Por dentro do roteador Wi-Fi D-LINK DSL2740e

D-Link_DSL2740e_aberto_DSC01129_640_ryan.com.br

D-Link_DSL2740e_DSC01149_zoom_640_ryan.com.br

CPU: RTL8676S
ADSL: RTL8271B
Wi-Fi: RTL8192ER
Flash: MXIC 25L3206E 32Mbit (4MB)

Note que não existem chips visíveis de RAM. Esta deve estar incluída no interior do RTL8676S. Na parte de baixo da placa só existe o botão de reset.

Apesar do chip de flash ser de 4MB, é possível que o modem só possa fazer uso de 2MB. Veja comentários sobre o comando “show version” neste texto.

A flash é SPI 3.3V. Deve ser possível ler/gravar em qualquer gravador que possa ser configurado para SPI 3.3V 4MB

A porta serial do DSL2740e já tem header soldado. Parâmetros 115200 8N1.

D-Link_DSL2740e_SerialPort_DSC01149_ryan.com.brO uso desta porta serial é discutido neste outro post.

Texto recebido pela serial em roteadores com firmware corrompido:

O texto sugere que o firmware está corrompido. Como espantosamente não existe firmware disponível online para esse aparelho, eu vou tentar transplantar o firmware usando um “doador sadio”. Isso eu já comecei a discutir em outro post.

Comandos da porta serial

Resultado do comando Info:

Note que o roteador afirma que o tamanho da flash é “16M”.  Isso seriam 16Mb ou 16MB? Isso é respondido pelo comando “show version” do shell.

Para entrar no “shell”.

Espere o roteador terminar o boot. Tecle ENTER e o prompt responderá com “username:”

OBS.: A cada x segundos o roteador pode interromper você com informações de status, ignore e continue digitando como se nada tivesse acontecido.

Você vai digitar as mesmas credenciais usadas para entrar na administração do modem. Por exemplo, no caso do modem GVT:

ENTER

admin [ENTER]

gvt12345 [ENTER]

O prompt mudará para

$

Neste ponto você já pode dar um monte de comandos para o modem. Mas para entrar no “shell” digite

sh [ENTER]

O prompt mudará para (o texto exato pode mudar de acordo com o firmware instalado):

ADSL#

Neste ponto você está no shell e diversos outros comandos estão disponíveis, incluindo “show version”

Note duas coisas importantes:

16MB de RAM – Não faz sentido ser 16Mbit porque 2MB de RAM é muito pouco, então eu assumo que “show version” se refere a BYTES. Como a RAM desse modem é embutida no SOC, esse parece ser o único modo de descobrir quanta RAM tem o modem.

2MB de flash – Ora… mas o chip não é de 16Mbit (4MB)? Se pegarmos a saída do comando info, que menciona “16M”, o único modo são de interpretar a bagunça parece ser que o comando “info” se refere a megabit, o comando “show version” a megabyte e o DSL2740e está artificialmente restrito a usar apenas 2MB de flash. Isso confere com o fato de que os firmwares do DSL2740e, incluindo os compatíveis como Netis e TotoLink, tem sempre menos de 2MB.

18 comentários
  • Artur - 1 Comentário

    Ótimo post! Esse modelo é da operadora ou foi comprado no varejo? Esse roteador é usado pela GVT e também é vendido no varejo mas a D-Link não fornece o firmware em seu site. A versão V1 parece ser uma coisa exclusiva do nosso Brasil-il-il. No site do Irã e Emirados existe um modelo 2740 “U” que até possui a versão V1 mas não creio que o firmware seja compatível com a versão tupiniquim. Se essa sua versão for retail seria bacana disponibilizar o firmware para testar no modelo capado da GVT!

  • Lucas-10 - 3 Comentários

    No link abaixo (fórum) tem o firmware alternativo da TOTOLink para esse modem.
    http://adrenaline.uol.com.br/forum/threads/atualizando-firmware-do-modem-dsl-2740e-desbloqueio.577958/

    Você consegui subir o FW com o comando tftp do bootloader.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu não tentei ainda o tftp porque o modem não dá qualquer sinal de que as portas LAN estejam funcionando. Testei todas as quatro. Entretanto eu posso ativar um servidor tftp e tentar “às cegas”, supondo que o roteador no estado que está seja capaz de enxergar um endereço na faixa 192.168.0.x

  • Lucas-10 - 3 Comentários

    Se você digitar “help” após o vai aparecer as opções de comando.
    Ex. tftp [ip] [server ip] [file name]
    A faixa de IP pode ser 192.168.x.x desde que o server e cliente estejam no mesmo subnet.

  • Fabio Alexandre - 1 Comentário

    Já tentou extrair os arquivos do firmware do modem?
    Utilizo o binwalk, mas no firmware desse modelo ele não mostra tudo o que tem, apenas o conteúdo de algumas paginas compactadas com LZMA e algumas imagens, nada de elf, firmware header, ou squashfs que é o que eu queria analisar. Acredito que as outras informações estejam com o cabeçalho faltando header, por isso o binwalk não as encontra…
    E como não consegui extrair os ELF também não consegui nada com o IDA Pro.
    Também não encontrei muita informação de como esse processador RTL8676S lê as informações do firmware, para saber como o arquivo é montado.
    Já viu/fez algo nesse sentido?

