controlar a internet, conforme deseja Mr. Soros.
Não sei se você já procurou ouvir opiniões contrárias sobre o assunto (coisa que você não vai encontrar na Globo News) mas segue uma para reflexão.
De qualquer maneira, bom Natal, um excelente 2018 e um forte abraço daqui de São Paulo.
Eu só consegui assistir até a metade. Eu geralmente tenho dificuldade para levar a sério alguém que oculta os olhos e a atitude e postura dele é de um boçal, o que dificulta bastante ganhar credibilidade. Tentando ignorar isso e prestar atenção à mensagem, eu já rangi os dentes quando ele disse que a neutralidade da rede “impede os provedores de vender um serviço onde a Netflix seja mais rápida”.
Essa é uma noção insana.
Se você vende um acesso de, por exemplo, 25Mbps, isso é suficiente para até cinco streams Netflix HD. Se você vende um acesso de 5Mbps isso só é suficiente para um stream. A neutralidade da rede não muda nada disso. O provedor não pode te vender um acess de 5Mbps e te dar cinco streams HD de Netflix, nem pode vender um de 25Mbps e te dar 50 streams. A física determina isso e não a neutralidade da rede. Agora, se o provedor está vendendo para todo mundo acesso de 25Mbps, 50Mbps ou até 100Mbps e não tem backbone para que todo mundo possa usar a capacidade comprada ao mesmo tempo, esse é um problema inteiramente diferente, que ele pode resolver simplesmente não vendendo uma capacidade que não pode fornecer ou impondo uma franquia de dados. Eu sou absolutamente contrário a um sistema de franquias, mas considero uma solução muito melhor que abrir essa Caixa de Pandora que é tornar legal os provedores de acesso inspecionarem pacotes para saber do que se trata e olharem de onde vem ou para onde vão. Isso não pode acabar bem. Não pode ser bom nem para o mercado, nem para a privacidade do cidadão.
ahhhh.. agora foi que percebi que esse tal “milo” é o Milo Yiannopoulos. Um jornalista da alt-right e apoiador de Donald Trump. Eu conhecia ele das opiniões e nunca tinha visto em vídeo. Me desculpe, mas com essa gente eu me permito o atalho do ad hominem. Só o fato de a essa altura do campeonato uma pessoa ainda apoiar Trump já é razão para eu não levar a sério o que ele diz. Eu nem teria começado a ver o vídeo se soubesse que era o Yiannopoulos.
Cara… Me desculpe.
Eu só escolhi um dos muitos vídeos de pessoas defendendo o fim da neutralidade da rede. Como eu disse, há outros, só não tem na mídia ‘mainstream’.
Infelizmente, com a ‘ad hominem’ é difícil de argumentar.
(Só a título de curiosidade, uma vez que não entendo nada de redes, acho que o que ele quis dizer com “vender Netflix mais rápida” está relacionado com priorização de pacotes, QoS, ‘traffic shaping’ e coisas do tipo. Isso pode acontecer ou estou escrevendo bobagem?)
acho que o que ele quis dizer com “vender Netflix mais rápida” está relacionado com priorização de pacotes, QoS, ‘traffic shaping’ e coisas do tipo. Isso pode acontecer ou estou escrevendo bobagem?
Sim, isso pode acontecer, mas não creio que seja do jeito que você imagina e certamente não de um jeito que beneficie o consumidor ou a sociedade. A menor das verdades ainda faz sombra o suficiente para esconder um monte de mentiras.
Traffic shaping é uma técnica de gerenciamento de banda usada em redes de computadores que atrasa alguns ou todos os datagramas para deixá-los em conformidade com um perfil de tráfego desejado.
A palavra chave é “atrasa”.
Minha argumentação se baseia em três pontos:
1) Não é possível priorizar tráfego sem atrasar outro tráfego.
2) Traffic Shapping só faz sentido se você não tem banda suficiente. Porque se você tem as únicas aplicações da tecnologia são claramente malignas.
3) Se o provedor de acesso vende uma conexão de 10Mbps sem franquia de dados, o consumidor tem direito a 10Mbps 24 horas por dia, sete dias por semana.
Só adianta prosseguir se você concorda com os três pontos acima. Se não concorda, questione-os antes de ler o resto.
Traffic Shapping é uma técnica muito útil quando sob o controle do consumidor. Eu adoraria ter meios simples e baratos de definir, por exemplo, que todo stream do youtube seja paralisado quando alguém estiver tentando receber ou enviar email. Mas a mesma técnica sob o controle do provedor de acesso não me traz benefício algum. Muito pelo contrário. Ainda que o provedor de acesso seja bem intencionado, a tendência é ele priorizar justamente o oposto. E você confia nas boas intenções da OI, VIVO e telefónica? E mais: uma hora eu posso querer que seja justamente o oposto! Mas quem sabe da minha necessidade sou eu e por isso sou eu quem deve ter o controle de como minha banda é usada.
Ora, eu sei que banda é finita e tem seu preço. E também sei que o provedor de acesso, assim como uma concessionária de energia elétrica, não dimensiona sua rede para o pior caso. Estimativas de consumo são feitas e os investimentos são realizados de acordo com elas. Mas a falta de banda é um problema de infraestrutura que se resolve com mais infraestrutura ou deixando de vender o que você não pode fornecer. Com o fim da neutralidade da rede o provedor não tem mais qualquer incentivo para investir em infraestrutura, porque ele ganha mais se inventar uma dificuldade para vender uma facilidade (algo muito conhecido pelo cidadão brasileiro).
O único “problema” da neutralidade da rede é que ela supostamente impede as operadoras de dar tráfego grátis para certas aplicações. Mas o conceito da neutralidade existe no Brasil e todas as operadoras celulares fazem isso abertamente. Então ou existe um “porém” no Marco Civil da Internet ou enquanto essas “promoções” não forem evidentemente anti-consumidor nenhum dos órgãos de fiscalização quer se meter.
