 Jefferson,  22 de julho de 2014, Redes, tools Há muito tempo eu venho usando o NetMeter em todas as situações onde preciso ficar de olho no uso da banda de rede, mas sempre tive um problema com ele: assim como a maioria dos similares o programa não diferencia entre o tráfego na rede local do tráfego para a internet. Então se, por exemplo, eu deixar meu programa de monitoramento do DVR aberto para observar as câmeras da casa, não consigo perceber imediatamente se algum processo em meu computador está usando indevidamente minha banda de internet. A visualização das câmeras ocupa 280KB/s contínuos, o que é mais de três vezes a capacidade máxima de download (80KB/s) que a Telemar me dá. E esse é só um exemplo. Diversos são os usos que faço da minha rede local que podem mascarar um processo roubando minha banda extena.
NA semana passada eu encontrei um programa simples que resolve parcialmente o problema: Traffic Watcher
Para fazer a distinção entre os tráfegos o programa usa recursos do Winpcap, que precisa ser instalado também.

Minimizado ele deixa um ícone na barra de tarefas para exibir os tráfegos:

Você pode definir também quais são os limites de banda separadamente.

E talvez o mais interessante de todos é que Traffic Watcher pode diferenciar entre vários tipos de tráfego:

Na figura acima o tráfego gerado pelo meu uTorrent é exibido na seção UDP (e às vezes na seção Other).
Lá atrás eu disse que o programa resolve parcialmente meu problema, apesar de tudo isso. Bem… é que eu gostaria que ele tivesse um conjunto separado de ícones na systray que piscasse apenas quando houvesse tráfego para a internet. Exatamente como funciona com o ícone de rede do XP, só que limitado a tráfego externo. O problema é que nesses programas que usam barras é muito fácil um tráfego pequeno, mesmo contínuo, passar despercebido.
E caso você não tenha percebido ainda, vigiar isso é uma das minhas linhas de defesa contra malware.
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 Jefferson,  19 de julho de 2014, malware Eu acredito que já comentei antes, aqui mesmo ou no Buzz, sobre como malware vem bloqueando a execução de antivirus através da corrupção dos descritores de segurança (NTFS) do diretório. Ontem eu esbarrei em um método mais sutil mas igualmente eficaz: aplicar uma diretiva de segurança no Registro que impeça o software de rodar.
É claro que isso só é possivel se o malware estiver rodando com privilégios de administrador, o que é a situação da grande maioria dos usuários no Windows XP e depende de um descuido do usuário no Vista em diante. Coisa muito fácil ocorrer.
Eu já havia eliminado manualmente a infecção da máquina quando esbarrei nesse problema. Se você não remover o malware antes, fazer o que está explicado aqui pode ser perda de tempo.
Sintomas
O ícone do Avast não aparecia na barra de tarefas mas o diretório estava lá, com aparentemente todos os arquivos e acessível para inspeção. Uma checagem com o Autoruns mostrou que o Avast estava configurado para ser executado, mas não rodava.
O HDD do cliente era FAT32, logo o problema dos descritores de segurança NTFS não se aplicava.
Desinstalei o Avast. Toda a desinstalação correu bem exceto por uma estranha mensagem dizendo que regsrv32.exe, no diretório do Avast, não podia ser executado devido a uma diretiva de restrição de software. Fui olhar o diretório e este estava vazio. Até esse ponto eu ainda não havia entendido o que estava ocorrendo.
Por precaução, rodei também o desinstalador completo do Avast. Nenhum erro foi exibido.
Mas depois de reinstalar o Avast o problema persistiu. O programa não rodou após a instalação, mesmo após reiniciar o PC. Nenhuma mensagem de erro era exibida.
Decidi executar manualmente e foi somente então que eu descobri o que estava ocorrendo. Assim que eu tentei rodar AvastUI.exe, foi exibida a mesma mensagem que eu havia visto antes a respeito de regsrv32.exe, mas indicando que desta vez AvastUI.exe é que estava bloqueado por uma diretiva de restrição de software. O diretório inteiro devia estar bloqueado.

“O Windows não pode abrir este programa devido a uma diretiva de restrição de software”
A mensagem também dizia que eu olhasse no log de eventos para mais informações. Eu olhei e não vi nada que parecesse útil.
