O suporte nativo a Containers finalmente faz o Windows 10 me parecer atraente.

A mudança está na mais nova versão preview do Windows 10. Se você já está familiarizado com o Docker (linux), basta saber que “Windows Container” é o nome que a MS deu para sua tecnologia que é essencialmente a mesma coisa. Para quem não faz a menor idéia do que se trata, o “container” é um método inovador de virtualização onde a “máquina virtual” (não é realmente chamada assim) não contém sua própria cópia do sistema operacional. Ela usa o SO do host de uma forma isolada e só contém mesmo todas as diferenças para uma instalação “limpa” do SO no qual ela é baseada. O Windows 10 só tem suporte à versão “Hyper-V Container”, que por segurança não usa os arquivos do SO que está em execução e sim os de uma “imagem base”, separada.

Por exemplo, em teoria você pode ter um container apenas com os seus browsers e o maldito gbplugin para poder acessar seu banco sem criar no resto do computador a terrível perturbação que os infames módulos de segurança da GAS Informática criam. Isso você já pode fazer com uma VM, mas requer mais memória, demora mais para iniciar e ainda tem problemas de licenciamento.

E por falar nisso:

  • Hoje em dia você não pode disponibilizar legalmente na internet uma VM do Windows completamente configurada para uma determinada aplicação. Com os containers, além dos arquivos para download serem brutalmente (milhares de vezes) menores, não vem com arquivos da MS. A não ser que a imagem tenha recebido um “update” porque aí me parece que os arquivos atualizados do SO vão parar na sandbox criada pela imagem;
  • Você pode deixar de precisar ter uma licença para cada VM só para poder rodar aplicações isoladas.

Mas a MS ainda não confirmou essas vantagens no que diz respeito a licenciamento. Eu ficaria muito decepcionado, mas não surpreso, se a MS também tiver alterado suas EULAS para determinar que essas coisas ou são proibidas ou exigem compra de licenças extras ou “CALs”.

E eu ainda não testei. Eu sequer uso Windows 10 e essa novidade por enquanto é para os “insiders” apenas (se você tem acesso à versão Insider, as instruções estão aqui). Eu posso até estar me animando à toa e a versão Microsoft do Docker ser bastante limitada.

2 comentários
  • Alexandre Teles - 1 Comentário

    Olá Jefferson, quanto tempo desde aquele post dos DVDs LG hein?

    Eu não acho que veremos a possibilidade de executar aplicativos gráficos em containers do Windows tão cedo. Ainda hoje, no mundo *nix, precisamos de workarounds para executar aplicativos gráficos (X11 fowarding usando SSH, VNC ou X11 socket sharing) através de containers Docker (apesar de já conseguirmos executar aplicações utilizando aceleração gráfica com containers LXC.

    A não ser que a Microsoft adote a lógica do Server Graphical Shell/Minimal Server Interface para os containers no futuro (mesmo para os que são executados em plataformas diferentes do Windows Server) nós permaneceremos restritos à interface CLI do Server Core que temos agora, o que significa que ainda vamos sofrer muito com o gbplugin e afins.

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Windows Live Mail exibindo mensagens como anexos, com painel em branco.

Versão do WLM: 2012;

Versão do Windows: 7 ou XP.

  • Sintoma 1: Painel de leitura em branco mas o conteúdo das mensagens aparece logo acima, como se fossem anexos, misturados com os anexos reais da mensagem. Mensagens enviadas como HTML apresentam um anexo TXT e outro HTML. Imagens incluídas no corpo da mensagem também aparecem como anexos. Abrir esses anexos com duplo clique permite ler as mensagens;
  • Sintoma 2: demorando muito para “destravar” ao iniciar e exibir a primeira mensagem. O WLM inicia, exibe a lista de mensagens, mas fica um longo tempo sem responder ao mouse. Se clicar, diz que o WLM “não está respondendo”. LED do HDD indica intensa atividade;
  • Sintoma 3: alguns emails não conseguem ser impressos e simplesmente visualizá-los parece causar o sintoma 1.

A explicação curta:

O problema é resolvido deletando completamente a pasta “Temporary Internet Files”.

