A revelação de DeepFakes: estamos profundamente fo**dos

Um usuário do Reddit chamado “deepfakes” começou a publicar no mês passado vídeos onde apresentava o resultado do passatempo dele: usar algoritmos de “deep learning” para fazer trocas convincentes de rostos em vídeos. O resultado é espantoso: clipes pornô falsos de celebridades que uma pessoa comum juraria que se não é verdadeiro é de um sósia.

E para terminar de **der com tudo ele demonstrou que é muito fácil fazer isso e publicou as ferramentas. Começou uma explosão de vídeos falsos na internet. Um site foi criado (CUIDADO: PORNÔ HARDCORE!) com alguns exemplos. No site você escolhe uma celebridade e uma atriz pornô e vê um vídeo já submetido por alguém com a troca de rostos. Algumas trocas são irreconhecíveis mas outras são perturbadoras. Confira este de Emma Watson (apenas nudez parcial, sem sexo):

Junte com isso a ignorância e estupidez da geração Facebook, que já aceita qualquer boato insano como verdade absoluta, e agora com “provas” em vídeo estamos todos **didos. Temos eleições este ano e isso certamente vai ser usado pelos suspeitos de sempre. Mas a estupidez das redes sociais também vai destruir muitas reputações fora do círculo político com a ajuda dessa tecnologia.

Eu ainda não sei do que os algoritmos precisam da “vítima” para trabalhar, mas eu suspeito que quanto mais fotos e vídeos existirem do seu rosto à disposição do falsário, pior. Se você é pai de uma adolescente bonita e narcisista, prepare-se, porque o que não falta no mundo é adolescente desocupado. E o que sobra no Brasil é impunidade para estes.

14 comentários
  • Jefferson - 6.631 Comentários

    Não é necessário um vídeo da vítima. O algoritmo apenas precisa de “algumas centenas de fotos” para analisar.

  • Jefferson - 6.631 Comentários

    Juntando com esta tecnologia que permite manipular as expressões em vídeos e o Adobe VoCo, o falsário poderá fazer o vídeo falso dizer o que quiser, com a voz da vítima.

  • Walter - 140 Comentários

    E o cara publicou essas ferramentas aonde?

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      Se não me engano a FakeApp reúne tudo o que é preciso. Eu não testei.

      • Jefferson - 6.631 Comentários

        É um tanto “esclarecedor” ver nos comentários gente que usa Linux pedindo a um indivíduo que claramente usa Windows uma versão Linux da ferramenta ou instruções para fazer rodar no Wine. Patético.

        Nem vou falar dos usuários de MacOS fazendo o mesmo pedido.

      • Walter - 140 Comentários

        Obrigado! Isso é assustador, mas tem boas aplicações comerciais (e legais) possíveis envolvidas.

        • Jefferson - 6.631 Comentários

          Certamente tem. Já existe um exemplo no youtube de alguém tentando fazer uma Princesa Léia mais realista que a de The Force Awakens. Por um lado eu acho muito bom que uma tecnologia desse porte esteja ao alcance de todo mundo. Mas infelizmente ela já começou sendo usada para o mal. O “tarado” em mim baba com os deepfakes mas o “homem civilizado” sabe que isso é muito errado.

          • Walter - 140 Comentários

            Eu pensei na aplicação principalmente em publicidade. A agência faz um filme com um determinado ator, que no final acaba não ficando tão bom, ou é reprovado pelo cliente. Ao invés de se refazer todo o filme, que tem um custo alto, se aplica o rosto de outro ator. Isso, é claro, estando bem especificado em contrato e com autorização de todos os envolvidos. Pode diminuir muitos custos, inclusive.

            • Jefferson - 6.631 Comentários

              O que só é viável porque ninguém de uma grande empresa de CGI viu isso antes de se tornar público. Teriam comprado, patenteado e você só poderia usar pagando quase a mesma coisa que refazer o filme.

              Agora que se tornou público, supondo que não infrinja uma patente já existente, todo mundo pode usar, inclusive comercialmente.

              • Walter - 140 Comentários

                Se o autor for esperto, em breve ele lança uma versão atualizada e melhorada para uso comercial. E deixa uma versão meia boca para uso aberto.

                • Jefferson - 6.631 Comentários

                  Esse gato não volta mais para o saco. O autor da fakeapp é só um cara que criou uma GUI para simplificar o processo explicado pelo autor original. O conjunto de ferramentas original é de código aberto, baseado na Tensorflow.

  • Snow_man - 313 Comentários

    Oh my God!!! onde vamos parar???

    mas tá difícil, tem coisa fake pra tudo hoje em dia: olha isso

    Ah, Jeff, desculpe a sumida; novos projetos demandando tempo.

  • Jefferson - 6.631 Comentários

    Uma coisa que eu esqueci de mencionar aqui é que Hollywood, claro, já tem uma tecnologia para mudar rostos de atores bem avançada. Essa tecnologia foi usada, por exemplo, em “What Happened to Monday” onde Noomi Rapace contracena com seis cópias dela mesma que na verdade são outras atrizes e “The Social Network” onde os irmãos gêmeos são dois atores distintos. Mas a tecnologia usada nesses filmes parece usar uma abordagem diferente e não é “deep learning”.

