Isso aconteceu ontem. Apareceu uma mensagem da Samsung avisando que havia mais uma atualização e eu deixei rolar. Achei que fosse mais uma atualização de segurança. Ao pegar no telefone de novo achei algo estranho no visual e perceptivelmente mais lento ao fazer uma busca de apps. A lista de apps recentes demora a aparecer e o teclado virtual demora tanto que dá impaciência. Depois foi que notei outras coisas diferentes, fui olhar a versão e constatei que o telefone, que veio de fábrica com a versão 10, agora estava com a versão 11.
E outra coisa estranha foi provocada pela atualização que me fez parar tudo o que eu estava fazendo para investigar: hoje eu fui auditar minha rede e encontrei um dispositivo desconhecido, possivelmente wi-fi (ping alto) com IP atribuído, mas o netscan não me dizia qual o fabricante. como o meu arquivo oui.txt podia estar desatualizado eu fui conferir em um serviço online e acusou que o fornecedor “D2-1B-BF” não estava cadastrado (para todos os efeitos é um MAC falso).
Então fui olhar na lista de clientes DHCP no meu roteador e lá estava ele: o meu Galaxy A11 aparecia com dois IPs atribuídos para dois MACs diferentes, sendo um deles esse começando por “D2-1B-BF” e o outro era o MAC da Samsung.
Fui conferir de novo o MAC do meu telefone no aparelho e lá encontrei a explicação. Ao tocar em Advanced eu encontrei uma nova configuração chamada MAC Address Type, que estava configurada para Randomized MAC. E de fato, após desligar e ligar novamente o aparelho, este apareceu com outro IP e outro endereço MAC na lista do meu roteador.
Entendi que essa deve ser uma nova configuração de privacidade, mas como eu não consigo ver nenhuma razão para desejar isso e, ao contrário, inviabiliza a auditoria da minha rede, escolhi a outra opção: Phone MAC.
Essa configuração parece ser por access point e não por servidor DHCP. Aqui em casa eu tenho apenas um servidor DHCP e todos os meus roteadores estão configurados para operar como access point (Servidores DHCP desligados. Todo mundo pega endereço IP no mesmo roteador, não importando por onde conecta) e eu tive que mudar essa configuração em cada um deles. Isso eu achei positivo. Na minha rede eu configuro tudo como “Phone MAC” para poder auditar e em qualquer outra que o meu telefone vier a se conectar irá apresentar um MAC aleatório.
Essa é uma opção introduzida na ultima major release do iOS (14), e eu percebi da mesma forma: encontrando MACs “aleatórios” na rede local. No iOS é chamado de “Private Address” nas propriedades da conexão (imagino que seja por AP tb, mas não testei), e se vc desativar (o que eu fiz na rede doméstica), a conexão sempre aparece com um indicador de “privacy warning” e uma explicação nos detalhes da conexão.
Achei “ok e não ok”, porque dificultou reconhecer dispositivos visitantes na rede wifi guest, e para os devices da casa tive de desabilitar para não ter surpresas ao conferir os dispositivos conectados.
Sempre depois de uma “grande” atualização eu notava essa mesma lentidão, mas depois que comecei a fazer hard reset/restaurar o celular de fábrica após o update, esse problema e outros deixaram de acontecer. Dá um certo trabalho ter que reinstalar todos os apps, entrar com senhas e logins na maioria deles novamente, mas pra mim vale o esforço.
Após o upgrade o aparelho desenvolveu um defeito: a touchscreen começa a funcionar erraticamente, recusando toques, registrando toques em lugares diferentes do que você tocou e dando toques “fantasmas” pelo menos uma vez por dia. Corrigir o problema requer reiniciar o telefone, o que é muito difícil porque para isso é preciso confirmar na touchscreen.
Hoje saiu outra atualização, que já apliquei na esperança que resolva pelo menos um dos dois problemas.
