 Jefferson,  24 de outubro de 2014, malware, Segurança O boletim de segurança da Microsoft não menciona o XP nem o server 2003. O XP pode não estar na lista por não ser mais suportado, mas é curioso não ver o Sever 2003. Isso pode querer dizer que XP e 2003 são imunes (2003 e XP são similares), mas até isso ficar claro é melhor tomar muito cuidado.
Todas as versões do Windows indicadas no boletim, mesmo completamente atualizadas, são vuneráveis. Seria realmente interessante descobrir que o XP é imune.
A vulnerabilidade é explorada através de documentos do Office carregando um objeto OLE malicioso. Vulnerabilidades no OLE não são nenhuma novidade e até possível argumentar que desde o início foi uma péssima idéia da MS criar o OLE porque é mais usado por criadores de malware que pelos usuários. E esse tipo de coisa põe até power users em risco porque afinal é um documento que você está abrindo. Imagine o que pode acontecer com usuários comuns.
E pouco ou nada adianta dizer que o usuário não abra documentos vindos de origem desconhecida quando se trata do departamento de vendas de uma empresa. Se você recebe um pedido de orçamento com um anexo que não é um executável você vai deixar de abrir o documento só porque não conhece o remetente? Nenhuma empresa se sustenta por muito tempo assim.
Por precaução, é melhor eu reativar meu firewall com HIPS. o HIPS avisa toda vez que um processo tenta abrir outro e teoricamente isso impede um usuário que presta atenção às mensagens de ser infectado. A mesma coisa com o UAC, mas o danado do UAC é tão chato que nas minhas máquinas rodando o Windows 7 ele é desativado. O HIPS eu pelo menos posso ensinar a não fazer a mesma pergunta para o mesmo programa novamente. Já se eu executar 100 vezes o mesmo programa no mesmo dia, 100 vezes o UAC vai me perguntar se eu tenho certeza.
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 Jefferson,  15 de outubro de 2014, browsers, Firefox, ViciadoEmAbas Eu sei que meu caso é complicado, mas mesmo assim…
Como o Gmail passou a implicar comigo por ainda estar usando o Firefox 11, decidi tentar outra versão. Apesar da mais recente ser a 33, comecei pelo Firefox 31, que eu já havia tentado usar em setembro sem sucesso. por ser a última versão disponível ESR. No momento eu estou com 2100 abas no Firefox e a sessão é carregada em cerca de 30 segundos. Veja o consumo de RAM logo depois do FF estar pronto para uso:

“Apenas” 911MB de RAM. A memória total que tenho disponível no meu XP de 32 bits é 3.21GB.
Apesar disso não estar aparecendo na imagem, a versão usada é a portable. Por razão desconhecida o “stub” loader da Portable Apps nesta minha instalação se encerra logo depois de Firefox.exe ser carregado.
Nesta versão eu uso onze complementos
Fechei a versão 11, copiei o arquivo .session com minha sessão de 2100 abas para o diretório correto do Firefox 31 ESR recém instalado (instalei apenas os complementos Session Manager, Flashgot e All tabs Helper) e dei partida. De cara eu senti a diferença no tempo para carregar a sessão. Levou muito mais tempo, que eu não pensei em cronometrar. Mas o que me assustou mesmo foi isso aqui:

O Firefox 31 ESR, nas mesmas condições que o Firefox 11, consome 500MB a mais. Vendo de outra maneira: consome 50% a mais de RAM! E para quê?
E olha que nestes testes eu só carreguei uma das 2100 abas abertas.
No segundo teste que fiz para cronometrar, o tempo de carregamento da sessão foi ainda pior. Depois de 10 minutos esperando, desisti e matei o Firefox 31.
Eu pensei: será que essa minha versão do FF 11 tem algum ajuste lá em about:config que fiz e esqueci? Alguma extensão está ajudando em vez de atrapalhar? Instalei então uma nova cópia do Firefox 11 portable, com os mesmos três complementos e a mesma configuração básica. O resultado foi este:

Perceba que o “stub” loader da Portable Apps está aí, mas mesmo somando o consumo de RAM dos dois, ainda consome menos que na minha instalação principal.
