Só o que se salva em Thor: Ragnarok é Cate Blanchett

Definitivamente o pior filme da série por larga vantagem.

Nos primeiros cinco minutos eu já estava incomodado com o humor exagerado mas a coisa só piorou.

  • O substituto de Heindall é um personagem ridículo (o que ele fazia com um Shake Weight a não ser chocar a audiência?) que não aproveita nada de Karl Urban;
  • O momento em que Thor se dá conta de que Loki está no lugar de Odin não teve nem de longe o peso que deveria ter. Foi como “Ahhh, Loki, seu menino maroto, cadê o papai?” e eu esperava uma fúria semelhante ao momento em que ele viu sua mãe ser esfaqueada;
  • A morte de Odin foi igualmente brochante;
  • Idiotizaram o Hulk e imbecilizaram Bruce Banner. Aliás, prefiro esquecer que vi Mark Ruffalo nesse filme;
  • Hela precisa da espada para concretizar seus planos, mas quando está mais perto dela do que do castelo, volta para este para disputar quem tem o pinto maior com Thor;
  • Então “Asgard é o povo e não um lugar”, mas para deter Hela, que extrai seus poderes de Asgard, destrói-se o lugar. Tá, entendi tudinho…
  • Tudo o que é necessário para garantir a destruição de Asgard é colocar uma certa coroa numa certa chama. E Thor guardou essa coroa no mesmo lugar que a chama? um recinto tão seguro que foi invadido pelo inimigo nos outros dois filmes? E Hela também não se dá conta disso apesar de ter reconhecido a coroa?
  • Numa das cenas em que vemos o povo de Asgard entrar na nave, parece até que eles estão subindo num navio de cruzeiro tamanha a calma. Nem parece que é a única chance de salvação deles.

Roteiro ruim, direção maluca, personagens desperdiçados…

 

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Você tem um plano para caso a bóia da sua caixa d’água quebre?

Eu não tinha. E tive que lidar com a inundação. Ainda bem que foi num horário em que eu estava em casa e acordado.

O problema foi causado por uma série de condições que isoladas não seriam problema:

  • As caixas estão em lugar abrigado, onde normalmente não cai água e não esperamos que caia;
  • Como havia sido feito um “dique” de cimento ao redor da caixa para conter um eventual transbordamento, ninguém achou necessário instalar um ladrão na caixa;
  • O “dique” foi quebrado anos atrás por razão desconhecida e ninguém se ocupou em consertar;
  • A bóia quebrou.

Quando eu notei o problema já tinha se formado um reservatório extra de uns 100 litros do lado da caixa e estava transbordando pela parede, causando uma cascata em um ponto abrigado do quintal. Por sorte só molhou roupas e alguns materiais que podíamos secar mas subir no telhado às 10 da noite para drenar a laje não é divertido e não é bom para a minha coluna.

Como não quero passar por isso de novo e sabendo que poderia ter sido pior, vou trocar a bóia, consertar o dique e instalar um ladrão.

13 comentários
  • Luciano - 493 Comentários

    Além do ladrão, na minha eu instalei também o registro de manutenção e limpeza que está ligado ao cano do ladrão, assim quando precisa lavar a caixa, não precisa escoar a água da limpeza pelas torneira, válvula de descarga, etc.

    Assim, quando é necessário lavar a caixa, fecha-se o registro de entrada, usa-se a água até esgotar a caixa, e fecha-se o registro de saída, faz a limpeza e abre o registro de manutenção e escoa a água da limpeza pelo ladrão.

    Pense nisso, em colocar uma flange o mais próximo possível do fundo da caixa pra essas ocasiões, com um registro.

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      o registro de manutenção e limpeza é algo que não instalei ainda (temos três caixas, sendo duas altas) porque envolve furar a caixa perto do fundo, saber o que estou fazendo (as duas caixas de polietileno de 500l nem tanto, mas fazer uma m**da na caixa de fibra de vidro de 2000l seria um problemão), ferramentas adequadas, “saco”, etc, etc…

  • Alexandre - 15 Comentários

    Gostei da idéia do registro de manutenção/limpeza.
    Aqui eu tenho 2 problemas:
    *Alta pressão, que resolverei com um regulador de pressão +caixa para ele +canos, curvas, cola, cimento, areia, etc… +trabalheira +ânimo para fazer isto nalgum dia.
    *Bóia que trava na posição aberta quando o nível da caixa baixa muito (raridade, mas já aconteceu). Felismente há ladrão de água na caixa e ela vai para locais onde não causa estrago. Isso é mais fácil de resolver, mas dá uma preguiiiiiça.

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      *Alta pressão, que resolverei com um regulador de pressão +caixa para ele +canos, curvas, cola, cimento, areia, etc… +trabalheira +ânimo para fazer isto nalgum dia.

      Por que é tão complicado? Nunca tive esse problema, mas na minha ignorância eu suponho que o jeito mais simples de resolver é instalar um registro na tubulação de subida e deixá-lo parcialmente fechado. Deve existir algo ainda mais simples, porque o “redutor de pressão” do meu chuveiro elétrico não passa de uma borracha com um furo no meio.