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Gosto de Travelers, mas é melhor não prestar muita atenção

No futuro de Travelers, a humanidade está quase extinta. Soldados são enviados para o século 21 através de transferência de consciência, ocupando os corpos de pessoas que historicamente estavam prestes a morrer, com a missão de fazer certas alterações que salvariam a humanidade de seu futuro catastrófico. Os soldados chegam normalmente em grupos de cinco, com especialidades definidas: um líder, um historiador, um tático, um médico e um engenheiro e, após evitar o evento que causaria a morte do host, devem prosseguir com a vida deste nos intervalos entres missões.

A série é centrada em uma dessas equipes, suas missões, interações com outras equipes e eventuais inimigos.

Eu gosto dos personagens, dos atores e geralmente da direção e do roteiro, mas para continuar gostando é preciso não olhar muito de perto certas situações porque senão você percebe a lógica desmoronar. O roteiro não é consistente dando a impressão que os roteiristas “mudaram de idéia” em certos pontos e a partir da segunda temporada os absurdos aumentam bastante. Em S02E06 eu cheguei a pensar que os roteiristas estavam zombando da minha inteligência, mas no final a situação absurda foi explicada então eu quero crer que outras explicações estão por vir, mas não se preocupe que não é nem de longe tão absurdo quanto um episódio médio de Star Trek TOS ou TNG. Travelers apesar de não ser “hard sci-fi” pelo menos parece tentar criar uma ficção verossímil e não tem tanta tecno-baboseira.

Aguardando a terceira temporada.

4 comentários
  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Eu também gosto, mas realmente tem momentos que a lógica foge do controle. Mas o que é realmente difícil é imaginar como eles fazem varias atividades, que em muitas vezes poderiam ser classificadas com atos terroristas, e não atraem todas as agencias de espionagem do mundo para o seu encalço. Tirando isso, mas tem muita coisa plausível mesmo assim!

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      Mas o que é realmente difícil é imaginar como eles fazem varias atividades, que em muitas vezes poderiam ser classificadas com atos terroristas, e não atraem todas as agencias de espionagem do mundo para o seu encalço.

      Eles tentam cobrir esse ângulo. Logo no primeiro episódio o FBI desconfia das atividades do grupo do agente MacLaren, que no segundo episódio trata de sumir com a investigação.

      E em parte por causa disso, em S02E12, o agente Wakefield explica a MacLaren que os viajantes foram descobertos por todas as agências de inteligência “provavelmente no mundo inteiro” e que os governos não tomaram uma atitude ainda porque estão apavorados com o nível de infiltração.

      Mas eu concordo que as atividades do grupo de Maclaren deveriam chamar muito mais atenção, não só das agências de inteligência mas das polícias locais.

  • Danjovic - 3 Comentários

    Eu gostei da serie porem vi com tristeza a segunda temporada (e a trama da serie) se transformar no chavao da guerra de gangues. Mais ou menos o que aconteceu com walking dead.

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      Eu não assisti ainda a Walking Dead mas eu acho garantido que num futuro apocalíptico qualquer o maior inimigo do homem seja o homem. Uma utopia com todo mundo na Terra colaborando contra o inimigo comum sem disputas pelo poder é tão pouco realista que faria a matrix resetar :D

      Se o pano de fundo dos zumbis sustenta uma (boa) estória de mais um conflito entre humanos, aí depende da habilidade dos roteiristas.

      Quanto a Travelers, a coisa tende a ficar pior na terceira temporada. É muito conflito para resolver.

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Só o que se salva em Thor: Ragnarok é Cate Blanchett

Definitivamente o pior filme da série por larga vantagem.

Nos primeiros cinco minutos eu já estava incomodado com o humor exagerado mas a coisa só piorou.

  • O substituto de Heindall é um personagem ridículo (o que ele fazia com um Shake Weight a não ser chocar a audiência?) que não aproveita nada de Karl Urban;
  • O momento em que Thor se dá conta de que Loki está no lugar de Odin não teve nem de longe o peso que deveria ter. Foi como “Ahhh, Loki, seu menino maroto, cadê o papai?” e eu esperava uma fúria semelhante ao momento em que ele viu sua mãe ser esfaqueada;
  • A morte de Odin foi igualmente brochante;
  • Idiotizaram o Hulk e imbecilizaram Bruce Banner. Aliás, prefiro esquecer que vi Mark Ruffalo nesse filme;
  • Hela precisa da espada para concretizar seus planos, mas quando está mais perto dela do que do castelo, volta para este para disputar quem tem o pinto maior com Thor;
  • Então “Asgard é o povo e não um lugar”, mas para deter Hela, que extrai seus poderes de Asgard, destrói-se o lugar. Tá, entendi tudinho…
  • Tudo o que é necessário para garantir a destruição de Asgard é colocar uma certa coroa numa certa chama. E Thor guardou essa coroa no mesmo lugar que a chama? um recinto tão seguro que foi invadido pelo inimigo nos outros dois filmes? E Hela também não se dá conta disso apesar de ter reconhecido a coroa?
  • Numa das cenas em que vemos o povo de Asgard entrar na nave, parece até que eles estão subindo num navio de cruzeiro tamanha a calma. Nem parece que é a única chance de salvação deles.

Roteiro ruim, direção maluca, personagens desperdiçados…

 

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Você tem um plano para caso a bóia da sua caixa d’água quebre?

Eu não tinha. E tive que lidar com a inundação. Ainda bem que foi num horário em que eu estava em casa e acordado.