A explicação longa:

Levei cerca de cinco horas apanhando com esse problema ontem. Iniciar o WLM estava levando minutos e tive que fazer pausas periódicas para deixar a usuária adiantar seu trabalho. Eu estava trabalhando apenas no problema primário porque acreditei que a lentidão era inerente à quantidade de emails (mais de 12mil, mas eu estava muito errado) e que o terceiro problema poderia não estar relacionado ou se resolveria sozinho. A dica mais comum que encontrei para resolver o problema primário foi ir até Adicionar e Remover Programas clicar duas vezes na entrada referente ao Windows Essentials 2012 e escolher reparar o Windows Essentials. A reparação às vezes parecia resolver o problema, que depois voltava.  Às vezes não surtia efeito algum.

A segunda dica que encontrei dizia para abrir Opções da Internet e mandar carregar o padrão do Internet Explorer. Foi nesse momento que me lembrei que o painel de visualização do WLM, claro, era uma instância embutida do IE. Fazer isso também às vezes parecia resolver o problema.

A terceira dica me levou mais próximo da real solução do problema: mandar excluir os Arquivos Temporários do IE, via Opções. Isso não surtiu efeito algum, mas como eu achei a operação muito rápida e já sei que ela muitas vezes não apaga realmente tudo, usei o Voidtools Everything para achar todas as pastas “Temporary Internet Files” (desde o Windows 7 você encontra pelo menos duas cópias dessa pasta por perfil de usuário) e o que achei me espantou: uma das pastas tinha cerca de 430 mil arquivos. E esse usuário não usa o IE há muito tempo.

A estimativa do Windows para apagar a pasta era de uma hora, a 64 itens por segundo (?!). No Modo de Segurança era um pouco mais rápido, a 100 itens por segundo. Mover ou renomear a pasta não era permitido porque “algum processo a estava usando”, mesmo no Modo de Segurança. Dei boot por Live CD e renomeei a pasta.

Todos os problemas foram resolvidos de uma vez.

 

7 comentários
  • Paulo - 46 Comentários

    Não seria Windows Mail ou Microsoft Outlook/Outlook Express?
    O WLM foi o mensageiro instantâneo encerrado há dois anos.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Obrigado, Paulo. “WLM” refere-se habitualmente ao “Windows Live Mail”. Eu errei o título do texto e corrigi este e o link gerado automaticamente.

  • Daniel Plácido - 68 Comentários

    [off topic] Jefferson, estou precisando de um serviço que acredito que você seja a pessoa mais indicada que “conheço”.
    Preciso fazer o full dump de um modem Motorola SVG1202, se você tiver tempo/interesse entre em contato comigo por email para eu te explicar e combinarmos de eu te enviar os modens (não consegui achar seu email para contato)
    grato. (apague a mensagem que não tem relação com o post)

  • TATIANA - 1 Comentário

    Bom dia
    Prezado, meu email também está com este problema não aparece o que a pessoa escreve no corpo do email mas sim misturado com arquivos como uma planilha de excel…Como faz para apagar essa pasta? “Temporary Internet Files”. Desde já agradeço a atenção!

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Aconteceu de novo hoje, com outro cliente. Deletei 500 mil arquivos em Temporary Internet Files

    • Snow_man - 311 Comentários

      Caramba, nesse tipo de cliente, não seria bom automatizar a limpeza, tipo com ccleaner ou outro método?

  • Guilherme - 1 Comentário

    Pessoal, estava com esse problema, fui no downloads do IE e lá havia 2 pendentes, deletei e fui feliz. Abraço!

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Erro “regsvr32 failed with exit code 0x3” ao tentar instalar um controle ActiveX

O problema acontece numa instalação limpa do XP SP3 e estava me impedindo de instalar o software necessário para configurar meu NVR.

Depois de apanhar por vários minutos descobri que precisava do “Visual C++ Redistributable”. Instalar as versões 2005, 2010 e 2013 não resolveu. Somente tive êxito ao instalar o “Microsoft Visual C++ 2008 Redistributable Package“, mas o seu caso específico pode requerer uma das outras versões.

Como esse é um instalador muito comum você pode até tê-lo guardado. O programa de instalação em todas as versões geralmente tem um nome que começa com “vcredist”.

