 Jefferson,  18 de janeiro de 2019, manutenção Esse problema levou dias para ser resolvido por ser intermitente e ocorrer com frequências diferentes para cada usuário. Às vezes levando horas entre ocorrências.
O cliente tem cerca de quatro computadores rodando o sistema comercial da empresa e o servidor é um notebook rodando o Windows 10 (não me pergunte a razão). O sistema comercial requer uma conexão pela porta 3050 (Firebird) e os usuários também tem acesso a um compartilhamento de arquivos.
Aleatoriamente o sistema comercial travava por perder a conexão com o servidor, com a mensagem:
Unable to complete network request to host “SERVIDOR”
Error writing data to the connection.
E em alguns casos era exibido também esse trecho em português:
Foi forçado o cancelamento de uma conexão existente pelo host remoto.
Essa parte do “pelo host remoto” (que seria o servidor) contribuiu para me distrair e procurar o problema no lugar errado.
Além disso cada uma das máquinas exibia uma mensagem dizendo que o mapeamento de rede feito para o servidor havia sido desconectado:
Erro ao reconectar Z: a \\Servidor\d
Microsoft Windows Network: O nome do dispositivo local já está em uso.
A conexão não foi restaurada.
Esse segundo sintoma já garantia que o problema não era no sistema comercial.
A primeira coisa que olhei foi justamente o firewall do Avast Premier, mas confirmei que estava desligado em todas as máquinas. O cliente havia desistido meses antes de usar o firewall do Avast por causa de sucessivos eventos onde o firewall reconfigurava a conexão como “pública” bloqueando assim o compartilhamento de impressoras. Notar que eu jamais recomendei qualquer versão paga de antivírus justamente por achar que os “extras” que elas incluem tem o potencial de criar mais problemas para o usuário comum que soluções. Quando eu comecei a atender esse cliente ele já usava o Avast Premier.
Tendo conferido isso e como o cliente acreditava ter um problema “na rede” eu comecei trocando o switch, um Intelbras gigabit de 24 portas, e o cabo que ia até o servidor, apesar de não acreditar que fosse isso porque na minha experiência problemas em cabeamento são raros e em switches são raríssimos. Algumas horas depois o cliente admitiu que o problema não estava ali.
Então eu voltei minha atenção para o servidor, que era onde eu acreditava estar o problema. O fato de rodar a praga do Windows 10 era minha principal suspeita até mesmo porque já havia ocorrido duas vezes desse servidor se reconfigurar para DHCP perdendo assim o necessário IP fixo após as malditas atualizações automáticas, paralisando a empresa. Entretanto eu fiz uma pesquisa sobre esse tipo de problema e as possíveis causas que encontrei deveriam deixar um rastro no log de eventos do Windows, mas não encontrei nada exceto uma sugestão de que o HDD do servidor pudesse ter um defeito.
Comecei desinstalando programas do servidor desnecessários para o correto funcionamento da rede, incluindo o Avast Premier. E como isso também não resolveu e acreditando que antes de levar um longo tempo testando o HDD e desinstalando atualizações “no chute” que eventualmente precisariam ser instaladas de novo eu decidi provar primeiro ao cliente que o problema era no servidor colocando outro no lugar. Preparei um notebook meu com o Windows 7, copiei todos os arquivos e fiz a substituição.
Pelo título do post, é claro que vocês sabem que isso não resolveu nada.
Estava claro que o problema estava em algum software rodando em todas as máquinas. Poderia ser um vírus, mas achei muito mais provável que fosse uma atualização automática do Windows ou de algum software instalado pelo cliente.
Comecei desinstalando o Avast e o problema foi finalmente resolvido.
