Eu tenho estas fotos desde 2010 e esqueci de publicar. Não adianta me perguntar nada sobre o aparelho porque não tenho mais acesso a ele.
A memória flash (U9) é do tipo serial SPI de 32M-bit (4MB), W25X32 (25X32VSIG). Isso facilita bastante a recuperação do firmware do aparelho. Não sei o propósito do conector CON2.
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Hoje eu tive um breve chat com o suporte da Hotlink (um provedor de acesso e hospedagem do Recife) para tentar descobrir por que um remetente específico não estava conseguindo mandar email para nenhum dos funcionários de um cliente meu desde o dia 09/12. A resposta do suporte foi que existia um problema de configuração de DNS reverso e que o globomail precisava resolver o problema.
Embora a configuração incorreta do DNS reverso seja de fato razão para muitos servidores de email rejeitarem ou mandar para a caixa de SPAM uma mensagem, o webmail oferecido pela Hotlink para meu cliente não tem uma caixa de SPAM e segundo meu cliente o remetente não recebia nenhuma mensagem de erro. Para mim é certo que é o globomail que precisa corrigir o problema, mas ainda é incerto se a Hotlink está agindo adequadamente. Sem acesso à conta do remetente eu não posso ter certeza de que de fato nenhuma mensagem de erro está sendo recebida.
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Ontem tive a confirmação de que tomar muito café faz mal para a saúde: queimei três dedos em um jorro de água fervente. Mesmo depois de passar uma pomada específica ainda foram duas horas e meia queimando. E como queima! A coisa piora bastante antes de melhorar. E olha que não chegou a ser uma queimadura de segundo grau (até agora nenhuma bolha se formou);
Estou assistindo de vez em quando a ER (Plantão Médico) no canal Warner e continuo achando tão boa quanto me parecia na década de 90. E um detalhe que eu não notava na época me parece especialmente impressionante: as longas tomadas. Não é fácil sincronizar tanta gente em um espaço tão apertado por tanto tempo, ainda mais com a câmera se movendo entre ambientes. E é interessante ver tantos rostos famosos quando eram mais jovens.
Na urgência eu tive que contar com a recomendação do balconista da farmácia, que perguntou como eu havia me queimado e quando eu disse que tinha sido com água e mostrei a mão me indicou o Queimalive, da Cifarma (cerca de R$15).
Não tenho como julgar se presta, porque duas horas e meia queimando, mesmo medicado, é muito desagradável. Mas talvez tivesse sido pior sem a medicação.
E eu me enganei: a queimadura é de segundo grau. As bolhas começaram a aparecer hoje à tarde, mas a dor não voltou.
A primeira coisa que você tem que fazer quando se queima é colocar a área afetada embaixo de água corrente. Por muito tempo. Pomadas são paleativos, analgésicos, queimadura tem que respirar e hidratar.
E foi a primeira coisa que fiz. O alívio é imediato. Porém eu tinha um cliente esperando e não podia ficar com a mão debaixo da torneira por um motivo tão “besta”. Entretanto se acontecesse de novo hoje eu diria que esperasse, porque agora que eu vi o resultado da queimadura de segundo grau (a pele em um dos dedos já se desprendeu) não me parece tão besta assim.
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Pois é… revelou a minha ignorância a respeito do quanto o filme é ruim.
Em minha defesa, eu era adolescente ainda quando assisti a Highlander pela primeira vez. Eu tinha uma boa impressão do filme, mas agora minha impressão é que a direção é terrível e Christopher Lambert é péssimo ator.
A impressão mais persistente que o filme deixa pode ser resumida com “What The Flock?!”
O fato do filme ter Richard Gere e Claire Danes nos papéis principais deveria fazer alguma diferença em The Flock (Justiça a Qualquer Preço – 2007), mas não fez nenhuma para mim. O filme tem uma direção esquizofrênica (que mistura doida de estilos de filmagem) e um script cheio de buracos incompreensíveis. É difícil apreciar a estória que está se desenrolando quando as atitudes dos personagens (incluindo a única que não é comprovadamente perturbada) não fazem sentido. É inteiramente compreensível que Errol não queira saber da ajuda da polícia, mas qual é a desculpa de Allison?
SPOILERS
Então você ouve os gritos desesperados de uma vítima, reconhece o o agressor que passa correndo na sua frente, mas sai em perseguição dele e nem pensa em procurar a vítima que pode testemunhar contra ele? Evitar que ela morra não seria uma boa idéia?