2 comentários
  • Snow_man - 311 Comentários

    Muito bom, Jefferson, são contribuições como essa que fazem seu blog se destacar. Foi por um post desses que cheguei aqui, ainda no Gambiarras, e fiquei, visitando todo dia.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Se você se deparar com um erro semelhante execute eventvwr.msc e procure por erros no log de sistema. Esses erros vão dar mais pistas sobre o que está faltando. No meu caso aparecem erros do tipo:

    Tipo de evento:    Erro
    Fonte de evento:    SideBySide
    Categoria do evento:    Nenhuma
    Id. do evento:    32
    Data:        5/8/2017
    Hora:        19:58:44
    Usuário:        N/A
    Computador:    VIRTUALBOX
    Descrição:
    Não foi possível encontrar Assembly dependente Microsoft.VC90.CRT e o último erro foi A montagem a que foi feita referência não está instalada no sistema.

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Encher um pneu de carro é mais fácil do que eu imaginava.

Eu não sou dos motoristas mais cuidadosos e a buraqueira nas ruas e rodovias que cortam Recife de vez em quando me deixa “na lona” quer seja porque um pneu furou ou rasgou ou, com maior freqüência, porque a pancada fez o ar começar a vazar no ponto de contato com a roda.  Para resolver esse segundo problema eu costumava usar uma bomba elétrica que eu comprara há muito anos por R$50. Enchia o pneu em menos de dez minutos.

Mas depois que a bomba quebrou eu não consegui encontrar nada por um preço razoável. Tudo o que eu vira era mais caro e de qualidade inferior. Cheguei a comprar uma mas como eu esperava durou muito menos que a primeira. Eu estava sendo obrigado a resolver o problema do jeito tradicional: trocar o pneu.

Aí esta semana eu fui apanhado com as calças abaixadas: de um dia para o outro meu pneu baixou e meu estepe estava vazio. Borracheiro mais próximo a um quilômetro de distância e num horário onde não dava para pedir carona a um amigo. Parti para experimentar algo que nunca havia tentado antes: encher com a bomba manual para pneu de bicicleta.

Eu esperava no mínimo dar  pressão suficiente para tirar a roda do chão e poder chegar ao borracheiro. Levantei o carro com o macaco para pelo menos não ter que levantar o carro “no braço” bombeando e comecei a contar. Após bombear 100 vezes eu já estava cansado mas já parecia bom. Após descansar um pouco decidi bombear mais 100 vezes e ao terminar fui medir a pressão com um desses medidores manuais de plástico que você compra na China: 32 libras. Fiquei espantado e fui conferir com a pressão de outro pneu: realmente eu tinha ultrapassado as 28 libras requeridas para uso normal do meu UNO. E quando fui retirar o macaco, outra surpresa: eu tinha erguido o carro bombeando e o macaco estava solto.

Bombear 100 vezes já era o bastante para levar o carro até o borracheiro. A bomba de bicicleta agora virou item do meu kit de ferramentas lá no porta-malas.

15 comentários
  • Maximus Gambiarra - 26 Comentários

    Um macaco de caminhão também eleva um grande peso apenas bombeando óleo manualmente. É a mágica da multiplicação de forças. Penso em fazer uma automação aqui em casa com aqueles cilindros de ar comprimido. Abrir uma janela inacessível, por exemplo, bombeando ar pela mangueira.

    Essa semana andei procurando um modelo de bomba de encher pneu que é movimentada pelo pé, o cilindro fica na horizontal e tem manômetro. A antiga de minha casa durou uns dez anos, com alguns remendos eventuais de solda. Na minha cidade só encontrei daquelas movimentadas com a mão, cilindro na vertical. Pela internet achei a que eu quero, mas o preço do frete é igual ao da bomba. Estava relutando, mas agora que você escreveu isso, pensei melhor e comprei.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Aqui em Recife eu encontro essa bomba de acionamento com o pé com facilidade. Um grande importador aqui perto vende mais de um modelo. Mas eu nunca dera muita confiança por causa do volume reduzido do cilindro. Agora que eu sei o que dá para fazer com uma bomba de bicicleta estou mais disposto a confiar nessa bomba de pé.

