Por dentro do modem roteador WiFi Sagemcom F@ST 5350GV

Não tenho nada de interessante a dizer sobre esse aparelho ainda. Só estou documentando.

Sagemcom_F@ST_5350_GV_board_DSC01277_700_ryan.com.br

Componentes principais

  • CG3211QIR – HPNA
  • CG3213QIR – HPNA
  • Broadcom BCM6302 – WiFi
  • 32260-FM1 – Interface telefônica
  • TISP61521 (2x) –   Dual Forward Conducting P-Gate Thyristors
  • MP201 – Não identificado
  • MPDD8725- Não identificado – Possivelmente conversor DC-DC
  • TC4431 – Mosfet drivers

 

Sagemcom_F@ST_5350_GV_board_DSC01285_700_ryan.com.br

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Por dentro do modem roteador WiFi D-Link DSL-2730R

Esse modem costumava ser distribuído pela GVT
DSL-2730R_A1_Image L(Front_GB)_640_ryan.com.br

DSL-2730r_DSC01896_700_ryan.com.br

Componentes principais

  • Ralink RT5390RL – WiFi
  • Ralink RT63087N –
  • Ralink RT63365E – CPU
  • W9825G6JH – Memória SDRAM de 16M x 16bits (32MB)
  • MXIC 25L640 – Memória flash SPI de 64Mbit (8MB)
  • IT7672M (2x) – Conversor DC-DC step-down

DSL-2730r_DSC01908_320_ryan.com.br

O fundo da placa não tem nenhum componente

A porta serial

DSL-2730r_DSC01899_700_portaserial_ryan.com.br

Parâmetros: 115200, 8N1

Cuidado ao fazer soldagem nos pontos TX e RX. As trilhas que saem delas são finíssimas e no meu primeiro modem eu demorei demais a fazer a soldagem em RX e a trilha se rompeu. Eu tive que usar outro modem porque não tenho a habilidade para reparar uma trilha tão fina ainda.

Neste modem você precisa usar a porta serial para o procedimento de recuperação do firmware.

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Por dentro do modem roteador WiFi Thomson / Technicolor TG580v2

Esse modem costuma (ou costumava) ser distribuído pelas operadoras ADSl Oi e GVT/Vivo.

TG580v2_DSC01910_700_ryan.com.br

Componentes principais:

  • LV1482S (2x) – Conversor DC-DC step-down
  • EM639165TS – Memória SDRAM de 8Mx16bit
  • PSB 5061 – SoC
  • PSB 6970V
  • MXIC 25L1606 –  Memória SPI Flash de 16Mbit (2MB)
  • Atheros AR9271 – WiFi

 

TG580v2_DSC01927_320_ryan.com.br TG580v2_DSC01923_detalhe_antena_ryan.com.br
 O fundo da placa não tem nada importante  Detalhe da antena WiFi embutida

Recuperação de firmware

Se você ligar o modem com o botão reset pressionado o bootloader do modem carregará um mini servidor web disponível no endereço 192.168.1.1, com o objetivo de fazer o upload de firmware. Você pode encontrar firmwares para Oi e GVT no site oficial do fabricante.

A porta serial

TG580v2_DSC01928_detalhe_portaserial_ryan.com.br

Parâmetros: 115200, 8N1

A não ser que o bootloader seja apagado você sempre poderá instalar firmware facilmente, então a porta serial não é tão importante quanto em outros modems. Eu vou mostrar o que aparece somente para fins de documentação.

O modem oferece um menu de opções se você pressionar a barra de espaço três vezes no momento correto:

Note que o firmware é produzido pela Arcadyan, que é conhecida por complicar as coisas para quem quer fuçar com o firmware.

Se você teclar um ponto de exclamação entra no modo administrador e novas opções serão exibidas.

 

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Finalmente restaurei o login para comentários via conta Google

Como alguns devem saber o login via Google parou de funcionar muitos meses atrás porque a Google obsoletou de novo uma API e a extensão que eu usava, Social Connect, com isso deixou de funcionar. Nas vezes anteriores em que procurei não havia solução ainda, mas ontem eu procurei de novo e na própria página do Social Connect o autor já sugeria o uso da extensão WordPress Social Login.

A extensão está ativa com possibilidade de login por contas Facebook, Google e twitter. Pelo menos até a Google exercitar novamente seu hábito de abandonar projetos e deixar usuários na mão.