    E parabéns pelas informações que tem compartilhado.

  • Sam - 2 Comentários

    Amigo fiz a conexao pela porta com1 e no putty e no outros quando ligo o modem o prompt do putty fica com caracteres estranhos nao aparece como na sua descrição. A pergunta é
    Liguei só o GND, TX E RX é obrigatorio ligar o 3.3v? E onde ligo na porta com1?

  • Sam - 2 Comentários

    Eu li todo o texto só agora encontrei a velocidade. Assim que chegar em casa vou tentar outra vez. Muito obrigado. Sucesso..

  • Diogo - 1 Comentário

    Oi Jefferson, obrigado por compartilhar seus conhecimentos conosco, desculpa eu estar te perturbando aqui. É o seguinte, possuo um Modem TD5136v2 da Oi e a Technicolor (Thomson/Speedtouch) não disponibiliza nenhum firmware desse equipamento, mesmo solicitando diretamente a eles não consegui obter o arquivo sobre a alegação de que é fornecido em comodato e as operadoras são responsáveis por eles. Enfim possuo 2 e pretendo fazer um dump de um com firmware mais atual para outro, ele é assim por dentro:
    http://i.imgur.com/mN3h84b.jpg

    CPU: RTL8676
    ADSL: RTL8271B
    Wi-Fi: RTL8192CE
    Flash: Macronix 25L12835F

    Gostaria de contar com sua ajuda se possível, vou usar um cabo USB com chip Prolific que usei uma vez para recuperar um TPLINK, porém dessa vez quero ver se consigo fazer um backup e gerar um FW para ser usado no outro modem.

  • Vander - 1 Comentário

    bom dia, Jefferson: essas ligacões na serial seriam = gnd com gnd, rx com rx ou tx com tx ou rx no tx e tx no rx como flash em alguns receptores de tv…pois não estou conseguindo acessar o modem…não desisto nunca vou tentando aqui…abraço obrigado pelo post…e conhecimento..

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Salvo observação em contrário em qualquer um de meus posts, quando eu escrevo “TX” estou marcando de onde “saem” dados. E onde escrevo “RX” é onde “entram” os dados. Ou seja: o óbvio. E isso é tudo o que é preciso saber. Eu só poderia afirmar para você “ligue TX com TX” se eu conhecesse também o dispositivo que você está plugando no modem e soubesse se ele está com os terminais corretamente identificados. Como é impossível para mim ter essa informação, é impossível saber daqui como você deve ligar aí.

  • Álvaro Antônio - 1 Comentário

    :D Como eu faço para abrir meu modem 2740? :/ Não achei nenhum parafuso nele, e também, como eu conecto essa porta serial no meu computador? (quero recuperar o firmware corrompido) PS: Desculpe se burlei alguma regra de participação sem perceber, é a primeira vez que eu vejo seu blog e (óbvio) que comento aqui.

  • Weverton - 1 Comentário

    Bom dia, pesquisei a madrugada inteira sobre o aparelho procurando um modo de resolver meu problema ainda sem sucesso, porem ao que parece tive sorte em econtra-lo! ao que parece, vc é o mais versado no assunto!!! utilizo o dispositivo na casa de um cliente que vira e meche esta alterando a senha do wifi, porem o mesmo reseta para os padrões de fábrica toda vez, oque pra mim é ruim em diversos pontos. recentemente consegui setar algumas configurações como padrão de fabrica pelo telnet e quando o aparelho é resetado elas voltam como eu deixei, porem algumas configurações como por exemplo o usuário padrão do roteador ou mesmo algumas acls eu não consigo editar… poderia me dar uma luz??? outra coisa, pensei em criar uma pagina de configuração assim como a da ctbc que existe no aparelho e substitui-la com a da minha preferencia. pode me auxiliar a concluir deste projeto?

  • Marcelo Antônio - 1 Comentário

    Bom Dia.

    Você fala sobre a conexão via porta serial, e até aponta para um link que supostamente teria o esquema para montar esse cabo, no entanto não vi onde está esse esquema. Meu roteador liga, acende os leds de power (piscando) e wi-fi, porém não consigo conectar mesmo via lan. o Firware foi atualizado para o ND300. Estava funcionando perfeitamente até que resetei 2 vezes e não consigo mais acesso ao mesmo para reconfigurar. Como proceder?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu escrevi esse texto três anos atrás e pelo que pude apurar relendo algumas partes em nenhum momento eu sugeri dar o esquema para o cabo. O texto linkado explica como usar a porta mas presume que você tenha um adaptador serial TTL e saiba usá-lo. Hoje em dia é mais fácil e barato adquirir um pronto que montar um.

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Por dentro do tablet Android Philco PH7H

Eu precisei desmontar o tablet para trocar a touch screen (digitalizador) e aproveitei para documentar.

A abertura é fácil. Não há parafusos e basta desencaixar com um cartão de crédito. Remover o vidro quebrado deu mais trabalho por causa da cola, que também prende a moldura do LCD ao vidro, mas com o cartão de crédito e paciência ele saiu.

