E não é só ela: Microsoft, Apple e Linus Torvalds também!
Agora que eu tenho sua atenção, deixe-me explicar. A Intel “descobriu” um bug nos seus processadores fabricados na última década que compromete a segurança da máquina e não pode ser consertado com atualização de microcódigo. Para contornar o problema via sistema operacional é necessário um patch cujo impacto estimado no desempenho da CPU do computador vai de 5 a 30%.
Pare para pensar um pouco sobre isso. Um único bug. Até 30% de perda na velocidade da sua CPU do seu computador.
Por que eu disse que é a Intel que está trabalhando nisso? Por que pelo menos no caso do kernel Linux, o patch submetido (até onde sei) pela própria Intel para resolver o problema desacelera processadores sistemas baseados em AMD também. Foi preciso um engenheiro da AMD submeter outro patch para fazer com que o patch da Intel só se aplique a máquinas com processador Intel.
Eu quase nunca gostei da Intel , só para você ter uma idéia o meu sistema tem mais ou menos 10 anos e uma placa mãe Asus a8n-sli premium , processador Athlon 64 code ada3500daa4bw e 2 GB de RAM ( assim eu uso Linux neste sistema ), o máximo que eu pude fazer no ano passado foi trocar todos os capacitores da placa mãe , não ter dinheiro e fo*a eu queria ir para o AMD FX 8320 e memória no minimo com 16 GB
PS : desculpas mais eu vou fazer um pedido aqui OK , eu aceito doações de sistemas inteiros ou em partes da AMD
Pelo o que eu entendi – e não tenho links – as falhas foram reveladas para as empresas no dia 2017/06/01. E por que fomos informados agora? Aparentemente porque os garotos do Linux publicaram os patches antes de todo mundo, inclusive de modo jocoso, antes da Microsoft e Apple… pois, depois de um longo tempo de negligência era hora de algo acontecer, não é verdade?
Como assim “falhas”? Yeah. A Intel fez papel de “pêga de calças curtas”… e em sua defesa mencionou uma segunda falha, a qual afeta todos os processadores – não tenho detalhes dela -, inclusive as marcas rivais, mas é tido como muito difícil de exploração.
A segunda falha não é considerada tão grave e nem tendem a afetar tanto desempenho do sistema se corrigida. De qualquer forma, o patche de software para Intel apenas afeta operação de kernel. Ou seja, o desempenho de aplicações exclusivas de usuário, como jogos, navegadores, etc, tende a permanecer intactos.
Os grandes prejudicados são os grandes servidores que dependem de operações de criptografia e de núcleo. Consultas SQL possivelmente podem representar pelo menos 20% de prejuízo de desempenho.
Pelo o que entendi o Linus fez questão de publicamente desconstruir o comunicado da Intel. Deixando claro que o problema é dela e dela apenas. E que grandes empresas como Google, Facebook, etc… notarão drásticas diminuições de desempenho. Mas usuários domésticos possivelmente quase nada.
“If you just play games on your PC, you will not see a slowdown because the software rarely jumps to the kernel during gameplay.
(…)
If you hammer the disk, the network, or use software that makes lots of system calls in and out of the kernel, and you’re lacking working PCID support, you will see a performance hit. And it’s a good idea to warn you, right?
It’s a given for this particular issue that any slowdown is dependent upon the kind of work the affected system is being asked to do. Gamers will maintain their frame rates, but that’s not what this is about. It’s about enterprise workloads and data centers. With reports of SQL database slowdowns of up to 20 or so per cent, it seems premature to say the impact should not be significant. If a company’s AWS, Microsoft Azure, or Google Cloud bill ends up being, say, three, five or eight per cent higher as a consequence of prolonged compute times, that’s significant.”
A segunda falha não é considerada tão grave e nem tendem a afetar tanto desempenho do sistema se corrigida. De qualquer forma, o patche de software para Intel apenas afeta operação de kernel. Ou seja, o desempenho de aplicações exclusivas de usuário, como jogos, navegadores, etc, tende a permanecer intactos.
Os grandes prejudicados são os grandes servidores que dependem de operações de criptografia e de núcleo. Consultas SQL possivelmente podem representar pelo menos 20% de prejuízo de desempenho.
Existe muita informação desencontrada sobre isso. Aparentemente meras operações de I/O de disco requerem chamadas ao kernel e por isso são impactadas o que quer dizer que não é apenas SQL. Li um comentário (sem citações) que diz que o impacto pode chegar a 60% em quem faz muito I/O e usa SSD. Quem usa um HDD “normal” sente um impacto menor porque o software já perde muito tempo esperando pelo disco mesmo e assim o impacto do kpti se torna menos visível.
Eu entendo que a maioria dos usuários não usa aplicações que fazem muito I/O (eu uso) mas o que acontece com aqueles que tem pouca RAM e a máquina já está fazendo uso constante do arquivo de paginação? Situações no nível de “quase intolerável” vão receber um upgrade para “intolerável” depois do patch?
Só depois que sair o patch para o Windows vamos saber.
Eu li em algum lugar… não vou lembrar onde… mas a segunda falha, que é dita mais difícil de explorar, menos perigosa e que atinge todos os fabricantes é também a qual NÃO sabem como resolver,
ps.: não faço a menor idéia do impacto no seu cenário de forte uso de disco mesmo usando contas restritas.
Agora não é só celular (Android e IOS) que tem obsolescência programada, computador também terá! Que merd@, estamos ferrados! E eu estava satisfeito com o meu computador com vários anos de uso, mas depois deste patch, não sei o que pode acontecer???
Por um tempo, a obsolescência programada em PCs foi algo garantido. Aplicações novas de software que requeriam cada vez mais CPU surgiam regularmente.