Ainda falando de Netflix e pensando exclusivamente no mercado dos EUA.
Para a Netflix poder atender a todos os seus usuários ela precisa de banda que comporte a utilização. Não me parece fazer sentido que a Netflix com a “mixaria” (11 dólares mensais) que recebe de cada usuário possa pagar pelos royalties, pela banda, pelos outros custos operacionais e ainda ter lucro, mas os provedores de acesso, cobrando mais caro que a Netflix (a Comcast cobra 40 dólares mensais pelo plano de 25Mbps), fiquem de chorôrô por causa da Netflix e não tenham soluções de infraestrutura (veja bem: estão todos nos EUA) para atender a demanda sem apelar para o fim da neutralidade da rede. E não dá nem para dizer que é muito tráfego vindo de um lugar só, que requer um backbone específico, porque a Netflix usa a estrutura de “cloud” da Amazon e os streams vem do servidor mais próximo do usuário. E como Comcast e Verizon são conhecidas pela vilania fica ainda mais difícil dar ouvidos aos argumentos dessas empresas.
Como eu disse, há outros, só não tem na mídia ‘mainstream’.
Confiar cegamente na mídia de massa é bobagem. Mas confiar cegamente em peças opinativas contrárias à mídia de massa é uma bobagem ainda maior.
Explicando de outra forma: A mídia de massa diz muita bobagem principalmente, mas não apenas, quando fala sobre questões técnicas. Mas fora da mídia de massa se publica milhares de vezes mais bobagem! E isso na quantidade. A diferença no nível médio de estupidez é ainda mais brutal.
No final vamos mesmo é nos ferrar, pois vai ser fácil por exemplo inviabilizar a telefonia pelo WhatsApp, ou pelo Skype, ou qualquer serviço de telefonia ou Internet ou outro que esteja incomodando. É também um prato cheio para a censura!
E ainda pode por exemplo inviabilizar o acesso ao blog do Paulo Henrique Amorim ou outros que estejam incomodando, ou inviabilizar o acesso ao canal dele no Youtube.
Tratar diferenciado o trafego de Internet (não importa quem tenha este controle), pode e será algo muito ruim para a democracia no mundo!
Posso não concordar com tudo que PHA diz mas acho que ele tem razão em muitas coisas (isto é uma opinião pessoal). Mas o que me preocupa de verdade é a direção que o mundo esta tomando, estamos caminhando aceleradamente para uma forte retomada do fascismo no mundo. E esta determinação dos EUA acelera tremendamente isso! Ainda acho que estamos no caminho acelerado para “1984”, se você viu o filme você sabe o que estou falando! Se os cidadãos do 1. mundo (não tenho a menor esperança de que isto aconteça com os brasileiros) não acordarem e reagirem de forma enérgica, nos mergulharemos em muitas décadas de fascismo! Nuvens negras estão vindo e começou com o atentado de 11/09/2001, ninguém me engana, mas eu nunca vi a CIA, a Mossad e o MI-6 (eles trocam informações entre si) falharem de forma tão gritante! Será que foi realmente uma falha?????
Pra quem acredita na lenda de que o Deus Mercado se auto regula e é benéfico para o consumidor, basta ver o exemplo recente do fim da franquia de bagagens pelas aéreas, com o argumento de que o preço seria reduzido. Não só não foi reduzido como sofreu aumentos, e aumentos superiores aos dos preços dos combustíveis para aviação.
O fim da neutralidade de rede no Brasil, se vier a acontecer, vai se tornar um pesadelo para os consumidores.
Eu acredito no “Estado mínimo” e quero os dedos do governo longe das empresas privadas. Porém não sou ingênuo. Sem regulação o cidadão se submete a todo tipo de barbaridade. Por exemplo, alguém acredita que, por conta própria, as empresas deixariam de:
1)Usar amianto nas caixas d’agua?
2)Usar tinta com chumbo em brinquedos?
3)Descartar resíduos em rios?
4)Fazer cobranças indevidas, por desleixo ou pilantragem?
5)Fazer propaganda de serviços telefônicos pagos destinados a crianças?
6)Fazer propaganda enganosa, por desleixo ou pilantragem?
7)Fazer conluio para combinar preços?
etc, etc, etc…
Esses serviços que tem grandes “barreiras de entrada” e por isso pouca concorrência como telecomunicações e aviação comercial precisam de regulação ou “a vaca vai pro brejo”.
Caramba… bloquear um serviço de comunicação precisa ser declarado ilegal com todas as letras, de forma inequívoca, até para evitar que juízes prejudiquem milhões de pessoas de uma canetada só ordenando o bloqueio de serviços como o Whatsapp!
O estado mínimo e sem intervenção do governo, num país como o nosso, tem forte probabilidade dos serviços largados para o mercado “regulamentar” desandar, por estas e outras que eu tenho a certeza de quando finalmente privatizarem a Petrobras (ela já está sendo privatizada aos pedaços e a preço de negociata), vamos realmente ver o que é combustível caro, mas ai a vaca já estará instalada e atolada no brejo!
Petrobras, e, se Deus quiser, o benedito dos Correios, estatal com monopólio que só serve pra roubar e atrasar a vida do cidadão;
Estou pretendendo importar pra revende ano que vem, mas a ineficiência de entregas interno é absurda e atrapalha os negócios. Se tem gente comprando no Brasil e sem receber direito, imagina de fora.
A matéria do idgnow está, como era de se esperar, incompleta. Além de ser preciso conseguir o apoio de 22 republicanos na próxima votação (eles só tiveram 3 no senado) a medida tem que ser aprovada por Trump. Como se diz por lá “são as mesmas chances de um floco de neve no inferno”.
O Marco Civil da Internet já garante a neutralidade da rede no Brasil, Marcelo. Inclusive a Dilma foi muito criticada pela grande imprensa pela defesa dele, vai entender. O lobby das operadoras tem forçado mudanças na lei, e o atual governo é propenso à aceitá-las. Talvez seja um ponto relevante para se levar em consideração na escolha do candidato para as próximas eleições.
