E com um efeito inesperado: os sintomas da minha intolerância a lactose foram bastante reduzidos.
Um mês atrás eu fui parar no hospital depois de seis horas tendo vertigem. A suspeita era de que eu tivesse labirintite. Como eu tomava muito café (entre um litro e um litro e meio por dia, quando em casa), todos os dedos foram apontados para isso e eu decidi parar até fazer os exames. No primeiro dia eu senti mais falta, mas substituindo por chá isso não chegou a ser um incômodo. O único sintoma que tive de uma possível abstinência foi uma dorzinha leve no topo da minha cabeça dia sim, dia não, que só incomodava quando eu me movia, por uma semana.
Vendo como foi simples me livrar da vontade de tomar café, decidi tentar com outras coisas. Estou há 15 dias sem tomar refrigerantes e comer doces. Eu passo pela caixa de paçoca, pelos biscoitos recheados e panettone na cozinha e nem dou atenção. Também está sendo mais fácil do que me parecia. Eu não sinto como se estivesse me privando de algo pois é mais como se eu estivesse deixando de desejar algo de que meu cérebro não precisa realmente para se satisfazer. Eu li em algum lugar que “açucar vicia” e que se você conseguir se livrar dele por tempo suficiente você pára de desejar doces. Aparentemente é verdade.
Outra coisa que aproveitei para mudar foi meu horário de dormir. Compelido pela necessidade de fazer exames que precisam ser feitos pela manhã, há 15 dias eu estou dormindo no período das 23h às 7 da manhã. Um recorde que não conseguia há anos.
Meu próximo passo é reduzir a quantidade de adoçante que tomo, porque aparentemente isso também vicia (ou, no mínimo, “dessensibiliza” o paladar). Meu objetivo é conseguir tomar chá sem nada adicionado (nem mel) e achar “bom”.
Quanto à intolerância à lactose, pode ser coincidência ou outro fator e eu não possa dar certeza ainda de nada. Só o tempo dirá. 30 dias é muito pouco.
O resultado do meu exame otoneurológico saiu hoje. Não tenho labirintite. Um dos vários indicadores disso é que minha audição está normal. Mas não vai ser por isso que vou voltar a tomar café. A médica me disse que, como sempre, a culpa pode ser do meu sedentarismo. Andar, correr, dançar, nadar, faz bem para o labirinto. Mais um motivo para que eu continue a evitar os refrigerantes e doces, porque se eu perder peso (devo ter algo entre 80 e 90 quilos) e voltar ao meu perfil “musculoso” de 73 quilos, todo exercício fica mais fácil.
O sucesso ocorre quando se atinge o poder de moderar.
Penso que uma xícara de café por dia não deva deixar ninguém doente.
O mesmo ocorre com o refrigerante mas em maior tempo, tipo uma vez por mês.
Vinho, chocolate, bolacha, sorvete, etc.
Tudo bem moderado deixa a gente mais feliz e não faz mal.
O extremo oposto, ou seja, beber água demais, também pode fazer mal á saúde. Em pessoas saudáveis, o rim filtra em média 800 a 1000 ml de água em uma hora. “Não há risco de passar mal com quantidades de água que não excedam esses valores”, afirma a nutróloga Andrea Pereira, do Hospital Israelita Albert Einstein. “Já quantidades superiores a 3 ou 4 litros de água por hora podem aumentar o risco de hiponatremia, que é a queda do nível de sódio sanguíneo, podendo causar torpor, confusão e até convulsões”.
Esse texto ai acima lembra de outra coisa que é necessário, mas tem que ter cuidado. O sódio.
Eu sou hipertenso, tenho que tomar vasodilatador, mas pode se ver que se de alguma forma você banir o sódio e ingerir menos que o recomendado, terás problema justamente com a… água!
Mas vamos ao café… nunca gostei de tomar café, mas recentemente ganhei uma cafeteira expresso, dessas que usam cápsula, quebrada de uma amiga, ela ia jogar fora e eu falei, eu quero. Consertei a dita cuja e digamos que passei a tomar um expresso curto a cada dois ou três dias. Não me afetou em nada negativo, mas percebi que quando você esta em uma tarefa entediante ou que é fácil perder a atenção, o café ajuda um pouco.
E o açúcar… a menos que a pessoa seja um diabético, um pouco de açúcar na dieta é necessário, pois afinal é dele que retiramos energia. Basta lembrar que vários outro alimentos são convertidos em açúcar durante o processo digestivo. A exemplo o amido que no final do processo digestivo, vira glicose.
Então vem a conclusão, a menos que você tenha alguma alergia ou restrição muito grave de alguma coisa, corta-la completamente do cardápio sem saber fazer a reposição por algo equivalente, pode fazer mais mal do que bem a longo prazo.
Eu estou a uns 15 dias sem café mas por problemas de gastrite.
Não considerava que era tanto a causa mas o café era um veneno pra mim, já fiz endoscopia em 2015 e eu estomago estava bem ferido por dentro, na época diminuí o café tomei os remédios indicados e tal e resolveu.
De uns meses pra cá voltou a toda doendo quase 24h/dia, comprei os mesmos remédios e nada resolveu, então resolvi cortar o café (logo pela manhã eu tomava café com estomago vazio), em uma semana já quase não sentia mais dor.
Não sarou 100% mas 90%, e eu não estava tomando tanto café quanto tomava antes, então no meu caso preferi cortar mesmo o café totalmente.
Irei voltar a tomar um café depois do almoço e tal, mas já me entupir de café logo pela manhã como eu fazia, não faço mais.
Eu não tenho certeza de quanto eu bebia. Eu me baseio pela quantidade de vezes que eu enchia a garrafa. Não era menos de um litro porque eu fazia café todo dia e não eram mais que dois porque mesmo nas ocasiões em que eu tinha que fazer café duas vezes, era sempre no final do dia, sobrando muito para o dia seguinte.
O mesmo está acontecendo com o chá. Estou tomando mais de um litro por dia.
Que eu tenha notado, não. Mas eu não esperava mesmo emagrecer só com essas medidas. Estou é de olho nas minhas taxas. Meu exame de sangue em outubro deu 98mg/dl de glicose e o “normal” é de 60 a 99. Em 2013 estava em 88. Gostaria de ver isso abaixo de 80.
Já começou a fazer exercícios?
Ainda não. Uma coisa de cada vez. Algumas pessoas não conseguem administrar várias mudanças simultâneas e no final nenhuma delas dá certo, causando frustração. Eu sou uma delas.
Compra uma MTB ou uma SPEED e sai para pedalar “cabra da pexte”… rsrsrs
Já tenho bicicleta. Parei de usar quando tive minha primeira crise na coluna lombar. Mas ela é minha segunda opção de exercício. A primeira é usar a piscina, mas para isso eu preciso tornar o exercício menos desconfortável e a primeira experiência é comprar uma roupa de neoprene. Minha piscina não é aquecida e é difícil se concentrar no exercício quando você está batendo os dentes de frio nos primeiros minutos.
Um ano sem tomar café. Não consegui ainda me livrar do adoçante.
Voltei a comer doces, refrigerante e pão desde a viagem para a Europa em agosto, porque manter um regime durante as férias ia ser um complicador a mais. Ainda preciso voltar ao regime.
