 Jefferson,  08 de maio de 2017, Eu tenho esse problema já há algum tempo e só agora fiquei de saco cheio o bastante para parar o que estava fazendo e resolver. Boa parte dos roteadores/Acces Points exibe uma lista dos dispositivos conectados, mas apenas na forma do endereço MAC, obrigando você a consultar uma tabela sua para conferir se você conhece mesmo cada um deles. Ainda não vi nenhum modelo onde você pudesse associar um “apelido” para ser exibido no lugar do MAC.
Isso pode ser resolvido satisfatoriamente se você usar para visualização dessas listas o Google Chrome com a extensão Word Replacer II.
É assim que a lista se parece normalmente em um roteador TP-LINK

E o que aparece agora que instalei e configurei a extensão:

Eu decidi colocar as “traduções” entre “!_” e “_!” como um sinal para mim de que o que estou vendo é uma substituição automática e não o texto original. Eu suponho que o uso do Word Replacer possa criar algum problema eventualmente quando você realmente precisar ter na página o texto original, mas para resolver isso basta usar outro navegador 
Configurar é muito simples. Basta copiar o texto a substituir, colar na página de configuração da extensão e acrescentar sua “tradução”.
Agora eu vou começar a configurar isso para os clientes. O uso indevido e não autorizado da rede é um problema crescente.
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 Jefferson,  30 de abril de 2017, malware, manutenção, Redes O primeiro sintoma desse problema é o aparecimento de uma barra chamada “secure search” mesmo na versão em português do Google Chrome.

Em seguida diversos redirecionamentos começam a surgir. Abas que você já tinha aberto “se transformam” em outras coisas. Cliques que você dá abrem mais de uma página, etc.
Eu comecei acreditando que era um malware, mas depois de todas as minhas tentativas manuais e automáticas de achá-lo fracassarem eu dei uma olhada na definição de proxy do Windows e lá estava o problema: havia uma definição de script de configuração automática apontando para um tal de no-stop.org. Após remover essa configuração o problema sumiu.
Eu não estava 100% certo de que o problema havia sido realmente resolvido ou o malware estava “descansando” para rir da minha cara depois, por isso fiz mais tarde uma pesquisa incluindo “proxy” e encontrei outra pessoa com a mesma solução. O que para mim confirma que é isso mesmo. Apesar da configuração maliciosa de um proxy não ser algo incomum, eu não desconfiei mais rápido disso porque a navegação estava rápida e em meus últimos problemas desse tipo a navegação ficava lenta e errática. Mas o tal no-stop.org se apresenta como um serviço “legítimo” de alta capacidade que tem a intenção de permitir passar por cima de bloqueios de empresas e países a determinados sites. Coincidentemente ou não eu encontrei o problema no computador de uma empresa.
Se você não sabe como se limpa a definição de proxy, siga as figuras na página indicada. Você deve apagar o campo onde aparece “no-stop.org” e desmarcar as duas caixas de seleção.
É importante lembrar que essa definição de proxy também afeta o Internet Explorer.
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 Jefferson,  28 de abril de 2017, manutenção
- Tempo para resolver: 30s
- Tempo perdido com as frescuras e limitações do windows 8: 3h
A julgar pelo comportamento geral da máquina, eu tinha uma razoável certeza de que esta estava terminando o processo de boot e parando na tela de login (que no jargão do Windows 8 é a “lock screen”) e o problema é que eu não estava vendo a tela. Deveriam ser duas: a do wallpaper com a hora primeiro e ao clicar ou teclar qualquer coisa a segunda com o campo para digitar a senha. Nenhuma das duas aparecia. O HDD mostrava uma atividade normal e pouco depois de mostrar o ponteiro do mouse a atividade parava. Digitar algo às cegas como se fosse a senha e dar ENTER fazia o HDD reagir. Apertar brevemente o botão físico de desligar também fazia a máquina fazer todo o processo de desligamento. Infelizmente era madrugada e eu não tinha a senha do cliente, digitá-la às cegas poderia ter sido bastante esclarecedor.
