 Jefferson,  28 de julho de 2017, Segurança É o Karspersky Free. Eu não sei se isso tem a ver com as acusações de que a empresa, com sede em Moscow, faça espionagem para Putin. Mas que isso está sendo motivo de especulação no mundo inteiro, está.
Se você tem problemas com isso, a Avast é uma empresa Tcheca.
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 Jefferson,  28 de julho de 2017, Segurança Mais uma da série “se ignorância matasse…“.
Eu ativei o uso de token para o login no Registro.br em junho de 2015. Menos de um ano depois quando troquei meu celular Android veio a surpresa: eu não tinha como copiar o token do Google Authenticator de um celular para outro. Com eu tinha a lista com 10 códigos reserva fazer o login não era problema e a cada uso de um código eu podia gerar mais 10 e continuar assim indefinidamente. Porém eu queria reativar o token no Google Authenticator.
Só que não encontrei em lugar nenhum a informação de como fazer isso. Li todas as páginas de ajuda do Registro.br, fiz uma busca com o Google… nada. Mesmo depois de autenticado no Registro.br não existe a opção para reexibir o código QR que instala o token. Perdi um bocado de tempo com isso e xingando o pessoal do Registro.br.
Esta semana eu me lembrei do problema porque vários domínios estão expirando e a solução apareceu na minha cabeça em menos de 30 segundos. Basta fazer login, cancelar o uso de token e reativar o uso de token. Um novo código QR é exibido e mais 10 códigos de backup são gerados. Problema resolvido em menos de 30 segundos.
Dãaaaaaa.
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 Jefferson,  27 de julho de 2017, blog, wordpress Graças à ajuda de Saulo Benigno, que fez o grosso do trabalho de conversão em março, eu finalmente estou na fase final do processo para importar o primeiro e maior grupo de posts. Contando com os comentários o blog vai crescer 70%.
Existem ajustes que precisam ser feitos mas eu concluí que é melhor fazê-los depois da importação. O mais sério deles foi provocado por um bug no exportador da Google que limitou todos os posts a um máximo de 20 comentários e por causa disso eu tenho cerca de 110 posts cujos comentários precisam ser conferidos com os emails do buzz no gmail.
Eu estou avisando porque apesar de estar fazendo simulações em um blog de teste algo sempre pode dar errado que me obrigue a tirar este blog do ar para consertar. Outro problema pouco provável mas possível é que vocês que estão lendo através de feeds de repente tenham 930 posts não lidos no leitor. A única precaução que pude tomar foi datar corretamente os posts no passado. A reação que cada leitor de feed vai ter eu não posso antecipar.
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 Jefferson,  25 de julho de 2017, GoT, tvseries
- Novamente o exército de Daenerys me causa má impressão. Como é que a armada de Yara Greyjoy é apanhada tão facilmente assim? Depois do desembarque em Dragonstone e dessa, eu estou em dúvida se Daenerys veio a Westeros para iniciar uma guerra ou em viagem de turismo;
- A falta de “diplomacia” de Jon Snow com Littlefinger vai custar caro. Apesar do provável nojo, o comportamento de Sansa diante das circunstâncias é muito mais sensato.
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 Jefferson,  25 de julho de 2017, hardware Eu mencionei isso em 09/07/2010 no Buzz, mas como faltavam detalhes e ninguém comentou lá, estou transcrevendo e ampliando aqui.
Para que? Proteção contra atos maliciosos (malware).
A idéia é a seguinte: O mais próximo que temos hoje disponível de uma mídia livremente regravável que você sempre que quiser pode tornar “somente leitura” (vou abreviar como SL daqui em diante) é o cartão de memória. Mas existe um pequeno problema: aquela chave que existe no cartão que define que ele seja protegido contra escrita atua sobre o leitor e não sobre o cartão.

A chave é um pedacinho de plástico que não encosta em nada dentro do cartão:

A posição do contato que “vê” a chave no slot SD:

Como a diferença entre “protegido” e “desprotegido” é um obstáculo de menos de 1mm e o default é “desprotegido” basta que o leitor seja um pouco mais folgado ou o cartão um pouco menor para que o leitor ignore completamente a posição da chave.
O segredo do sucesso aqui é modificar um leitor de cartões que respeite a posição da chave (alguns ignoram) para que sempre veja a chave na posição “lock”. No momento eu só vou dar um exemplo, de uma modificação que fiz em 2013 no leitor sku.19767 da DX.
No caso eu olhei no datasheet do chip GL827L qual o pino responsável pela chave (14) e o desliguei. A dica serve para qualquer leitor que use o mesmo chip.

