Estava voltando de carro do apartamento de um cliente e decidi depositar os cinco cheques que eu tinha acumulados na carteira. Como o estacionamento na frente do Bradesco da Madalena é proibido, mesmo sendo quase 22h eu deixei o carro onde sempre deixo, 180m antes, e fiz o trajeto a pé (em azul na foto abaixo).
A: Iniciei a primeira travessia. Lembro que os carros na Real da Torre estavam parados;
B: Perto do fim da primeira travessia, já chegando à ponta da calçada, registro que os mesmos carros estavam em movimento (o sinal abriu). Este foi meu último registro consciente até eu “acordar” no ponto seguinte;
C: Repentinamente eu ouço o ruído dos carros aumentar e uma moto me faz parar assustado quando corta a minha travessia buzinando. Outro carro passa na minha frente, mais lento que a moto; e mais outro além dele também está em movimento. Percebo que devo estar no lugar errado. Olho instintivamente para o sinal de trânsito à minha frente na outra via e está fechado, o que significa que estou no meio de uma via onde o sinal está aberto para os veículos. Parecia que eu estava no meio de um sonho ruim.
Eu só consigo dizer com razoável precisão em que ponto da travessia eu estava porque eu lembro de ver um ônibus atrás de mim, à direita (cujo motorista certamente me viu e permaneceu parado) e como 1/5 dessa via é reservado para veículos em sentido contrário, eu tinha que estar a 2/5 da travessia.
Por um momento eu realmente não soube o que fazer, nem quantos carros cruzaram a minha frente. Mas em um momento os motoristas me notam e mantém distância, me permitindo terminar a travessia. Confuso e irritado, faço um gesto indicando a faixa de pedestres onde estou e grito: “olha a faixa, p**ra!”, numa tentativa de justificar para mim mesmo e para os outros (mas soou como se eu estivesse reclamando justamente com quem tinha parado para que eu passasse) o que danado eu fazia ali sem estar vestindo uma armadura de aço.
O que mais me preocupa nesse evento é eu não conseguir lembrar de nada entre os pontos B e C. Eu normalmente olho cada sinal de trânsito antes de botar o pé na faixa. Mas desta vez eu simplesmente entrei “no automático”. Para meu azar, às 21:50h o intervalo de cada sinal é muito curto. Durante o dia eu teria feito o trajeto completo até o banco e o sinal ainda estaria fechado. Mesmo assim, na volta eu observei os sinais abrindo e fechando e não consegui entender como só deu tempo para chegar até o ponto C.
Eu admito que estava literalmente “desligado” quando iniciei a travessia da Caxangá.
Mas o fato é que eu estava em cima da faixa. Quase no canto mais distante dela, praticamente no meio da via, e mesmo assim não fui visto pelos motoristas. Em posso até apostar que eles estavam parados além (por cima) da faixa horizontal, porque se estivessem parados antes, haveria ângulo suficiente para me verem. Mas outra coisa que concorre para que esse tipo de coisa ocorra é a mania que os motoristas (e motociclistas) tem de engatar a primeira e sair imediatamente ao ver o sinal verde. E eu confesso que também não dou a atenção que deveria a isso quando estou dirigindo.
Se eu tivesse sido atropelado, a culpa “legal” seria inquestionavelmente de quem batesse em mim. Mas eu também não seria moralmente “inocente”.
Na primeira, eu tinha entre 16 e 18 anos. Atravessei uma rua de 4 faixas olhando para a direita esquecendo completamente que a primeira faixa era no sentido contrário.Fui atropelado por uma Kombi. E a culpa foi inteiramente minha.
A segunda vez foi parecida com esta, há um ano. Eu atravessei uma rua secundária completamente desligado e só percebi que deveria ter olhado se era seguro atravessar quando um carro passou devagar por trás de mim. Nada aconteceu, mas poderia.
Pois é… a uns anos atras, quando da morte de um cão aqui de casa (a Snoopy, falei disso na época no meu blog), passado uma semana, e eu estava num baixo astral danado por saudade da bichinha. Tem um segmento de cerca de 2 horas desse dia, que eu simplesmente *não lembro de nada do que fiz*.
Só sei de o seguinte, eu lembro de estar na oficina cabisbaixo, e duas horas depois, de estar na casa de um amigo meu, em uma cidade vizinha, uma distancia de 28KM daqui. Eu simplesmente não me lembro de ter pego a moto, qual estrada (tem duas opções pra ir pra essa cidade) usei, e de qualquer coisa que tenha se passado na viagem.
Quando eu estava lá na casa dele, já fazia uns 15 minutos eu comentei com ele…
– Rapaz, se eu te falar que vim pra cá no “automático” você vai acreditar? Não lembro o caminho que fiz e nem de nada que vi pelo caminho.
Isso já aconteceu mais de uma vez comigo, porém em lapsos bem menores, e sempre voltando para casa à noite pela rodovia. Eu de repente tomo consciência de que não lembro de ter percorrido os últimos dois quilômetros. Não há como dizer se estava consciente e simplesmente o trecho sumiu da minha mente ou se, que Deus me proteja, eu dirigi sem a ajuda do consciente por dois quilômetros. O fato é que nunca fui acordado por nenhum “susto” como hoje. Eu sempre tomei consciência do lapso em segurança.
Então, mas digamos que eu fiquei preocupado quando duas horas depois eu tomei consciência que não estava na minha oficina e sim a 28KM de casa e não lembrar absolutamente de “wtf, que que eu to fazendo aqui? como cheguei aqui?”
A viagem deve ter sido feita em segurança, pois eheh, eu estou aqui e não aconteceu nada naquele dia. Mas que é realmente esquisito, isso é!
Uxe, como assim? Você apagou do nada? Isso não é normal.
Mas, o que me preocupou mesmo foi nem isso, foi o horário para você ir a um banco depositar cheques…
Pense, você saindo a essa hora, 22h e andar isso tudo A PÉ e de noite.. LOUCO! Queres morrer mesmo. Louco. Tanto Bradesco mais seguro (mesmo essa hora) e tanta hora para fazer isso. Louco.
