 Jefferson,  24 de maio de 2017, Nota: Eu ainda tenho uma certa dificuldade para distinguir “login” de “logon”, mesmo lendo as explicações.
O Windows chega à lock screen, imediatamente tenta logar como um usuário qualquer, isso falha por um motivo qualquer (no meu caso foi este) e o Windows volta à lock screen. O processo se repete, inutilizando a máquina.
Para resolver isso você precisa ser capaz de alterar o conteúdo de três chaves do Registro em:
HKEY_LOCAL_MACHINE\Software\Microsoft\Windows NT\Currentversion\Winlogon
- AutoAdminLogon: deve ser zero
- AutoLoginSID: deve estar em branco
- DefaultUsername: deve estar em branco (eu não estou certo quanto a este)
Eu nem tentei fazer isso no Modo de Segurança por causa da absurda dificuldade para se entrar no nesse modo no Windows 8.1 x64, por isso parti direto para o jeito mais demorado. Dei boot com o Windows 7 portable do Hiren’s bootcd e usei o que já expliquei no meu texto sobre edição offline do Registro. O hive que você precisa carregar para isso é o SOFTWARE.
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 Jefferson,  24 de maio de 2017, Sim, a mensagem é redundante assim mesmo, seguida de:
“Não é possível carregar o perfil de usuário.”
Eu me deparei com esse problema no meio de outros problemas enquanto estava tentando conectar uma máquina a um controlador de domínio Windows 2012, por isso parti da premissa que o problema estava relacionado com o a minha tentativa de conectar ao domínio e passei quatro horas apanhando seguindo as pistas erradas até descobrir que a mensagem de erro era exibida sempre que eu criava qualquer novo usuário, mesmo locais. Todos os usuários já configurados na máquina podiam logar sem problemas.
Eu havia esbarrado na solução na primeira meia hora de pesquisa e ignorei justamente por achar muito “local”.
O erro é causado por uma dificuldade para ler o chamado “perfil padrão” em c:\usuários\Default. Sempre que um usuário novo é configurado na máquina o conteúdo completo deste diretório é usado como modelo para o perfil do novo usuário. No meu caso o problema era com permissões, que impediam a leitura dos arquivos pelo serviço de perfil.
Para resolver, bastou clicar com o botão direito sobre c:\usuários\default no Explorer (é um diretório oculto) -> Propriedades -> Segurança -> Avançadas -> Alterar Opções e marcar a opção “Substituir todas as entradas de permissão de objetos filho por entradas de permissão herdáveis desse objeto“.
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 Jefferson,  24 de maio de 2017, Voidtools Everything tem versões beta novas desde abril. Vamos ver se desta vez eu consigo usar. Normalmente eu me mantenho longe de versões beta, mas o Everything é uma ferramenta excepcional e a busca no conteúdo dos arquivos não está disponível ainda nas versões “estáveis”.
Depois de ter adquirido o AdwCleaner a Malware Bytes agora manda no JRT também. Não posso dizer que esteja entusiasmado com isso.
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 Jefferson,  24 de maio de 2017, Algumas versões do Nero vem (ou vinham, testei com as versões OEM 6 e 7) com um utilitário chamado NeroCmd.exe que permite gravar um CD/DVD/BD por linha de comando sem muita complicação. A localização varia entre versões do Nero por isso talvez seja mais rápido usar o Everything para achar.
Você precisa ter o Nero instalado na máquina. Não adianta simplesmente copiar NeroCmd.exe de outra.
O manual não vem no CD, mas você pode encontrar algumas cópias online como esta (versão 1.5), esta (versão 1.7) e esta (versão 3.0.5) e é algo relativamente complicado de entender, mas para o propósito deste post que é fazer um backup de dados em DVD para proteção contra atos de malícia (ransomware), o conjunto de comandos que você precisa aprender fica bem reduzido e em alguns exemplos você já pode ter tudo o que é necessário.