Mas curiosamente voltei da viagem pesando um quilo a menos (a atividade constante deve ter compensado o descontrole alimentar) e perdi mais um quilo nos últimos 20 dias. Estou com 80.5 agora e meu objetivo é reduzir pelo menos até 73, que é o quanto eu pesava há 15 anos, durante o período que frequentava academia.
3 anos sem tomar café! Eu queria isso também Jeferson. Me conta como foi sua primeira semana e primeiro mês e o que sente agora por evitar isso? Eu tentei uma vez parar de tomar café, em um< mês, mas quebrei o desafio quando voltei a trabalhar. Quero tentar parar de novo. 48h já.
30 dias sem tomar qualquer substituto (chá, chocolate, etc).
Ainda não consegui me livrar do adoçante, mas só de ter parado com os substitutos do café minha quantidade de adoçante ingerida durante o dia caiu significativamente.
Tive que fazer novas alterações porque há meses eu tinha deixado de lado o chá e passado a tomar chocolate quente como substituto do café (nada saudável, eu sei). Com o confinamento da pandemia meu peso voltou a bater nos 87Kg. E atribuí isso em parte à falta de movimentação (parei de andar de ônibus) e ao acréscimo de calorias do chocolate.
Iniciei um novo regime de fome, mais severo que o de 2018, e perdi 8kg no primeiro mês. Estou com 78kg agora (menos do que pesava no final daquele ano) e minha próxima meta é chegar aos 73Kg.
Tive que fazer ajustes no regime, porque um exame de sangue que fiz por outra razão mostrou uma leve anemia e deficiência de proteínas. Estou comendo um pouco mais, mas só alimentos que reforçam o teor de ferro e proteína (carne vermelha, ovos, coentro, etc). Não espero mais perder 8kg por mês, mas ainda estou perdendo peso.
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Um possível novo cliente entrou em contato pelo Whatsapp. Como ele fora indicado por um amigo que certamente não disse a ele que eu cobro por hora a segunda resposta que dei a ele foi o custo da minha visita, antes mesmo dele me perguntar. Então ele me perguntou:
E quanto seria para fazer um diagnóstico?
O que me lembrou imediatamente das tabelas de preço de alguns veterinários (clique para visitar a fonte):
Se eu vivesse me deslocando de um lado para outro da cidade e “dar uma olhadinha” significasse apenas um desvio de alguns minutos (considerando trânsito e estacionamento fáceis) eu até “poderia” fazer orçamentos sem compromisso. Mas não é assim que eu trabalho. Se eu tiver que me deslocar o valor é o mesmo para “fazer um diagnóstico” ou para resolver o problema.
Complicado trabalhar na área técnica, cliente sempre acha que tudo é coisinha simples (se é tão fácil porque ele mesmo não arruma?).
De vez em quando chega cliente aqui com computador ou notebook todo destrinchado pra eu só dar uma olhadinha que é coisa atoa que acham que vou arrumar só de passar o olho, esse tipo de cliente já dou um jeito de dispensar que sei que não vai dar valor no serviço.
Falando em suporte Jefferson: você também é o “cara de tecnologia” da família? No meu caso ocorre que como sou a pessoa que mais manja de tecnologia todos os meus parentes querem que eu arrume um tempinho para ajeitar/configurar PCs, impressoras & periféricos, celulares, etc. E claro que querem de graça… rsrsrs
Esse problema eu não tenho porque apesar da minha família ser numerosa o meu “ramo” decidiu se afastar dos outros décadas atrás. Eu posso falar com um primo na rua e não saber quem é.
O filme é cheio de situações altamente improváveis mas é interessante e divertido e a melhor parte fica por conta dos personagens de Guy Pearce e os dois vilões! O ator que interpreta o maluco é muito convincente.
Eu havia sido chamado à empresa para resolver outra coisa mas quando eu perguntei se estava tudo bem com a máquina do Faturamento (a segunda mais importante depois do servidor) a usuária comentou sobre esse “inconveniente” que ela tinha. Ocorria apenas numa operação especifica, quando ela precisava cadastrar notas fiscais de entrada. Ela me disse que, baseando-se em uma observação que eu fizera antes sobre um diretório com mais de 15 mil arquivos XML no servidor estar atrasando o backup, achou que fosse a quantidade de XMLs no diretório dela e já tinha apagado um monte, sem resultado. Eu conferi a quantidade de arquivos: 357. Não podia ser isso.
O diálogo que tive com a usuária foi engraçado e esclarecedor:
Eu: Você obviamente não perdeu seu tempo pedindo ao suporte do sistema para ver isso.
Ela: Eu não. Tudo agora que a gente pede eles dizem que “tem que falar com o contador”.
Eu: O contador?
Ela: É, tudo deles agora é assim.
Eu: A <nome do desenvolvedor do sistema> é uma empresa de contabilidade agora?
Rodei o Process Monitor (“PM” daqui em diante) para ver se eu encontrava alguma pista e a primeira coisa que eu notei foi outro problema do sistema comercial: o programa gerenciador de notas fiscais, que estabelece comunicação com a Fazenda, disparando uma quantidade impressionante de eventos por segundo. Era impraticável fazer alguma análise com aquela avalanche de eventos atrapalhando mas por sorte se tratava de outro executável do sistema e por isso eu podia filtrá-lo. Se o problema fosse nesse programa eu não teria conseguido fazer nada porque o PM estava travando, tamanha a quantidade de eventos adicionados ao log por segundo.
Aqui cabe uma recomendação a qualquer programador que esteja lendo isso: seu programa é apenas um entre dezenas rodando na máquina. Ao checar por algo, não faça isso centenas de vezes por segundo “só porque você pode”. Não configure um timer de 100ms se 1s (ou 5s) basta. Se você acha que isso pode impactar a percepção que o cliente pode ter da velocidade do seu programa avalie deixar isso configurável pelo cliente, mas dificilmente alguém vai questionar uma pausa de 1s em operações que são espaçadas por minutos. Claro que isso pode ocorrer por acidente então uma dica: use o PM para checar se seu programa está se comportando bem.
Após configurar o PM para observar apenas os eventos de sistema de arquivo do programa que estava travando por 45s, uma coisa me chamou logo a atenção: havia referências ao antigo servidor de arquivos da empresa, que fora desativado meses atrás, obviamente seguidas do erro “PATH NOT FOUND”. Um desses erros aparecia justamente após um intervalo de 15s sem qualquer evento ser registrado.
Isso fazia sentido e era rápido checar. Eu já tenho uma instalação do Virtualbox pronta para isso no servidor. Renomeei uma VM com o nome do antigo servidor e recriei o compartilhamento que estava sendo procurado. Com essa VM rodando e o compartilhamento acessível via rede eu repeti a operação no sistema. A abertura do diretório local da usuária foi feita quase instantaneamente.
Fiz uma rápida pesquisa sobre como fazer essa “emulação” de um modo mais “light”, sem precisar manter uma VM rodando para isso e vi algumas dicas interessantes, usando HOSTS, LMHOSTS, DNS, etc. Mas nada funcionou no tempo que eu tinha disponível e de qualquer forma o melhor jeito de mostrar a usuária e eventualmente ao suporte do sistema que o problema era esse era usar uma VM mesmo.