      Quanto ao macaco, eu mantenho um pequeno macaco jacaré (é muito bicho junto) no porta malas. O esforço de retirar o macaco do porta-malas e depois guardá-lo é maior que o requerido para levantar o carro com ele.

  • VR5 - 397 Comentários

    Como eu ando de mountain bike tenho essa em casa:

    Foi uma assim que usastes? elas são muito boas!

  • VR5 - 397 Comentários

    A bem da verdade a minha custou R$ 70,00 (comprei de um ciclista amigo), mas o modelo é semelhante…

  • Snow_man - 311 Comentários

    boa idéia. Obrigado.

  • Ricardo Macagnan - 5 Comentários

    Essas bombas de acionamento com o pé são muito boas! O segredo para durarem bastante é não esquecer de lubrificar o eixo que fica fixo e entra no corpo da bomba e quando ela parecer dura ou pesada de se acionar, verificar se não está faltando lubrificação interna ou desgaste do couro ou borracha.

  • Daniel - 29 Comentários

    Eu sempre levo no carro um “enchedor de pneus” em formato aerosol. Antes vendia no Carrefour, mas agora só encontro em lojas da internet.

    Cada um custa cerca de R$ 30,00 com validade de 2 anos. Consegue encher um pneu de caminhonete, não precisa utilizar macaco e além de “ar” comprimido injeta um gel que tampa o furo do pneu.

    • Luciano - 493 Comentários

      Eu também ando com um desses amarrado em local escondido na moto. Só que eu acabo jogando ele fora pelo prazo de validade eheh… pois raramente furo pneu, mas não abro mão disso. Só não tenho certeza que esse tipo de enchedor funcione com pneu sem camara.

  • Daniel - 29 Comentários

    Luciano,

    Funciona muito bem para pneus sem câmara. Já usei no pneu do meu carro, aro 17, e já vi usarem em camionete.

    Mas é apenas para furo, amassado na roda ou pequenos rasgos até ele consegue encher o suficiente para andar uns 5 km, mas não veda.

    Agora para furo de parafuso ou prego, já andei 1 semana com estes objetos no pneu e não esvaziou.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Voltando ao assunto.

    A primeira bomba manual quebrou em menos de seis meses. A parte de plástico que você empurra com as mãos arrebentou em um do lados. Somente fui comprar outra dois meses atrás e custou R$15.

    Eu não estou mais me dando ao trabalho de levantar o carro com o macaco antes de encher o pneu. Mesmo com o pneu completamente vazio eu consigo levantar o carro bombeando até 150 vezes e acho mais rápido e cômodo do que ter que tirar o macaco.

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Ghost In The Shell vai virar filme “live action”.

A premiada obra de ficção científica de Masamune Shirow, que começou no Mangá e já produziu pelo menos dois filmes e duas séries de animação, deve finalmente alcançar a audiência dos preconceituosos (o pessoal que acha que animação e quadrinhos são coisa de criança) em 2017, quando sair o filme que por hora pretende colocar Scarlett Johansson no papel da major ciborgue Motoko Kusanagi.

Ghost In The Shell Poster_ryan.com.br

No futuro de GitS a prostética é tão avançada que corpos inteiros podem ser substituídos. Mas é um processo caríssimo e o corpo adulto de Motoko é uma versão militar que o governo considera de sua propriedade e que a major pode perder e ter que conseguir um alojamento inferior para tudo o que lhe resta de humano, o cérebro, se deixar de trabalhar para eles.

Se você é fã de Sci-Fi, não tem nada contra animação e especialmente se aprecia a estética do Anime, recomendo fortemente que não espere pelo filme de 2017 e assista às duas temporadas da impressionante série Stand Alone Complex. O único problema para muitos vai ser não existir versão dublada. Ainda. Espero que com o possível sucesso desse filme surja o interesse por distribuir a animação oficialmente aqui no Brasil.

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O mais emocionante comercial sobre o cinto de segurança que já vi.

“Embrace Life” da Sussex Safer Roads

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Filmes: Ant-Man (Homem-Formiga – 2016) não faz o menor sentido.

Mas eu gostei assim mesmo.

