 Jefferson,  16 de agosto de 2011, Honestamente eu não consigo aderir a essa idéia (na minha opinião paranóica) de se viver em mundo onde os programas se atualizam constantemente.
Toda vez que abro o Market no meu Quench, uma meia dúzia de apps tem updates disponíveis. Nenhuma delas diz o que raios mudou na nova versão. Por que raios eu deveria acreditar que esse update traz algum benefício para mim, se versões mais novas tendem, como regra geral, a serem mais lentas?
Eu uso o FF 3.6 a contra-gosto. Eu deveria estar usando ainda a versão 3.5, que é a última a ser compatível com um de meus utilitários preferidos: Direct Folders. E que a única explicação disponível era: "mande o desenvolvedor de Direct Folders consertar isso". Toda vez que eu tento salvar um arquivo com o FF eu me lembro de como a Mozilla pode ser arrogante.
A Google toma medidas extremas, que eu classifico como arrogantes e intrusivas, para garantir que eu esteja usando a última versão do Chrome. Mas e seu eu não quiser? Por que eu tenho que deixar a Google decidir por mim que eu devo atualizar?
Talvez eu esteja ficando velho (e denunciando minha idade) mas o que aconteceu com o conceito de "versão estável"?
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 Jefferson,  15 de agosto de 2011, A Mozilla parece estar fazendo um esforço fenomenal para perder o respeito de seus fãs. Como se não bastasse o novo esquema de numeração de versões, ela planeja agora esconder a versão do browser.
http://www.extremetech.com/internet/92792-mozilla-takes-firefox-version-number-removal-a-step-further
Enquanto isso, eu continuo usando o FF3.6
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 Jefferson,  15 de agosto de 2011, Eu estava me perguntando por que os tablets Android baratinhos disponíveis na BIC e DX ainda não estavam vindo com o Honeycomb. Então "descobri" (demorou) que o Honeycomb é a única versão do Android que não é open source, o que dificulta muito a adaptação.
http://www.zdnet.com/blog/google/google-android-30-honeycomb-open-source-no-more/2845
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 Jefferson,  15 de agosto de 2011, A Google anunciou um acordo para a compra da divisão "móvel" da Motorola
http://finance.yahoo.com/news/Google-to-Acquire-Motorola-bw-4079820793.html?x=0&.v=1
Só falta a aprovação das autoridades e dos acionistas. Mas isso não deve ser problema.
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 Jefferson,  13 de agosto de 2011, lisarb No programa eleitoral da eleição do ano passado o candidato ao governo do estado pela situação fez propaganda do fim do racionamento de água no Recife como se fosse algo que ele já tivesse feito ou que fosse acontecer "na semana seguinte". Estamos perto de completar um ano desde as promessas e Recife raciona água exatamente do mesmo jeito. Acho que já deve fazer uma década que no meu bairro só temos água dia sim, dia não. E a coisa é pior em outros bairros
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 Jefferson,  13 de agosto de 2011, lisarb Esqueça as Ferraris de 300mil apreendidas pela receita na semana passada. Dinheiro mesmo deve ter o dono desta saveiro:
http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=380082
http://www.dgabc.com.br/News/5905648/carro-com-multas-de-r-3-milhoes-e-apreendido-no-pr.aspx
Como explicar que um veículo consiga passar tanto tempo circulando e acumulando tantas multas, numa cidade como Curitiba, se não for com muita corrupção da polícia de trânsito?

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 Jefferson,  13 de agosto de 2011, Na Revista Época desta semana (691) saiu uma matéria, intitulada "Guia de Sacoleiros em Tempos Incertos" que apesar de ser assinada por quatro pessoas, não escapou do velho erro de afirmar que "compras na internet de até US$50 não pagam imposto de importação"
Se todos os jornalistas de Época fazem matérias consultando o Yahoo Answers em vez de consultar os órgãos oficiais, seus leitores estão perdidos.