Eu fiquei pensando que outros problemas estariam ocorrendo diariamente na empresa por causa disso e os usuários não reclamam ao suporte do sistema porque sabem que não adianta. Se a configuração do sistema fosse em um INI ou no Registro eu mesmo tentaria resolver, mas eles guardam as configurações no banco de dados.
a burrada foi tão grande, que demorei a responder, de vergonha :s
o comando melhor seria net use; o meu pensamento era que o caminho not found estivesse
mapeado como unidade de rede, daí criar um novo mapeamento conseguiria enganar o programa.
Se já existe coisas como emulador de drive de cd/dvd, talvez tenha algum soft que emule
isso sem precisar ser uma máquina virtual. Vou pesquisar.
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A resposta curta: Verifique se é possível escrever no diretório TEMP do usuário.
A resposta longa:
Era para ser uma operação de rotina. Encontrei o maldito gbplugin na máquina de um cliente e após pedir autorização, já que a máquina estava apresentando um comportamento estranho, dei boot com o Hiren’s Boot CD para removê-lo e nessa operação aproveitei para apagar o conteúdo dos diretórios TEMP da máquina e do usuário. Tudo rotina.
Ao terminar tudo funcionava, exceto o sistema comercial, que acusava “erro ao conectar ao banco de dados”. Testei acesso à internet e ao servidor e nada parecia errado. Por sorte esse sistema comercial pelo menos se dava ao trabalho de exibir uma mensagem de erro, que inicialmente eu não vira por ter ficado em segundo plano, com a única pista que eu tinha: Erro $2B27 “Unknown Internal Operating System Error” ao tentar inicializar a Borland Database Engine.
Eu pensei: “Como isso pode ter acontecido? Eu não mexi em nada relacionado ao BDE!”
Pedir ajuda ao “suporte” era impensável. Eles iam provavelmente dizer que eu tinha que formatar a máquina. Eu tinha um “plano B” na forma de um backup Trueimage da instalação que eu fizera em julho, mas conciliar esse backup com todas as mudanças nos últimos três meses ia levar horas.
Uma rápida pesquisa com o Google não me deu nenhuma informação útil. Fui executar o bdeadmin para ver se encontrava outra pista e a mesma mensagem de erro foi dada. OK, vamos reinstalar o BDE para ver se isso resolve. Fiz um backup do diretório e tentei rodar o instalador. Aí acusou um erro dizendo que não podia escrever no diretório TEMP do usuário. Fui checar com o Explorer o caminho indicado e a mensagem foi de que o diretório estava corrompido.
Ahhhhh…
De alguma forma, o Windows 7 do Hiren’s boot CD corrompeu o sistema de arquivos dessa instalação do Windows 8.1 x64. A única coisa que eu fizera de “diferente” foi mandar alguns arquivos para a lixeira em vez de dar o meu habitual CTRL-DEL.
Mandei rodar o CHKDSK. Aparentemente o dano foi grande, porque teve que reiniciar automaticamente três vezes para consertar. Na segunda vez o Windows estranhou (um caso de “mão direita que não vê o que a esquerda está fazendo”) e ativou o “Reparo Automático”, que nunca repara nada mesmo.
Mas após a terceira execução do CHKDSK aparentemente o problema foi resolvido.
Nessa empresa tudo foi instalado recentemente, com cópias legalizadas. Eu só podia recomendar entre o Windows 7 e o Windows 8.1 e não me vi recomendando o cliente a gastar milhares de reais em um sistema “saindo de linha”, que nem podia mais ser encontrado com facilidade no comércio.
E eu já estava usando o Windows 8.1 x64 há meses. Quando dá problema é muito pior que o Windows 7 para consertar, mas quando está funcionando é melhor que o Windows 7. Ao menos para mim.
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Todas esperam que você abrace seus “produtos” baseado apenas em “fé”.
Nota: O que estou chamado de “óptica” aqui é o que quase todo mundo no Brasil chamaria de “ótica”.
Esta estória começa no meu post anterior. Saí do consultório com uma receita de multifocal hi-tech e mais blá-blá-blá de oculista, apesar de ter sido bem específico quanto a querer mais conforto para perto. Minhas primeiras palavras para o oculista foram “eu leio muito”.
A lente recomendada pelo oculista foi a multifocal Hoyalux Wide Pro com tratamento Blue Control. Na “ótica” onde consegui isso mais barato o par de lentes custa R$1400 à vista. Esta é a receita, com nomes editados para a proteção dos culpados:
Traduzindo a receita, para longe eu tenho meio grau de astigmatismo nos dois olhos e 0.25 de miopia no esquerdo. Para perto adicionar 2.25 graus às medidas para longe.
Eu indaguei o oculista sobre que benefício essa lente “blá-blá-blá-pro-blá-control” me daria comparada com uma prescrição somente para perto e a explicação dada não faz o menor sentido para alguém como eu, que nunca usou sequer bifocais. Até pareceu que com o simples movimentos dos olhos, automagicamente, a lente refocaliza para as mais variadas distâncias.
Então eu fui pesquisar na Internet, incluindo me sujeitar a muita conversa fiada no youtube. Tirando o “Blue Control” que tem muitas explicações e demonstrações de como funciona, para minha surpresa nem a Hoya se dá ao trabalho de explicar visualmente a “mágica” de operação de suas lentes multifocais. blá-blá-blá “regiões”, blá-blá-blá “clareza”, blá-blá-blá “tecnologia”, blá-blá-blá “conforto”… e nada de sequer uma simulação por slides de como a coisa funciona e, principalmente, qual a vantagem de uma lente dessas para alguém que só quer corrigir a visão para perto. Tanta tecnologia e eles não podem fazer um filme de demonstração? Esse obscurantismo para mim é sinal (sempre é) de que uma explicação minuciosa deixaria mais gente alarmada do que entusiasmada com essas lentes.
O que, raios, uma imagem como esta explica? Como você se adapta a isso? A imagem dá a entender que o tablet poderia estar em qualquer posição acima ou abaixo para ser lido com a mesma clareza e certamente só funciona assim se for por mágica.
Aparentemente essa regiões laterais são para quando você move os olhos lateralmente, sem mover a cabeça. Mas isso nem bate com o resto da imagem e a existência dessas regiões gera mais dúvidas.
Exemplos das minhas dúvidas:
Hoje eu tenho quatro monitores na minha mesa*, três dos quais eu posso ver claramente apenas movendo os olhos. Para mim parece óbvio que eu vou perder essa capacidade com a lente exibida na imagem acima e vou ter que ficar movendo a cabeça até para focalizar os dois monitores mais próximos. Pior que isso: como meu monitor principal tem 22″ será que até para ler uma linha de texto se estendendo de um lado a outro da tela (no momento em que escrevo isso cada linha tem 34cm) eu vou ter que ficar movendo a cabeça lateralmente?
Hoje eu consigo ler em um tablet, celular ou computador com mais ou menos a mesma clareza em distâncias de 40cm a 1 metro. Neste momento eu estou digitando com um teclado no meu colo a 40cm e com o monitor mais elevado a 70cm do meu rosto. Com um simples movimento dos olhos, sem mover a cabeça, eu alterno entre o teclado (sou “dedógrafo”) e o monitor. Acho evidente que usando uma multifocal eu vou perder essa habilidade.
Hoje se eu estiver apenas lendo e inclinar a cabeça, continuo lendo com exatamente a mesma clareza; mas se eu usar multifocais não vou ser obrigado a manter a cabeça reta para que as linhas não cruzem as zonas de visão? Qual a altura dessa zonas?
