 Jefferson,  10 de setembro de 2015, Então o Windows do seu cliente é a versão Jack Sparrow Edition e você precisa por qualquer razão atualizar o Windows Media Player (eu prefiro o kmPlayer)? É tão simples que espanta.
Resumo:
- Descompacte o pacote de instalação da MS em um diretório;
- Execute wmfdist11.exe;
- Execute wmp11.exe.
A explicação um pouco mais longa:
O instalador do Windows Media Player 11 geralmente se apresenta como um executável com um nome do tipo “wmp11-windowsxp-x86-pt-br.exe”. Esse executável é na verdade um ZIP auto-extraível e se você tiver um programa como o WinRar instalado ao clicar com o botão direito sobre o EXE verá no menu a opção de extrair o conteúdo.

Quando o instalador é executado, o conteúdo é extraído para um diretório temporário e um programa pré-definido é executado, mas esse programa é apenas um acréscimo ao real pacote do Windows Media Player e pode ser contornado.

Consegui a dica no Tech Recipes.
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 Jefferson,  28 de agosto de 2015, Ou quase isso.
Eu já devo ter comentado aqui que uma das coisas que me incomoda no Android é a impossibilidade de reverter uma atualização de app se você não tiver um backup da versão anterior. Por conta disso, como eu não gosto de surpresas desagradáveis, eu deixava para fazer atualizações apenas quando eu tinha saco para fazer o backup manual.
Pois bem… eu não sei eu simplesmente não notara ou se minha app preferida para isso, App Backup & Restore, incluiu essas facilidades em uma atualização e eu não vi, mas o fato é que a app tem duas funcionalidades que (quase) me permitem deixar o aparelho em atualização automática:
- Faz o backup automático de toda app instalada;
- Preserva todas as versões no backup (não sobrescreve).
As duas funcionalidades acima precisam ser explicitamente habilitadas no menu da app.
Só falta explicar por que eu disse “quase” duas vezes. O problema é que graças à incompetência da OI eu ainda estou preso a um acesso à internet de 800 kbps. Atualizações automáticas, seja do que for, é um luxo que não posso ter. Eu ainda preciso escolher uma hora favorável para autorizar as atualizações.
Ainda se as atualizações fossem de apenas uns poucos KB… Mas parece que toda app android tem que ser atualizada baixando a versão nova inteira. Só a atualização do Kodi que fiz hoje tinha 57MB (12 minutos travando toda minha banda). Some isso ao fato de que certos desenvolvedores parecem atualizar toda semana (como a Google) e haja banda para dar conta, principalmente se você tiver vários dispositivos android na casa.
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 Jefferson,  24 de agosto de 2015, Os rumores sobre o perturbador comportamento de dedo-duro do Windows 10 podem ou não ter fundamento, mas quem tem juízo não dá chance ao azar. Torrentfreak reporta que alguns trackers já decidiram que se você quiser usar os trackers precisa pelo menos usar outra versão do Windows.
Isso pode não parar por aí, porque também especula-se que certos updates do Windows 7 tornam esse SO suspeito também.
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 Jefferson,  23 de agosto de 2015, Firefox, WTF
- Tudo começou com o sistema de releases freqüentes e sem sentido;
- Depois a interface mudou de tal forma que muitas vezes eu sou incapaz de dizer só de olhar se o browser aberto na minha frente é o Chrome ou o Firefox (a Mozilla jogou fora a identidade do FF);
- Agora a Mozilla anuncia que o FF vai começar a suportar extensões do Chrome e o suporte a extensões próprias eventualmente será abandonado.
Mozilla: uma empresa que já foi líder e hoje faz tudo ao seu alcance para se tornar irrelevante!
Ainda bem que ainda temos o Pale Moon, porque eu não consigo agüentar o Chrome.
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 Jefferson,  23 de agosto de 2015, Minha configuração:
- Gigabyte GA-B75-M-D3H com processador Intel Core I3;
- Receiver (home theater) Philips LX-600;
- Windows XP SP3;
- FFDSHOW tryouts rev4382 (03/2012);
- Potplayer 1.5.40688;
- Kmplayer 3.0.0.1440
Eu vou partir da premissa de que você já use o ffdshow e já tenha conseguido fazer o passthrough do áudio DTS e AC3 para o receiver usando-o.