Quais foram as críticas e quais órgãos, Walter? Eu não me lembro de nenhuma crítica recorrente leviana e nenhuma crítica pontual que não pudesse ser atribuída à conhecida incompetência da imprensa leiga quando o assunto é técnico. E como os dois maiores veículos críticos do governo (deste e do anterior), Organizações Globo e Grupo Abril, não tem até onde sei envolvimento com provedores de acesso (pelo contrário, podem ser prejudicados por estes) eu não vejo como eles teriam alguma agenda secreta nesse sentido que seria contrária aos interesses da população em geral.
O lobby das operadoras tem forçado mudanças na lei, e o atual governo é propenso à aceitá-las.
Links? Desde 2014 eu não vejo notícias envolvendo as operadoras e o Marco Civil.
Não sei se a Abril ainda tem ações de algum provedor, mas ela foi pioneira da área no Brasil. A Globo tem ações tanto da Sky como da Net. E ambas os grupos tem interesses sim no fim do marco civil, nem que seja por posições políticas liberais. Ambas as empresas são patrocinadoras de diversas entidades liberais que defendem o fim da neutralidade da rede.
Eu me lembro de diversas críticas recorrentes e levianas SIM, inclusive nos veículos da rede globo, notadamente a CBN que eu acompanhava mais na época.
Segundo a pt.wikipedia (que é uma b*sta como referência), a Globo tem apenas 7% de ações da Sky Brasil (que não é exatamente “provedor de internet”) e uns 2% da NET. Considerando que seja verdade está loooonge de ser razão para eu dar atenção a alguma teoria desse tipo.
E ambas os grupos tem interesses sim no fim do marco civil, nem que seja por posições políticas liberais.
“No fim do marco civil” (e não no fim de uma regra específica) é uma posição bem radical. Links?
Ambas as empresas são patrocinadoras de diversas entidades liberais que defendem o fim da neutralidade da rede.
Links?
Eu me lembro de diversas críticas recorrentes e levianas SIM, inclusive nos veículos da rede globo, notadamente a CBN que eu acompanhava mais na época.
A mesma CBN que contratou a farsante Bel Pesce para comandar o programa “Caderninho da Bel”? Na sua opinião, a contratação de Pesce ocorreu por causa de alguma agenda oculta das Organizações Globo? Eu acho que foi mera e gritante incompetência.
O que diz o artigo me parece razoável. Por favor indique o problema.
Eu li coisa mais recente do que isso sobre propostas legislativas e críticas das operadoras ao Marco Civil, mas infelizmente não encontrei links
Você precisa de referências melhores.
Veja bem: É evidente que os provedores de internet brasileiros consideram certas regras do marco civil como obstáculos ao aumento de seus lucros. Minha objeção é quanto à idéia de Globo e Abril lucrarem com isso.
Segundo a pt.wikipedia (que é uma b*sta como referência), a Globo tem apenas 7% de ações da Sky Brasil (que não é exatamente “provedor de internet”) e uns 2% da NET. Considerando que seja verdade está loooonge de ser razão para eu dar atenção a alguma teoria desse tipo.
Você diz que eu preciso de referências melhores e usa a wikipedia? Ok. Não muda o fato que a Globo tem interesse no negócio.
“No fim do marco civil” (e não no fim de uma regra específica) é uma posição bem radical. Links?
A mesma CBN que contratou a farsante Bel Pesce para comandar o programa “Caderninho da Bel”? Na sua opinião, a contratação de Pesce ocorreu por causa de alguma agenda oculta das Organizações Globo? Eu acho que foi mera e gritante incompetência.
Não sei o que a Bel Pesce pode ter a ver com a presente discussão. Se você a usou como exemplo da baixa credibilidade que a CBN tem, perdeu seu tempo, ao menos comigo, já que há anos não a sintonizo.
No entanto, eu não posso negar a influência que a emissora tem, principalmente em São Paulo. E é bom lembrar que muita gente comprou a Bel Pesce até ela ser desmascarada.
As intervenções as quais me referi, contrárias a neutralidade da rede, foram feitas por jornalista como Merval Pereira (que tem assento importante no conselho editorial das organizações Globo) e Carlos Alberto Sardenberg.
Muito bá-blá-blá vitimista e a acusação menos vaga foi dizer que existiam na época (2016) 32 projetos de lei propondo “graves alterações” à lei.
Não diz quais projetos e muito menos por que são alterações “graves”.
Eu acho fundamental que exista um grupo constituído e preocupado em defender a neutralidade da rede, entre outras questões. Se são vitimistas, não sei dizer, não faço juízo de caráter nesse assunto. O link da página que explica quais são os projetos está quebrado. Realmente seria interessante saber quais são eles.
O que diz o artigo me parece razoável. Por favor indique o problema.
“…o bloqueio de acessos a determinados conteúdos ou aplicativos, a degradação da velocidade de navegação ou o pagamento extra para que determinados aplicativos de vídeo ofereçam a entrega de filmes em alta definição mais rápido que pelas conexões convencionais.
…a decisão da agência americana permitirá esse tipo de situação e abre espaço para que o decreto no Brasil seja revisto até o fim do primeiro trimestre de 2018.”
Se você não vê um problema aí, não sei sobre o que estamos discutindo.
Você precisa de referências melhores.
Não, eu não preciso, sei o que li e sei o que ouvi. Sinto muito se não tenho nem tempo nem paciência para pesquisar mais e trazer todos os links e referências que você deseja. Estou dando minha opinião baseado nas informações que colhi ao longo dos anos, você não é obrigado a concordar com ela.
Veja bem: É evidente que os provedores de internet brasileiros consideram certas regras do marco civil como obstáculos ao aumento de seus lucros. Minha objeção é quanto à idéia de Globo e Abril lucrarem com isso.