Para confirmar minha teoria sem a senha eu decidi clicar loucamente o mouse na região onde fica o ícone de desligar na tela de login (canto inferior direito da tela) tentando disparar alguma das opões de desligamento. E também deu certo. Uma vez eu consegui fazer a máquina desligar e outra vez consegui fazer reiniciar.
Eu supus inicialmente que o problema fosse no driver de vídeo. Mais tarde conclui que não poderia ser, porque o ponteiro do mouse aparecia, mas todo o meu empenho ficou direcionado a tentar de alguma forma substitui-lo. O danado é que a partir do Windows 8 a MS complicou demais coisas simples como entrar no Modo de Segurança.
Quando o computador é especialmente preparado de fábrica para o Windows 8.1, existe uma opção extra de inicialização dada pelo BIOS/UEFI que permite chamar o novo menu de inicialização do Windows 8. Mas sem essa opção extra conseguir entrar no menu é um exercício de paciência. Os problemas são muitos. Pelo menos dois caminhos deveriam estar disponíveis:
- Teclar F8 ou SHIFT+F8 – Mas por causa das mudanças feitas para acelerar o boot do Windows, isso raramente funciona. Eu testei uma dúzia de vezes e funcionou uma. Nesta vez eu consegui entrar no Modo de Segurança que o problema se manifestava da mesma forma nesse modo.
- Dar boot pelo DVD de instalação ou uma unidade de recuperação USB – Minha experiência é que se você não tiver exatamente a mesma versão do Windows usada para instalar, não dá certo. Com o DVD errado eu esbarrei nos seguintes problemas:
- A restauração do sistema dava uma mensagem bizarra de que eu tinha que escolher qual o Windows e tentar de novo;
- Não aparecia a opção que permitia exibir o menu de inicialização a partir do qual se podia entrar no Modo de Segurança;
- A opção “corrigir problemas de inicialização” acusava não ter encontrado nenhum problema, mas eu descobri depois que havia um, sim.
Quando finalmente eu consegui o DVD correto eu tentei novamente a Restauração do Sistema e a mensagem foi outra. Desta vez me disse que não havia ponto de restauração disponível. Tentei a opção de corrigir problemas de inicialização só por desencargo/descargo de consciência e aí rodou automaticamente o chkdsk (não rodou quando usei o disco errado). Não passou nem 30s nisso, reiniciou automaticamente e o problema foi resolvido.
Meu melhor palpite agora é que algum elemento da GUI (uma DLL, provavelmente) essencial para exibição da tela de login estava corrompido e ao passar o chkdsk o arquivo foi consertado.
Existe um prolema similar em que os ícones aparecem na lock screen, como este. Não é o meu caso. Apenas o ponteiro do mouse aparecia. Não tive a oportunidade de testar se, como sugerido na página, os utilitários SFC e DISM poderiam ter resolvido o problema.
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 Jefferson,  26 de abril de 2017, WTF Não apenas no quarto, mas no banheiro ou qualquer lugar onde você troque de roupa. E você vai pagar pelo privilégio.
Segundo o porta voz da companhia, as imagens e vídeos serão “guardadas com segurança” nos servidores de nuvem da Amazon e na app que controla o aparelho indefinidamente, até que o usuário as delete.
Não dá para ser original diante desse tipo de coisa e vou ter que repetir a mesma pergunta que qualquer pessoa sã faria:
“Grande idéia! O que poderia dar errado?”
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 Jefferson,  26 de abril de 2017, Segurança O problema é muito bem explicado por Randall Munroe:

Um resumo, já que não dá (ou dá?) para passar uma imagem no Google Translator: o personagem “black hat” diz que a complexidade de uma senha é raramente relevante e o real perigo está em sua reutilização. Ele explica que hospeda um monte de serviços gratuitos na internet que não dão lucro justamente para se aproveitar do hábito largamente disseminado de usar a mesma senha para tudo. E agora tem algumas centenas de milhares de identidades “reais” em algumas dúzias de serviços e ninguém suspeita de nada.