Uma coisa curiosa que vale a pena citar é que em uma ocasião onde estávamos eu o o cliente conferindo que o firewall do Avast realmente estava desligado nós flagramos a configuração do firewall deslizar para PÚBLICA e em seguida de volta para PRIVADA. Bem embaixo de onde estava escrito OFF e dos nossos narizes. Se a mensagem “pelo host remoto” e minha birra com o Windows 10 não tivessem nublado meu julgamento eu provavelmente teria testado desinstalar o Avast muito antes.
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 Jefferson,  14 de janeiro de 2019, Este post é a continuação deste.
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 Jefferson,  09 de janeiro de 2019, gbplugin A cliente relatou “erro de tela azul” mas ao receber o notebook o que eu constatei era que a máquina travava sempre que eu tentava rodar, por exemplo, o Office 2010. O ponteiro do mouse continuava funcionando, mas tudo ficava travado. Tentei mais de uma vez e não consegui ver o erro STOP.
Pelo modo de segurança, desinstalei o AVAST. Nada mudou.
No modo de segurança novamente, usei o Autoruns para desativar os serviços instalados pelo programa de segurança do banco (serviços típicos do gbplugin, mas só vi instalado o WARSAW). São serviços começando por “wsdd*” (não lembro se também apaguei os arquivos). Ao reiniciar, aí sim o problema indicado pela cliente surgiu e pude ver que se tratava do erro STOP 0x0000001E. Uma rápida busca no Google me levou a esta página do suporte da MS que sugeria que eu tinha que aplicar um patch no Windows. Mas me chamou a atenção o fato de que o problema era relacionado com o driver NTFS e eu já vi outras vezes tal driver levar a culpa por presepadas de “soluções de segurança”. Então eu fiquei ainda mais desconfiado de que a culpa era do gbplugin/warsaw.
Com um LiveCD, renomeeei os diretórios da diebold e gas informatica que achei em Arquivos de Programas e reiniciei. O problema desapareceu.
Depois foi só ir nas conexões de rede e desinstalar o filtro de rede da Diebold, porque a remoção manual que eu fiz dos serviços estava impedindo a máquina de entrar na rede.
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 Jefferson,  09 de dezembro de 2018, CFTV Um amigo me pediu para colocar uma câmera PTZ para funcionar. Eu tenho experiência com comunicação RS485 e fazer isso funcionar deveria ser simples, mas no processo eu esbarrei em vários problemas, sendo um deles a dificuldade para compreender as opções de configuração existentes no DVR e depois como fazer a operação. Depois que você entende, percebe que é muito simples, mas o manual não ajudou em nada e eu tive quer ir por tentativa e erro. Apesar de ser um post curto eu vou deixar documentado aqui porque essa informação vai ser auxiliar para outro post que estou fazendo sobre a câmera.
O DVR que eu usei nos testes tem vários anos e é um modelo vagabundo (DVR-9318V) que comprei diretamente na China, mas muitos outros aparelhos tem uma configuração similar.
Ao entrar no Main Menu, logo aparece a opção PTZ Config:


Meu problema foi entender a distinção entre “PTZ Device” e “RS485 Device”. O que eu descobri através de experimentação é que, ao contrário do que seria intuitivo, se você está usando a porta RS485 embutida no DVR vale apenas o que está em “PTZ Device” e tudo o que está sob “RS485 Device” é ignorado.
As opções para “RS485 Device” são: NONE, AiBi, Dahua, Dahua2, GPS, General, HB5003, HangBang, Hikvision, LongYang, LongYang-D900, MeiFang, MinYang, MinYang3, PearMain, Ranging, SISO, SISO2, Takral, Transparent, Universal-CS8x, Vista, Wonwoo e eMax.
É como se o DVR suportasse conversores USB-RS485 e esse menu permitisse dizer que tipo de conversor você plugou. Entretanto isso não explica por que existem configurações separadas já que Baud rate, Data Bits, Stop Bits e Parity precisam ser idênticos no conversor e no dispositivo a ser controlado. Outra coisa que chama a atenção é que vários desses nomes são claramente de fabricantes de DVRs e câmeras e nenhum me lembra um fabricante de acessórios ou componentes de comunicação. Isso seria um meio de fazer um DVR controlar outro DVR via PTZ? Se alguém souber para que serve realmente essa parte da configuração, por favor deixe um comentário.