Como se pode ver claramente, para alguém com os meus requerimentos o Firefox 31 é um retrocesso.
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 Jefferson,  15 de outubro de 2014, Filmes Entre outras coisas porque faz você pensar. Ok, não muito, mas considerando os outros filmes desse gênero do lote 2014, até que faz pensar bastante.
É interessante testemunhar como o personagem de Tom Cruise, Major Cage, passa de covarde a herói. E o danado é que você acaba se identificando com o covarde. No lugar dele você não estaria se urinando de medo? O cara não teve treinamento, era um oficial da reserva porque pagou a faculdade com uma bolsa militar para oficiais e por isso teve teve que servir por um mínimo de 4 anos (é o que entendo de ROTC) e saiu da reserva muitos anos depois, após ter perdido sua agência de publicidade quando a guerra começou. Ele era major não por ter merecido isso em combate, mas porque você já sai do ROTC como um oficial e a posição dele como relações públicas das forças armadas durante a guerra não permite que ele tenha uma patente baixa.
Então, não me surpreende que ele comece como um covarde. Mas é bom ver como ele gradativamente deixa de sê-lo para no final assumir o papel de herói e líder.
Na primeira vez que assisti achei que a reação do general à chantagem tivesse sido absurda. Em vez de mandá-lo para uma corte marcial o general efetivamente estava mandando Cage para a morte. Porém depois de ter assistido repetidas vezes e começar a digerir os detalhes, percebi que o general não esperava que a invasão fosse o massacre que foi. E que provavelmente não seria mesmo, mas o que nós espectadores vemos como a “primeira” batalha provavelmente já era o resultado de um dos “resets” do inimigo. A invasão possivelmente foi uma surpresa como esperado, mas quando seu inimigo pode fazer tudo começar de novo…
No primeiro reset Cage parece abobalhado e em nenhum momento se prepara para o que vai acontecer, mas isso também é verossímil. No lugar dele eu pensaria que estava em um sonho ou saindo de um antes de pensar em uma viagem de volta no tempo. Tantas (ou tão poucas) são as explicações possíveis que no primeiro reset é compreensível que você fique quieto, com o cérebro a mil por hora, tentando lidar com os seus sentidos. Depois de compreender o que estava acontencendo Cage tenta de tudo, incluindo não ir para o front e esperar que tudo se resolva sozinho. O que também é compreensível. Imagine que você está em um jogo e tem que tediosamente passar por toda a primeira fase toda vez que morre no início da segunda. Multiplique essa sensação por cem. Imagine como é quando você é o único que aprendeu alguma coisa em cada uma das interações e precisa se apresentar e convencer seus aliados cada uma das vezes. Passar por tudo de novo, e de novo, e de novo… Rita sugere que enfrentou o mesmo dia “300” vezes.
Mas ao descobrir que o inimigo não está de forma alguma preso ao continente europeu Cage parece notar que a única saída é o enfrentamento.
E por falar em Rita, quando ela diz que viu Hendricks morrer 300 vezes e se lembra de cada detalhe, fica evidente que Cage está passando por exatamente a mesma situação. Não importa o que ele faça, o dia termina com Rita morrendo. Só os detalhes diferem.

E depois de “conhecê-la” centenas de vezes Cage não quer ver isso acontecer de novo. E olha que a sargento Rita Vrataski, chamada por muitos de “Full Metal Bitch”, não é exatamente uma pessoa amável ou simpática. É interessante notar também que a direção do filme não tentou empurrar no papel nem uma beldade, nem uma personagem de maquiagem impecável. Emily Blunt faz o papel de uma mulher comum, corajosa, que se alistou para lutar e não é nada difícil para o espectador acreditar nisso. Mas eu admito que aquele “facão” roubado de um cosplay de Final Fantasy que ela usa em combate não a ajuda a ser levada a sério a princípio.
E talvez a intenção do diretor tenha sido essa mesmo pois a comédia está em toda parte no filme.
Cage (vestindo o exoesqueleto): Ouça, eu nunca estive em um desses antes
Griff: Eu nunca estive com duas garotas ao mesmo tempo, mas pode apostar que quando o dia chegar, eu farei dar certo.