Em todos os exemplos abaixo o comando é de:
- gravar
- em DVD ou DVD RW
- com verificação da gravação
- não é uma simulação
- formato de disco ISO com rótulo “BACKUP”
- no gravador de letra “j”
Se quiser que a gravação seja apenas simulada, remova o parâmetro “–real” (atenção: os parâmetros são precedidos por dois hifens, embora possa parecer à distãncia que é um só)
Grava apenas o arquivo “e:\dados.zip” no DVD
nerocmd –write –dvd –verify –real –iso BACKUP –drivename j e:\dados.zip
Grava os arquivos de três diretórios no DVD (mistura tudo)
nerocmd –write –dvd –verify –real –iso BACKUP –drivename j e:\_comics\*.* e:\_quicktalk\*.* e:\_uteis\*.*
Grava três diretórios com os respectivos arquivos no DVD (preserva os diretórios raiz)
nerocmd –write –dvd –verify –real –iso BACKUP –drivename j e:\_comics –recursive e:\_quicktalk –recursive e:\_uteis –recursive
Segundo o manual, se nada for definido em contrário o modo de gravação é DAO (Disc At Once) ou seja: o disco será “fechado”, o que oferece a maior compatibilidade e proteção contra destruição da gravação, mas toda a capacidade do disco não usada será desperdiçada.
Idealmente, o modo SAO (Session At Once) seria o mais indicado para maximizar o uso dos discos, mas como eu não encontrei nenhum modo confiável e gratuito de ler as sessões individualmente no Windows (geralmente apenas a última fica visível) eu estou preferindo não usá-lo. O Isobsuter e o CD Roller podem fazer isso, mas custam quase 40 dólares. Duzentos e quarenta DVD-Rs com espaço desperdiçado (contando com o dólar a R$3) ainda não fazem essas ferramentas valerem a pena.
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 Jefferson,  23 de maio de 2017, Quando o método oficial não funciona!
Desde a versão 24.4, de 2014, o Pale Moon passou a ter como mecanismo de busca principal o DuckDuckGo. Isso não tinha me afetado até hoje porque eu sempre usei a versão portable e passei de uma versão para outra copiando o meu perfil da versão velha para a nova. Assim todas as configurações eram mantidas. Mas desta vez eu tive um problema sério que me obrigou a começar do zero com um perfil limpo e aí eu descobri que a versão 26.5, que nem é a mais nova, sequer tem o Google na lista de mecanismos disponíveis. O modo oficial de adicionar outros é visitar esta página e clicar no mecanismo que você deseja.
O que, por motivos desconhecidos, não funciona de jeito nenhum comigo. Clicar em qualquer opção dá a mensagem “This search engine isn’t supported by Pale Moon and can’t be installed”. Isso aparentemente nunca aconteceu com mais ninguém, porque não encontrei informação sobre o problema exceto por esta página, que se refere ao Firefox e cuja solução apontada não se aplicou ao meu caso.
Então tive que improvisar. Descobri que os mecanismos são definidos por arquivos XML e que esses arquivos são salvos no diretório “searchplugins” do browser. Bastou então copiar o arquivo “google.xml” da instalação antiga para a instalação nova e reiniciar o Pale Moon. O Google vai aparecer na lista de mecanismos disponíveis.
Como fazer se você não tem uma instalação antiga de onde tirar o arquivo? Eu dei uma olhada no código-fonte da página e descobri que o XML pode ser acessado por este endereço. Salve o conteúdo como “google.xml”.
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 Jefferson,  14 de maio de 2017, tools Todas as versões “não servidor” do Windows vem intencionalmente bloqueadas para que você possa ter apenas um usuário conectado de cada vez. Se você fizer uma conexão RDP (Terminal Services), o usuário corrente tem que “sair”. Desde o Windows XP existem programas que fazem patches em termsrv.dll para remover essa restrição, mas não sem seus problemas:
- O Windows detecta que termsrv.dll não é mais original e tenta repor o correto. Você tem que tomar medidas contra isso;
- A cada atualização do Windows uma nova versão de termsrv.dll pode ser instalada e seu programa favorito de patch pode não ter suporte para ela;
- Como o código fonte não está disponível você fica desconfiado do que mais esse hack pode estar fazendo.