Hoje o topo do meu monitor principal está exatamente na altura dos meus olhos quando minha coluna está ereta. Mas isso não está na região “para longe” dos óculos? Para ler o que está escrito no meu monitor, que hoje eu posso varrer de alto a baixo sem mover a cabeça, eu vou ter que inclinar a minha cabeça para trás em um movimento antinatural ou ter que redesenhar toda a minha mesa? Se eu tiver que refazer minha mesa vai ser para poder ver também o quarto monitor sem mover a cabeça, posicionando-o acima do monitor central. E não para acomodar as pseudo-vantagens de uma lente cheia de frescuras.
A explicação mais técnica que encontrei está na Wikipedia que pelo menos lista os problemas, convenientemente ignorados pelo marketing, que você pode ter com multifocais.
Na falta de explicações convincentes a favor das multifocais estou inclinado a teimar em comprar um óculos de foco fixo (ou até dois) só para ler e trabalhar com eletrônica mesmo. Minha prescrição “só perto” sai por R$390 com lente “Premium Trivex Blue Control”. Para mim o inconveniente de ficar trocando de óculos parece ser de longe muito mais conveniente que as limitações das multifocais. Já marquei consulta com outro oculista para ver no que dá.
Algum de vocês tem algo a dizer sobre isso? Estou especialmente interessado na experiência de alguém que usa multifocais.
* No centro, meu monitor principal FullHD de 22″. À direita, meu monitor auxiliar de 17″. À esquerda o monitor de 17″ onde acompanho boa parte da casa pelo NVR. À esquerda deste, fora do meu campo de visão imediato, o monitor de 19″ com a imagem da TV por assinatura.
Minha mãe, quando se cansou de usar 3 óculos com cordõezinhos no pescoço (sim, ela não se habituou com o bifocal, nem com multifocal), decidiu usar lentes gelatinosas (para hipermetropia, que fique claro). Ainda assim, depois de usar lentes combinadas com óculos, passou para outro nível. Passou um tempo usando um recurso que eu até hoje me pergunto como funciona: uma lente de cada olho voltada para cada ocasião. Assim, ela enxergava melhor de longe com o olho esquerdo, e melhor de perto com o olho direito. E o cérebro compensava as diferenças e se acostuma, segundo ela…
Faz um tempo que não converso com ela sobre isso, então não sei se parou. De qualquer forma, serve pra te lançar mais caraminholas
Isso é a técnica da “monovisão”. Meus olhos foram operados com essa técnica mas não surtiu o efeito desejado. O primeiro cirurgião disse que eu me adaptaria e estou há cinco anos esperando por essa adaptação. Este segundo com quem falei agora explicou o motivo: a operação não alcançou a monovisão. Para isso eu precisaria de mais “x grau” em um dos olhos (não lembro agora).
Eu poderia alcançar a monovisão com lentes de contato? Talvez. Mas também poderia com óculos.
Eu acabo de testar duas multifocais de minha mãe. A experiência é instantaneamente desagradável. Basta mover a cabeça lateralmente para o mundo inteiro se deformar. E minha mãe certamente não comprou a mais barata.
Isso parece ser o que estou procurando. É chamado de “óculos intermediário” ou “ocupacional”. Um exemplo são as lentes Hoya Desktop, que tem modelo para 4m e 2m.
Jefferson, a uns 8 anos atrás eu tive esta mesma dificuldade que está tendo agora.
Na época optei por um modelo de foco fixo para perto já que era mesmo para usar no trabalho com computador.
Depois de uns 2 anos voltei para uma nova avaliação pois o óculos já não estava ajudando muito e como o grau tinha alterado e eu precisaria fazer novas lentes, resolvi investir no multifocal.
Mas os problemas realmente são estes que você levantou. O foco só é perfeito no centro da lente (na horizontal) em toda a sua extensão de baixo até em cima. Um pouco para os lados já detona geral a imagem. Conclusão, vai ter mesmo que ficar virando a cabeça de um lado para o outro para poder focar corretamente.
Se bem que em alguns casos mesmo com o desfoque, hoje, eu já consigo trabalhar sem mexer a cabeça pois tem várias coisas que posso “conferir” sem focalizar então eu só movo os olhos e verifico o que preciso. Quando tenho mesmo que ler, aí não tem jeito. Tem que virar a cabeça.
O movimento lateral ainda é aceitável mas o ruim mesmo é o pra baixo e pra cima.
Eu também gosto de trabalhar com a posição do monitor mais abaixo, quase igual a sua com o nível dos olhos em torno dos 85% a 90% da parte superior da tela. Mas ficar levantando a cabeça para poder focalizar a parte superior é realmente bem ruim.
Neste caso esta versão “para trabalho” do multifocal (a Zeiss tem versão para 1, 2 e 4 metros) coloca a parte superior da lente nesta distância ajudando um pouco com este problema de movimentação na vertical. Só que com isto não dá pra andar com ele na rua que vai ser bem ruim.
Como minha visão pra longe ainda é aceitável, quando saio na rua eu retiro o óculos.
O problema mesmo é dirigir. Dentro do carro não dá pra ver o painel sem o óculos e com eles não fica bom pra ver a rua/estrada. Ainda bem que eu quase não dirijo.
Bem esta é a minha “visão” sobre isto. Não resisti ao trocadilho…
Depois da operação eu não tenho problemas para dirigir em nenhuma situação. Vejo mais que o suficiente de longe e até mesmo o hodômetro é perfeitamente legível. Usar uma multifocal no carro iria me criar problemas onde hoje eles não existem.
Eu realmente não pretendo usar esses óculos para nada que não seja ler e analisar/reparar circuitos.
Aparentemente essa sua lente é semelhante à Hoyalux Wide Pro. Mas estou apenas comparando blá-blá-blá. Evidência, que faz falta, nada.
Mano, não trago muita informação. Apenas experiência.
Uso óculos desde os 7 anos, então uso óculos a quase 30 anos, :p
Sou míope com astigmatismo. E a melhor lente que já usei na vida era hoya.
O engraçado é que ela é barata. Comprei na última vez de outra marca mais cara e recomendada pela ótica… e a lente é horrível. Ela não é tão clara quanto a minha antiga, é mais pesada e um saco para limpar. Minha antiga hoya com papel higiênico ela ficava linda… já caiu em asfalto e não arranhou. Essa nova preciso lavar com detergente e secar sem realizar movimentos para a lente não manchar.
Tenho um tio oftalmologista e ele sempre recomenda essas lentes “mais simples” sem muita invenção. É corrigir o foco da luz e só. abraços!
Eu tenho miopia, uso óculos há muito tempo e também nunca entendo o que querem dizer os nomes das lentes (não sei, porque as balconistas das óticas também não sabem). As minhas Crizal Trivex eu achava que eram da marca Crizal, modelo Trivex.
Tentando entender o que é esse Blue Control das suas lentes, cheguei no blog desse cara, que tem um trabalho ultra relevante de traduzir para os não inciados as informações sobre as lentes de óculos:
Como eu disse no meu comentário do outro post, operei há 25 anos, ainda com bisturi (ceratotomia radial). Eu tinha 7 graus de miopia e fiquei com 0.50 de miopia em um olho e 0.75 de astigmatismo em outro. Eu tinha 24 anos quando da cirurgia. Fiz com o pioneiro da cirurgia no Brasil, Dr. Molinari (o plano do Banespa cobria), muita gente zerou, mas eu não tive essa sorte.