Mas voltando ao “PTZ Device”: nesse menu você escolhe o seguinte:
- Channel: O canal do DVR onde está o dispostivo PTZ que você está configurando;
- Protocol: O Protocolo de comunicação usado por esse dispositivo PTZ. Você vai ter que olhar no manaul do mesmo;
- Address: O endereço do dispositivo no bus RS485. Tem que ser o mesmo endereço configurado no dispositivo PTZ
- Baud Rate, Data Bits, STOP Bits e Parity: Tem que conferir com o configurado no dispositivo PTZ
Para usar o controle PTZ do DVR existe um pequeno detalhe que você precisa observar, que é óbvio, mas acaba passando despercebido quando você está enrolado com outras variáveis na configuração: O canal que você quer controlar precisa estar em tela cheia ou, se você estiver no modo de exibição múltipla, você tem que clicar com o botão direito sobre o canal que você quer controlar antes de selecionar “PTZ Control”.

Atente para o número “08” na barra superior. Esse é o canal por onde estão sendo transmitidos os comandos RS485.
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 Jefferson,  08 de dezembro de 2018, android, Faculdade Quando eu comecei a faculdade surgiu a necessidade de colocar o telefone no modo silencioso todas as noites antes de começar a primeira aula e tirar desse modo no final da última. Eu poderia adiantar o modo “não perturbe” nativo do Android para começar às 18h (o meu já ativa às 22h), mas isso deixaria um intervalo de entre uma hora e cinco horas quando o telefone entraria ou permaneceria no silencioso desnecessariamente, porque não tenho aulas todos os dias nem em todos os horários.
A solução que encontrei para isso foi a app Silent Scheduler. Com ela você pode programar perfis diferentes para cada dia. Estou usando a versão 2.7, que funciona bem exceto por um bug: em ocasiões aparentemente aleatórias a app deixa de restaurar o volume ao terminar um perfil. Quando o próximo período começar vou testar outra app.
Edit: lendo alguns reviews notei que o desenvolvedor parece realmente empenhado em resolver os problemas da app. Eu vou tentar entender melhor o bug e pedir ajuda a ele para resolver, antes de tentar outra app.
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 Jefferson,  08 de dezembro de 2018, Eu acabo de perder alguns pontos na minha carteirinha de nerd e não sei ainda se isso é bom ou ruim. Mesmo depois de ter lido os três livros da saga Senhor dos Anéis e de ter assistido a todos os filmes, incluindo a saga O Hobbit, eu não fui capaz de entender/deduzir que a raça de Sauron é a mesma de Gandalf, Saruman e Radagast. Somente agora, assistindo pela enésima vez O Hobbit, eu tive curiosidade de entender onde o tal Necromancer se encaixava na estória e pesquisando sobre isso aprendi que Sauron era um Maia “caído”.
Parece tão óbvio agora. 
Não que o filme seja de qualquer ajuda para entender isso. Nele o Necromancer (Sauron) é tratado, pelo menos por Saruman, que realmente tinha a intenção de esconder a verdade de todos, como um feiticeiro humano. E Maias não são humanos.
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 Jefferson,  04 de dezembro de 2018, Faculdade Tomei a decisão enquanto estava em Dublin. É difícil não ficar encantado com a vida em um país do “primeiro mundo” e a não ser que você goste do “jeitinho” brasileiro (eu detesto) não desejar ficar lá permanentemente. Mas mesmo com minha irmã morando lá minhas chances de conseguir um emprego seriam pequenas, pois em primeiro lugar me falta a “coragem” da minha irmã de “meter a cara” e em segundo lugar sem um diploma de nível superior as vagas mais prováveis para um brasileiro em Dublin são de lavador de pratos ou garçom, dependendo do nível do seu inglês. Eu ficaria arrasado se em uma das minhas futuras viagens para levar mamãe aparecesse uma oportunidade de emprego na minha área e eu a perdesse por não ter o danado do diploma.