Caramba, é o primeiro filme de Cruise onde não se faz qualquer tentativa de esconder o quanto ele é baixinho. O próprio diretor diz em entrevista que foi tom Cruise que insistiu que o filme não fosse sério demais e acho que o resultado é bom. Se o filme tivesse o mesmo tom (e principalmente o final) do livro, eu provavelmente não teria gostado tanto. Ok, toda a idéia de “volta no tempo” é forçada pacas, principalmente no final; e a física do exoesqueleto é inacreditável (dar força sobrehumana, tudo bem, mas sobreviver a quedas vestindo uma armadura de centenas de quilos deveria ser ainda mais difícil), mas basta você não pensar muito nisso 
E é preciso realmente assistir ao filme várias vezes para pegar todos os detalhes. Por exemplo, só na terceira vez que vi a cena foi que percebi a cara de espanto que Griff fez quando Kurtz falou “Yeah, yeah… the Angel of Verdum”. Era a primeira vez que eu via Kurtz (“you dont talk much”) falar no filme inteiro e provavelmente era a primeira vez de Griff também
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 Jefferson,  13 de outubro de 2014, energia 
Estou montando um pequeno servidor em casa para testar diversas idéias. O critério de escolha do hardware é estar sobrando aqui e ter um consumo de energia aceitável (por volta de 50W em idle). Neste mesmo processo eu também testei um Intel E2180.
Todas as medições foram realizadas com um PMM2206 que é similar ao PMM2010, mas com precisão de décimo de watt. Muitos valores estão arredondados.
Configuração
- Foxconn A6VMX2-K;
- Processador AMD SDX145 (2.8GHz, 45W);
- RAM DDR2 2GB 667MHz (1 módulo);
- HDD 1.5TB SAMSUNG HD154UI;
- Fonte vagabunda Multilaser “400W” modelo PSU-GA039BU;
Medições
Todos os valores medidos sob Windows XP exceto indicação em contrário.
- Desligado (apenas plugado na tomada):2.8W
- Parado no setup do BIOS: 53W
- Em idle, no desktop do XP (0%): 43.6W
- Rodando um filme 1080p a partir do HDD, sem DXVA (80%): 54W
- Rodando teste LinX (100%):64W
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 Jefferson,  13 de outubro de 2014, Você vê propaganda sobre isso em toda parte. Em todo lugar tem um “especialista em SEO” se oferecendo para fazer seu site aparecer nos primeiros resultados do Google. É claro que nós sabemos que se isso fosse possível os resultados do Google seriam irrelevantes e não é possível “comprar” uma posição. Geralmente, essas empresas apenas ficam com seu dinheiro, enrolam e somem. Outras vezes são spammers que criam uma rede de links falsos para o seu site. Isso pode até funcionar por um tempo, mas a tendência é o Google detectar a fraude e a situação ficar ainda pior para o cliente.
Porém descobri recentemente que existe, sim, um modo desses pilantras entregarem o serviço prometido e sem chamar a atenção da Google. Não é que eles trabalhem para aumentar o valor do seu site: eles se empenham em diminuir o valor dos outros sites!
A coisa consiste em invadir os sites que aparecem antes nas buscas, através de SQL injection ou qualquer outro meio disponível, e fazer alterações que os tornem menos atraentes. A mais básica delas, que também é a mais eficiente e não chama a atenção do webmaster do site comprometido, é colocar uma restrição para spiders em robots.txt, efetivamente dizendo aos mecanismos de busca “ei! eu não quero mais você indexando esse site!”.
É claro que isso custa caro e na maioria das vezes o cliente não sabe como foi feito.