Tablet_Philco_PH7H_fundo_DSC01099_ryan.com.br

Tablet_Philco_PH7H_aberto_DSC01094_640_ryan.com.br

A bateria é supostamente de 2500mAh.

Tablet_Philco_PH7H_Detalhe_MID711-MK_DSC01090_ryan.com.br

MID771-MK está gravado no frame à direita da bateria.

Tablet_Philco_PH7H_Mainboard_DSC01087_640_ryan.com.br

À direita vemos impresso na mainboard o texto TPC7115-KG055-MAINBOARD-V2.0.0.

  • CPU AllWinner A23
  • Chip Wi-Fi é o Realtek RTL8188ETV.
  • O gerenciamento de energia é feito pelo chip AXP223.
  • O controlador da touch screen é o Silead GSL1680.
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Como usar um GPS externo bluetooth no Android.

Isso não é nenhuma novidade, mas como eu publiquei um post sobre como montar um GPS bluetooth, é natural que eu escreva sobre isto para completar a explicação.

Desde versões bem antigas todo aparelho Android tem a capacidade de usar “mock locations”, que é uma “falsificação” das coordenadas de localização.

O fato é que qualquer app também pode pegar coordenadas “reais” via bluetooth e disponibilizar como se fosse um GPS interno do aparelho.

Você precisa apenas de duas coisas:

  • Habilitar Mock Locations no Android – A opção sempre está sob “Developer Options” mas a maneira exata de chegar a esse menu depende da versão do Android. Versões mais antigas deixavam isso bem à vista do usuário, mas nas versões recentes esse menu pode estar oculto e será necessário um certo ritual para evocá-lo. Verifique como se chega às “Opções de Desenvolvedor” na sua versão;
  • Instalar uma app que crie um GPS Provider via Bluetooth – Eu estou usando uma com o nome espantosamente original “Bluetooth GPS“, porque foi a que mais me agradou, mas existem outras.
android_BuildNumber_ryan.com.br

Em versões recentes do Android Developer Options é um menu secreto que pode ser habilitado tocando várias vezes seguidas em “build number”.

allow_mock_locations_ryan.com.br

Com o GPS bluetooth em operação eu posso até desligar o acesso aos serviços de localização do Android, que apps com o Waze continuam funcionando.

android_location_disabled_ryan.com.br

Mesmo com “Location” desabilitado, os “mock providers” continuam funcionando.

Não encontrei em lugar algum a informação de que o uso de mock locations desativa automaticamente o GPS interno então, para me certificar de que não estou gastando bateria sem necessidade com um GPS que não funciona mesmo, eu desativo os serviços de localização ao entrar no carro e habilitar o GPS bluetooth. [18/09/2016] Se você usa o serviço de localização para rastrear onde seu celular (você) esteve e em que horários, não faça isso. A localização não aceita as coordenadas vindas de “mock locations”.

A app "Bluetooth GPS" enquanto ainda não está recebendo as strings NMEA.

A app “Bluetooth GPS” enquanto ainda não está recebendo as strings NMEA do GPS.

Uma reclamação

Uma coisa que me incomoda há anos é a inexistência de uma app GPS Wi-Fi. Eu estou sempre com o Wi-Fi habilitado e sempre com o bluetooth desligado, mas agora sempre que entro no carro tenho que habilitar o BT e lembrar de desabilitá-lo ao sair (BT costuma consumir muita bateria). Além disso, bluetooth só permite uma conexão por vez. Um “Wi-Fi GPS provider” resolveria todos esses problemas. Eu ainda estou engatinhando na programação para Android mas esse é um dos projetos que vou atacar assim que tiver o conhecimento suficiente.

O mais próximo que cheguei de encontrar uma app pronta com essa funcionalidade é a dupla GPS Tether Server e GPS Tether Client, mas o cliente é feito para conversar com o server do mesmo desenvolvedor  apenas.

2 comentários
  • Cláudio - 1 Comentário

    Bom dia colega,há restrições para esse procedimento quando é utilizado um gps da garmin, pois sempre dá mensagem de erro quando tento fazer esse procedimento.

  • gian - 1 Comentário

    bom dia amigo, qual o gps externo que vc indica para fazer esse procedimento ?

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Como montar um GPS bluetooth a partir de módulos.

Eu fui obrigado a montar um desses para mim por causa do GPS lixo do Samsung Galaxy E5.

A coisa é espantosamente simples quando você tem as peças. Você precisa basicamente de:

  • Um módulo GPS com interface serial TTL;
  • Um módulo bluetooth com interface serial TTL;

Outra forma de especificar é que os dois sejam “compatíveis com Arduino”, já que muito vendedor não sabe o que é “serial TTL”.

Como eletricamente os dois são compatíveis e geralmente essas duas classes de módulo vem programadas de fábrica com os parâmetros 9600,8N1, basta ligar a saída do GPS à entrada do módulo bluetooth para ter um módulo bluetooth GPS. Na foto abaixo, a gambiarra que fiz para colocar no porta objetos do meu UNO:

GPS_bluetooth_modular_DSC01160_ryan.com.br

Parece ter muito fio aí mas na verdade não. O módulo GPS tem dois fios que não são necessários e você não precisa realmente usar o RX do GPS, que só é usado para reconfigurar o módulo. A coisa então se resume a alimentar os dois módulos com 5V e conectar o fio TX do GPS ao RX do BT. Mais nada além disso.