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 Jefferson,  13 de agosto de 2011, Há mais de uma década nós fazemos piada sobre como a indústria automotiva poderia aprender (e evoluir) com a indústria de TI. Parece que a Hyundai decidiu fazer isso, mas não para benefício do consumidor, porque ela decidiu seguir justamente o exemplo da Apple e seu Campo de Distorção da Realidade.
O Hyundai Veloster vem sendo anunciado na TV com a novidade de ser um carro de três portas. Em propaganda na Revista Época desta semana a empresa finalmente explica qual a vantagem:
“Total segurança para desembarque de passageiros somente pelo lado direito”
Ora, isso parece perfeito para o público alvo da Apple. Porque a turma que é capaz de pensar um pouco sabe perfeitamente que existem diversos meios (alguns já são até utilizados) de se bloquear a abertura de uma porta de carro sem precisar removê-la. E fazer isso apertando um botão no painel deixou de ser engenharia de foguetes há muito tempo.
Com a vantagem de ter a porta disponível quando necessário.
A menos que o banco traseiro do Veloster também tenha uma esteira rolante horizontal (ou algum de vocês saiba me explicar como remover uma porta pode ser uma grande sacada), para mim é uma idéia de jerico.
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 Jefferson,  13 de agosto de 2011, android Com a possibilidade de colocar as músicas que estou escutando em uma playlist, veio a necessidade de fazer isso sem nem precisar tocar no telefone. Eu fico com o telefone no bolso enquanto escuto música com o headset bluetooth e acho um saco ter que retirar o telefone do bolso e desbloquear toda vez que esbarro em uma música interessante.
Eu queria poder controlar isso direto do headset.
Até encontrei duas apps que talvez servissem para isso e, ignorando os avisos em ambas que diziam que eram feitas para headsets com fio, testei-as com meu headset bluetooth:
Headset Button ControllerTrial
https://market.android.com/details?id=com.kober.headset
Apenas reconhece os botões next e previous.
Headset Droid Trial
https://market.android.com/details?id=tvk.headvoltrial
Reconhece os botões next, previous e play/pause.
Porém ambas são incapazes de reconhecer duplo/triplo clique ou “long press”, tornando-as efetivamente inúteis com meu headset.
Se é para usar um headset com fio, prefiro ter que manusear o telefone mesmo.

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 Jefferson,  12 de agosto de 2011, android Ontem eu me deparei com um bug/feature do Android que quase me tira do sério. Eu instalei três apps de música diferentes para testar, além da default:
As três convivem harmoniosamente, mas só até o momento que decido usar o headphone bluetooth.
Quando o problema começou foi um real momento WTF?!. Eu dava pausa numa música pelo Headset e outra começava a tocar. Apertava pausa novamente e a anterior voltava a tocar. Depois de apertar aqui e ali no aparelho, começou uma cacofonia em que ambas tocavam ao mesmo tempo. Então eu notei na barra de notificação que tinha dois players rodando ao mesmo tempo.
Aí eu me lembrei de uma configuração que eu vira antes no Winamp: “Use Winamp to control the headset”. Encontrei configuração semelhante no Songbird e no Meridian. E todos estavam marcados.
Eu esperava que cada app instalada desabilitasse a configuração das instaladas anteriormente. Mas além disso não acontecer, nenhuma das apps ao ser instalada me perguntou nada. Também seria de se esperar que um comportamento que pode criar problemas requisitasse autorização do usuário.
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Nenhuma diz? Diz sim, tem lá. Todas tem sim… sério, da uma olhada nas descrições e desce, lá embaixoooo tem o 'o que mudou'…. No market novo tem uma 'aba' só para isso.
Estranho não ter.
Mas concordo contigo, é um saco mesmo.