      • Alexandre - 15 Comentários

        *Vou ter que quebrar parede de cimento duro (mesmo com martelete vai ser “osso duro” kkk).
        *Já faço isso de deixar o registro parcialmente fechado, inclusive no mínimo. Maaas isto regula apenas o fluxo. Pense num cilindo fechado ligado à rede externa de água, por menor que seja a passagem de água, nalguma hora a pressão interna do cilindro vai se igualar à pressão existente na rede externa.
        *A pressão aqui varia muito, tem hora que muita, noutra pouca, noutra regular, etc…
        *Esse extra-plus de pressão é intermitente, e já rachou cano, umas 2 vezes, dentro da parede. Imagina como é bom quebrar azulejo da cozinha até conseguir encontrar onde está a rachadura, sem saber por onde o cano passa? E outra coisa: A água vazou num lugar distante de onde passa o cano. Felismente é raridade ocorrer, mas mesmo assim o fantasma me assombra pois pode voltar.
        *Existe um dispositivo específico para reduzir/regular pressão hidráulica. Funciona mesmo sem fluxo, e independe da pressão da rede externa (que inclusive pode ser variável). Internamente é um mecanismo com piston e mola. Pode-se regular a pressão que deseja apertando ou afrouxando a mola via um parafuso. É o tipo que coisa que você pensa “Nossa como é simples”, só que somente após conhecer a resposta.

        • Valdecir - 7 Comentários

          Precisei colocar um redutor de pressão no purificador aqui de casa, foram 2 vezes sempre de madrugada que uma peça interna (plastico ) estoura devido a pressão.
          E todo dia por volta das 4 horas o redutor corta a água do purificador, só liberando por volta das 6, mexi no parafuso para liberar a água, passado algumas semanas o purificador vazando novamente. Voltei ao ajuste anterior e está assim, das 4-6 da manhã ninguém toma água. :lol: Se quiser beber bebe direto da torneira mesmo.
          Minha casa não tem caixa d’água, mas nas suas que tem não esqueçam de por uma ponteira no ladrão, para que não entre insetos.

          • Alexandre - 15 Comentários

            *Pôxa… Desconhecia esse fator de “Pressão mínima de trabalho”. Inclusive perguntei à um vendedor do mercadolivre e ele falou que é isso mesmo. Pórem como eu sou um cara chato, e não confio muito em vendedores, posteriormente irei atrás do datasheet dalgum para a confirmação final/fatal.
            *Valeu pela dica da ponteira.

      • Claudio - 13 Comentários

        eu suponho que o jeito mais simples de resolver é instalar um registro na tubulação de subida e deixá-lo parcialmente fechado.

        Cuidado com essa abordagem, porque “registro de gaveta” (aqueles que usamos para fechar uma linha d’agua) são feitos para funcionar em apenas duas posições, totalmente aberto ou totalmente fechado; no “meio-termo” eles tendem a desenvolver folgas e eventualmente vazamentos, ou pelo menos essa foi a explicação que escutei de dois encanadores diferentes.

        Até acho que dá pra usar nesse caso aqueles registros de meia volta que tem uma esfera furada que gira para cortar o fluxo, mas na prática não vai reduzir a pressão, apenas limitar o fluxo mesmo.

        • Intruder_A6 - 194 Comentários

          Registro de gaveta (válvula gaveta) e registro de esfera, nenhum dos dois pode funcionar muito tempo meio aberto (quase todo fechado) pois desgasta por abrasão e perde estanqueidade, isto vale para as válvulas industrias e as residencias. Para operar desse jeito com pouco desgaste só com válvula globo, que é projetada para trabalhar controlando a vazão.

  • Alexandre - 15 Comentários

    Off-topic: Chefe! Me lembro vagamente que utiliza um app para backup de outros app no android, o que é útil nos casos onde a versão mais nova não agrada ou ferra de vez e também para ter o apk instalador que poderá ser utilizado noutros aparelhos. Procurei nas muitas e muitas postagens anteriores, mas não encontrei o nome do bendito. Pode me fazer o favor de me revelar qual o nome e fabricante?

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Mais uma fragilidade do Wi-Fi e botam a culpa no Chromecast

Para deixar claro: essa não é uma fragilidade do Wi-Fi em si, mas do fato que os fabricantes de APs e roteadores aparentemente não tomam os cuidados básicos necessários para fazer o Wi-Fi funcionar de forma confiável.  Mas a maioria das manchetes põe a culpa na Google, cujos aparelhos mal comportados deveriam ser simplesmente ignorados. Eu digo que é uma fragilidade do Wi-Fi porque isso provavelmente não ocorreria se os dispositivos envolvidos fossem ligados numa rede cabeada básica.

Ontem saiu a notícia de que a TP-LINK descobriu que a causa de misteriosos travamentos em alguns de seus APs Wi-Fi era o comportamento do Google Home e do Chromecast, que afeta aparelhos também da Asus, Linksys, Netgear e Synology.

Esses dispositivos da Google transmitem pacotes de broadcast regularmente mas devido a um bug quando saem do modo sleep mandam de uma vez todos os pacotes que teriam mandado se nunca tivessem entrado em sleep. Quando mais tempo em sleep, mais pacotes “atrasados” são enviados de uma vez. Um engenheiro diz que isso pode exceder 100 mil pacotes.