Por um momento eu confundi com a extensão “Social Login“. Como ela tinha sido atualizada mais recentemente eu até a testei, mas desisti no momento em que ela exigiu que eu abrisse uma conte no site do desenvolvedor para poder usá-la.

 

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Módulo de Camera IP ONVIF BLK18E-OH22

Este módulo é praticamente uma câmera IP inteira com firmware compatível com o padrão ONVIF. Ele pode ser comprado separadamente na China mas muitas câmeras prontas são construídas em torno dele, incluindo algumas que tenho em casa e que aos poucos vou apresentar aqui no blog. Para não escrever posts variados com informação redundante, vou tratar do módulo nesta página e os posts sobre as câmeras equipadas com ele farão links para cá.

Lado da CPU Lado do Sensor
camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01792_320_ryan.com.br camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01802_320_ryan.com.br

ipcam_module_BLK18E-OH22_DSC01797_700_ryan.com.br

Componentes principais

Lado da CPU

  • IP101GR – Interface Ethernet.
  • HiSilicon Hi3518E – SoC
  • Magnetics
  • Componente não identificado marcado ‘CICC’ (2x) –
  • Componente não identificado marcado ‘C16aJ’
  • Componente não identificado (parece diodo) marcado ‘1N21D’

Conectores, da esquerda para a direita no sentido horário

  • (sem pinos – apenas furos) – Possivelmente a porta serial do Hi3518
  • IR-CUT
  • Ethernet
  • Ligação com a placa IR. Provavelmente com sensor LDR.
  • Alimentação

 

ipcam_module_BLK18E-OH22_DSC01803_700_ryan.com.br

 

Lado do sensor

  • FM24C08B – EEPROM serial de 8kb
  • Winbond 25Q64FVSIG – Memória Flash SPI de 64Mbit (8MB) e 3V
  • BA6208L – Driver reversível de motor – Ainda estou incerto do propósito, mas fica perto do conector do IR-CUT.
  • MP1470 – (identificado como IADJE, próximo ao indutor ‘4R7’) – Conversor Step-Down de 2A
  • Componente não identificado marcado ‘LD4GJ’ (2x) – Possivelmente outro conversor DC-DC, já que cada um está próximo a um indutor.

Não há chip visível de RAM porque o Hi3518E tem uma RAM DDR2 embutida de 64MB

 

Notas

  • Aparentemente as câmeras baseadas em Hi3518 tem um bootloader com suporte a TFTP, permitindo a recuperação em caso de firmware corrompido. Também pode ser possível fazer o backup do firmware. Veja isso e outras coisas aqui;
  • Essa câmera apesar de estar configurada como “discoverable” não aparecia na lista do ODM. Isso foi resolvido adicionando manualmente a URI: http://<endereco_IP>:8899/onvif/device_service

Portas abertas

  • 23 – Telnet – Credenciais: root / xmhdipc
  • 80 – www
  • 554 – RTSP
  • 8899 – ONVIF
  • 34567 – Media Port

Informação obtida ao acessar o módulo via telnet:

2 comentários
  • Saeed Eslami - 1 Comentário

    Dear Jefferson,
    very useful tanning
    i search a lot in net but i cant find any connection diagram for this board.
    let me ask you if possible connect MIC to this board and How ??
    if you know i appropriated to give me some help to solve my problem .

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Camera IP ONVIF dome plástica IH10-X

dome_plastic_IH-10X _ryan.com.br

A minha câmera já está toda suja e arranhada, por isso a foto do vendedor vai ter que servir por enquanto

A câmera é muito fácil de desmontar. Tanto a base quanto o domo abrem com um leve giro.

A parte frontal estabelece uma clara separação entre o iluminador IR e a lente. Isso é necessário porque de muito perto o IR cega a câmera e sem a separação o iluminador reflete no plástico. Câmeras realmente vagabundas não tem essa separação e ficam cegas ou exibem uma imagem muito ruim à noite.

camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01714_320_ryan.com.br camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01810_277_ryan.com.br

A câmera é constituída internamente por iluminador IR + IR-CUT + Placa principal.

camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01722_247_ryan.com.brIluminador IR. O pequeno círculo verde é o sensor LDR (luz). Eu suponho (não medi) que o fio extra seja do LDR para sinalizar à placa CPU as mudanças de iluminação.

camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01791_320_ryan.com.br camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01789_320_ryan.com.br