Minha namorada tem um Samsung (modelo M21S) que apresentou um defeito parecido. Como estava na garantia, foi para a assistência técnica. A bateria estava estufando e pressionando a tela por trás, afetando também o touch. Como a tela é OLED, não causava aquela distorção característica dos LCD, então não dava pra perceber que era isso sem abrir o aparelho. Na assistência disseram que aquele modelo estava apresentando esse defeito com frequência, então nem questionaram muito. Também tenho que elogiar a rapidez do reparo: deixamos o aparelho num fim de tarde e no meio da tarde do dia seguinte já avisaram que podia ir pegar.
Embora isso certamente seja um avanço se eu comparar com a última vez que botei um celular na assistência, as autorizadas ainda tem que melhorar. Muitas “desautorizadas”consertam o aparelho na presença do cliente hoje.
Esqueci de dizer que o A11 de minha mãe após a atualização de junho desenvolveu um problema diferente: às vezes não consegue se conectar à internet por nenhum ponto Wi-Fi da casa e só reiniciar resolve.
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OBS.: Eu acho bizarro “Os Correios” nessa sentença e para mim o correto seria me referir à empresa como “A Correios”, mas nem os gramáticos parecem concordar comigo. Em minha defesa, eu sou um dos raros a reconhecer a diferença entre “A Google” e “O Google”.
Recebi agora um SMS de uma encomenda ordinária vinda da China com o seguinte texto:
Correios: o carteiro saiu para entregar o objeto NX_________BR. Aguarde nas próximas horas. Onde tem entrega, tem Correios! (p/sair envie PARE)
O Muambator não tem essa informação ainda, 20 minutos depois.
Estou curioso para saber que mecanismo a empresa está usando para associar o pacote ao meu número de telefone. Seria o número cadastrado em “Minhas Importações” e nesse caso só funciona pra entregas internacionais? Seria o meu cadastro em .gov.br e nesse caso funciona para todas as encomendas? É a Aliexpress que fornece diretamente meu telefone para a empresa?
Eu recebi dois pacotes de uma vez. Para o outro, com um código LE_________SE, não recebi aviso. Prestando atenção, notei agora que o primeiro pacote apesar de ser uma remessa internacional tem um sufixo “BR”.
Curiosamente, o endereço de devolução desse pacote internacional é em São José dos Pinhais/PR.
O telefone é o que você cadastrou em minhas importações e eles sabem pq vc vincula seu CPF a encomenda , desde o ano passado (2020) é obrigatório efetuar este vínculo, mas se não vir via correios não tem necessidade , porém você não tem informação do processo de entrega depois que chega no Brasil.
Algumas empresas já fazem este vínculo automaticamente e em alguns casos vc tem de fazer este vínculo no sistema minhas importações.
em alguns casos vc tem de fazer este vínculo no sistema minhas importações.
Sim. Minha irmã mandou para mim um pacote da Irlanda sem colocar meu CPF e este ficou retido esperando o pagamento da taxa de desembaraço. Bastou eu ir em Minhas Importações, declarar o pacote (pelo código) como meu (o que fez a associação com meu CPF) e pagar a taxa.
Se a encomenda é sua, é só aguardar chegar a encomenda.
Se não for, responda “pare”.
Isso é só uma aviso dos correios que a encomenda saiu para entrega.
Dentro do assunto dos correios. Já aconteceu mais de uma vez marcarem no sistema que o pacote foi entregue, mas só ser realmente entregue no outro dia. Da impressão impressão de ser para “fingir” que entregaram na data correta.
Aqui esse tipo de presepada acontecia anos atrás. Mas era mais comum a desculpa do “logradouro com numeração irregular” para não fazer a entrega na data prevista.
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Quem viu a notícia de que Mia comprou um castelo de R$19 milhões, viu as fotos e pensou: “mehhh… tem gosto prá tudo…”, precisa conferir os vídeos do seus primeiros anos de carreira. A mulher era sensacional. Ela pode até ter mantido a mesma graça, sensualidade e animação de antes, mas com esse corpo “inchado” de hoje não me desperta nem de longe o mesmo interesse.
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Isso se baseia no fato de que ao apagar uma conta o WLM não apaga os emails. Estou assumindo que a conta seja POP3 e acabo de fazer isso para um cliente.