O problema foi causado por uma série de condições que isoladas não seriam problema:

  • As caixas estão em lugar abrigado, onde normalmente não cai água e não esperamos que caia;
  • Como havia sido feito um “dique” de cimento ao redor da caixa para conter um eventual transbordamento, ninguém achou necessário instalar um ladrão na caixa;
  • O “dique” foi quebrado anos atrás por razão desconhecida e ninguém se ocupou em consertar;
  • A bóia quebrou.

Quando eu notei o problema já tinha se formado um reservatório extra de uns 100 litros do lado da caixa e estava transbordando pela parede, causando uma cascata em um ponto abrigado do quintal. Por sorte só molhou roupas e alguns materiais que podíamos secar mas subir no telhado às 10 da noite para drenar a laje não é divertido e não é bom para a minha coluna.

Como não quero passar por isso de novo e sabendo que poderia ter sido pior, vou trocar a bóia, consertar o dique e instalar um ladrão.

13 comentários
  • Luciano - 493 Comentários

    Além do ladrão, na minha eu instalei também o registro de manutenção e limpeza que está ligado ao cano do ladrão, assim quando precisa lavar a caixa, não precisa escoar a água da limpeza pelas torneira, válvula de descarga, etc.

    Assim, quando é necessário lavar a caixa, fecha-se o registro de entrada, usa-se a água até esgotar a caixa, e fecha-se o registro de saída, faz a limpeza e abre o registro de manutenção e escoa a água da limpeza pelo ladrão.

    Pense nisso, em colocar uma flange o mais próximo possível do fundo da caixa pra essas ocasiões, com um registro.

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      o registro de manutenção e limpeza é algo que não instalei ainda (temos três caixas, sendo duas altas) porque envolve furar a caixa perto do fundo, saber o que estou fazendo (as duas caixas de polietileno de 500l nem tanto, mas fazer uma m**da na caixa de fibra de vidro de 2000l seria um problemão), ferramentas adequadas, “saco”, etc, etc…

  • Alexandre - 15 Comentários

    Gostei da idéia do registro de manutenção/limpeza.
    Aqui eu tenho 2 problemas:
    *Alta pressão, que resolverei com um regulador de pressão +caixa para ele +canos, curvas, cola, cimento, areia, etc… +trabalheira +ânimo para fazer isto nalgum dia.
    *Bóia que trava na posição aberta quando o nível da caixa baixa muito (raridade, mas já aconteceu). Felismente há ladrão de água na caixa e ela vai para locais onde não causa estrago. Isso é mais fácil de resolver, mas dá uma preguiiiiiça.

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      *Alta pressão, que resolverei com um regulador de pressão +caixa para ele +canos, curvas, cola, cimento, areia, etc… +trabalheira +ânimo para fazer isto nalgum dia.

      Por que é tão complicado? Nunca tive esse problema, mas na minha ignorância eu suponho que o jeito mais simples de resolver é instalar um registro na tubulação de subida e deixá-lo parcialmente fechado. Deve existir algo ainda mais simples, porque o “redutor de pressão” do meu chuveiro elétrico não passa de uma borracha com um furo no meio.

      • Alexandre - 15 Comentários

        *Vou ter que quebrar parede de cimento duro (mesmo com martelete vai ser “osso duro” kkk).
        *Já faço isso de deixar o registro parcialmente fechado, inclusive no mínimo. Maaas isto regula apenas o fluxo. Pense num cilindo fechado ligado à rede externa de água, por menor que seja a passagem de água, nalguma hora a pressão interna do cilindro vai se igualar à pressão existente na rede externa.
        *A pressão aqui varia muito, tem hora que muita, noutra pouca, noutra regular, etc…
        *Esse extra-plus de pressão é intermitente, e já rachou cano, umas 2 vezes, dentro da parede. Imagina como é bom quebrar azulejo da cozinha até conseguir encontrar onde está a rachadura, sem saber por onde o cano passa? E outra coisa: A água vazou num lugar distante de onde passa o cano. Felismente é raridade ocorrer, mas mesmo assim o fantasma me assombra pois pode voltar.
        *Existe um dispositivo específico para reduzir/regular pressão hidráulica. Funciona mesmo sem fluxo, e independe da pressão da rede externa (que inclusive pode ser variável). Internamente é um mecanismo com piston e mola. Pode-se regular a pressão que deseja apertando ou afrouxando a mola via um parafuso. É o tipo que coisa que você pensa “Nossa como é simples”, só que somente após conhecer a resposta.

        • Valdecir - 7 Comentários

          Precisei colocar um redutor de pressão no purificador aqui de casa, foram 2 vezes sempre de madrugada que uma peça interna (plastico ) estoura devido a pressão.
          E todo dia por volta das 4 horas o redutor corta a água do purificador, só liberando por volta das 6, mexi no parafuso para liberar a água, passado algumas semanas o purificador vazando novamente. Voltei ao ajuste anterior e está assim, das 4-6 da manhã ninguém toma água. :lol: Se quiser beber bebe direto da torneira mesmo.
          Minha casa não tem caixa d’água, mas nas suas que tem não esqueçam de por uma ponteira no ladrão, para que não entre insetos.

          • Alexandre - 15 Comentários

            *Pôxa… Desconhecia esse fator de “Pressão mínima de trabalho”. Inclusive perguntei à um vendedor do mercadolivre e ele falou que é isso mesmo. Pórem como eu sou um cara chato, e não confio muito em vendedores, posteriormente irei atrás do datasheet dalgum para a confirmação final/fatal.
            *Valeu pela dica da ponteira.