Você tem razão. Se eu rolar até o fim não vejo nada mesmo. É preciso, no campo Description, dar um tap em more para expandir. No final de Description é que a aparece a lista do que mudou. Mas ainda não fiquei satisfeito, por motivos que exemplifico:
=============================================
PulWifi – Instalei ontem e hoje já havia um update:
Recently changed in this version
* Move to SD
* Fixed a little bug
3G Watchdog
Recently chaged in this version
* New settings to change language and first day of week
* Bug fixes
==========================================
"Recently changed in this version" para mim é sacanagem. E se eu não estiver usando a versão exatamente anterior? Isso é muito provável, já que eu reinstalei o Android em uma semana, com todas as apps "frescas" e uma semana depois já tinha update para uma dúzia delas. Desenvolvedores Android não precisam manter um "history"? Como eu estava checando pelo celular, fui verificar se pelo PC eu tinha acesso a uma versão expandida. Que nada: é o mesmo resumo em market.android.com
"Fixed a little bug" e "Bug fixes" não me dizem realmente nada e são boas maneiras de esconder descrições reais e úteis como "consertei um bug introduzido na versão anterior que…"
Para quem abraça a idéia de "viver em um mundo instável" (é como eu enxergo essa onda de updates intermináveis) não há problema nenhum nisso. Mas eu vejo muitos. Como usuário, como técnico de manutenção e como programador (amador) eu afirmo que há muita coisa questionável nesse modelo.
No "modelo tradicional" o programador passa um tempo testando a nova versão, às vezes com a ajuda de um grupo selecionado de beta-testers e outras vezes simplesmente lançando o outra versão explicitamente rotulada de "beta" para os mais corajosos testarem e, se não for encontrado problema (e/ou depois dos encontrados serem corrigidos), ela é "liberada" para consumo geral.
Nesse modelo que eu estou vendo ser adotado pela Google (e desenvolvedores Android), Mozilla, entre outros, todo mundo vira " besta tester" e muitos ficam contentes com isso porque "existem atualizações frequentes".
Descobriram um jeito de programar que é 100% livre de introdução de bugs e eu não fiquei sabendo?
Medo do mercado, de ser passado para trás.
Walter disse tudo. Mercado mesmo. As coisas mudaram. Fato.
Parece que no iPhone para ser lançada uma versão nova precisa passar por uma etapa de aprovação na Apple, é diferente. Lá também tem atualizações, mas não é assim todo dia. Isso realmente enche o saco.
Falta do histórico de mudanças e descrições mais detalhadas é complicado mesmo. Eu tento sempre no máximo possível detalhar tudo que foi mudado.
Mas uma coisa é certa, 90% dos usuários estão nem aí para isso, apenas clicam em atualizar e pronto. 99% não lê nem o manual, o que dirá de mudanças na versão…. triste.
Eu sou do tempo que software tinha versão Alpha, depois virava Beta, e muuuuuito depois virava versão estável ou release.
Versão Alpha só usava mesmo que era MUITO corajoso, pois é o verdadeiro laboratório de caçada aos bug.
Pior é quando você marca, às vezes sem querer, para um aplicativo do Android atualizar automaticamente. Seu plano de dados 3G pode ser consumido numa tacada só.
Parece antivírus de tanto que atualiza.
O iOS só baixa, via 3G, aplicativos até um certo tamanho. Taí (mais) uma coisa que o Android deveria ter copiado…
O alpha de hoje é o beta de ontem, e o release candidate de hoje é o beta de ontem. Assim, temos programas eternamente beta (né, google?) que sempre precisam de um ajuste aqui e acolá…
Bom… fazem assim porque tem quem goste. Se até o GMail, quando saiu do beta, teve que colocar uma função no Apps pra rehabilitar o logo "beta", só porque tem otário que reclamou…
Com relação à "versão estável" eu só vejo isso no Linux. No Windows a única coisa estável é a mesa onde está o computador. E olhe lá…
Eu uso Windows, não faço atualizações a troco de nada, uso hibernação e passo dias com o mesmo "boot" e assim posso afirmar que o Windows é 100% estável (para a maioria dos efeitos práticos). Quase 90% dos problemas são provocados por hábitos equivocados dos usuários. Os outros 10% são provocados por programas mal testados.