Executei secpol.msc (é um programa nativo do Windows XP professional) e procurei por uma diretiva bloqueando o Avast. Não achei nada. Pior que isso, secpol.msc dizia “Nenhuma diretiva de restrição de software definida”.

Ou eu estava procurando no lugar errado ou era mais um caso onde o malware consegue fazer algo e esconder isso da GUI do Windows.
A solução
Então eu fui olhar manualmente no Registro. Depois de procurar onde eu supunha que ia achar as diretivas e não achar nada, decidi fazer uma busca por todas as referências a AvastUI.exe. Encontrei algo suspeito em
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths
Veja o conteúdo completo do backup que fiz antes de fazer modificações:
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40
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Windows Registry Editor Version 5.00 [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths] [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000001-2352-4E27-0000-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\Norton Internet Security\\Engine\\21.4.0.13\\NIS.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000001-2352-4E27-0001-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\Norton Internet Security\\Engine\\21.4.0.13\\symerr.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000080-2352-4E27-0000-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\AVAST Software\\Avast\\avastui.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000080-2352-4E27-0001-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\AVAST Software\\Avast\\AvastSvc.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000080-2352-4E27-0002-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\AVAST Software\\Avast\\AvastEmUpdate.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{00000080-2352-4E27-0004-A78FA6846795}] "ItemData"="C:\\Arquivos de programas\\AVAST Software\\Avast\\*.exe" "Description"="" [HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Policies\Microsoft\Windows\Safer\CodeIdentifiers\0\Paths\{dda3f824-d8cb-441b-834d-be2efd2c1a33}] "Description"="" "SaferFlags"=dword:00000000 "ItemData"=hex(2):25,00,48,00,4b,00,45,00,59,00,5f,00,43,00,55,00,52,00,52,00,\ 45,00,4e,00,54,00,5f,00,55,00,53,00,45,00,52,00,5c,00,53,00,6f,00,66,00,74,\ 00,77,00,61,00,72,00,65,00,5c,00,4d,00,69,00,63,00,72,00,6f,00,73,00,6f,00,\ 66,00,74,00,5c,00,57,00,69,00,6e,00,64,00,6f,00,77,00,73,00,5c,00,43,00,75,\ 00,72,00,72,00,65,00,6e,00,74,00,56,00,65,00,72,00,73,00,69,00,6f,00,6e,00,\ 5c,00,45,00,78,00,70,00,6c,00,6f,00,72,00,65,00,72,00,5c,00,53,00,68,00,65,\ 00,6c,00,6c,00,20,00,46,00,6f,00,6c,00,64,00,65,00,72,00,73,00,5c,00,43,00,\ 61,00,63,00,68,00,65,00,25,00,4f,00,4c,00,4b,00,2a,00,00,00 "LastModified"=hex(b):cc,8a,7d,24,24,84,cb,01 |
Apesar de não haver nenhuma indicação nessa chave de que se tratava de um bloqueio, achei suspeito que existisse referência aos dois antivirus que estavam instalados na máquina (eu já havia desinstalado o Norton por também não estar funcionando). Fiz o backup, apaguei todas as chaves exceto a última (a que não faz referência a nenhum diretório) e reiniciei o PC. Problema resolvido.
Note que uma das chaves faz referência a todos os executáveis do diretório Avast através de coringa (*.exe). Então eu tive sorte de encontrar procurando por AvastUI.exe.
A razão para isso não aparecer em secpol.msc? Eu fiz um pequeno teste aqui e constatei que, para decidir o que bloquear, o Windows somente olha as chaves sob a chave indicada aqui. Mas na hora de listar, ele começa por outra chave onde ele espera encontrar “links” para essas. Como o malware somente cria as mostradas aqui, as diretivas ficam “invisíveis” para a ferramenta nativa.
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Texto de Jefferson Ryan - cópias fora de ryan.com.br não são autorizadas. |
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 Jefferson,  06 de julho de 2014, Como anunciado pela Microsoft o WLM realmente parou de funcionar para mim por volta de março do ano passado. Mas seu substituto oficial, o Skype, é tremendamente inferior quando o assunto é conversar pelo teclado, entre outros problemas (o Skype não permite arrastar e soltar imagens, por exemplo). Então quando eu descobri que um amigo meu ainda usava, meses depois do bloqueio, decidi descobrir como ele fez (o safado fez “charme” e não quis dizer… ).