O conjunto de lente + IR-CUT é destacável. Para ver bem durante o dia, com as cores corretas, uma câmera precisa bloquear o infravermelho do sol. Entretanto esse mesmo bloqueio deixa a câmera cega à noite, mesmo que você ilumine o ambiente com infravermelho. Esse dispositivo elétrico coloca o filtro IR atrás da lente durante o dia e o remove à noite. Você pode ouvir claramente o funcionamento do IR-CUT se estiver no mesmo ambiente. É um barulho de plástico batendo em plástico.

camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01743_320 camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01746_320

Placa principal

Inscrições: BLK18E-OH22_33x32_S V1.01 / 0138145357 / A20140515V

 Lado da CPU  Lado do Sensor
camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01792_320_ryan.com.br camera_onvif_dome_plastica_IH10-X_DSC01802_320_ryan.com.br

Como praticamente tudo sobre a câmera depende desse módulo, para mais informações consulte meu post sobre o módulo BLK18E-OH22

 

 

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Recuperação de firmware no D-LINK DSL-2730R via porta serial

DSL-2730R_320_ryan.com.br

Todos os procedimentos a seguir foram testados no Windows 8.1 64 bits. E deve funcionar com qualquer outra versão.

Se seu roteador não está “morto” você não precisa seguir esse procedimento. É mais fácil fazer a instalação do firmware via setup do roteador.

Você precisa:

  • De uma conexão serial TTL com o roteador, além da conexão de rede. Você precisará de habilidade básica de soldagem pois a porta serial não vem com conector.
  • De um software terminal serial como o Tera Term, PuTTY ou o SSCOM – Testado com o Tera Term. Essencialmente o que você precisa é de um software serial que envie caracteres imediatamente para o dispositivo à medida que você os digita;
  • Do arquivo de firmware. Você pode usar qualquer um dos disponíveis no site da D-LINK.

Descrição resumida do processo

O DSL-2730e tem um bootloader que (geralmente) ainda fica ativo quando o firmware está corrompido. Este bootloader é provido de um servidor web minimalista com um formulário de upload de firmware, que você pode ativar com alguns comandos via porta serial.

O processo

Você deve estar conectado ao modem via porta serial e via rede ao mesmo tempo.

A porta serial está no conector J1 da placa. O pinout é o seguinte:

DSL-2730r_DSC01899_700_portaserial_ryan.com.br

Como habitual você não precisa, nem deve, conectar o +3.3V. Mas os outros três precisam ser usados.

Parâmetros: 115200, 8N1

Abra a porta serial e ligue o modem. Você deverá ver algo assim:

 

Nesse ponto você tem 3 segundos para digitar qualquer coisa no teclado para entrar no prompt de comando. Quando fizer isso aparecerá algo assim:

bldr>

Digamos que você queira que o modem assuma o endereço IP 10.0.0.121. Dê os dois comandos seguintes, destacados em negrito:

bldr> ipaddr 10.0.0.121
Change IP address to 10.0.0.121
bldr> httpd
PBUF_POOL_BUFSIZE = 256
tcp_bind()
Local Port = 0
tcp_bind: bind to port 80
bldr>

A partir desse momento se você acessar o endereço indicado com um browser, verá uma página bem simples de upload de firmware, chamada de “TC Rescue Page”.

dsl2730r_bootloader_UploadFirmware_ryan.com.br

 

Escolha o firmware clicando em Browse… e  envie clicando em Upload.

O arquivo de firmware aparentemente precisa ser renomeado para “tclinux.bin” para ser aceito. Tentei outros nomes e deu “Wrong File Name” ao clicar em Upload.

Estando o firmware correto, a resposta pela serial será algo assim:

OBS.`: Note as mensagens logo no início do processo:

Real crc code: C02A20DC
Check data success, prepare to upload

Aparentemente o modem verifica se o firmware está corrompido antes de gravar.

Quando o processo finalmente parar, provavelmente com a mensagem Firmware is uploaded successfully! basta desligar e ligar novamente o modem que deverá estar tudo normal.