Então decidi fazer Análise e Desenvolvimento de Sistemas na modalidade Tecnólogo, que dura apenas dois anos e meio. Lá fora eles sabem que o grau de tecnólogo é um curso superior “meia boca” (na melhor hipótese deve equivaler a um Associate Degree), mas minha idéia é primeiro assegurar um diploma tão rápido quanto possível e em seguida fazer uma segunda graduação e/ou uma pós. Estou ciente de que dois (ou três) diplomas de tecnólogo não vão necessariamente substituir um bacharelado, mas é o que no momento se encaixa na minha disposição. E um diploma tem outros usos, mesmo esquecendo a Europa.
Estou contando isso para vocês agora porque finalmente saiu minha última nota. Sim, eu acabo de terminar o primeiro período da faculdade. Voltei ao Brasil no dia 29/08, na semana seguinte estava fazendo o “vestibular” e no dia 10/09 comecei a freqüentar as aulas. Não contei antes por dois motivos:
- Vocês já devem ter notado que usualmente eu nunca falo do que vou fazer ou estou fazendo. Eu normalmente escrevo sobre o que já fiz e isso é mais ou menos proposital;
- Nas primeiras semanas de aula eu não estava certo de que conseguiria sobreviver ao primeiro período.
Logo na primeira aula tive um choque. Era Matemática Computacional e o professor estava explicando Análise Combinatória. Um assunto que qualquer um cursando a faculdade não deveria estar precisando ver de novo (afinal, é matéria do segundo grau) mas que eu nunca estudara oficialmente porque não fazia parte do currículo de Eletrotécnica. Eu achei fácil, mas além de fazer uma pergunta estúpida ao professor que se eu tivesse pensando por mais dez segundos não teria feito, esbarrei em problemas do exercício que eu não conseguia responder de jeito nenhum.
Não era apenas o problema de ter passado 28 anos sem usar o que aprendi no segundo grau: eu tinha que lidar com meu próprio nervosismo. O mesmo que mais de trinta anos antes me fez passar mal em dois exames para a ETFPE. Eu estava me sentindo inadequando e incapacitado para a tarefa. Havia momentos em que eu sentava para tentar resolver exercícios e meu cérebro demorava a “focar”. Eu lia o parágrafo mas não conseguia absorver nada. Percebi então que além de absorver o conteúdo das matérias eu tinha que controlar meus nervos ou do contrário tudo estaria perdido. Não adiantaria nada saber responder a prova (se eu chegasse a esse ponto) se fosse para dar “um branco” na hora ou, pior, eu ir bater na enfermaria. E estou muito velho para esses constrangimentos. “Relaxar” era imperativo.
Não pareceu que ia ser fácil. Quando entrei na faculdade o período letivo já tinha começado há pelo menos duas semanas e eu perdera várias aulas. Para terminar de “lascar” com meus nervos, na segunda semana, durante uma aula de matemática eu recebi um email da faculdade dizendo que o período de provas já tinha começado! Nem consegui assistir a aula direito. Depois, mais calmo, eu me dei conta de que não era coisa para pânico pois se tratava da disciplina que era ministrada por EAD e essa prova era apenas uma avaliação preliminar, que eu tinha quase dois meses para fazer. Se eu fosse cardíaco a faculdade teria me matado do coração com essa!
Mas para resumir, senão esse post vai ficar muito longo: o diabo não era tão feio assim. Depois de entender as regras de avaliação da faculdade e traçar um plano de ação eu consegui a segurança necessária para controlar meu nervosismo. Eu tive que botar na cabeça que:
- Tomar nota baixa (não estou acostumado) não seria o fim do mundo. Eu teria outras chances;
- Ser reprovado em uma matéria (nunca aconteceu) não seria o fim do mundo. Eu poderia pagar a cadeira de novo;
- Se no final eu me declarasse incapaz para a tarefa isso também não seria o fim do mundo.
