 Jefferson,  10 de junho de 2018, manutenção Deve ser a idade, mas estou sempre sendo surpreendido pela tendência de não se enviar mais manuais junto com os produtos. Desta vez foi com um equipamento de R$15000 que desempacotei na semana passada. Eu compreendo perfeitamente as várias razões para essa tendência, até mesmo porque o manual em questão tem 404 páginas no PDF. E como eram dois equipamentos, dois manuais de 202 folhas cada deixaram de ser impressos e transportados. Mas eu não consigo deixar de ter a expectativa de encontrar um manual na caixa, principalmente quando são itens de alto valor.
A HP Laserjet Pro M132nw é a primeira impressora laser que conheço que não deixa você retirar o cartucho de toner. Quando eu estava desempacotando eu tentei retirar o cartucho para remover qualquer proteção de transporte que ele tivesse e quando ele resistiu à remoção eu consultei o folheto de instalação, que mostrava claramente que o cartucho não deveria ser retirado. Aliás, era o primeiro item do passo-a-passo de instalação da impressora. Nenhuma explicação textual é dada.

Por outro lado, no site da HP as instruções mostram claramente que o cartucho pode ser retirado normalmente. Será que a impressora só libera mecanicamente o cartucho quando este está vazio? Só vou descobrir quando esvaziar.
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 Jefferson,  05 de junho de 2018, Hostgator
- A Hostgator avisou hoje que está fazendo um upgrade no cPanel como preparação para finalmente oferecer suporte a Free SSL. Está demorando muito. Eu só não migrei para a Dreamhost, que oferece suporte faz tempo, porque migrar todos os meus domínios dá muito mais trabalho e requer muito mais dedicação exclusiva do que estou disposto a oferecer por causa do problema de não poder oferecer https;
- Se precisa editar arquivos MP4, como os baixados do youtube, o Lightworks é um programa gratuito que apesar de ser meio enrolado de usar quando tudo o que você quer fazer é cortar uma cena, funciona. Na versão gratuita apesar de aparentemente todas as opções de salvar parecerem desabilitadas você pode usar a opção “Exportar para Youtube” para salvar o resultado como outro arquivo MP4.
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 Jefferson,  05 de junho de 2018, manutenção Mais um HDD recondicionado da Elgin apresentou problemas e o cliente me pediu para tentar salvar o que eu pudesse (não adianta me questionar sobre backups). O defeito começava a partir de 1GB do disco e assim que o HDD Regenerator chegava nesse ponto o HDD deixava de responder. Por sorte eu tenho o hábito de particionar os discos e apontar os diretórios de documentos do Windows para a segunda partição, que começava mais de 60GB adiante. Porém tentar salvar esses dados com o kit que eu tinha na bolsa foi muito mais difícil do que eu esperava.
Eu dei boot por uns 8 discos diferentes e devo ter tentado umas 20 possibilidades, sem conseguir chegar sequer a essa partição. A maioria dos meus discos de boot tem versões do WinPE a partir do XP e todos eles travam na inicialização antes mesmo de me deixar usar um prompt porque provavelmente estão fazendo algum processo de inicialização da partição defeituosa. Dar boot pelo DOS puro não é tão simples porque eu preciso de suporte a NTFS. Uma hora eu consegui dar boot pelo DOS puro e chegar à partição facilmente com o Volkov Commander, mas a primeira má notícia era que eu ia perder todos os nomes longos dos arquivos, a segunda era que o processo de cópia era lentíssimo (talvez pela falta do smartdrv) e a terceira foi que a cópia travou um minuto depois.
Tentei com uma cópia de 2016 do Linux Mint (18.1), mas o SO acusou erro ao checar a partição e não fez o mount.
Eu só tive sucesso ao usar uma cópia de 2011 do Kubuntu (11.10), que montou automaticamente as partições e me permitiu copiar toda a pasta documentos do cliente. Não foi uma recuperação total porque o usuário, como de costume, coloca documentos na área de trabalho, que fica na mesma partição do Windows, que eu não pude abrir nem no Linux.
Eu concluí que se eu tivesse memorizado pelo menos o básico de manipulações de partições no Linux (eu sabia, mas já esqueci) para não depender de processos automáticos eu teria poupado pelo menos uma hora e meia de tentativas frustradas. Preciso de um LiveCD do Linux que não tente montar as partições NTFS automaticamente e aprender a fazer isso manualmente, incluindo executar a cópia por linha de comando, porque a mera abertura do gerenciador de arquivos na GUI do Linux (no caso, Dolphin) também pode emperrar o processo quando esse gerenciador vai em cada arquivo verificar os metadados.
Ou, quem sabe, um LiveCD com o Windows 98. Quando eu puder vou testar se essa versão do Windows também empacaria tentando inicializar as partições defeituosas. Eu tenho um LiveCD com o “mini98” em algum lugar, mas não consegui achá-lo para essa recuperação.