Note que o pino 14, o mais à direita, está levantado.

Fazer isso bloqueia também a escrita em cartões MicroSD, que nunca tiveram chave. Mas eu sempre evitei os MicroSD por causa da dificuldade de identificar o conteúdo e a facilidade de perder o cartão. Mas se você usar um leitor por cartão isso pode não ser um problema.
Eu andava com o leitor modificado na bolsa e só plugava meus cartões nas máquinas dos clientes usando-o. Faz anos que eu não uso mais isso porque tenho preferido carregar meus kits de instalação em arquivos ISO em HDDs externos, mas estou tendo uma necessidade crescente de usar pendrives “Live USB” que precisam ser protegidos também, por isso estou pensando em voltar a essa prática. À medida que eu encontrar minhas anotações sobre os testes que fiz na época eu vou acrescentar a este post.
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 Jefferson,  25 de julho de 2017, browsers Eu estava procurando a última versão a suportar plugins Java para usar numa máquina virtual para acesso a bancos. Encontrei uma cópia em um site de reputação razoável mas ainda não tinha certeza, por isso calculei o CRC32 do instalador e fiz uma busca no Google por confirmação de origem aí achei esta página onde alguém compilou uma lista com um monte de versões para baixar direto de dl.google.com, que até onde pude verificar é um host usado apenas pela Google. Não é, por exemplo, usado pelo serviço Google Drive, onde qualquer um poderia colocar arquivos.
Se eu estiver enganado por favor me avisem!
Problema: não vai instalar direto em português. Mas é bem possível que baste mudar o idioma na configuração.
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 Jefferson,  23 de julho de 2017, Firefox Eu não sei se é um fenômeno local mas aqui vai da dona de casa ao “técnico” de TI. E quando eu pergunto ninguém sabe explicar o motivo.
Eu até entendo perfeitamente que uma dona de casa leia “Mozilla Firefox” no ícone e tenha essa idéia, mas o que dizer quando a cliente responde “o técnico de TI lá da empresa também chama assim”?
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 Jefferson,  23 de julho de 2017, ViciadoEmAbas Excetuando usos ocasionais, porque ainda é melhor que o Internet Explorer, não dá mesmo. Além do consumo absurdo de RAM, a insistência do Chrome em não ter rolagem de abas nem uma lista delas me atrapalha em no máximo dois dias de uso.
Abaixo, como o Chrome fica com meras 62 abas abertas (estou com 2200 no Firefox agora) maximizado em um monitor fullHD de 22″:

Com 90 abas até o “x” aparece parcialmente de tão apertado. Até para selecionar as abas fica difícil e mais de uma vez eu fechei a aba que eu queria selecionar. Constantemente eu tinha que ficar apontando cuidadosamente com o mouse.
E eu tentei usar como meu único navegador por 40 dias. Até mesmo uma das principais “vantagens” do Chrome que é ter uma aba por processo para mim é um incômodo. Dificilmente eu preciso disso (minha navegação raramente trava hoje) e ter 90 abas criando 90 processos só dificulta o gerenciamento do computador. Você é incapaz de notar numa rápida olhada que é o Chrome quem está usando a maior parte da sua RAM, o que é bem conveniente para a Google.
Você só consegue somar o uso de RAM do Chrome se olhar em Menu -> Mais Ferramentas -> Gerenciador de Tarefas -> Estatísticas para Nerds
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 Jefferson,  22 de julho de 2017, Firefox/Pale Moon, ViciadoEmAbas Em um post de ontem em seu blog um dos desenvolvedores da Mozilla confessa que tem 1691 abas no navegador (HA! Amador!) e explica como mudanças feitas no Firefox já disponíveis na versão 55 beta reduziram dramaticamente o “peso” dessas abas. O tempo para abrir a sessão cai para 15 segundos com um consumo de RAM de apenas 500MB.