O filme sequer se esforça para ser coerente. Acho que diante da idéia alucinada de que um homem possa encolher até ficar do tamanho de uma formiga e ainda manter sua massa e força diretor e roteiristas concluíram que valia tudo, desde que a ação fosse temperada com comédia. Quanto mais eu penso no enredo, mais eu acho idiota. Mas o diretor fez um trabalho incrivelmente competente para me manter entretido o bastante para ignorar isso. A pior parte do filme é o ataque à residência no fim, onde nenhum dos personagens age de forma realista, mas a forma irresponsável (em mais de um nível) como o tanque é usado pelos mocinhos da estória não me passou despercebida.  Se o tanque tivesse saído pelo térreo eu não faria nenhuma objeção.

A propósito, quando eu vi aquele chaveiro pela segunda vez na tela eu já sabia do que se tratava. O diretor não soube fazer disso uma surpresa.

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Perdi a paciência com The Shannara Chronicles

The_Shannara_Chronicles_340A série até inspirava muita confiança. Fantasia com valores elevados de produção, visuais caprichados e lindas jovens esguias em roupinhas apertadas. O que mais eu poderia querer?

Infelizmente, um diretor melhor.

The Shannara Chronicles se passa no nosso planeta em um futuro distante, muito depois de um evento apocalíptico indefinido ter deixado a terra sem qualquer tecnologia e agora dividida entre punhados de humanos, elfos, gnomos, trolls e demônios. Já comecei impressionado pela seqüência de abertura mostrando ruínas convincentes da torre Space Needle em Seattle e segui gostando do que via, até o diretor começar a dormir no ponto.

Nos primeiros dois episódios meu problema foi com a edição ruim, provocando transições abruptas que quebravam minha imersão. E algumas atuações, sobretudo do druida, que me cheiravam a canastrice. Mas eu fui levando para ver se melhorava. Depois eu comecei a ficar incomodado com o “efeito 24H” da série: tudo é bem pertinho. Os personagens só podem se locomover a pé ou a cavalo mas de um momento para outro estão nas regiões mais remotas do reino. O próprio druida passou décadas desaparecido porque estava hibernando em uma caverna cuja abertura estava exposta para a mesma praia onde a mulher que o amava havia se auto-exilado (não espere entender se não tiver visto).

Mas foi no terceiro episódio (ou quarto, dependendo de como você contar) que eu perdi a paciência com o roteirista e com a direção. Além da espetacular facilidade com que uma humana conseguiu invadir um palácio elfo em estado de “Defcon 1” (é sério, como esse pessoal espera sobreviver a uma horda de demônios?) e da absurda incompetência de um demônio assassino que pode assumir a aparência de qualquer um em segundos, ainda tive que engolir o espantoso teleporte da comandante Tilton, que avisou Will da descoberta de um corpo no jardim e também estava com a princesa no santuário. Não há ninguém em toda a equipe capaz de notar um erro tão grosseiro de continuidade? Não é que a mulher simplesmente esteja nas duas cenas e passou despercebida: ela fala nas duas cenas.

Cansei. Tem muita coisa interessante na fila para assistir para que eu perca mais do meu tempo com isso.

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Independence Day 2: “We will not go quietly into the night”

Sim, está para sair a continuação de Independence Day. E o que mais me chamou a atenção no trailer foi a nova versão do discurso do fictício presidente Thomas Whitmore. Sem a cara de Bill Pullman como pano de fundo ficou muito melhor.

“We will not go quietly into the night!”

“We will not vanish without a fight!”

Coragem e bravura me sensibilizam fortemente. Apesar de ter detestado cada dia que servi ao exército eu respeito bastante quem é militar por paixão e tenho zero problemas com o patriotismo dos norte-americanos. Daí esse tipo de chamado tem um efeito especial na minha mente.

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The Expanse parece a melhor série de Sci-Fi desde Battlestar Galactica

TheExpanse_Poster_340_ryan.com.brNão, eu não estou dizendo que seja melhor que BSG. Para isso ainda falta muito, mas terminei ontem de assistir aos 10 episódios da primeira temporada de The Expanse e no geral eu gostei do que vi.