Então você encontra em um lugar ermo um cadáver completamente desfigurado que você por acaso reconhece por uma tatuagem e é capaz de ligar a um suspeito com antecedentes. O que você faz? Dá pelo menos um telefonema para comunicar à polícia seu achado? Nãaaao… você roda quilômetros e quilômetros pra confrontar sozinho e desarmado (o seu parceiro maluco é que tem um revólver) os psicopatas que fizeram isso (é, você sabe que se trata de “os”) e se você morrer no processo ninguém vai saber o que você achou e o que aconteceu. Muito lógico isso.
“Psicopata” e “idiota” não são sinônimos. Mas o filme parece querer nos fazer crer que os psicopatas que já escaparam uma vez da cadeia são idiotas.
E para piorar, parece demais com uma cópia muito mal feita de Se7en.
Concordo que o filme tem vários problemas, mas considere a personagem da Claire Danes uma pessoa sem qualquer experiência, que larga todos os empregos por não ter muito compromisso e ter dúvidas quanto ao trabalho. Será que ela, numa situação como aquela, pudesse pensar tão logicamente? Ainda penso que ela estava mais preocupada com o Errol do que qualquer outra coisa, lembre também que ela era a Babá do dele no período final da carreira e ainda o Errol é um completo perturbado antissocial e com tendências suicidas que não seguia propositadamente as orientações do trabalho e estava orientando a Allison. Eu tenho no meu trabalho colegas que acham que são polícia, acho que já te contei sobre isso, e ignoram qualquer manual de procedimento, já vi até voz de prisão, rs.
Em relação a morrer no processo, o Errol não dava a mínima se isso acontecesse, a maior motivação dele era dar encerramento ao caso da Abgail e não para os pais da menina, mas pra ele, as citações do começo do filme mostram que ele era hoje um sociopata. Não tinha nenhum respeito aos colegas, era individualista, não tinha vida social, ignorou até a festa de aposentadoria.
Em relação ao roteiro, o que não fica claro pra mim, se não fizer nenhuma diferença no resultado do filme, por exemplo, se o que ocorreu não foi explicado mas pode acontecer, eu aceito, nem tudo que ocorre no filme é o que nós queremos, essa é a graça.
Spoilers: Já o caso de Interestelar, em que o futuro de que o personagem do Matthew McConaughey altera o passado só ocorre por causa dessa alteração, sim é um problema de roteiro, ir primeiro ao planeta com maior influência da gravidade também é um problema, pois eles estavam procurando vida e condições para os humanos habitarem, e esse pequeno “erro” foi cometido por técnicos altamente especializados. Isso não faz sentido, mesmo assim não deixa o filme ruim. Volto ao balaço positivo da diversão.
Mesmo caso do Star Wars, creio que o que foi colocado na tela era o que a maioria queria ver, por isso o sucesso absoluto, mesmo considerando os problemas de física, que eu nem levo muito em consideração em filmes da fantasia.
Eu detestei os episódios II e III, nem consegui terminar de assistir, achei o episódio I fraco, mas gostei muito dos episódios IV, V e VI, como também do VII, que lembra mais a trilogia original.
Acredito que o filme pode ser considerado bom o não pela diversão que proporciona. Mas como isso é realmente o gosto, até considerando gêneros de filme, que podem ou não agradar ao espectador pelo simples fato do tema abordado.
Outros Spoilers, lembra do final de Edge of Tomorrow?? Sem sentido algum e estatisticamente improvável, já que seria como ganhar na Mega da Virada duas vezes seguidas sozinho e com uma só aposta, feito só para agradar ao público, não estraga o filme todo, mas que deixa um gosto amargo. Blacklist, que eu sei que você gosta, como explicar aquele cara saber de todos os detalhes, até a cor da cueca dos criminosos estando preso e sem contato com ninguém???? Volto ao balanço da diversão. Pra mim foi negativo e eu nem consegui assistir o segundo episódio.
Na minha opinião, o filme não é um clássico, mas não é ruim nem perda de tempo.
Será que ela, numa situação como aquela, pudesse pensar tão logicamente?
