Já devo ter assistido pelo menos uma três vezes. Gosto da direção, dos atores, dos personagens, do humor e do enredo em geral, mas principalmente da nova abordagem escolhida para a lenda de Hercules.
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Já devo ter assistido pelo menos uma três vezes. Gosto da direção, dos atores, dos personagens, do humor e do enredo em geral, mas principalmente da nova abordagem escolhida para a lenda de Hercules. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEu fiquei impressionado com o preço do modelo básico: Apenas 12 parcelas de R$0.99 (sim, menos de R$12). E pelo que eu lera em outro lugar o frete seria grátis. Mas aí eu li o contrato e recuei depois de constatar o seguinte: A maquininha não é sua. Os R$12 reais são uma taxa de adesão e a Ton é entregue em regime de comodato. Da forma como a propaganda é feita está claro que é enganosa. E como é comodato em caso de perda, roubo ou dano à máquina que não seja por desgaste natural você vai estar devendo à Stone o valor total do aparelho, que não é divulgado; Perceba que já começa enganoso aqui. O menor preço cobrado é apenas uma ilusão, pois a máquina é inteiramente da Stone. Não sei quanto às outras ofertas, mas a da Sumup é realmente sua por R$58,80.
A propaganda da Ton sequer tem um asterisco apontando para uma observação em letra miúda indicando que você não está realmente comprando a máquina.
Eu não posso usar a máquina fora do endereço do meu negócio. Ora, eu sou prestador de serviços. Se eu não puder andar com a máquina ela tem serventia limitada, se tiver alguma. E mais uma vez a propaganda é enganosa ao sugerir que as duas primeiras máquinas são ideais justamente para quem pode estar impedido contratualmente de usá-las.
A Stone pode cancelar unilateralmente o contrato por inatividade. E vai pedir a máquina de volta em boas condições. O período que configura “inatividade” também não é informado.
E isso foi só o que achei mais evidente. Tem muita coisa no contrato cujo impacto eu não consigo avaliar completamente. Depois disso eu fiquei me perguntando se caíra numa arapuca semelhante com a Sumup, mas após conferir os Termos e Condições não encontrei nada parecido.
14 comentáriosClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioAviso: este post ainda é uma análise em andamento. Estou publicando assim porque pode ser útil do jeito que está. Comprar uma bicicleta ou esteira ergométrica é uma tarefa difícil. Os modelos mais baratos já custam caro demais pelo que oferecem e comprando os mais baratos você corre o risco de perder ainda mais dinheiro por causa da qualidade deficiente. Eu até poderia dar R$3000 em uma esteira, mas eu precisaria ter certeza de estar fazendo um bom negócio. Na falta dessa certeza e como temos duas bicicletas “de verdade” aqui em casa eu decidi experimentar o chamado “rolo de treino estático” para transformar minha bicicleta em uma “ergométrica de pobre”. A idéia não é nova. Uma década atrás eu já pensava na possibilidade de suspender a roda traseira da minha bicicleta para poder usá-la de forma estacionária. O rolo de treino faz exatamente isso, mas não é uma mera suspensão da roda traseira. Esta fica apoiada em um rolo, para simular a resistência do solo. Existem rolos de treino caríssimos, alguns deles com ajuste da pressão e outros até feitos para substituir a roda traseira da sua bicicleta, mas por motivos óbvios eu decidi começar pelo mais barato, sem esses “prá-que-isso”. Eu comprei dois modelos de fabricantes diferentes, o Go-Bike! por R$182+ R$31 e o Exer Cicle por R$199 + R$30. Uma diferença de apenas R$17. A foto abaixo dá uma visão geral da diferença física entre eles, mas já adianto: não demorou mais que um minuto de teste para eu perceber que o Exer Cicle é superior.