IP default: 192.168.1.1

Credenciais padrão do firmware GVT: admin/gvt12345

Credenciais padrão do firmware “Outras Operadoras”: admin/<nada>

Se você utilizar o firmware “outras operadoras” no primeiro acesso o modem apresentará um assistente de instalação que não te deixará configurar nada enquanto o modem não estiver conectado a uma linha ADSL. Use o assistente para definir uma nova senha e depois cancele. Você pode acessar a interface normal em seguida pelo endereço: http://192.168.1.1/cgi-bin/index.asp

Notas:

  • Não deixe de definir uma nova senha quando o assistente te der essa oportunidade. A instalação do firmware não reseta a senha e poderá ficar valendo a anterior. Por exemplo, após instalar um firmware “outras operadoras” por cima de um firmware GVT, a senha poderá ser a senha GVT;
  • Se você se atrapalhar e não conseguir mais acertar a senha nem entrar no assistente, execute o processo de recuperação de novo que o assistente voltará; Talvez reiniciar ou resetar também surta o mesmo efeito mas não testei ainda;
  • É normal o modem não dar nenhuma resposta via browser (nem mesmo um “ok”) quando você fizer o upload do firmware. O progresso é exibido apenas pela porta serial até a instalação do novo firmware estar concluída;
  • Se ao clicar em upload não houver imediatamente resposta na porta serial, você pode ter demorado muito para iniciar o processo e o servidor web foi desativado. Comece o processo de novo.

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8 comentários
  • Isael Sousa - 2 Comentários

    Muito bom seu post a partir de hoje seu site está na minha lista de leitura. Recentemente meu modem deu um problema pois pressionei o botão de reset e logo em seguida desliguei o mesmo dai agora quando ligo ele fica travado apenas com o led de Internet, DSL e Power ligados, agora vou tentar recuperar ele com esse seu post, espero que de certo.

  • Isael Sousa - 2 Comentários

    Vlw pela dica consegui recuperar meu modem com esse tutorial, detalhe use um Arduíno em vez da placa serial ttl.

  • Anderson - 2 Comentários

    Não consegui usar esse programa. Muito vago o tutorial :(

  • eric - 1 Comentário

    boa tarde;

    tentei fazer mas nao deu, eu não consigo acessar o ip pelo navegador, precisa ser feito alguma coisa a mais?

    se possivel entrar em contato via email.

    grato!

  • Michel Recart - 2 Comentários

    Parabéns pelo tutorial Jefferson! Muito bom! Estou com um problema, no site da d-link não está mais disponível o firmware do 2730r, e não estou conseguindo encontrar em outro lugar, por acaso você ainda tem o firmware dele salvo e se sim teria como compartilhar ele?

  • Michel Recart - 2 Comentários

    Tudo bem, eu aguardo, tenho vários para tentar recuperar, e se esse método funcionar vai ser top, obrigado!

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HP mini 110-1121BR – Placa de rede só funciona com o notebook desligado.

Não, eu não perdi o juízo de vez. Ainda.

Me deixe explicar.

O sintoma é que nenhum cabo de rede era reconhecido. Nem os LEDs no conector acendiam, nem o LED no switch. Eu cheguei a pensar que o conector estivesse danificado e ficou assim por muitos meses porque muito raramente uso esse notebook. Até que ontem enquanto eu estava testando isso mais uma vez, acionei o desligamento do notebook e por acaso eu estava olhando para o switch e vi uma luz a mais acender quando o notebook finalmente apagou. Olhei no conector RJ45 do notebook e lá estavam as luzes piscando.

Na hora eu pensei: Que po**a é essa?!

Liguei o notebook e as luzes apagaram.

OK, então a porta está funcionando, mas por que só dá sinal de vida justamente com o notebook desligado? Por um breve momento eu pensei nas teorias de conspiração envolvendo a NSA e a Intel, mas então me lembrei de um motivo válido para isso acontecer: Wake On Lan. Anotei o endereço MAC da placa de rede com o comando ipconfig /all, desliguei de novo o notebook e a partir de outra máquina na rede usando um software de WoL mandei ligar o notebook. Ele ligou.

OK, então eu posso deixar para me preocupar com os espiões mais tarde, mas ainda falta elucidar a outra metade do mistério: por que raios a placa não dava o menor sinal de vida no Windows?

Driver errado.

Não havia nenhum erro no gerenciador de dispositivos. Parecia tudo certinho. Mas quando baixei e instalei o driver indicado no site da HP a placa passou a funcionar imediatamente. Nem foi necessário reiniciar o computador.

Mais que isso: a placa de rede sem fio também não conectava ao meu roteador wireless. O sintoma é que o Windows simplesmente desistia, sem dar nenhuma mensagem de erro. Instalar o driver do site da HP também resolveu esse problema.

De onde tinham vindo esses drivers errados? Eu instalara com o Driverpack Solution , que uso por indicação de Ygor Almeida feita vários anos atrás. Eu recomendo, porque facilita muito e em 99% dos casos não dá problema algum. Mas ocasionalmente dá esses “bodes” difíceis de explicar.

