 Jefferson,  27 de novembro de 2012,
- Existe um rumor de que a próxima geração de processadores Intel terá que vir soldada na placa mãe. Eu não sei como isso conseguiria funcionar sequer nos EUA, imagine no Brasil. Já é difícil conseguir uma placa mãe com a combinação de recursos que você deseja pelo preço que você pode pagar e então você precisará encontrar a placa mãe com o processador que você precisa/pode pagar. Não muda nada para fabricantes, mas é uma facada em quem monta seus próprios computadores. É claro que seria uma excelente oportunidade para a AMD. E logicamente o mercado para empresas especializadas em consertos vai crescer, pois a experiência mostra que processador dá muito menos defeito e imagine ter que descartar uma placa mãe com um processador equivalente a um Core i7 (R$700+) grudado nela.
- Todos nós sabemos que CSI é exagerada, mas é ainda mais do que parece. Nos mesmos EUA, uma mulher acusada de matar sua filha de dois anos afogada foi declarada inocente pelo júri por falta de provas, mas depois descobriram que durante a investigação no computador da família “esqueceram” de olhar o cache e histórico do Firefox (só olharam o do IE), onde acabaram descobrindo que no dia em que a menina foi vista viva pela última vez, havia sido feita uma pesquisa sobre “foolproof suffocation” (“sufocamento sem erro”, numa tradução livre). Sério mesmo? Uma investigação em um computador que não inclui sequer fazer uma lista dos arquivos mais recentes, feita por um indivíduo que não lembra que outros browsers existem?
- O remake de Robocop está em pré-produção com lançamento previsto para 2014. Com um orçamento de 100 milhões de dólares, Gary Oldman, Michael Keaton e Samuel L. Jackson no elenco e José padilha (Tropa de Elite) na direção, tenho a expectativa de que seja um bom remake. Mas infelizmente experiências como Startek 2009 e Batman* (eu sei que são reboots) são raras.
* Se bem que com o original sendo tão ruim, qualquer remake de Batman já começava com grandes chances de ser melhor. É a mesma oportunidade que teria um remake de The Phantom.
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 Jefferson,  28 de outubro de 2012, Filmes, Livros Eu não tinha lá muito interesse pelo livro. A sinopse não me instigou e eu estava mais curioso pela popularidade que pelo enredo. Mas aí surgiu a oportunidade de ver o filme, que é um misto de ação com ficção científica (e são tão poucos que os fãs do gênero não pode se dar ao luxo de ignorá-los à toa), e não suporto a idéia de assistir a um filme sem ler o livro antes. Isso coincidiu com a oportunidade de ler como ebook no meu novo tablet (depois falo sobre ele). Então decidi encarar a leitura.
A trama me fisgou logo no primeiro capítulo.
Eu estava esperando uma estória sobre sobrevivência e matança, mas era algo bem mais denso que isso. Quase a metade do livro trata ou da vida sob o regime totalitário da Capital, ou das preparações para o combate. E apesar de ser uma estória que chama mais o interesse do público masculino contada por uma mulher, com um personagem principal também mulher, assim como em Crepúsculo, Suzanne Collins definitivamente não transforma a narrativa em um melodrama que só consegue ser devidamente apreciado (ou suportado) por mulheres, como acontece com Stephenie Meyer*. E não é que eu não goste de sentimentalismo. Muito pelo contrário. Para mim o ponto alto do livro, indiscutivelmente, está neste parágrafo (tradução livre):
“Eu não acho que vá funcionar. Ganhar… não ajudará no meu caso”, diz Peeta.
“E por que não?”, diz Caesar, intrigado.
Peeta fica ruborizado e gagueja. “Porque… porque… ela veio comigo.”
Onde fica claro para a audiência que a vitória dele significa que a mulher por quem ele se apaixonou estará morta.
A autora soube também como criar um jogo mortal verossímil. As regras (quase nenhuma, na verdade), as vantagens obtidas com a ajuda de patrocinadores que vão ficando mais caras à medida que o jogo avança, a audiência. Tudo parece perfeitamente possível de ocorrer sob um governo totalitário qualquer. Até onde sei, poderia estar acontecendo na Coréia do Norte agora, já que o resto do mundo não sabe nada do que acontece por lá mesmo.