Crie de novo a conta, mas não coloque a senha ainda, para que não baixe emails.
Verifique em Arquivo -> Opções -> Email -> Avançado -> Manutenção -> Pasta de Repositório qual a pasta onde as mensagens do WLM são armazenadas. Geralmente está em C:\Users\[nome do usuário]\AppData\Local\Microsoft\Windows Live Mail mas não conte com isso. Eu, por exemplo, costumo configurar essa pasta em outro lugar, geralmente outra partição.
Feche o WLM
Nessa pasta ordene as sub-pastas por data de modificação, a pasta mais nova deve ser a conta que você acaba de criar. certifique-se de que dentro dela as pastas “Inbox” e “Sent Itens” estão vazias.
Procure agora nas outras pastas, começando pelas mais novas, qual é a pasta da conta que foi apagada. Você vai se deparar com um monte de arquivos .eml, que são as mensagens de email individuais. Você pode abrir um deles com um duplo clique e checar pelo conteúdo se você está na conta certa. O usuário da conta normalmente é o mais capacitado a fazer essa avaliação.
Ao achar a pasta com as mensagens da conta apagada, copie (você pode mover, mas isso é arriscado) as mensagens da pasta “Sent itens” para a pasta de mesmo nome vazia da conta nova. Repita o processo para a pasta Inbox.
Abra o WLM
Na conta nova, abra a pasta Itens Enviados. As mensagens devem começar a aparecer como se estivessem sendo baixadas nesse momento. Se isso não acontecer você fez algo errado. Aguarde terminar.
Faça o mesmo para a Caixa de Entrada.
Nesse ponto, se seu programa de email estiver configurado para apagar as mensagens do servidor ao recebê-las você não precisa fazer mais nada a não ser colocar a senha para começar a receber as mensagens novas, mas se não for assim você vai se deparar com um possível problema: todas as mensagens no servidor serão baixadas novamente e você pode acabar com uma duplicação gigante de mensagens e todo o SPAM que você já tinha apagado vai voltar para assombrar você (ou o usuário).
Por via das dúvidas faça o seguinte:
No WLM, crie uma pasta dentro da conta. Por exemplo, dê a ela o nome “backup”. Mova as mensagens da Caixa de Entrada para essa pasta.
Termine de configurar a conta para baixar as mensagens.
Quando o download de mensagens terminar, compare o conteúdo da pasta backup com o novo conteúdo da Caixa de Entrada. Apague todas as mensagens da Caixa de Entrada que você já tem no backup (isso pode ser feito com menos de meia dúzia de cliques, usando click para marcar a primeira e SHIFT+click para marcar a última) e depois mova o conteúdo da pasta backup para a Caixa de Entrada.
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A partir do servidor tentar acessar outra máquina pelo nome dá o erro:
0x80070035 – The network path was not found
E pelo IP dá o erro:
0x80004005 – Unspecifed error
O problema só acontecia em um punhado de máquinas da rede. Encontrei um monte de tutoriais recomendando fazer coisas que me deixaram com um pé atrás, porque eu não sabia como reverter (eram comandos Powershell) se não resolvesse. E eu não gosto da idéia de ficar deixando rastros dos meus chutes. Encontrei a dica de como resolver nesta página e com os termos usados encontrei este artigo da MS com a explicação e o tutorial.
Isso também acontece com o Windows 10 a partir da versão 1709
Clique com o botão direito em Enable insecure guest logons e selecione Edit.
Selecione Enabled e OK.
Se for essa a causa do seu problema você deve ganhar acesso imediatamente. Não é necessário reiniciar. Se não for essa a causa é só usar o mesmo caminho e selecionar Disabled.
Esse problema só impedia acesso a um punhado de máquinas do cliente. Como todas rodam Windows 8.1 e nesse cliente o padrão é não deixar o Windows atualizar eu suponho que as máquinas que negavam acesso são justamente algumas que foram atualizadas por alguma razão. Eu não pude checar porque resolvi remotamente e só tinha acesso ao servidor.