A primeira que me vem à mente é vídeo. Em 1993, quando o processador mais rápido do mercado era o Pentium MMX233, assistir a um mero DVD (MPEG2) requeria uma placa extra (no Brasil a mais popular foi do kit Creative Labs PC Encore DXR2) porque nenhuma CPU de uso geral dava conta mas uma hora Intel e AMD resolveram isso (acho que 1997, na época do Pentium II e K6-2). Depois (1999, com o Pentium III?) um upgrade de CPU para DivX (x.263) e anos depois outro para x.264. A tendência parece ter parado no x.265, que quando começou a se tornar comum processadores há anos no mercado já tinham poder de fogo para ele.
Lembra de quando meros softmodems conseguiam deixar computadores modestos se arrastando?
Tirando os jogos, há anos não surge uma aplicação de software que incentive os consumidores a fazer upgrade do hardware.
Juntando com a estagnação das vendas de PCs por causa da popularização da computação móvel (dominada pela ARM), Intel e AMD estão precisando de alguns “bugs” assim para vender processadores.
Essa vai ser interessante.. vamos ver se a microsoft vai de novo soltar o patch para o windows xp, se não soltar, eu pelo menos vou continuar com o meu I5 full power.
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O modo mais “simples” que encontrei para corrigir um número grande de células sem me cansar de dar click, click e ENTER foi:
Selecione todas as células com o problema em uma dada coluna
CTRL+C
Abra o Bloco de Notas
CTRL+V
Selecione tudo que você acabou de colar (o atalho para isso no Bloco de Notas geralmente é CTRL+A)
CTRL+C
Selecione a primeira célula com o problema na planilha
CTRL+V
Se não aparecer agora no formato que você quer, certifique-se de que a formatação das células é mesmo a que você deseja, pois depois de mexer muito você pode ter alterado.
A explicação longa:
O cliente apresentou o problema da seguinte forma: ele tinha uma planilha com uma coluna preenchida com datas na forma:
01/01/2018
E queria mudar tudo para o formato:
01/01/18
Eu olhei a configuração de formatação das células e já estava do jeito que ele queria. Mudei para outra formatação e isso continuou sendo ignorado pelo programa. Mas digitando uma data na célula, ao dar ENTER ela era convertida para o formato desejado.
Desconfiei de que o que estava vendo ali apesar de parecer uma data não era uma. Perguntei à funcionária que criou a planilha como ela havia digitado aquilo e ela me disse que havia sido importado de uma aplicação web, do banco (acho que era o Santander).
Na mosca. Possivelmente os caracteres estão em Unicode ou algo assim. O problema se manifesta no Excel XP e 2007. No 2007 fica ainda mais evidente que se trata de um bug, porque se eu clicar numa célula com o problema, depois clicar no campo edição e der ENTER, o formato se corrige. O que quer dizer que em uma das operações (copiar da célula para o campo de edição ou colar do campo de edição para a célula) o Excel 2007 percebe o problema e demonstra que sabe lidar com ele.
Neste ponto leia a explicação curta.
O que isso faz é usar o Bloco de Notas para “filtrar” os caracteres invisíveis. Seria útil se o Excel tivesse essa função embutida, mas eu não achei.
[EDIT] Se quiser saber mais sobre o problema leia a explicação de Claudio a seguir. A causa parece não ter nada a ver com caracteres invisíveis (é mais bizarra ainda).
Jefferson, o problema pode nem ser os caracteres da entrada. Ocorre que o conteúdo de uma célula é armazenado de uma forma se for “texto puro” e de outra forma se for uma data ou número.
Um teste simples:
– Sete a formatação de uma coluna vazia para “texto”
– Entre algumas datas nessa coluna
– Mude a formatação da coluna para um formato de data
– Note que os dados na coluna não acompanham a formatação, seguem sendo tratados como texto
– Edite algumas das células e observe que agora passam a ser tratadas como data
Um campo de texto é armazenado como uma string internamente. Uma data é um número inteiro em “epoch format” (experimente mudar o formato da coluna para “número” para ver, e números tem representações diferentes dependendo de serem inteiros ou ponto flutuante.
O motivo da simples mudança não ter efeito na planilha do seu cliente é porque no momento da importação aquela coluna foi tratada como texto.
Se você estiver importando de um arquivo CSV e tiver paciência de não clicar “next, next next” no wizard, a última etapa do importador permite escolher o tipo de dado para cada coluna do arquivo de origem; se você não escolher, os dados são importados como texto (afinal, CSV não tem informação de tipo de dado).
Para a importação da web o procedimento deve ser similar, desde que seja usado o wizard, não um mero COPY+PASTE (se bem que mesmo o COPY+PASTE pode funcionar se você tiver o cuidado de setar o tipo das colunas antes de colar).
– Sete a formatação de uma coluna vazia para “texto”
– Entre algumas datas nessa coluna
– Mude a formatação da coluna para um formato de data
– Note que os dados na coluna não acompanham a formatação, seguem sendo tratados como texto
– Edite algumas das células e observe que agora passam a ser tratadas como data
Sim, acontece como você descreveu.
O motivo da simples mudança não ter efeito na planilha do seu cliente é porque no momento da importação aquela coluna foi tratada como texto.
Para mim isso é contra-intuitivo. Eu não uso planilhas e por isso posso não estar a par de algum conceito que torne esse comportamento intuitivo. Do ponto de vista de um usuário que executa um comando de formatação, eu espero que haja uma mudança visual imediata se existir uma diferença visual. Em outras palavras, eu espero que as células sejam atualizadas.
Existe algum comando de “refresh” que eu deveria dar para atualizar a visualização da tabela?
Refresh que re-interprete o conteúdo da coluna até onde eu saiba não (mas poderia ser implementado como uma macro). O problema aqui é a ambiguidade: se no momento em que os dados foram importados você disse que era texto (o default se não especificar), como decidir se 4/1/18 refere-se a 4/Jan/2018, a 1/Abr/2018, ou se é uma marcação de texto (código interno, sei lá) e não uma data?