No meu carro eu já tenho vários jacks de 5V padrão USB prontos para esse tipo de coisa. Somente o módulo GPS precisa ficar visível pois precisa “ver” o céu.  Esse da v.kel não precisa sempre disso pois consigo o fix mesmo antes de sair da garagem (como todo bom GPS ele consegue captar “reflexões”), mas é melhor não complicar sem necessidade. Eu gosto de ter o módulo bluetooth visível porque o LED azul dele me mostra quando a conexão com o celular está funcionando (fica aceso, sem piscar), mas não é realmente necessário.

Isso é compatível com qualquer aparelho Android que tenha bluetooth. Você recebe as coordenadas GPS habilitando “Mock Locations” e instalando uma app qualquer que repasse as coordenadas recebidas via bluetooth para o formato esperado pelo Android.

O módulo GPS

O utilizado na foto é um V.KEL VK16U6

GPS_module_VK16U6_DSC00712_3_automalabs.com.br

Mas pode ser outro, como o Skylab SKM53 (eu tenho ambos).

GPS_Skylab_SKM53_IMG_1166_640_automalabs.com.br

O módulo bluetooth

Sobre esse eu já falei aqui um outro dia. O usado no meu projeto é uma versão mais simples que só tem 4 pinos, mas funcionalmente dá no mesmo. Você vai usar o modelo slave, que por sorte também é o mais comum e barato.

Como um módulo bluetooth slave só pode se conectar com um master de cada vez, se você quiser que as coordenadas GPS fiquem disponíveis para mais de um aparelho ao mesmo tempo precisa adicionar mais módulos bluetooth. Todos eles com o RX ligado ao mesmo TX do GPS. Eu não testei essa configuração, mas não deve dar problema algum.

Nessa situação você vai querer mudar o nome com que os módulos se apresentam para poder diferenciá-los. O procedimento exato para isso depende do módulo mas é sempre programado via interface serial TTL com comandos AT.

Este post está em rascunho. Se tiverem alguma dúvida razoável (se esforcem antes), falem, que esclarecerei melhor. Mas o tema “como isso funciona no Android” já foi explicado em outro post.

11 comentários
  • Claudio - 84 Comentários

    Excelente dica! Eu tenho um modulo bluetooth/serial desses pegando poeira, brinquei um pouco com o Arduino mas deixei de lado, mais por culpa do terrivel stack bluetotth no Windows. Essa sugestao de aplicacao e’ excelente, e permite usar apps de navegacao com um iPad WiFi, que nao tenm GPS proprio :)

  • Adriano - 3 Comentários

    Eu gostaria de fazer o mesmo usando dois componentes de arduino:
    GPS: https://www.adafruit.com/products/746
    Bluetooth: http://www.filipeflop.com/pd-b4742-modulo-bluetooth-rs232-hc-05.html

    Pelo que entendi, daria pra eu ligar os dois diretos sem usar uma motherboard Arduino. Correto?

    Mas não entendi como seria a ligação dos fios, principalmente como alimentar com uma bateria de 9V. Tem como você passar mais instruções sobre isso?

    Obrigado!

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Pelo que entendi, daria pra eu ligar os dois diretos sem usar uma motherboard Arduino. Correto?

      É exatamente o que explico no texto.

      Mas não entendi como seria a ligação dos fios,

      Que parte de “A coisa então se resume a alimentar os dois módulos com 5V e conectar o fio TX do GPS ao RX do BT. Mais nada além disso.” você não entendeu?

      principalmente como alimentar com uma bateria de 9V.

      Alimentar dispositivos que operam com uma tensão específica X com uma tensão arbitrária Y foge ao escopo do meu texto e da minha intenção ao escrevê-lo.

      • Adriano - 3 Comentários

        Jefferson, tirando a parte da alimentação, minha dúvida maior está sendo a seguinte: não sei seu módulo bluetooth, mas o meu trabalha com nível de sinal (RX e TX) de 3,3V. Pra ligar o TX e RX no Arduino (5V), é preciso usar um divisor de tensão (dois resistores) ou um conversor lógico 3,3-5V.

        Ao eliminar o Arduino, eu teria que usar esse divisor do mesmo jeito?

        Ou o GPS vai emitir pelo TX um sinal de 3,3V? Não encontrei esse tipo de informação e estou com medo de queimar o bluetooth ligando diretamente.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          A tensão de TX no módulo GPS depende inteiramente do projeto do fabricante. Pode ser 5V ou 3.3V. Mesmo que seja 5V, se o RX do seu módulo bluetooth for tolerante a 5V (muitos são ou porque o chip é ou porque o fabricante colocou um zener de 3.3V limitando a tensão na entrada) não haverá qualquer problema.

          Mas para saber qual a tensão de I/O do seu módulo GPS você vai ter que medir.

          • Adriano - 3 Comentários

            Acabei de pesquisar e entender melhor o que é TX e RX, e sim, os dois módulos são compatíveis pois achei essa informação no datasheet do GPS:

            TX – the pin that transmits data from the GPS module to your microcontroller or computer. It is
            3.3V logic level. Data comes out at 9600 baud by default

            Essa era minha dúvida. Não tinha entendido bem essa comunicação entre TX e RX e o bluetooth aceita apenas 3,3V no RX, mas sem problemas nesse caso.

