 Jefferson,  29 de maio de 2017, virtualização Na verdade o que Disk2vhd faz é converter o conteúdo do HDD físico em um HDD virtual, mas como isso é quase 100% do trabalho na criação de uma máquina virtual…
Eu ia escrever sobre isso aqui em julho de 2015, mas perdi essa e outras anotações em uma lamentável distração e não tive ânimo para escrever tudo de novo. Hoje eu precisei virtualizar um servidor Windows 2003 que está sendo aposentado para liberar logo o hardware e resolvi começar de novo.
A página do software diz que o programa é compatível com Windows Vista e mais recentes, mas a versão atualmente disponível lá (2.01) funciona com XP e até no Windows 2003 sem Service Pack algum (testado hoje).
A principal característica de Disk2vhd é ser capaz de criar a unidade virtual mesmo com a máquina física em uso. Você não precisa retirar o HDD e colocar em outra máquina para fazer a cópia, um benefício do serviço Volume Shadow que existe desde o XP.
O HDD virtual é criado em dois possíveis formatos:
- .vhd – Compatível com Virtualbox;
- .vhdx – Você pode “montar” diretamente no Explorer do Windows 8.1 e 2012 e supostamente até dar boot por ele. Compatível com a tecnologia Hyper-V da MS. Não parece ser compatível com Virtualbox. Certamente não como unidade de boot.
Dependendo da versão do Windows onde você executar o programa vai aparecer uma opção “Prepare for use in Virtual PC”. Se você vai usar no virtualbox, não marque essa opção.

Nos meus testes isso só adicionou um item no menu de inicialização da máquina virtual que se usado leva a uma situação de travamento.

No Virtualbox
Certifique-se de adicionar o arquivo .vhd como uma unidade IDE. Isso não é necessário sempre. Em alguns casos é preferível que você use uma controladora SATA. Você escolheu errado se ao iniciar der um erro de tela azul com código 0x0000007B.

[08/04/2024] Se estiver virtualizando o XP, pode ser necessário mudar o “Tipo” da controladora para ICH6. Mudar para Pixx3 também parece resolver mas em um de meus testes, a instalação de drivers que ocorre no primeiro boot provocou repetidas vezes a corrupção do boot.
Se não der boot, experimente mudar nas configurações da VM primeiro a opção I/O APIC e depois o tipo de chipset:

Os problemas aos quais o Windows é sujeito ao se trocar a placa-mãe continuam podendo acontecer. Por exemplo, o boot deste parou por causa do já conhecido intelppm.sys (veja lá no fim do texto), que é notório por falhar espetacularmente quando não acha uma legítima CPU Intel na máquina:

E a solução é a mesma que você usaria em uma placa mãe real: apagar ou desabilitar esse driver.
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 Jefferson,  29 de maio de 2017, manutenção A busca parece funcionar, porque você coloca outros termos e aparecem emails, mas os emails que você procura não vem de jeito nenhum. Então você rola a lista manualmente e lá estão eles.
Para resolver vá em Arquivo -> Opções -> Busca (ou algo assim, não tenho o 2013 aqui agora) desative a busca no Outlook, feche as opções, abra novamente e ative a busca no Outlook. Os seus emails deverão começar a ser indexados novamente e a busca deverá achar o que você procura.
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 Jefferson,  28 de maio de 2017, blog Nota: isso não é um endosso do Feedly. Pelo contrário, eu não gosto de algumas coisas no serviço.
Eu esbarrei nisso cerca de um mês atrás quando o amigo José Carneiro me perguntou que leitores de feed eu recomendava, já que pela segunda vez em uma semana eu estava falando para ele algo pensando que ele tinha lido meu blog mas não tinha.
Eu fiz uma pesquisa e vi o Feedly ser recomendado em alguns lugares. Aí descobri que supostamente tinha mais de uma centena de pessoas lendo meu blog por ele.
Como eu não sei como essa contagem funciona e a quantidade de leitores que comentam está beeem longe disso, tenho minhas dúvidas. Será que eles contam acessos semanais ao feed? Mensais? Ou é o número histórico de pessoas que se inscreveram? Isso seria patético.