Ora, isso é um bug que precisa ser corrigido na fonte (e a Google já anunciou uma correção), mas é ridículo aceitar a idéia de que um dispositivo de rede pode ser derrubado porque um único outro dispositivo conectado a ele simplesmente está mandando muitos dados. Não se trata de saturação, cujos efeitos desapareceriam quando o Chromecast parasse de transmitir: o roteador pode ter algumas de suas funções desativadas incluindo o total desligamento da seção sem fio, até ser reiniciado. E 100 mil pacotes parece um número alto mas é baixo. Uma rede de “meros”  100mbps supostamente pode transportar 148mil pacotes por segundo e o Archer C1200 que foi afetado pelo problema não oferece supostos 1200Mbps? 100 mil pacotes é o que ele deveria suportar continuamente a cada décimo de segundo.

A TP-LINK publicou atualização de firmware corrigindo o problema no Archer C1200.

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A fragilidade da comunicação mundial

Em dezembro ficamos sabendo que submarinos russos tem demonstrado uma grande atenção por regiões por onde passam cabos de comunicação submarinos intercontinentais. Cabos estes dos quais depende quase toda a comunicação civil (internet, comércio, bancos, etc) do mundo. Apesar de achar isso preocupante eu me perguntei: mas todas as outras potências não devem fazer o mesmo com os cabos russos?

Aparentemente a coisa é ainda mais preocupante para a Rússia, que por um lado parece ter poucos cabos submarinos mas por outro parece depender demais de outros países que ficam no caminho por onde precisam passar suas comunicações. O site submarinecablemap dá uma visão muito interessante da situação:

Você poderia imaginar que o jeito seria investir maciçamente em comunicação por satélite, mas isso só reduziria o número de nações capazes de destruir as comunicações mundiais às três que tem a tecnologia para isso: Rússia, EUA e China. É ingênuo achar que essas três nações não tenham já planos prontos, completamente operacionais, para destruir os satélites das outras. E não pense que por você não morar em nenhum desses países você não seria afetado.

E como se isso não fosse o bastante, um louco como o ditador da Coréia do Norte agora parece ter a tecnologia para, no mínimo, gerar um pulso eletromagnético na alta atmosfera fritando todos os circuitos eletrônicos de uma nação. Ao contrário do que muita gente imagina, mesmo aparelhos desligados seriam destruídos. É claro que isso não iria afetar apenas as comunicações.

É melhor não pensar muito nessas coisas.

8 comentários
  • VR5 - 397 Comentários

    Em muitas obras de ficção científica a humanidade é “eletronicamente destruída” com um pulso eletromagnético global. Será que a tecnologia para isso não está mais tão distante?

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      O PEM pode atrasar a região afetada em 200 anos, mas um único PEM afetar toda a humanidade é um exagero. Um PEM não afeta nada abaixo da linha do horizonte, por exemplo. Segundo a Wikipedia uma única bomba detonada a 500km sobre o Kansas poderia desabilitar todos os EUA continental (Havaii fica de fora, claro). De forma similar, uma única bomba detonada sobre Brasilia deixaria o Brasil na idade média.

      É claro que China, EUA e Russia podem detonar *muitos* misseis o que no final dá no mesmo. Mas o doido da Coreia não está no mesmo nível ainda.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Acho improvável que aconteça uma terceira guerra mundial, mas em algum momento um maluco, pode até ser o Trump, vai jogar uma bomba atômica sobre alguma cidade, provavelmente de um país que não tenha bombas para revidar. A simples possibilidade de destruir quase toda a infraestrutura de um país inteiro é quase a mesma coisa que uma ataque nuclear, mas com menos mortes diretas. Mas como todos (que tem várias armas nucleares) podem fazer isso é pouco provável que o façam, as consequências seriam terríveis!

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      Não é tão improvável. Basta uma das superpotências ser suspeita de estar muito mais perto de desenvolver um meio de anular a ameaça do arsenal das outras para que muitos dedos comecem a coçar. Isso aconteceu quando os EUA anunciaram o programa Guerra nas Estrelas. A idéia de que uma superpotência se torne também invulnerável ameaça a segurança proporcionada pela Destruição Mútua Assegurada. o Guerra Nas Estrelas na minha opinião é o caminho errado porque não existem “territórios” no espaço onde você possa colocar armas e ser capaz de defendê-las. Uma defesa que possa operar inteiramente dentro do território da nação é muito mais barata e tem muito mais chances de funcionar.

      O problema é complicadíssimo mas fácil de resumir: basta uma tecnologia que possa localizar e desabilitar/destruir mísseis balísticos enquanto ainda no ar, criando um “escudo” em torno da nação. Certamente todas as superpotências estão trabalhando em soluções para o problema.

      Isso pode não acontecer durante nossa geração, mas vai se tornando menos improvável com o passar das décadas.

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      A simples possibilidade de destruir quase toda a infraestrutura de um país inteiro é quase a mesma coisa que uma ataque nuclear, mas com menos mortes diretas.

      Sim, uma das estimativas que li aponta para 90% da população de um país desenvolvido morrer de fome em alguns meses após a destruição da infraestrutura. Sem eletricidade mesmo a capacidade de produzir combustível é limitada e sem colheita mecanizada não é possível alimentar os milhões de pessoas nos centros urbanos. Mas isso não é o pior. Uma pessoa pode ficar semanas sem comer mas sem água potável estará morta em quatro dias. E o fornecimento de água potável nos centros urbanos depende de eletricidade.