E eu não disse que elas lucrariam com isso. Eu disse que elas, por princípio, são simpáticas a ideia do fim da Neutralidade da Rede. No melhor dos cenários, nada fariam para influenciar em uma decisão pelo fim da regra.
Você diz que eu preciso de referências melhores e usa a wikipedia?
Eu admiti que considero a pt.wikipedia uma b*sta como referência. Por outro lado você poderia citar suas referências que mostram que a Globo tem uma participação maior no negócio, mas não citou.
Ok. Não muda o fato que a Globo tem interesse no negócio.
Como assim? O fim da neutralidade na rede interessa a provedores de acesso. A Globo é uma criadora de conteúdo. Você pode explicar como a Globo ter ações em um provedor de acesso torna vantajoso para ela incentivar algo que vai ser prejudicial para o seu negócio primário?
Numa olhada superficial seus dois links nada tem a ver com sua declaração “Ambas as empresas são patrocinadoras de diversas entidades liberais que defendem o fim da neutralidade da rede. ”
Eu acho fundamental que exista um grupo constituído e preocupado em defender a neutralidade da rede,
Eu também!. O problema aqui é que suas referências não suportam suas afirmações.
As intervenções as quais me referi, contrárias a neutralidade da rede, foram feitas por jornalista como Merval Pereira (que tem assento importante no conselho editorial das organizações Globo) e Carlos Alberto Sardenberg.
Merval Pereira é um jornalista político e Sardenberg trata de economia. Você realmente espera que eles entendam de neutralidade da rede? Jornalistas falam bobagens o tempo todo e basta que eles consultem a pessoa errada na hora de dar seus pitacos.
entre outras questões. Se são vitimistas, não sei dizer, não faço juízo de caráter nesse assunto. O link da página que explica quais são os projetos está quebrado. Realmente seria interessante saber quais são eles.
O texto fala sobre o Marco Civil. O marco não trata apenas de neutralidade da rede. Vários projetos que tramitam/tramitavam no congresso tratam das regras de privacidade, que são atacadas pelo próprio Estado, representado pelas polícias e o MP. Eu quero saber quais são os projetos patrocinados pelo “lobby das teles”, que, segundo você, o atual governo tende a aprovar.
“…o bloqueio de acessos a determinados conteúdos ou aplicativos, a degradação da velocidade de navegação ou o pagamento extra para que determinados aplicativos de vídeo ofereçam a entrega de filmes em alta definição mais rápido que pelas conexões convencionais.
…a decisão da agência americana permitirá esse tipo de situação e abre espaço para que o decreto no Brasil seja revisto até o fim do primeiro trimestre de 2018.”
Se você não vê um problema aí, não sei sobre o que estamos discutindo.
As afirmações do texto são vagas. Sabemos quais são os malefícios do fim da neutralidade da rede para o usuário e no meu post eu afirmo que o fim da neutralidade da rede nos EUA será ruim para o Brasil. O que eu quero saber é especificamente o que as teles brasileiras estão “fazendo lobby” para conseguir.
Você precisa de referências melhores.
Não, eu não preciso, sei o que li e sei o que ouvi. Sinto muito se não tenho nem tempo nem paciência para pesquisar mais e trazer todos os links e referências que você deseja. Estou dando minha opinião baseado nas informações que colhi ao longo dos anos, você não é obrigado a concordar com ela.
Se você não tivesse entrado em contato comigo por e-mail eu desconfiaria que se trata de outra pessoa se passando por você, Walter. Você conhece as regras dos meus blogs. Se vai discordar de mim, precisa embasar suas afirmações. Isto aqui não é o Facebook.
Eu também estava vivo e consciente durante a discussão do Marco Civil. E devido à grande desconfiança que tenho de qualquer coisa patrocinada pelo PT eu, ao contrário de você que tem grande simpatia pelo mesmo, fiquei surpreso ao não ver nenhuma crítica significativa à lei na grande imprensa e mais surpreso ainda quando dei uma olhada por alto no texto e realmente não vi nada de flagrantemente errado, por isso apesar de ter sido anos atrás eu tenho uma boa lembrança. Mas você viu/ouviu as críticas que supostamente demonstram uma agenda negativa da imprensa (e não a falta de conhecimento do repórter) e não me dá referências. Como você espera que eu reaja?
E eu não disse que elas lucrariam com isso. Eu disse que elas, por princípio, são simpáticas a ideia do fim da Neutralidade da Rede. No melhor dos cenários, nada fariam para influenciar em uma decisão pelo fim da regra.
Sua afirmação inicial foi “a Dilma foi muito criticada pela grande imprensa pela defesa dele”. Eu assumi que quando se fala de “grande imprensa” e “criticar Dilma” os órgãos mais relevantes são a Globo e a Abril. Eu ainda não consegui ver como criadores de conteúdo podem ser simpáticos ao fim da neutralidade da rede, mesmo sendo enormes como esses dois. Nos EUA nenhum deles é. A simpatia vem dos provedores de acesso e de fabricantes do hardware para infraestrutura de rede como a CISCO.
Jefferson, como eu disse antes, infelizmente não estou com tempo para levar esta discussão adiante.
A Neutralidade da Rede vai acabar sendo rediscutida no Congresso, disso eu não tenho dúvidas e creio que você também não. Isso pode acontecer até de forma leviana, através de um jabuti inserido em algum projeto já em tramitação.
Lamento se minhas referências não foram suficientes para você, mas não tenho mais nada para acrescentar sobre o tema no momento.
Eu já tenho uma opinião geral ruim sobre computadores All-In-One (AIO). Para mim eles tem todas as desvantagens do notebook sem a vantagem da bateria e foram feitos para agradar quem acha mais importante a aparência que o desempenho. Então o AIO precisa ser particularmente bom para me impressionar, o que não é o caso deste. Já começa pelo fato de que todo o material publicitário menciona a tela de toque, mas você só descobre na caixa que é um item opcional (não foi devolvido porque o cliente não se importou).