Eu faço isso corriqueiramente, Saulo. Para mim Recife não é tão perigosa nos lugares que frequento. A única vez em que fui assaltado, era adolescente e estava esperando o ônibus para voltar para casa à noite. Isso foi há mais de 23 anos. De todas as vezes em que estive em bancos à noite, apenas uma vez vi uma movimentação suspeita.
E a julgar pelas reportagens que vejo na TV, bancos são bem mais perigosos à plena luz do dia aqui.
Vou dizer uma coisa: esse negócio de estar no “piloto automático” acontece MUITO comigo. Exemplo: a gente tem determinadas tarefas para fazer (gusrdar coisas, limpar, arrumar, botar em ordem, etc.). SE me perguntarem sobre alguma tarefa específica, sou capaz de não me lembrar de ESTAR fazendo a tarefa, mas se vou conferir eu fiz TODAS as tarefas que me propus… é como se as vezes a minha “memória recente” ou a memória das coisas “rotineiras” falhasse… não sei se é porque eu sempre estou “viajando”, epnsando em coisas láááá longe ou é um problema realmente… isso pode ser normal???
Tem certeza de que não foi abduzido? rs, brincadeira. Já tive lapsos pequenos, e já vi pessoas próximas tendo lapsos. Acho que, até certo ponto (pouco tempo, baixa frequência etc.), é bem normal. O problema é saber o que aconteceu, se nesse pouco tempo acontecer algo relevante.
Pensei na possibilidade de fazer uso pessoal da câmera veicular, rs.
E uma vez já fui “atropelado em baixa velocidade” – o carro parou em cima e relou em mim -, por minha culpa (atravessei fora da faixa, mas achei que não vinha carro de onde eu não estava enxergando). Isso foi em Campinas, há muito tempo.
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Eu não comprei porque não tenho nenhuma aplicação para isto no momento. Mas é o tipo de coisa de que um técnico em eletrônica pode precisar um dia. E por USD30, não parece caro.
precisa tudo isso ? Eu tenho este adaptador (VGA male – RGB female) e funcionava perfeitamente.
Era como eu enviava o sinal componente do DVD-Player para um antigo projetor (InFocus X1) que só tinha entradas VGA, S-Video e Video-composto. O adaptador permitia: The connector panel features a single VGA port through which you may feed either computer SVGA or XGA signals, as well as HDTV 1080i, 720p, and component 480p
No Google Images, além de adaptadores e cabos, tem até o esquema.
Você respondeu à sua pergunta no seu próprio quote:
“features a single VGA port through which you may feed either computer SVGA or XGA signals, as well as HDTV 1080i, 720p, and component 480p”
A entrada VGA do projetor (isso é comum em projetores) é especial. Você já experimentou usar esse seu cabo para conectar o DVD player a um monitor? Aposto que não.
Só estava esperando seus esclarecimentos, Jeff. Valeu!
É claro que “ganhou a aposta”, nunca experimentei. Como funcionava na entrada VGA, imaginei ser característica de todas as entradas VGA (aquela frase não permite supor que fosse um atributo apenas daquele projetor; mais parecia ser uma observação dos recursos possíveis de uma entrada VGA).
Falando nisso: e a entrada VGA destas novas TVs, têm o mesmo atributo do projetor, ou as limitações do monitor?
e a entrada VGA destas novas TVs, têm o mesmo atributo do projetor, ou as limitações do monitor?
O que o projetor faz é uma “gambiarra” para economizar espaço e/ou ganhar dinheiro vendendo cabos específicos. É possível, mas pouco provável que as TVs adotem isso.
Respondendo à dúvida de alguém por e-mail, acabei esbarrando em mais uma utilidade para esta placa: conectar um TK90X a um monitor VGA moderno. Deve funcionar para qualquer outra fonte que opere a 15KHz.
Tem outra utilidade também: converter alguns tipos de arcades antigos que só funcionavam em monitores de baixa resolução para monitores VGA atuais. Procure no Mercado Livre por Conversor Cga / Vga Lcd.
Tava em busca de algo um pouco diferente, um conversor de HDMI (meu note so tem saida HDMI) para VGA (meu projetor so tem entrada VGA, video composto e componente). Na DX tem varios cabos na faixa de U$10 a U$15 mas nenhuma garantia de funcionamento. Dai achei este por U$22:
A premissa é absurda. Nesse futuro distópico, todas as pessoas nascem, sejam filhas de ricos ou de pobres, com uma modificação genética que faz o corpo parar de envelhecer aos 25 anos de idade. Parece ótimo, mas tem uma pegadinha: você só tem mais um ano de vida, mas pode estender esse prazo indefinidamente (e viver para sempre) se puder pagar por isso.
Mas o problema não termina aí. Não existe “dinheiro” nesse futuro. A moeda corrente é justamente tempo (no caso é até mais apropriado dizer que é “vida”) . Pessoas pobres podem nem chegar a viver esse ano extra por terem que pagar dívidas da família e as despesas do cotidiano com o seu tempo. A maioria das pessoas tem apenas tempo para um dia de vida e nada mais. Se o relógio geneticamente instalado no pulso chegar a zero, a pessoa morre instantaneamente.
Parece um argumento mais apropriado para um jogo. Mas isso gera implicações fascinantes, que me fizeram esquecer durante o filme o quanto a premissa é absurda.
Todo mundo tem no máximo 25 anos no filme. Do milionário que já viveu mais de 100 anos aos mendigos que caem mortos na rua, passando pelos agentes da lei. A mulher do lado de um cara pode ser sua esposa, irmã, filha, mãe ou avó, porque é impossível distinguir. E expressões como “não desperdice meu tempo” nunca tiveram uma conotação tão séria.
Tem seus furos. Poderia sem melhor. Mas me deixou pensando nele por horas. Adoro isso em um filme.