Eu não percebi essa diferença de tamanho nas respectivas propagandas. E achei que o rolo do Go Bike! podia ter uma vantagem por ser metálico, mas descobri que qualquer vantagem que isso dê é anulada pelas outras diferenças do rolo Exer Cicle. Eu testei inicialmente com uma bicicleta comum, sem marchas (não é o recomendável). Com ela o rolo da Go Bike! é muito difícil de usar. Requer muito esforço, o pedalar não é uniforme, ocorrendo aos trancos e o equilíbrio fica prejudicado. A mesma bicicleta no rolo Exer Cicle é usável (não chega a ser confortável), sem trancos, sem os problemas de equilíbrio, mais leve e parece até mais silencioso. Eu suponho que isso se deva à diferença de circunferência entre os rolos (20cm contra 35cm). Para uma mesma velocidade de pedaladas, o menor gira mais rápido e isso requer mais força. Mas também pode ser pelo menor ser mais pesado e/ou mais “amarrado”. Meus conhecimentos em Física não são grande coisa Usando uma bicicleta com marchas e escolhendo uma marcha adequada o exercício fica menos cansativo e a diferença entre os rolos fica menos óbvia, mas ainda incomoda. Quanto ao ruído, mesmo na Exer Cicle este ainda é significativo, mas pelo que apurei isso é culpa do pneu. Pneus “normais” com cravos são barulhentos e teoricamente você teria uma experiência melhor usando um pneu “slick” (sem cravos). Isso é algo que eu pretendo testar, mas para isso ainda preciso comprar um pneu desses. O manual fornecido pela GoBike! é muito ruim, mal redigido, impresso numa impressora jato de tinta de baixa resolução e em papel comum. Em duas das seis imagens eu não consegui determinar o que o fabricante está mostrando. Para ver no tamanho real e conferir que mesmo assim o manual os detalhes não são visíveis, clique com o botão direito sobre a imagem e escolha “exibir imagem em outra aba” ou o equivalente em seu navegador. Você também pode baixar a imagem e ver no seu visualizador favorito.
O manual da Exer Cicle também é bastante limitado. Por exemplo, falta explicar qual o ângulo recomendado em que devo colocar os suportes do eixo da roda (que o manual chama de “tubos de centragem”), embora isso possa ser deduzido pela figura 3, se você estiver procurando por esse detalhe. Ainda assim consegue ser mais claro (entre outras coisas por ter sido impresso a laser) e mais informativo que o da Go Bike!. Essa imagem eu não deixei no tamanho original porque não houve perda de nenhum detalhe com a redução para os 700px de largura deste blog.. Por exemplo, eu só percebi que havia montado a bicicleta ao contrário sobre o rolo da Go Bike! quando li o manual da Exer Cicle, que também poderia ser melhor se incluísse o texto “note que o rolo deve ficar voltado para a frente da bicicleta” ou ter uma seta destacando o rolo, para evitar que o usuário tenha que olhar de uma imagem para outra, mesmo que brevemente, como se estivesse participando do “jogo dos sete erros”. Mas minhas críticas para a Exer Cicle não são apenas para o manual. Mandaram uma peça com defeito grosseiro de fabricação.
Um dos parafusos não foi totalmente inserido no manipulador plástico e você precisa fazer força para conseguir segurar no lugar o respectivo “tubo de centragem”. Empurrar com os dedos não surte efeito. O rolo Go Bike! eu vou devolver (usando a “proteção” do Mercado Livre) e ainda pretendo falar mais sobre o Exer Cicle.
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentário
O carregador não tem um modelo específico, mas sua fonte tem:
A fonte JDA-14 Tipo 3 é do tipo linear (com transformador) de 14Vcc x 200mA. Não há nada de particularmente especial nisso. E o resto é muito simples:
O transistor T monitora a diferença de potencial sobre D1 para saber se a bateria ainda está consumindo corrente e assim acender ou não o LED vermelho. Não existe nenhum controle sobre o processo de carga. Se você simplesmente conectar a fonte de 14V diretamente aos terminais da bateria e esperar até 7h como está escrito no fundo do carregador, a bateria carregará do mesmo jeito. O fusível rearmável de 650mA protege a fonte e o carregador contra um curto na bateria e D1 também protege contra o uso de uma fonte com polaridade invertida. Eu só não sei explicar se existe algum motivo específico para o fabricante ter adotado uma fonte linear e não uma fonte chaveada, que certamente seria mais leve e mais barata. 