A senha que você usa para ver por onde andam seus bagulhos no Muambator é a mesma que você usa pro seu email ou, pior, pro banco? Bem…
Não que eu queira dizer que por trás do Mumbator (é só um exemplo de serviço “inofensivo”) tenha gente querendo pegar suas senhas. Mas o que “black hat” diz ter feito é algo bastante provável de estar acontecendo neste momento e além disso todo serviço inofensivo justamente é o que tem maior probabilidade de ser vulnerável a ataques. O admin pensa: não há nada de valioso aqui, por que alguém tentaria uma invasão?
Para coletar uma grande lista de emails e respectivas senhas para testar em um alvo não tão inofensivo.
No mínimo as pessoas deveriam usar uma senha para serviços inofensivos e outra para serviços importantes. Esse é realmente o mínimo, mas não é isso que tenho visto.
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 Jefferson,  26 de abril de 2017, Redes, Segurança Ou a pior melhor solução, você decide.
Brickerbot, a botnet de malware criada especificamente para destruir todo dispositivo inseguro que encontrar na internet continua firme e forte. DVRs, NVRs, cameras, modems (principalmente) e todo tipo de geringonça bizarra que só Deus sabe por que tem uma conexão direta com a internet estão caindo como mosquitos na raquete eletrificada. O hacker que criou o malware sugere que já desconectou “permanentemente” dois milhões de dispositivos.
Se algum dispositivo de rede seu “morrer” nos próximos dias, semanas ou meses, o problema pode ser esse: era inseguro, um potencial soldado em uma rede de cybercrime e por isso teve seu firmware corrompido remotamente. Se não quer que isso aconteça, pelo menos mude aquelas senhas default que você já deveria ter mudado há muito tempo, não exponha seu dispositivo à internet sem necessidade, principalmente em portas óbvias como a 80, 8080, 21, 23, etc. E sobretudo não coloque nada em uma DMZ que vá lhe fazer falta. É bom ressaltar que eu sei que não sou esperto o bastante para garantir que não serei afetado.
Embora eu lamente o prejuízo que isso causa para os consumidores, não parecia haver outra solução para a crescente e espantosa ameaça das botnets de IoT. Os fabricantes e provedores estão de braços cruzados, fingindo que o problema não existe e esperando que desapareça sozinho. Não vai. Ou vai, graças à pior melhor solução que estava disponível. Eu só posso desejar que boa parte dos dispositivos danificados esteja na garantia e isso dê um enorme prejuízo para os fabricantes que os faça levantar a bunda da cadeira.
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 Jefferson,  25 de abril de 2017, fanfiction, leitura Vou começar com o sumário fornecido pelo autor:
Universo Alternativo, Viagem no Tempo. Snape volta no tempo com o conhecimento do que acontecerá se ele falhar. Não mais guardando rancor, ele busca moldar Harry no maior bruxo de todos os tempos, começando pelo dia em que Hagrid levou Harry para o Beco Diagonal.
Neste futuro alternativo Voldemort venceu a guerra. Um a um todos os soldados da luz morreram. Harry por volta dos seus 19 anos é um bruxo poderoso e grande amigo de Snape, mas isso aconteceu tarde demais para que Harry desenvolvesse todo o seu potencial. Quando só restavam os dois, Harry sacrifica sua vida em um ritual poderoso que envia a alma de Snape para seu corpo de uma década atrás (como em O Efeito Borboleta) com a missão de incentivar e proteger Harry desde o início.
A premissa é boa e foi conduzida muito bem nos primeiros capítulos mas depois o autor se perdeu, os personagens (principalmente do lado de Draco, Sonserina e as famílias “puro sangue”) começaram a ter atitudes que não faziam sentido, o autor inventou uma doideira misturando o curandeirismo bruxo com a medicina trouxa e mesmo sem ser médico dedicava looongos parágrafos a explicações sobre curas improváveis, etc.