Prós

  • Efeitos especiais impressionantes –  A computação gráfica é tão bem feita, incluindo a interação dos personagens com ela, que os “produtos” parecem reais. E as cenas em gravidade zero, com poucas exceções, parecem ter sido realmente feitas em gravidade zero ou no equivalente mais próximo que nós conhecemos: um Airbus em queda controlada;
  • Há um grande esforço para mostrar ciência real – Até mesmo nas três cenas em que eu achei que estivessem inventando, após ver a cena de novo e/ou fazer pesquisa vi que existe uma explicação possível. Exceto a cena aos 7m42s do episódio 6 quando o Tio Mateo abre seu capacete no espaço. Essa eu ainda não engoli;
  • Você está tão “no escuro” quanto a maioria dos personagens – O espectador não sabe realmente o que está acontecendo e se vê obrigado a prestar atenção a cada um dos eventos em cada um dos episódios, pois apenas no episódio 8 os eventos começam a se encaixar (embora tudo seja explicado com flashbacks nesse episódio). Por um lado isso é ruim, mas eu gosto desse tipo de narrativa;
  • A estória é interessante e o ritmo também. Porém começou a parecer desnecessariamente lento a partir do episódio 8.

Do que não gostei

  • Não consegui “gostar” de nenhum dos personagens ainda. Em BSG, Firefly e Killjoys, só para dar uns poucos exemplos, no segundo episódio eu já definitivamente gostava de algum deles. Mas se qualquer um dos personagens principais de The Expanse morrer, pode ser substituído por outro sem me fazer qualquer falta. Mais que isso: se a Rocinante explodir com todo o elenco principal dentro e um novo grupo se tornar o foco da trama eu talvez até fique mais empolgado. É claro que sei que como a série de TV é baseada em uma série de livros (que eu não li) o destino dos personagens já está traçado.

No meio do caminho

  • Os personagens não perdem tempo tentando explicar a ciência envolvida. Isso por um lado é bom porque permite um passo mais rápido da trama e reduz a quantidade de diálogos “não naturais” . Mas por outro lado você, acostumado com explicações, fica achando que deixou de ver/ouvir alguma coisa. Eu tive essa impressão nas cenas em que um líquido é injetado nos ocupantes das espaçonaves durante manobras. Eu conhecia a razão para isso mas não consegui ver que era isso na cena. Precisei fazer uma pesquisa no Google para “a ficha cair”: é parte do procedimento necessário para que um ser humano sobreviva a manobras de alta gravidade. Estamos tão “acostumados” com naves que aceleram à velocidade da luz impunemente na ficção científica que o “real” parece estranho.

Eu gostei da série, mas por causa da minha impressão dos personagens eu estou mais empolgado para assistir à segunda temporada de Killjoys.

13 comentários
  • VR5 - 397 Comentários

    Sempre às ordens! ;)

  • VR5 - 397 Comentários

    Desconfiava. Quando o assunto é ficção científica, temos gostos parecidos. B)

  • Paulo Bonfim - 11 Comentários

    Jefferson, concordo inteiramente com sua análise, o único personagem que me “apeguei” foi o Miller, o Holden ainda não disse para que veio, dou nota 8/10

  • VR5 - 397 Comentários

    Agora falando em cenas de gravidade zero (ou baixa): eu sei que nas naves (e estações espaciais) eles usam uma espécie de “botas magnéticas” (isso foi mostrado) mas… e nas estações nos asteroides? eLES não tem massa suficiente para gerar um campo gravitacional decente. Eles tem que usar botas 24X7? Isso a série não mostra/explica de forma convincente, né?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Não, os produtores da série tomam uma grande liberdade nesse sentido porque seria extremamente complexo e caro montar cenas com tanta gente em gravidade reduzida. Mas esse não é o único problema: no livro as pessoas que sempre viveram em gravidade reduzida são evidentemente “diferentes”, o que justifica em parte o preconceito terrestre: os belters tem corpos que não parecem realmente “humanos”. Na série todo mundo é igual.

      Quanto à gravidade nos asteróides, em Ceres é 0.3g e em Eros o livro diz que a empresa responsável pela mineração colocou o asteróide para girar de modo a gerar uma gravidade que ele não tinha. Na prática isso seria um feito fabuloso de engenharia e o resultado ainda seria questionável.