Mas tem mais pontos negativos:
Apenas duas portas USB. Uma delas já ocupada pelo combo teclado/mouse sem fio. Se você não usar um combo aí é que danou-se mesmo;
A propósito, esse combo de teclado e mouse sem fio que vem com ele é fraquinho;
Sem drive óptico. Não é tão “slim” e leve assim para justificar e reforça a burrice da falta de portas USB;
Versão trial 60 dias do Windows 10 Enterprise. Melhor que vir com com Linux, entretanto.
Selo de garantia impedindo mexer no interior;
Apesar do ângulo ajustável você fica com medo de ficar mexendo nisso porque parece que vai quebrar;
Apenas 1600×900. Acho pouco para um monitor de 20″;
Botão Power difícil de acionar. Muito difícil de acionar “no tato”. Você tem que memorizar onde fica e usar a unha;
Som anêmico. Coloquei um trailer de filme no Youtube e mesmo num ambiente relativamente silencioso mal dava para ouvir. Também achei a qualidade desse som ruim;
O desempenho deixa a desejar em parte por causa da CPU Celeron N2940. O fato de ter 8GB de RAM ajuda a minimizar o problema mas não é o bastante.
O cliente ia trocar um notebook ASUS Core i3 com drive óptico e bluetooth por essa josta. Quando eu mencionei que não tinha touchscreen ele não ligou, quando eu disse que ele não ia poder mais usar CD ele balançou, mas o que realmente foi a gota d’agua foi eu dizer a ele que não tinha bluetooth, que ele usa para ouvir música numa caixa de som da Samsung. Ele ainda pensou em usar um adaptador mas eu expliquei que ele ia precisar de um hub USB porque por ele ter uma impressora não sobravam portas. Ele mandou então instalar o AIO para a filha.
Eu nunca gostei de AIO! Geralmente dá problema na placa-mãe e eles não tem peça de reposição, aí o cliente fica “perdido” sem saber o que fazer com o resto das peças.Não recomendo.
Sou da mesma opinião que a sua Jefferson, é um Notebook capado! Sem bateria e sem a portabilidade de um, esse modelo ai então esta pior que a encomenda… só 2 USB’s? E tem ainda o “preço” da marca, que na minha opinião não vale a pena, pelo preço que ele pagou nesse Celeron, tenho certeza que consegue algo muuiittooo melhor, sem contar o que o Matuto comentou, problema após garantia na certa… Abraço!
E do tombo? recuperado 100%?
Ahhh, ví que o post esta sem categoria… cria uma ai… Porcarias… heheheh
Lembrando que em alguns casos, o problema está na fonte de 19V (se não me engano). Aí ainda vale a pena o cliente mandar fazer um reparo. Mas quando a placa-mãe “morre”, eu recomendo que o cliente compre um case de 2.5″ pra colocar o HD e compre um micro novo.
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Há meses eu venho esbarrando nesse problema e ainda não tenho solução ou mesmo uma explicação para ele. Estou publicando para documentar e porque é possível que algum de meus leitores saiba explicar isso.
Exemplos:
Meu “melhor” caso é o de um desktop Lenovo S510 onde são perdidos “apenas” 1.4GB:
Em um computador montado com Placa MSI AM1I perdemos 1.54GB:
A única coisa em comum entre as três máquinas é que são modernas (perceba que os i3 são de 5a e 6a geração), compradas a menos de dois anos, com processadores de 64 bits, usando o Windows 8.1 pro de 32 bits. Eu não sei ainda que motherboards usam o Lenovo e o Positivo (Intel) mas certamente não é a MSI AM1I (AMD).
Uma quantidade de RAM usável mais baixa que a RAM fisicamente instalada é normal até um certo ponto. Eu diria que é razoável perder até 500MB (na minha eu perco 300MB). Mas nesses casos o usuário está perdendo mais de 1.4GB. Isso poderia ocorrer por alguns motivos:
Definição de um limite de uso de RAM nas configurações do Windows – Está em “auto”;
O uso de uma versão do Windows que propositalmente não usa toda a RAM, como a starter – Não é o caso;
Alguma configuração no BIOS – Não consigo imaginar o que seja. E mexi em muita coisa;
Partindo do principio que as duas máquinas estão usando a GPU embutida no processador, uma parte disso deve estar sendo reservado como memória de vídeo, mas nunca vi uma gpu embutida reservar mais de 1gb.
Como o windows é 32 bits, o espaço de endereçamento de memória é meio limitado, pode haver algum outro dispositivo reservando espaço de endereçamento, diminuindo o que sobra para endereçar memória.
Concordo que é bem estranho.
Quase 100% das máquinas com que lido tem GPU embutida e nunca vira isso acontecer antes. E sempre que tive que lidar com pouca RAM eu podia ir no setup e reduzir a quantidade de memória compartilhada com a GPU. Essa configuração não parece existir nessas máquinas.
E por falar nisso, uma quantidade irreal de memória RAM compartilhada com a GPU poderia explicar esse problema, mas o comportamento ainda assim seria bizarro. A máquina que tem uma placa MSI tem dois módulos de 2GB e se eu tiro um deles eu fico com aproximadamente 1.5GB de RAM usável (não lembro o valor agora). Ou seja: com 2GB eu perco 0.5GB e com 4GB eu perco 1.5GB. Seria o BIOS auto reservando RAM para a GPU? O usuário deveria ter controle sobre esse comportamento. Em nenhuma dessas máquinas eu preciso de mais que 256MB de memória para o vídeo, considerando que um framebuffer fullHD de 32 bits requer míseros 8MB de RAM.