13 comentários
  • Pedro Pires - 1 Comentário

    DRP é realmente 99%. Os “1%” que já me aconteceram com o DRP:
    – Em algumas placas de rede com chip da Realtek ele instala um driver da TP-Link (?). E não funciona. Tem que desinstalar e caçar o driver na internet/site da Realtek.
    – Alguns touchpads de notebooks instala um driver qualquer que trava completamente o funcionamento, o cursor quase não se mexe. O negócio é desinstalar ele via gerenciador de dispositivos e deixar o driver genérico do Windows instalar, então ele fica normal.

  • Snow_man - 311 Comentários

    Jefferson, foi por posts elucidativos como esse que aterrisei no Geringonças, e permaneço aqui até hoje, visitando diariamente.

    É fácil se deparar com problemas “ilógicos” e com resolução difícil ou não aparente, então agradeço pelo compartilhamento das situações que acontecem durante seu trabalho, com certeza ajuda a mim e a muita gente. obrigado.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Acho que cabe aqui um esclarecimento sobre esse comportamento maluco. No passado, os LEDs de uma placa de rede eram controlados inteiramente pela inteligência embutida na placa. Os LEDs tinham um comportamento fixo, previsível, que só dependia da placa estar energizada.

    O barateamento, a miniaturização e a integração das interfaces de rede trouxe flexibilidade e com ela, a bagunça. Agora praticamente não há inteligência no silício e todo o controle, inclusive dos LEDs, é feito externamente. Por causa do WoL esse controle é compartilhado entre o hardware básico (possivelmente o BIOS, mas talvez seja um nível ainda mais baixo) do notebook e o sistema operacional.

    Como o driver estava carregado e não havia nenhum erro óbvio, problema no SO nem me passou pela cabeça. Eu estava certo de que o problema era no hardware do notebook até ver a luz do switch acender com o notebook desligado.

    Até aí, tudo bem. Desde que você esteja ciente de que as luzes são controladas por software o diagnóstico não é tão difícil. Mas os programadores tem usado essa flexibilidade para fazer uma bagunça danada e o comportamento dos LEDs no conector varia entre equipamentos. Às vezes tanto que você acha que está com defeito.

    Em alguns equipamentos o LED verde indica atividade e em outros é o LED amarelo.

    Em alguns equipamentos os LEDs mudam de cor (arghh…) e indicam a velocidade de conexão (ahhh… ok).

    Em cameras IP chinesas a bagunça é completa e algumas já acendem um ou até ambos os LEDs sem nem haver cabo conectado (virou LED “power”).

    E quem tem que diagnosticar em um ambiente heterogêneo que “se lasque”.

  • Wagner Matuto - 129 Comentários

    Particularmente eu prefiro baixar os drivers do site do fabricante na maioria dos casos. Alguns eu já tenho nos meus DVD’s e num HD somente com drivers antigos.

    Eu também uso o DriverPack Solution, mas só em casos onde o cliente está com pressa ou se for um notebook/placa-mãe de desktop que eu não encontre os drivers na internet.

    Inclusive já estou usando a versão 17.6, que tem 10gb completa. Eu baixo a ISO e extraio os arquivos para colocar numa pasta num pendrive ou HD externo.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu concordo com você. Se eu tivesse o tempo e a banda de internet eu baixaria tudo do fabricante. Entretanto minha internet imprevisível de 800kbps da OI me incentivou a usar o DriverPack Solution. Com o passar do tempo o baixíssimo índice de problemas me manteve usando o pacote.

      • Snow_man - 311 Comentários

        Eu prefiro ter sempre tudo em pendrive, do que depender da internet do cliente. Usei o DriverPack um tempo, mas desde que descobri o 3dchip e 3dnet, praticamente só uso eles; se o equipamento ainda funciona, é bom fazer backup dos drivers com o Double Driver (que tem versão portable, e também vem em cds de recuperação como o Hirens).

        Link http://www.3dpchip.com/index_3dpchip_pre.html
        Obs.: é muito difícil o 3dnet errar o fabricante da placa de rede, mas me aconteceu uma
        ou duas vezes; daí sim usar o driver do backup ou baixar do fabricante.

        obs2: comecei a testar recentemente o Driver Booster, da Iobit, para atualizar drivers, é muito bom.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Outra coisa que dificultou o diagnóstico deste problema é que o jack de rede fica alguns milímetros para dentro do notebook (o que até dificulta a inserção e retirada do plug) e os LEDs ficam embaixo. Com o plug inserido não é fácil vê-los.