Minutos depois o cliente me ligou dizendo que não podia fazer o acesso inverso: da máquina Windows 8.1 para o servidor Windows 2019. O erro era: “Falha de Logon: não foi concedido ao usuário o tipo de logon solicitado neste computador”
Como eu não tinha muito tempo para resolver o problema, resolvi aplicando o que é explicado aqui, que simplifico (não precisei de todos os passos) a seguir:
No servidor Windows 2019
1 – Execute gpedit.msc.
2 – Expanda até Configuração do Computador > Configuração do Windows > Configurações de Segurança > Diretivas Locais > Atribuição de Direito de Usuário
3 – Procure pela opção “Negar acesso a este computador pela Rede” e remova o usuário “Convidado” (Guest) da lista.
Funcionou imediatamente mas não estou satisfeito com as implicações disso e outro dia vou ver como resolver de outra forma.
A própria MS está “banindo” versões antigas do Windows com o server 2019 para forçar uma atualização geral para Windows 10.
Eu acho um tiro no pé, mas vai entender!
Até mesmo MSTSC – acesso remoto – tem dado problema quando acesso de windows 8.x para traz um servidor 2019.
Reforçar a segurança é sempre bom. Já percorremos um longo caminho desde a segurança ridícula do Windows 9x e até conseguimos achar graça da segurança default do XP (o “compartilhamento simples de arquivos” é uma temeridade). O problema é quando o servidor vem com o mesmo default não importando o tamanho e requerimentos de segurança da empresa
Para a maioria de meus clientes, a não ser que eu possa desabilitar as atualizações automáticas com a mesma certeza que tenho no Windows 8.1 de que não serão habilitadas ao acaso, o Windows 10 não é melhor opção nem de graça. Do caixa de supermercado ao computador do financeiro, ninguém quer perder tempo com esse comportamento.
Acho que para esses casos com Windows 10. A ideia é o LTSC ou LTSB. Que aplicam apenas patches de segurança criticos sem “features” e etc.
Da wikipedia
Enterprise LTSC
Enterprise LTSC(Long-Term Servicing Channel) (anteriormente LTSB (Long-Term Servicing Branch)) é uma variante de suporte de longo prazo do Windows 10 Enterprise lançado a cada 2 a 3 anos. Cada lançamento é compatível com atualizações de segurança por 10 anos após seu lançamento e intencionalmente não recebe atualizações de recursos. Alguns recursos, incluindo a Microsoft Store e aplicativos agrupados, não estão incluídos nesta edição.[11][1][3] Esta edição foi lançada pela primeira vez como Windows 10 Enterprise LTSB (Long-Term Servicing Branch).[12] Existem atualmente 3 lançamentos do LTSC: um em 2015 (versão 1507), um em 2016 (versão 1607) e um em 2018 (versão 1809).[13]
— Particularmente utilizo LTSC versão 1809 de 2018 – em equipamentos críticos de Produção, IHS’s, e outras máquinas que fazem SCADA para ambiente de produção.
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Hoje um cliente me ligou porque não estava recebendo email. Rapidamente constatei que tinham esquecido de pagar a hospedagem. Aí eles me mandaram o boleto perguntando se era aquilo mesmo: R$608 para pagar a uma tal “Endurance Group B H Sites LTDA”. De cara eu respondi que parecia golpe, porque a mensalidade da Hostgator não deveria ser maior que R$60 por mês. Mexe para cá, mexe para lá e descobri que esse era o valor anual e que no ano passado tinha sido pago algo como R$332. Eu sei que essa diferença é “normal”, porque a Hostgator tem um “asterisco” avisando que o desconto só vale para o primeiro ano e se você dividir R$608 por 12 vai ver que estão cobrando “apenas” R$50 mensais. Porém:
Se a Hostgator pode prestar o serviço por um ano pelo equivalente a R$28 mensais, pode prestar por dois anos ou mais;
O cliente contratou o plano Turbo por inexperiência, sem falar comigo antes. o “Plano P”, que custa a metade, serviria para ele;
Meu cliente tem uma utilização baixíssima do serviço. Um site que vive às moscas e uma dúzia de emails por semana, se muito; É o tipo de conta que o cliente pode mover de um provedor de hospedagem para outro sem dificuldade. Um cliente bom de se ter e fácil de se perder;
Nunca, em um ano, entramos em contato com o suporte, que é o maior custo que um provedor de hospedagem pode ter;
Hoje, o valor para quem paga mês a mês pelo plano Turbo é R$55. Isso não anima o cliente que está com dificuldades a pagar 12 meses de uma vez por um desconto de R$5 mensais;
Em tempos como os de hoje as empresas tem que pensar muito antes de dar um susto no cliente com um boleto de R$608 e ainda suspender um serviço que para eles não custa quase nada depois de apenas 15 dias de atraso no pagamento.