Por isso é importante sempre definir os tipos de cada coluna no momento da importação, para não ter ambiguidade. nesse momento o wizard te deixa não apenas selecionar o tipo “data” como informar a máscara (dd/mm/yyyy, mm/dd/yyyy ou outras). É o caminho mais tranquilo, mas envolve treinar os usuários para ir devagar nessa etapa, e não simplesmente clicar “próximo, próximo, finalizar” :-)
Mas, dando o braço a torcer, bem que o wizard de importação poderia se comportar de forma diferente, e resolveria esse problema:
– Em vez de o tipo de dado default de uma coluna ser “texto”, usar como default algo como “unspecified”
– Ao importar dados, se o tipo da coluna é “unspecifiedf”, usar a mesma regra da entrada manual de texto na célula: se parece uma data, fazer o parsing usando o locale do sistema (dd/mm/yyyy ou mm/dd/yyyy); se parece um número ou moeda, tratar como tal …
Algo assim geraria menos frustração.
Mas isso nunca vai ser feito porque a MS não pode quebrar a compatibilidade do wizard de importação, porque isso afetaria usuários atuais :-(
Obrigado! Você resolveu um grande problema meu com o Ctrl C Ctrl V. Eram mais de 5000 entradas de data e se eu tivesse que clicar uma a uma nunca ia conseguir terminar.
Eu tinha mais de 50.000 entradas para tratar e essa ajuda me salvou. Que DEUS te abençoe e ilumine seu caminho sempre amigo. Que o mundo tenha mais pessoas como você!
Jefferson, sou um usuário do Excel de conhecimento limitado. Mas fiz o seguinte: selecionei a coluna com as datas no formato dd/mm/aaaa; usando o comando substituir, troquei “/20” por “/” (eu teria substituído também, se houvesse datas do século XX, “/19” por “/”). O Excel, então, ou passou a exibir as datas no formato desejado (dd/mm/aa), ou passou a reconhecer o conteúdo de cada célula como uma data, e não como um texto. A partir disso, o Excel passou a aceitar a alteração dos formatos de data.
Vc me deu uma ideia que me ajudou a atualizar todos os dados.
Troquei o formato da coluna para data, selecionei a coluna, fui em localizar e substituir e substituí “/” por “/” (igual mesmo, só pra fazer uma atualização em massa) e deu certo.
Boa tarde, amigo. Estava com o mesmo problema hoje, necessitando copiar um detalhado de vendas com datas de uma planilha gerada pelo Banco, para uma planilha que criei onde seleciono os dados que me convém. Após ler sua solução e ver que deu certo, consegui chegar em outra solução mais simples!
-COPIAR a tabela que o Banco gerou
-COLAR no campo que criei e que falhava, MAS COMO TEXTO! Só precisa clicar no botão COLAR ESPECIAL e utilizar a opção TEXTO.
Obrigado pela dica e espero que ajude mais pessoas!
Caso não funcione ou não haja a opção faça o seguinte procedimento:
– selecione a COLUNA ou os valores dessa COLUNA que deseja arrumar;
– vá na Aba DADOS e selecione a opção TEXTO PARA COLUNA;
– ao abrir uma janelinha de opções, não precisa configurar nada, só clique em CONCLUIR!
-PRONTO! DADOS ATUALIZADOS!
Deu certo aqui comigo, excelente alternativa. Sofria com esse problema há anos e sai daqui com 3 alternativas que testei e solucionaram meu problema. Obrigaddo a você e ao Jefferson que trouxeram esse tema
Sua solução faz muito sentido, porque o que a minha faz é justamente isso: “colar como texto”. Mas quando você está pegando os dados na fonte, o seu procedimento é mais simples porque faz a conversão na hora.
Um processo mais simples, ao meu ver, é selecionar a coluna, ir em “Dados” e escolher a opção “Dados para coluna”. Clicar em Avança>Avança>Concluir.
A coluna já deverá estar formatada.
muito obrigado meu amigo Claudio! a dica do bloco de notas foi fantástica.
o excel realmente deveria ter um recurso de refresh para corrigir esse problema de importação.
OU simplesmente selecione a coluna, formate com texto, depois ctrl+L localize o ano, exemplo : ” Se estiver 2019, substitua para 19″ e pronto ! Aqui funcionou ! Abraços !
Jefferson, MUITO, MUITO OBRIGADO por repartir a sua SABEDORIA!!
Há muito, MUITO tempo eu estou no click, corrige e enter!
A sua solução é simples e fenomenal!
Gratíssimo!
Muitoooo obrigada!!! Estava até com dificuldade de pesquisar isso no Google, ainda bem que achei essa resposta! Tinha umas 300 linhas para dar “enter”. =DDD
Me salvou. Uma colega pediu ajuda com esse erro e fiquei indignada que minhas tentativas de solução mais corriqueiras falharam. Achei sua publicação e pá! Solucionado!!!
Crie uma coluna limpa ao lado da coluna de data.
Insira a fórmula DATA.VALOR nesta nova coluna apontando para o conteudo das células com a informação de data não reconhecida.
Copie e cole a fórmula para as demais células da nova coluna e automaticamente ela será uma coluna convertida em data.
Estava com esta dificuldade encontrei outra solução:
Se mesmo fazendo bloco de notas e copiando texto o erro persistir, dentro ver se existe algum espaço no primeiro caractere e substitui os espaço por nada.
Ele vira texto, aí converte em data, para mim deu certo
Normalmente eu torceria o nariz para essa idéia. Acredito que se um documento precisa ser digitalizado, o método apropriado é usar um scanner de verdade. Mas o amigo José Carneiro me perguntou se eu não conhecia uma app que fizesse isso explicando por que usar scanner não era opção no caso dele então eu comecei a testar algumas. E fiquei até positivamente surpreso com o resultado.