4 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioUma frase dita aos 15m39s parece dizer tudo o que é preciso saber para apreciar o filme: “Don’t try to understand it.” (“Não tente entender”) Eu preciso assistir de novo pelo menos umas três vezes (seis vezes não seria um exagero) para tentar encaixar todos os eventos. Talvez fazer um gráfico com papel e caneta ajude. Mas fico me perguntando se vale a pena. Afinal, é um filme de Chistopher Nolan. Se você não encontrou problemas em Inception, Interestellar e The Dark Knight tem tudo para gostar de Tenet, mas se também achou que Interestellar foi uma espécie de fraude, é melhor assistir a Tenet apenas pelas cenas de ação. Antes que você ache que eu tenho alguma coisa contra o homem, Man of Steel (nesse ele só tem um dedo na estória) é um dos meus filmes favoritos e também gostei de The Prestige e Memento. 3 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioPara a minha altura e idade o peso “ideal” é 63kg e era esse o peso que eu tinha até os 24 anos não importando o que comesse e em que quantidade. O peso considerado saudável é uma faixa com o peso ideal no centro, que no meu caso tem o limite superior por volta de 71kg. A partir dos 24 anos, coincidindo com o consumo exagerado de refrigerantes (praticamente não tomava água) comecei a engordar. Eu não tenho um registro preciso dessa época mas sei que por volta dos 29 anos, quando frequentei academia pela primeira e última vez na vida (fiz aeróbica, dança e musculação na época – coisa de nerd apaixonado) meu peso ficou estável em 72kg. Nunca tive uma barriga “tanquinho” (abdominais são dolorosos demais para o meu gosto) mas mesmo este peso já estando dentro da faixa do que é considerado “sobrepeso” para a minha altura, dificilmente você olharia para mim nessa época e me consideraria “gordo”. ![]() Eu com 72kg em 2001. Se o peso não deixa isso óbvio para você, sou o indivíduo da esquerda. Depois dessa época é que parei mesmo de monitorar isso, mas voltei a prestar atenção quando soube que ia ter que viajar para a Europa em 2018. Estava com 84kg em julho e fiz esse passeio pesando 82kg em agosto. Em 2019, por causa da socialização forçada provocada pela faculdade eu comecei a tentar reduzir meu peso novamente e a finalmente sair do sedentarismo através de caminhadas, mas não dedicava atenção demais a isso. Em fevereiro de 2020 eu estava pesando 79kg. É uma redução pequena pelo tempo que levou, mas qualquer redução é muito melhor do que um aumento. Mas aí veio a pandemia e nem o pouco de exercício (longas caminhadas) que eu estava fazendo pude fazer mais. Coincidindo com o fato de que achei que todas as balanças da casa estavam quebradas e não conseguia decidir que outra comprar, meu desleixo me levou a estar pesando 87kg em setembro (eu estava comendo demais). Além disso me colocar já dentro do que é considerado obesidade grau 1, meu peso afeta diretamente (e notavelmente) minha qualidade de vida, pois 18 anos atrás meus pés planos finalmente deixaram claro por que não é saudável tê-los e para completar, em 2019 fui diagnosticado com condropatia patelar nos joelhos após uma tentativa fracassada (e dolorosa) de voltar a usar corrida como meu exercício favorito. Quando você está em movimento, 5 kg a mais (seja o peso do seu corpo ou algo que você está carregando) geram um esforço de 15 a 20kg sobre a articulação de cada joelho. E fica muito pior ao subir e descer escadas ou correr. Em resumo: quanto mais leve eu for, menos dores eu vou sentir diariamente. Então decidi radicalizar. Passei a fazer um regime de fome no qual eu só comia uma salada de 160g por volta das 16h e minha primeira refeição de verdade, com apenas 350g, só ocorria por volta das 18h. Contando as calorias de tudo o que eu comia, eram apenas 740 (o “normal” é ingerir cerca de 2000). Meu objetivo primário era voltar aos 79kg que tinha antes da pandemia. O secundário era (e ainda é) alcançar 71kg. O resultado veio rapidamente, com a balança registrando perdas diárias que somavam 2kg por semana, totalizando 8kg ao fim do primeiro mês. Eu tinha alcançado o meu primeiro objetivo em apenas 30 dias e o segundo parecia bem próximo. Fiz uma pesquisa e constatei que essa taxa de emagrecimento não é saudável apesar de encher você de entusiasmo. Nesse meio tempo eu fui pela primeira vez a um endocrinologista (por motivos apenas levemente relacionados ao meu peso) e ele pediu uma bateria de exames de sangue. Quando recebi o