Meu cliente está com dificuldades financeiras e R$608 de uma vez era muito. Se a Hostgator tivesse dado a opção, ao reimprimir o boleto, de pagar mês a mês R$55, ele teria ficado com o serviço. Tentei fazer um downgrade no plano para pelo menos reduzir esses R$608 pela metade, mas o site diz que “Não é possível realizar o downgrade do Plano Turbo para o Plano P ou M”. Parece piada, porque eu poderia fazer esse “downgrade” em minutos criando outra conta.
Resultado: transferi os domínios para a minha conta de revenda Hostinger, que custa R$49 por mês. Não vou cobrar nada ao cliente pela hospedagem (até porque não me custa nada) e cancelei a conta Hostgator. Se não me engano foi no momento do cancelamento que a Hostgator veio com blá-blá-bla sobre negociar “por causa desses tempos difíceis”. Tarde demais. Deveria ter feito isso quando o cliente foi reimprimir o boleto. Eu me pergunto quantos clientes essas empresas ricas demais para prestar atenção perdem mensalmente por causa de mesquinharias como essa.
Eu cheguei a avaliar isso, mas no meu caso não vale a pena. Qualquer falta de energia prolongada no bairro e já não dá para competir com o uptime de um provedor de hospedagem qualquer. Junte-se a isso a falta de confiança na estabilidade do provedor de acesso e para pequenos projetos é muito melhor pagar R$49 mensais e hospedar vários domínios/empresas sem me preocupar com isso. Só o consumo de energia de um servidor dedicado já custa a metade disso.
Foi complicado fazer outros servidores de email aceitarem conexões do seu servidor SMTP ou não jogarem suas mensagens direto na caixa de SPAM?
O segredo de um bom server SMTP ( o http é facil ) é ter o ip fixo, reverso (isso é chato – mas um no-ip com plano correto da certo ) e todas as configurações de acordo com os padrões.
Eu particularmente não acho legal – dá trabalho dependendo da solução. Gmail, office365 e etc são mais tranquilos de gerenciar.
Olá Jefferson,
Lamentamos profundamente que não tenha tido uma boa experiência com a renovação do produto.
As renovações são geradas de forma automática, para o mesmo plano e ciclo de pagamento escolhidos inicialmente durante a compra. Nosso suporte está disponível 24 horas por dia para auxiliá-lo e poderia renegociar com você ou o seu cliente uma alternativa para a renovação do plano.
Se ainda pudermos ajudá-lo, teremos satisfação em lhe receber no nosso canal de chat através do Portal do Cliente.
É tarde demais para isso. Desde a presepada que a matriz de vocês nos EUA aprontou comigo no ano passado, minha boa vontade com qualquer atitude desagradável de empresas do grupo “Hostgator” se tornou quase nula. Se querem fazer alguma coisa, corrijam os procedimentos que levaram a esse problema, para não perderem ainda mais clientes pela mesma razão.
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Este texto pode parecer declarar o óbvio, mas é necessário para dar suporte a um texto mais longo em que estou trabalhando.
Com a popularização das câmeras de vigilância IP 4K, o fato de ser conveniente usar a infraestrutura de rede já existente para criar ou expandir seu sistema de vigilância pode criar problemas inesperados se você não ficar atento. Isso já era um problema com câmeras 1080p em empresas, mas com 4K pode virar um problema até em residências.