Isso não ficou estabelecido no desenvolvimento do personagem. Qualquer pessoa pode, na vida real, ter comportamentos completamente inesperados, mas o espectador só deve (e precisa) aceitar isso em um reality show (se é que algum de verdade existe). Em um trabalho que segue um script é obrigação do roteirista desenhar o personagem e fazer com que ele se comporte “in character”.Se ficar para o espectador a obrigação de aceitar comportamentos “ilógicos”, o desenvolvimento de personagens deixa de fazer sentido e tudo é um reality show.
Ainda penso que ela estava mais preocupada com o Errol do que qualquer outra coisa, lembre também que ela era a Babá do dele no período final da carreira e ainda o Errol é um completo perturbado antissocial e com tendências suicidas que não seguia propositadamente as orientações do trabalho e estava orientando a Allison.
Errol teve 18 anos para se transformar no suicida que se transformou. Isso o roteiro torna compreensível. Allison não teve nem 18 dias sendo a babá dele para virar suicida também. Não há o suficiente no roteiro para justificar isso. Se o diretor tivesse filmado menos cenas com trens e carros na rodovia teria tido tempo de inserir um ou dois diálogos que me fizessem crer que o comportamento de Allison fazia sentido, mas não o fez.
Em relação a morrer no processo, o Errol não dava a mínima se isso acontecesse, a maior motivação dele era dar encerramento ao caso da Abgail e não para os pais da menina, mas pra ele, as citações do começo do filme mostram que ele era hoje um sociopata. Não tinha nenhum respeito aos colegas, era individualista, não tinha vida social, ignorou até a festa de aposentadoria.
Quando eu mencionei “morrer no processo” como ilógico estava falando apenas de Allison.
Quanto a Star Wars, Interestelar e The Edge of Tomorrow, os três são filmes de fantasia ou ficção científica. É pré-requisito para assistir a esse tipo de filme começar com uma Suspensão de Descrença (SdD) elevada. The Flock é um drama. O limiar para que eu seja chutado para fora do meu estado de SdD e comece a questionar a inteligência do roteirista (ou a noção de quanta inteligência ele acha que eu tenho) é bem mais baixo. Se o filme me agradasse em outros aspectos eu poderia ter sido puxado de volta para a “zona de hipnose”, mas o danado do filme tem problemas demais para o meu gosto.
The Blacklist fica situado em outra esfera, no meio do caminho. Eu sei que a premissa não faz sentido, mas gosto da interação entre os personagens e principalmente do personagem de James Spader e isso mantém minha SdD sob controle.
Um adendo: Interestelar é um caso especial. A propaganda oficial do filme martela tanto a idéia de que a obra é “cientificamente realista” que minha SdD não tolerou os abusos no roteiro. Eu poderia ter gostado do filme se não tivesse visto a propaganda e minhas expectativas assim fossem as “normais”.
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Imagine conhecer uma bela mulher que aparenta ter 29 anos, mas que na verdade tem bem vividos[2] 104. Como seria essa conversa? O filme não é tão denso quanto The Man From Earth, porque o drama dos personagens é essencialmente baseado nas implicações para o romance, mas faz pensar bastante e eu gostei da interpretação de Blake Lively. E o fato dela ser um colírio para os olhos não me passou despercebido
Mas assista tendo em mente que se trata de fantasia. Não espere que o filme sempre faça sentido.
[1] Não, o personagem não é realmente imortal. Assim como acontece em The Man From Earth ela pode morrer.
[2] Tão bem vividos quanto possível para alguém que não pode conviver por mais que 10 anos com ninguém
Sim, eu sei que o filme faturou 1 bilhão de dólares em 12 dias, mas minha opinião não se baseia na da maioria. O filme tem alguns bons momentos mas no geral é raso, repetitivo e tem clichês demais. E olha que eu geralmente não me importo com clichês!
Se fosse um reboot eu até aceitaria a grande repetição de idéias no roteiro, mas numa continuação? É tão difícil assim ter idéias novas nesse universo? Para mim o filme começa ruim e termina ruim.
Ahhh… e com exceção de chewbacca e c3po, todo o elenco original (Solo, Skywalker, Lea…) parecia estar sendo forçado a estar ali. Que atuação tediosa!
E aquela amizade em tempo recorde entre Finn e Poe? Só eu achei exagerada?