Eu tirei a minha habilitação após a cirurgia, sem a necessidade de lentes corretivas. Minha visão para distância é boa, mas tenho problemas a noite, a famigerada visão estrelada ao olhar para a iluminação artificial.
Eu trabalho com design gráfico e passo muito tempo na frente dos monitores. Hoje uso dois de 29 ultra wide. É uma área bem grande para se acompanhar com os olhos, 1.40m de um extremo ao outro.
Cinco anos atrás, aos 44 anos, comecei a sentir dificuldades para ler, trabalhar e muita dor de cabeça. Fui ao oftalmologista e ele me receitou uma multifocal. Fiz uma lente Zeiss que realmente nem me lembro qual era na época, mas era a segunda abaixo do portfólio da empresa. Foi cara, muito cara para a época, algo em torno de 1.900,00 reais. Hoje eu uso estes óculos apenas para ver TV.
Conversando com um dono de ótica aqui perto de casa, ele me deu a dica que resolveu o problema, e pode resolver o seu. Ele me recomendou fazer uma lente para perto (presbiopia) com 0.50 grau, a mais do que o receitado, com anti reflexo, e usa-la só para trabalhar. É o que uso até hoje e funciona muito bem. Minha receita era de 1 grau, fiz óculos de 1.5. Eles já estão fracos e estou precisando fazer uma nova receita, dizem que após os 45 ou 50 a presbiopia sobe .50 a cada cinco anos.
Como não sinto falta de óculos para longas e médias distâncias, não vou fazer mais multifocal, vai ser um óculos para longe, apenas para ver tv e ir ao cinema, um para leitura e outro para trabalhar.
A única coisa que estou achando estranho no seu caso é essa prescrição de 2.25 para perto. É muita coisa! Você é muito novo para isso! Com a progressão natural do enfraquecimento do músculo, você não vai conseguir enxergar mais nada aos 60 anos!
Eu trabalho com design gráfico e passo muito tempo na frente dos monitores. Hoje uso dois de 29 ultra wide. É uma área bem grande para se acompanhar com os olhos, 1.40m de um extremo ao outro.
Minha situação é bem parecida com a sua. Meus três monitores principais ocupam uma área de 1,30m.
Foi cara, muito cara para a época, algo em torno de 1.900,00 reais. Hoje eu uso estes óculos apenas para ver TV.
Você ainda deu “sorte” de pelo menos ter encontrado uma utilidade. Não que isso anime, considerando o preço.
Conversando com um dono de ótica aqui perto de casa, ele me deu a dica que resolveu o problema, e pode resolver o seu. Ele me recomendou fazer uma lente para perto (presbiopia) com 0.50 grau, a mais do que o receitado, com anti reflexo, e usa-la só para trabalhar. É o que uso até hoje e funciona muito bem. Minha receita era de 1 grau, fiz óculos de 1.5.
Eu estava matutando sobre algo assim ainda ontem. Seu relato me convenceu a botar dinheiro nessa idéia.
Como não sinto falta de óculos para longas e médias distâncias, não vou fazer mais multifocal, vai ser um óculos para longe, apenas para ver tv e ir ao cinema, um para leitura e outro para trabalhar.
É engraçado que os oculistas achem que com isso a gente não se acostuma.
A única coisa que estou achando estranho no seu caso é essa prescrição de 2.25 para perto. É muita coisa! Você é muito novo para isso! Com a progressão natural do enfraquecimento do músculo, você não vai conseguir enxergar mais nada aos 60 anos!
Eu também estava desconfiado desses números. Veja a receita que recebi ontem, do cirurgião que me operou:
e a receita da semana passada:
Elas só concordam no eixo!
Minha idéia, no momento, é fazer ambas com uma lente barata e ver a que fica melhor.
Este oculista não fez qualquer recomendação de lentes. Mas insistiu que eu vou ficar mais confortável com multifocais. Ainda assim ele frisou que isso quem decide sou eu.
Minha idéia, no momento, é fazer ambas com uma lente barata e ver a que fica melhor.
Ou ir a um terceiro oculista munido das duas receitas (sem os nomes de quem emitiu) com o explicito requerimento dele me testar com ambas para ver qual está certa. Certamente mais rápido e mais barato.
Vai ver que esse segundo médico já colocou 2.25 considerando o meio grau a mais para trabalho com monitores, mas mesmo assim, continua muito diferente. Acho que uma terceira opinião é válida sim. Isso se o seu plano de saúde não encrencar contigo.
Eu falei com o SAC hoje e me disseram que não há qualquer problema. Ainda bem, porque pagar R$540 por mês para só ir ao médico a cada x anos e ainda ficar esbarrando em restrições é dose.
Gostaria de ter dinheiro para pagar consulta particular de R$350 sem pestanejar. Mas não tenho.
Fui ao terceiro oculista. Abri o jogo com ele, mostrei as receitas que eu tinha e expliquei o meu problema.
Eu disse a ele que esperava que ele me dissesse qual da receitas estava certa ou até me desse uma receita inteiramente diferente. Quando ele me examinou ele me disse, rindo, que eu ia acabar mesmo com uma terceira receita. E uma quarta, porque ele foi o que melhor compreendeu meu problema e receitou dois óculos para perto. Um para ler no computador e outro para trabalhar com eletrônica (mais perto).
Perto:
+2,75, -0,50, 20
+2,00, -0,75, 160
Intermediário:
+2,00, -0,50, 20
+1,25, -0,75, 160
No exame ele me entregou um tablet já preparado para isso exibindo letras de diversos tamanhos e me pediu para segurar o tablet a duas distâncias diferentes do rosto enquanto escolhia as lentes.
Ele também questionou um dos médicos ter recomendado uma lente multifocal. Ele me disse que eu não me adaptaria a uma lente dessas.
Peguei minhas multifocais ontem (400,00 – nem de longe essas premiuns q vcs pagaram) + 400 de armação nova (lentes grandes). Achei um horror!!!! Tô pensando em voltar na ótica hoje. Antes uma armação estreita p longe (tenho miopia) e verificar a distância de perto por baixo do óculos, como sempre foi. Senti-me limitada c as multifocais, e achei inútil a região intermediária. As laterais são prejudicadas, a região p longe é limitada, p perto é estreita e a movimentação de cabeça q se exige p ver as coisas… aff, trabalheira!! Cheguei em casa não enxergando meus gatos aos meus pés, tinha q encostar o queixo no pescoço p vê-los. Detestei a experiência. Acho q não estou disposta ao período de adaptação. E outra, o oftalmologista me passou 1,25 p perto, sendo q tenho visão perfeita p perto. Ele disse q todo mundo depois dos 40 precisa usar óculos p perto. (Bom, não eu, ainda.) Minha visão p perto ficou pior. Obrigada pelo artigo e comentários de vcs.
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…mas enquanto isso não acontece eles abusam do poder de esnobar você.
Já se passaram cinco anos desde que operei os olhos. No geral o saldo foi positivo, mas não tem sido uma experiência livre de problemas. Este mês eu decidi que passo tempo demais lendo para continuar tolerando o desconforto gerado pelos problemas residuais na minha visão e que vou voltar a usar óculos, pelo menos para leitura e trabalho com eletrônica.