Eu pretendo começar a ler o segundo livro da série em breve e já tenho alguns palpites sobre pontos nebulosos da trama:
(naturalmente, se você já leu os três livros sabe se estou certo ou errado, mas não estrague o suspense)
- O pai de Katniss pode não estar realmente morto. Ela diz que ele foi “vaporizado” em um acidente nas minas, então nenhum corpo chegou a ser enterrado. E o pai de Gale “morreu” no mesmo acidente. Que jeito melhor de fugir de um regime totalitário, sem pôr em risco sua família, do que engendrar uma morte em que naturalmente não há corpo para achar ou onde o resgate dos corpos seria considerado apenas como perda de produtividade?
- Eu não acho que o presente da filha do prefeito tenha qualquer intenção de ser apenas um símbolo do distrito 12. Eu acho que ele foi dado a ela para simbolizar algo maior, desconhecido pela capital;
- Cinna tem um papel muito maior nessa estória do que ser apenas um estilista. Não acho que ele tenha “escolhido” o distrito 12 pelo desafio. Seus motivos parecem bem maiores e ele é uma das poucas pessoas (se não for o único em todo o livro) que reconhece como ele e todas as pessoas na Capital parecem desprezíveis. Eu não me surpreenderia nem um pouco se a presença dele ali fosse parte de um plano rebelde nascido na própria Capital. Afinal, não é nada incomum pessoas que cresceram cercadas de luxo e conforto se perguntarem qual o custo dele e começarem a olhar com mais atenção para os menos afortunados;
- Acho difícil o distrito 13 ter realmente sido destruído. Quem iria minerar o grafite com o qual a capital fazia diamantes? Se havia necessidade de grafite antes, não vejo razão para crer que essa necessidade acabou com a rebelião. Um regime totalitário pode perfeitamente esconder a existência de um distrito. Afinal, cada distrito oficialmente existente mal sabe o que ocorre nos outros.
Sobre o filme (vou ser breve)
- Primeiro e mais importante, não gostei dos atores principais. Katniss, Peeta, Rue, Cato… nenhum deles me convenceu;
- Gostei da representação da batalha inicial na cornucópia e das cenas de luta em geral. Não se perdeu tempo (e minha paciência) com coreografias tolas;
- Achei bem fraca a encenação do momento em que Peeta diz que ama Katniss. No livro o momento se faz bem mais relevante;
- Se depender do filme, estou completamente errado sobre o item “2” das minhas suspeitas.
Não é que o filme seja de todo ruim. É perfeitamente assistível e os atores veteranos ajudam muito. Já vi (ou tentei ver) adaptações beeem piores, como a de “I am Number Four”.
*Eu li os dois primeiros livros da saga Crepúsculo. Seria uma excelente estória até para homens, se Stephenie Meyer não gastasse duas páginas só para dizer o quanto Edward é lindo e maravilhoso.
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 Jefferson,  27 de outubro de 2012, energia Nota: Durante as medições eu criei o hábito de desligar o drive de CD/DVD porque o danado costuma ter uma influência significativa nas medições principalmente (mas não apenas) quando há um disco dentro, mesmo que você não o esteja usando. Então se o teste não mencionar CD/DVD, este está desligado.
Todas as medições foram realizadas com este modelo de medidor.
PC 1
- ASUS P8H61-M LE/BR
- Processador Intel Core i3 2120 (3.30GHz, 65W)
- RAM DDR3 2GB 1333MHz (1 módulo)
- HDD 160 GB Western Digital WD1600AABS
- Fonte vagabunda N3 FNT.03.006
Medições
- Desligado (apenas plugado na tomada): 3.2W
- Em idle, no desktop do XP (0%): 32W
- Rodando um filme 1080p sem usar DXVA (11%): 42W
- Rodando o demo “birds” a partir do HDD, sem DXVA (20%): 50W
- Parado no setup do BIOS: 49W
- Rodando teste LinX (100%): 80W
Não consegui ativar DXVA nesta placa-mãe, apesar do DXVA Checker acusar que existe suporte a DXVA1 e DXVA2.