É tão incrivelmente fácil que espanta. Basta instalar o Windows Live Messenger normalmente e depois rodar o Messenger Reviver, que o WLM parará de dar a mensagem de que você tem que baixar a versão nova (o Skype) e rodará normalmente.
Estou usando desde março de 2014, sem problemas.
É claro que isso só é possível porque os servidores da Microsoft ainda estão funcionando e o bloqueio do WLM é artificial. Uma mera imposição de “upgrade”.
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 Jefferson,  05 de julho de 2014, A necessidade surgiu em visita a um novo cliente. Ele tem uma casa grande e gostaria de poder escutar sua seleção musical armazenada no PC quando estivesse na piscina com os amigos. Isso é até fácil: basta colocar alto falantes do lado de fora. Mas e se você puder acrescentar um ponto de sofisticação e ter o recurso de ver no smartphone/tablet o que está tocando e escolher o que vai tocar, como se seu dispositivo móvel fosse um sofisticado controle remoto?
O hardware do cliente:
Note que tudo o que está listado acima suporta DLNA. E os Airport suportam inclusive Airplay.
Existem diversas maneiras de se fazer isso, mas um dos requerimentos que eu mesmo estabeleci já eliminava várias delas: a coleção de músicas não pode ir para o dispositivo móvel. Além de serem 260GB de MP3, colocar em UM (ou copiar em mais um) dispositivo complicaria mais do que ajudaria. Existe a possibilidade de eu colocar toda a coleção do cliente em um dispositivo NAS em algum lugar da rede (o Airport Extreme suporta isso), mas por hora eu estabeleci que o desktop Windows 7, onde a coleção já está, será o servidor. Numa rápida olhada no manual, descobri que o receiver Onkyo tinha suporte a DLNA, então será que eu poderia usar o PC como “server”, o tablet como “controller” e o Onkyo como “renderer” (os três papéis do DLNA)?
Numa rápida experiência que fiz aqui em casa descobri que por hora eu posso até mesmo ignorar a capacidade DLNA do Onkyo. Instalei a app BubbleUPNP no meu Grand Duos e após configurar um notebook com Windows 7 como server usando o recurso embutido no próprio Windows Media Player (WMP) 12, descobri que o WMP aparecia listado como opções de server e renderer na app.
Eu tanto podia:
- Tocar as músicas armazenadas no meu telefone pelos alto-falantes do notebook;
- Tocar as músicas do notebook pelos alto-falantes do celular;
- Tocar as músicas do notebook, no notebook;
No caso do cliente eu certamente poderia enviar o som para outro dispositivo DLNA ( o Onkyo), mas por que fazer isso via rede, se o media server já está ligado por cabo HDMI ao Onkyo mesmo? Essa capacidade poderá ser interessante, porém, se e quando for decidido colocar a coleção em um NAS.
BubbleUPNP foi apenas a primeira app que testei, apenas para ter uma idéia do que eu podia fazer com DLNA, já que nunca tinha encontrado aplicação para isso antes. E gostei do que vi. Até as capas dos CDs embutidas nos arquivos (recurso do MP3 ID3 v2) aparecem na tela de seleção de músicas. Mas a versão gratuita tem limitações chatas, como o limite de apenas 16 músicas na aba Playlist. Eu testei também o Toaster Cast DLNA UPNP Player, mas somente para poder acessar o notebook como media server já exigia que eu comprasse a versão Pro.
Que outras apps para Android e para IOS vocês sugerem?
Nota: Para o WMP aparecer como server na rede, basta que o usuário esteja logado. Mas para que apareça como renderer o WMP precisa estar rodando. Preciso de um comportamento melhor.
Media servers que testei, no meu Windows XP:
- Songbird v2.2.0 – Funcionou como server, mas não encontrei opção de usá-lo como renderer.
- XBMC Portable v9.11 – Tem as opções de server e renderer, mas só consegui fazer funcionar como renderer. Ao escolhê-lo como server, nenhuma das músicas da biblioteca aparece;
- XBMC v12.3 (não encontrei no site oficial, por isso baixei do oldapps. A versão mais recente do XBMC, 13.0, não instala mais no XP) – Mesmo problema da versão 9.11.