      • Claudio - 13 Comentários

        eu suponho que o jeito mais simples de resolver é instalar um registro na tubulação de subida e deixá-lo parcialmente fechado.

        Cuidado com essa abordagem, porque “registro de gaveta” (aqueles que usamos para fechar uma linha d’agua) são feitos para funcionar em apenas duas posições, totalmente aberto ou totalmente fechado; no “meio-termo” eles tendem a desenvolver folgas e eventualmente vazamentos, ou pelo menos essa foi a explicação que escutei de dois encanadores diferentes.

        Até acho que dá pra usar nesse caso aqueles registros de meia volta que tem uma esfera furada que gira para cortar o fluxo, mas na prática não vai reduzir a pressão, apenas limitar o fluxo mesmo.

        • Intruder_A6 - 194 Comentários

          Registro de gaveta (válvula gaveta) e registro de esfera, nenhum dos dois pode funcionar muito tempo meio aberto (quase todo fechado) pois desgasta por abrasão e perde estanqueidade, isto vale para as válvulas industrias e as residencias. Para operar desse jeito com pouco desgaste só com válvula globo, que é projetada para trabalhar controlando a vazão.

  • Alexandre - 15 Comentários

    Off-topic: Chefe! Me lembro vagamente que utiliza um app para backup de outros app no android, o que é útil nos casos onde a versão mais nova não agrada ou ferra de vez e também para ter o apk instalador que poderá ser utilizado noutros aparelhos. Procurei nas muitas e muitas postagens anteriores, mas não encontrei o nome do bendito. Pode me fazer o favor de me revelar qual o nome e fabricante?

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Mais uma fragilidade do Wi-Fi e botam a culpa no Chromecast

Para deixar claro: essa não é uma fragilidade do Wi-Fi em si, mas do fato que os fabricantes de APs e roteadores aparentemente não tomam os cuidados básicos necessários para fazer o Wi-Fi funcionar de forma confiável.  Mas a maioria das manchetes põe a culpa na Google, cujos aparelhos mal comportados deveriam ser simplesmente ignorados. Eu digo que é uma fragilidade do Wi-Fi porque isso provavelmente não ocorreria se os dispositivos envolvidos fossem ligados numa rede cabeada básica.

Ontem saiu a notícia de que a TP-LINK descobriu que a causa de misteriosos travamentos em alguns de seus APs Wi-Fi era o comportamento do Google Home e do Chromecast, que afeta aparelhos também da Asus, Linksys, Netgear e Synology.

Esses dispositivos da Google transmitem pacotes de broadcast regularmente mas devido a um bug quando saem do modo sleep mandam de uma vez todos os pacotes que teriam mandado se nunca tivessem entrado em sleep. Quando mais tempo em sleep, mais pacotes “atrasados” são enviados de uma vez. Um engenheiro diz que isso pode exceder 100 mil pacotes.

Ora, isso é um bug que precisa ser corrigido na fonte (e a Google já anunciou uma correção), mas é ridículo aceitar a idéia de que um dispositivo de rede pode ser derrubado porque um único outro dispositivo conectado a ele simplesmente está mandando muitos dados. Não se trata de saturação, cujos efeitos desapareceriam quando o Chromecast parasse de transmitir: o roteador pode ter algumas de suas funções desativadas incluindo o total desligamento da seção sem fio, até ser reiniciado. E 100 mil pacotes parece um número alto mas é baixo. Uma rede de “meros”  100mbps supostamente pode transportar 148mil pacotes por segundo e o Archer C1200 que foi afetado pelo problema não oferece supostos 1200Mbps? 100 mil pacotes é o que ele deveria suportar continuamente a cada décimo de segundo.

A TP-LINK publicou atualização de firmware corrigindo o problema no Archer C1200.

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A fragilidade da comunicação mundial

Em dezembro ficamos sabendo que submarinos russos tem demonstrado uma grande atenção por regiões por onde passam cabos de comunicação submarinos intercontinentais. Cabos estes dos quais depende quase toda a comunicação civil (internet, comércio, bancos, etc) do mundo. Apesar de achar isso preocupante eu me perguntei: mas todas as outras potências não devem fazer o mesmo com os cabos russos?

Aparentemente a coisa é ainda mais preocupante para a Rússia, que por um lado parece ter poucos cabos submarinos mas por outro parece depender demais de outros países que ficam no caminho por onde precisam passar suas comunicações. O site submarinecablemap dá uma visão muito interessante da situação:

Você poderia imaginar que o jeito seria investir maciçamente em comunicação por satélite, mas isso só reduziria o número de nações capazes de destruir as comunicações mundiais às três que tem a tecnologia para isso: Rússia, EUA e China. É ingênuo achar que essas três nações não tenham já planos prontos, completamente operacionais, para destruir os satélites das outras. E não pense que por você não morar em nenhum desses países você não seria afetado.

E como se isso não fosse o bastante, um louco como o ditador da Coréia do Norte agora parece ter a tecnologia para, no mínimo, gerar um pulso eletromagnético na alta atmosfera fritando todos os circuitos eletrônicos de uma nação. Ao contrário do que muita gente imagina, mesmo aparelhos desligados seriam destruídos. É claro que isso não iria afetar apenas as comunicações.

É melhor não pensar muito nessas coisas.

8 comentários
  • VR5 - 397 Comentários

    Em muitas obras de ficção científica a humanidade é “eletronicamente destruída” com um pulso eletromagnético global. Será que a tecnologia para isso não está mais tão distante?