Eu gostei (muito), tanto que já vi duas vezes no cinema, e ainda não fiquei satisfeito, quero ver mais. Eu só fiz isto uma única vez na minha vida, nem me lembro mais com que filme e mesmo assim foi só apenas uma única vez, já tenho muitas décadas que eu assisto muito cinema e é raríssimo eu repetir um filme no cinema (mas em casa é diferente), para você ver o quanto eu gostei. Eu achei que eles conseguiram realmente dar uma continuação a altura (mas eu sou fanático e a minha avaliação é meio tendenciosa). Ainda fico arrepiado em ver o trailer.
É bem provável que eu acabe vendo uma terceira vez no cinema.
Eu sou cinéfilo, e vou ao cinema no mínimo uma vez por semana. Para você ver o quanto eu gostei do filme.
Eu gostei (muito), tanto que já vi duas vezes no cinema.
Engraçado que já vi fanáticos por Star Wars dizerem que o filme é uma m…, pra você ver como paixão e fanatismo não necessariamente conduzem à mesma opinião.
Problema são os que não podem encontrar uma opinião contrária que já saem em “guerra”.
Uma pessoa pragmática no máximo chamaria de Os 10 maiores problemas da remasterização da trilogia original de Star Wars. O fanático vê uma visão diferente, que resulta em um produto distinto, como “crime”.
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Como eu já havia dito em julho, eu li o livro. O filme é muito bom e bastante fiel ao original de Andy Weir, mas a direção de Riddley Scott é muito “sisuda”. Um outro diretor poderia ter dado muito mais emoção a diversas cenas. Basicamente, todas as cenas em que cada pessoa ou grupo tomou ciência de que Mark estava vivo. O livro consegue passar mais emoção a cada uma delas que o filme. Caramba… a cena em que Venkat Kapoor explica aos outros dá a impressão de que a primeira preocupação de todos é a imagem da NASA perante o público.
Outro problema do filme é que em nenhum momento que eu tenha visto é explicado para a audiência porque simplesmente não mandam a tripulação da Hermes voltar para buscar Mark imediatamente ao descobrirem que está vivo. Essa decisão só é tomada, a contragosto, mais de 100 SOLs (dias de Marte) depois que o contato com Mark é estabelecido.
Ryan, achei que ficaram muitas coisas de fora! A principal delas foi durante a ida dele ao local da Ares IV (por favor, corrija se coloquei o nome errado). No livro ele enfrenta um dos maiores desafios, quando o veiculo capota e a tempestade de areia se aproxima. Para mim esse foi o climax Macgyveriano dele!
Com a falta de cenas em adaptações eu já me conformei há algum tempo. Eu não consigo pensar em nada que possa ser tirado do filme para dar espaço para o acidente no caminho para o MAV e o filme já tem 2h21m!
Outra coisa que faltou foi a cena em que Johansen explica para o pai que ela foi a escolhida para sobreviver caso o reabastecimento pela cooperação chinesa falhasse. E o que ela teria que fazer para assegurar essa sobrevivência.
É claro que eu gostaria de assistir a uma versão “Extended” com essas coisas, mas a versão “para cinema” já está bem longa.
Já reparou como nas entrevistas com o elenco de um filme todos compartilham a visão do diretor, ficaram excitados com a experiência, amaram trabalhar com todo mundo, acham o resultado perfeito, etc? Ninguém reclama de nada? Você pode assistir a 20 entrevistas uma depois da outra e todas parecem saídas do mesmo molde. É uma tremenda perda de tempo.
Já reparou como em toda entrevista feita durante um evento qualquer (feira, congresso, etc.) a coisa é invariavelmente um sucesso? Ninguém nunca vai dizer que está uma porcaria, porque aí é que ninguém mais vai mesmo. Mentir é regra geral.
Isso me lembra de quando, eras atrás, eu estava com meu “empregador” da época (nunca fui funcionário dele de verdade) em uma feira e apareceu a Globo para fazer uma matéria sobre um produto que era a atração do stand da empresa. Eu me recusei sistematicamente a atender os pedidos da repórter para dar entrevista sobre o produto até que vi que não adiantava simplesmente dizer “não” e confessei: “eu não gosto do produto”.
Ela fez uma cara que era um misto de surpresa e compreensão. Parou de me incomodar sem dizer mais uma palavra e foi entrevistar o dono da empresa. A matéria, positiva, sobre o produto saiu de qualquer maneira.