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 Jefferson,  28 de maio de 2017, energia O primeiro foi comprado na semana passada e o segundo tem pelo menos sete anos de uso.
Ambos tem processador XEON e dois HDDs
HP Proliant ML30 Gen9 (medido em 220V)
- CPU Intel Xeon E3-1220 v5 3GHz
- 2x HDD 1TB
- 8GB RAM DDR4
- Drive DVD HPE 9.5mm SATA DVD-RW JackBlack G9 Optical Drive (726537-B21)
- Fonte HPE ML30 Gen9 350W E-star 2.0
Desligado: 3.7W
Fazendo POST: 37W com pico de 54W iniciando os HDDs
Em idle na tela de logon: 25W-27W
Movendo arquivos entre discos: 30W
HP Proliant ML110 Gen5 (medido em 110V)
- CPU Intel Xeon 3075 2.66GHz
- HDD 160GB + HDD 320GB
- 4GB RAM
- Drive DVD
- Fonte original HP
Desligado: 7.3W
Fazendo POST: 100W com pico de 115W Com o ventilador ligado
Em idle na tela de logon: 79W
Eu só pensei em fazer a medição de consumo porque queria ligar o servidor novo no mesmo no-break que o velho e não queria provocar um desastre. Para minha surpresa o consumo de energia do servidor novo é tão baixo que do ponto de vista do no-break é quase desprezível. Eu até vou aferir os medidores depois para ter certeza porque o site CPU Boss diz que o desempenho por Watt do processador mais velho deveria ser melhor (o que não faz muito sentido).
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 Jefferson,  27 de maio de 2017, Para quem ainda não sabe, Eternalblue é a vulnerabilidade explorada pelo ransomware Wannacry.
É muito simples. Em resumo você vai fazer isto:
nmap -sC -p445 –script smb-vuln-ms17-010.nse 10.0.0.0/24
Como o NMAP para Windows vem com uma GUI chamada ZenMap, basta executar a GUI e colocar o comando acima onde está escrito “Comando: ” e clicar em “Scan”. O resultado da varredura aparecerá segundos depois na tela.
O que o comando faz é procurar em toda a faixa de IPs pela porta 445 aberta. Encontrando-a roda o script. Se encontrar máquinas vulneráveis o resultado é parecido com isto (duas máquinas vulneráveis):
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 81 82 83 84 85
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Nmap scan report for 10.0.0.31 Host is up (0.0010s latency). PORT STATE SERVICE 445/tcp open microsoft-ds MAC Address: 00:1E:0B:xx:xx:xx (Hewlett Packard) Host script results: | smb-vuln-ms17-010: | VULNERABLE: | Remote Code Execution vulnerability in Microsoft SMBv1 servers (ms17-010) | State: VULNERABLE | IDs: CVE:CVE-2017-0143 | Risk factor: HIGH | A critical remote code execution vulnerability exists in Microsoft SMBv1 | servers (ms17-010). | | Disclosure date: 2017-03-14 | References: | https://blogs.technet.microsoft.com/msrc/2017/05/12/customer-guidance-for-wannacrypt-attacks/ | https://technet.microsoft.com/en-us/library/security/ms17-010.aspx |_ https://cve.mitre.org/cgi-bin/cvename.cgi?name=CVE-2017-0143 Nmap scan report for xxxxxxxxx (10.0.0.34) Host is up (0.0010s latency). PORT STATE SERVICE 445/tcp open microsoft-ds MAC Address: 94:18:82:xx:xx:xx (Hewlett Packard Enterprise) Host script results: | smb-vuln-ms17-010: | VULNERABLE: | Remote Code Execution vulnerability in Microsoft SMBv1 servers (ms17-010) | State: VULNERABLE | IDs: CVE:CVE-2017-0143 | Risk factor: HIGH | A critical remote code execution vulnerability exists in Microsoft SMBv1 | servers (ms17-010). | | Disclosure date: 2017-03-14 | References: | https://blogs.technet.microsoft.com/msrc/2017/05/12/customer-guidance-for-wannacrypt-attacks/ | https://technet.microsoft.com/en-us/library/security/ms17-010.aspx |_ https://cve.mitre.org/cgi-bin/cvename.cgi?name=CVE-2017-0143 |
Algumas informações foram editadas com “xx” para proteger os culpados 
Para máquinas onde a vulnerabilidade não for encontrada não será exibida a seção “host script results”.