E dai, o objetivo do filme é divertir, nisso ele faz muito bem. Por exemplo, alguém já se preocupou com os barulhos de explosões, manobrabilidade da nave semelhante a ser estar na atmosfera, luzes de laser e outras coisas que os filmes de ficção científica colocam nas telas ??? E nem por isso De Volta Para o Futuro; Star Wars (1ª e 2ª trilogia); O Senhor Dos Anéis entre outros, deixaram de ser fantásticos. Ao contrário, ficariam chatos (apesar de 2001 uma Odisséia no Espaço não ter nada disso e é o melhor de todos, mas ele é realmente um ponto fora da curva).
Eu concordo que cinema é diversão, mas se esforçar para tornar o roteiro “inteligente” conta muitos pontos para mim.
alguém já se preocupou com os barulhos de explosões, manobrabilidade da nave semelhante a ser estar na atmosfera, luzes de laser e outras coisas que os filmes de ficção científica colocam nas telas
Battlestar Galactica 2009 é uma exceção a essa regra e o resultado é muito bom!
Barulhos de explosões, impossibilidades físicas e quetais sempre me incomodaram. Não deixo de ver por causa disso, mas qualdo há um absurdo muito grande, perco o interesse rápido. É o caso desse filme aí.
Saudações, faz alguns anos que acompanho seus “blogs” e so agora resolvi começar a participar, fico admirado com a sua capacidade de compartilhar informações, dicas, truques, geeks dentre outras coisas, eu particularmente não teria “saco” pra isso.
Nasci e amo minha terra Natal (Recife – PE (Jaboatão dos Guararapes)) mas faz 19 anos que não piso nesse litoral.
Bom… chega de blablabla… vou baixar este filme já que indicou. Obrigado e continue assim!
Assisti ontem e gostei. É um filme que estimula o expectador a pensar de forma crítica sobre o sistema atual, que não é muito diferente do do filme, em sua respectiva moeda. Os pobres continuam sendo “escravizados” pelo sistema (ganhar para viver mais um dia), e os ricos fecham os olhos para os pobres que morrem ao seu lado.
E, se todo mundo ganhasse na loteria, o mundo viraria um caos, porque ninguém iria querer trabalhar. Mas aí o dinheiro perderia o valor automaticamente.
Mas depois desse assisti a “O homem do futuro” e gostei muito mais! O melhor filme nacional de ficção científica que já vi! Todos em casa gostaram. Uma história boa, de qualidade, com lógica, humor, e outros elementos positivos. Recomendo.
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Oficialmente não existe versão para PC do famoso software navegador GPS. O fabricante só disponibiliza versões para PNDs e smartphones baseados em Windows CE/Mobile ou Android.
Mas de vez em quando (a última vez foi em 2009) um cara mais esperto que a média publica na internet uma versão que roda sob Windows no PC (não sei como ele faz). A mais recente que conheço é esta. A versão de 2009 nunca funcionou direito comigo, mas esta está ótima, sem esquisitices de vídeo e no meu Athlon X2 5200+ o programa é muito mais rápido que nos meus PNDs. Tem suporte a teclado também, facilitando muito o uso.
Screenshot de um fly-over. Velocidades absurdas como essa são normais nessa operação.
É uma versão “mini”. Você precisa no mínimo adicionar seus mapas (\content\map\) e opcionalmente as vozes (\content\voice\) e o idioma dos menus (\content\lang\) .
Mesmo que você não tenha um receptor GPS no seu PC e/ou não seja um PC móvel, você ainda pode usar o programa em simulações e sobrevôos (fly-over), para aprender caminhos sem tirar o seu PND do carro. Basta usar as opções de “Set Start” e “Set As Destination”, que o iGO te permitirá ignorar a ausência de sinal GPS.
Basta clicar em More Options ao definir um endereço que você terá a opção de defini-lo como inicial:
Também é útil se de alguma forma você precisa dar suporte ao uso do iGO por telefone a familiares, amigos ou clientes.
Já faz um bom tempo que uso este programa, é ótimo para testar os mapas do Igo no PC antes de jogar no GPS (e o note apesar de não ter GPS pode ter um ligado nele por bluetooth). O chato é que este arquivo está via fileserver, prefiro muito mais baixar via torrent.
Tem outro soft que é o GarminMobilePC da Garmin, que funciona ainda melhor que este IGO, e ainda pode usar os mapas dos projetos: Tracksource (http://www.tracksource.org.br/), MapeAR (http://www.proyectomapear.com.ar/) e outros (eles são mapas tão bons como os pagos, mas tem atualizações mais freqüentes, e são totalmente livres). Infelizmente não consigo encontrar o link do programa, mas nada que com um pouco de tempo no google não seja possível. Um lugar bom para procurar é o Fórum http://www.gpsbra.com (provavelmente vai ter o link do programa lá).
Jefferson, você conhece o Garmin MobilePC (se acha ele no Fórum GPSBRA => http://www.gpsbra.com por exemplo) ?
Ele tem todos os recursos do Garmin MobileXT, mas é bem mais rápido (depende do micro onde estiver instalado) e se tem os mapas em alta definição. Em se podendo colocar no pára-brisa do carro seria realmente fantástico (já usei ele tendo o meu filho como co-piloto). Mas o melhor mesmo é poder usar o mapas open source como por exemplo os do projeto Tracksource => http://www.tracksource.org.br e MapeAR => http://www.proyectomapear.com.ar entre outros (existe vários projetos de mapas open source compatíveis com GPS Garmin para a América Latina e outros lugares do mundo), e eles tem mapas atualizados e não ficam nada a dever aos mapas pagos (em alguns casos são até melhores, por exemplo em cidades pequenas).
Um cliente está precisando de caixas acústicas para substituir a Creative Soundworks dele que pifou. Depois que você se acostuma com uma Soundworks, dificilmente vai querer usar qualquer porcaria no PC, por isso decidi procurar uma opção de baixo custo para ele.