Jefferson, é um off-topic, mas não encontrei nada semelhante no seu blog: qual sua opinião sobre usar em PCs armazenamento SSD? Falo isso porque aqui na empresa troquei o computador do nosso diretor e ao invés de optar um com HD coloquei um com um SSD de 240 GB para o Windows w Office (os demais programas ERP e os arquivos ficam no servidor). Ela carrega o Windows 10 em menos de 10 segundos! Você tem experiência nesse ponto? Seria uma tendência para o futuro? Para um PC caseiro, por exemplo, ter um SSD para os principais programas e o SO + um HD para os demais arquivos? Se o assunto for muito complexo podes abrir um tópico novo? Abraços…
Um SSD é simplesmente o melhor upgrade que alguém pode fazer em um pc. Se você nunca usou não sabe o que está perdendo.
Como os preços ainda estão meio altos, a minha recomendação é um de 250gb onde vc vai instalar o windows e os programas e jogos que você usa diariamente, e um HD de 1TB ou mais onde você coloca os seus arquivos e jogos que você não joga muito.
Se você se preocupa com o limite de ciclos de escrita da memória flash, o problema não é grave como algumas pessoas falam, uso um samsung já a uns 4 anos em uso intenso e ele ainda está bem saudável de acordo com o SMART.
Um detalhe importante se você está pensando em comprar um, é que os mais baratos não possuem memória RAM onboard que serve para varias funções internas do SSD, esses são mais baratos e um pouco mais lentos e acho que a vida útil seja menor por não ter a RAM pra fazer cache, é bom dar uma pesquisada boa antes de comprar.
AS melhores marcas (das que você acha no brasil) são samsung, intel, Hyperx (a linha premium da kingston).
Os mais baratos são os Western digital, kingston e sandisk, esses alguns modelos tem DRAM interna e outros não, tem que dar uma pesquisada.
O grande problema em usar SSD na empresa é que SSD quando quebra morre de vez e HDD, caso dê algum problema, a chance de recuperar o conteúdo é grande. Se não precisar manter arquivos essenciais para a empresa salvos na máquina acho um excelente investimento. O ideal seria SO e programas no SSD e documentos em um HD, utilizando os dois na mesma máquina. Na minha humilde opinião claro.
As experiências que tive um HDs falhando foram bem diversas, alguns deram sinais de problemas e deu tempo de copiar o conteúdo mas já tive casos de HDs que morreram de uma hora para outra.
O negocio em empresas é ter um pequeno servidor de arquivos que tenha algum sistema de backup automático preparado.
Notebook HP ZBook 15, além dessa memória toda eu coloquei um SSD de 256GB, e movi o HDD de 500GB para a baia do disco ótico, que virou disco externo USB (raramente uso).
Jefferson, creio que o problema maior é o sistema ser de 32bits. Experimenta usar um sistema 64, mesmo que seja live só para ver como fica nessas máquinas. Tem sistema que só lê 3GB o que explicaria o problema que você está tendo nesse caso aqui:
“E por falar nisso, uma quantidade irreal de memória RAM compartilhada com a GPU poderia explicar esse problema, mas o comportamento ainda assim seria bizarro. A máquina que tem uma placa MSI tem dois módulos de 2GB e se eu tiro um deles eu fico com aproximadamente 1.5GB de RAM usável (não lembro o valor agora). Ou seja: com 2GB eu perco 0.5GB e com 4GB eu perco 1.5GB. Seria o BIOS auto reservando RAM para a GPU? O usuário deveria ter controle sobre esse comportamento. Em nenhuma dessas máquinas eu preciso de mais que 256MB de memória para o vídeo, considerando que um framebuffer fullHD de 32 bits requer míseros 8MB de RAM.”
Perceba que na verdade você continua “perdendo” 0.5GB, já que o limite seria de 3GB e menos 0,5GB, temos 2,5GB.
Você tem razão. Esse problema é a soma de um caso extremo do problema de reserva de espaço de endereçamento do hardware e de uma reserva excessiva de RAM para a GPU embutida. No meu entendimento o resultado de um projeto desleixado da placa-mãe.
A imagem acima foi obtida no notebook Semp Toshiba (STI) IS1442.
Sistemas operacionais de 32 bits gerenciam até 4GB de RAM. Devido a outros fatores relacionados com hardware o sistema de 32 bits pode ser levado a enxergar apenas algo entre 2.5 e 3.5GB de RAM. Esse é um problema documentado e eu estava acostumado a ver cerca de 500MB perdidos, porém eu não sei por que eu só comecei a esbarrar nos casos extremos recentemente, com hardware moderno.
Estava com esse problema um tempo atras usando windows 7 32bits. Troquei pelo de 64bits e aumentou consideravelmente a memoria utilizável. Isso já tem mais de 2 anos, não lembro exatamente quanto tinha e quanto passou a ter.
Eu acredito que o problema é da RAM compartilhada com a GPU. Eu peguei alguns casos parecidos em notebooks e no SETUP não tinha opção para modificar a “Shared Memory” do desgraçado. É como se o BIOS compartilhasse mais memória pra vídeo, a partir do momento que ele enxerga mais memória RAM disponível. Sem se importar com o uso que o usuário vai fazer. Me dá saudade dos tempos que tu poderia colocar só 8mb pra vídeo nas placas-mãe da Asus e Gigabyte.
Jefferson, se eu tivesse no teu lugar eu faria o seguinte teste: Colocaria um HD meu, instalaria o Windows 7 – 64bits e verificaria se muda alguma coisa. Só pra ter certeza que o problema não é na “bela bosta” do Windows 8.
Coincidentemente estou agora com um notebook Acer Aspire 5733-6432, com Windows 7 Professional – 64bits que vem de fábrica com 2gb DDR3. Estava uma carroça! Coloquei 2gb meus, de testes, e aqui mostra que dos 4gb, 3,68 estão utilizáveis.
Eu tenho explicações preliminares para os dois problemas levantados no post: Por que isso acontece e por que eu não notara antes.
Por que acontece:
É uma combinação de um problema de hardware existente há mais de uma década que provoca perdas de RAM que variam de 1.25GB no pior caso a 0.25GB no melhor com uma reserva abusiva e na maioria das vezes sem sentido (video 2D funciona com míseros 8MB) de memória RAM para a GPU.