            Obrigado!

  • Adriana Eremita - 2 Comentários

    A minha dúvida é em relação a leitura. Como o meu android receberá essas coordenadas encaminhadas pelo Gps. Se será via sms, ou como!

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Você leu mesmo o meu texto? Sua dúvida está escrita da mesma forma que alguém que só leu o título escreveria.

      • Adriana Eremita - 2 Comentários

        Sim eu li, mas em relação a como o android recebe as coordenadas não ficou muito claro para mim. Eu entendi que o android recebe as coordenadas pelo “Mock Locations”, porém quero saber como essas coordenadas são encaminhadas. Simplesmente pelo Gps esta acoplado a um bluetooth, e a comunicação do bluetooth no smartphone e com “Mock Locations” ativado, já faz leitura das coordenadas? Se der para tirar essas dúvida, sem ignorância, fico muito agradecida! Se não tiver como me ajudar, também não tem problema, procuro outro alguém que saiba me responder! :D

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Não, você certamente não leu, ou tem um grande problema para resolver (espero que seja no seu navegador) que a impede de ver o que está escrito. No mesmo parágrafo onde falo sobre mock locations eu menciono “app”. E no final do texto há um gigantesco link, de quase meia linha, apontando para outro texto com a explicação detalhada.

          Eu acho extremamente rude uma pessoa vir ocupar meu tempo com algo que está tão absolutamente claro no texto. Mas parece que é pedir demais que as pessoas tenham a cortesia de ler o que tive trabalho para elaborar e testar e que ainda por cima não me achem “ignorante” por reagir ofendido com o desrespeito.

          Seus próximos comentários neste blog serão ignorados.

  • Daniel - 1 Comentário

    Boa tarde,

    Eu fiz toda conexão e estou alimentando o circuito pelo arduino. Porém o programa BLUETOOTH GPS, não está conseguindo fazer a leitura das coordenadas enviadas pelo gps.
    Será que com o GPS6MV2, ele funciona melhor. Estou usando o SKM53 igual indicado pelo post.

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Como instalar o Windows Media Player 11 sem fazer a validação do Windows.

Então o Windows do seu cliente é a versão Jack Sparrow Edition e você precisa por qualquer razão atualizar o Windows Media Player (eu prefiro o kmPlayer)? É tão simples que espanta.

Resumo:

  1. Descompacte o pacote de instalação da MS em um diretório;
  2. Execute wmfdist11.exe;
  3. Execute wmp11.exe.

A explicação um pouco mais longa:

O instalador do Windows Media Player 11 geralmente se apresenta como um executável com um nome do tipo “wmp11-windowsxp-x86-pt-br.exe”. Esse executável é na verdade um ZIP auto-extraível e se você tiver um programa como o WinRar instalado ao clicar com o botão direito sobre o EXE verá no menu a opção de extrair o conteúdo.

wmp11_extract_ryan.com.br

Quando o instalador é executado, o conteúdo é extraído para um diretório temporário e um programa pré-definido é executado, mas esse programa é apenas um acréscimo ao real pacote do Windows Media Player e pode ser contornado.

wmp11_extracted_ryan.com.br

Consegui a dica no Tech Recipes.

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Android: Finalmente posso fazer atualizações automáticas.

Ou quase isso.app_backup_restore

Eu já devo ter comentado aqui que uma das coisas que me incomoda no Android é a impossibilidade de reverter uma atualização de app se você não tiver um backup da versão anterior.  Por conta disso, como eu não gosto de surpresas desagradáveis,  eu deixava para fazer atualizações apenas quando eu tinha saco para fazer o backup manual.

Pois bem… eu não sei eu simplesmente não notara ou se minha app preferida para isso, App Backup & Restore, incluiu essas facilidades em uma atualização e eu não vi, mas o fato é que a app tem duas funcionalidades que (quase) me permitem deixar o aparelho em atualização automática:

  • Faz o backup automático de toda app instalada;
  • Preserva todas as versões no backup (não sobrescreve).

As duas funcionalidades acima precisam ser explicitamente habilitadas no menu da app.

Só falta explicar por que eu disse “quase” duas vezes. O problema é que graças à incompetência da OI eu ainda estou preso a um acesso à internet de 800 kbps. Atualizações automáticas, seja do que for, é um luxo que não posso ter. Eu ainda preciso escolher uma hora favorável para autorizar as atualizações.

Ainda se as atualizações fossem de apenas uns poucos KB… Mas parece que toda app android tem que ser atualizada baixando a versão nova inteira. Só a atualização do Kodi que fiz hoje tinha 57MB (12 minutos travando toda minha banda). Some isso ao fato de que certos desenvolvedores parecem atualizar toda semana (como a Google) e haja banda para dar conta, principalmente se você tiver vários dispositivos android na casa.