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 Jefferson,  05 de julho de 2014, Além dessa versão consertar muitos bugs (e naturalmente introduzir outros, mas temos que conviver com isso) uma coisa me chamou a atenção no changelog: é ainda mais fácil adicionar imagens aos posts do que era na versão 3.6. Agora basta arrastar para o editor, enquanto estou escrevendo.
Fiz um backup completo antes, mas não fiz um teste rigoroso depois. Por favor, avisem se encontrarem algo anormal.
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Livros Mas continuo sem saber se isso é bom ou ruim.
Como Odd Thomas terminou com um desfecho altamente desagradável e deixando muitas pontas soltas eu me senti compelido a ler a continuação, Forever Odd, em busca de respostas e, talvez, uma declaração do autor do tipo “just kiddding!” que revertesse a grande tristeza que encerrou a saga anterior. Nada disso aconteceu, mais pontas ficaram soltas e agora é que “o bicho pegou” mesmo. Forever Odd termina de forma surpreendente mas não desagradável. Bom… pelo menos não será desagradável se até o sexto livro o autor explicar o que danado aconteceu, porque ninguém mais sabe! Nem Odd, nem os leitores.
Uma coisa mudou radicalmente: enquanto no primeiro livro eu esperava um inimigo sobrenatural e não havia nenhum, no segundo livro eu esperava que o inimigo fosse apenas doido varrido, para acabar sendo revelado bem no finzinho que ele tinha de fato poderes sobrenaturais. E não, nenhum Bodach aparece no livro inteiro.
Eu até desconfiei de algo sobrenatural, mas usei o raciocínio errado. Eu desconfiei que Cheval Robert e Cheval Andre fossem fantasmas, mas isso não podia fazer sentido, já que Datura podia vê-los.
A comédia continua, mas do ponto de vista da ação o livro é frustrante. Houve momentos em que eu pensei que estava lendo de novo “O Senhor dos Anéis” de tão longas eram as passagens que só descreviam a paisagem. Eu esperei até o finzinho que Odd estivesse sendo procurado e que a “cavalaria” fosse aparecer a qualquer momento, mas Odd estava completamente só. Pense no anti-climax que senti quando Odd estava à beira da morte no esgoto e foi revelado que todo mundo que podia ajudá-lo estava jantando em casa nessa hora.
Tá difícil, muito difícil eu dizer que “gostei” dessa série. Mas me sinto compelido a continuar lendo os livros seguintes só pela comédia e para ver se o autor salva a trama!
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Isso aconteceu ontem em duas máquinas distintas rodando Windows XP SP3 e conectadas a um servidor de domínio (não sei se é relevante). Ambas desenvolveram problemas sérios que me fizeram decidir substituir o hive SYSTEM do Registro pela cópia de backup e reinstalar tudo que precisasse de drivers. Ao tentar reinstalar o VirtualCloneDrive, a surpresa:
- Instalador acusa “Installation Failed!” mas prossegue aparentemente normalmente;
- Toda tentativa de montar um ISO acusava o erro “Unable to mount VCD”;
- Driver do VirtualCloneDrive aparecia com uma exclamação no Gerenciador de Dispositivos.
O mesmo problema, igualzinho, nas duas máquinas. Desinstalar e reinstalar o programa não surtia efeito. Para prosseguir com a instalação dos drivers (quase todo o meu kit de ferramentas está em arquivos ISO agora) tive que instalar o Daemon Tools nas duas, mas isso é meu “Plano B”, pois prefiro o VirtualCloneDrive. Quando a poeira baixou e eu tinha resolvido os problemas que me levaram a apelar para os backups do Registro, parei para tentar solucionar o problema criado pela minha decisão.
Encontrei este post, que falava do mesmo sintoma, com causa diferente. Mas que me fez olhar de perto os drivers. O virtualclonedrive instala dois (e não ter notado isso me confundiu por alguns minutos):
Ao clicar com o botão direito para checar as propriedades dos arquivos, descobri que ambos estavam dando aviso de que “eu não tinha permissão para ver as propridades de segurança mas que ue poderia me tornar proprietário do arquivo e blá-blá-blá… ” Isso certamente estava errado porque eu estava logado como Administrador e localmente (não no domínio – será que fazia diferença?). Provavelmente instalação e desinstalação estavam esbarrando no mesmo problema.
Isso foi completamente inesperado. Eu não contava com ter um problema de permissões ao restaurar um backup do Registro. Ainda mais um problema cujo sintoma não menciona permissões. E apenas o VirtualCloneDrive me criou esse problema. Todo o resto dos drivers foi resinstalado sem erro.