PC 2
- Gigabyte GA-H61M-DS2H
- Processador Intel Celeron Dual Core G530 (2.40GHz, 65W)
- RAM DDR3 2GB 1333MHz (1 módulo)
- HDD 80 GB Western Digital WD800BD
- Fonte vagabunda Clone 500W
Medições
- Desligado (apenas plugado na tomada): 3,5W
- Instalando o XP a partir do CDROM: 51W
- Em idle, no desktop do XP (0%): 31W
- Rodando um filme 1080p sem usar DXVA (20%):40W
- Rodando o demo “birds” a partir do HDD, sem DXVA (52%):45W
- Parado no setup do BIOS: 41W
- Rodando teste LinX (100%):60W
Não consegui ativar DXVA nesta placa-mãe, apesar do DXVA Checker acusar que existe suporte a DXVA1 e DXVA2.
PC 3
- MWX HDC-M
- AMD C60 1.3GHZ embutido na placa-mãe
- RAM DDR3 2GB 1333MHz (1 módulo)
- HDD 250GB Seagate Barracuda 7200
- Fonte vagabunda K-MEX PX-350
Medições
- Desligado (apenas plugado na tomada): 3.2W
- Em idle, no desktop do XP (0%): 31W
- Rodando um filme 1080p usando DXVA (17%): 35W
- Rodando o mesmo filme 1080p sem DXVA (61%): 36W
- Rodando o demo “birds” a partir do HDD, sem DXVA (58%): 35W
- Parado no setup do BIOS: 38W
- Rodando teste LinX (100%): 37W
- Consumo do HDD, apenas girando: 8W
Ressalto que essa CPU só tem um desempenho razoável para decodificar vídeo se este for compatível com DXVA, que nem sempre é o caso. Se o player não conseguir ativar DXVA, o consumo de CPU sobe bastante e ainda assim o vídeo fica muito ruim. Pelo seu baixo consumo parece adequada para torrent, servidor de arquivos e até como Media Player, desde que a media seja 720p ou menos.
Acho importante comentar que você vai encontrar um monte de gente que insiste que essas fontes vagabundas de PC tem uma eficiência tão ruim quanto 50%. Eu admito que as fontes são vagabundas, mas para acreditar nesse número, eu precisaria crer que o consumo real do PC1 seria, com uma fonte hipotética de eficiência 100%, de meros 16W em idle e 40W a 100%. Não tenho motivos para crer nisso. Estou mais incinado a crer que mesmo as fontes mais vagabundas ainda conseguem uma eficiência entre 75 e 80%. Para tirar a prova, eu precisaria testar uma dessas fontes caríssimas, supostamente superiores, mas ainda não tive uma à minha disposição para fazer testes comparativos, testando a mesma máquina com ela e com uma fonte vagabunda.
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 Jefferson,  27 de outubro de 2012, manutenção Esse problema ocorreu há seis meses e esqueci de registrar, por isso não tenho mais os detalhes.
Um cliente corporativo comprou um computador novo pela internet que veio com Linux pré-instalado. Fui instalar o XP e o processo sempre travava no início, antes mesmo de apresentar a tela com as partições existentes no disco. Depois de várias tentativas, com vários CDs diferentes (eu tenho umas 13 “versões” do XP construídas com o nlite), desisti. Achando que o instalador estava travando ao tentar enxergar o HDD por alguma incompatibilidade com o chipset moderno, eu decidi usar o Windows 7. Mas quando o instalador do 7 chegou à tela para fazer o particionamento do HDD algo me fez mudar de idéia. Removi as partições Linux e em vez de instalar o Win7 eu tentei novamente a instalação do XP.
Funcionou sem qualquer problema e está lá até hoje.
Não consigo me lembrar o que me fez mudar de idéia, nem se eu apaguei as partições usando o instalador do Win7 ou usei outro disco de boot para isso.
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 Jefferson,  24 de outubro de 2012, Dãaaaaa…
Mas é sério. Da última vez que procurei isso não havia nenhum modo aparente de se livrar de uma conta. Ontem, por solicitação de um cliente que queria se livrar de uma, fiz nova pesquisa e encontrei na hora o link para a página de exclusão de contas.
Dãaaaaa de novo…
É preciso esperar 14 dias. Provavelmente para dar tempo para você se arrepender ou, ainda mais provável, evitar que alguém que tenha descoberto sua senha apague sua conta.