2 comentários
  • Alisson Teles Cavalcanti - 77 Comentários

    Jefferson, posso afirmar que há tempos que as atualizações são feitas baixando apenas o que foi de fato atualizado no apk. Tanto no meu aparelho atual (LG G2 Mini com Lollipop oficial) quanto nos anteriores (Lenovo A789 – ICS e Sony Xperia X8 – Gyngerbread) as atualizações são sempre baixadas perfazendo frações do download completo, e isso é indicado na própria Play Store. Na maioria dos casos, eu diria que é uma redução de 30-50%.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Depois que você falou eu fiz uma rápida pesquisa e de fato as atualizações deveriam vir através de “delta updates”, mas alguma combinação de fatores não me deixou perceber isso.

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Por precaução, torrent trackers começam a bloquear usuários do Windows 10.

Os rumores sobre o perturbador comportamento de dedo-duro do Windows 10 podem ou não ter fundamento, mas quem tem juízo não dá chance ao azar. Torrentfreak reporta que alguns trackers já decidiram que se você quiser usar os trackers precisa pelo menos usar outra versão do Windows.

Isso pode não parar por aí, porque também especula-se que certos updates do Windows 7 tornam esse SO suspeito também.

6 comentários
    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Não existem evidências de que o Windows 10 está reportando conteúdo pirata armazenado nos PCs dos usuários para estas empresas. Isso tudo não passa de paranoia.

      “Não é paranóia se eles estão realmente atrás de você” – Enemy of the State

      Deixando de lado o fato de que eu ainda estou incerto sobre tudo isso, em quem você prefere confiar sobre um assunto tão delicado:

      1)Em quem tem bons motivos para tomar precauções, na zdnet e outros independentes ou
      2)No Baboo, que é acusado a torto e a direito de ser puxa-saco da MS?

      De uma coisa podemos ter certeza: os termos de serviço da MS são confusos/ambíguos demais para uma empresa que tem bilhões no bolso e poderia gastar um pouco mais com um redator que escrevesse mais claramente. Ou seja: só pode ser proposital.

  • VR5 - 397 Comentários

    Eu sei, não estou lhe contradizendo: eu também vou aguardar. Mas é complicado: tenho atualmente um W7 legalizado, e então vou aguardando. Mas o suporte para XP já não existe mais: o Windows Vista é uma porcaria (pra não dizer palavrão), o Windows 8.1 não me agradou, e a atualização para o 10 é “de grátis” (no meu caso). No caso de realmente a MS reportar conteúdo ilegal o que sobra para nós? Linux? :(

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Escolher entre se submeter à Microsoft ou à “comunidade” Linux?

      Que Deus permita que nunca chegue a esse ponto. Prefiro conviver com a incerteza do XP.

  • Diogo - 17 Comentários

    Meu Raspi vai trabalhar muito por esses dias…

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    O BIG Brother vem ai, cada dia somos mais vigiados.

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Se você tinha alguma dúvida de que a Mozilla tem uma fixação doentia pelo Chrome…

  1. Tudo começou com o sistema de releases freqüentes e sem sentido;
  2. Depois a interface mudou de tal forma que muitas vezes eu sou incapaz de dizer só de olhar se o browser aberto na minha frente é o Chrome ou o Firefox (a Mozilla jogou fora a  identidade do FF);
  3. Agora a Mozilla anuncia que o FF vai começar a suportar extensões do Chrome e o suporte a extensões próprias eventualmente será abandonado.

Mozilla:  uma empresa que já foi líder e hoje faz tudo ao seu alcance para se tornar irrelevante!

Ainda bem que ainda temos o Pale Moon, porque eu não consigo agüentar o Chrome.

15 comentários
  • Vagner "Ligeiro" - 29 Comentários

    Jefferson, isso é do motor de renderização. Não é que o “Firefox” vai virar o Chrome, mas sim que vai usar a mesma base que o Chrominium usa para mostrar as páginas. É o WebKit.

    Não tem nenhuma notícia, mas pelo que sei, o motor de renderização do Chrome é o chamado “Blink”, e é feito pelo próprio Google.

    Tenho usado o Opera, que é o mesmo motor do Chrominium, e acho bem mais estável e prático. O Firefox no meu note as vezes renderiza de forma esquisita e lenta. O Opera funciona redondo e com umas 10 abas abertas.

    O porém nisso tudo é que, ao que noto, quem é “usuário de risco” (geralmente o pessoal que procura pirataria na internet e usa os primeiros links que aparecem), tem um problema sério com quem usa Chrome (não vi isso no Opera ainda) – alguns adwares conseguem modificar facilmente a interface e comandos do Chrome para poder

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Jefferson, isso é do motor de renderização. Não é que o “Firefox” vai virar o Chrome, mas sim que vai usar a mesma base que o Chrominium usa para mostrar as páginas. É o WebKit.

      Ué… mas se o browser vai usar as extensões do Chrome (e abandonar as próprias) e adotar o mecanismo de renderização do Chrome, o que falta para “virar o Chrome”?

      Se parece um pato, anda como um pato…

      • Vagner "Ligeiro" - 29 Comentários

        Não entendo esta visão preconceituosa sua. A diferença entre Opera, Chrome, Chrominium e Firefox está na apresentação e também como o software é integrado.

        Possivelmente o Firefox pode adotar o WebKit, mas ao mesmo tempo trabalhar com ele de forma mais segura, o que seria ideal em comparação ao Opera e ao Chrome, e também manteria o legado de ser estável e seguro.