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 Jefferson,  12 de outubro de 2014, Meu browser principal é o Firefox e mantenho uma cópia do Google Chrome Portable 36.0.1985.143 para quando algo não funciona com o FF ou para quando eu preciso entender páginas em chinês ou russo. Mas só para uso leve mesmo: enquanto no FF eu tenho regularmente centenas de abas abertas, no Chrome meu uso dificilmente passa das duas dezenas. Porém há algum tempo eu comecei a notar que minha máquina inteira ficava extremamente lenta ao usar o Chrome. Eu ainda não sei dizer a razão, mas no mês passado eu fiquei surpreso ao flagrar isso durante uma crise de lerdeza:

Eu ainda não sei interpretar esse números. Não parece haver consenso sobre o impacto de “Private Bytes” na máquina comparado a “Working Set”. Mas é espantoso ver que para abrir 21 abas o Chrome solicitou ao sistema (mesmo que não esteja usando mais isso) mais de 2.3GB de RAM, enquanto o Firefox com centenas de abas abertas (mas não carregadas, é verdade) solicitou 806MB.
Mesmo considerando apenas o Working Set, por quê um browser precisa de 545MB para exibir 21 páginas? E não, não estava visitando sites carregados de imagens.
Eu insisto: não sei interpretar esses números. Mas o fato é que essa versão do Chrome transforma meu i3-3220 em uma carroça dependendo do conteúdo das abas.
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 Jefferson,  12 de outubro de 2014, 
Parece que foi-se o tempo em que “só para navegar na intenet” era sinônimo de requerimentos leves. As aplicações baseadas na web e mesmo os sites mais mixurucas insistem que você fique atualizando o seu navegador, o que acaba servindo de “indireta” para o seu hardware porque também foi-se o tempo em que os programadores se preocupavam com fazer novas versões de software mais eficientes que as anteriores.
A propósito, meu hardware ainda é este.
Então foi com pesar que recebi a mensagem na minha janela do gmail “Esta versão do Firefox não é mais compatível. Faça o upgrade para um navegador compatível.”
Qual é a versão mais recente do Firefox hoje? 3271? Perdi a conta algum tempo atrás.
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 Jefferson,  12 de outubro de 2014, energia Nota: Durante as medições eu criei o hábito de desligar o drive de CD/DVD porque o danado costuma ter uma influência significativa nas medições principalmente (mas não apenas) quando há um disco dentro, mesmo que você não o esteja usando. Então se o teste não mencionar CD/DVD, este está desligado.
Todas as medições foram realizadas com um PMM2206 que é similar ao PMM2010, mas com precisão de décimo de watt. Muitos valores estão arredondados.
Estou montando um pequeno servidor em casa para testar diversas idéias. O critério de escolha do hardware é estar sobrando aqui e ter um consumo de energia aceitável (por volta de 50W em idle).

Hardware
Medições
- Desligado (apenas plugado na tomada): 3.7W
- Em idle, no desktop do XP (0%): 51W
- Rodando um filme 1080p sem usar DXVA (50%): 71W
- Parado no setup do BIOS: 62WW
- Rodando teste LinX (100%): 86W
Temperatura dessa CPU em idle sem preocupações especiais (cooler comum e pasta térmica vagabunda): 34 graus.
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 Jefferson,  26 de setembro de 2014, O alerta disparou ontem, incluindo o CERT. Um pesquisador descobriu uma falha no processador de comandos BASH que existe há pelo menos 20 anos, é fácil de explorar (qualquer palerma seguindo um roteiro consegue) e afeta qualquer sistema Linux e Mac que seja acessível pela internet e rode o BASH. Você, usuário Windows, poderia pensar: “e eu com isso?” Bem… lembre-se de que hoje incontáveis aparelhos domésticos rodam uma versão simplificado de Linux e ainda é incerto o número de modems ADSL e outros aparelhos que naturalmente estão expostos à internet que rodam BASH.
Não é necessário autenticação. Se o script kiddie tiver qualquer tipo de acesso ao aparelho, mesmo que seja somente a tela de login, se o aparelho rodar BASH “tá dominado”.
Eu não tenho muitos detalhes ainda e não faço idéia da vulnerabilidade dos meus próprios aparelhos.
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 Jefferson,  11 de setembro de 2014, lojas, Recife Quase sempre que eu preciso de um item de informática em Recife, compro na Lognet. Mas quando o valor da compra dá frete grátis e você não tem pressa é melhor não ir pessoalmente, porque você não tem desconto ao retirar na loja e ainda tem que tolerar um processo de venda cansativo.