Decidi comprar Edifier, apesar de nunca ter ouvido uma, porque tenho lido ótimos reviews das caixas da empresa nos últimos anos e já passou da hora de ter uma opinião própria sobre ela. Comecei procurando aqui em Recife mesmo, mas só encontrei a M1360 por R$147 na Lognet. A principio parecia o bastante, mas eu queria saber se dava para comprar “mais watts” com o mesmo dinheiro. Parti para uma pesquisa online.
Acabei encontrando a X100, que tem bons reviews, como este e este e tem o dobro da potência* da M1360, por 50% a menos na CTIS digital. Eu nunca comprara na empresa e apesar do site dizer que a loja tem várias megastores físicas, eu nunca confio na palavra do próprio site. Porém o Bondfaro indica que é uma loja ouro que existe desde 2003. Decidi arriscar e comprei.
E fiquei positivamente surpreso com o frete gratuito e o prazo de entrega: 6 dias úteis.
Único problema de comprar online: A caixa é certamente 110V. Comprando aqui em Recife haveria uma chance (não uma certeza) de encontrar um modelo 220V. Mas como o cliente já tem um estabilizador sob a mesa, esse é um problema menor. Se fosse para mim, que não uso estabilizadores (ou transformadores) eu não compraria.
Quando chegar eu digo o que eu e o cliente achamos.
*Lembrando que o ouvido humano tem uma resposta logarítimica e por isso o dobro da potência RMS nem chega perto do dobro do volume. Para dobrar o volume é preciso quadruplicar a potência.
Para que se tenha a sensação de dobra de volume é preciso ter cerca de 10 dB a mais de pressão sonora, o que demanda, também, 10 vezes mais potência do amplificador.
Parece que estou desatualizado. Meu conhecimento de psicoacústica vem da década de 80, dos excelentes artigos da Nova Eletrônica escritos por Cláudio César Dias Baptista, o famoso CCDB. Fui checar agora a informação que você deu e de fato, existem artigos confirmando que quadruplicar a potência dobra a pressão sonora, mas ainda não basta para o ouvido perceber como o dobro.
Jefferson, sou “cliente” da Edifier já há um bom tempo. Nunca tive uma X100, mas já ouvi a do meu sobrinho (que hoje tem o mesmo modelo que eu). Ela até que fala bem, só que tem pouca qualidade.
Audio é algo complicado e na minha opinião, muita coisa é subjetiva. Nem de longe sou um audiófilo (ou chatófilo, como costumo chamar os “entusiastas” malas), mas gosto de um bom som, vivo de música, desde pequeno, não passo sem e tenho um acervo musical respeitável.
Dito isto, é importante frisar que o projeto e a construção das caixas, independentemente da potência, contribuem muito para a qualidade do áudio.
A X100 é uma linha “de entrada” da Edifier, a marca tem coisas bem melhores. O custo é um pouco mais alto, mas o resultado final compensa e muito.
Os modelos que tenho são os seguintes: http://www.edifier.com/eng2005/product/s0047_01.htm atualmente na tv do quarto, na verdade é da minha esposa, ela “herdou” o modelo abaixo, bom conjunto, mas talvez o projeto não seja dos melhores
http://www.edifier.com/eng2005/product/s0009_00.htm o primeiro modelo que comprei, apesar de ter praticamente as mesmas especificações do modelo acima, acredito que o projeto e os materiais utilizados – as caixas são em mdf, ao contrário das anteriores, em plástico – fazem muita diferença.
Estes dois modelos estão fora de linha, mas ainda se encontrão para comprar por aqui.
Por um breve período, fiquei com o seguinte modelo: http://www.edifier.com/eng2005/product/s0012_01.htm na verdade o meu é o modelo TCN, todo preto, mas as especificações são as mesmas, também parece estar fora de linha, mas é uma excelente caixa, robusta, com boa reprodução de médios e graves, os projetos 2.0 são muito superiores aos 2.1. Atuamente está parada, mas vai substituir o modelo atual da minha esposa.
Apareceu uma ótima promoção na megamamute e acabei comprando o meu modelo atual:
http://www.edifier-international.com/products/edifier-studio/r1200t é o modelo de entrada da série “studio” da Edifier, mas pelo preço, é algo indescritível. a qualidade é absurda. Não se consegue nada melhor do que isso por menos de R$ 1.000,00 hoje. Vale simplesmente cada centavo. O projeto e o acabemento são muito bons.
No dia em que comprei, meu sobrinho estava aqui e pegou um par também. Uma semana após ele receber as caixas, ganhou de presente uma multa do condomínio. Elas falam, e falam muito.
Nessa promoção, paguei R$ 270,00 por estas jóias. Valor, na minha opinião, mais do que justo. Pra quem quiser, recomendo se cadastrar no site da megamamute e ficar de olho nas promoções, vira e mexe caem para esse preço. O frete para compras acima de 100 reais costuma ser grátis aqui para Sampa, não sei se em Recife também vai ser, mas não custa dar uma olhada.
Para meu uso pessoal, essas coisas não me interessam, porque eu tenho um HT/Receiver Sony e um Philips 5.1 para essa finalidade. No caso desse cliente, ele pode e tem disposição para pagar bem caro por um conjunto 2.1. Mas existe um limite prático, porque quando ele quer ouvir som “de verdade” ele pode ir para a sala de projeção dele, com amplificadores de alguns milhares de dólares. Não adianta para ele investir em algo espetacular se ele não vai sentar na frente do computador para ouvir algo espetacular. O máximo que ele faz no computador hoje que precisa de um bom som é jogar. E ainda assim, quando ele quer jogar mesmo, ele já tem um computador ligado à TV de 46″ e HT Pionner no quarto.
Se ele gostar dessa edifier de R$100 e achar que falta algo, com certeza vai comprar um modelo mais caro. Mas eu dificilmente o convenceria a pagar mais caro sem nada para mostrar antes. E seria arriscado eu pagar do meu bolso, ele não gostar e eu ficar com um elefante branco em casa.