resultado e fiz minha própria análise, constatei uma leve anemia e falta de proteínas. Decidi “maneirar” com o regime, aumentando a quantidade de calorias diárias, com reforço na proteína e no ferro, com a ajuda do meu diploma Google em nutrição. A velocidade da minha perda de peso caiu consideravelmente mas eu já havia percebido uma desaceleração depois do primeiro mês. Eu continuava comendo bem menos do que uma pessoa saudável deveria comer. Nas primeiras semanas de jejum a fome é um problema constante, mas depois disso o seu organismo se acostuma. Hoje, se eu não estiver em casa, passando pela geladeira nem sentindo cheiro de comida, eu consigo facilmente chegar às 18h sem ter comido nada durante o dia. Facilmente do ponto de vista psicológico, mas não do físico. Houve um dia, cerca de dois meses depois de começar esse meu regime maluco, em que eu passei perto de perder os sentidos na rua. Passei o dia trabalhando, sem sentir nada de anormal e estava voltando para casa quando decidi parar em uma loja. Estava caminhando pelos corredores normalmente quando repentinamente minha visão começou a escurecer e tive que me segurar em uma gôndola por alguns segundos, até tudo voltar ao normal. Foi só então que me dei conta de que já eram 16h e ainda não havia comido nada. Hoje eu finalmente consigo entender como é possível alguém fazer uma greve de fome (dica: é muito mais golpe publicitário do que “sacrifício”, quando você não precisa ir trabalhar e tem acompanhamento médico). Dias depois eu finalmente consultei uma nutricionista (já estava marcado ha semanas) que me passou uma dieta que comecei ontem. Tem muito mais calorias do que eu estava comendo e me obriga a parar com meu jejum, comendo a cada 3h. Pelo menos agora eu me sinto seguro para fazer exercícios (e estes foram recomendados pela nutricionista) sem correr o risco de ter um mal súbito. Eu até comprei um rolo de treino para poder usar a bicicleta como máquina de exercícios aqui em casa. Eu estou ciente de que voltar a fazer exercícios vai aumentar minha massa muscular (eu tenho pré disposição genética a ser musculoso) e isso além de atrapalhar a conferência da balança interfere com o meu objetivo, que é perder peso e não necessariamente gordura. Mas não posso usar isso como desculpa para continuar sedentário, que também é algo ruim. Melhor ter “X”kg e só ver músculos no espelho do que ter “X-5″kg com uma barriga visivelmente saliente. Não é apenas estética: os músculos tem um objetivo funcional importante, ao contrário do acúmulo de gordura em uma sociedade moderna. Eu encomendei um adipômetro para poder fazer um real acompanhamento do meu progresso. Acordei hoje com 75kg. 12kg a menos do que tinha quando comecei, três meses atrás. E a apenas 4kg do meu objetivo final. Vamos ver quanto tempo isso leva. 7 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEsta é uma análise em andamento. Eu acabei de receber e tenho pouco uso para ela. Além disso é a primeira vez que me coloco do “outro lado” de um processo de pagamento por cartão: É a primeira vez que opero uma “maquininha” como vendedor e não como comprador. Se tiverem alguma pergunta sobre o dispositivo, o aplicativo ou o processo, façam que responderei se souber.
Contrariando a minha tradição, não espere por fotos do interior da produto. Nesse tipo de dispositivo existe sempre a possibilidade de existir um sensor que o inutilize caso seja detectada a abertura. Eu só arriscaria isso em uma com defeito e fora da garantia. A Sumup TOP é um dispositivo minimalista que tem diversas limitações:
Parece ser uma longa lista de motivos para você não adquirir o modelo, mas não é tão ruim quanto parece. As limitações 4 e 5 são compensadas pelo uso em conjunto com um celular com bluetooth. A máquina se comunica com a operadora através da conexão do seu celular com a internet e a maior parte das operações que requer um display é feita no seu celular. O display da maquininha só precisa exibir para o cliente as mensagens que o cliente precisa ver, que são poucas e curtas. As limitações 2 e 3 eu não acho relevantes por motivos opostos: A tarja magnética está em desuso (ainda existe cartão de débito/crédito que não tenha chip?) por ser a menos segura (o cliente não digita uma senha, ele assina o comprovante, o que aumenta o risco de fraudes) e o NFC é muito “recente”. Para o cliente que exige pagamento sem contato o app da Sumup oferece o “link de pagamento” que você pode enviar para o cliente por whatsapp ou outro meio. Não é tão conveniente quanto simplesmente aproximar um cartão, claro. A limitação 1 é a mais chata, mas quantas pessoas realmente guardam os recibos impressos? E o modelo mais barato da Sumup com impressora custa R$150 mais caro. Como consumidor eu acho que a capacidade de mandar o recibo por e-mail ou SMS é um substituto vantajoso para o impresso mas isso tende a deixar a operação mais lenta, principalmente no caso de ter que digitar um endereço de e-mail. Pontos positivos:
Pontos negativos:
Outras considerações O texto do recibo enviado é em português, mesmo que seu Android esteja configurado para inglês. Eu prefiro usar o Android em inglês e ao ver a app abrir nessa língua fiquei me perguntando se o cliente iria conseguir ler o recibo. Mas a Sumup envia em português mesmo; Ao fazer o cadastro na sumup, antes mesmo do envio da maquininha, você vai ter a oportunidade de preencher os seus dados pessoais e os dados do seu negócio. Tenha em mente que os dados que você colocar como do seu negócio vão aparecer nos recibos. Como sou pessoa física e não tenho ponto comercial eu preenchi o endereço do meu negócio como sendo o meu endereço residencial e acabei me surpreendendo ao ver esse endereço aparecer no recibo, juntamente com meu CPF. É perfeitamente compreensível mas cria um problema de privacidade e pode ser especialmente indesejável se você é uma mulher atraente, mas mesmo sendo homem eu não gosto disso. Não é problema para mim agora porque no meu ramo atual meus clientes podem (e às vezes precisam) saber onde moro. Você pode pensar em colocar um endereço qualquer como endereço do seu negócio mas isso talvez crie um problema mais adiante pois embora no meu cadastro até agora não tenham exigido documento algum, existe um item no menu da conta chamado “Enviar documentos” que inclui entre outros os documentos com o endereço do seu negócio. Para fazer vendas parceladas você deve usar antes o menu Mais -> Calcular Taxas do app para saber o valor total da venda. Você pode escolher entre repassar ou não as taxas ao cliente.
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEsta é uma análise em andamento. Estou publicando o que já apurei na esperança de que seja útil. Todos os extensores que analisei até agora neste blog tinham em comum o fato de exigirem um par de cabos CAT5 ou CAT6. A adaptação nesse caso é mais simples, porque a quantidade de fios em um cabo HDMI (19) é quase a mesma de dois cabos de rede (16). Transportar todos os sinais HDMI com apenas 8 fios (um cabo) é consideravelmente mais complicado e por isso esses extensores costumam ser bem mais caros. Por isso fiquei surpreso ao encontrar um extensor desse tipo custando o equivalente a apenas R$20 na aliexpress.
Sim, R$20 pelo par, TX e RX. Eu comprei dois pares, de vendedores diferentes, para me certificar de que um possível defeito não comprometesse minha análise. Eu estou fazendo testes usando este splitter HDMI ligado ao TX e um monitor de 18″ ligado ao RX. A resolução é de no máximo 1360×768 por enquanto.
Nenhum dos cabos testados tem blindagem. Uma coisa que descobri ao crimpar um dos cabos errado é que se você inverter o par azul a imagem fica verde. Neste ponto é preciso observar que só funcionar com CAT6 já complica bastante a relação custo-benefício. Um cabo HDMI de 15m custava aqui em Recife (admito que antes da pandemia e de procedência duvidosa) R$50. Aparentemente o metro de cabo CAT6 de boa procedência está custando R$2 se você comprar a caixa de 305m. Isso dá R$30 só de cabo. Somando conectores e mais R$20 do extensor, já passamos dos R$50. Usar CAT5/CAT6 é vantajoso por você poder passar cabo por lugares onde o danado do plug HDMI não passaria e poder cortar o cabo exatamente no tamanho desejado, sem ter que comprar um cabo até cinco metros maior e depois não saber onde esconder a sobra. Mas nem sempre isso é o mais importante. Eu emprestei os dois pares e os dois cabos para o meu amigo José Carneiro testar. Ele não conseguiu imagem de jeito nenhum, com um PS3 ligado ao TX e uma TV fullHD ao RX. Eu ainda pretendo fazer mais testes, com distâncias maiores que 16m e resoluções até o FullHD. O veredito até agora é: “funciona, mas com ressalvas” . Por dentro Ao desmontar o extensor fica claro porque é tão “barato”. O que não fica claro é como é possível que funcione!.