Como além de querer uma segunda opinião eu não estava inclinado a perder uma tarde inteira para ter uma audiência de cinco minutos com oculista (ocorrência normal com aquele que me operou) eu marquei consulta com um outro conhecido cirurgião de Recife e durante a marcação foi frisado que era com hora marcada. Cheguei 20 minutos antes. Uma hora depois da hora marcada eu fui chamado e em vez de me deparar com o oculista me pediram para sentar à frente de três equipamentos diferentes para fazer testes que eu já conhecia. Após uns poucos minutos nisso me disseram que iam dilatar minhas pupilas.
Ninguém me avisou nada sobre isso na marcação, nem que eu ia ficar incapacitado de ler o que estava escrito no meu celular, onde eu estava tendo uma conversa com dois clientes via whatsapp. Mas este é outro problema.
Alguns minutos depois de terem aplicado o colírio me mandaram para a recepção dizendo que “daqui o pouco o doutor vai chamar”.
Meia hora depois me chamam. Pensei que finalmente ia falar com o oculista. Fui levado para outra sala onde passei por mais dois equipamentos.
Novamente me disseram: “daqui a pouco o doutor vai chamar”. Muito depois que o “daqui a pouco” virou “daqui a muito” e eu percebi que ia ser o último a ser atendido eu tive que ir perguntar à recepcionista se o atendimento ali era mesmo com hora marcada. Ela me disse que o doutor tivera um imprevisto com uma cirurgia.
Meu atendimento só aconteceu duas horas e meia depois da hora marcada. Nossa conversa durou não mais que 10 minutos e saí de lá menos que satisfeito. Neste outro post eu discuto o resultado. Convenientemente para todos esses “profissionais” você tem que passar o dedo no leitor de impressões digitais quando chega, porque se fosse no momento do atendimento eu tenho certeza de que eles não achariam que “um imprevisto com uma cirurgia” fosse motivo para deixar um paciente com hora marcada esperando duas horas e meia, sem dar qualquer satisfação. Vossa excelência o médico ia voltar desse “imprevisto” para encontrar pelo menos metade da sua agenda ausente.
Quanto ao título do post, quase todo o trabalho do oculista hoje é feito pelas suas assistentes operando os equipamentos. Até o velho “fica melhor assim… ou assim?” Eu não me surpreenderia ao descobrir que até a receita que recebi fora preenchida previamente por uma das assistentes. Se eu estiver certo, para quê temos que esperar pelo oculista?
Essa sua história me lembrou uma situação que vivi a alguns dias.
Precisei levar minha filhinha de 5 anos de idade, ao pronto atendimento, um local onde o hospital da cidade, que se diz referência na região, faz os atendimentos particulares, planos de saúde e tal, ou seja, não era o SUS.
Chegando lá, me deparei com um cartaz enorme, colocado estrategicamente em um local onde ninguém poderia dizer não ter visto, com o tempo médio de atendimento de acordo com a gravidade do paciente.
Pois bem, tinha lá desde atendimento imediato, atendimento em até 30 minutos, atendimento em até 120 minutos e atendimento em até 240 minutos, isso mesmo, dependendo do seu problema, você poderia ter que esperar até quatro horas pelo atendimento.
Minha filha passou pela triagem e foi classificada para o grupo de 120 minutos, fomos atendidos em aproximadamente 90 minutos.
Moro em uma cidade aqui do Rio Grande do Sul, onde uma lei municipal determina que nos bancos, o atendimento seja realizado em até 20 minutos, sob pena de multas e outras sanções.
Agora acompanha meu raciocinio. Serviços de banco, eu diria que aproximadamente 80% deles, você consegue resolver sem nem ir ao banco, você pode utilizar o aplicativo no seu smartphone, ir a um caixa de auto-atendimento, ir até um correspondente bancário, utilizar o site do banco no computador, etc.
Quando você está doente, você não resolve o problema abrindo um aplicativo no smartphone, você não resolve o problema em um auto-atendimento em uma máquina, você precisa ir ao médico.
Está percebendo a ironia? Uma criança febril, com dificuldade em respirar, pode esperar 120 minutos pra ser atendida, enquanto alguém que vai para a fila do banco pagar uma conta, que poderia facilmente pagar aquela conta de inúmeras outras formas, tem direito a ser atendido em 20 minutos.
Infelizmente, como sempre fala um dos meus cunhados, nesse país está tudo errado!
Eu entendo o que você quer dizer mas infelizmente há uma lógica nisso. Se você abrir vaga para caixa de banco vai ter fila de gente qualificada se esbofeteando pela vaga. Conseguir médicos é muuuito mais difícil. E o problema está aí: na falta de médicos. Um problema que não pode ser resolvido (facilmente ou sequer a médio prazo) por uma lei.
Diagnóstico por máquina/algoritmo em muito em breve vai superar completamente o trabalho humano. Já trabalhei em laboratório, é tudo pronto. Quem assina é o médico/biomédico mas quem laudou foi o equipamento.
Os equipamentos de Oftalmologia já são em sua grande maioria automáticos, quem opera normalmente é técnico em enfermagem ou auxiliar de consultório.
Acho que no começo deste ano vi uma matéria comparando o grau de sucesso de diagnóstico de um algoritmo com auto-aprendizado e médicos reais e a taxa de acerto foi maior com o algoritmo. É este o caminho e não tem volta.
Parece que um dia a tecnologia vai tornar os ocultistas obsoletos…
Tou precisando ir no oftalmologista, e olha que a minha cirurgia, ceratotomia radial, feita à bisturi, já tem 25 anos.
Brincadeiras à parte, já há 5 anos uso óculos para filmes (meio grau de miopia em um olho, e 0.75 de astigmatismo em outro, sequelas da cirurgia), e para leitura, 1.5 graus de presbiopia. Mas aí, os meus quase 50 anos justificam.
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É incrível como sua percepção muda quando você tem um problema de coluna.
Minha última cadeira “acolchoada” teve que ser afastada para manutenção porque todo o revestimento de couro fajuto tinha se desprendido e estava muito suja. Essa cadeira eu comprara há anos no Extra em Recife depois de pelo menos uma hora experimentando cadeiras no showroom. Comprei este ano uma poltrona substituta “presidente”, bonita, imponente, que no meu teste no showroom não me pareceu causar dor mas que em casa foi reprovada em no máximo dois dias. Substituí “temporariamente” por uma de plástico do quintal e estou com ela há mais de seis meses.
Não tem indicação de modelo, mas é uma Grosfillex e pela aparência é uma “Poltrona Fidji Baixa“:
A julgar pelas inscrições embaixo ela foi fabricada em 1994. É surpreendente que o modelo tenha sobrevivido até hoje, com a atração que a maioria das empresas parece ter pelo conceito de “linha 20xx”. O fato é que essa cadeira oferece o que eu acho mais importante hoje: eu esqueço que ela existe. Até meus pés ficam perfeitamente assentados no chão, mesmo sem regulagem. Não é que a dor na minha coluna desapareça com ela, mas resta apenas uma dorzinha que eu só estou notando agora porque estou pensando no assunto enquanto digito. Se eu encontrasse um cadeira que anulasse 100% da dor eu compraria pelo menos meia dúzia.
Já para dirigir eu sinto dor muito mais rápido no GOL 2000 do meu pai do que no meu UNO 97.