  • Wagner Matuto - 129 Comentários

    Eu lembrei de um problema parecido com uma placa de rede wireless de um notebook HP. Eu instalei o Windows 7 normalmente e utilizei o DriverPack Solution pra instalar os drivers, só que o dispositivo wireless não funcionava de jeito nenhum.

    No final das contas, baixei o driver do site do fabricante, instalei, reiniciei e o problema foi resolvido.

    Em outro caso eu precisei instalar o HP Wireless Assistant pra desgraça da placa de rede wireless iniciar junto com o Windows 7.

    • Snow_man - 2 Comentários

      Wagner, é isso mesmo, alguns fabricantes exigem a instalação de algum software além do driver da placa. Também pode ocorrer para teclas extras em notebook, como alguns modelos da Acer.

  • Ygor Almeida - 136 Comentários

    Olha e não é que apareci mencionado em um post. DriversPack, Caramba isso faz tempo !!!

    Na verdade o DriverPacks.net http://driverpacks.net/, é um pouco diferente do DriversPackSolution, este ultimo acredito ser um fork bem trabalhado e até utilizar parte do código original.

    Eu iniciei a utilização dele no início do Windows XP ainda antes de SP1,2,3. Batia ( na verdade ainda visito um pouco o MSFN.org ) que era um fórum referencia sobre Unattended Windows Setup. Naquela época instalar drivers era um saco, conexão não era boa e tudo conspirava contra. Perdi muitas horas, noites e testes fazendo CDs personalizados que se auto-instalavam e faziam todo o trabalho pesado com scripts e mais scripts, para colocar drivers, office, programas uteis, de forma OEM na instalação do WinXP (nlite e programas similares). Ainda avancei assim com Windows Vista ( sim eu utilizei ele, depois de uns updates) e depois no Windows 7.

    Bom ai a coisa mudou um pouco Ryan. Deixou de ser difícil achar drivers, os principais eram facilmente encontrados, e o mais critico pra mim ( controladoras SATA/RAID ) e controladoras de REDE Cabeada e Wifi, ficaram plug-n-play.

    Se você tinha o driver de rede e internet banda larga, baixar o resto era bico. Então deixei um pouco de descarregar e perder tempo com DriverPack. Depois veio o 8 e agora o 10. E isso é bem simples diga-se de passagem. Mesmo com coisas mais estranhas o Windows 10 tem driver pra tudo ( ou quase ). Embora ainda seja possivel usar esses packs ( e ter aquele ISO gigante de 10 gigas ) sim quebra um galho sempre pra quem está em campo e nem sempre com uma internet rapida ou disponivel para baixar.

    Mas o DriversPacksSolution tem muita porcaria ( creio que baseado no original ) mas com muito lixo adicionado, coisas duplicadas e desnecessárias.

    O projeto Original que indiquei no começo do post, completa esse ano 12 anos de existência. É 12 anos – talvez os mesmos 12 que ainda convivemos com um bom e velho XP companheiro daqueles programas mais antigos, de um gravador de eprom, de uma serial usb, de uma paralela amiga, de uma serial física, daquele programa que não roda mais. Jogo velho. RSRSR Embora eu sei que você tem uma certa resistência histórica com updates e upgrades. Faltou ao longo do tempo versões do blog como o do Windows 7 e suas dificuldades, 8 e 8.1, Windows 10, e suas 3 grandes mudanças.

    Olhe no projeto original a parte do Windows 10 é meio morta. Muita coisa ainda parada no tempo do Windows 7 e 8.1 – embora uma vez NT sempre NT. Como o código é aberto e opensource – creio que a versão Solutions seja uma modificação partindo do software original.

    Mas no 10 sinceramente não precisei mais.

    Sobre o problema, já me deparei com isso usando também versões alternativas ou mais recentes de alguns drivers vindos do famoso site Francês – http://www.station-drivers.com/index.php?lang=en

    O driver de Audio da minha Asus P8P67-Deluxe quando instalado pelo driver velho do site original – tem audio 5.1 devidamente identificado e funcionando.
    Usar o audio hd da realtek para meu chipset como indicado pelo windows ou pelo fabricante, acionando inclusive os features perdidos como DD / DTS – ou os FX compatíveis com SoudBlaster – simplesmente transformam a saida 5.1 em 7.1 – e a referencia de Surround (caixas traseiras na nova config 5.1 é de caixas laterais ) o que acaba com meu phone 5.1 analógico.

    Acontece nas melhores familias !!!