A única vez que assisti a uma entrevista em que vi reclamação, foi com a dos atores do filme O Iluminado. A única atriz a se queixar foi a Shelley Duvall. Ela disse que o diretor a pressionava muito. Nas demais entrevistas, o que se percebe é uma hipocrisia ilimitada.
“O diretor é fantástico”, “Sim, amei trabalhar com toda a equipe”…
E seja em filmes ou em empresas, quanto mais mentiras bem contadas, mais sucesso o indivíduo vai obter.
Se nota a falsidade dos setores de RD(recursos desumanos) até pelo linguajar. “Diante das mudanças no mercado… os seguintes nomes não mais fazem parte do nosso quadro de colaboradores”.
“Mudanças no mercado”. Eufemismo para “o funcionário conseguiu um emprego que paga melhor”, “pediu demissão” ou “foi demitido”.
“Colaboradores”. Eufemismo para “empregados” ou “funcionários”. A ideia é afastar o conceito de ser mandado por alguém. Na verdade, a única maneira de a pessoa não ser mandada por alguém, seria virar patrão ou autônomo. Se bem que mesmo nesse caso, existe um chefe: o cliente. Se o produto ou serviço não for como ele gosta, vc perde dinheiro.
Atendentes de telemarketing são orientados a mentir, como quando o cliente pede a ajuda de um técnico em telecomunicações, mas ele não pode ir, porque o local é “área de risco”. Quando o bairro é tido como muito violento e a empresa não quer arriscar a segurança do funcionário.
O atendente inventa milhões de desculpas, mas não diz de forma nenhuma a razão da falta de comparecimento do técnico. E o pobre cliente lá, esperando, esperando…
Estamos tão cercados de gente falsa que a única esperança são os laços de amizade e de amor. De resto, é preciso analisar calmamente.
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Conforme reportado aqui, usuários do Windows 7 e 8.1 que não tem interesse no Windows 10 e ainda não se livraram do utilitário Get Windows 10 (GWX) podem ter problemas com inexplicável lentidão no acesso à internet enquanto cada máquina na rede “infectada” com o GWX baixa seus 3GB (ou seriam 5GB?) da atualização silenciosamente. Dizer ao GWX que você não está interessado não adianta.
Existem relatos de usuários de que a instalação também pode ser iniciada sem seu consentimento, mas isso não foi confirmado ainda. E já ouvi demais de “eu não fiz isso” de usuários inconseqüentes para acreditar cegamente.
A propósito, apesar da MS dizer que o Windows 10 não está disponível gratuitamente para instalações ilegais, usuários da versão Jack Sparrow do Windows tem atualizado para a versão 10 sem dar qualquer passo adicional.
Essa versão do Windows é muito “oferecida” pro meu gosto…
OBS.: Os primeiros comentários abaixo foram movidos para cá de outro post, onde eram off topic.
Alguma previsão de começar a “brincar” no Windows 10? Estou usando em casa e estou bem satisfeito: do W7 para o W10 houve uma sensível melhora de performance!
Isso vai demorar ainda e no meu desktop o Windows 10 só tocará quando existir um razoável consenso de que o SO pode ser feito seguro contra a espionagem (“telemetria”) da MS.
Acho que então isso vai demorar bastante. Me parece que o Windows 10 é muito “aberto”.
Uma coisa que me deixou boquiaberto: Durante a atualização, existe uma opção que dá a entender que:
1 – Você pode permitir que o computador FORNEÇA(!!!) atualizações para outros PCs na rede interna e NA INTERNET(!!!!!!)
2 – Você pode permitir que que o computador OBTENHA atualizações de outros PCs na rede e da Internet!
Agora, outra coisa, essa que me deixou realmente revoltado: eu, obviamente, desmarquei essa opção na atualização. Mas acabei esbarrando nela depois do windows instalado e estava ativada.
Ou seja: minha opção de desativar essa barbárie foi sumariamente ignorada pelo Windows.
Eu sei que deve existir algum mecanismo de validação desses arquivos de atualização. Mas eu já pouco confio nas atualizações vindas do servidor da MS, como eu vou permitir que meu Windows Update (que tem permissão e mecanismo pra fazer qualquer coisa no sistema) use uma fonte desconhecida da Internet??