Por um acaso já experimentou sentar em uma cadeira tipo a do Jô Soares. Tudo bem que é uma de 2.5k em reais. Acho que não vai comprar 6 delas mas é uma delicia sem igual.
Cadeira Raynor Eurotech Ergochair V2 2016 Plus Elite Giratoria Ergonomica Diretor Presidente em Tela Mesh Preta
Alguém está de sacanagem aí. Isso é um produto das Organizações Tabajara?
R$2500 é certamente caro e certamente faz falta. Mas se fosse a única alternativa para zerar a dor na minha coluna eu pagaria. Entretanto, minha cadeira que está encostada por estar muito suja custou R$300 e neste momento eu não estou sentindo dor alguma na Grosfilex.
Não, não é porque eu vi o preço dessa que a dor acabou na de plástico.
Ontem mesmo, horas depois de ter escrito o post, a dor de que falei já tinha passado. Essa dor deve ir e voltar e eu nem me dou conta dela por estar acostumado.
E o que é pior: eu poderia provar essa cadeira, achar confortável, e em casa descobrir que não serve. Já aconteceu com pelo menos três outras. Para “aprovar” de verdade uma cadeira só passando um dia inteiro com ela.
Pra quem tem problema de coluna todo investimento é válido mas os valores são bem altos. Você comprando a cadeira online pode usar alguns dias e como em 2 ou 3 dias você já confirma a eficiência, pode usar o direito de arrependimento e devolver se for o caso.
Eu não gosto desse tipo de coisa e prefiro arcar também com o ônus (não apenas com o bônus) de minhas escolhas. Para mim o direito ao arrependimento só deveria valer enquanto eu não recebesse a encomenda.
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A última vez que discuti esse assunto foi há 10 anos no G&G. Na época eu queria remapear uma tecla. Hoje eu precisei desabilitar uma e minha dica de 10 anos não servia.
Esta semana mais um notebook meu apresentou problema no teclado. Na maior parte do tempo não estava conseguindo digitar sequer uma palavra inteira sem interferência. Eu tinha certeza de que era uma tecla não-ASCII que estava disparando ocasionalmente, mas não tinha certeza de qual. Não adiantava usar teclado USB ou o teclado virtual.
O primeiro passo foi aproveitar um momento em que o teclado me deixou digitar uma sentença inteira para acessar este teste online, que me mostrou que era a tecla “Sel” que disparava ocasionalmente. Particularmente importante é o fato de que as teclas do teste permanecem destacadas mesmo após serem desacionadas, o que permite flagrar teclas que disparam sozinhas por uma fração de segundo, que era o meu problema. Se eu não tivesse conseguido digitar o bastante para acessar o site meu plano era criar um atalho para ele em outro computador e copiar esse atalho para um pendrive.
O segundo passo foi baixar e executar o programa Sharpkeys. Um substituto muito melhorado do Remapkey com pelo menos três funcionalidades inexistentes no utilitário da Microsoft:
Permite mapear uma tecla para “nada”, efetivamente desabilitando-a;
Oferece a possibilidade de você simplesmente apertar a tecla que deseja remapear/desabilitar para identificá-la. Você não fica limitado às teclas que estão listadas;
A funcionalidade anterior oferece a possibilidade adicional de testar qual tecla não-ASCII está disparando sozinha. Basta executar o programa, ir até “type key” e esperar.
Note que toda mudança requer que você faça logoff. O Windows só confere os mapeamentos ao fazer login.
Apesar do autor dizer que você precisa estar usando Windows 2000, Windows XP, Windows Server 2003, Windows Vista, ou Windows 7, o programa deve funcionar também com todas as versões mais recentes do Windows. Eu conferi no Windows 8.1 x64.
Isso parece ter resolvido meu problema.
Coisas que o programa não pode fazer, segundo o autor, com alguns comentários adicionados por mim:
Inverter as posições de duas teclas. Isto é: você não pode trocar a posição do Z com a do Q e esperar que as duas teclas ainda funcionem;
Mapear um conjunto de teclas em uma tecla. Isto é: você não pode fazer com que apertar uma tecla qualquer tenha o resultado de um CTRL+C;
Mapear cliques do mouse para teclas (óbvio);
Suportar certas teclas de hardware que o Windows nunca “vê” como a maioria das teclas Fn (essa tecla geralmente só é “vista” pelo BIOS do notebook);
Suportar mapeamentos diferentes para usuários diferentes. O mapeamento é para a máquina inteira;
Proteger você de si mesmo. Se você desabilitar uma tecla essencial e não puder mais fazer login, vai ter que reformatar (não não vai. Isso é o que a maioria das pessoas acha. Basta fazer uma edição offline do Registro para apagar a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Keyboard Layout), tendo em mente que CurrentControlSet pode ser três chaves diferentes.
Bom dia, Jeff.
Meu notebook está com problema na tecla Esc. Usei o SharpKeys pra remapear a função desta tecla para outra tecla (Pause/Break, que nunca uso), porém não tive sucesso. Meu SO é o Windows 10.
Você tem uma ideia do que poderia resolver isso?
Estou com o mesmo problema meu querido, mas fiz o teste aqui, é são 6 teclas. Sendo, duas delas, são letras e ponto de interrogação e dois pontos. O que faço nesse caso? Se eu preciso de todas as letras para escrever. Como resolver? Obrigada, Seu artigo foi o único até agora que li, e que vi uma luz. Mas, como tenho seis teclas ruins, incluindo letras, queria saber antes de iniciar qualquer configuração. Me ajude por favor. Me chamo Rosângela, e não entendo nada disso, e muito menos tenho uma mão masculina aqui para arrumar isso pra mim. Além de escrever, até vídeos do YouTube, tudo esta sendo afetando por essas teclas estarem assim. Agradeço de coração se pude me responder e tentar me ajudar. Abraços,
Infelizmente seis teclas é muita coisa. Mesmo que houvesse essa mesma quantidade de teclas “que você nunca usa” em um notebook, isso atrapalha severamente o uso.
Minha recomendação é comprar um teclado USB (com fio custa entre R$20 e R$30) e usá-lo em vez do teclado original. Se dessas seis teclas você tem alguma que dispara sozinha desabilite-a com o Sharpkeys ou ela vai interferir com o uso do teclado USB.
Pois é, é muita coisa. Mas, consegui desabilitar 4 teclas que foram: Home, End, PgUp e PgDn. Pois, elas eram as piores, estavam clicando sozinhas não permitindo que eu fizesse NADA. As outras teclas B e N não estão atrapalhando a escrever, nem nada. Só as outras, mesmo estavam insuportáveis. Abri também meu teclado, e limpei minunciosamente tecla por tecla, e mesmo assim essas 4 teclas que depois desativei, continuavam loucas kkk. Então achei melhor desativar mesmo. Eu mal uso elas mesmo. Só espero que elas não se ativem sozinhas né. Porque até agora aqui, esta tudo ok.
Obrigada por me responder viu? Deus te abençoe por esse artigo esclarecedor.
Rapaz, muito boa essa dica do Sharpkeys, eu tinha tentado de tudo mas não resolvia.
Na verdade o ideal seria abrir e desconectar o cabo da placa, mas estou sem ferramentas para fazer isso.
O meu teclado nativo tava em curto (caiu líquido), e aí mesmo com o USB ficava ativada uma tecla (NUM -). Tentava desativar como o programa DisableKeys e funcionava para quase tudo, mas em algumas telas (tipo gerenciador de dispositivos e instalações de programas) voltava a ativar.