Apaguei manualmente os dois arquivos e reinstalei. Problema resolvido.
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Esse problema é um velho conhecido meu que aparentemente só acontece com impressoras HP. Você manda imprimir algo, vê o trabalho aparecer no gerenciador de impressão do Windows por um breve instante e sumir em seguida, sem que nada tenha sido impresso.
A máquina rodava Windows XP SP3. Instalei a impressora usando a opção “Rede”, sem usar o cabo USB. Tudo transcorreu bem e a página de teste foi impressa, mas foi a única coisa que a impressora se dignou a imprimir desse computador. Desinstalei e instalei usando a opção USB. Dessa vez nem a página de teste foi impressa.
Para testar se a impressora novinha já estava com defeito, fiz a instalação em outra máquina, também Windows XP SP3, via rede. Imprimiu normalmente todas as vezes que testei. Isso confere com o que acontece com a Laserjet P1005: algo que o driver da HP faz no Windows bloqueia definitivamente a impressão.
Mas ao contrário do que acontece com a P1005, onde usar o desinstalador e reinstalar depois efetivamente resolve o problema (até acontecer de novo semanas ou meses depois por razões desconhecidas), usar o desinstalador da M127fn não resolveu nada.
É importante notar que o scanner sempre funcionou e a impressora sempre aparecia online. A multifuncional era vista perfeitamente pelos drivers.
Tentei usar a Recuperação do Sistema para voltar para quando eu ainda não havia instalado a impressora, já que pelo menos havia impresso uma vez antes de parar, mas, como de costume, a recuperação não funcionou, mesmo tentando voltar para apenas um dia antes da instalação da impressora (raras são às vezes que funciona comigo, quando eu realmente preciso dela). Baixei e instalei a última versão do firmware da impressora, tentei o driver do CD, o driver do site e até o driver que vem dentro da própria impressora em um CD ROM virtual, mas nada surtiu efeito.
Eu até tentei editar na munheca o Registro, removendo todas as referências a “Packard” e “HP” (prestando atenção ao que estava fazendo, claro) que eram muuuuuitas, mesmo com todo o software da HP devidamente desinstalado (a HP emporcalha o Registro de qualquer máquina Windows) inclusive com a ajuda do Revo Uninstaller, mas como eu até já esperava, só piorou a situação. Você pode até retirar tudo o que explicitamente se refere à HP, mas não tem como acompanhar manualmente todos os links internos não explicitos que você está quebrando ao fazer isso. O resultado é que muita coisa fica órfã e o instalador da HP não perdoa: A instalação da HP nem funciona mais se você tentar se livrar do lixo manualmente. É claro que eu tinha feito uma cópia do Registro antes de me aventurar nisso.
No segundo dia na empresa do cliente, sem outras idéias, parti para a ignorância. Substituí o hive SYSTEM inteiro do Registro pela cópia de backup em %Windir%\repair, reinstalei todos os drivers e a impressora.
Aí funcionou normalmente.
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 Jefferson,  04 de julho de 2014, Livros E ainda não sei se isso é bom ou ruim.
OBS.: Eu até tento evitar os spoilers, mas não dá para realmente criticar o livro usando indiretas o tempo todo.
Não leia o livro se não gostar de uma trama com pontas soltas. Se você espera que em um best seller de suspense todas as coisas esquisitas que acontecem ao longo da trama sejam explicadas, preferencialmente de uma forma surpreendente, no fim do livro, esqueça Odd Thomas. Eu li o segundo livro esperando ter explicações para os mistérios do primeiro e só o que encontrei foram mais pontas soltas.
No cinema, quando o diretor ocupa preciosos segundos da trama com um evento aparentemente banal, supérfluo, como quando o personagem de Wesley Snipes passa mal e vai ao hospital em The Art of War, você fica se perguntando o que aquela cena de 1 minuto tem a ver com a trama e no final do filme descobre que nessa visita implantaram nele um rastreador. Em filmes, cada segundo tem que ser explicado no orçamento. Já em livros, infelizmente, o autor pode se dar ao luxo de escrever páginas e páginas sobre algo e depois esquecer ou desistir de fazer o desenvolvimento.