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      O PEM pode atrasar a região afetada em 200 anos, mas um único PEM afetar toda a humanidade é um exagero. Um PEM não afeta nada abaixo da linha do horizonte, por exemplo. Segundo a Wikipedia uma única bomba detonada a 500km sobre o Kansas poderia desabilitar todos os EUA continental (Havaii fica de fora, claro). De forma similar, uma única bomba detonada sobre Brasilia deixaria o Brasil na idade média.

      É claro que China, EUA e Russia podem detonar *muitos* misseis o que no final dá no mesmo. Mas o doido da Coreia não está no mesmo nível ainda.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Acho improvável que aconteça uma terceira guerra mundial, mas em algum momento um maluco, pode até ser o Trump, vai jogar uma bomba atômica sobre alguma cidade, provavelmente de um país que não tenha bombas para revidar. A simples possibilidade de destruir quase toda a infraestrutura de um país inteiro é quase a mesma coisa que uma ataque nuclear, mas com menos mortes diretas. Mas como todos (que tem várias armas nucleares) podem fazer isso é pouco provável que o façam, as consequências seriam terríveis!

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      Não é tão improvável. Basta uma das superpotências ser suspeita de estar muito mais perto de desenvolver um meio de anular a ameaça do arsenal das outras para que muitos dedos comecem a coçar. Isso aconteceu quando os EUA anunciaram o programa Guerra nas Estrelas. A idéia de que uma superpotência se torne também invulnerável ameaça a segurança proporcionada pela Destruição Mútua Assegurada. o Guerra Nas Estrelas na minha opinião é o caminho errado porque não existem “territórios” no espaço onde você possa colocar armas e ser capaz de defendê-las. Uma defesa que possa operar inteiramente dentro do território da nação é muito mais barata e tem muito mais chances de funcionar.

      O problema é complicadíssimo mas fácil de resumir: basta uma tecnologia que possa localizar e desabilitar/destruir mísseis balísticos enquanto ainda no ar, criando um “escudo” em torno da nação. Certamente todas as superpotências estão trabalhando em soluções para o problema.

      Isso pode não acontecer durante nossa geração, mas vai se tornando menos improvável com o passar das décadas.

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      A simples possibilidade de destruir quase toda a infraestrutura de um país inteiro é quase a mesma coisa que uma ataque nuclear, mas com menos mortes diretas.

      Sim, uma das estimativas que li aponta para 90% da população de um país desenvolvido morrer de fome em alguns meses após a destruição da infraestrutura. Sem eletricidade mesmo a capacidade de produzir combustível é limitada e sem colheita mecanizada não é possível alimentar os milhões de pessoas nos centros urbanos. Mas isso não é o pior. Uma pessoa pode ficar semanas sem comer mas sem água potável estará morta em quatro dias. E o fornecimento de água potável nos centros urbanos depende de eletricidade.

      Eu tenho uma razoável certeza de que nenhuma cidade grande do Brasil tem planos de contingência para um blackout prolongado. Imagine os 2.6 milhões da população aí de Salvador brigando por espaço ao redor dos rios da cidade.

      • Jefferson - 6.631 Comentários

        E sempre tendo em mente o que nos ensina The Walking Dead: O maior inimigo não é a catástrofe, mas a anarquia resultante.

      • intruder_a6 - 194 Comentários

        Os lugares mais pobres talvez se virem melhor sem infraestrutura que os mais ricos, quem não tem quase nada já está preparado para sobreviver se a situação ficar pior, mas nós estaremos realmente na merda. E Salvador não tem mais muita água que se possa usar sem tratamento sem se ficar doente, aqui seria uma desgraceira! Acho que Recife talvez não fique numa boa situação, ai chove muito menos, as chuvas aqui nos ajudariam a não morrer de sede.

  • intruder_a6 - 194 Comentários

    Acho difícil que algum lado consiga uma vantagem que anule as armas do outro lado, as armas também evoluem, ninguém está parado. Mas talvez o risco maior seja o fim do império americano, quando a China e a Rússia conseguirem mudar o padrão dos contratos de compra de petróleo para o Yuan e o Rubro lastreados em ouro (eles tem muito ouro para lastrear as moedas e a China já é o maior comprador de petróleo do mundo), será o inicio do fim do padrão dólar. Os EUA não conseguem manter um gigantesco e permanente deficit se o dólar deixar de ser a moeda de referência, a economia afunda junto com o dólar (se eles não mais puderem emitir dólar sem limite) e o império desmorona junto, é nesse momento que pode surgir um desesperado e faça alguma grande besteira. Com o enorme poderio militar e os EUA entrando numa crise pior que a de 1929 nunca se sabe o que pode sair disso…

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Game of Thrones, resumido por Samuel L. Jackson

Esse vídeo é de 2016, mas só conheci ontem. Samuel L. Jackson é famoso por ser mais divertido que ofensivo ao usar palavrões e provavelmente por isso a narração está cheia deles.

É muito engraçado. Gostaria de ouvir mais narrações de SLJ!

Vídeo oficial

Versão legendada

Nem procurei versão dublada. Dublar Samuel L. Jackson sendo desbocado está perto de ser heresia.

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Android: Alerta para quem tem DVR que usa a app Viewcam

As versões atuais da app Viewcam do desenvolvedor Camdev, que por alguma razão agora se chama “Viewcan” (“n” no lugar de “m”), incluindo a última versão de 5 de janeiro de 2018, não funcionam. Você precisa reverter para a versão 1.4.9 de 2014 para que a app pare de fechar abruptamente segundos após iniciar.