Entendo, Jefferson, mas meu comentário foi mais na intenção de dar um pequeno panorama para os demais leitores do blog.
No entanto, se o seu cliente gosta do mínimo de qualidade, talvez seja sim o caso de pegar algo melhor da edifier.
Dá uma olhada nas revendas oficiais aí de Recife, talvez dê para seu cliente ou você fazerem um test-drive: http://www.agoradigital.com.br/edifier/revenda.php?estado=10®iao=81
O acabemento me decepcionou um pouco e parece que a Edifier nem vende mais isso lá fora, então deve ser sobra de estoque para os “emergentes”. Só que eu paguei R$ 25,00 em cada um (mais frete de 15) e é muito melhor que qualquer Philips de R$ 100,00. Então, fica mais essa dica. Não vai resistir muito se o uso for constante, mas o som é muito bom para o preço.
Um comentário para quem não conhece a Edifier. E sim, eu sou quase um fanboy…
A marca nasceu no Canadá, com projetos e autofalantes dinamarqueses, passou a fabricar na China e acabou sendo comprada por algum chinês com muita visão.
Fabrica excelentes produtos e não fica devendo nada aos melhores projetos da Criative ou da Logitech para sistemas multimedia, mas se sobressai nas soluções 2.0 para estúdio, principalmente por conta da relação custo x benefício.
Creio que ficará satisfeito com a caixa, é muito boa, amigos meus possuem e não se queixam do som, ao contrário, gostam bastante, e a “regalia” do frete grátis pela emrpesa também ajuda na escolha, estava procurando produtos com frete gratis, e, prá quem se interessar, segue o link: <a href=”http://www.diadofretegratis.com.br/frete-gratis/”>Frete Grátis</a> . Abraços aos amigos do blog.
Eu sei que isso não vai acrescentar NADA ao assunto, pois é só uma opinião pessoal minha. Depois que eu passei a usar um amplificador de verdade e 4 caixas de som de verdade no PC, eu não consigo usar mais “kit multimídia”.
Estive pesquisando sobre caixas de som para comprar depois que meu 5.1 foi para o espaço, e assim como o Jefferson sempre li bem sobre as Edifier (maioria nas reviews pagas do ForumPCs).
Bem, eu ia comprar exatamente essa pelo preço e custo benefício. Só não comprei pelos controles serem do lado do subwoofer, onde normalmente vai no chao… isso me deixou triste.
Acabei comprando uma LOGITECH X-240, controle de som “externo” … mas acho que fiz m#rda, pq a Logitech tem uns chiados de vez em quando… não sei se é da caixa ou da energia.. bem.. fiquei triste. eu nao sei qual o problema, mas é isso
Saulo, aqui em casa as caixas acopladas aos pcs também tem um chiado de vez em quando. Não sei se é o mesmo que o seu, mas pelo menos aqui já consegui identificar o motivo. Acontece sempre que alguém vai tomar banho, na minha casa ou nas dos meus dois vizinhos. É batata, ligou o chuveiro, chiado nas caixas.
Walter, só pode ser isso aqui em casa também. Eu estive pensando nisso… que legal, então é isso.
Mas, tem como proteger isso não? É totalmente aleatório, sem tempo certo.
Sei que os fios de casa são aterrados, fiz questão de chamar o eletricista para aterrar. Ou será que não são? Como vou testar? :P
Saulo, aqui não é aleatório não, é sempre que alguém liga o chuveiro, na minha casa ou na dos vizinhos. Eu tenho como saber, já que meu escritório fica nos fundos de casa e pela minha janela eu vejo as janelas dos três banheiros. Quando começa o chiado, é só olhar e ver qual banheiro esta com a luz acesa. Dá até pra fantasiar com uma das vizinhas :P
O engraçado é que o uso de microondas não dá interferência. A máquina de lavar dá um click nas caixas, diferente do chuveiro, mas interfere. O click é no compasso da inversão do motor do tambor, quando está batendo a roupa. Outro detalhe é que, apesar de eu morar em São Paulo, quase tudo aqui é 220v (opção minha).
Eu também achava que com aterramento deveria resolver, mas meu vizinho da esquerda reformou a casa e aterrou, e mesmo assim continuou a interferência. Aqui eu nunca pensei em aterrar por que o imóvel é alugado.
Eu acredito que isso deva ser algum problema da rede elétrica aérea da rua mesmo. Aqui é uma vila, com portões nas duas pontas, nunca entra ninguém para dar manutenção, dá pra notar que nas ruas em torno a fiação é mais recente do que aqui em casa.
Outro detalhe importante é que só dois pares das minhas edifier apresentam chiado, são as duas últimas que postei nos links acima. Provavelmente, por causa dos drives delas terem maior sensibilidade. O mesmo deve ocorrer com suas Logitech, que junto com a Criative e a Edifier fabricam os melhores sistemas de som para pc.
Ah… assim foi facil de identificar mesmo.
Poxa… ficar sem saída é fogo… o jeito é acostumar né? Pagar por um produto e ter que conviver com isso.. aiaiai ..
A CTIS é uma loja de Brasília. Realmente, eles têm várias megastores lá na capital federal. Desconheço se eles têm lojas físicas fora do Distrito Federal.
Volume muito bom e qualidade que rivaliza com a do meu HT Philips LX600 que tem um subwoofer muito maior e amplificador muito mais poderoso. Fazendo uma comparação entre ambos, com os mesmos videoclipes, toda vez que eu achava um defeito na reprodução de graves do X100 e passava o mesmo trecho no LX600, o problema era o mesmo. O que sugere problemas na fonte ou na acústica do meu quarto.
Não tenho tempo nem saco para testes mais rigorosos. Vou ficar usando no dia-a-dia até haver a oportunidade de “apresentá-lo” ao meu cliente.
Tenho uma destas que uso no trabalho, e elas são realmente fantásticas (para o que custam e pelo tamanho das caixas). Apesar da “pouca” potência disponível faz bem mais e melhor que muita caixa para computador com potência e tamanho maior, simplesmente não dá para ligar e aumentar o volume a minha sala de trabalho sem afetar a vida de todos ao redor e com som de qualidade (em relação as caixas normais de computador).