Se o item não for um dos expostos na loja e tiver que ser retirado do estoque:
- Você entra em uma “fila” (seria bom se fosse uma fila de verdade e não uma bagunça) para falar com um dos três vendedores e tirar o pedido. Não há um “vendedor expresso” para quem já sabe o que vai comprar e você tem que dolorosamente esperar que gente que precisa de orientação, mas chegou antes de você, seja atendida;
- Pedido emitido, você aguarda o estoquista descer com o material, te entregar o pedido impresso e entregar o material ao conferente;
- Com o pedido na mão você finalmente pode entrar na fila para pagar (Pensando bem eu que sou trouxa. Deveria aguardar o pedido chegar na fila do caixa);
- Nota fiscal na mão você entra na fila para receber o produto. O que pode ser um problema porque o processo de entrega envolve conferência de ambas as partes e o comprador tem permissão para examinar as peças cuidadosamente, como no caso de uma placa-mãe;
Levei 31 minutos para entrar e sair com uma fonte ATX Zalman. Comprei duas fontes ATX Wisecon na Nagem no dia anterior e o processo incluiu pegar as fontes na prateleira e pagar no Caixa = uns três minutos (não havia fila). Infelizmente a Nagem está em franca decadência e raros são os produtos que eu posso comprar lá.
A Lognet permite que você compre pelo site e retire na loja. Na próxima vez eu vou experimentar esse sistema para ver se pelo menos dá para escapar dos passos 1 e 3 dessa forma.
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é verdade, já não é de hoje que tenho reparado que o FF está cada vez mais pesado a cada nova versão. Está quase tão pesado quanto o IE. Já estamos ficando sem muitas opções de navegadores para usar, já que o Chrome é praticamente o “primo pobre” do IE…
Infelizmente a versão 33.0 é tão ruim como! Cada vez que sai uma nova atualização eu tenho a esperança (vã) de que desta vez eles resolvam o terrível consumo de memória (e os problemas com o flashplayer), mas este não é o problema pior, o pior mesmo é o terrível Adobe Flashplayer, que frequentemente trava ou apenas consome recursos demais (e a minha máquina tem 12 GB), tem momentos que fica tão ruim que sou obrigado a fechar e abrir novamente o FF para poder usar ele e para que não atrapalhe o funcionamento dos outros programas. Se existisse uma boa alternativa sem perder os recursos do FF eu mudava na hora. E Flashplayer é muito útil, pena que ele funciona tão mal com o FF, será que tem alguma alternativa decente?
Eu também uso o FF portable, mas mesmo na máquina em que ele está instalado a situação não é melhor.
Não sei onde vai parar o FF, mas a impressão que tenho é que está dando problema de estouro de memória e travando no flashplayer cada vez mais rápido, está cada vez mais difícil de utilizar o FF.
Não é das melhores soluções, mas o que eu faço é usar o Firefox para tudo que não envolva Flash (o que é 99% da minha navegação) e uso esse plug-in no Chrome apenas.
O que os colegas acham do Safari?
Safari? No windows? Sei que ele é morto. Tem mais de ano que ele morreu.
Mas Jefferson, eu não entendi muito, o que é o Firefox ESR? Qual a diferença dele para o ‘original’?
O ESR recebe atualizações de segurança sem precisar a atualizar o resto do browser.
Jefferson, tu já testou isso daqui:
http://www.rizonesoft.com/firemin/
Eu usei durante um tempo e depois esqueci de instalar novamente. Então vi agora meu Firefox 33.0.1 consumindo 450mb de RAM e instalei novamente. Caiu pra 12mb imediatamente com as mesmas janelas abertas.
Obrigado pela dica!
Já baixei e estou testando. De cara ele parece provocar uma redução absurda. Neste momento meu Firefox tem 1.5GB em “Private bytes” e devia ter algo próximo disso em “working set” (WS). Mas ao rodar o Firemin o WS caiu para espantosos 20MB.
Ao abrir uma página o WS fica oscilando entre 6MB e 300MB, como se o Firemin brigasse com o Firefox. Ao desligar o Firemin o WS subiu lentamente até 1GB. Eu ainda preciso verificar se isso é uma ilusão que provoca mais problemas que vantagens por isso só vou poder opinar mesmo depois de alguns dias de uso.