E tudo acabou dando certo. Essas foram as minhas notas:

Eu não pretendo informar aqui que faculdade estou cursando, em primeiro lugar para preservar minha privacidade (os leitores com os quais eu já troco mensagens privadas podem perguntar por email, se quiserem) e em segundo lugar porque formei uma opinião bastante crítica sobre ela e parte dos problemas me beneficiam. Nesse caso eu acho que seria anti-ético, como cuspir no prato que estou comendo. Além disso minhas críticas poderiam atingir alguns inocentes pois eu posso facilmente julgar o que está errado, mas determinar por que está errado requer muito mais informação e eu sinto que algumas “falhas” tem múltiplas explicações. Por isso é melhor não falar nada sobre a instituição, mas vocês devem esperar por futuros posts sobre assuntos tratados na faculdade. Existem posts anteriores relacionados que eu publiquei sem mencionar a razão mas que agora vão ganhar uma tag.
23/06/2019 – Terminei o segundo período (e o terceiro)
A faculdade que estou cursando é uma bagunça. Nós começamos o primeiro período no meio de 2018 matriculados nas disciplinas do segundo, o que já era questionável; mas quando começou o período seguinte em vez de sermos matriculados nas disciplinas do primeiro período fomos automaticamente matriculados no terceiro. Isso desencadeou uma onda de protestos e insatisfação geral, porque claramente algumas disciplinas do terceiro período não podiam ser cursadas sem o básico ensinado no primeiro. A justificativa era de que a faculdade não tinha aberto turmas ainda para o primeiro período (faltavam alunos novos). Por conta disso vários de meus colegas trocaram de faculdade e outros ficaram em casa à espera da abertura das turmas mas eu preferi ficar assistindo às aulas do terceiro período enquanto esperava. Como eu já tenho uma base extensa o conteúdo das aulas não parecia nada especialmente difícil e quando as disciplinas do primeiro começaram a aparecer eu percebi que elas se encaixavam nos meus horários vagos e decidi simplesmente acrescentá-las. Eu acabei conseguindo cursar ao mesmo tempo o terceiro e o primeiro períodos inteiros, com exceção de uma disciplina do primeiro e uma do terceiro, cada uma de 44h.
Tive medo de “estar dando um passo maior que minhas pernas”, mas no final correu tudo bem:

As duas disciplinas com apenas uma nota são as online, que só tem uma prova mesmo. E essa nota que está destoando das outras eu vou tentar consertar na semana que vem. Vou fazer a “AV3”, que pelas regras da faculdade substitui a menor nota que eu tiver (se for maior, claro).
O único real inconveniente é que fui separado dos meus colegas do primeiro período por mais da metade do semestre e agora me distanciei ainda mais deles por ter avançado um período.
18/11/2019 – Terminei o quarto período
Depois de entrar para a faculdade eu já consegui fazer o que me pareceu impossível umas três vezes. A mais recente veio com este boletim:

As disciplinas que só tem uma nota são as disciplinas que paguei por EAD. Não sei se consigo e nem realmente se devo manter esse ritmo. “Passar” nessa faculdade (a média é 6) é muito fácil. Tão fácil que para mim é quase uma questão de honra tirar nota 10. Mas isso é muito estressante, principalmente nesse ritmo de oito disciplinas por semestre.
O semestre que vem é o último e também vai ter oito disciplinas. Se tudo correr como planejado eu vou terminar a faculdade seis meses antes do previsto na estrutura curricular.