      Eu tenho uma razoável certeza de que nenhuma cidade grande do Brasil tem planos de contingência para um blackout prolongado. Imagine os 2.6 milhões da população aí de Salvador brigando por espaço ao redor dos rios da cidade.

      • Jefferson - 6.622 Comentários

        E sempre tendo em mente o que nos ensina The Walking Dead: O maior inimigo não é a catástrofe, mas a anarquia resultante.

      • intruder_a6 - 194 Comentários

        Os lugares mais pobres talvez se virem melhor sem infraestrutura que os mais ricos, quem não tem quase nada já está preparado para sobreviver se a situação ficar pior, mas nós estaremos realmente na merda. E Salvador não tem mais muita água que se possa usar sem tratamento sem se ficar doente, aqui seria uma desgraceira! Acho que Recife talvez não fique numa boa situação, ai chove muito menos, as chuvas aqui nos ajudariam a não morrer de sede.

  • intruder_a6 - 194 Comentários

    Acho difícil que algum lado consiga uma vantagem que anule as armas do outro lado, as armas também evoluem, ninguém está parado. Mas talvez o risco maior seja o fim do império americano, quando a China e a Rússia conseguirem mudar o padrão dos contratos de compra de petróleo para o Yuan e o Rubro lastreados em ouro (eles tem muito ouro para lastrear as moedas e a China já é o maior comprador de petróleo do mundo), será o inicio do fim do padrão dólar. Os EUA não conseguem manter um gigantesco e permanente deficit se o dólar deixar de ser a moeda de referência, a economia afunda junto com o dólar (se eles não mais puderem emitir dólar sem limite) e o império desmorona junto, é nesse momento que pode surgir um desesperado e faça alguma grande besteira. Com o enorme poderio militar e os EUA entrando numa crise pior que a de 1929 nunca se sabe o que pode sair disso…

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Game of Thrones, resumido por Samuel L. Jackson

Esse vídeo é de 2016, mas só conheci ontem. Samuel L. Jackson é famoso por ser mais divertido que ofensivo ao usar palavrões e provavelmente por isso a narração está cheia deles.

É muito engraçado. Gostaria de ouvir mais narrações de SLJ!

Vídeo oficial

Versão legendada

Nem procurei versão dublada. Dublar Samuel L. Jackson sendo desbocado está perto de ser heresia.

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Android: Alerta para quem tem DVR que usa a app Viewcam

As versões atuais da app Viewcam do desenvolvedor Camdev, que por alguma razão agora se chama “Viewcan” (“n” no lugar de “m”), incluindo a última versão de 5 de janeiro de 2018, não funcionam. Você precisa reverter para a versão 1.4.9 de 2014 para que a app pare de fechar abruptamente segundos após iniciar.

Isso afeta especificamente DVRs fora de linha da TRX série 72.  A empresa em seu site age como se essa linha nunca tivesse existido. Aliás, a TRX parece abandonar todos os produtos que deixou de vender.

Outro dia eu colocarei online minha cópia que obtive em um aparelho android que não havia sido atualizado e aproveitarei para colocar online o conteúdo do CD original, com os manuais e o instalador do cliente para Windows/IE.

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Windows travando entre 10 e 15 minutos após login

Windows XP. A queixa do cliente era de que não conseguia enviar email pelo outlook.com apesar de conseguir ler e que não conseguia imprimir mais que três documentos locais quaisquer. Assim que cheguei o computador estava ligado mas com o Windows inoperante. Não respondia ao teclado nem a cliques do mouse. Após reiniciar, no meu primeiro teste eu consegui tanto enviar email quanto fazer impressões normalmente mas depois de algum tempo de uso o Explorer travou. A primeira coisa que fiz após reiniciar foi eliminar o malware da GAS que estava instalado na máquina, mas não surtiu efeito. O Explorer travava aparentemente de forma aleatória.

Levei mais de uma hora e meia para perceber o padrão. Era o tempo. Após pouco mais de 10 minutos a internet era bloqueada (daí a impossibilidade de enviar email), pouco tempo depois a barra de tarefas congelava e logo você não conseguia fazer mais nada no computador. Apenas apertar o botão de reset resolvia, por mais 10 minutos.

Três horas depois de começar o serviço eu aparentemente cheguei ao culpado. O problema parece ter sumido depois de ter desinstalado o Avast Internet Security. Até o acesso ao youtube, que estava funcionando aos trancos, ficou normal.  Em retrospecto, eu deveria ter começado por ele logo quando percebi que o acesso à internet estava sendo bloqueado, mas os travamentos que ocorriam logo em seguida me colocaram no caminho errado.

 

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Análise da luminária de emergência LED ReneSola DC:1710

Eu comprei cinco unidades dessa luminária porque estavam em promoção por um preço tentador: apenas R$10 cada. Metade do preço normal na loja.

O produto é bem feito. Tanto a embalagem quanto a luminária tem uma aparência de construção profissional e segundo o site do fabricante este tem escritórios em pelo menos 16 países.  Mas apesar disso o site é muito pobre em informações e se depender dele a luminária é falsa porque não existe uma luminária de emergência sequer listada.

Contrastando com a falta de informação no site, no produto até que vem bastante. Boa parte da embalagem é coberta com informações e o manual tirou a maioria das minhas dúvidas.

Como o site não tem nada, eu passei o manual no scanner. Note que eu só vou repetir o que está escrito no manual se for algo que eu queira comentar.