E aí vem o maior problema de Odd Thomas. No início da trama, Odd esbarra em um portal que funciona mais ou menos como uma máquina do tempo. Mas é tão perigosa que uma pessoa sã somente recorreria a ela em caso de vida ou morte. E o que acontece quando no final do livro Odd se depara com um desfecho estarrecedor que poderia ser desfeito com uma máquina do tempo? Ele parece esquecer que conheceu tal coisa e a vida prossegue. Não se desperdiça uma linha sequer racionalizando isso, nem explicando que medidas foram tomadas para, em outro extremo, evitar que o portal fosse reaberto.
Aliás, o final da estória é brochante. Apesar de suspeitar que ia acontecer exatamente o que aconteceu, dadas as diversas dicas ao longo da narração, ainda fui apanhado de surpresa. Me senti trapaceado pelo autor. E isso mesmo tendo suspeitado, sim, que pudesse estar sendo usado o recurso do “unreliable narrator” e Odd (o narrador) estivesse escondendo algo dos leitores. Odd não apenas estava sendo um narrador não confiável, mas ainda confessa isso com todas as letras para o leitor quando a verdade é descoberta. Eu poderia ter gostado, como gostei de ser enganado pelo diretor em O Sexto Sentido, mas não gostei. Acho que faltou me enganar “do jeito certo”.
Outra coisa que me incomodou na trama foram os tais Bodachs. Ora, a menos que todos eles estivesse conspirando para enganar Odd, qual a explicação para que eles seguissem o Fungus Man (que nunca havia matado ninguém, ainda) às centenas, mas que nem umzinho sequer fosse visto perto dos outros (muito mais perigosos) envolvidos na trama? Fungus Man era apenas o doido financiador da operação e aprendiz de monstro enquanto os outros já eram monstros.
E o que eles faziam nas casas das pessoas que iam ainda morrer? Os Bodachs vem do futuro?
A necessidade de ler o livro surgiu quando vi o trailer do filme e descobri que era baseado em um best seller. Nunca havia lido nada antes de Dean Koontz e não gosto de ler algo depois de ter visto o filme. Mas justamente ter visto o trailer do filme me levou a outra frustração: as cenas cuidadosamente escolhidas do trailer me levaram a crer que Odd estivesse lidando com uma ameaça sobrenatural. Não era! Todos os antagonistas da estória eram homens sem poder sobrenatural algum. Os Bodachs, apesar de Odd sabiamente não querer descobrir do que eles são capazes, são meros espectadores, que no fim das contas só são relevantes quando as mortes começam porque Odd pode vê-los e essa visão atrapalha o seu foco inclusive literalmente!
E as coisas inacreditavelmente burras, para alguém que dá todos os sinais de ser muito inteligente, que Odd faz? Eu pensava no ator Karl Urban dizendo “Unbeliavable” e balançando a cabeça o tempo todo:
- A decisão de se livrar do corpo de Fungus Man em vez de simplesmente “se mandar” já é altamente questionável, mas dá até para aceitar a racionalização que ele faz. Porém o que ele faz em seguida…
- Leva a arma que supostamente matou Fungus Man, que não era sua, juntamente com o cadáver, mas se livra do cadáver e continua com a arma. Logo a arma que foi usada em um assassinato preparado para incriminá-lo e quando ele ainda não tinha “pisado na armadilha” e dava tempo de recuar. Mesmo sem ter intenção de usá-la (como realmente não usou) e tendo recusado a oferta de amigos que ofereceram armas para sua proteção;
- Tendo decidido enfrentar os loucos sem armas de fogo a abandonado a arma que matou Fungus Man no seu carro, Odd decide de repente sair com a arma (outra) que ele sabia ter sido usada para matar três seguranças segundos antes.
Ou seja: ele não tinha culpa de nada e saiu criando um rastro que o incriminava. E isso com o chefe de polícia, o único na organização que tinha grande probabilidade de acreditar na sua inocência, entre a vida e a morte no hospital vítima de um crime que poderia também ser atribuído a ele!
O livro não é um caso inteiramente perdido, porém. Odd é muito bem humorado e os diálogos dele com todos os outros personagens são engraçados e memoráveis. Eu gosto do estilo que mistura drama com comédia (Harry Potter, Supernatural, Castle, Rizzoli & Isles…) e ultimamente tenho sentido dificuldade para ler estórias ou assistir a séries que sejam puro drama apesar de saber que são boas (Fringe, Game of Thrones…).