Acabou terminando bem, mas foram 560 paginas cansativas. Apesar de ser uma das obras de fanfiction mais populares e ter ganho prêmios, não posso recomendar.
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 Jefferson,  25 de abril de 2017, Segurança Para quem não conhece, o ammyy é um programa de administração remota que pelo menos aqui pelas minhas bandas parece bem popular. Popular até demais. Ele tem umas características que aparentemente o tornaram bastante usado por quem distribui malware e/ou em golpes de falso suporte porque é normal os antivírus implicarem com ele.
Hoje mesmo eu executei o ammyy no computador de um cliente e imediatamente apareceu na tela um pedido de acesso remoto. Eu rejeitei e fui criar uma regra com senha para me dar acesso automático mas antes de eu terminar a regra já veio outro pedido de acesso. E não foi a primeira vez que isso aconteceu. Na primeira vez eu me confundi e autorizei o acesso, para um segundo depois perceber o erro e fechar o ammyy. Aparentemente alguém descobriu um jeito de ser notificado imediatamente quando um PC se conecta ao servidor (eles chamam de “router”) da empresa. Isso ou o “ID” não tem qualquer checksum e o “router” não tem qualquer proteção contra scanning e alguém passa o dia testando números impunemente à procura de uma máquina vulnerável.
O maior problema disso é que a tentativa de acesso ocorre tão rápido que se você pede a um cliente para baixar e executar a ferramenta ou mesmo deixa um link para a mesma na área de trabalho do cliente, o risco é grande do usuário inadvertidamente dar controle remoto a outra pessoa. Isso não acontece com o Teamviewer, por exemplo, porque além do ID existe uma senha e provavelmente a Teamviewer não é tolerante com “scanning”.
Para usar o ammmyy com um mínimo de segurança você precisa imediatamente ao executar criar uma regra de acesso com senha, preferencialmente que dê acesso apenas aos seus IDs. Aí as mensagens pedindo autorização ao operador param de aparecer porque do outro lado o invasor já vê o diálogo pedindo a senha. E ainda assim o ammyy é perigoso porque não existe senha para alterar as configurações e qualquer um pode, até por acidente, adicionar uma regra para dar acesso a qualquer um, sem senha!
Eu encontrei essa barbaridade no servidor de um cliente. Muito provavelmente obra do suporte do sistema comercial dele.
Mais ainda: o ammyy é portável mas essas regras aparentemente são salvas no Registro. Se você apenas apagar o ammyy essas regras loucas continuam na máquina à espera de outra pessoa baixar e executar o programa de novo.
Ou seja, do ponto de vista da segurança o ammyy é um desastre esperando para acontecer. Só não é pior porque não salva as senhas.
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 Jefferson,  25 de abril de 2017, Segurança O patch para isso saiu no dia 12 de março mas só fiquei sabendo do problema agora. Em mais um release de informação vazada da NSA, foi encontrado um programa chamado DoublePulsar que explora uma vulnerabilidade crítica existente em todas as versões do Windows e permite tomar remotamente o controle da máquina vulnerável. Script kiddies já estão rodando scanners pela internet procurando máquinas expostas e milhares já estão infectadas. Vale lembrar que esse tipo de vulnerabilidade não requer que as máquinas estejam “visíveis” pela internet pelo exploit para que toda a sua rede acabe infectada. A infecção inicial pode vir por diversos caminhos. Um único usuário pode se infectar por email ou pendrive e a partir da máquina dele o vírus infectar toda a rede. Caramba… alguém pode plugar inocentemente uma máquina infectada na sua rede (um consultor, vendedor, cliente, etc) e a partir daí sua segurança já era.
E se você já precisou se livrar do Conficker sabe o trabalho que dá mesmo quando na maioria das vezes o vírus só se importa em se espalhar, sem ser “ativado” para causar outro dano. Quando alguém decidir juntar o DoublePulsar com um ransonware…
Apliquem o patch referente à sua versão do Windows já!