Por que eu não notara antes:
1) A reserva abusiva de RAM para a GPU sem opção de configuração no BIOS pode ser um problema recente, de alguns fabricantes desleixados.
2) Os fabricantes de PCs que saiam de fábrica com 4GB de RAM e sistema de 32 bits tomavam o cuidado de escolher um hardware com um menor desperdício de RAM para evitar um problema com os compradores. O hardware mais desleixado era vendido em máquinas saindo de fábrica com apenas 2 ou 3GB.
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Resumo da solução: Não escolha “português” no instalador. Escolha “English (United States)” e tudo vai funcionar como deveria.
Minha experiência com impressoras Brother é quase zero e isso estava me dando uma surra hoje. Todas as tentativas de reinstalar o driver da impressora no Windows 8.1 32 bits usando a única versão disponível online acusavam isto:
Dizer que “não há itens adicionais a serem instalados” me parece uma declaração estúpida. Mas mais estúpido ainda é não dar a opção de prosseguir assim mesmo. Se já está instalado e o usuário tenta instalar é quase certo que esteja havendo um problema. Já comecei questionando a competência da Brother.
Procurei um desinstalador em “Desinstalar ou alterar um programa” e não havia nenhum. Baixei o desinstalador disponível no mesmo link e rodei quatro vezes. Em cada uma delas o programa reportou que o driver tinha sido desinstalado com sucesso, mas tentar instalar acusava o mesmo erro e ao rodar o desinstalador de novo a impressora aparecia listada novamente. Mais uma razão para duvidar da competência da Brother.
Com o Voidtools Everything procurei por todas as ocorrências de “brother” no sistema de arquivos e apaguei. Não surtiu efeito algum. E somente depois que eu fiz isso descobri que na seção “utilitários” da instalação eu poderia encontrar o desinstalador.
Eu já estava pensando em procurar o CD original de instalação ou partir para remover a impressora do Registro na marra (arriscado) quando pensei em tentar instalar em inglês. Aí a coisa realmente mudou. O instalador continuou acusando que o driver já estava instalado, mas desta vez me deu a opção de desinstalar:
Cliquei em “Sim” e alguns segundos depois, aparentemente mais um bug, o desinstalador veio em português:
Cliquei em OK e o driver foi desinstalado, me permitindo prosseguir com a instalação. O que resolveu o problema que o cliente tinha.
Notar que o fato de funcionar em inglês mas não funcionar em português não é surpresa para mim. Foi por isso que testei em inglês. O meu último problema com isso fora o DSL-2740e com firmware Totolink, que não consegue terminar a configuração do modo Repetidor se estiver configurado para português.
Caramba, Jeff, que bronca! graças a Deus que resolveu e obrigado por postar, tenho cliente que usa Brother.
Ontem fui resolver problema com HP 8610; notebook foi formatado tem uns 15 dias com Win 10 home, e tinha instalado essa impressora normalmente: em rede com fio, com ip fixo.Daí na quinta parou de receber impressão; em vez de olhar o driver, parti pra remover e reinstalar. O que aconteceu? não finalizada a instalação.
Parti para uma nova instalação via cabo usb, mesmo erro. Nos fóruns da HP e pesquisando, fiz alterações via Gpedit e no registro, além de uma alteração de driver no Gerenciador de Dispositivos (item Controlador de USB). Tudo dando errado.
Mas depois de alguma dessas alterações, aceitou a instalação por usb; aí tentei adicionar impressora de rede. NADA. Aí a solução: pegar a instalada usb, e mudar a porta para o endereço ip. Deus é bom! aceitou e finalmente às 15h pude ir almoçar.
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A Blizzard usa a expressão “free-to-play” e eu tive que consultar a Wikipedia para entender qual a diferença para “free”. Supostamente ele é apenas parcialmente gratuito mas eu não consegui ver nada nas condições da oferta que fosse questionável. Eu baixei os 24GB do jogo e estou jogando a campanha normalmente. Aparentemente posso até jogar online com outros sem pagar nada.
Não, não é por isso que eu passei duas semanas sem postar
Você não precisa esperar baixar os 24GB para jogar. O instalador permite que você comece a jogar já depois de ter baixado uns 3GB.
O instalador dá a opção de português, mas desde que eu tive o desprazer de jogar a versão brasileira de Starcraft 1 (publicada pela Tectoy) eu não jogo com áudio em português se eu puder evitar.
Inicialmente o jogo tinha uma aparência bem antiquada, mas isso foi porque ao não encontrar uma placa de vídeo “decente” na máquina o instalador escolheu configurações exageradamente conservadoras apesar de eu ter um Core i3 com 12GB de RAM. Depois de alguns ajustes a aparência ficou bem melhor.
A única coisa que está me enchendo o saco é a necessidade de estar conectado à internet para jogar até mesmo a campanha. Supostamente é possível jogar completamente offline, ao menos por algum tempo, mas toda vez que dá um “tilt” no meu provedor de acesso o Starcraft2 se recusa a rodar. Me dá a opção de jogar offline mas clicar nela não adianta nada.
E hoje houve um update obrigatório de 500MB que enquanto eu não baixasse não poderia jogar nem mesmo a campanha. Eu entendo a necessidade de atualizar para jogar na Battle.net, mas por que isso no modo single-player? Como eu não paguei nada pelo jogo esses são problemas menores mas se eu tivesse pago estaria indignado.
Um comentário de Ygor Almeida em outro post me fez achar interessante contar isto.
Por volta dos 30 anos eu comecei a sentir dores nas pernas e nas plantas dos pés. Minha primeira consulta foi com um ortopedista, que depois de tirar uma radiografia dos meus pés e não ver nada de errado me mandou consultar um neurologista. Esse neurologista me mandou para um segundo neurologista para fazer uma eletroneuromiografia. Até então, mesmo tendo trabalhado a vida toda com eletricidade eu nunca tinha tomado tanto choque na vida. Ô exame desagradável!