Segundo esta calculadora, enquanto uma câmera 1080p numa dada qualidade requer 3.5Mbps de banda, uma câmera 4K nas mesmas condições requer 18Mbps. Com apenas quatro câmeras você já precisa de 72Mbps de banda. São 72% de uma rede de 100Mbps comprometidos ininterruptamente, 24×7. E dependendo de como as coisas estiverem conectadas até para navegar na internet você vai estar limitado a 28Mbps, não importando o que você contratou com a operadora. É preciso organizar sua rede de forma que o caminho entre as câmeras e o NVR não compartilhe o mesmo segmento de rede que você precisa para acessar a internet. Usando rede gigabit você não precisa se preocupar com isso.
Observe o diagrama abaixo, que é mais apropriado para representar uma pequena empresa, mas que não está muito longe da situação na minha residência. Suponha que os switches sejam de 100Mbps.
Com o NVR ligado ao switch A, o segmento de rede F fica ocupado com um fluxo contínuo de 72Mbps, sobrando apenas 28Mbps de banda para os computadores C, D e E acessarem a internet, o servidor e o próprio NVR (playback das gravações). Note que esse é um exemplo arbitrário. Com outra combinação de equipamentos você poderia facilmente saturar os 100Mbps da sua rede. A solução mais simples para o problema do exemplo é trazer o NVR para o switch B. Assim todo o tráfego das câmeras fica restrito ao switch B e o segmento de rede F fica com 100Mbps livres. Uma segunda solução é trocar o switch B por um modelo gigabit e uma terceira seria acrescentar um switch só para as câmeras e lançar outro cabo de rede até o switch A.
Como se pode ver, é um problema contornável. Às vezes pode levar mais tempo para você se dar conta de que tem o problema do que o tempo necessário para corrigi-lo.
Existe um outro problema relacionado a algo chamado “backplane bandwidth”, que é a quantidade máxima de dados que o processador de um switch pode manipular. Em teoria, um switch de 100Mbps com 8 portas permitiria que oito dispositivos trocassem dados a 100Mbps, em pares, ao mesmo tempo. Mas para isso o switch precisaria ter uma “backplane bandwidth” de 400Mbps (4 pares x 100Mbps)*. Seguindo o mesmo raciocínio, um switch de 16 portas precisaria processar 800Mbps. Na prática, eu duvido que switches baratos do tipo usado em residências e pequenas empresas sejam capazes disso, mas eu preciso testar isso há anos e sempre esqueço. O que quero dizer com isso é que é possível que com switches baratos não seja garantido que você tenha 100Mbps livres no segmento F se outras portas no mesmo switch estiverem sobrecarregadas, mas isso por enquanto é só especulação.
(*) Estou supondo que é assim que se faz a conta. Mas pode ser que seja o dobro.
Eu sempre esqueço que um dispositivo de 100Mbps, seja switch ou placa de rede, em teoria pode se comunicar a 100Mbps em cada direção, simultaneamente (modo full-duplex), totalizando 200Mbps por porta.
Me dei conta agora de que meu exemplo está errado. Supondo que mesmo um switch vagabundo operando em modo full-duplex (não tenho certeza de que todos operem) tenha 100Mbps em cada direção simultaneamente, no meu exemplo o segmento F tem um tráfego contínuo de 72Mbps do switch B para o A, mas na direção A para B ainda existem 100Mbps livres (apenas o upload fica comprometido). Para meu exemplo funcionar considerando uma rede full-duplex completamente funcional, a ligação de câmeras e NVR precisa ser invertida.
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Faz tempo que eu não tenho humor para assistir a dramas, mas eu estava zapeando pelos canais da TV por satélite quando esbarrei numa cena que achei interessante e acabai deixando rolar. O final é surpreendente e muito satisfatório.
Sou técnico de informática a mais de 40 anos, sempre desconfiei desse produto, é mais uma farsa para enganar os menos desprovidos de conhecimento tecnológico…
A estória não me empolgou, o humor deixou a desejar e não consegui me apegar a nenhum dos personagens. E a semelhança com Mulan só me fez lembrar que Mushu era muito mais engraçado. O final até teve uma cena comovente, mas cuja direção me decepcionou. Poderia ter sido bem melhor.