        Chrome hoje não é estável e seguro.

        O Opera, que uso, funciona bem.

        Usei o PaleMoon por um tempo, mas acabei ficando no Opera. Isso pode no final acabar em uma discussão subjetiva aqui.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Preconceito?

          Eu não gosto do Chrome
          Eu não gosto do Opera

          Firefox segue de perto os passos do Chrome. Copia a UI, adota os complementos, abandona seus complementos, joga fora sua identidade como browser…

          É preconceito então eu não gostar da idéia? Eu é que não entendo por que você não entende. Basta seguir minhas tags “Firefox” para ter uma idéia do que eu espero de um browser. O Chrome só me atende no celular.

          • Vagner "Ligeiro" - 29 Comentários

            Preconceito é você já esperar algo pensando que vai ser daquela maneira, e assim ter um viés negativo a este algo.

            Se vê negativamente um Firefox com WebKit, bem, é sua visão, e noto um preconceito. Só aproveitei o espaço para tentar dar uma outra visão. Só que como falei, acaba isso sendo subjetivo, já que vai mais do jeito de usar e experiência individual do que de fatores técnicos. Não dá para mudar uma opinião assim.

            PS: Não vejo o Mozilla tendo uma fixação doentia, mas sim, devido a querer atingir um maior público que não o aceita, muda a interface para chegar próxima a quem já está em outras plataformas. “O artista vai onde o povo está”…

            • Jefferson - 6.606 Comentários

              Vagner, a Mozilla não começou a copiar o Chrome hoje, nem ontem. Isso começou há muito tempo e coincidentemente ou não a reputação, a usabilidade e o market share do Firefox vem descendo rolando ladeira abaixo (era de 18% há dois anos e agora não passa de 12% no desktop). A Mozilla vem irritando usuários de longa data e desenvolvedores de extensões a torto e a direito.

              Esse artista está *abandonando o seu público* para ir atrás de um público que não o quer.

              Mas você espera que eu olhe para mais um movimento *nessa mesma direção* e pense “ahhh… desta vez a Mozilla pode ter razão…”.

              Daqui a pouco você vai me dizer que eu tenho que dar *mais uma* chance ao Linux, porque a visão atual que tenho dele “deve ser preconceito” e não estar fortemente baseada em minha experiência e necessidades pessoais.

              Vagner, esse é simplesmente o oposto da minha abordagem natural do mundo. Parafraseando uma frase muito conhecida: “Decepcione-me uma vez e a vergonha é sua. Decepcione-me duas vezes e a vergonha é minha”.

              • Vagner "Ligeiro" - 29 Comentários

                Tenho uma visão diferente da sua, que deixo para terminar este dialogo, pois já vi que não tem conversa aqui…

                “Decepção é o que mais existe no mundo, pois idealizamos demais e ficamos confortáveis naquilo que julgamos como tal… mas na hora que tudo desmorona, o que sobra?”

                Prefiro me adaptar a cada adversidade, do que esperar o outro me agradar ou se decepcionar… No mundo dos certos, todos estão errados. E no mundo dos errados, todos estão certos. ;)

                • Jefferson - 6.606 Comentários

                  Tenho uma visão diferente da sua

                  E tem todo o direito, caramba! Quando você finalmente perceber que *eu também tenho*, nós voltamos a conversar sobre o assunto.

                  • Vagner "Ligeiro" - 29 Comentários

                    Quando você fecha um argumento falando que “não presta”, sem deixar espaço para contra argumentar, não dá para conversar.

                    Deixei uma opinião sobre a experiência que eu tive e uma opção que pode ser que surpreenda ou não você. Não estou falando que você não tem direito de contra opinar.

                    Você tem direito de não gostar. Falar mal, depende… obviamente alguém vai vir e falar “olha, não é bem assim”, tal como faço agora. Retrucar falando “não gosto”, “è ruim”, “Números indicam que estou certo e você errado” só estraga a conversa.

                    Eu não quero ganhar uma discussão, só quero mostrar que há outros pontos a serem vistos.

                    “Ah, eu não gosto do Linux”, “Ah, eu não gosto do Chrome”. Total direito seu, e inegável. Só que se ficar enviesado só nesta visão, e isso digo como um leitor que gosta de seus textos, acaba lhe restringindo em uma pequena parte confortável do universo da informática.

                    Eu não lido com Linux (e admito – por pura preguiça), mas já operei um pouco e sei que uma hora posso precisar operar um deles – lembrando que Android é base Linux e muitos roteadores também. Não vou ficar criticando a toa.

                    Eu não uso o Chrome por motivos similares ao seu – necessidade de uso de mais abas, dificuldade de uso do mesmo e lentidão.

                    Usei o Opera, que é a mesma engine, e a experiência para mim é melhor. Mas boa parte das pessoas que atendo usa o Chrome, por isso tenho sempre que estar de olho nisso. E fora de casa, costumo usar o Chrome.

                    Usei o Firefox e tive alguns problemas de experiência de uso. O mesmo se deu no uso do Pale Moon (baseado em dicas que peguei aqui neste blog). Mas não renego que são bons navegadores, só eu que não me adaptei. Mas não falo mal e nem digo que não gosto.