Especificações do fabricante:

  • Fluxo luminoso: 70 a 120 lumens (selecionado por chave)
  • Tensão: 100 a 240V
  • Potência: 2W (não está claro o que significa);
  • Autonomia: 2.5 a 5h (selecionado por chave)
  • Temperatura de cor: 6500K (branco frio)

No fundo da luminária temos mais informações

O fabricante insiste no número de LEDs: 30, mas isso é largamente irrelevante pois o tipo de LED faz muita diferença e só é possível dizer que “mais LEDs = melhor” entre duas luminárias que usem o mesmo modelo. Entretanto eu entendo que é assim que funciona a cabeça do comprador médio e se um fabricante colocar menos LEDs de maior eficiência vai perder mercado. Pelo menos até esse tipo de produto ter certificação compulsória do Inmetro.

[hide]Ora, considerando que a bateria seja de 800mAh, isso significa que para durar as estimadas 2.5h a 120 lumens a bateria precisa fornecer continuamente 800/2.5=320mA. Multiplicando por 3.7V temos 1.2W. Isso parece suspeito porque dá uma eficiência de 120/1.2=100 lumens/W. Para comparação, a lâmpada OSRAM LED Superstar Classic A de 5.5W especifica um fluxo luminoso de 470 lumens (85,4lm/W).

Mais adiante eu voltarei a esse assunto. [/hide]

Por dentro

Uma luminária de emergência é algo muito simples. Essencialmente é constituída pelos seguintes blocos:

  • Painel iluminador – que hoje é quase sempre de LED;
  • Driver do painel – que faz a transformação necessária na tensão e corrente da bateria no necessário para acender o painel;
  • Bateria – que em modelos grandes costuma ser de chumbo-ácido mas nesse caso é Li-ion;
  • Circuito carregador da bateria – quanto mais eficiente o painel iluminador, mais simples é esse circuito;
  • Circuito que inibe o funcionamento da luminária enquanto houver energia na tomada.

A luminária pode ser aberta com facilidade passando um cartão de crédito entre o módulo de LED e o corpo da luminária.

Note que ao contrário do que está escrito do lado de fora da luminária a bateria parece ser de 1000mA/h. [hide]Usando esse novo valor nos cálculos temos que para durar as estimadas 2.5h a 120 lumens a bateria precisa fornecer continuamente 1000/2.5=400mA. Multiplicando por 3.7V temos 1.48W. Isso dá uma eficiência um pouco mais fácil de acreditar de 120/1.48=81 lumens/W. [/hide]

O fato de ser uma 18650 me animou pois fica muito fácil substituir caso ela se estrague ou se eu quiser mais autonomia.

As duas abas de fixação são encaixadas e podem ser removidas com facilidade, permitindo a passagem de fios pelas extremidades sem danificar a luminária:

O módulo de LEDs é bem fino e plano podendo ser aproveitado numa instalação com bateria central ignorando o restante da luminária:

Os 30 LEDs são ligados em paralelo, mas a placa é organizada de forma que você poderia dividir facilmente em pelo menos dois grupos de 15 LEDs:

Análise do circuito

Eu não tive saco para refazer o esquema no EAGLE, por isso vocês vão ter que se contentar com uma cópia digitalizada do meu rascunho, com algumas edições:

A tensão no módulo de LEDs é de aproximadamente 2.8V no modo min e 2.9V no modo max.

A fonte é do tipo sem transformador o que significa que todo o circuito, incluindo a bateria, pode dar choque.

Note que falta o resistor/NTC limitador de corrente de surto em série com o capacitor de entrada e provavelmente é por isso que centelha ao plugar, mas pelo menos foi incluído o resistor bleeder (330K) para evitar choques ao tocar no plug.

Note também que o botão de teste coloca em curto o lado CC da alimentação. Como se trata de uma fonte sem transformador isso não é um problema porque a corrente máxima possível ainda está abaixo da capacidade de curto dos componentes, fios e trilhas mas eu gostaria de saber por que o projetista decidiu fazer assim em vez de simplesmente abrir o circuito logo antes do LED. Seria falta de confiança em um botão do tipo normalmente fechado?

Como o manual especifica que a luminária precisa de 24h para recarregar em 220V a corrente de carga deve ser de 1000mAh/24=42mA. O capacitor de 1uF proporciona uma reatância de 2653 ohms em 60Hz o que resulta em uma corrente máxima de 83mA em 220V. Ou seja: parece que o tempo de carga poderia ser até um pouco inferior ao especificado no manual (você não pode usar toda a corrente em uma fonte sem transformador).

As correntes indicadas no desenho para as posições min e max da chave foram medidas com multímetro diretamente na bateria. Com uma corrente máxima de 242mA e 30LEDs temos uma corrente máxima por LED de apenas 8mA quando tipicamente o máximo que esses LEDs suportam é 3x isso. Com uma tensão máxima de 2.9V no módulo isso dá 0,7W no mesmo.

Aparentemente é possível aumentar ou diminuir a corrente nos LEDs (impactando a autonomia) simplesmente mexendo nos valores dos resistores de 2k2 e 2k7. Aumentar a autonomia pela redução da corrente é seguro, mas ir pelo caminho inverso requer levar em conta a máxima capacidade do transistor SS8550 e dos LEDs sem dissipadores de calor.

O diodo que rotulei de “inibidor” mantém os LEDs apagados enquanto houver energia vindo da tomada.