Notas:
Cuidado ao salvar o script. O Chrome, por exemplo, vai acrescentar “.txt” ao nome do arquivo, que pode não ser visível dependendo da sua configuração do Windows. Entretanto o NMAP vai abortar deixando claro que não achou o script.
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 Jefferson,  27 de maio de 2017, A cliente me telefonou dizendo que já tinha copiado para o HDD cinquenta discos e ainda tinha oito que precisava copiar com urgência. Ela já havia reiniciado o computador e tentado de novo, sem sucesso. Como se tratava de um notebook, sugeri a ela que desligasse, tirasse da tomada, removesse a bateria, esperasse algum tempo e depois remontasse tudo para tentar outra vez.
Minutos depois ela ligou dizendo que depois de fazer como eu sugeri o drive voltou a funcionar.
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 Jefferson,  27 de maio de 2017, E antes que você diga: “eu uso Windows, o que eu tenho a ver com isso?” eu te digo: isso pode morder usuários Windows também. Continue lendo.
O Linux, aquele SO que dependendo do fanático ao qual você dê ouvidos “não tem bugs” ou “seus bugs são sem consequência” ou “os bugs são corrigidos assim que são achados por isso não importa”, ou etc, etc, etc… tem um novo problema que passou despercebido por anos a fio mesmo o código-fonte estando disponível para todo mundo ver. Desta vez é no módulo SAMBA e permite que código seja executado remotamente se você tiver um compartilhamento com permissão de escrita em uma unidade que tenha o bug.
Os pesquisadores que descobriram o problema já acharam, de quase meio milhão de dispositivos rodando SAMBA que encontraram expostos para a Internet (o que já é de arregalar os olhos) 110 mil com o bug. E destes, 92,500 parecem rodar versões não suportadas do SAMBA para as quais não existe patch disponível.
O problema para usuários Windows? É incerto quantos dispositivos como roteadores, NAS e Media Players rodando Linux usam código SAMBA e preenchem outros requisitos que os tornem vulneráveis. Sabe aquele seu roteador TP-LINK que tem aquela útil porta USB onde você pode plugar um HDD externo e compartilhar arquivos na rede toda? Pode estar rodando SAMBA. E pode ter o bug. E não importa ele não estar exposto para a Internet pois assim como no caso do Wannacry, basta uma máquina com acesso ao dispositivo ser infectada por outros meios. O que importa mesmo é se a partição na flash desse dispositivo específico onde o malware precisaria colocar o arquivo para que ele seja executado roda ou não com atributo de “read only”.
E sabe quando vai sair um firmware novo para corrigir o problema, se ele existir? Se o modelo já saiu de linha, nunca. Se ainda é vendido, estatisticamente falando, não se anime.
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 Jefferson,  27 de maio de 2017, 
A minha experiência com caixas de som alimentadas pela porta USB não é boa. Geralmente são um lixo, mas esta é exceção. Tem volume e qualidade de som razoáveis. E é bonita.
O fabricante diz que a potência das caixas é 5W RMS (2.5W x 2), que é justamente o dobro do que uma porta USB comum pode fornecer (500mA x5V = 2.5W).
Não deixe a foto enganar você. As caixas são pequenas, medindo apenas 72 x 72 x 70mm. Está custando R$16 no Extra.
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 Jefferson,  25 de maio de 2017, 
Apesar de existir pelo menos desde 2014, só fiquei sabendo da existência do Anydesk esta semana quando o suporte do sistema comercial de um cliente pediu que eu baixasse. A primeira característica dele que me causou uma boa impressão foi o fato da imagem (que pode ser uma foto) e nome de perfil do usuário chamador aparecer na tela que perde permissão de acesso.
A segunda foi que com o mesmo executável você pode usar em um modo imediato “portable” ou fazer a instalação na máquina;
A terceira que uma vez instalado o software escolhe um id alfa numérico que pode ser mais difícil de chutar (lembra do problema do ammyy?) e mais fácil de lembrar.
Além disso tem suporte a definir senhas de acesso, chat, transferência de arquivos através de CTR-C e CTRL-V, etc. E é gratuito. Ainda não achei uma razão para não abandonar todos os outros e usar apenas este.