Eu comprei uma destas X100 porque eu simplesmente detestei a qualidade das caixas que vieram com o computador (meu ouvido não é penico para ficar ouvindo merda) e já tinh ouvido uma destas de perto, e eu sou “meio” chato no que diz respeito a fidelidade da caixa na reprodução das músicas, mas não chego a ser um fanático (audiochato) que compra cabos de prata para caixa de som e outras coisas meio extranhas para quem não é audiófilo (mas conheço um que chega a estes extremos). Conheço alguma coisa sobre os bons equipamentos para alta fidelidade, só não tenho coragem de gastar tanto.
Os produtos da Edifier são realmente acima da média. Dizem na Internet que a Edifier é fabricante (ou já foi) OEM da Logitech e Microsoft entre outros (e eles realmente são exigentes na qualidade do hardware). Eu também só compro fones de ouvido para computador da Edifier, eles tem ótimo custo benefício, e são muito melhores do que os que são vendidos por ai a baixo custo (e muito baixa qualidade).
Já tive uma X100, e apesar dela gritar, quando aumentava o volume acima da metade do máximo a qualidade do som começava a distorcer bisonhamente.
Troquei por uma X-230 2.1 da Logitech, que foi uma das melhores aquisições que já fiz, quem olha aquelas duas caixinhas do mesmo tamanho de uma caixinha de som vagabunda pra pc, não imagina o som que sai dali, tanto em potência, quanto em qualidade.
Gostei tanto que tomei vergonha na cara e comprei uma Creative SB X-Fi pra dar um source melhor de som pra caixinhas que o som onboard “7.1” safado…
Bem, ultimamente o ruído das minhas caixas tem acontecido bastante, não é possível que seja mesmo dos vizinhos, estou mesmo triste, gastei uma nota nas caixinhas, tou pensando que o problema sejam delas. Tou quase comprando essa Edifier por 100 reais
Quando me mudei aqui para essa casa a primeira coisa que fiz foi contratar um eletricista para aterrar todas as tomadas, a casa toda (sim, sou neurótico com isso), ele fez né, agora quem testa, coragem não tenho, como saber se está tudo ok?
Ah, como a minha caixa de som (Logitech x-240) é 110, eu uso ela no estabilizador, não é possível que isso interfira algo, eu realmente não sei. Dicas dicas? Alguém?
Como proteger minha energia? Eu moro em uma casa conjunta, com mais 2 casas, todos usam o mesmo ponto de energia. O pior é que as vezes o ruído ocorre quando não tem ninguém nas outras casas, não é possível que seja algo, será?
Vou atrás de alguns para ver se resolve. Se não vou comprar outra mesmo, não aguento mais, é intermitente, sem horário certo sem nada. Dura uns 5 minutos, e fica o dia todo fazendo. É chato. Incomoda.
O filme poderia ser bem melhor, porque não escapa das velhas (e aos meus olhos muito incômodas) cenas de luta coreografada onde você nota que o agressor está fazendo fila para bater no mocinho (será que os diretores vêem graça nisso?) e outras cenas bem mal feitas ou mal explicadas, mas tem bons momentos, boas imagens (até mesmo as lutas), bons efeitos especiais, bons diálogos e o diretor consegue construir uma ou outra cena de suspense inquietante, onde você se encolhe na cadeira na expectativa do que vai acontecer.
O minuto inicial já surpreende e intriga, mostrando os mitológicos titãs de uma forma que eu nunca tinha visto. O problema é que depois desse minuto inicial você acaba esperando muito mais da batalha final do que o que o diretor acaba entregando.
Também não consegui me conformar com um Zeus tão jovem. Eu até entendo o possível motivo para retratá-lo assim, mas para mim Zeus só consegue ser convincente como alguém mais velho que os outros deuses. Como Anthony Hopkins no papel de Odin em Thor ou Liam Neeson no papel do próprio Zeus naquela péssima adaptação do fraco livro de Rick Riordan.
A falha mais grave (eu só consigo pegar as graves) foi usar vergalhão de construção civil na cela dos titãs, o que na época não existia (ou será que os gregos usavam concreto armado na antiguidade ???), poderiam pelo menos ter usado barras de ferro lisas, o que seria bem mais coerente.
Ryan, o “Liam Neeson no papel do próprio Zeus” que você falou não seria o filme “Fúria de Titãs” de 2010 ?
E uma das melhores cenas que achei foi a Freida Pinto sem o vestido de oráculo :D(essa já valeu o preço do ingresso).
Há muito tempo eu venho tendo aborrecimentos com a versão gratuita do vmware: o vmware server. Fiquei preso à versão 1.0.10 porque não consegui de jeito nenhum me entender com a versão 2.x, por isso não sei como é a versão mais nova nesse sentido, mas a 1.x é intrusiva demais, criando diversos problemas difíceis de diagnosticar e/ou conviver na máquina host. De atrasar o boot do XP em 43s a impedir o funcionamento da webcam no Live Messenger (não acho meu post, se é que escrevi sobre isso). Os aborrecimentos eram tantos que passei a usar muito pouco a virtualização. Por um tempo eu ainda usei a versão portable do Microsoft Virtual PC, mas ela vive dando problemas porque a MS “implica” com a “portabilização”.
Há umas duas semanas, incentivado por não conseguir fazer uma virtualização funcionar no vmware, decidi testar outra vez o Virtualbox e fiquei surpreso com as melhorias que encontrei desde a última vez que testei. O teste, com uma máquina virtual Linux, foi facílimo porque o Virtualbox consegue usar o HDD virtual *.vmdk criado pelo vmware. A propósito, o Virtualbox também suporta os HDDs virtuais do VirtualPC (*.vhd).