Com isso, finalmente vou conseguir me livrar daquele perfil que um adolescente criou com meu endereço de email.
Lembrando que, como o adolescente usou um endereço de email que me pertence, eu já havia me apoderado da conta há muito tempo, trocando a senha dele pela minha. Só não conseguia me livrar da conta.
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 Jefferson,  21 de outubro de 2012,
- Esqueci de colocar “Brasil” em uma encomenda da China, que acabou sendo enviada para o Peru por engano. Acontece que a abreviação de Pernambuco (PE) é também o código postal internacional para o Peru. São 90 dólares que só Deus sabe quando eu vou receber, principalmente se o correio do Peru for tão lerdo quanto o brasileiro.
- O Mercado Pago já faz recarga de celular há algum tempo. Descobri que é um bom meio de retirar o dinheiro de lá sem pagar a taxa de R$3. Faço as recargas da família online, o que também foi bem recebido por todos, que não precisam mais esperar em fila na farmácia aqui perto. Tenho certeza de que é ainda mais vantajoso para o MP.
- Levei minha segunda multa de trânsito em 23 anos de carteira de motorista. R$545 perdidos. E desta vez eu estava errado mesmo.
- A Velox aumentou, de graça e sem aviso, a velocidade da minha conexão de 600K para 1M, mas ficou pior. Está instável demais.
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 Jefferson,  15 de outubro de 2012, Somente ontem eu “descobri” que a Intel comprou a Mcafee dois anos atrás. Ou eu sou muito desligado (dâaaaa…) ou a compra foi bem sem consequências mesmo. E eu só descobri porque peguei uma placa-mãe Intel nova cujo CD veio com uma etiqueta da McAfee com o texto “An Intel Company”.
O site do Bradesco deixou de ser acessível por “bradesco.com.br”. Agora você é obrigado a botar o “www.” na frente, o que para mim é dar um passo para trás.
Somente na semana passada eu finalmente descobri como fazer o danado do Firefox funcionar com o site da Caixa Econômica. Estava instalando um computador novo para um cliente e por alguma razão o Firefox em vez de dar a conhecida mensagem “Me tire daqui!” deixou que eu chegasse à tela de credenciais, onde a Caixa exibia uma mensagem dizendo que agora o site só funcionava com o certifcado ICP V2. Segui o procedimento indicado e o Firefox parou de bloquear o site do banco. Há uns dois meses eu havia desistido de usar o Firefox com a Caixa por não encontrar solução, e deixei prá lá. Não sei se eu é que sou lento (dâaaaaaa de novo…) ou se a Caixa demorou um horror para resolver isso.
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 Jefferson,  14 de outubro de 2012, Ou seja: quando funciona, o serviço é bom. Mas torça para que nada dê errado e você precise do atendimento deles porque, igualzinho à Oi, eles só fingem que se importam com o cliente.
No dia 29 de agosto (45 dias atrás), para aproveitar um desconto de 10% válido apenas no Cartão Submarino, meu amigo José Carneiro pagou, à vista, em seu cartão, R$2073 por uma TV 40″ 3D Samsung modelo 40Es6500, pedido 03-446821305, para ser entregue na minha residência, que fica a 200m da casa da mãe dele. A TV foi paga por minha mãe e é pro quarto dela.
O prazo de 17 dias úteis (23 dias corridos) para entrega não me assustou; primeiro porque como a maioria aqui já deve saber, não sou uma pessoa ansiosa. E segundo porque eu sei que a Submarino (assim como a Americanas) vem chutando os prazos “lá em cima” para se proteger do Código de Defesa do Consumidor desde o fiasco histórico do natal de 2010, mas que usualmente entrega bem mais rápido.
Porém eu não dei sorte (e é preciso bastante para lidar com a Submarino hoje em dia).