Isso afeta especificamente DVRs fora de linha da TRX série 72.  A empresa em seu site age como se essa linha nunca tivesse existido. Aliás, a TRX parece abandonar todos os produtos que deixou de vender.

Outro dia eu colocarei online minha cópia que obtive em um aparelho android que não havia sido atualizado e aproveitarei para colocar online o conteúdo do CD original, com os manuais e o instalador do cliente para Windows/IE.

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Windows travando entre 10 e 15 minutos após login

Windows XP. A queixa do cliente era de que não conseguia enviar email pelo outlook.com apesar de conseguir ler e que não conseguia imprimir mais que três documentos locais quaisquer. Assim que cheguei o computador estava ligado mas com o Windows inoperante. Não respondia ao teclado nem a cliques do mouse. Após reiniciar, no meu primeiro teste eu consegui tanto enviar email quanto fazer impressões normalmente mas depois de algum tempo de uso o Explorer travou. A primeira coisa que fiz após reiniciar foi eliminar o malware da GAS que estava instalado na máquina, mas não surtiu efeito. O Explorer travava aparentemente de forma aleatória.

Levei mais de uma hora e meia para perceber o padrão. Era o tempo. Após pouco mais de 10 minutos a internet era bloqueada (daí a impossibilidade de enviar email), pouco tempo depois a barra de tarefas congelava e logo você não conseguia fazer mais nada no computador. Apenas apertar o botão de reset resolvia, por mais 10 minutos.

Três horas depois de começar o serviço eu aparentemente cheguei ao culpado. O problema parece ter sumido depois de ter desinstalado o Avast Internet Security. Até o acesso ao youtube, que estava funcionando aos trancos, ficou normal.  Em retrospecto, eu deveria ter começado por ele logo quando percebi que o acesso à internet estava sendo bloqueado, mas os travamentos que ocorriam logo em seguida me colocaram no caminho errado.

 

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Análise da luminária de emergência LED ReneSola DC:1710

Eu comprei cinco unidades dessa luminária porque estavam em promoção por um preço tentador: apenas R$10 cada. Metade do preço normal na loja.

O produto é bem feito. Tanto a embalagem quanto a luminária tem uma aparência de construção profissional e segundo o site do fabricante este tem escritórios em pelo menos 16 países.  Mas apesar disso o site é muito pobre em informações e se depender dele a luminária é falsa porque não existe uma luminária de emergência sequer listada.

Contrastando com a falta de informação no site, no produto até que vem bastante. Boa parte da embalagem é coberta com informações e o manual tirou a maioria das minhas dúvidas.

Como o site não tem nada, eu passei o manual no scanner. Note que eu só vou repetir o que está escrito no manual se for algo que eu queira comentar.

Especificações do fabricante:

  • Fluxo luminoso: 70 a 120 lumens (selecionado por chave)
  • Tensão: 100 a 240V
  • Potência: 2W (não está claro o que significa);
  • Autonomia: 2.5 a 5h (selecionado por chave)
  • Temperatura de cor: 6500K (branco frio)

No fundo da luminária temos mais informações

O fabricante insiste no número de LEDs: 30, mas isso é largamente irrelevante pois o tipo de LED faz muita diferença e só é possível dizer que “mais LEDs = melhor” entre duas luminárias que usem o mesmo modelo. Entretanto eu entendo que é assim que funciona a cabeça do comprador médio e se um fabricante colocar menos LEDs de maior eficiência vai perder mercado. Pelo menos até esse tipo de produto ter certificação compulsória do Inmetro.

[hide]Ora, considerando que a bateria seja de 800mAh, isso significa que para durar as estimadas 2.5h a 120 lumens a bateria precisa fornecer continuamente 800/2.5=320mA. Multiplicando por 3.7V temos 1.2W. Isso parece suspeito porque dá uma eficiência de 120/1.2=100 lumens/W. Para comparação, a lâmpada OSRAM LED Superstar Classic A de 5.5W especifica um fluxo luminoso de 470 lumens (85,4lm/W).

Mais adiante eu voltarei a esse assunto. [/hide]

Por dentro

Uma luminária de emergência é algo muito simples. Essencialmente é constituída pelos seguintes blocos:

  • Painel iluminador – que hoje é quase sempre de LED;
  • Driver do painel – que faz a transformação necessária na tensão e corrente da bateria no necessário para acender o painel;
  • Bateria – que em modelos grandes costuma ser de chumbo-ácido mas nesse caso é Li-ion;
  • Circuito carregador da bateria – quanto mais eficiente o painel iluminador, mais simples é esse circuito;
  • Circuito que inibe o funcionamento da luminária enquanto houver energia na tomada.

A luminária pode ser aberta com facilidade passando um cartão de crédito entre o módulo de LED e o corpo da luminária.

Note que ao contrário do que está escrito do lado de fora da luminária a bateria parece ser de 1000mA/h. [hide]Usando esse novo valor nos cálculos temos que para durar as estimadas 2.5h a 120 lumens a bateria precisa fornecer continuamente 1000/2.5=400mA. Multiplicando por 3.7V temos 1.48W. Isso dá uma eficiência um pouco mais fácil de acreditar de 120/1.48=81 lumens/W. [/hide]

O fato de ser uma 18650 me animou pois fica muito fácil substituir caso ela se estrague ou se eu quiser mais autonomia.