    Curiosamente sobre a questão da rede ( de tempos em tempos com a quantidade de coisas wifi ou mesmo cabeadas que passam em casa, ou mesmo no trabalho – costumo usar network scanner com maquinas ligadas ou standby para achar dispositivos na rede ).

    Sugestão se tiver wifi da rede desejada no Android procure o FING ( um app bem simples ) mas faz um verdadeiro scan com mac e ate portas quando possivel, busca ips, mac-address, e netbios name de dispositivos. e pode executar alguns comandos como WOL/WOW.

    Util para achar aquela camera ip, celular, smarttv, ou outros dispositivos que buscam dhcp sozinhos e alguém esqueceu as instruções ou que ip esta em cada device na sua rede.

    Grande Abraço.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu já tenho o FING no celular, mas prefiro rodar o Softperfect Network Scanner (SNS) no notebook. Nas empresas de clientes eu já deixo o SNS instalado no servidor para facilitar. O SNS mostra mais informações, incluindo o tempo de resposta que é útil para identificar se o dispositivo estranho está na rede cabeada ou conectado via WiFi.

    • Saulo Benigno - 279 Comentários

      Ygor, que resposta sensacional. Muita história e curiosidades.

      Lembro muito do nlite, era muito bom “limpar” o Windows direto na instalação :)

      Valeu :)

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Batman versus Superman é uma bagunça.

São tantos os problemas com o filme que dá para rodar um documentário apenas sobre o estado de espírito que leva roteirista e diretor a produzir uma bagunça dessas tendo 250 milhões de dólares de orçamento. Desta vez eu estou do lado da crítica. O filme é muito fraco. Falhas no roteiro e na direção, pieguice, merchandising óbvio demais… Tinha muita coisa me distraindo para eu conseguir ficar entretido.

E olha que eu não tinha nada contra o diretor Zack Snyder. Gostei de 300, Watchmen, Man of Steel e até de Sucker Punch!.

Spoilers abundantes a seguir. Estou escrevendo para quem já viu, não pretende ver ou não se importa. Eu assisti apenas à versão Ultimate, que tem três horas de duração, por isso você pode não ter visto partes do que estou reclamando. E vou escrever em formato de lista para ficar mais organizado.