Mas o que facilitou mesmo foi existir uma versão portable, de terceiros, que funciona. Consegui fazer todo o meu teste, incluindo usar dois adaptadores wireless USB reais na máquina virtual, sem precisar sequer instalar o Virtualbox no meu PC.
Eu tenho usado o Citrix XenServer, e estou feliz com ele. Embora a automatização de backup tenha sido feita via script no linux por baixo dele, e algumas partes da manutenção tenha que ser via linha de comando, e que o XenConverter (para fazer P2V – Physical to Virtual) tem grandes chances de falhar (95% no meu caso), e que não dê para mandar uma serial real para a parte virtual, tenho conseguido tocar…
A estabilidade, ser opensource (o XEN básico é, já a ferramenta da Citrix não), uma boa ferramenta de administração, e ser um linux por baixo foram os diferenciais para mim, mas confesso que o VMWare Server sempre foi meu sonho de consumo, até pela facilidade de poder trabalhar com o mesmo padrão de máquina virtual do vmware-player, podendo trabalhar na máquina local antes de mandá-la pro servidor.
Quanto ao virtualbox, vou fazer um teste com ele assim que tiver um tempo (que pelo andar da carruagem, pode ser nunca) e paciência…
Eu comprei esse cartão para uso na minha câmera veicular. Nela a classe 2 provoca perda de frames que comprometem severamente a utilidade do vídeo. Classe 4 é o mínimo necessário para gravação contínua sem perda de frames com o codec utilizado. Qualquer coisa além da classe 4 é um desperdício, porque a câmera não se beneficia com isso. O tempo de acesso é irrelevante porque sempre são gravados arquivos grandes, de forma contínua e linear.
Custou USD 9.99
Comprei 08/02/12
Chegou 21/03/12
Resultado do teste de velocidade (gravação contínua de arquivos grandes):
Test finished without errors. Writing speed: 7.38 MByte/s
Reading speed: 9.97 MByte/s
H2testw v1.4
Conclusão até agora: ótima aquisição. O cartão excede até mesmo os requisitos da classe 6 (edit: errado! veja comentários). E o preço está ótimo.
O cartão excede até mesmo os requisitos da classe 6
Não dá para afirmar isso pelo teste que fez. O teste mediu a velocidade máxima, de pico O que a classe 6 garante é uma velocidade mínima de 6Mb/s de escrita. A classe do cartão também nada se refere à velocidade de leitura, só de escrita.
Você tem algum post onde fala sobre a decisão de usar câmera veicular? Pergunto isso porque imagino que será algo muito comum no futuro próximo, tanto para inibir assaltos quanto para auxiliar nas investigações em caso de algum acidente (ou até para filmar eventos rápidos e inusitados, do tipo que não dá tempo de tirar o celular do bolso).
Acho que está demorando para que as pessoas usem câmeras nos carros, principalmente na grande São Paulo, onde há um grande número de ocorrências para as quais as câmeras poderiam ser úteis. Por conta desse atraso, vai demorar ainda mais para que os carros saiam com câmeras de fábrica.
Na minha imaginação fértil de escritor, o ideal é que haja 4 câmeras, uma para cada lado (não, não vou filmar meteoritos no céu nem explosões de bueiros no chão). Elas devem ser discretas, mas não necessariamente invisíveis, já que um dos objetivos é inibir assaltos.
Como você a usa? Presa no pára-brisas (como alguns GPSs), voltada para frente?
Eu devo ter falado sobre quatro câmeras no Buzz, mas só consigo achar o post sobre a que eu devolvi por ser muito problemática e a que eu passei à frente por não mostrar as placas.
Não encontrei post sobre as outras duas, que tenho agora. Uma das quais uso diariamente.
No GOL eu uso presa no pára-brisas com ventosa. No UNO eu fabriquei um suporte roscado para fixá-la no retrovisor. Sempre voltadas para a frente, por enquanto.
No segundo link você dá vários exemplos de possíveis flagrantes, que era justamente o que eu estava interessado (a decisão de usar câmera veicular). Depois que você passou a usá-las, elas já lhe foram úteis em alguma ocorrência? (Antes, tomara que não tenha havido ocorrências!!! rs)
Não, eu nunca precisei das gravações. Mas houve uma vez em que eu fui fechado onde a gravação teria sido útil. se eu tivesse chegado a bater. Ficava claro que a picape tinha saído “do nada” para a minha frente.
Eu estou pensando seriamente em começar a publicar no youtube a falta de educação dos motoristas, motociclistas e pedestres de Recife. Mas me falta tempo e humor para isso.
Jefferson, apoio sua idéia, mesmo. Seria um sucesso, tenho certeza. Você não tem idéia de quantas pessoas comentariam e chamariam atenção para cada cena.
Não sei se vai te interesar, mas pela marca o preço parece ser interesante. Também não sei se a promoção vai aparecer, mas aqui, no boleto bancário, está por 26,60 (a megamamute faz frete grátis a partir de 100,00, mas não sei se vale pra recife):
Chega dá pena. Um Motorola Defy com uns três meses de uso.
A danada da touchscreen capacitiva continua funcionando (no Defy o digitalizador fica debaixo do vidro e não em cima, como é costumeiro com telas resistivas), mas com a tela toda estilhaçada, o telefone ficou horrível.
O cliente me pediu para checar opções. No MercadoLivre elas até existem, como esta. Mas apesar do vendedor afirmar que se trata de Gorilla Glass, eu não estou muito inclinado a acreditar nisso. O único jeito de testar Gorilla Glass que eu conheço é tentando arranhá-lo. E aí é melhor estar na frente do vendedor e não do outro lado do país comprando pelo correio.
Não lembro onde li (acho que foi no meiobit) que os motorola defy vendidos oficialmente no Brasil, nenhum vem com Gorila Glass.
Seria razão para acionar a Motorola na justiça, porque o site brasileiro diz claramente, em português, que o Defy tem Gorilla Glass. Está aqui, na seção Características Físicas.