Esse segundo neurologista não encontrou nada de errado comigo e me mandou consultar um angiologista. Este, assim que olhou meus pés deu o diagnóstico:
“Você tem pés chatos.”
E eu respondi:
“Eu sei, mas isso nunca foi problema, doutor.”
Ao que ele retrucou:
“Você está ficando mais velho. Não está ficando mais novo.”
Eu gostaria de ter visto a minha cara. Ele tinha razão e eu não tinha elementos para discutir. O angiologista me mandou de volta para o ortopedista. Desta vez fui atendido por um outro médico, que provavelmente era professor porque estava com dois alunos no consultório. Eu expliquei meu problema sem comentar nada sobre o diagnóstico do angiologista, mas ele me colocou de pé sobre um pedestal de vidro transparente e imediatamente deu o mesmo diagnóstico: meu problema era provocado pela falta de curvatura nos meus pés. E enquanto explicava para mim explicava também aos alunos. Mas eu só me convenci mesmo quando ele começou a contar a estória da minha vida:
“Você se cansa com facilidade ao correr. Só joga bola se for o dono. Cai com facilidade…”
Novamente, eu gostaria de ter visto a minha cara. Eu nunca tinha visto o homem e ele parecia me conhecer melhor que meus pais. Notar que o primeiro ortopedista nem com uma radiografia foi capaz de enxergar o que até o angiologista pôde ver a olho nu.
Ele explicou também que isso é operável, mas é uma operação complicada, com uma recuperação muito sofrida e me recomendou conviver com o problema, que é o que tenho feito há 16 anos.
Mas a frase do angiologista eu nunca vou esquecer. Os efeitos da idade são inescapáveis e você pode até retardar vários deles mas com um esforço pessoal progressivamente maior. Notem que um problema de nascença, que eu passei 30 anos achando que era um “não-problema”, sempre foi um problema sem que eu percebesse até repentinamente adicionar dor. Imaginem os problemas “ocultos” com os quais a gente nasce.
A propósito: o problema das minhas pernas não tinha nada a ver com os pés. Eu achei que tinha porque começou na mesma época. Eu sempre tive coxas grossas (herança genética) e na época eu tinha uma cintura manequim 38 e passava no mínimo dez horas diárias de calças jeans, várias das quais sentado. Toda calça que ficava certa na minha cintura ficava apertada nas coxas e era essa pressão que estava provocando a dor, provavelmente por atrapalhar a circulação. Hoje, como estou gordo com uma cintura 42, escolher calças não é mais problemático.
Hmmmmmm… usar um Vibram Five Fingers então pra você deve ser complicado né? E olha a coincidência, acabei de entrar a uns minutos atrás no “momento banana” no mercado livre e comprei mais um par, pois o que eu comprei a dois anos atrás já estão desgastado, com a sola quase sumindo.
Como eu conheci o Vibram? Com o fisioterapeuta que eu fiz o tratamento quando quebrei o tornozelo, ele me recomendou andar bastante descalço, pra recuperar os movimentos, mas como eu não gosto de andar descalço, nem me lembro como eu fui descobrir o vibram five fingers…
Se não sabe o que é… então vai lá… é esse diacho aqui:
Gostei tanto e me adaptei bem que já estou no terceiro par.
Passei dos 40 a 2 anos, heheeh, e sedentário e bla bla bla…
Descobri algo que mudou minha vida, ovo, isso mesmo, ovo, como em média 4 ao dia, o médico que me indicou come 8, mas ele já esta na casa dos 70, hehehhe.
Ganhei massa muscular sem entrar na academia, minhas dores nas costas sumiram, o sono durante o dia acabou, a disposição é outra, experimenta que vale a pena.
Eu como mais o cozido, de manhã e no almoço, mas também faço muito omelete…
Abraço!
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Esses dois fabricantes de coletes tentam dar uma idéia de como é a sensação. Não veja o segundo vídeo se não agüentar ver um homem crescido fazendo cara de quem vai chorar.
Depois imagine como é a sensação sem o colete.
Note que com exceção do disparo de rifle, o garrafão de 20kg (20 litros) permaneceu na mesma posição. Pense nisso quando os filmes de ação mostrarem pessoas de 70kg ou mais sendo jogadas para trás balançando o corpo (ou até mesmo voando).
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Eu assisti os 12 episódios e gostei de todos eles, de alguns mais do que outros (é claro), achei a série melhor que o Star Trek Discovery (apesar de ter gostado também mesmo cheia de furos). Achei Orville muito bem humorada e bastante interessante, pena que foram só 12 episódios, espero que tenha uma segunda temporada, de preferência mais longa, 12 episódios é muito pouco!
Achei surreal este episódio da “democracia” direta, bem insano, e gostei também do episódio da mudança de sexo (4º episódio), bastante surreal, que retrata um problema bem serio do nosso tempo, a discriminação racial (acho que nesse caso a mudança de sexo é uma metáfora para falar de descriminação racial).
Jefferson, você ainda não assistiu Black Mirror? Tem um episódio que é até pior do que democracia direta. As pessoas são avaliadas segundo os “likes” que recebem em uma mídia social.
Recentemente eu tentei postar um comentário sobre séries da Netflix no tópico de off topic, mas acabei postando em lugar errado, acho que você nem chegou a ver.
Vou aproveitar esse post para comentar, se me permite.
Se você gosta de viagem no tempo, recomendo Dark, gostei bastante da primeira temporada. E fora da seara da ficção científica, se é que você já não viu, MindHunter merece uma conferida.
Está na minha lista faz tempo, mas não vi nenhum episódio ainda.
Eu vejo todos os comentários. Alguns eu posso demorar a ver porque caíram em uma lista de SPAM. Eu não respondi o seu porque estava muuuuito off topic e movê-lo para o tópico certo não é tão fácil quanto eu gostaria.
Eu soube de Dark ontem, assim como Travelers. Mindhunter eu não conhecia.