Com essa desativação do registro ficou lindo demais, perfeito.
Eu acredito que se privar das coisas não resolve.
O sucesso ocorre quando se atinge o poder de moderar.
Penso que uma xícara de café por dia não deva deixar ninguém doente.
O mesmo ocorre com o refrigerante mas em maior tempo, tipo uma vez por mês.
Vinho, chocolate, bolacha, sorvete, etc.
Tudo bem moderado deixa a gente mais feliz e não faz mal.
Eu tenho a mesma opinião, de que… radicalismo não faz bem.
Tudo que é em excesso faz mal, até mesmo água.
https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2014/05/26/beber-agua-em-excesso-pode-fazer-mal-a-saude-veja-mitos-e-verdades.htm
Esse texto ai acima lembra de outra coisa que é necessário, mas tem que ter cuidado. O sódio.
http://www.cliquefarma.com.br/blog/sodio/
Eu sou hipertenso, tenho que tomar vasodilatador, mas pode se ver que se de alguma forma você banir o sódio e ingerir menos que o recomendado, terás problema justamente com a… água!
Mas vamos ao café… nunca gostei de tomar café, mas recentemente ganhei uma cafeteira expresso, dessas que usam cápsula, quebrada de uma amiga, ela ia jogar fora e eu falei, eu quero. Consertei a dita cuja e digamos que passei a tomar um expresso curto a cada dois ou três dias. Não me afetou em nada negativo, mas percebi que quando você esta em uma tarefa entediante ou que é fácil perder a atenção, o café ajuda um pouco.
E o açúcar… a menos que a pessoa seja um diabético, um pouco de açúcar na dieta é necessário, pois afinal é dele que retiramos energia. Basta lembrar que vários outro alimentos são convertidos em açúcar durante o processo digestivo. A exemplo o amido que no final do processo digestivo, vira glicose.
Então vem a conclusão, a menos que você tenha alguma alergia ou restrição muito grave de alguma coisa, corta-la completamente do cardápio sem saber fazer a reposição por algo equivalente, pode fazer mais mal do que bem a longo prazo.
O segredo é a moderação.
Eu estou a uns 15 dias sem café mas por problemas de gastrite.
Não considerava que era tanto a causa mas o café era um veneno pra mim, já fiz endoscopia em 2015 e eu estomago estava bem ferido por dentro, na época diminuí o café tomei os remédios indicados e tal e resolveu.
De uns meses pra cá voltou a toda doendo quase 24h/dia, comprei os mesmos remédios e nada resolveu, então resolvi cortar o café (logo pela manhã eu tomava café com estomago vazio), em uma semana já quase não sentia mais dor.
Não sarou 100% mas 90%, e eu não estava tomando tanto café quanto tomava antes, então no meu caso preferi cortar mesmo o café totalmente.
Irei voltar a tomar um café depois do almoço e tal, mas já me entupir de café logo pela manhã como eu fazia, não faço mais.
No meu achismo 1L de café já seria muito, imagina 1,50 litros. Eu tomo uns 300ml por dia.
Eu não tenho certeza de quanto eu bebia. Eu me baseio pela quantidade de vezes que eu enchia a garrafa. Não era menos de um litro porque eu fazia café todo dia e não eram mais que dois porque mesmo nas ocasiões em que eu tinha que fazer café duas vezes, era sempre no final do dia, sobrando muito para o dia seguinte.
O mesmo está acontecendo com o chá. Estou tomando mais de um litro por dia.
90 dias sem tomar café, já satisfatoriamente substituído por chá de canela.
75 dias sem refrigerantes e doces. Tem uma caixa de sorvete há 90 dias no freezer.
Uns dez dias sem comer pão, que foi trocado por cuscuz ou macaxeira.
Também estou evitando beber durante as refeições e me policiando para mastigar devagar.
Mas meu horário de dormir descontrolou de novo e ainda não consegui me livrar do adoçante.
Emagreceu? Já começou a fazer exercícios? Compra uma MTB ou uma SPEED e sai para padalar “cabra da pexte”… rsrsrs
Que eu tenha notado, não. Mas eu não esperava mesmo emagrecer só com essas medidas. Estou é de olho nas minhas taxas. Meu exame de sangue em outubro deu 98mg/dl de glicose e o “normal” é de 60 a 99. Em 2013 estava em 88. Gostaria de ver isso abaixo de 80.
Ainda não. Uma coisa de cada vez. Algumas pessoas não conseguem administrar várias mudanças simultâneas e no final nenhuma delas dá certo, causando frustração. Eu sou uma delas.
Já tenho bicicleta. Parei de usar quando tive minha primeira crise na coluna lombar. Mas ela é minha segunda opção de exercício. A primeira é usar a piscina, mas para isso eu preciso tornar o exercício menos desconfortável e a primeira experiência é comprar uma roupa de neoprene. Minha piscina não é aquecida e é difícil se concentrar no exercício quando você está batendo os dentes de frio nos primeiros minutos.
Um ano sem tomar café. Não consegui ainda me livrar do adoçante.
Voltei a comer doces, refrigerante e pão desde a viagem para a Europa em agosto, porque manter um regime durante as férias ia ser um complicador a mais. Ainda preciso voltar ao regime.
Mas curiosamente voltei da viagem pesando um quilo a menos (a atividade constante deve ter compensado o descontrole alimentar) e perdi mais um quilo nos últimos 20 dias. Estou com 80.5 agora e meu objetivo é reduzir pelo menos até 73, que é o quanto eu pesava há 15 anos, durante o período que frequentava academia.
Nota: cerca de dois meses antes da viagem eu estava pesando 89kg. Comecei um regime de fome e viajei com 82kg.
3 anos sem tomar café! Eu queria isso também Jeferson. Me conta como foi sua primeira semana e primeiro mês e o que sente agora por evitar isso? Eu tentei uma vez parar de tomar café, em um< mês, mas quebrei o desafio quando voltei a trabalhar. Quero tentar parar de novo. 48h já.
Para mim foi tranquilo. Eu cheguei à conclusão de que não era viciado em café e sim no açucar/adoçante.
Três anos sem tomar café.
30 dias sem tomar qualquer substituto (chá, chocolate, etc).
Ainda não consegui me livrar do adoçante, mas só de ter parado com os substitutos do café minha quantidade de adoçante ingerida durante o dia caiu significativamente.
Tive que fazer novas alterações porque há meses eu tinha deixado de lado o chá e passado a tomar chocolate quente como substituto do café (nada saudável, eu sei). Com o confinamento da pandemia meu peso voltou a bater nos 87Kg. E atribuí isso em parte à falta de movimentação (parei de andar de ônibus) e ao acréscimo de calorias do chocolate.
Iniciei um novo regime de fome, mais severo que o de 2018, e perdi 8kg no primeiro mês. Estou com 78kg agora (menos do que pesava no final daquele ano) e minha próxima meta é chegar aos 73Kg.
Tive que fazer ajustes no regime, porque um exame de sangue que fiz por outra razão mostrou uma leve anemia e deficiência de proteínas. Estou comendo um pouco mais, mas só alimentos que reforçam o teor de ferro e proteína (carne vermelha, ovos, coentro, etc). Não espero mais perder 8kg por mês, mas ainda estou perdendo peso.