Os que eu conhecia eram o Concurrent RDP Patcher e o Universal Termsrv.dll Patch, porém seus autores não estavam conseguindo acompanhar as atualizações do Windows e nem sempre a coisa funcionava. O UTP tem maiores chances de funcionar poque seu autor descobriu um modo de localizar automaticamente o ponto para fazer o patch, mesmo numa versão de termsrv.dll mais recente que o programa. Daí o “Universal”.
Mas ontem eu encontrei um “desbloqueio” que usa uma abordagem diferente que na minha opinião torna todas as outras obsoletas. A RDP Wrapper Library não precisa fazer nenhum “patch” porque opera em outra camada “envolvendo” o serviço RDP do Windows, que até onde pude entender do funcionamento continua “acreditando” que apenas um usuário está conectado.
E mais: tem código fonte disponível em delphi e C++. Você não precisa ficar com um pé atrás. E vem com um programa de teste que permite checar o funcionamento na mesma máquina e um de configuração que entre outras coisas permite trocar a porta RDP.
Durante a instalação o programa se auto atualiza (ele diz que é apenas um novo INI que é baixado) e funcionou com uma instalação do Windows 7 SP2 (Windows 7 SP1 + Convenience rollup update) que estava resistindo ao método que eu usava.
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 Jefferson,  13 de maio de 2017, malware Eu antecipei isso no mês passado. Agora está em todos os noticiários do Brasil que um ransonware turbinado pelo doublepulsar está fazendo vítimas em todo o mundo. As reportagens falam em “Eternalblue”, que até onde sei é o nome da vulnerabilidade. Doublepulsar é o nome da ferramenta que a explora. Eu posso ter confundido as coisas mas o fato é que na prática os dois termos se referem ao mesmo problema.
Muita bobagem está sendo dita por aí em fóruns por isso vou aproveitar para lembrar a todos de alguns pontos sobre esse problema:
- Ramsonware não precisa de permissões de administrador em nenhum sistema operacional. Repita comigo: “Ramsonware não precisa de permissões de administrador em nenhum sistema operacional!”. Isso é auto-evidente para profissionais de TI (mesmo os meia-boca como eu) mas meros usuários podem cometer o erro de achar que rodando como usuário limitado estão seguros;
- Eternalblue/Doublepulsar também não precisa de permissões de administrador. É um ataque “anel zero” (obtém o mais alto privilégio existente) remoto que não precisa sequer que um usuário esteja logado na máquina para operar;
- A máquina não estar ligada diretamente à internet não a torna segura. Qualquer vírus/worm desse tipo se desloca “lateralmente”. Basta uma máquina infectada por qualquer meio que seja (e-mail, pendrive, etc) ser conectada à rede para o vírus se instalar em qualquer outra máquina da mesma sub-rede que não esteja protegida.
Sim, a união de Eternalblue/DoublePulsar com um ransonware é uma catástrofe.
Como se proteger (ainda em avaliação)
Windows XP e 2003 não tem proteção (não tinham! leia comentários). Abandone-os ou desative o suporte a SMB da máquina. Você não poderá mais compartilhar arquivos e impressoras na máquina*, mas se seu uso não requer isso, tudo bem. Entretanto empreenda esforços para que qualquer instalação rodando Windows XP ou 2003 seja “descartável” e trate-a como um dispositivo possivelmente hostil que você precisa tolerar na sua rede porque esse não será o último vírus para o qual o XP/2003 não terá proteção. E eu falo isso como fã do XP.
Se usa um SO ainda suportado pela Microsoft, instale o patch.
Se quiser ter uma camada extra de proteção, faça o que vem sendo recomendado desde 2016 pela própria MS: Desative o suporte a SMBv1. O efeito colateral disso é que máquinas rodando Windows XP e 2003 não poderão mais acessar compartilhamentos na sua máquina*. O mesmo possivelmente se aplica a media players como o Egreat e o DiYOMATE. Mas se você não precisa disso ou você nem compartilha nada na sua máquina mesmo, exclua o serviço.