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 Jefferson,  03 de dezembro de 2018, manutenção Eu comprei um teclado novo para um notebook Dell Inspiron 14z e ao testar percebi que apenas uma tecla, que continha os caracteres ?, / e °, não estava funcionando. Eu reclamei ao vendedor e para a minha surpresa ele disse que eu precisava instalar uma “atualização” para essa tecla funcionar. Eu só não pensei de cara que fosse conversa mole porque eu achara mesmo curioso que apenas essa tecla não estivesse funcionando, mas ainda assim fazia pouco sentido.
Seguindo o link indicado pelo vendedor eu encontrei o arquivo para download e constatei que se tratava apenas de um arquivo .reg com o seguinte conteúdo:
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Windows Registry Editor Version 5.00 [HKEY_LOCAL_MACHINE\SYSTEM\CurrentControlSet\Control\Keyboard Layout] "Scancode Map"=hex:00,00,00,00,00,00,00,00,02,00,00,00,73,00,1d,e0,00,00,00,00 |
Pelo pouco que eu entendo, essa linha determina que a tecla com scancode 0xe01d seja interpretada como tendo o scancode 0x0073.
O que me pareceu perfeitamente seguro. Apliquei o arquivo .reg, reiniciei o Windows e o problema realmente foi resolvido.
O que eu esqueci de testar foi como isso afetaria o teclado original. Mas esse teste vai ter que ficar para outro dia.
É realmente importante você ter esse problema em mente porque numa reinstalação do Windows em um notebook com um teclado não-original desses instalado, a tecla vai deixar de funcionar e você vai achar que se trata de defeito.
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 Jefferson,  02 de dezembro de 2018, Filmes A primeira metade do filme não conseguiu prender minha atenção. Parei umas cinco vezes para fazer outras coisas. Só melhora mesmo a partir da “extração” de Lane e chega até a ficar interessante quando as reviravoltas começam a se suceder, embora a primeira, com Benji, eu já tivesse previsto. Eu achei a sucessão de reviravoltas interessante porque prende minha atenção para não perder o fio da meada, mas depois que termina eu não posso deixar de pensar no quão absurda é uma situação dessas.
Eu não consigo deixar de pensar que a troca de Alec Baldwin por Angela Basset tenha algo a ver com a onda feminista. Mas nesse caso eu não faço objeções porque acho Basset bem convincente.
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 Jefferson,  02 de dezembro de 2018, Filmes Não que seja particularmente “bom”. É que esse capítulo tem elementos que me fazem lembrar dele com maior freqüência.
Os pontos altos:
- O vilão Solomon Lane e a interpretação de Sean Harris. Um inimigo tão formidável que lembra Moriarty;
- A agente Ilsa e a respectiva interpretação de Rebecca Ferguson. Obviamente não era só a interpretação que prendia minha atenção;
- Os roteiristas finalmente admitem a natureza sobrenatural da “sorte” da IMF. Começa na fala do presidente da comissão do senado, quando diz que os métodos da IMF “são indistinguíveis de puro acaso e os resultados são parecidos demais com sorte” e arremata perto do fim quando o diretor da CIA diz que “Ethan Hunt é a manifestação viva do destino”. Não consigo pensar em maneira melhor dos criadores da série admitirem que não se deve levar muito a sério o que acontece em cada filme

- A propósito, esse parece ser o primeiro filme da série em que Ethan demonstra insegurança, o que para mim conta como positivo. Isso parece ter sido propositalmente colocado em evidência na cena em que Benji diz que a tarefa submersa “não parece impossível” e fala como se fosse brincadeira (o que no universo da série geralmente é) enquanto Ethan não parece nada entusiasmado com a idéia.
Na primeira metade do filme só se salvam mesmo essa cena da audiência no senado e o momento em que Ethan recebe a “missão” alterada pelo Sindicato. O resto é ocupado por bobagens desconexas. Todo o lance do mergulho é de um absurdo que me faz dar um “facepalm” quando penso na seqüência e a perseguição de motos me pareceu absolutamente sem propósito até eu me lembrar de um comentário do amigo José Carneiro sobre o merchandising da BMW. Foi aí que eu notei que o propósito da cena era exibir as motos.