O dia 8 de agosto, quando a versão 55 deixa de ser beta, já está na minha agenda. Se o desenvolvedor do Palemoon não incorporar essas melhorias é bem possível que eu volte a usar o Firefox!
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 Jefferson,  21 de julho de 2017, Filmes Eu ainda não assisti a Wonder Woman nem a Justice league então neste momento a minha opinião é que Man of Steel é o melhor filme de todo o universo DC já produzido. Sim, estou levando em conta os filmes de Batman. É possível que vocês não tenham lido o que penso sobre The Dark Knight, porque foi escrito há quase dez anos em outro blog.
O que não quer dizer que Man of Steel seja perfeito, é claro. Eu adorei o filme mas para que você seja “o melhor” basta que a concorrência seja ruim. O último filme com o Superman é terrível e é preciso muita incompetência para fazer com os recursos de hoje algo menos “assistível” que a quadrilogia original. Eu gosto de Superman Returns, mas não tanto quanto deste.
Além da trilha sonora, dos diálogos, do elenco, da edição e da direção, Man of Steel me impressiona especialmente em um ponto: a caracterização do vilão General Zod. Além da atuação impecável de Michael Shannon, temos um script que se esforça para nos convencer de que Zod e seus oficiais são vítimas dos mesmos erros da sociedade de Krypton que levaram à destruição do planeta e à morte de todos os seus habitantes. Eles foram geneticamente programados sem moralidade e para buscar a sobrevivência de Krypton a qualquer preço então que outro resultado esperar? Acho que caberia até um filme inteiro só para desenvolver a estória da amizade entre Jor-El e Zod.
Além da mudança na caracterização de Zod (em Superman II ele é “simplesmente mau”) gostei também da mudança que fez Lois conhecer Clark antes dele se tornar repórter no Planeta e de termos sido poupados de um Clark Kent fingindo ser um palerma. Além disso no filme original de 1978 o que Jor-El determina que Clark “é proibido” de fazer é um tema importante enquanto neste, pelo contrário, Clark já nasce com o propósito de ser o primeiro kryptoniano em séculos com o poder da escolha. Eu esbarrei no primeiro filme (que não é tão ruim para a época) na TV por assinatura esta semana e foi justamente notar essas diferenças que me fez pensar em escrever este texto.
Numa versão editada por mim eu removeria a sequência em que Perry White e Steve Lombard arriscam suas vidas para salvar a estagiária, que no final do filme ainda dá uma esnobada espantosa em Steve. Mas eu manteria a esnobada.
Edit:
Minha lista de defeitos ou eventos que poderiam ser melhor explicados:
- Mesmo depois do aviso de que a temperatura à noite cai abaixo de -40, Lois ainda sai sozinha e sobrevive;
- Clark tinha “N” modos de chegar ao ponto onde começou a “derreter” um túnel até a nave. Mas Lois ainda assim achou um caminho para chegar até lá;
- A missão no ártico era uma cooperação militar entre Estados Unidos e Canadá e ainda assim Clark consegue forjar os documentos necessários para estar lá como um terceirizado civil;
- Jor-el mandou no corpo de Clark o Codex, que é inútil sem uma câmara de gestação. Não está claro que Jor-el sabia da existência da nave no Ártico pois quem “escolheu” a Terra foi Lara. Teria sido baseado em instruções de Jor-el sobre a localização de “Scout Ships” perdidas com essa característica?
- Por que todos os postos avançados de Krypton foram destruídos? Nenhuma tentativa de terraformagem deu certo e precisavam tanto assim de recursos vindos de Krypton?
- Por que Zod fala um inglês perfeito mas um português “Você…não está…sozinho” capenga?
E outras cenas que deixariam o filme melhor se fossem removidas:
- Aquela fala do General Swanwick sobre a nave de Zod querer fazer uma “entrada dramática” um minuto depois de saber de sua existência soou ridícula. Outro personagem poderia ter dito isso;
- O avatar de Jor-el poderia ter um jeito melhor de mostrar para a audiência que estava comandando atos da nave de Zod do que aqueles gestos teatrais;
- A cena em que Zod tenta matar as pessoas com a visão de calor (e não consegue) é piegas demais.
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Tinha visto no Baboo que finalmente chegou a versão em inglês, e em português é pra agosto ou outubro; já vinha te indicar no Papo Geral.
Me parece muito bom, por usar o mesmo motor da versão paga.
Particularmente eu compro o Kaspersky versão Antivírus desde 2013 e uso no meu micro principal e em dois no laboratório para fazer escaneamentos em HD’s de clientes. Eu gosto muito.
O que me deixa intrigado é a diferença entre as versões… eu acredito que a versão “free” deve ter menos recursos ou somente o escaneamento e a proteção em tempo real.