É claro que o resultado depende da qualidade da câmera do celular mas agora eu recomendo que você tenha pelo menos uma app dessas no smartphone para os casos de necessidade. Abaixo, as impressões que tive de algumas apps. Não tenho mais o link para algumas porque apaguei do telefone.
Meu preferido. Faz crop manual e automático. Se você tiver a mão firme ele após alguns segundos demarca o documento e fotografa sozinho, mas se você não esperar e tocar o botão de fotografar ele faz a mesma coisa ao processar a foto. Não sei qual a vantagem de esperar ele detectar o documento, se é que existe alguma.
Você pode enviar como PDF ou JPG.
Endireita a imagem se você tirar a foto em ângulo.
Na versão free pode configurar para mandar automaticamente para o seu email.
Tiny Scan
Funciona, mas dá muito trabalho. Por default ele interpreta o documento como texto e aí fica feio. Você tem que dizer que é uma imagem, demarcar manualmente…
Google Drive
Lixo. Sim, você pode usar a app do Google Drive para isso, mas para ser ruim nisso ela ainda tem que melhorar.
Jefferson,
um aplicativo interessante para digitalizar documentos no Android é o Office Lens da Microsoft. Eu utilizo ele principalmente para tirar fotos de quadros brancos nas reuniões e cursos que participo, ele possui a capacidade de ajustar a imagem capturada observando o angulo do qual a foto foi tirada, o que é bastante útil.
Felipe Costa
Obrigado pela contribuição. O Office Lens parece promissor, mas encontrei dois problemas com ele (versão 16.0.8827.2039).
Não parece haver jeito de fazer detecção manual do documento – Eu não posso, como no Genius Scan, tirar uma foto de tudo o que a câmera está vendo e depois fazer um crop para mostrar o que é o documento. Se a app não estiver vendo nenhum documento você consegue bater a foto, não consegue se ela estiver vendo um mas com dificuldade para fazer o “lock”, o que parece não ser possível se eu estiver segurando o documento na mão e este estiver balançando com o vento. Pior: às vezes o programa faz o lock mas apenas em uma parte do documento. Você não consegue dizer a ele para ampliar a região de captura.
É pouco intuitivo Isso pode ser proposital esse é um problema menor, porque só requer que você entenda como funciona. Por exemplo:
Quando salva o arquivo ele dá a entender que só existe uma opção para salvar localmente: na galeria de imagens. Todas as outras opções (incluindo PDF) dão a entender que você precisa de uma conta Microsoft e de estar logado nessa conta. Dá até para entender que você precisa estar conectado à internet para salvar como PDF. Porém se você insistir e mandar salvar assim mesmo em PDF descobre que ele salva localmente.
Você não percebe de imediato que tem diversas outras opções de compartilhamento. Ao salvar ele te dá uma lista de opções e pelo fato dele incluir o Onedrive nessa lista eu fui levado a crer que as opções de compartilhamento acabavam aí. E como ele não diz onde o PDF é salvo eu achei que ia ter que fazer um malabarismo para achar o local e enviar o documento por email ou whatsapp. O que é reforçado pelo fato de depois de salvar ele voltar imediatamente para o modo câmera. Mas se depois de voltar ao modo câmera você for em Menu -> Histórico Recente você encontra o PDF salvo e tem a opção de compartilhar por onde o Android permitir.
O segundo problema é irritante mas depois que você descobre que é erro da interface se torna um “não-problema”. Mas o primeiro é realmente frustrante. Agora eu fiquei “em cima do muro” pois por um lado o Genius Scan limita suas opções de compartilhamento propositalmente para você comprar a versão paga, mas por outro é mais fácil digitalizar com ele.
Não gostei. Para entrar na app já pediu para fazer login com uma conta Google ou conta Facebook. Apesar de não gostar da idéia tentei com a conta Google, para então perceber que a app não funciona sem acesso à internet.
Scanbot – PDF Document Scanner Não consegui determinar a versão, porque a app não diz, nem aparece na página da play store.
Assim como o Office Lens, tenta ser esperta demais e falha miseravelmente exatamente da mesma forma. Acho até que ambas as apps usam o mesmo framework. Enquanto não fizer o “lock” no documento você não consegue salvar e se fizer o lock no documento incompleto você tem que tentar de novo. Nem tentei o resto porque é uma app “capada” e para ter todas as opções tem que pagar então o Office Lens já sai ganhando.
Uso o Scanner Pro (pago) no iPhone e sou muito feliz.
Faz automático ou manual, organiza tudo, faz backup em dropbox ou outros, compartilha em imagem, pdf, etc.. é sensacional, valeu cada centavo que paguei.
Quando tudo o que eu tinha era internet discada e praticamente só podia navegar de madrugada e nos fins de semana por causa do custo eu tinha o hábito de salvar no HDD toda e qualquer página que achasse interessante para poder ler em qualquer lugar ou horário. Depois que uma conexão à internet permanente e de baixo custo se tornou algo quase onipresente e com a facilidade de achar algo imediatamente usando o Google e/ou fazendo uma busca no histórico do meu navegador eu fui perdendo esse hábito. Acho que desde 2008 eu não salvava mais páginas só por serem interessantes.
Mas hoje em dia eu tenho esbarrado com freqüência cada vez maior em links quebrados no meu próprio site. Referências que dei há apenas dois anos não podem mais ser consultadas, porque o autor do texto (ou o dono do site) não dá importância ao que foi escrito, o cache do Google só funciona até um certo ponto e nem sempre a wayback machine tem uma cópia funcional arquivada. Já tentou encontrar um tópico especifico do forumpcs lá?
Como a tendência é só piorar, pois as redes sociais incentivam as pessoas a tratar toda informação como papo de botequim (na verdade elas incentivam as pessoas a não pensarem), decidi retomar o velho hábito. Bastam três cliques no navegador e é muito melhor do que me frustrar depois.