O único componente ativo é um mero regulador de tensão, marcado 662K. Provavelmente um LM6206N3 ou equivalente. As placas são identificadas como KY-16TX e KY-16RX. Eu levantei um diagrama parcial do TX e cheguei à conclusão de que esse extensor talvez só funcione se estiver ligado a um splitter onde pelo menos uma das portas esteja ligada diretamente a um monitor (sem esse extensor). Isso porque o extensor pode ser incapaz de passar as informações de resolução da TV/monitor do RX para o TX. E faz sentido que eu não tenha notado isso no meus testes, porque é justamente assim que está minha configuração. Eu tenho dois monitores ligados a um splitter, sendo um bem ao lado do receptor de TV, ligado por um cabo HDMI normal, e estou testando o extensor no monitor que fica mais longe. Para comprovar isso eu experimentei desconectar o monitor mais próximo e de fato o monitor remoto não exibiu mais imagem, estando ligado sozinho ao splitter via extensor.
Note que os pares que transportam os sinais DATA1 e DATA2 foram encarregados também de transportar os sinais SCL e SDA que são responsáveis por comunicar ao dispositivo “source” as características do monitor/tv/projetor. Isso parece engenhoso. Os pares funcionariam como SCL/SDA no momento da conexão e depois passariam imediatamente ao papel de DATA1/DATA2. Mas não estou certo de que isso realmente esteja funcionando. O extensor nem tenta transportar o sinal CEC. O pino 13 não está ligado a nada. 1 comentárioClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEstá custando apenas R$50 na Masterlink (Recife). Eu estava precisando de mais um multímetro basicamente por causa do detector de continuidade, que eu uso muito para fazer levantamento de diagramas. Os últimos que comprei ou tem o bip muito baixo, que você só consegue ouvir num ambiente silencioso, ou tem um retardo entre o momento do contato e o bip que dificulta muito o trabalho. Isso quando não sofrem de ambos os problemas. Eu não tenho um perfil que justifique o investimento de R$300 ou mais em um multímetro Fluke, até mesmo porque eu preciso de vários instrumentos desse tipo. Eu tenho dois em casa, um no carro e outro em um cliente que visito muito. Eu já usei os famosos multímetros Fluke e tirando a qualidade das pontas e durabilidade não vi muita diferença para multímetros vagabundos em um trabalho típico de manutenção eletro-eletrônica. Na verdade tenho até a impressão (foi há mais de 10 anos) de ter me irritado com as limitações desses modelos “baratos” de R$300 da empresa. Alimentado com uma bateria de 9V. Prós:
Problemas:
A tensão de circuito aberto nas pontas com o teste de continuidade selecionado é de 2.96V. Na escala 200R é de 0.55V. A corrente de teste com as pontas em curto é limitada a 2.5mA. Eu medi isso porque ultimamente eu tenho me preocupado com a possibilidade de danificar circuitos sensíveis, especialmente os que são alimentados com 1.5V ou menos, com a tensão presente nas pontas durante o teste de continuidade. 3 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioDisponível no Netflix Os atores e a direção poderiam ser melhores mas o filme conseguiu prender minha atenção do início ao fim. Não espere por muitos efeitos especiais, nem por diálogos memoráveis. O filme se torna interessante quando você começa a pensar nas consequências da situação em que os jovens se encontram e se/como eles vão sair dela. O final foi satisfatório. Meus maiores problemas com o filme são:
OBS: O trailer acima é uma bagunça de edição e as legendas nem sempre correspondem ao que é dito. A minha necessidade de procurar um trailer legendado ou dublado (só se não tiver jeito) me obriga a ser menos exigente. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentário |
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Uma coisa que eu não posso opinar, mas que eu escutei de um feirante essa semana ao perguntar se ele aceitava cartão:
“Nao, ainda não. As máquinas boas são muito caras para contratar e tem aluguel e taxa por transação altas. As máquinas mais baratas, duas a cada cinco transações (estimativa) não vão entrar corretamente na sua conta e vc tem de ligar e brigar para receber”.
Não tenho opinião sobre a precisão desse review, se é assim mesmo, mas me faz pensar que o PIX está preenchendo uma lacuna importante do mercado
As máquinas que derem essa frequência de erro estão fadadas a não sobreviver ao fim do mês, mas eu não duvido que esse tipo de problema ocorra com alguma frequência. E fica ainda mais desagradável no caso dos modelos que não emitem comprovante, porque o próprio comerciante fica sem o dele e dependendo da “honestidade” do app. Já pensou como deve ser para o comerciante olhar o extrato no app e ter certeza de que estão faltando transações mas não ter nada para provar isso?