Saulo! Não é teoria da conspiração não…Realmente produtos vendido no Brasil (pelo menos a linha Galaxy) NÃO tem Gorilla Glass. Foi falado no próprio fórum da Samsung Brasil. http://www.corninggorillaglass.com/#products-with-gorilla esse é o link para os produtos com Gorilla Glass. Eu tinha um Galaxy Note Argentino que riscou a telas só de passar a chave do carro em cima. Vi vídeos piores no you tube e NENHUM risco aparecia. Vendi, e comprei o Galaxy Note Inglês. Só de olhar pra tela notava-se diferença. Fiz o mesmo teste, com a mesma chave e NENHUM risco apareceu. Conclusão: NENHUM smartphone da linha Galaxy vendido oficialmente na Ámerica do Sul tem Gorilla Glass.
Isso eu sei. Espero que meu cliente não tenha quebrado porque confiava que era, principalmente depois que um amigo dele jogou o telefone na piscina para provar que o Defy era à prova d’água.
Agora me ocorreu que a tecnologia do gorilla glas permite fazer um vidro muito resistente apesar de fino. Eu suponho que qualquer substituto que coloquem será:
Ou um vidro grosso demais
Ou um vidro frágil demais (quebra ao empurrar com o dedo)
Isso já aconteceu comigo e o pior, é como você se sente depois, sabendo que a m**da foi você mesmo que fez!
Pois em toda a minha vida é a terceira vez.
Na primeira, eu tinha entre 16 e 18 anos. Atravessei uma rua de 4 faixas olhando para a direita esquecendo completamente que a primeira faixa era no sentido contrário.Fui atropelado por uma Kombi. E a culpa foi inteiramente minha.
A segunda vez foi parecida com esta, há um ano. Eu atravessei uma rua secundária completamente desligado e só percebi que deveria ter olhado se era seguro atravessar quando um carro passou devagar por trás de mim. Nada aconteceu, mas poderia.
Pois é… a uns anos atras, quando da morte de um cão aqui de casa (a Snoopy, falei disso na época no meu blog), passado uma semana, e eu estava num baixo astral danado por saudade da bichinha. Tem um segmento de cerca de 2 horas desse dia, que eu simplesmente *não lembro de nada do que fiz*.
Só sei de o seguinte, eu lembro de estar na oficina cabisbaixo, e duas horas depois, de estar na casa de um amigo meu, em uma cidade vizinha, uma distancia de 28KM daqui. Eu simplesmente não me lembro de ter pego a moto, qual estrada (tem duas opções pra ir pra essa cidade) usei, e de qualquer coisa que tenha se passado na viagem.
Quando eu estava lá na casa dele, já fazia uns 15 minutos eu comentei com ele…
– Rapaz, se eu te falar que vim pra cá no “automático” você vai acreditar? Não lembro o caminho que fiz e nem de nada que vi pelo caminho.
Pois é… coisas da mente.
Isso já aconteceu mais de uma vez comigo, porém em lapsos bem menores, e sempre voltando para casa à noite pela rodovia. Eu de repente tomo consciência de que não lembro de ter percorrido os últimos dois quilômetros. Não há como dizer se estava consciente e simplesmente o trecho sumiu da minha mente ou se, que Deus me proteja, eu dirigi sem a ajuda do consciente por dois quilômetros. O fato é que nunca fui acordado por nenhum “susto” como hoje. Eu sempre tomei consciência do lapso em segurança.
Então, mas digamos que eu fiquei preocupado quando duas horas depois eu tomei consciência que não estava na minha oficina e sim a 28KM de casa e não lembrar absolutamente de “wtf, que que eu to fazendo aqui? como cheguei aqui?”

A viagem deve ter sido feita em segurança, pois eheh, eu estou aqui e não aconteceu nada naquele dia. Mas que é realmente esquisito, isso é!
Nota: não estava com sono. E não bebo.
Idem, IDEM!
Uxe, como assim? Você apagou do nada? Isso não é normal.
Mas, o que me preocupou mesmo foi nem isso, foi o horário para você ir a um banco depositar cheques…
Pense, você saindo a essa hora, 22h e andar isso tudo A PÉ e de noite.. LOUCO! Queres morrer mesmo. Louco. Tanto Bradesco mais seguro (mesmo essa hora) e tanta hora para fazer isso. Louco.
Eu faço isso corriqueiramente, Saulo. Para mim Recife não é tão perigosa nos lugares que frequento. A única vez em que fui assaltado, era adolescente e estava esperando o ônibus para voltar para casa à noite. Isso foi há mais de 23 anos. De todas as vezes em que estive em bancos à noite, apenas uma vez vi uma movimentação suspeita.
E a julgar pelas reportagens que vejo na TV, bancos são bem mais perigosos à plena luz do dia aqui.
Vou dizer uma coisa: esse negócio de estar no “piloto automático” acontece MUITO comigo. Exemplo: a gente tem determinadas tarefas para fazer (gusrdar coisas, limpar, arrumar, botar em ordem, etc.). SE me perguntarem sobre alguma tarefa específica, sou capaz de não me lembrar de ESTAR fazendo a tarefa, mas se vou conferir eu fiz TODAS as tarefas que me propus… é como se as vezes a minha “memória recente” ou a memória das coisas “rotineiras” falhasse… não sei se é porque eu sempre estou “viajando”, epnsando em coisas láááá longe ou é um problema realmente… isso pode ser normal???
Tem certeza de que não foi abduzido? rs, brincadeira. Já tive lapsos pequenos, e já vi pessoas próximas tendo lapsos. Acho que, até certo ponto (pouco tempo, baixa frequência etc.), é bem normal. O problema é saber o que aconteceu, se nesse pouco tempo acontecer algo relevante.
Pensei na possibilidade de fazer uso pessoal da câmera veicular, rs.
E uma vez já fui “atropelado em baixa velocidade” – o carro parou em cima e relou em mim -, por minha culpa (atravessei fora da faixa, mas achei que não vinha carro de onde eu não estava enxergando). Isso foi em Campinas, há muito tempo.