      • VR5 - 397 Comentários

        Certo, a “liberdade poética às vezes se faz necessário”. Se não me engano no primeiro ou segundo episódio é mostrado um belter sendo interrogado na Terra e mostra como o corpo dele é humano mas totalmente, digamos, “frágil”, “elástico”. E em Eros (no universo do livro): além de ser um grande feito de engenharia o asteroide teria que ser meio “oco” e as pessoas teriam que viver na verdade como numa espécie de “centrífuga gigante” (bem diferente das instalações mostradas no filme) se é que me entende… ;)

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          E bote licença poética nisso. Mas se eu for exigir precisão científica vou ter que abrir mão também de BSG. E aí não dá… :D

          Sim, segundo as contas (não confirmadas) de um físico em uma discussão sobre o assunto, Eros precisaria rodopiar numa velocidade extraordinária (para um corpo de sua massa) para gerar gravidade. Eu penso nos habitats de gravidade simulada das naves em The Martian e Interestellar e imagino um asteróide inteiro girando naquela aparentemente baixa velocidade. Uma rotação por minuto ainda é fantástico nessa escala.

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Acho importante ressaltar que o problema do comportamento “terrestre demais” das pessoas nas estações me passou completamente despercebido enquanto eu assistia. Eu só me dei conta que as pessoas deveriam no mínimo ser “muito leves” em Ceres quando pesquisava sobre outras dúvidas. Eu não sou físico e meu conhecimento do que é “ciência real” no espaço é bem mais limitado que o normal.

  • Richardson - 9 Comentários

    Opa, legal o seu site, artigos bem variados.

    Agora é o seguinte, no item “No meio do caminho”:

    “…sobreviva a manobras de alta gravidade. Estamos tão “acostumados” com naves que aceleram à velocidade da luz impunemente na ficção científica que o “real” parece estranho.”

    Em Stargate SG-1 tem isso também e chamam de “amortecedores inerciais”, não me lembro mais o ponto exato mas tem um episódio que citam a primeira vez nos testes na Terra de um “raptor” que fabricaram com tecnologia alienígena.

    Veja também em http://www.ussventure.eng.br/LCARS-Terminal_net_arquivos/Artigos/110117%20Campo%20Inercial.htm, ou seja, é um termo bem conhecido em SciFi de fantasia.

    Como The Expanse é uma SciFi mais para o lado real então precisa do tal líquido :D, alias, sobre a série foi uma grata surpresa ano passado.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Eu comecei a assistir à segunda temporada na semana passada. Por um lado, melhorou porque agora existem dois personagens dos quais eu gosto: Alex e Amos. Por outro o roteiro começou a ficar absurdo demais a partir do episódio 5 “home”. Parte da estória somente se sustenta no fato de tanto a tripulação da Rocinante quanto a OPA se recusarem a revelar para Terra e Marte o que eles sabem. E os motivos para isso não me convencem.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Terminei a segunda temporada. No geral eu gostei e pretendo assistir à terceira, que foi anunciada para este ano.

    Porém o roteiro tem mais buracos que na primeira temporada. Tirando os poderes sobrenaturais da protomolécula, que é melhor ignorar, alguns eventos ficam sem explicação, existem inconsistências e os personagens tomam decisões estúpidas.

    Em S02E12, a Rocinante sai de um cerco contra, no mínimo, 17 naves de Marte usando apenas um discurso do tipo: “o meu é maior que o seu, vai encarar?”

    Um minuto antes a poderosa Rocinante saiu bastante avariada do combate contra um único torpedo que sequer estava apontado para ela.

    De onde a tripulação da Rocinante tira tanta munição (afinal é uma nave marciana) para no final da segunda temporada ter esses 17 torpedos disponíveis? Esse é um problema menor, mas precisa ir para a lista.

    A atriz que faz a subsecretária não serve para fazer discursos ameaçadores. Em S02E06 eu esperei que o alvo do discurso fosse cair na risada.

  • VR5 - 397 Comentários

    Eu estou desistindo de muitas séries… estou numa fase que cheguei numa encruzilhada: ou ficava na frente do computador e/ou TV assistindo ou cuidava mais da minha saúde e ia pedalar, ficar mais com minha mulher e filha, passear, etc. Optei por “puxar” o freio de muitas séries… e acho que saí ganhando… :)

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