Estou até ignorando as questões de uso de banda para a MS transformar o meu PC em um mini-update-server deles…
PS.: Procurei aqui como chegar nessa opção. Demorou um pouco porque essa nova UI do Windows é extremamente confusa pra mim. A opção fica muito bem escondida em: Iniciar > Configurações > Atualização e segurança > Windows Upadate > Opções avançadas > Escolher como as atualizações serão obtidas.
Como os updates são assinados, apenas um Windows já comprometido instalaria updates inválidos, então aí eu não vejo grande problema. Já o Windows ser um servidor P2P de updates dentro da rede local eu acho muito benéfico. Um dos motivos para eu desativar atualizações automáticas é justamente o fato de que uma dezena de computadores baixando atualizações silenciosamente em horários incertos numa banda larga merreca se torna um problema. Se um Windows 100% atualizado puder fornecer todos os updates para uma máquina recém instalada, ainda melhor!
Mas sem conhecer todos os detalhes eu não confio. Por exemplo, servir atualizações também via internet é uma tremenda roubada!
A única vantagem que eu vi nesse esquema é, assim como você, a economia de banda no download. Mas eu preferiria, sendo o administrador da rede, ter a opção de configurar um servidor dedicado para isso e devidamente “sob controle”, e não o PC da Mariazinha que navega sabe-se lá em que sites e baixa tudo o que aparece pela frente. Por mais assinados que sejam, não confio em trocas de arquivos entre computadores suspeitos.
De qualquer forma, a habilitação do recurso não pode ser separada em “download” e “upload”. Ou se ativa tudo, ou nada. Na minha máquina, vou continuar com o “nada”. Mas realmente me incomodou muito eu achar essa opção ativada mesmo após tê-la desabilitada na instalação.
Ricardo, isso não aconteceu depois de uma “big atualização” do W10? Logo que eu instalei o 10 no dia seguinte isso aconteceu e algumas configurações que eu tinha feito voltaram para o “default”. Essas “big” seriam como “servisse packs” ou mesmo novas builds. É como se fosse do w10 para um W10.1 (por exemplo). De acordo com a MS daqui por diante não existirão mais W11, W12, etc…
É possível. O windows solicitou agendar uma reinicialização para instalar atualizações alguns dias depois do Upgrade. De qualquer forma, ele deveria ter salvo minha preferência. Ou, ao menos, ter perguntado novamente como eu gostaria de deixar configurado.
Você não é a primeira pessoa que vejo reclamar de que atualizações do Windows 10 estão revertendo preferências do usuário. Normalmente isso não seria problema para mim porque raramente faço atualizações exceto instalar service packs, mas no Windows 10 até se negar a receber atualizações é mais complicado que o normal.
Eu vejo isso como um grande problema, pois só existirão dois estados conhecidos possíveis:
Windows 10 RTM
Windows 10 totalmente atualizado
E quanto mais tempo passar, maior a diferença entre eles. A própria MS usava os Service Packs como pontos de referência para o suporte. Nunca era exigido que o Windows estivesse totalmente atualizado, mas sempre que pelo menos o SPx estivesse instalado.
Sem pontos de referência, isso vai virar “uma zona”. Eu já me aborreço quando alguém dá uma resposta do tipo “O Windows está atualizado?” a um pedido para resolver um problema e agora isso vai ficar ainda mais comum.
Passa pomada BEPANTOL, da Bayer.
Na urgência eu tive que contar com a recomendação do balconista da farmácia, que perguntou como eu havia me queimado e quando eu disse que tinha sido com água e mostrei a mão me indicou o Queimalive, da Cifarma (cerca de R$15).
Não tenho como julgar se presta, porque duas horas e meia queimando, mesmo medicado, é muito desagradável. Mas talvez tivesse sido pior sem a medicação.
E eu me enganei: a queimadura é de segundo grau. As bolhas começaram a aparecer hoje à tarde, mas a dor não voltou.
A primeira coisa que você tem que fazer quando se queima é colocar a área afetada embaixo de água corrente. Por muito tempo. Pomadas são paleativos, analgésicos, queimadura tem que respirar e hidratar.
E foi a primeira coisa que fiz. O alívio é imediato. Porém eu tinha um cliente esperando e não podia ficar com a mão debaixo da torneira por um motivo tão “besta”. Entretanto se acontecesse de novo hoje eu diria que esperasse, porque agora que eu vi o resultado da queimadura de segundo grau (a pele em um dos dedos já se desprendeu) não me parece tão besta assim.