O problema e a solução não são restritos a AAC. O modo mais “simples” de passar qualquer tipo de áudio não suportado pelo seu receiver via SPDIF é converter para um tipo suportado. Dos suportados, geralmente o mais fácil é converter para AC3. Em um computador moderno como um Core i3 essa conversão pode ser feita em tempo real de forma imperceptível mas não sei se funcionará bem com máquinas mais modestas.
Usando o ffdshow fazer a conversão em tempo real para AC3 é absurdamente simples:

No meu computador marcar e desmarcar a opção chaveia imediatamente o áudio já em execução, sem precisar fechar o player.
É importante notar que isso converterá qualquer stream “já decodificado” para AC3 e, se assim estiver configurado, o transmitirá via SPDIF para o seu receiver. Isso significa que muita coisa que você estava acostumado a ouvir pelos alto-falantes do PC vai exigir que o seu receiver esteja ligado enquanto esta opção estiver marcada.
O problema com áudio de 44kHz
Depois que fiz essa configuração fiquei muito empolgado com o resultado até tentar ouvir os videoclipes que baixei do youtube em MP4 com audio AAC.
- No kmplayer o ffdshow sequer era ativado. O próprio kmplayer reproduzia o som, pelas caixas acústicas do PC;
- No potplayer o ffdshow era ativado, mas o som ficava ruim, com estalos o tempo todo.
Depois de mexer em muitas configurações e comparar muitas amostras de vídeos que funcionavam com os que não funcionavam percebi que comum a todos os clipes que não funcionavam era o áudio não ser de 48khz (o padrão DVD). Então eu habilitei o resample no ffdshow:

A configuração desta opção só vai funcionar direito a partir do próximo arquivo ouvido.
Isso resolveu o problema. Avicii, Kelly Clarkson, Calvin Harris, Shakira, Miranda Lambert, Kelly Rowland, Fall Out Boy, Katy Perry, One Direction, Maroon 5, Meghan Trainor, Lea Michelle e Ellie Goulding (entre outros) agora soam muito melhor no meu receiver.
É muito importante você ter em mente que, assim como a anterior, esta configuração vai afetar todo o áudio processado pelo ffdshow. Se você for como eu e preferir que o áudio seja sempre “original” a menos que seja realmente necessário mexer, lembre-se de desligar o resample quando não estiver precisando dele.
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 Jefferson,  20 de agosto de 2015, A Microsoft reportou a existência de uma vulnerabilidade crítica em quase todas as versões do IE que permite ao atacante ter total controle da sua máquina bastando você visitar um site malicioso. O que pode acontecer até indiretamente por uma propaganda instalada em um site que você confia.
O problema para quem usa o XP: A MS só liberou patches para o Windows Vista em diante. O que me faz pensar que o problema não é exatamente no IE, já que existe um patch diferente para cada versão do Windows.
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 Jefferson,  15 de agosto de 2015, A acusação é de ex-funcionários da empresa de segurança russa e foi publicada pela Reuters. Segundo eles, a Karspersky estudava como os mecanismos de detecção da concorrência funcionavam para detectar vulnerabilidades e submetia ao Virustotal arquivos importantes do Windows manipulados para parecerem malignos e que fariam esses mecanismos da concorrência detectar os arquivos originais como malignos também.
Pelo que entendi era mais ou menos assim:
- Anonimamente a Karspersky submetia as amostras ao Virustotal;
- Os concorrentes verificavam que havia código maligno nas amostras que não era detectado pelos seus mecanismos e atualizavam o banco de assinaturas;
- Ao fazer isso, o arquivo correspondente legítimo do Windows também batia com a assinatura.
A Karspersky nega. Mas eu não confio em nenhuma empresa de segurança digital. Com exceção talvez da MS, que tem todo o interesse do mundo (por enquanto*) de tornar o Windows seguro, todas os outros desenvolvedores de antivírus lucram com a incerteza e a insegurança. Não posso confiar neles.