                    Se eu não quisesse sua opinão, era eu simplesmente renegar a audiência e ser -1 nas estatísticas. E se algum amigo meu perguntasse se seus textos são bons, a recomendação seria negativa se fosse assim. Não é.

                    Então por favor peço que entenda um pouco os outros lados dos leitores. O blog é seu e a opinião é sua, mas isso não significa tratar mal quem passa por aqui, certo? ;)

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      O Opera funciona redondo e com umas 10 abas abertas.

      E o Palemoon funciona redondo com 775 abas abertas ;)

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Eu, por alguma misteriosa razão, continuo tendo problema de vazamento de memória mesmo usando o Palemoon, tem vezes que ele consome 5GB e às vezes até 8GB, e fica bem ruim, me obrigando a reiniciá-lo, não sei o que você faz de diferente que não tem problema???

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Deve ser o tipo de site que você visita. Você usa Flash no browser? Eu não uso há muito tempo e meu Palemoon está usando apenas 1.2GB hoje.

      Você usa o Facebook? Aquela timeline virtualmente sem fim pode ser problemática. Acho que eu abro o Facebook no máximo uma vez por semana e só olho as notificações e saio.

  • Intruder_a6 - 194 Comentários

    Uso o flash, e não sei como não precisar dele, tem alternativa que o substitua ??? O facebook, uso até menos que você.

    Eu gostaria de poder me ver livre do flash (no firefox ele vivia travando, mas no Palemoon ele resiste bem mais tempo sem me dar problema) mas tem alguns sites que visito em que o flash faz falta.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Desabilitei o flash no Palemoon, e vou observar o que vai acontecer.

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Como passar audio AAC do Windows via SPDIF para um receiver sem suporte a AAC.

Minha configuração:

  • Gigabyte GA-B75-M-D3H com processador Intel Core I3;
  • Receiver (home theater) Philips LX-600;
  • Windows XP SP3;
  • FFDSHOW tryouts rev4382 (03/2012);
  • Potplayer 1.5.40688;
  • Kmplayer 3.0.0.1440

Eu vou partir da premissa de que você já use o ffdshow e já tenha conseguido fazer o passthrough do áudio DTS e AC3 para o receiver usando-o.

O problema e a solução não são restritos a AAC. O modo mais “simples” de passar qualquer tipo de áudio não suportado pelo seu receiver via SPDIF é converter para um tipo suportado. Dos suportados, geralmente o mais fácil é converter para AC3. Em um computador moderno como um Core i3 essa conversão pode ser feita em tempo real de forma imperceptível mas não sei se funcionará bem com máquinas mais modestas.

Usando o ffdshow fazer a conversão em tempo real para AC3 é absurdamente simples:

ffdshow_audio_convert_ac3_ryan.com.br

No meu computador marcar e desmarcar a opção chaveia imediatamente o áudio já em execução, sem precisar fechar o player.

É importante notar que isso converterá qualquer stream “já decodificado” para AC3 e, se assim estiver configurado, o transmitirá via SPDIF para o seu receiver. Isso significa que muita coisa que você estava acostumado a ouvir pelos alto-falantes do PC  vai exigir que o seu receiver esteja ligado enquanto esta opção estiver marcada.

O problema com áudio de 44kHz

Depois que fiz essa configuração fiquei muito empolgado com o resultado até tentar ouvir os videoclipes que baixei do youtube em MP4 com audio AAC.

  • No kmplayer o ffdshow sequer era ativado. O próprio kmplayer reproduzia o som, pelas caixas acústicas do PC;
  • No potplayer o ffdshow era ativado, mas o som ficava ruim, com estalos o tempo todo.

Depois de mexer em muitas configurações e comparar muitas amostras de vídeos que funcionavam com os que não funcionavam percebi que comum a todos os clipes que não funcionavam era o áudio não ser de 48khz (o padrão DVD). Então eu habilitei o resample no ffdshow:

ffdshow_audio_resample_ryan.com.br

A configuração desta opção só vai funcionar direito a partir do próximo arquivo ouvido.

Isso resolveu o problema. Avicii, Kelly Clarkson, Calvin Harris, Shakira, Miranda Lambert, Kelly Rowland, Fall Out Boy, Katy Perry, One Direction, Maroon 5, Meghan Trainor, Lea Michelle e Ellie Goulding (entre outros) agora soam muito melhor no meu receiver.

É muito importante você ter em mente que, assim como a anterior, esta configuração vai afetar todo o áudio processado pelo ffdshow. Se você for como eu e preferir que o áudio seja sempre “original” a menos que seja realmente necessário mexer, lembre-se de desligar o resample quando não estiver precisando dele.

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Para quem ainda usa o XP: Pare de usar o Internet Explorer. Já!

A Microsoft reportou a existência de uma vulnerabilidade crítica em quase todas as versões do IE que permite ao atacante ter total controle da sua máquina bastando você visitar um site malicioso. O que pode acontecer até indiretamente por uma propaganda instalada em um site que você confia.

O problema para quem usa o XP: A MS só liberou patches para o Windows Vista em diante.  O que me faz pensar que o problema não é exatamente no IE, já que existe um patch diferente para cada versão do Windows.

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