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 Jefferson,  05 de junho de 2018, lisarb, WTF Logo de cara preciso deixar claro uma coisa: eu não sou contra o pagamento de direitos autorais a músicos. Eu sou contra o modelo de arrecadação do ECAD (uma entidade privada). Você sabe que uma festa de casamento com música nacional ou estrangeira tem que pagar uma taxa ao ECAD? Até aí tudo estaria certo se o dinheiro da taxa fosse revertido para os detentores de direitos das músicas que de fato tocaram no casamento, mas até onde sei não é o que acontece. Se você for fã de Enya e só tocar Celtic/New Age no seu casamento, o dinheiro da taxa do ECAD, se algum artista de fato botar a mão nele, pode muito bem ir para o bolso de Wesley Safadão. O que é praticamente certo é que Enya não vai ver um centavo sequer. Você não acha que o justo seria você combinar isso com o agente do seu artista preferido? Comprar um CD que já incluísse especificamente o direito de execução pública para X pessoas por um período Y? Você não pode, porque isso fomentaria a concorrência e o modelo do ECAD se parece mais com um cartel. Até o intérprete que tenha cantado música de sua própria autoria tem que pagar ao ECAD se não pediu permissão (é mole?) com cinco dias de antecedência.
Pois agora o ECAD conseguiu uma liminar na justiça proibindo a prefeitura de Campina Grande de tocar qualquer música na festa de São João enquanto o ECAD não receber o equivalente a 10% do valor do contrato de 2017. E não são 10% do valor pago aos cantores a ser pago aos compositores (seria justo os intérpretes se encarregarem desse pagamento, não?). São 10% do valor total da organização da festa. Não importa se todo intérprete que participou da festa obviamente recebeu seu pagamento pois o ECAD ainda assim quer a parte dele.
Lembrando que o ECAD também queria cobrar de qualquer pessoa que incorporasse em seu blog qualquer vídeo que tivesse música. Mesmo de um blog sem fins lucrativos. Se dependesse apenas do ECAD eu teria que pagar uma taxa de R$352 por mês (valor de 6 anos atrás) pelos trailers de filmes e videoclipes que eu mostro aqui. A entidade também processou o Youtube, mas perdeu pois a justiça entendeu que o justo é pagar diretamente aos detentores dos direitos (dãaaa…) e não ao ECAD.
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 Jefferson,  05 de junho de 2018, manutenção, Redes Esse pode ser um problema comum, mas foi a primeira vez que esbarrei nele.
Eu fui chamado porque um dos switches do cliente perdera comunicação com o switch seguinte. Ambos os switches eram Intelbras gigabit de 24 portas. Ao testar o cabo concluí que o fio branco do par verde estava rompido. Para recolocar em operação a rede o mais rápido possível decidi trocar o par verde pelo par marrom. Isso impediria a comunicação a gigabit mas pelo menos os dois pares essenciais à operação em 100Mbps estariam OK. No testador de cabos isso resolveu o problema, mas ao plugar o cabo nos switches não acendia nada.
Apesar de nunca ter esbarrado no problema desconfiei de palhaçada da Intelbras (que na minha opinião toma decisões de projeto bizarras) e que os switches estivessem se recusando a fazer o fallback para 100Mbps. Forcei isso substituindo o switch gigabit mais extremo por um switch de 100Mbps e isso resolveu o problema. Outra equipe vai passar um novo cabo amanhã.
Numa outra oportunidade quando eu puder voltar a esse cliente com menos pressa eu vou confirmar esse problema usando outro cabo e registrar o modelo do switch.
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 Jefferson,  03 de junho de 2018, A última vez que mencionei esse assunto foi em 2011. De lá para cá uma coisa mudou: o CDisplayEX está ficando cada vez mais maligno. A partir da versão 1.10 ele se recusa a instalar depois de x meses, obrigando você a baixar a versão mais recente e a cada versão o autor parece testar novos meios de modificar seu computador e instalar software sem sua permissão. Eu estava com a versão 1.10.33 aqui e depois da terceira surpresa aparecer enquanto o CdisplayEX estava rodando (coincidência demais) decidi desinstalar e testar o YACReader.
Esse é mais difícil de me surpreender negativamente por ter código aberto e até agora tem a funcionalidade de que preciso incluindo rotacionar todas as páginas de uma vez.
No Android eu continuo usando o Perfect Viewer.
A propósito, se você desenrola bem o inglês este site tem edições antigas da DC para ler online que eu nunca tinha visto em lugar algum, embora seja de legalidade bem duvidosa. Pelo menos eu consegui terminar uma saga da Wonder Woman que eu tinha parado na metade.
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 Jefferson,  02 de junho de 2018, Filmes Mas basicamente pela direção das cenas de ação. Isso e um roteiro um pouco melhor fizeram com que o filme não tivesse aquele ar de “adaptação de videogame”. O filme parece bem mais verossímil que o original embora eu não tenha certeza ainda que a sueca Alicia Vikander tenha ficado convincente no papel de Lara Croft. Eu prefiro seu personagem em The Man From Uncle.
O roteiro não é dos melhores mas o que realmente me incomodou foi Richard Croft se empenhar tanto em dizer o quanto a tumba era perigosa e que deveria ficar perdida para sempre ao mesmo tempo que se empenhava para achá-la e conseqüentemente abri-la.
Não tenho nenhuma expectativa de assistir de novo. O engraçado é que é mais fácil eu assistir ao Tomb Raider original outra vez. Acho que é pelo humor e porque me dá muito mais satisfação ver Angelina Jolie fazendo caras e bocas e atirando em gente.
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 Jefferson,  01 de junho de 2018, Eu adquiri por volta de 2003 o que provavelmente é o primeiro headphone surround do mundo, o Zalman ZM-RS6F. Prometia ser uma experiência extraordinária por ter não apenas dois, mas seis alto falantes de verdade próximos ao seus ouvidos:


Mas só devo ter usado no por no máximo três horas nesses 15 anos porque o headphone tem alguns problemas que me desestimularam a usá-lo:
- Tem três plugues (front, rear e center) o que requer uma placa mãe com a saída surround analógica. Na época eu tinha uma, mas não tenho mais. Eu poderia adquirir uma placa de som USB com as três saídas, se não fossem os problemas a seguir;
- A qualidade do som não me impressionou;
- É impossível repousar sua cabeça no encosto da cadeira sem bater com o fone primeiro;
- Exerce muita pressão sobre a área em volta de minhas orelhas, o que para mim é especialmente desconfortável. A região acima e atrás de cada orelha começa a inchar e eu começo a sentir dor dentro de poucos minutos possivelmente por causa de má circulação de sangue e fica impossível tolerar os fones. O mesmo efeito ocorre se eu fizer grande esforço físico usando óculos.
Quase todos os problemas tem solução e estou pensando em colocá-las em prática porque está me incomodando muito ter que ficar escolhendo horário para assistir a filmes e séries. Eu sou mais exigente com áudio do que sou com vídeo. Não chego a ser um audiota nem tenho dinheiro para comprar soluções caras, mas também não aceito assistir a um filme de ação com um som anêmico. Eu tenho que ouvir usando o home-theater e alto. Aí não dá para ser em qualquer hora.
Então, em nome da conveniência de poder escolher qualquer horário, estou disposto a abrir mão de parte da experiência. Mas não muito. Eu dei uma rápida olhada nas opções de headphone surround existentes hoje no mercado e parece que a maioria é destinada ao mercado gamer e além de não ter visto nenhum modelo que aparentemente tenha seis (ou oito, num sistema 7.1) alto-falantes, muitos usam a palavra “virtual” na propaganda o que me deixa com um pé atrás. Eu não tenho nada contra “virtual surround” desde que seja uma funcionalidade extra, mas o que eu quero é algo que seja o mais próximo possível de substituir realisticamente a disposição dos alto-falantes de um home theater real. Não quero “espacialização” inventada.
Alguém aqui tem alguma experiência com isso?
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 Jefferson,  28 de maio de 2018, Existem diversos tutoriais de como fazer isso pela internet, mas a maioria carece de certos detalhes então decidi criar o meu próprio para dar suporte a outro texto que estou produzindo.
Isso é útil quando por alguma razão você não consegue acessar o setup pelo teclado, quer seja por defeito ou não saber quais as teclas de atalho, mas existe uma restrição importante: só funciona se o BIOS estiver no modo UEFI. Se estiver no modo “Legacy BIOS” nada disso vai funcionar.
O procedimento a seguir foi testado no Windows 8.1 mas também funciona no Windows 10.
Na interface Metro ou alguma caixa de busca apropriada do Windows digite “inicia” e clique no item “Alterar Opções Avançadas de Inicialização”:

Clique em “reiniciar agora”:

O seguinte comando surte o mesmo efeito que todo o click-click até agora:
shutdown /r /o /t 00
Mandar reiniciar o Windows enquanto segura a tecla SHIFT também surte o mesmo efeito (Obrigado, Diogo).
O computador vai reiniciar para o menu a seguir. Clique em “solução de problemas”. NOTA: se não estiver aparecendo a opção “Usar um dispositivo” possivelmente você está no modo Legacy BIOS.

Clique em Opções Avançadas:

Clique em “Configurações de Firmware UEFI”. Nota: se essa opção não estiver aparecendo você está certamente no modo Legacy BIOS:
Clique em Reiniciar:

Você deverá cair no setup do UEFI (BIOS) da máquina.
No Windows 10 (não testado) você pode substituir todos os passos anteriores pelos seguintes comandos:
shutdown /r /fw
e
shutdown /r /fw /t 0 (reinicia imediatamente)
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 Jefferson,  25 de maio de 2018, manutenção
- O russo Sergei Strelec parou de produzir versões em inglês do seu Live DVD e aparentemente apagou todas as versões exceto a 2018.05.03. Ele disse que o motivo é a falta de contribuições.
- Eu precisei ontem editar um PDF para um cliente e o editor online da sedja resolveu o problema;
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“Desta vez foi com um equipamento de R$15000 que desempacotei na semana passada.”
Não seria R$1.500,00?? Independente do valor do equipamento, acho que não custaria demais para o fabricante incluir nem que seja um mini cd de 100mb com o manual em pdf.
Sobre o cartucho, também foi novidade para mim; espero só pegar uma dessa depois que você solucionar o caso rs.
Não. Era um serviço (simples) de automação industrial e essa nem é a peça eletrônica mais cara que a máquina tinha. 15mil reais era o valor na nota fiscal desta peça aqui, que você compra por meros 500 dólares no ebay ou por $1800 numa empresa especializada nos EUA. Você não sente o orgulho de ser brasileiro aumentar quando vê isso?
Você tem razão. Até peças que você compra por 5 dólares vem com um CD. Porém as empresas tendem a seguir o (mau) exemplo da Apple, que quando liga o campo de distorção da realidade e diz “nossos produtos não precisam de manual” todo mundo acredita. Não faz sentido as empresas de automação industrial seguirem o (mau) exemplo de uma “grife” como a Apple mas grandes exemplos são grandes exemplos.
Nota: Era uma operação simples de substituição de peças danificadas por novas (em condições ideais nem é preciso abrir o manual pois basta copiar a configuração/programação da peça danificada) mas ainda assim o manual foi imprescindível para colocar a máquina para rodar. Eu tive que consultá-lo umas cinco vezes para ver o significado de mensagens de erro, porque as condições do serviço estavam longe de ser ideais.
A falta do manual poderia ser justificada pelo download, pois você sempre teria uma cópia atualizada. Mas como os manuais dificilmente são atualizados….
Colocar o manual em um CD com um aviso para sempre procurar por uma versão mais nova no site do fabricante é uma solução muito mas “sã”.
E não dá nem para dizer que seja um “gasto” a mais porque além do preço do CD ser ridículo você pode aproveitar o espaço livre para colocar outros manuais de produtos relacionados com a respectiva propaganda.
” Será que a impressora só libera mecanicamente o cartucho quando este está vazio? Só vou descobrir quando esvaziar.”
opa, trouxe uma impressora desse modelo para um cliente a um tempo atraz, apanhei bastante para tirar o toner, não sei se tem alguma relação, depois de varias tentativas sem sucesso liguei ela na energia e fiz um teste rápido. Logo depois tentei tirar o toner e para minha surpresa o mesmo saiu super fácil, parece até um lacre de fabrica kkk