Somos antigos, ao menos na internet. Lembramos de comportamentos que não foram apresentados aos novatos.
Comecei internet pelo mIRC. Conteúdo não-indexado. Compartilhamento de arquivos, links e bookmarks.
A velharia migrou para blogs: Compartilhamento de arquivos, links e bookmarks.
Hoje, um primo de 11 anos me visitou, falei que haviam vídeos que eu gostaria que ele visse mas que não estão na Youtube. Ele não entendeu.
Internet está muito mais pessoal – antes anônima -, muito mais social – antes pesquisa solitária -, mais cercada – antes conteúdo pago não funcionava e servidores não eram derrubados.
Websearch está quebrado. Não acho mais nada no Google e nem encontro concorrente. Muita frustação com buscador querendo me apresentar o que ele acha que eu quero encontrar e não o que eu escrevi.
Eu gostei da “Internet 2.0”. A capacidade de se interagir no Web ao invés de apenas nos Instant Messaging foi positiva. Mas se a internet se tornar apenas rede-social, apenas interação e ao prejuízo de conteúdo. Então, internet estará morta.
Addendum: (a) Uma coisa que há muitos anos digo: tudo o que temos e sabemos está no google, seja informação privada ou pública. Por enquanto tudo corre bem. Mas empresas tendem a acabar, a mudar de dono e mudar de comportamento. Quem será o próximo a ter acesso a todas informações que por anos confiamos ao Google?
(b) Normalmente acesso esta página por procurar no Google: “Professor Jefferson Ryan”. Hoje apareceu um candidato de Rondônia. Google não me atende mais.
Não sei se usei ou não o BBS Mandic , porque já foi a um bom tempo atrás , mais eu sei que usei vários como eu falei e a conta telefônica vinha bem alta com as ligações internacionais
Eu comecei com BBS. Modem de 2400bps. Acho que na época Recife tinha apenas um BBS: O Brainstorm. Como na época (antes da privatização) uma linha telefônica custava o mesmo que um carro ou um imóvel, BBS era passatempo de adolescente nerd filho de gente rica. E Recife não tinha muitos.
Eu participava de grupos de discussão usando o software bluewave. Era possível mandar mensagens para o exterior, mas isso dependia dos “eventos de trocas de mensagens” onde os sysops de BBSs do mundo inteiro se conectavam para trocar pacotes de mensagens. A comunicação com alguém no exterior sempre tinha um delay de horas ou dias. E assim eu comprei meus primeiros livros de informática lá fora numa loja especializada em livros técnicos que era muito recomendada pelos seus baixos preços. Não era a Amazon, mas não consigo me lembrar do nome agora. Acho que a gente conversava com o próprio dono.
Se um dia eu achar meus backups do bluewave eu acho o nome.
Como na época (antes da privatização) uma linha telefônica custava o mesmo que um carro ou um imóvel, BBS era passatempo de adolescente nerd filho de gente rica. E Recife não tinha muitos.
Eu não fui claro nessa frase. Embora acessar um BBS tivesse como requisito ter um computador e uma linha telefônica, o que já excluía 99% da população no início da década de 90, eu estava me referindo ao dono do BBS, o sysop. Que além de computador, precisava ter várias linhas telefônicas (acho que o Brainstorm tinha vinte) e fazer interurbanos regularmente para os eventos de trocas de mensagens.
Alo Jefferson! Obrigado pela lembrança. Sou o SysOp da Brain Storm BBS, que continua no ar, mas agora através de conexões SSH ou telnet/ssl (http://www.bsbbs.com.br). A BBS que tinha 20 linhas era a NetPE, onde eu também era um dos SysOps. A Brain Storm só chegou a 2 linhas, e funcionou a maior parte do tempo (naquela época) no OS/2. De 2004 pra cá, rodo com Linux e Windows. Apareça lá para visitar.
Eu cheguei a usar um BBS local que tinhamos aqui na cidade, isso foi por volta de 1997… bons tempos. Peguei toda fase do mIRC, ICQ… os quais ainda uso! Dou risada quando alguém vem me falar do msn… que veio e foi-se e o ICQ continua firme e forte.
Comecei internet pelo mIRC. Conteúdo não-indexado. Compartilhamento de arquivos, links e bookmarks.
Nunca cheguei a usar IRC. Acho que foi uma questão de “timing”. A “internet” demorou a chegar aqui em Recife e quando chegou já existiam meios de comunicação mais pessoais como o ICQ.
Hoje, um primo de 11 anos me visitou, falei que haviam vídeos que eu gostaria que ele visse mas que não estão na Youtube. Ele não entendeu.
A propósito, tudo que eu acho interessante no youtube eu sempre salvei.
Addendum: (a) Uma coisa que há muitos anos digo: tudo o que temos e sabemos está no google, seja informação privada ou pública. Por enquanto tudo corre bem. Mas empresas tendem a acabar, a mudar de dono e mudar de comportamento. Quem será o próximo a ter acesso a todas informações que por anos confiamos ao Google?
Eu não daria ao governo um centésimo da informação que dou voluntariamente ao Google. A empresa sabe mais sobre mim que minha família e amigos.
(b) Normalmente acesso esta página por procurar no Google: “Professor Jefferson Ryan”. Hoje apareceu um candidato de Rondônia. Google não me atende mais.
Achei o problema. O Google descobriu que eu não sou professor
Mas falando sério: a palavra “professor” aparece pouco nos meus blogs. Acho natural que eventualmente o Google conclua que você não está procurando por mim.
Eu nem sabia que o wget podia salvar páginas recursivamente, mas olhando o manual vi que tem essa e muitas outras opções.
É bom saber disso mas eu não usaria o wget no Windows para isso. Não com softwares de uso mais “são” como o httrack (que inclusive é open source) disponíveis.