Os problemas começaram a pipocar imediatamente após a compra. Notei que o sistema da Submarino interpretava errado meu bairro baseado no CEP. Um erro que também ocorre com a Editora Abril e a Brastemp por causa de um sistema burro que “puxa” o endereço a partir de um banco de dados impreciso, não deixa o cliente fazer correções e assim deixa dúvidas quanto à real localização da minha rua (existem três com o mesmo nome na minha cidade e duas na mesma região). Quanto apontei o problema no email enviado pela Submarino, José ligou para o atendimento pedindo para fazer um esclarecimento no endereço. Disseram que não era possível mudar o endereço após feita a compra, mas que ele não se preocupasse, porque a transportadora “ia se basear no CEP”. José insistiu que não queria mudar endereço nenhum: era apenas um esclarecimento. Mas insistiram que não era possível. Por isso vou desconsiderar esse problema no resto do meu texto, já que a Submarino assumiu a responsabilidade por qualquer problema oriundo dele. Estou citando aqui mais para mostrar como uma empresa burra se esforça para perder dinheiro e clientes.
Quatro dias úteis após a compra, dia 4 de setembro, o rastreamento da Submarino indicou um suposta tentativa de entrega, que eu afirmo ser mentirosa, por três razões:
- Usualmente, quando se trata de algo desse porte, os motoristas das transportadoras aqui em Recife são inteligentes o bastante para telefonar perguntando se há alguém em casa. Ninguém telefonou.
- Nesse dia, havia gente em casa durante todo o dia;
- Não houve nenhuma outra tentativa nos 40 dias seguintes.
Pense bem: Se a TV saiu de um dos centros de distribuição em São Paulo, seria do maior interesse da transportadora não ter que voltar com ela para São Paulo, e outra tentativa seria feita o quanto antes. Se a TV saiu do centro de distribuição que a Submarino tem em Recife (inaugurado em novembro de 2011), aí é que não tem justificativa mesmo. Minha cidade precisaria estar em estado de calamidade pública há 40 dias para uma entrega na Região Metropolitana atrasar tanto. E eu moro num bairro estritamente residencial, do subúrbio, onde dá para estacionar até caminhão cegonha para entregar meia dúzia de carros, se preciso for. Uma justificativa razoável para a Submarino simplemente não existe.
Alguns dias após perceber isso e vendo que eles não faziam a segunda tentativa, meu amigo José ligou para a Submarino para pedir explicações. Agiram como se fosse normal e disseram que esperasse, pois ainda estava no prazo.
Findo o prazo de 17 dias úteis, no dia 25 de setembro (20 dias atrás), José abriu uma reclamação formal, protocolo 126 175 875. A Submarino pediu “até a segunda feira” (4 dias úteis, 6 corridos), para efetuar a entrega. Não houve e não deram qualquer satisfação.
Esperei até o dia 04 de outubro e abri nova reclamação (eu assumi a missão, porque José tem mais o que fazer), protocolo 126 278 638. A atendendente disse, como se a culpa fosse minha: “Senhor, houve uma tentativa de entrega dia 4/9” (aparentemente nem notou que a data era de exatamente um mês antes). Eu expliquei porque eu achava que era mentira ou da Submarino ou da transportadora. Me pediram novamente de dois a quatro dias úteis para solucionar o problema.
Findo o prazo, sem receber qualquer satisfação, telefonei de novo no dia 11 de outubro. A Submarino teve a cara de pau de me pedir mais dois dias úteis para determinar se houve extravio e só então me darem a opção de reenvio do produto ou meu dinheiro de volta. Fiquei tão irritado que até esqueci de pegar o numero do protocolo, mas a ligação com a conversa foi gravada por mim, assim como as outras.
E assim a Submarino vai empurrando o problema com a barriga enquanto o cliente espera há 45 dias pelo produto já pago. Se eu tivesse pago à prazo, seria só uma questão de comprar em outro lugar e pedir o estorno de qualquer mixaria que já tivesse sido debitada no cartão. Mas foram R$2073 pagos à vista. Eu estou sem a TV e sem o dinheiro, privado da possibilidade de aproveitar uma oferta em outro lugar. É claro que o dinheiro de volta agora não é opção para mim, pois além disso levar até duas faturas do cartão de crédito para ser estornado (mais 45 dias), vai entrar como crédito para meu amigo José, que vai ter que usar no pagamento do cartão dele, se é que ele está gastando tanto assim nesse cartão específico.