O bom humor, que inclui referências a outras obras relevantes (como O Sexto Sentido) salva o livro.
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 Jefferson,  16 de fevereiro de 2014, Hostgator Não, não foi por isso que eu não tenho escrito aqui no blog. É que eu tenho andado ocupado. Mas o que a Hostgator fez me deixou assustado porque bloqueou o acesso de todos vocês ao que já foi publicado. E isso é ruim, muito ruim! 
A primeira vez foi há um mês. O staff da Hostgator bloqueou, alegando excesso de uso de CPU, o acesso à parte principal do domínio ryan.com.br com centenas de páginas em wordpress. Como eu nunca tinha tempo *e* paciência para seguir as instruções para “sanar o problema”, o bloqueio perdurou por um mês (perdi posição no ranking do Google, receita do adsense, etc) Sentei, conferi o longo checklist deles à procura de problemas e não achei nada. Tudo o que podia fazer era atualizar o WP-Super-cache e pedir para desbloquearem. E eles desbloquearam.
Isso foi na semana passada. Hoje eu descubro que a Hostgator, alegando novamente uso excessivo de CPU, bloqueou minha conta inteira. No mínimo 4 domínios (incluindo o da empresa de um cliente) saíram do ar.
Como não tinha a menor lógica isso ser minha culpa, eu educadamente “rodei a baiana”. Expliquei em resposta ao ticket que há meses eu não fazia qualquer modificação em qualquer dos domínios (“tá tudo no piloto automático”) e não sabia nem por onde começar a resolver um problema surgido “do nada” que afetava minha conta inteira. Deixei claro que achava mais fácil mover tudo para a Dreamhost.
E até comecei a pesquisar o que era preciso para fazer essa migração. É um saco, porque a Dreamhost não usa cPanel, então cada instalação do wordpress e cada banco de dados precisam (precisa?) ser exportados e importados individualmente (até onde cheguei a ver).
Horas depois, quando eu já achava que o staff estava “de pirraça” por causa de minha ameaça porque não tive notícias e eles geralmente respondem rápido, recebi uma atualização de ticket dizendo que localizaram o problema. Um único endereço IP, tentando baixar um de meus arquivos (um pacote de firmwares da Dyomate), estava disparando milhares de solicitações a um script php do wordpress. Eles então bloquearam o IP que estava fazendo isso e liberaram a minha conta.
Mas o correto não teria sido fazer essa checagem logo no início? Quer dizer que um único indivíduo consegue derrubar um site hostgator e o cliente é que tem que investigar isso? Fui vítima de um ataque DoS que qualquer um poderia fazer?
Só não mudo para a Dreamhost já porque não tenho *certeza* de que lá seja diferente.
PS.: O IP era de Singapura. Investigando os logs percebi outro problema também originado em Singapura, por outro IP mas tendo como alvo o mesmo arquivo. Como eu não posso bloquear um país inteiro por causa disso, decidi tirar do ar o arquivo.
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Obrigado pelas informações, resolveu o meu problema que tenho o avast pago e nem o suporte deves havia conseguido resolver, apenas me mandaram desinstalar pelo modo de segurança e reinstalar desativando firewall e verificar se o usuário era adm do sistema.
Muito obrigado
Muito bom obrigaduuuuu!
vlw tava com o mesmo problema e ao reinicia o pc ele voltou ao normal. exatamente isso q vc falo só esqueceu de fala pra acha os registros executar>regedit
Resolveu o meu problema com o AVG. Obrigado.
Eu esqueci de registrar que a longa seqüência alfanumérica no último “ItemData” é apenas uma forma codificada da string:
%HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Explorer\Shell Folders\Cache%OLK*
Se você olhar pelo Regedit, é essa string que você vai ver. Mas o tipo de dado é REG_EXPAND_SZ e por isso quando é exportado para um arquivo .reg, a string é salva assim. A codificação é simples: cada dois bytes correspondem a um caractere ASCII codificado em hexadecimal. “25,00,48,00,4b,00” = “%HK”
muito bom Jefferson…voce é o cara… também consegui liberar meu avast bloqueado com essas dicas de edição do registro.. li diversos post , todos muito confusos, precisando instalar outros programas, etc.. etc…
Cara você é fera, funcionou perfeitamente, obrigadoo!