Atualizar o antivírus pode ajudar muito. Como esse vírus está “famoso” todos os grandes antivírus já devem ter detecção. O antivírus pode não conseguir impedir a invasão via exploit (aplique o patch) mas pode impedir o usuário de instalar o vírus recebido por e-mail ou pendrive.
*Que eu saiba, EternalBlue/Doublepulsar exploram uma vulnerabilidade no serviço “SMB server” e não no “client” então você só precisa abdicar da possibilidade de ter compartilhamentos e não de acessá-los. Mas não posso garantir isso ainda.
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 Jefferson,  12 de maio de 2017, android Mas vou logo dizendo: você precisa estar determinado a isso, pois como todo controle absoluto exige decisões difíceis.
A expressão “NoRoot” significa que o firewall não requer acesso root ao aparelho para operar. Isso é obtido por um método engenhoso: NoRoot Firewall (daqui em diante apenas “NRF”) se registra no Android como um provedor de VPN e ao oferecer esse “tunel” por onde todas as comunicações precisam passar ela também está em posição de barrar o que quiser. NRF lista todos os processos que estão tentando se comunicar com o mundo exterior, incluindo a rede local, com os respectivos endereços. E por default tudo é bloqueado. Você pode liberar a comunicação de cada processo inteiramente ou apenas para endereços selecionados. Até pode definir se por Wi-Fi ou rede celular.
E é justamente por bloquear tudo, por default, que o uso de NRF não é para qualquer um.
NRF exibe uma notificação silenciosa toda vez que faz um novo bloqueio e é muito fácil ao instalar uma nova app ou mesmo abrir uma que você já tem, esquecer que o firewall está ativo e ficar longos minutos batendo a cabeça na parede tentando entender por que algo não funciona como esperado. Isso acontece muito com as apps de monitoramento de câmeras, que eu uso muito espaçadamente e procuro liberar apenas o acesso endereço a endereço. Mas também ocorre por circunstâncias impossíveis de antecipar. Houve um dia que eu levei uma surra danada tentando ler um PDF no Chrome e não conseguia. O Google Drive tinha se configurado sozinho e do nada como leitor de PDF padrão (eu não fiz isso) e como eu não tinha dado a ele acesso, eu não consegui ler o PDF. Só depois de eu ter desistido, em um outro dia, foi que eu vi o Google Drive na lista de bloqueios e juntei uma coisa com a outra.
E para piorar, você vai descobrir que um monte de serviços que você não faz idéia de pra que servem ou apps que você conhece mas nunca usou nem pretende usar estão constantemente tentando comunicação externa. E você precisa decidir se vai deixar. Por exemplo, No Android 6 além de liberar o Google Play você precisa liberar o serviço “download manager”, senão você não consegue
baixar nada da loja. E você tem que descobrir isso puramente baseado em palpite: “hummm… faz cinco minutos que pedi para baixar essa app e nem começou ainda. E apareceu esse “download manager” querendo permissão. Acho que tenho que autorizá-lo!”. Nada “científico”.
Existe ainda um outro problema: NRF pode travar. É raro, mas acontece e você fica totalmente sem acesso até notar o problema e reiniciar o firewall ou o aparelho.
Eu uso o NRF hoje por três razões:
- Reduzir o uso indiscriminado da banda limitada que tenho tanto em dados móveis quanto no Wi-Fi;
- Ter um pouco mais de privacidade e controle sobre meus dados, evitando que apps que instalei para uma coisa façam outra. Por exemplo, eu precisei usar recentemente uma app que faz backup dos SMS e log de chamadas em um telefone para restaurar em outro. Essa app pode usar “a nuvem” para isso, mas como eu não quero isso, mantenho-a bloqueado pelo NRF e uso apenas o recurso de backup e restauração locais por meio de um cartão microSD. Assim eu tenho razoável certeza de que pelo menos essa app, à qual eu preciso dar acesso a meus contatos para fazer seu trabalho, não está fazendo mau uso deles;
- Ter uma visão melhor do comportamento das apps.