Ehehe.. achei mais um que usa o httrack! Eu em geral ainda salvo paginas completas e até mesmo sites, por um motivo, as coisas andam muito voláteis, desaparecem de uma hora pra outra. E isso já me salvou algumas vezes.
Jefferson: você disse que salva vídeos do Youtube. Eu gosto muito de fazer isso (principalmente om palestras, videoclipes de músicas, ETC.). Mas de uns tempos para cá isso está ficando difícil: os programas que fazem isso começaram a ser todos pagos, e as versões gratuitas estão cheios de restrições: ou limitam a qualidade de vídeo (no máximo 720p, ou então a versão paga, e as vezes somente 360p!), ou a fonte (arquivos do VEVO somente em versão paga) ou o tamanho (acima de 30 minutos somente versão paga)… mesmo os sites de download que não usam programas fazem isso (“forçando” a comprar a versão paga)… você usa ainda alguma coisa (ou tem algum “macete”) que burle isso?
Na maior parte do tempo eu uso a extensão Video Downloadhelper 6.3.3 para Firefox (versão xul). Quando ele se recusa a baixar algo, como os vídeos da VEVO, eu uso o aTube Catcher 3.8.9152. Praticamente 100% do que me interessa é coberto por essa dupla. De cabeça eu não consigo lembrar de nada que um dos dois não tenha conseguido baixar.
O ponto forte desse ventilador para o fabricante é a suposta operação silenciosa, mas eu não tenho como avaliar isso sem um referencial porque barulho é impossível o ventilador não fazer. Ar em movimento gera ruído e de fato o ventilador faz barulho. Mas de qualquer forma na minha aplicação eu prefiro que não seja silencioso pois eu uso para dormir e o ruído contínuo do ventilador abafa outros ruídos que poderiam me acordar ou me impedir de cair no sono, como uma TV ou rádio ligado no quarto ao lado. Ventilação silenciosa só é útil para mim na sala onde assisto a filmes.
Todas as peças acessíveis externamente são de plástico. Impossível levar choque sem fazer uma besteira grande (nem sei se é permitido hoje fabricar de outra forma). Quando eu era adolescente quase morri agarrado a um ventilador na época em que era habitual que fossem totalmente metálicos e minha família não tinha dinheiro para descartar um eletrodoméstico “só” porque sabidamente dava choque.
Fácil de lavar. A grade é facilmente removível soltando algumas presilhas e a hélice pode ser retirada com uma chave de boca para remover a porca que a segura. É claro que poderia ser ainda mais fácil pois em muitos modelos de ventilador a porca é parte de um botão que pode ser desenroscado com a mão.
Historicamente a propaganda de ventiladores sempre focou em tamanho e número de hélices, que são duas características largamente irrelevantes. Agora aparentemente o Inmetro obriga a constar no selo Procel a vazão, que é a única coisa além do consumo que realmente pesa na minha escolha. Esse tem uma vazão de 1.25m3/s (1250 litros por segundo). Minha última compra de ventilador ocorreu há sete anos e na época raros fabricantes publicavam isso.
Consumo de energia
O valor indicado no selo Procel não significa nada para mim. Eu faço minhas próprias medições com um medidor como o PMM2010 ou outro de meus medidores com precisão semelhante.
Valores medidos em um ventilador novo, com menos de uma hora de uso.
Depois de postar eu descobri que a Procel publica uma lista onde constam as potências em cada velocidade. Mas as potências indicadas para esse modelo conferem apenas parcialmente:
76,50W
105,00W
126,00W
O consumo que medi nas velocidades 2 e 3 corresponde ao registrado pela Procel mas o da velocidade 1 é muito diferente. Eu verifiquei que após alguns minutos ligado o consumo na velocidade 1 caiu para 86W, mas ainda assim é uma diferença de 10W. Eu vou deixar o medidor ligado no ventilador hoje à noite e refazer as medições.
Coincidência, ontem comprei um desses. Tenho um Arno modelo mais antigo de 40 e achei esse novo ligeiramente mais barulhento, porém ambos são MUITO mais silenciosos que um Britania Ventus 40 que também tenho.
Não gosto da relação custo/benefício deles. Ventiladores de teto são mais difíceis de instalar e manter e não tem portabilidade. Segundo esta tabela do Inmetro a maioria dos modelos no mercado hoje tem uma vazão superior à do ARNO VF40 mas eu nunca senti isso na prática. A única vantagem deles é não ocupar espaço no chão, que para mim é irrelevante.
A conta de energia aqui oscila em torno de R$500. Temos muito equipamento eletro-eletrônico, esse ventilador foi colocado em substituição a outro e não é usado um número fixo de horas por dia. Tentar avaliar o quanto a conta de luz “aumentou” porque troquei um ventilador não faz sentido. Mesmo que eu tivesse acrescentado o ventilador o consumo dele poderia ficar invisível no meio da oscilação mensal da conta.
Depois de pouco mais de dois anos, o ventilador começou a me incomodar. Eu usava apenas no quarto, para dormir e já não estava mais usando na velocidade máxima porque estava barulhento demais. Aí “morreu completamente” porque provavelmente superaqueceu e queimou o fusível térmico embutido. Fiz ligação direta no fusível e agora só uso enquanto estou acordado, porque virou um risco de incêndio.
O barulho que ele faz na máxima pode ser vibração causada por dano nas buchas. Eu coloquei óleo e por alguns minutos o barulho pareceu ter sumido, mas depois voltou. A queima do fusível também pode ter sido em decorrência da vibração, que causa maior esforço e consequentemente maior aquecimento do motor.
Não estou inclinado a comprar outro ARNO. Meu Mallory Boreal tem pelo menos nove anos, é usado por várias horas todos os dias e continua funcionando bem!