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 Jefferson,  24 de maio de 2017, Isso pelo menos no Bradesco Net Empresa.
Eu comecei a perceber o problema no ano passado, mas agora a coisa está degenerando. Você simplesmente não consegue fazer pagamentos no Bradesco pelo IE11 sem colocar o site na lista de compatibilidade do IE. Até aí não passava de um inconveniente menor mas agora quando você faz isso o Bradesco reconhece o seu navegador como uma versão mais antiga do IE (isso é parte do processo de “compatibilidade”) e insiste que você tem que instalar um módulo de segurança. Se você tirar o Bradesco da lista de compatibilidade a exigência desaparece, mas aí o erro lá na frente não deixa você fazer nenhum pagamento.
Veja bem: o Bradesco comete um erro grotesco no site que obriga você a fingir que está usando uma versão insegura do navegador e aí penaliza você por estar usando uma versão insegura do navegador.
Hilariamente esse módulo se segurança é um activeX (não contente com já usar Java o Bradesco decidiu usar uma tecnologia considerada ainda mais perigosa na mesma sessão?) cuja instalação falhou repetidamente em dois dos três computadores onde tentei instalar. E um deles era uma máquina virtual “limpa”, sem nenhum programa que pudesse estar interferindo. Nem sequer um antivírus.
Para complicar a situação, o Bradesco só dá oportunidade de instalar o módulo após o cliente fazer a autenticação, o que me obriga a ter o cliente do lado para digitar a senha a cada nova tentativa.
E ainda por cima, o cliente usa certificado digital para autenticação, que requer Java no site do Bradesco, que não carrega nas versões recentes do Chrome e o plugin do Bradesco por razões desconhecidas parece nunca carregar no Firefox.
Depois de ler isso tudo você poderia jurar que o Bradesco é uma instituição pública e não um dos dois maiores bancos privados do país.
Após três horas desisti de tentar fazer funcionar no IE. Copiei para o cliente o Google Chrome Portable 28 que eu tinha arquivado e tudo funcionou na primeira tentativa.
Outro dia eu vou começar a disponibilizar no meu site as poucas versões do Chrome Portable que tenho (7, 28, 36 e 41). No momento eu acho que é possível obter uma versão portable copiando o diretório de instalação criado por qualquer versão que se instale em %appdata%.
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Desculpe a pergunta noob, mas como apagar ou desabilitar os drivers da máquina para rodar em uma VM, pois é quase 100% certo que a máquina convertida não irá funcionar por motivos de drivers incompatíveis com os da máquina virtual.
Você está enganado quanto à probabilidade de sucesso. Mesmo numa troca de placa mãe física eu chutaria 50% de chances de dar certo sem nenhuma preparação. E se você tomar alguns cuidados preparatórios suas chances aumentam bastante.
No fim de 2009 eu escrevi uma série de textos sobre como contornar o problema mais comum: o erro STOP 0x0000007B. E no final deste texto já tem um link para a solução do segundo problema mais comum: O STOP 0x0000007E. Quem se habituou a “resolver” problemas formatando sequer sabe quais são os problemas mais comuns e muito menos resolvê-los mas qualquer um que venha prestando atenção aos meus textos de uma década para cá sabe que poucos problemas são impossíveis de resolver.
Eu não posso afirmar quais são as chances na conversão para máquina virtual porque isso ainda é território novo para mim. Eu só fiz a conversão umas quatro vezes. Mas uma vez que você entenda quais são os problemas que impedem a troca de uma placa mãe, eu diria que suas chances de sucesso numa conversão para máquina virtual são muito maiores do que você imagina.
Acabo de virtualizar por esse processo uma máquina Lenovo, Core i3, rodando Windows 10 de 64 bits. Não fiz nenhuma preparação e a máquina virtual rodou na primeira tentativa. Só tive o cuidado de desabilitar a placa de rede para evitar problemas na ativação da máquina real do cliente.
E algo completamente inesperado aconteceu: Eu virtualizei para estudar o problema da máquina do cliente (explorer reiniciando em loop infinito mesmo no Modo de Segurança) sem correr o risco de bagunça-la ainda mais e o problema desapareceu na máquina virtual.