Eu já comentara aqui que tinha ficado desconcertado com o cabelo da mulher maravilha no trailer da nova animação da DC, mas acabei não tendo nenhum problema com a animação em si. Disso eu até gostei. O que me perturbou constantemente foram os diversos problemas de roteiro. Vários deles relacionados ao conselheiro de Aquaman (spoilers):
Por que, quando teve a oportunidade de controlá-la, o conselheiro fez com que Diana atacasse Aquaman, que já estava sob seu controle?
Por que Diana, sabendo que Aquaman estava sendo controlado, quando teve a oportunidade atacou o controlado e não o controlador? Medo de ser controlada de novo não combina com a princesa amazona e se fosse esse o caso ela deveria ter elaborado um plano para afastar o controlador, mantendo distância dele;
Como o conselheiro chegou ao chão com segurança se não tinha controle sobre a criatura? E por que tendo feito isso não renovou seu controle sobre Aquaman? Ele ia ficar simplesmente ali esperando ser uma das vítimas do bombardeio nazista?
Preciso assistir de novo a The Flashpoint Paradox e Gods And Monsters para renovar minha confiança de que a DC consegue fazer animações boas de vez em quando.
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Essa é uma opção introduzida na ultima major release do iOS (14), e eu percebi da mesma forma: encontrando MACs “aleatórios” na rede local. No iOS é chamado de “Private Address” nas propriedades da conexão (imagino que seja por AP tb, mas não testei), e se vc desativar (o que eu fiz na rede doméstica), a conexão sempre aparece com um indicador de “privacy warning” e uma explicação nos detalhes da conexão.
Achei “ok e não ok”, porque dificultou reconhecer dispositivos visitantes na rede wifi guest, e para os devices da casa tive de desabilitar para não ter surpresas ao conferir os dispositivos conectados.
Sempre depois de uma “grande” atualização eu notava essa mesma lentidão, mas depois que comecei a fazer hard reset/restaurar o celular de fábrica após o update, esse problema e outros deixaram de acontecer. Dá um certo trabalho ter que reinstalar todos os apps, entrar com senhas e logins na maioria deles novamente, mas pra mim vale o esforço.
Se não fossem os apps de três bancos e mais a carteira de motorista digital seria muito mais fácil apagar tudo e começar de novo…
Após o upgrade o aparelho desenvolveu um defeito: a touchscreen começa a funcionar erraticamente, recusando toques, registrando toques em lugares diferentes do que você tocou e dando toques “fantasmas” pelo menos uma vez por dia. Corrigir o problema requer reiniciar o telefone, o que é muito difícil porque para isso é preciso confirmar na touchscreen.
Hoje saiu outra atualização, que já apliquei na esperança que resolva pelo menos um dos dois problemas.
Minha namorada tem um Samsung (modelo M21S) que apresentou um defeito parecido. Como estava na garantia, foi para a assistência técnica. A bateria estava estufando e pressionando a tela por trás, afetando também o touch. Como a tela é OLED, não causava aquela distorção característica dos LCD, então não dava pra perceber que era isso sem abrir o aparelho. Na assistência disseram que aquele modelo estava apresentando esse defeito com frequência, então nem questionaram muito. Também tenho que elogiar a rapidez do reparo: deixamos o aparelho num fim de tarde e no meio da tarde do dia seguinte já avisaram que podia ir pegar.
Embora isso certamente seja um avanço se eu comparar com a última vez que botei um celular na assistência, as autorizadas ainda tem que melhorar. Muitas “desautorizadas”consertam o aparelho na presença do cliente hoje.
A nova atualização não corrigiu nenhum dos problemas
Esqueci de dizer que o A11 de minha mãe após a atualização de junho desenvolveu um problema diferente: às vezes não consegue se conectar à internet por nenhum ponto Wi-Fi da casa e só reiniciar resolve.