Consumo de energia

Não está claro o que o fabricante quer dizer com “Potência: 2W”. Ele se refere à potência total dos LEDs? Ao consumo de energia quando está carregando a bateria? Na medição que fiz com um dos meus medidores de maior resolução o consumo da luminária supostamente completamente carregada ficou em 0.66W. O consumo mensal das cinco luminárias fica então em 2376W/h ou menos de R$2 a mais na conta de luz.

Mas a luminária produz ou não 120 lumens?

Eu só tenho como medir isso indiretamente, por comparação e usando um luxímetro. Como fonte de comparação eu usei uma lâmpada OSRAM de 470 lumens (supostamente certificado pelo Inmetro) e duas luminárias somando supostos 240 lumens instaladas no mesmo local.

Medindo em um determinado ponto fixo diretamente à frente:

  • Lâmpada: 132 lux
  • Luminárias: 77 lux (max) e 45 lux (min)

Como se pode ver confere. Meu arranjo de luminárias proporcionou metade da iluminação da lâmpada, o que sugere que cada luminária produz realmente 120 lumens ou algo bem próximo disso.

24 comentários
  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Minutos depois de publicar esse post eu descobri que o amigo José Carneiro tem algumas luminárias externamente idênticas, mas com o nome Segurimax. É possível que existam ainda outras marcas.

    • VR5 - 397 Comentários

      Quase 100% de certeza que a maioria procede do mesmo fabricante chinês (ou outro asiático) e eles simplesmente importam e embalam com sua marca…

    • Carlos Delfino - 3 Comentários

      Quase todas as lâmpadas de emergência de procedência chinesa são iguais.
      A china tem uma cultura interessante de produção destes produtos de uso comum, são dezenas se não centenas de fabriquetas produzindo produtos semelhantes, o que muda é a qualidade.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Por 10 reais é realmente tentador demais, mesmo que fosse uma chinesa bem mal feita ainda estaria bastante barato. Se eu encontrasse uma destas por este preço também compraria algumas!

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      A luminária da Elgin que é bem parecida (não é igual, a tomada é destacável) custa apenas R$12 no ML.

      Se você não é como eu (não pode ou quer aproveitar as peças) eu não recomendo comprar qualquer luminária em quantidade só porque custa R$10. Algumas são bem mal projetadas. Estou com uma na bancada da NEOTRON cuja análise deve sair neste fim de semana que na existência da ReneSola por R$10, eu só compraria se custasse R$5 e ainda assim para desmanchar.

  • Sidmar - 21 Comentários

    Na primeira imagem com a tampa aberta, porque ela parece consideravelmente menor do que a base?

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      É uma ilusão de óptica provocada pelo tamanho do sensor da câmera e pela sua posição em relação à luminária no momento da foto. Se olhar com cuidado vai notar que a tampa tem o mesmo tamanho que o fundo da base. Mas o corpo da luminária parece se inclinar para fora (uma distorção) daí a ilusão. Se a tampa tivesse a mesma profundidade da base elas apareceriam com o mesmo tamanho.

      Para evitar esse tipo de ilusão é preciso tirar a foto tão longe quanto possível do objeto, mas no tipo de trabalho de detalhe que faço isso é problemático e eu costumo preferir a distorção.

      • Jefferson - 6.622 Comentários

        Para evitar esse tipo de ilusão é preciso tirar a foto tão longe quanto possível do objeto

        Eu exagerei. A partir de cerca de meio metro o tamanho reduzido do sensor da câmera já não provoca mais distorção perceptível para um objeto deste tamanho. Mas meio metro já é muito quando você quer preservar detalhes. O objeto aparece pequeno lá no meio da foto.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Estou testando a autonomia da luminária e surpreso com o resultado. Ligada na posição max, ela já está acesa há 13h30!

    Não com o brilho máximo, claro. Tenha em mente que na posição max o fabricante promete apenas 2h30. Até 1h26 minha medição com o luxímetro ainda indicava uma redução pequena no brilho. Em algum momento depois disso (eu me ausentei) o brilho caiu bastante mas até agora, 13h depois de iniciado o teste, ainda é o bastante para você achar o caminho em um aposento pequeno.

    No início do teste o luximetro pousado diretamente sobre a luminária acusava 1500lux. Agora são parcos 45lux. Se eu não estiver esquecendo algo, somente os 1500lux “desperdiçados” na primeira 1h30 já dariam mais 45h de autonomia nessa luminosidade.

    Ao analisar o circuito eu achei que o fato do driver dos LEDs não aparentar ser de corrente constante iria ser um problema mas agora acho que é uma virtude. Se fosse de corrente constante provavelmente a luminária teria suportado as 2h30 no brilho máximo e então desligado, completamente exaurida. Mas o papel de uma luminária de emergência não é permitir que você leia um romance enquanto está faltando luz e sim proporcionar alguma segurança enquanto você se move pelo ambiente. Aqui em casa os piores pontos são os banheiros pois quando falta energia durante o banho à noite você não consegue enxergar um palmo à frente do nariz, mas acordar à noite em qualquer um dos quartos durante uma falta de energia também cria uma situação incômoda/perigosa até conseguir achar uma das muitas lanternas ou o celular.