As duas abas de fixação são encaixadas e podem ser removidas com facilidade, permitindo a passagem de fios pelas extremidades sem danificar a luminária:

O módulo de LEDs é bem fino e plano podendo ser aproveitado numa instalação com bateria central ignorando o restante da luminária:

Os 30 LEDs são ligados em paralelo, mas a placa é organizada de forma que você poderia dividir facilmente em pelo menos dois grupos de 15 LEDs:

Análise do circuito

Eu não tive saco para refazer o esquema no EAGLE, por isso vocês vão ter que se contentar com uma cópia digitalizada do meu rascunho, com algumas edições:

A tensão no módulo de LEDs é de aproximadamente 2.8V no modo min e 2.9V no modo max.

A fonte é do tipo sem transformador o que significa que todo o circuito, incluindo a bateria, pode dar choque.

Note que falta o resistor/NTC limitador de corrente de surto em série com o capacitor de entrada e provavelmente é por isso que centelha ao plugar, mas pelo menos foi incluído o resistor bleeder (330K) para evitar choques ao tocar no plug.

Note também que o botão de teste coloca em curto o lado CC da alimentação. Como se trata de uma fonte sem transformador isso não é um problema porque a corrente máxima possível ainda está abaixo da capacidade de curto dos componentes, fios e trilhas mas eu gostaria de saber por que o projetista decidiu fazer assim em vez de simplesmente abrir o circuito logo antes do LED. Seria falta de confiança em um botão do tipo normalmente fechado?

Como o manual especifica que a luminária precisa de 24h para recarregar em 220V a corrente de carga deve ser de 1000mAh/24=42mA. O capacitor de 1uF proporciona uma reatância de 2653 ohms em 60Hz o que resulta em uma corrente máxima de 83mA em 220V. Ou seja: parece que o tempo de carga poderia ser até um pouco inferior ao especificado no manual (você não pode usar toda a corrente em uma fonte sem transformador).

As correntes indicadas no desenho para as posições min e max da chave foram medidas com multímetro diretamente na bateria. Com uma corrente máxima de 242mA e 30LEDs temos uma corrente máxima por LED de apenas 8mA quando tipicamente o máximo que esses LEDs suportam é 3x isso. Com uma tensão máxima de 2.9V no módulo isso dá 0,7W no mesmo.

Aparentemente é possível aumentar ou diminuir a corrente nos LEDs (impactando a autonomia) simplesmente mexendo nos valores dos resistores de 2k2 e 2k7. Aumentar a autonomia pela redução da corrente é seguro, mas ir pelo caminho inverso requer levar em conta a máxima capacidade do transistor SS8550 e dos LEDs sem dissipadores de calor.

O diodo que rotulei de “inibidor” mantém os LEDs apagados enquanto houver energia vindo da tomada.

Consumo de energia

Não está claro o que o fabricante quer dizer com “Potência: 2W”. Ele se refere à potência total dos LEDs? Ao consumo de energia quando está carregando a bateria? Na medição que fiz com um dos meus medidores de maior resolução o consumo da luminária supostamente completamente carregada ficou em 0.66W. O consumo mensal das cinco luminárias fica então em 2376W/h ou menos de R$2 a mais na conta de luz.

Mas a luminária produz ou não 120 lumens?

Eu só tenho como medir isso indiretamente, por comparação e usando um luxímetro. Como fonte de comparação eu usei uma lâmpada OSRAM de 470 lumens (supostamente certificado pelo Inmetro) e duas luminárias somando supostos 240 lumens instaladas no mesmo local.

Medindo em um determinado ponto fixo diretamente à frente:

  • Lâmpada: 132 lux
  • Luminárias: 77 lux (max) e 45 lux (min)

Como se pode ver confere. Meu arranjo de luminárias proporcionou metade da iluminação da lâmpada, o que sugere que cada luminária produz realmente 120 lumens ou algo bem próximo disso.

24 comentários
  • Jefferson - 6.631 Comentários

    Minutos depois de publicar esse post eu descobri que o amigo José Carneiro tem algumas luminárias externamente idênticas, mas com o nome Segurimax. É possível que existam ainda outras marcas.

    • VR5 - 397 Comentários

      Quase 100% de certeza que a maioria procede do mesmo fabricante chinês (ou outro asiático) e eles simplesmente importam e embalam com sua marca…

    • Carlos Delfino - 3 Comentários

      Quase todas as lâmpadas de emergência de procedência chinesa são iguais.
      A china tem uma cultura interessante de produção destes produtos de uso comum, são dezenas se não centenas de fabriquetas produzindo produtos semelhantes, o que muda é a qualidade.

  • Intruder_A6 - 194 Comentários

    Por 10 reais é realmente tentador demais, mesmo que fosse uma chinesa bem mal feita ainda estaria bastante barato. Se eu encontrasse uma destas por este preço também compraria algumas!

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      A luminária da Elgin que é bem parecida (não é igual, a tomada é destacável) custa apenas R$12 no ML.

      Se você não é como eu (não pode ou quer aproveitar as peças) eu não recomendo comprar qualquer luminária em quantidade só porque custa R$10. Algumas são bem mal projetadas. Estou com uma na bancada da NEOTRON cuja análise deve sair neste fim de semana que na existência da ReneSola por R$10, eu só compraria se custasse R$5 e ainda assim para desmanchar.