Acabo de descobrir que se você usar o software de clonagem Macrium Reflect pode usar o utilitário imgtoVHD para converter o backup em um disco virtual. Esse utilitário está em eterno beta e a Macrium não garante nada, mas se estiver usando a versão professional ou server do Reflect, o próprio disco de recuperação vem com uma opção “reDeploy” para isso que aparentemente é garantida.
Hoje eu precisei virtualizar uma máquina com dual boot Windows XP e Windows 7 32 bits e esbarrei em um problema curioso. Pedindo ao disk2vhd para criar uma imagemn com as partições XP e Windows 7 eu só consigo dar boot no Virtualbox pelo Windows 7 pois pelo XP dá erro STOP 0x0000007B. Mas se eu pedir ao disk2vhd para criar uma imagem apenas com a partição do XP, eu consigo dar boot pelo XP usando (aparentemente) as mesmas configurações. Ainda não consegui determinar qual a diferença.
A máquina real é um notebook com HDD SATA mas com controladora configurada para modo IDE no BIOS.
As duas máquinas virtuais tem controladora IDE tipo PIXX4 e Chipset ICH9 com I/O APIC habilitado.
Isso não é um real problema porque eu prefiro ter máquinas virtuais distintas, uma para cada SO, mas se eu realmente precisasse manter o dual boot estaria com um abacaxi para descascar.
Eu consegui contornar a proteção contra cópias de um programa de relógio de ponto usando esse processo para virtualizar uma instalação do Windows 8.1 32 bits com o programa. O controle de ponto dos funcionários foi atribuído a outra funcionária e a empresa que vendeu o relógio de ponto cobra R$145 só para instalar o programa em outro computador.
Apesar de parecer mais razoável que os R$268 por hora da Madis eu não me sinto confortável com um programa que eu não posso mover facilmente entre máquinas. Eu preferia depender de um maldito dongle USB a ter que pagar R$150 toda vez que der algo muito errado no computador onde roda o software.
Eu precisei explicar à nova encarregada do controle de ponto como usar o virtualbox e tive que aumentar a RAM da máquina dela de 2GB para 4GB. Ainda ficou lento, possivelmente porque o guest é windows 8, mas mesmo que eu tenha que aumentar para 6GB ainda vale mais a pena que pagar por cada reinstalação do programa.
Ultimamente eu vinha sempre usando controladoras SATA nesse processo sem problemas (é o default do Virtualbox), mas esta semana eu me deparei com um erro STOP 0x0000007B ao fazer a virtualização de uma máquina Windows 7 de 64 bits e trocar a controladora por uma IDE resolveu o problema.
Tive um problema estranho com a interface de rede ao virtualizar um servidor Windows 2008 R2 x64 e explico como resolvi aqui
É recomendável, principalmente em servidores, fazer a imagem com o disco “offline”. O LiveCD Sergei Strelec tem o disk2vhd.
Olá. Venho aqui buscar informações justamente neste cenário de uso do disk2vhd e máquina virtual. Estou com um windows xp 32bits em um HD que está com saúde comprometida e preciso fazer o sistema escolar de 2002 não morrer. Em um primeiro momento acreditei que o erro estivesse na criação do arquivo vhd direto do hd (sofrido) e fosse o problema. HD esse que o windows funciona apesar de travamentos e lentidão. Então, realizei o clone para um SSD e sistema operacional funcionando. Gerei diversos VHD seja direto do Windows XP usando versão 1.63 do diskv2vhd, seja fazendo uso do Strelec Sergei, seja deixando as opções desmarcadas. Enfim, tenho alguns arquivos VHD de cenário distintos, mas todos em comum que a máquina virtual não funciona (não da boot), só na tela preta. Estaria o problema em outro quesito, por exemplo na config do virtual box ou o maledito HD tão problema que gera o problema em cascasta até no clone.
Provavelmente é configuração da VM do Virtualbox. Nunca me deparei com um .VHD que desse boot na máquina física que não desse boot também no Virtualbox.
Obrigado, realmente consistia em problema de configuração e não de conversão ou de arquivo, mesmo com HD precário. Adicionar os recursos estendidos e também configurar o tipo de boot no VirtualBox.