Já foi reprovado no primeiro teste. Meu Firefox periodicamente trava, consumindo uns 30% de CPU atribuída a um processo de kernel (fica vermelho no Process Explorer) e fecha sozinho depois de alguns minutos. Eu esperava que isso fosse devido ao uso de memória mas aconteceu a mesma coisa usando o Firemin e com o Firefox reportando meros 40MB de WS.
Jefferson, você está usando o adblock plus?
Ele consome quantidades massivas de memoria, dependendo da quantidade de ads que uma página tem.
Eu ficava intrigado com o meu firefox frequentemente estar na casa dos 800mb e pesquisando na net vi muita gente falando do adblock plus, devido a forma que ele usa para bloquear as propagandas mandendo o layout da pagina, acaba consumindo muita memoria.
Removi o adblock plus e vi a quantidade de memoria usada pelo firefox cair pela metade com o mesmo padrão de uso.
Claro que tem o incoveniente da volta dos ads.
Estou pesquisando alternativas, mas ainda nao cheguei a um substituto a altura em termos de funcionalidade.
Não uso bloqueadores. Nem adblock plus, nem no-script…
Bom… no meu Firefox aqui está tudo normal e com o consumo baixo.
Uso o Adblock Plus e no momento estou com quatro abas abertas e uma delas no Youtube rodando um show (Edson Lima canta pra caralho!).
O plugin do Flash Player tá usando 78mb e o Firefox oscila entre 17 e 12mb.
Lembrando que o meu Firefox não é portable, uso no Windows 7 Pro de 64bits, e a versão é a última.
Jeff, descobri esse remédio hoje:
https://www.rizonesoft.com/downloads/firemin/ Firemin
O Firemin existe pelo menos desde 2011. O próprio autor admite que sua eficácia é “motivo de debate que irá se estender até o final dos tempos”:
Quando testei, anos atrás, eu estava no grupo “não funciona para mim”.
Curiosamente eu vim cair aqui neste post, por causa dos comentários na barra lateral.
Eu nem me lembrava desse post e dos comentário do FireMin. Dai arrisquei instalar aqui, e… que BAITA diferença!
Você sabe que eu sou o oposto de você com abas ehehe, aqui quando chega a umas 20 eu vou caçar o que posso fechar ou jogar no bookmarks.
Antes o Firefox ESR 45.9.0 como sempre a seus antecessores, estava abocanhando nada mais nada menos que 1,5GB de RAM (eu uso um medidor de RAM em tempo real ali na bandeja do sistema), porem a maior parte disso era memory leaks, ou seja, no medidor o consumo era de 1.5GB da RAM, mas no gerenciador de tarefas do Windows, o processo do Firefox e seus asseclas, mesmo somados nunca davam os 1.5GB, dava menos.
Com o FireMin instalado aqui, 11 abas abertas, adblock a todo vapor, fica oscilando entre 15 e 40MB.
Pra quem vivia rodando aqui com 700MB livres de 3.3GB usáveis, estou agora com 2.3GB livres!
Então… pra mim aqui, eu estou no grupo “pra mim foi a salvação da lavoura, digo.. da RAM”.
Ah… esse comentário está saindo após algumas horas de testes, por enquanto nenhuma anormalidade detectada. Daqui alguns dias eu digo se continua tudo como se fosse o paraíso aqui.
Já testaram o “revolucionário” Firefox Quantum 57.0?
Estou usando aqui, com o Firemin ligado. Tudo normal… com quatro abas abertas e consumindo 8.000K somente.
Pessoal, pra quem tem problemas de consumo de memória com o Google Chrome, eu estou testando um plugin chamado “The Great Suspender”. De acordo com a descrição, ele simplesmente deixa só a aba que está em uso aberta, deixando o restante das abas “suspensas” e o consumo caiu bastante. Eu não sei se vocês perceberam, mas deixando o Chrome aberto com uma aba só por um tempo, ela começa a consumir uma memória da porra! Sem motivo aparente.
boa, Matuto; vou testar.