Só a partir do encontro no cemitério, passadas 1h27min, o filme melhora.
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Outro problema que me fez desconfiar do servidor foi o fato de que nele o nome de usuário para login/compartilhamento é o mesmo que o nome da máquina
usuário: servidor
computador: servidor
Isso é proibido pela Microsoft há muito tempo (décadas?), embora não seja claro que tipos de problemas podem ocorrer se alguém fizer isso. No mínimo gera uma ambiguidade desnecessária e eu nunca faria. Desde que eu comecei a atender esse cliente já estava assim sem criar problemas mas eu fiquei pensando se uma atualização automática não tinha transformado isso em problema.
Eu tive um problema parecido aqui no laboratório. Eu não conseguia acessar arquivos de um computador com o Windows 7 Home Premium – 64bits (original), porém o computador era visualizado na rede. Nesse micro tem o Kaspersky Total Security, mas mesmo desabilitando a proteção, desativando o Firewall, ela no mesmo grupo de trabalho e com as opções de compartilhamento com criptografia baixa e sem senha, eu não conseguia acessar as pastas compartilhadas.
Após uma pesquisa na internet, testei algumas dicas, mas nada resolveu. Como eu já iria formatar esse micro, resolvi adiantar o processo. Logo após a formatação, o problema foi resolvido, porém no dia seguinte voltou com o mesmo erro quando se tenta acessar o computador de outros computadores na mesma rede (Erro: 0x80070035, O caminho da rede não foi encontrado). O erro continuou tentando acessar de um micro com Win10 e de outro com Win7, então eu percebi que como os Win7, que estão com licença original, eu atualizei ambos pelo Windows Update. Então ontem (dia 17-01-2019), atualizei o sistema pelo Windows Update novamente e a atualização KB4480955 parece que resolveu o problema no Windows 7.
*OBS: Após entender o problema, eu lembrei que esse erro começou a aparecer após uma atualização do Windows Update num notebook aqui do laboratório. Como ele tem licença original, eu procuro atualizar o sistema sempre que lembro. Hoje (dia 18-01-2019), os dois computadores com Windows 7 originais (e atualizados ontem) estão com pastas compartilhadas e funcionando bem.
Já não bastava a Microsoft tentar “consertar” o Windows 10 desesperadamente através de atualizações forçadas, agora estão estragando o sistema mais estável (o Windows 7).
Sistemas como Windows 10 mais as soluções tudo em um, tipo o Avast, adicionam “camadas de emaranhamento” nunca vistos antes. Hoje em dia os problemas acontecem em múltiplos pontos e Windows 10 é uma verdadeira caixa preta com botões que não fazem nada e controles que não modificam nada. Se o servidor roda nada mais que um banco de dados e algum compartilhamento de arquivos eu sugeriria pro cliente uma máquina “pelada” com Windows 7 (e se for só banco de dados até Linux resolve).
Concordo contigo que pra um Servidor simples o Windows 7 resolve. Agora com relação aos antivírus, o problema é que estão vindo com muitas “funções”, e isso atrapalha um bocado. No caso, um usuário comum ele vai instalar o Avast com todos os componentes. No meu caso, eu instalo somente o básico (sem atualizador de software, protetor de senha, firewall e etc). Com isso ele dá menos problema, em teoria.
Eu também faço questão de desmarcar todos os extras quando instalo o Avast Free. Mesmo nas máquinas de clientes. Não vejo “valor” naquelas coisas.
Eu não sei com está a usabilidade e confiabilidade do SAMBA hoje, mas considerando que já esteja “maduro” esse servidor poderia sim ser substituído por uma máquina Linux.
Uma máquina Linux usando uma distro sem a palhaçada das atualizações automáticas, claro.