  • Sidmar - 21 Comentários

    Na primeira imagem com a tampa aberta, porque ela parece consideravelmente menor do que a base?

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      É uma ilusão de óptica provocada pelo tamanho do sensor da câmera e pela sua posição em relação à luminária no momento da foto. Se olhar com cuidado vai notar que a tampa tem o mesmo tamanho que o fundo da base. Mas o corpo da luminária parece se inclinar para fora (uma distorção) daí a ilusão. Se a tampa tivesse a mesma profundidade da base elas apareceriam com o mesmo tamanho.

      Para evitar esse tipo de ilusão é preciso tirar a foto tão longe quanto possível do objeto, mas no tipo de trabalho de detalhe que faço isso é problemático e eu costumo preferir a distorção.

      • Jefferson - 6.631 Comentários

        Para evitar esse tipo de ilusão é preciso tirar a foto tão longe quanto possível do objeto

        Eu exagerei. A partir de cerca de meio metro o tamanho reduzido do sensor da câmera já não provoca mais distorção perceptível para um objeto deste tamanho. Mas meio metro já é muito quando você quer preservar detalhes. O objeto aparece pequeno lá no meio da foto.

  • Jefferson - 6.631 Comentários

    Estou testando a autonomia da luminária e surpreso com o resultado. Ligada na posição max, ela já está acesa há 13h30!

    Não com o brilho máximo, claro. Tenha em mente que na posição max o fabricante promete apenas 2h30. Até 1h26 minha medição com o luxímetro ainda indicava uma redução pequena no brilho. Em algum momento depois disso (eu me ausentei) o brilho caiu bastante mas até agora, 13h depois de iniciado o teste, ainda é o bastante para você achar o caminho em um aposento pequeno.

    No início do teste o luximetro pousado diretamente sobre a luminária acusava 1500lux. Agora são parcos 45lux. Se eu não estiver esquecendo algo, somente os 1500lux “desperdiçados” na primeira 1h30 já dariam mais 45h de autonomia nessa luminosidade.

    Ao analisar o circuito eu achei que o fato do driver dos LEDs não aparentar ser de corrente constante iria ser um problema mas agora acho que é uma virtude. Se fosse de corrente constante provavelmente a luminária teria suportado as 2h30 no brilho máximo e então desligado, completamente exaurida. Mas o papel de uma luminária de emergência não é permitir que você leia um romance enquanto está faltando luz e sim proporcionar alguma segurança enquanto você se move pelo ambiente. Aqui em casa os piores pontos são os banheiros pois quando falta energia durante o banho à noite você não consegue enxergar um palmo à frente do nariz, mas acordar à noite em qualquer um dos quartos durante uma falta de energia também cria uma situação incômoda/perigosa até conseguir achar uma das muitas lanternas ou o celular.

    As luminárias que já instalei na casa sequer estão ajustadas para a posição max, porque eu preferia as anunciadas 5h de autonomia da posição min. Eu fiz o teste na posição max porque esperava assim gastar menos tempo monitorando.

    Estou muito satisfeito até agora.

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      A luminária está acesa há 18h e a luminosidade está no limite de utilidade, meu teste indicando algo como 20lux. Notar que como meu teste é feito com o luxímetro encostado esses valores devem ser o de um único LED.

    • Jefferson - 6.631 Comentários

      Após 19h ainda com a luminária acesa, decidi medir a tensão na bateria: 2.4V. Raios… a tensão mínima segura é de 2.75V. Eu esperava que o circuito desligasse automaticamente abaixo de 2.8V. Esse meu experimento pode ter danificado a bateria. Frak!

  • Jefferson - 6.631 Comentários

    Após 17h de carga em 220V a tensão está em 4.12V. Ou seja: já está pronta para operar. Mas vou esperar para ver se alcança 4.2V.

  • Jefferson - 6.631 Comentários

    Esta luminária custa R$13 no Atacado dos Presentes de Recife

  • Jefferson - 6.631 Comentários

    A luminária está por R$9,90 na Tupan de Afogados.

  • Jefferson - 6.631 Comentários

    tive outra surpresa positiva com essa luminária hoje. Desde fevereiro de 2018 eu tinha seis unidades guardadas carregadas em uma gaveta. Fui testar hoje e cinco delas acenderam!

    As baterias seguraram a carga por dois anos e seis meses!

    Eu não testei o quanto de carga ainda há nelas mas só o fato de haver alguma carga já é um ponto positivo em um produto de tão baixo custo.

    Quanto à luminária que não acendeu, sempre é possível que eu tenha guardado ligada. Percebi que é para evitar que o botão se mova para a posição ligado ao empurrar a luminária na caixa que este é preso na posição central com uma fita adesiva.

  • Jefferson - 6.631 Comentários

    Rodrigo Feliciano, do blog Pakéquis, analisou uma luminária em 2017 que é idêntica por dentro.

  • Carlos Delfino - 3 Comentários

    Eu tenho várias aqui queimadas, todas o Resistor R1 está torrado, mas há mais componentes danificados, pois já troquei uma vez e ele queima imediatamente, vou tirar um tempo para analisar melhor o que pode ser.

  • Carlos Delfino - 3 Comentários

    O Resistor de 330k, em paralelo com o capacitor logo na entrada do circuito.
    na maioria dos circuitos que olhei ele é identificado como R1.

  • helton - 1 Comentário

    bomdia depos que acaba a vida util da bateria nao pode trocar por outra bateria ou e descartavel a luminaria

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