Estou especialmente preocupado com três clientes que ainda usam Windows Server 2003. Para versões do Windows não mais suportadas a Microsoft não publicou patch. Existe um “workaround” que consiste em desabilitar SMBV1/CIFS, mas ainda não sei exatamente o que isso vai acarretar. Será que os compartilhamentos param de funcionar?
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 Jefferson,  22 de abril de 2017, webmasterwork Nota: As colunas não aparecem se você estiver visualizando a versão mobile do blog.
16/02/2018: Como não houve manifestações a favor, o layout em colunas foi desativado.
[one_half padding=”0 20px 0 20px”]Como uns poucos talvez lembrem porque participaram da discussão, o blog tem uma largura de 800 pixels para os posts porque
- Eu decidi limitar meu layout a algo que pudesse ser visto em monitores de 1024×768, apesar de criar com um monitor de 1920×1080
- Permite exibir imagens com um bom tamanho sem ser preciso clicar nelas para dar zoom. Os restantes 224 pixels ficam para as barras laterais do blog;
Porém mesmo tendo me limitado a 800px eu sei que isso criou um problema: as linhas de texto ficaram longas, o que pode dificultar a leitura, principalmente em parágrafos com muitas linhas. Isso não me incomoda realmente mas eu não escrevo no blog para que eu leia. E tudo que atrapalhar meus leitores e eu puder mudar sem criar um incômodo para mim eu estou disposto a fazer.[/one_half]
[one_half padding=”0 20px 0 20px”]Eu instalei o plugin Column Shortcodes e estou experimentando com os resultados. O plugin não formata automaticamente todos os meus posts em colunas até mesmo porque acho que fazer isso automaticamente no tipo de blog que escrevo sem ficar uma bagunça está perto de ser impossível. Então eu estou adicionando a formatação em alguns posts selecionados, principalmente em trechos que parecem uma “parede de texto”. Eu ainda não estou bem certo de que fique melhor em colunas. No momento o único problema é que se a coluna da esquerda tiver mais texto que a coluna da direita o plugin bagunça a exibição do plugin de compartilhamento social (os links na parte inferior de cada post)
O que acham? [/one_half]
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Uma coisa que me confundiu com a extensão:
Mesmo que você tenha muito espaço livre na tela, a extensão só mostra 15 substituições de cada vez. Ao adicionar uma nova que não “caiba” mais uma nova página é criada com um item em branco. Você pode ser levado a pensar que tudo o que você configurou sumiu, mas lá embaixo na tela há um indicador de página que permite que você se mova entre elas. No meu monitor de 22″ a 1920×1080 e o grande espaço em branco na tela eu demorei a notar isso.
Também vou usar nas listagens “ARP” que alguns roteadores disponibilizam. O meu modem atual, SAGEMCOM FAST 1704 (Em Device Info -> ARP) tem uma e como qualquer dispositivo que tente se comunicar com a internet aparece na lista ARP, mesmo tendo IP fixo (ao contrário da lista DHCP) esse é o melhor lugar para procurar intrusos na rede. Ainda é necessário ver as listagens WiFi para saber por onde esse intruso está conectando, claro.
Se eu não estiver enganado o meu antigo D-Link Di-524 permitia nas configurações de DHCP colocar um nome para identificar o dispositivo (e também ip fixo para cada endereço MAC). Depois que desativei ele e passei a utilizar um Tp-Link 841n senti falta da possibilidade de colocar nome nos dispositivos.
Pelo que dá para ver no emulador do DI-524 você pode atribuir nomes a definições de IP estático. Você não pode atribuir nomes a dispositivos com IP dinâmico nem a clientes wireless. E ainda falta uma tabela ARP.
Realmente, não lembrava que era somente com IP estático, provavelmente por que eu tinha colocado todos os endereços de IP da minha rede como fixo na época em que utilizei o DI-524. Obrigado pela observação.
No Firefox 55 estou usando o FoxReplace v1.0.0, que também parece ser muito bom. Importa e exporta as lista em formato JSON, você pode determinar que as substituições só se apliquem a certas páginas, etc.