Se a Submarino tivesse real interesse em resolver o problema, teria se mexido após a primeira reclamação. A sensação que dá é que absolutamente nada está sendo feito e a administração da empresa simplesmente está esperando que o problema se resolva sozinho. É realmente espantosa a relação que a Submarino tem com suas transportadoras. Até parece que a empresa trabalha para quem faz a entrega e não o oposto. É inadmissível que cada reclamação leve dois dias úteis para ser respondida e que quando não é, a Submarino peça novo prazo ao cliente contado em dias úteis, em vez de dar uns esporros em alguém por telefone e exigir localização imediata da mercadoria, mesmo que alguém na transportadora tenha que fazer hora extra procurando e entregando.
E essa estória ganhou um detalhe interessante hoje. Encontrei uma reclamação no ReclameAqui, de uma pessoa que aparentemente também é de Recife, que comprou a mesmíssima TV na Submarino e não consegue ter uma estimativa de entrega. No caso dele ainda está no prazo, mas é uma estranha coincidência.
E vale também lembrar do meu problema anterior com a Submarino (descrito nos comentários) meses atrás, quando a transportadora mentiu descaradamente dizendo ter entregue minha mercadoria, não tinha provas, e fiquei sendo enrolado por semanas até receber o estorno (à minha revelia, porque eu pedi explicitamente o reenvio do produto). Na ocasião peguei a Submarino em flagrante também mentindo descaradamente. Se é que as mentiras não eram todas dela o tempo todo.
Resumo:
- 29/08 – Compra da TV
- 30/08 – Tentativa de esclarecer o endereço, recusada pelo atendimento
- 04/09 – Forjaram tentativa de entrega
- ??/09 – José buscou esclarecimentos sobre a suposta tentativa de entrega
- 25/09 -Acaba o prazo de entrega. Primeira reclamação formal
- 04/10 – Segunda reclamação formal
- 11/10 – Terceira reclamação formal
Até agora, nenhuma perspectiva de quando a TV será entregue. Seguindo sugestão de José, foi solicitada assistência jurídica à Proteste, no nome dele (ele é socio e foi quem pagou pela TV). Vamos ver se eles ignoram os advogados da Proteste com a mesma desfaçatez com que ignoram os próprios clientes.
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 Jefferson,  05 de outubro de 2012, Anteontem eu fui colocar uma encomenda na agência oficial de San Martin e encontrei uma fila assustadora e incomum. Zarpei para a agência da Caxangá e encontrei-a de portas fechadas. Corri de novo e consegui encontrar a do Prado funcionando. Ontem eu fui à de San Martin e já encontrei a situação mais tranquila. Aproveitei para perguntar a um dos atendendentes o que estava ocorrendo e ele respondeu que “todas as franqueadas estão fechando” e “foi uma loucura aqui da segunda até a quarta”. Fiquei espantado com a afirmação, porque seria um desastre perder todas as franqueadas, e a do Prado é franqueada mas estava aberta.
Fiz uma rápida pesquisa e encontrei o mesmo transtorno em Petrópolis, acompanhado da informação de que as agências voltarão a funcionar quando se adequarem. Mas segundo esta outra notícia, o problema é sério. Algumas franqueadas não tem a menor condição de reabrir as portas, se for verdade que todas tem que ter estacionamento, acesso a cadeirantes e piso de porcelanato.
Até lá, vamos ter que aguentar filas ainda maiores.
Vamos ver se eu entendo: se um cadeirante não pode usar a agência, então ela não serve para pessoas “normais”? Se alguém que tem carro não pode estacionar, ela não serve para quem anda de ônibus? Raios… eu tenho carro e muitas vezes me vejo obrigado a estacionar longe de várias delas (inclusive das oficiais), mas nunca vi isso como um problema, até porque tinha alternativas. Eu gostaria de ver o que danado diz esse edital.
- Jaboatão – Centro : o estacionamento é proibido em toda a rua e a agência mal tem espaço para gente e muito menos para carros.
- Cajueiro Seco: Você até pode estacionar na rua, mas o acesso é péssimo. E se tem que receber encomenda internacional, não tem alternativa;
Essas duas agências oficiais vão fechar? Ou a pressão é só sobre a iniciativa privada?
E o principal problema do atendimento nem é tenológico ou de acessibilidade. É burocrático. E como se não bastasse, o fato dos Correios fazerem também papel de banco e de “resolvedor de problemas com CPF” só aumenta o tempo de espera nas filas.