    As luminárias que já instalei na casa sequer estão ajustadas para a posição max, porque eu preferia as anunciadas 5h de autonomia da posição min. Eu fiz o teste na posição max porque esperava assim gastar menos tempo monitorando.

    Estou muito satisfeito até agora.

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      A luminária está acesa há 18h e a luminosidade está no limite de utilidade, meu teste indicando algo como 20lux. Notar que como meu teste é feito com o luxímetro encostado esses valores devem ser o de um único LED.

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      Após 19h ainda com a luminária acesa, decidi medir a tensão na bateria: 2.4V. Raios… a tensão mínima segura é de 2.75V. Eu esperava que o circuito desligasse automaticamente abaixo de 2.8V. Esse meu experimento pode ter danificado a bateria. Frak!

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Após 17h de carga em 220V a tensão está em 4.12V. Ou seja: já está pronta para operar. Mas vou esperar para ver se alcança 4.2V.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Esta luminária custa R$13 no Atacado dos Presentes de Recife

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    A luminária está por R$9,90 na Tupan de Afogados.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    tive outra surpresa positiva com essa luminária hoje. Desde fevereiro de 2018 eu tinha seis unidades guardadas carregadas em uma gaveta. Fui testar hoje e cinco delas acenderam!

    As baterias seguraram a carga por dois anos e seis meses!

    Eu não testei o quanto de carga ainda há nelas mas só o fato de haver alguma carga já é um ponto positivo em um produto de tão baixo custo.

    Quanto à luminária que não acendeu, sempre é possível que eu tenha guardado ligada. Percebi que é para evitar que o botão se mova para a posição ligado ao empurrar a luminária na caixa que este é preso na posição central com uma fita adesiva.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Rodrigo Feliciano, do blog Pakéquis, analisou uma luminária em 2017 que é idêntica por dentro.

  • Carlos Delfino - 3 Comentários

    Eu tenho várias aqui queimadas, todas o Resistor R1 está torrado, mas há mais componentes danificados, pois já troquei uma vez e ele queima imediatamente, vou tirar um tempo para analisar melhor o que pode ser.

  • Carlos Delfino - 3 Comentários

    O Resistor de 330k, em paralelo com o capacitor logo na entrada do circuito.
    na maioria dos circuitos que olhei ele é identificado como R1.

  • helton - 1 Comentário

    bomdia depos que acaba a vida util da bateria nao pode trocar por outra bateria ou e descartavel a luminaria

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Gostei muito de Stranger Things

Na verdade a primeira temporada eu adorei. Da segunda eu só “gostei” por isso o “gostei muito” é uma média. :lol:

Os atores que interpretam as crianças são incríveis. Li em algum lugar (não consegui encontrar de novo) que as audições incluíram 600 crianças para preencher os quatro papéis masculinos e 300 para o papel de Eleven.  E que Millie Bobby Brown só pegou o papel porque não passou no teste para X-23 (eu bem que achei enquanto assistia que ela teria servido para esse papel também), perdendo para a incrível Dafne Keen.

Mas também gostei dos atores adultos. Winona Ryder estava extremamente convincente na primeira temporada e David Harbour (que eu não conhecia) como  o xerife não ficou muito atrás. Gostei também da direção e da música.

Do que não gostei

  • A interação entre Will no universo sombrio e as luzes de sua casa no nosso universo não foi adequadamente explicada;
  • Na primeira temporada o que mais me incomodou foi como o xerife decidiu bancar o exército de um homem só e se safou. E ficou ainda pior na segunda onde ele se meteu voluntariamente numa roubada onde inicialmente eu achei que ele era muito corajoso mas depois concluí que era muito estúpido;
  • A representação do universo paralelo não me convence. Seria melhor se pelo menos excluíssem todos os veículos ou se estes aparecessem se movendo também, com ocupantes em tudo;
  • No episódio onde Eleven encontra Eight eu não consegui gostar de praticamente nenhum dos personagens.
  • Os roteiristas incluírem aquele papo sobre BASIC e um “hack” patético (S02E08) em uma série cheia de cultura nerd foi de ranger os dentes;
  • Eu gostei muito de Dustin na primeira temporada por isso ver ele se comportar duas vezes como uma criança estúpida na segunda foi muito incômodo.

10 comentários
  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Um opinião impopular: Eu não achei o pai de Billy “abusivo” que é como ele é descrito em toda parte. Talvez ele seja mas na única cena em que ele aparece eu vejo apenas um pai muito severo (talvez ex militar), na década de 80, repreendendo severamente (S02E08) seu filho de 17 anos (meu palpite) que evidentemente precisa mesmo que alguém o coloque na linha, por ter sido incumbido de cuidar de sua meia-irmã mais nova e ter falhado miseravelmente nisso.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Outro problema com a segunda temporada. Em um momento as crianças descobrem que não existe apenas um mas uma meia dúzia de demodogs e fica evidente que eles não podem lidar com os monstros (S02E06). Quando os monstros vão embora por motivo desconhecido eles aparecem no momento seguinte andando tranqüilamente, ainda à noite (S02E07), pela linha férrea, como se eles tivessem a certeza de que os monstros estavam mortos ou se eles tivessem sido atacados apenas por algumas galinhas raivosas.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Problema na primeira temporada: Nanci deveria ter recuado ao entrar no buraco daquela arvore (S01E05) e ter saído em um lugar completamente diferente. Ela achou que estava no País das Maravilhas?