Isso poderia ser minimizado se a cada transação o comerciante recebesse um email digitalmente assinado de confirmação, mas a SUMUP, por exemplo, só manda comprovante por email se você pedir, para apenas um endereço, que tem que ser digitado a cada transação.
Se eu usasse com freqüência certamente iria preferir o modelo que imprime recibos. Pelo menos teria algo físico para apresentar numa reclamação ou denúncia.
Sim, mas só para operações de débito. O comerciante ainda precisará manter a maquininha para a parte da população que vive mês a mês na dependência de crédito.
A cada transação pode-se escolher enviar pro seu email ou SMS ou até mesmo pro cliente um comprovante em pdf
Tenho utilizado a Minizinha mais simples do Pag Seguro. Só tenho elogios, com exceção, claro, das taxas. Quando comprei custou 30 reais, mas hoje tem gente vendendo em minha região a minizinha NFC por 15-20 reais. Também tem a maquininha do mercado pago por 15 reais. Essas maquininhas estão sendo vendidas no marketplace do facebook por pessoas físicas.
Eu vi um vendedor de rua oferecendo a máquina do Mercado Pago por R$10 (!) em Recife. Fiquei muito desconfiado. Tendo a assumir que vem com “chupa cabras” (skimmer) grátis apesar deste artigo sugerir que seria inútil para um bandido.
Eu pretendo comprar a máquina assim mesmo da próxima vez que for ao centro, mas é para desmontar (e inutilizar). Por esse preço…
Não vejo problema no comodato , vc pode vender sua máquininha ou repassá-lo a outra pessoa, claro que isso será feito com o suporte da Stone! E se não quiser mais os serviços da Stone, não vejo porquê continuar com a máquina! Não entendi o problema que vc mencionou! Se trocar de máquina , irá ter que aderir aos requisitos da outra operadora! Normal! Achei as taxas excelentes, uma excelente opção para microempreendedor! R A Stone é referência em atendimento ao clíente, veja no reclame aqui a reputação!
Sobre só poder usá-la em um local isso tbm não faz sentido, cobro meus clientes em suas residencias, em vários endereços diferentes!
Essa é sua opinião mas no meu texto eu não falo nada sobre vender ou repassar a máquina.
Experimente ler de novo o que escrevi e discutir o que eu escrevi e não os problemas imaginados por você. O que você escreveu até agora e no parágrafo seguinte corresponde a uma falácia do espantalho.
Em algum lugar eu falei algo sobre isso? Seus comentários até agora são tão “nada a ver” que você parece uma funcionária da Stone.
Isso seria surpreendente se você estivesse falando de violar uma lei da física, como a termodinâmica ou a gravidade. Você pode violar os termos de um contrato à vontade, impunemente, até a outra parte saber *e* decidir tirar proveito disso. O seu “não faz sentido” é que não faz sentido algum.
Melhore os seus argumentos ou seus próximos comentários serão vetados.
É cada UMA que aparece… Realmente parece ser paga pelo fabricante pra escrever abobrinhas. Se ao menos tivesse argumentos…
E ainda deixei passar o “argumento” absurdo de que ela “pode” vender uma máquina adquirida em comodato, que é uma forma mais estrita de empréstimo. “Repassar” é compreensível mas “vender” é um verbo que não se aplica à situação.
E ainda por cima, até a parte do que ela diz que poderia ser interpretada como razoável, o repasse, é algo explicitamente negado no contrato:
Não havendo qualquer menção a uma exceção garantida por autorização do suporte da Stone.
Concordo… Cada uma que vemos…
Existe problema sim, imagina se me roubam a maquineta no percurso de entrega, qual será o valor real que cobrarão pela maquineta que vou ficar devendo a eles?
Como esses contratos podem mudar a qualquer momento, eu editei o post colocando as partes relevantes da versão do contrato que baixei no dia em que o post foi escrito.
Acrescento também que em caso de perda ou roubo do equipamento, a cláusula que permite o cancelamento por inatividade dá à Stone o direito de cobrar de você o valor não divulgado da máquina após “x” dias. Isso é óbvio, mas é sempre bom salientar. Você não pode simplesmente “sentar” no problema esperando que a Stone esqueça de você.