A imagem à esquerda é de uma instalação do Android recente, pouco depois de “zerar” o aparelho. Eu nunca usei voluntariamente nenhuma das apps que aparecem listadas (não, nem mesmo Youtube e Hangouts), mas elas querem acesso à internet. E um pirulito, três jujubas e um Chokito para quem descobrir o propósito de “GameMode” e o processo de nome impronunciável da direita.
Escolher “Deny” faz com que a app/processo não apareça mais na lista (o acesso já era negado de qualquer maneira). Escolher “Allow” dá acesso irrestrito a rede. E tocar no nome da app abre uma nova janela com a lista dos acessos que a app/processo tentou fazer para você escolher o que liberar ou negar.
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 Jefferson,  08 de maio de 2017, Eu estava procurando um meio de enviar notificações automatizadas (arduino, raspberry Pi, etc) para telefones Android e iOS e uma das principais recomendações para isso é o Pushbullet. Acabei não conseguindo o que queria (ainda) porque a API é complicada e a documentação não é clara, mas o que o Pushbullet faz “por si só” foi uma agradável surpresa. Bastou instalar a app no meu telefone Android e a extensão Chrome no meu desktop Windows para receber no Windows todas as notificações que aparecem no telefone! Whatsapp e email não me importam porque eu já acompanho isso no desktop, mas poder ver imediatamente que o telefone está tocando (e quem chama) e ver os SMS já descomplicaram bastante minha vida!
Com o Pushbullet eu não preciso procurar o telefone toda vez que eu ouço o som de notificação e o telefone não está na minha mesa. Melhor que isso, se eu esquecer o telefone com o som desligado (ocorre principalmente nas primeiras horas depois de acordar) o Pushbullet vai me alertar para isso quando as notificações começarem a aparecer no Chrome.
Esse “espelhamento de notificações” requer Android 4.3 ou mais novo.
O programa também permite enviar links e arquivos facilmente entre dispositivos, mas ainda não consegui fazer isso funcionar.
Coisas que o Pushbullet permite fazer facilmente mas não me interessam:
- Enviar SMS no próprio computador – eu não uso SMS para nada;
- Responder Whatsapp – Para isso eu uso a app Windows;
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 Jefferson,  08 de maio de 2017, Eu tenho esse problema já há algum tempo e só agora fiquei de saco cheio o bastante para parar o que estava fazendo e resolver. Boa parte dos roteadores/Acces Points exibe uma lista dos dispositivos conectados, mas apenas na forma do endereço MAC, obrigando você a consultar uma tabela sua para conferir se você conhece mesmo cada um deles. Ainda não vi nenhum modelo onde você pudesse associar um “apelido” para ser exibido no lugar do MAC.
Isso pode ser resolvido satisfatoriamente se você usar para visualização dessas listas o Google Chrome com a extensão Word Replacer II.
É assim que a lista se parece normalmente em um roteador TP-LINK

E o que aparece agora que instalei e configurei a extensão:

Eu decidi colocar as “traduções” entre “!_” e “_!” como um sinal para mim de que o que estou vendo é uma substituição automática e não o texto original. Eu suponho que o uso do Word Replacer possa criar algum problema eventualmente quando você realmente precisar ter na página o texto original, mas para resolver isso basta usar outro navegador 
Configurar é muito simples. Basta copiar o texto a substituir, colar na página de configuração da extensão e acrescentar sua “tradução”.
Agora eu vou começar a configurar isso para os clientes. O uso indevido e não autorizado da rede é um problema crescente.
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O que expliquei acima pode não ser o bastante. Acabo de esbarrar em um cenário que exigiu outro passo. Certifique-se de que o usuário “NOMEDAMAQUINA\Usuários” aparece na lista de permissões. Se não aparecer, acrescente. Em seguida faça o que descrevi acima.
E quando a máquina apenas trava nessa tela, impossibilitando o logon? Quando a única opção de conta é justamente essa que fica na tela? Travada, sem opção de um usuário paralelo? O que fazer? Atualização de WINDOWS10 para versão 2018
Elber, consegue fazer shift+F10 pra abrir uma tela do Dos?
Se sim, é uma alternativa pra resolver.