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Em S01E06, quando Mike se coloca à beira do precipício, a câmera mostra claramente que o que existe diretamente abaixo dele não é água. Ele pode ou não saber que uma queda daquela altura na água é fatal mas certamente sabe que nas pedras é, mas em vez de pegar impulso e se jogar ele dá apenas um passo no vazio. E eu também não gostei da forma como o salvamento ocorreu.

    Para mim a cena teria sido melhor se ou a câmera não tivesse mostrado as pedras ou ele tivesse se jogado e Elevem tivesse feito ele voltar como se estivesse preso por um elástico.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    aaahh… Eleven sem cabelo passava muito mais emoção para o personagem. Ela ficou “bonitinha” demais na segunda temporada.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Como é que a mãe de Will não percebeu (S01E01) que estava faltando a arma no barracão e/ou que esta havia sido retirada e carregada? E por falar nisso, deve ser muito bom morar em uma cidade onde você pode deixar sua arma e as balas expostos num barracão destrancado do lado de fora de sua casa que não tem muros.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    O retorno de Will à vida foi muito sem graça. Eu gostaria de ter visto uma cena como a do final de Flightplan.

    E não ficou esclarecido (sequer tentaram) por que Will não foi devorado quando foi finalmente apanhado na dimensão paralela.

    E por falar em devorado, por que Bob foi devorado por quatro demodogs? Não é que faltasse comida no laboratório àquela altura.

  • Jefferson - 6.622 Comentários

    Em S01E07 não ficou claro como Lucas conseguiu usar o Walkie Talkie enquanto as duas mãos estavam na bicicleta. Estava convincente até ele responder a Mike.

    • Luciano - 493 Comentários

      Essa eu posso meio que chutar, embora não assisti, mas walkie talkie pode ter um recurso chamado de VOX, que aciona a transmissão apenas quando você fala. Tá… pro publico leigo é WTF, mas… não é tããão estranho assim pra quem é radioamador. :)

      • Jefferson - 6.622 Comentários

        Eu não sou radioamador mas não sou tão leigo assim. Eu sei o que é VOX e por isso eu não falei nada sobre outro garoto, o Dustin, que é o único a conversar no rádio com um headset, sem usar as mãos. Todos os outros sempre usam (ou parecem usar) o PTT para falar, incluindo o Lucas (exceto nessa cena).

        O diretor poderia argumentar que o rádio de Lucas também tem VOX e que este funciona muito bem sem headset, mas isso não explica por que o VOX de um aparelho da década de 80, do tamanho de um sapato, funciona tão bem com o garoto na rua, pedalando freneticamente e berrando para o rádio amarrado no guidão (custa-me crer que um aparelho tão velho tenha a tecnologia para ignorar o som do próprio alto-falante) mas nunca é usado quando ele está sozinho em casa num ambiente silencioso.

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Blade Runner 2049 é o melhor filme que vi no último ano

É do tipo que eu mais gosto: o que mesmo sem ser pretensioso faz você pensar e te obriga a prestar atenção senão você perde alguma coisa.

Eu me surpreendi ao reconhecer Gaff idoso e depois notar sua semelhança com Edward James Olmos. Fiquei mas espantado ainda ao descobrir que o mesmo ator fez o papel em 1982. Eu nunca notara qualquer semelhança entre Gaff e o Comandante Adama.

3 comentários
  • Jefferson - 6.622 Comentários

    No filme original o tema da escravidão quase não era notado por causa da ênfase no fato de que Deckard caçava seres perigosos. O filme já começa com um dos replicantes matando um humano violentamente e pelo que me recordo o ponto de vista da estória é basicamente o dos humanos. Já BR2049 é praticamente do ponto de vista dos replicantes e o tema da escravidão é explicito. Até quando Wallace chama suas criações de “anjos” isso parece ter uma ambiguidade proposital. No início você pensa que ele as chama assim por serem mulheres lindas ou algo assim, mas quando você se dá conta de que ele almeja ser (ou superar) Deus, fica claro o duplo sentido. Afinal anjos não são “escravos” também?

  • VR5 - 397 Comentários

    Assisti entre ontem e hoje: realmente muito bom. Apenas acho que o personagem de Gosling (K) deveria ter um pouco mais de emoção… sei que foi proposital, mas ele ficou “sisudo” demais no filme. No mais ele retratou magistralmente o mundo tecnológico, mas ao mesmo tempo “retrô” e decadente que a humanidade se transformou… um mundo onde paradoxalmente a personagem mais “humana” é justamente uma IA holográfica (Joi)… e viu que bacana a recriação digital de Rachel (Sean Young)?

    • Jefferson - 6.622 Comentários

      Apenas acho que o personagem de Gosling (K) deveria ter um pouco mais de emoção… sei que foi proposital, mas ele ficou “sisudo” demais no filme.

      Eu não me incomodei porque acho apropriado. Nesse universo emoção é algo praticamente restrito aos replicantes ilegais.

      Note que no Blade Runner original Rachel era supostamente o único replicante “legal” que vimos em todo o filme e sua falta de emoção também era de um contraste claro com os replicantes ilegais.

      e viu que bacana a recriação digital de Rachel (Sean Young)?

      Certamente foi melhor que a da Princesa Leia e aquela coisa grotesca que fizeram com Tarkin em Rogue One. Mas note que a falta de emoção de Rachel ajuda.

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