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 Jefferson,  04 de outubro de 2012, Trapaças Pensando bem, era só uma questão de tempo.
Vocês devem se lembrar de quando fiz meu post sobre o golpe da propaganda não solicitada. De lá para cá esse golpe ficou mais conhecido como “o golpe da lista telefônica”, e meu post recebeu diversas denúncias a respeito. Minha recomendação sempre foi: abram um boletim de ocorrência e denunciem no Procon, mas nunca paguem.
Hoje, pela primeira vez, recebi para aprovação um comentário suspeitíssimo de um cara dizendo que não havia pago e foi protestado. Mas o “jênio” postou usando o seu perfil do Google, onde ele mesmo escreveu que trabalha em uma empresa chamada “tellonline”. E uma busca no Google mostra que uma empresa com o mesmo nome está envolvida no mesmo golpe!
E não adianta agora ele remover isso do perfil, porque eu já fiz um snapshot.
Fiquem ligados: não se deixem enganar por gente postando em fóruns e outras redes sociais dizendo que foram efetivamente protestados. Se você não contratou o serviço, denuncie ao Procon e à polícia, em qualquer delegacia de ordem econômica. Mas não pague.
Aproveite para anexar à sua queixa na delegacia impressões das páginas que você encontrar sobre outras pessoas reclamando do mesmo golpe, dado pela mesma empresa. Para mim, é causa ganha.
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Quanto a achar a combinação de recursos da placa mãe com o processador, já passamos por este perrenque para a escolha de notebooks. Agora, a ideia não é tão original assim. Os chips da Via vêm assim em máquinas de baixo custo. E, talvez a coisa fique mais barata assim. Para nós poderá trazer algum transtorno, já para usuários do orkut pouca coisa mudará…
Quanto aos chips Intel, além a oportunidade da AMD retomar uma fatia do mercado, com esta nova tendência no mercado de chips ARM, com o Windows RT já preparado para isso, Servidores DELL já sendo testados nesta plataforma, e outras coisas mais, pode ser muitas outras empresas abocanhem outra fatia. Não me parece a atitude mais acertada…
Muito baixo custo. Tanto que querem economizar até no soquete.
Sim, mas não o suficiente. Quando falamos de um conjunto CPU+placa que custa menos de R$200 (VIA), economizar alguns reais em soquetes pode fazer alguma diferença, mas a partir de um processador da classe do Core i3 (R$350+), independente da placa mãe, eu já vejo como uma economia burra. O que pode melhorar mesmo é confiabilidade, porque processador soldado dá menos mau contato, mas se pensarmos no problema dos notebooks HP com chipset Nvidia que vão pro lixo por causa do calor que derrete um ou mais das centenas de pontos de solda ROHS do chip southbridge…
Confiabilidade é só um item interessante em processador soldado à placa. Isto pode deixar as placas mais eficientes, visto que simplifica até o processo de arrefecimento, e talvéz até o tamanho das placas mãe. Não se pode esquecer de como a Intel tem corrido atrás para não perder o bonde dos dispositivos móveis (ARM), e isto pode ajudar muito. Talvez seja até um meio de deixar possível a inserção destes chips em celulares, embora eu ache que ainda é improvável. Mas não se pode esquecer que a Intel tem tecnologia de fabricação de chips em escala muito menor que qualquer concorrência fabricante de processadores ARM, e com clock muito superior. Os grandes problemas dela neste mercado hoje são PREÇO, temperatura, e também TAMANHO (a impossibilidade de soldar o chip à placas de celulares e tablets). Então pode ser uma estratégia interessante. Mas isto são somente especulações minhas…
Pior que vou te falar uma coisa… eu tenho uma placa-mãe aqui, uma tal de “PRO 2000+” que nada mais é que uma plaquinha miúda com um processador AMD (deve ser um Atlhon) soldado direto na PCB. Simplesmente fizeram a PCB com furos metalizados tal como os pinos do soquete e enfiaram diretamente ali o processador e soldaram.
E isso já é coisa velha heim?
Ganha um doce de adivinhar qual o fabricante da placa…
Não se esqueça de comentar sobre o seu novo tablet, Jefferson! Eu, da minha parte, estou aguardando os modelos com W8 (Surface ou de outros fabricantes)…