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Após ler as cerca de 200 páginas de Annihilation, o primeiro de uma trilogia, eu me senti incomodado. E rapidamente me lembrei de outro autor que tinha me causado a mesma sensação: James Dashner com a trilogia Maze Runner. O que me incomodou: o livro termina e ninguém sabe o que está havendo, especialmente os leitores. É claro que como se trata de uma trilogia as respostas podem estar nos dois livros seguintes, mas se você leu minha opinião sobre Maze Runner sabe que ao terminar o último livro daquela saga eu me senti enganado.
Annihilation não é uma leitura “fácil”. É intrigante, sim (assim como Maze Runner), mas na maior parte do tempo é monótono e parte da narrativa parece depender de “escritos” que se parecem com salmos de uma bíblia desconhecida, um soneto de Shakespeare, poesia (é sério: a maior parte do que é chamado “poesia” eu não consigo entender) ou com o resultado de um gerador de cadeia de Markov. A narradora, apesar de ser bióloga e não lingüista, poeta ou mesmo escritora parece ser capaz de relacionar o mumbo-jumbo que leu com os eventos que ocorrem depois, o que me faz sentir como se eu fosse muito menos inteligente do que imagino (é provável) ou o autor está trapaceando (mais provável ainda).
A única passagem memorável do livro é quando descobrimos por que ele tem esse nome. Até mais da metade da estória eu fiquei me perguntando o que “aniqulação” tinha a ver com o que estava lendo, já que baseando-se na narração a humanidade parecia ir muito bem. É uma revelação surpreendente, mas não ajuda a salvar o livro.
O que me impulsionou a colocar Annihilation no topo da minha longa fila de leitura foi o trailer do filme baseado nele que será lançado em fevereiro.
Mas o filme é significativamente diferente do livro e a maior parte do que ocorre do trailer não existe na estória. Ou ele é uma mistura de eventos dos três livros ou decidiram que Annihilation era muito chato para virar um filme interessante.
Depois de ver o trailer você pode ter a impressão de que se trata de mais uma tentativa idiota de Hollywood de agradar o movimento feminazi. Eu tenho alergia a essas imbecilidades SJW mas no caso dessa estória há uma boa razão, implícita no livro, para uma equipe formada apenas por mulheres ser propositalmente colocada na linha de frente de uma situação perigosa (segundo o trailer, suicida) e não, não é uma equipe do exército israelense e essa estória não tem nada a ver com “Y: the Last Man“.
Terminei o segundo livro da série: Authority (352 páginas). A estória agora é contada do ponto de vista do diretor da Southern Reach (a “autoridade”), a agência governamental que supervisiona a “anomalia”. Muitas respostas a questões do primeiro livro são dadas, mas muitas outras questões são levantadas. É uma leitura mais interessante mas ainda cansativa. Vandermeer dedica muitas linhas a uma descrição de cenário que é irrelevante para a estória. Eu entendo que isso faz a leitura parecer mais inteligente mas do meu ponto de vista é só “encher linguiça”.
Terminei de ler as 341 páginas do último volume da série, “Acceptance” e concluí que ler a trilogia foi uma absoluta perda do meu tempo. Eu vejo duas alternativas:
1) Eu não sou inteligente o suficiente para entender;
2) A série é voltada para um público que não tem nada a ver comigo.
O autor “fisolofa” (eu sei) demais. Perde muito tempo descrevendo cenários e os pensamentos mais esdrúxulos dos personagens e dispensa pouco tempo tentando realmente dar explicações para a trama. No final, muita coisa fica sem explicação e como eu acredito que “a diferença entre realidade e ficção é que a ficção precisa fazer sentido” quero distância desse tipo de narrativa.
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Se eu tivesse visto apenas essa parte, minha reação também seria “What the fuck is this?”
Video completo do lançamento, visto de longe. É mais fácil entender que se trata de um foguete, mas o efeito final continua sendo bizarro:
Realmente deve ter sido uma imagem impressionante. Lamento mas não tem legendas. O narrador explica como o efeito foi criado pela separação dos dois estágios do foguete.
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Ter assistido a Bright me fez querer assistir a Alien Nation outra vez. Mesmo sendo uma ficção científica com quase trinta anos o filme envelheceu bem. Algumas cenas poderiam ter sido melhor dirigidas, mas para algo que foi produzido provavelmente com um orçamento pequeno na década de 80, dá para ignorar.
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É difícil assistir a Spectral e não lembrar de Final Fantasy: The Spirits Whitin. O filme é no geral bom, mas eu fiquei incomodado com o excesso de mortes de soldados no roteiro, a maioria das quais por decisões estúpidas, e com as soluções “MacGyverianas”.
Esqueci de mencionar o enorme buraco no roteiro envolvendo o círculo de proteção em torno da fábrica, como em várias cenas os soldados pareciam poder ver os espectros sem ajuda e a cena em que os dois soldados com péssima pontaria conseguiram sobreviver a um espectro com agilidade sobre humana por vários minutos, mesmo depois de não poder mais enxergá-lo.
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Eu quase nunca gostei da Intel , só para você ter uma idéia o meu sistema tem mais ou menos 10 anos e uma placa mãe Asus a8n-sli premium , processador Athlon 64 code ada3500daa4bw e 2 GB de RAM ( assim eu uso Linux neste sistema ), o máximo que eu pude fazer no ano passado foi trocar todos os capacitores da placa mãe , não ter dinheiro e fo*a eu queria ir para o AMD FX 8320 e memória no minimo com 16 GB
PS : desculpas mais eu vou fazer um pedido aqui OK , eu aceito doações de sistemas inteiros ou em partes da AMD
Pelo o que eu entendi – e não tenho links – as falhas foram reveladas para as empresas no dia 2017/06/01. E por que fomos informados agora? Aparentemente porque os garotos do Linux publicaram os patches antes de todo mundo, inclusive de modo jocoso, antes da Microsoft e Apple… pois, depois de um longo tempo de negligência era hora de algo acontecer, não é verdade?