*Em um cenário onde não houvesse concorrência no campo dos antivirus, não duvido de que a MS ao menos tentaria fazer o Windows Essentials ser um extra pago. A única coisa que a deteria seria a possibilidade de mais uma multa bilionária.
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 Jefferson,  12 de agosto de 2015, É o fim da picada. Nem trocar o HDD impede o processo.
Isso foi noticiado aqui. Trata-se de uma funcionalidade do Windows 7/8 previamente desconhecida que pode ser gatilhada pelo BIOS do computador. Não é preciso acesso à internet porque o arquivo é armazenado no BIOS (esses BIOS UEFI de vários MB não são uma coisa linda?). E como se trata de uma funcionalidade sancionada pela MS, nenhum alerta será dado ao usuário pelo OS.
Resumo do processo:
- O BIOS mantém uma cópia do executável gravada na flash. Essa cópia só pode ser apagada se você editar o BIOS;
- No início da inicialização, antes de ser chamado o Windows, o BIOS copia esse executável para a RAM e escreve em uma tabela o endereço onde o colocou;
- Ao executar o Windows, este consulta essa tabela e encontrando um endereço lá copia o executável para o diretório do Windows e o executa.
- A partir daí a máquina pertence novamente à Lenovo para fazer o que bem entender. É mole?
Sou só eu que fico arrepiado com essa “funcionalidade” do Windows?
O processo é detalhado neste documento da MS. A parte relevante eu cito abaixo
This paper describes the format of a Windows Platform Binary Table (WPBT). The WPBT is a fixed Advanced Configuration and Power Interface (ACPI) table that enables boot firmware to provide Windows with a platform binary that the operating system can execute. The binary handoff medium is physical memory, allowing the boot firmware to provide the platform binary without modifying the Windows image on disk. In the initial version, the WPBT simply contains a physical address pointer to a flat, Portable Executable (PE) image that has been copied to physical memory. The WPBT is extensible, allowing the layout of published platform binaries to be more complex in future versions and allowing the support of more than one binary type.
It is expected that the binary pointed to by the WPBT is part of the boot firmware ROM image. The binary can be shadowed to physical memory as part of the initial bootstrap of the boot firmware, or it can be loaded into physical memory by extensible boot firmware code prior to executing any operating system code. A boot firmware component would create the WPBT based on the location of the platform binary. During operating system initialization, Windows will read the WPBT to obtain the physical memory location of the platform binary. In the first version, the binary is required to be a native, user-mode application that is executed by the Windows Session Manager during operating system initialization. Windows will write the flat image to disk, and the Session Manager will launch the process. Windows may reclaim the physical memory described in the WPBT.
O propósito da funcionalidade é benigno: localizar notebooks roubados, por exemplo. Mas como vimos no caso do Superfish, confiar na Lenovo já é muito difícil (adicione o fato de que a Lenovo é chinesa) e o proprietário deveria saber o que está acontecendo e ser capaz de optar por esse processo. Do jeito que a Lenovo e a MS fizeram é simplesmente assustador.
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 Jefferson,  11 de agosto de 2015, Chama-se Windows 10 IoT Core. E aparentemente é de graça. Mas você precisa ter uma das pouquíssimas placas compatíveis, como o Raspberry Pi 2. E estar rodando o Windows 10 no seu PC.
Não está claro se isso te dá direito a usar ilimitadas copias do IoT Core pela casa, nem que tipo de espionagem a MS pode fazer com isso.
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 Jefferson,  11 de agosto de 2015, Será que agora os brasileiros aprendem a usar o artigo correto?
O anúncio saiu na Betanews. A Google está passando por uma reestruturação e agora “o” Google e o resto “da” Google serão subsidiárias de uma nova empresa chamada Alphabet.
Espero que pelo menos agora os brasileiros chamem de “a” Alphabet. No mínimo porque “o Alphabet” soa ambíguo.
Visitem em abc.xyz
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Bom: EU uso o VLC Media Player e ele está a cada dia melhor! Já tentou?