Como assim “falhas”? Yeah. A Intel fez papel de “pêga de calças curtas”… e em sua defesa mencionou uma segunda falha, a qual afeta todos os processadores – não tenho detalhes dela -, inclusive as marcas rivais, mas é tido como muito difícil de exploração.
A segunda falha não é considerada tão grave e nem tendem a afetar tanto desempenho do sistema se corrigida. De qualquer forma, o patche de software para Intel apenas afeta operação de kernel. Ou seja, o desempenho de aplicações exclusivas de usuário, como jogos, navegadores, etc, tende a permanecer intactos.
Os grandes prejudicados são os grandes servidores que dependem de operações de criptografia e de núcleo. Consultas SQL possivelmente podem representar pelo menos 20% de prejuízo de desempenho.
Pelo o que entendi o Linus fez questão de publicamente desconstruir o comunicado da Intel. Deixando claro que o problema é dela e dela apenas. E que grandes empresas como Google, Facebook, etc… notarão drásticas diminuições de desempenho. Mas usuários domésticos possivelmente quase nada.
[Segura us links!]
Nomes para o patch:
“User Address Space Separation, prefix uass_
Forcefully Unmap Complete Kernel With Interrupt Trampolines, prefix fuckwit_
Kernel Page Table Isolation, prefix kpti_”
Que dúvida: patch chamará: “uass”, “fuckwit” ou “kpti”??
source: https://lkml.org/lkml/2017/12/4/709
“Vulnerabilities:
Spectre (variants 1 and 2)
Meltdown (variant 3)”
Meltdown é Intel only. A outra falha é mista!
source: https://googleprojectzero.blogspot.com.br/2018/01/reading-privileged-memory-with-side.html
“These vulnerabilities affect many CPUs, including those from AMD, ARM, and Intel, as well as the devices and operating systems running on them.”
source: https://security.googleblog.com/2018/01/todays-cpu-vulnerability-what-you-need.html
O Famoso BS!
“Intel believes these exploits do not have the potential to corrupt, modify or delete data.”
source: https://newsroom.intel.com/news/intel-responds-to-security-research-findings/
A resposta do Linus.
“If you just play games on your PC, you will not see a slowdown because the software rarely jumps to the kernel during gameplay.
(…)
If you hammer the disk, the network, or use software that makes lots of system calls in and out of the kernel, and you’re lacking working PCID support, you will see a performance hit. And it’s a good idea to warn you, right?
It’s a given for this particular issue that any slowdown is dependent upon the kind of work the affected system is being asked to do. Gamers will maintain their frame rates, but that’s not what this is about. It’s about enterprise workloads and data centers. With reports of SQL database slowdowns of up to 20 or so per cent, it seems premature to say the impact should not be significant. If a company’s AWS, Microsoft Azure, or Google Cloud bill ends up being, say, three, five or eight per cent higher as a consequence of prolonged compute times, that’s significant.”
source: https://www.theregister.co.uk/2018/01/04/intels_spin_the_registers_annotations/
Existe muita informação desencontrada sobre isso. Aparentemente meras operações de I/O de disco requerem chamadas ao kernel e por isso são impactadas o que quer dizer que não é apenas SQL. Li um comentário (sem citações) que diz que o impacto pode chegar a 60% em quem faz muito I/O e usa SSD. Quem usa um HDD “normal” sente um impacto menor porque o software já perde muito tempo esperando pelo disco mesmo e assim o impacto do kpti se torna menos visível.
Eu entendo que a maioria dos usuários não usa aplicações que fazem muito I/O (eu uso) mas o que acontece com aqueles que tem pouca RAM e a máquina já está fazendo uso constante do arquivo de paginação? Situações no nível de “quase intolerável” vão receber um upgrade para “intolerável” depois do patch?
Só depois que sair o patch para o Windows vamos saber.
Eu li em algum lugar… não vou lembrar onde… mas a segunda falha, que é dita mais difícil de explorar, menos perigosa e que atinge todos os fabricantes é também a qual NÃO sabem como resolver,
ps.: não faço a menor idéia do impacto no seu cenário de forte uso de disco mesmo usando contas restritas.
Agora não é só celular (Android e IOS) que tem obsolescência programada, computador também terá! Que merd@, estamos ferrados! E eu estava satisfeito com o meu computador com vários anos de uso, mas depois deste patch, não sei o que pode acontecer???
Por um tempo, a obsolescência programada em PCs foi algo garantido. Aplicações novas de software que requeriam cada vez mais CPU surgiam regularmente.
A primeira que me vem à mente é vídeo. Em 1993, quando o processador mais rápido do mercado era o Pentium MMX233, assistir a um mero DVD (MPEG2) requeria uma placa extra (no Brasil a mais popular foi do kit Creative Labs PC Encore DXR2) porque nenhuma CPU de uso geral dava conta mas uma hora Intel e AMD resolveram isso (acho que 1997, na época do Pentium II e K6-2). Depois (1999, com o Pentium III?) um upgrade de CPU para DivX (x.263) e anos depois outro para x.264. A tendência parece ter parado no x.265, que quando começou a se tornar comum processadores há anos no mercado já tinham poder de fogo para ele.
Lembra de quando meros softmodems conseguiam deixar computadores modestos se arrastando?
Tirando os jogos, há anos não surge uma aplicação de software que incentive os consumidores a fazer upgrade do hardware.
Juntando com a estagnação das vendas de PCs por causa da popularização da computação móvel (dominada pela ARM), Intel e AMD estão precisando de alguns “bugs” assim para vender processadores.
Essa vai ser interessante.. vamos ver se a microsoft vai de novo soltar o patch para o windows xp, se não soltar, eu pelo menos vou continuar com o meu I5 full power.