  • Eu não gostei do filme começar com um sonho. A coisa não pode terminar bem se nos primeiros cinco minutos do filme você está questionando a sanidade do roteiro.
  • Em seguida eu passei os próximos minutos incomodado com a chegada de Bruce Wayne a Metropolis. Como é que você consegue entrar de carro em uma zona densamente povoada, em horário de expediente, que acaba de virar uma zona de guerra? Normalmente o trânsito fica absolutamente caótico (para não dizer completamente travado) numa situação dessas mas as ruas estavam livres. Parecia um passeio de domingo. Eu só entendi a razão disso por ter visto antes o comercial do Jeep Renegade. Criaram uma situação absurda só para promover o carro que Bruce Wayne dirigia (porque merchandising de bat-móvel ou bat-cóptero certamente não paga tão bem).  Depois veio a pieguice extrema: das ruínas do prédio da Wayne Financial que acabou de desabar saem calmamente uma professora com seus estudantes, há o resgate de menininha e de um indivíduo que “só” perdeu as pernas.
  • 18 meses depois, ninguém se preocupou em determinar que a zona de destroços ao redor de uma das World Machines no Oceano Índico deveria ser uma zona de exclusão. Você vê placas de “Warning” ao redor da máquina e dois grandes navios ao longe, mas o fato do raso não estar patrulhado e dois nativos em um bote com motor de popa poderem remover um destroço com um mergulho sem equipamento é ridículo. Seria muito mais digna de crédito uma equipe patrocinada por Luthor de mergulho em profundidade chegando ao local furtivamente em um mini-submarino com uma tecnologia “stealth” que parecesse uma baleia para qualquer sonar que por acaso o captasse.bvs_oceano_ryan.com.br
  • Eu não notei na primeira passada, mas aparentemente até o momento em que um refrigerante é passado para a mão de Jimmy Olsen é merchadising da versão africana da Coca Cola.
  • Sim, Jimmy Olsen estava no filme e morreu nos 15 primeiros minutos. Eu não dei muita bola para isso (e olha que dei mais importância que todos os outros personagens do filme juntos), mas o roteirista certamente ou é muito corajoso ou escreve cheirando alguma coisa forte!
  • Sabe aquela cena com a senadora na mansão de Lex? Em vez dela manter uma distância segura e respeitosa (inclusive para sua posição como senadora e líder de comissão) ela chegou tão perto que houve um momento em que achei que iam se beijar! E por falar nisso, Holly Hunter está uma coroa muito jeitosa…
  • Não é explicado no filme como eles mostram a um senador que tinham acesso ao corpo do general Zod antes de ter pedido permissão ao mesmo senador para ter acesso ao corpo do general Zod.
  • A propósito, o vozeirão do cientista nessa cena é desconcertante. Parece que o filme começou a ser narrado ou ligaram a TV.
  • E aquela bala? Então Lex financia um grupo paramilitar que vai dar ajuda a um ditador africano com o intuito de armar uma cilada para o Superman e arma esse grupo com projéteis experimentais que não podem ser comprados em lugar algum do mundo e que podem conectá-los a ele? E os mesmos projéteis são usados não em assassinatos especiais, não numa tentativa de ferir o Superman, mas em mortes a esmo? E usadas no local onde você quer incriminar um semideus que tem super-visão e super-audição ao mesmo tempo que enrola o país que tem a maior força militar e serviço de espionagem do planeta? E dá certo?!
  • Toda a estória sobre criminosos marcados com a marca do Batman serem marcados para morrer na prisão (!?) não faz sentido e o fato dos repórteres não notarem que não faz sentido e fazerem coro de que com isso Batman está fazendo o papel de “juiz, júri e executor” faz menos sentido ainda!
  • O que Batman tem contra Superman já é questionável, mas o que Superman tem contra Batman é pura idiotice de estória em quadrinhos ruim. Então o traficante de seres humanos que Batman mandou para a prisão foi morto lá. Quem se importa além da esposa do bandido e o Superman? Mais tarde Superman intervém na caçada de Batman para avisar que está de olho nele e deixa os bandidos que Batman está caçando, armados com metralhadoras de alto calibre e lança-foguetes, irem embora? Lex Luthor mandou junto com as cartas anônimas pó de kriptonita para o Superman cheirar?
  • É desconcertante ver uma produção multimilionária usar tradução automática para gerar o texto no caixote que sai do barco “White Portuguese”.  Em vez de “ESTE LADO PARA CIMA” está escrito “ESTE LADO ATÉ”, uma tradução ridícula (até o Google Translator sabe o certo!) para o português de “THIS SIDE UP”.  No mesmo filme em que portugueses não sabem português em Metropolis, uma pichação em um prédio abandonado de Gotham diz em latim correto: “Quis Custodiet Ipsos Custodes?“, que tem tudo a ver com o filme. Por essa e outras razões é frustrante ver como a direção deixou escapar raspando a chance de fazer um filme impecável.

 

bvs_estelado_ryan.com.br

 

bvs_latin_ryan.com.br

à direita: “Quis Custodiet Ipsos Custodes?” / “Who Watches The Watchmen?” / “Quem vigia os vigilantes?”

 

  • Eu até entendo que o “super escoteiro” seja manipulado por Luthor, mas é inaceitável ver o Batman, retratado nos quadrinhos não como um “super-herói”, mas como o maior detetive do planeta e grande estrategista, tenha caído na manipulação das cartas anônimas de Luthor. Lex é um rival à altura de Batman. Isso é indiscutível. Mas apenas tolos se deixam induzir por cartas anônimas e Bruce Wayne tem os recursos para rastrear quem as envia e, diante da impossibilidade de fazê-lo mesmo com todos os seus recursos, perceber que está lidando com alguém possivelmente muito perigoso. Como é que um pato desses pode formar, participar e pior: liderar a Liga da Justiça? Tiraram do personagem nesse filme as duas únicas capacidades que o tornam valioso para a Liga! Note que o filme mostra uma versão de meia idade do Batman, depois de perder a Mansão Wayne e da morte de Robin. Os erros que o personagem podia cometer por inexperiência estão enterrados em algum lugar no passado. Ou pelo menos, deveriam.
  • A coreografia da luta entre Batman e os soldados de Superman é simplesmente ridícula. Dói nos meus olhos ver algo assim em  uma superprodução. Mas vou dar um desconto por ter sido um sonho. Se bem que um sonho deveria ser ainda mais phodástico que a realidade…
  • Pelo menos a coreografia de luta no armazém foi menos idiota.
  • Eu espero sinceramente que o ato de colocar cenas do sonho de um personagem nos trailers do filme seja banido de Hollywood. Como se não bastasse o hábito já generalizado de modificar o contexto no trailer de forma a fazer o filme parecer mais interessante do que é, agora pode colocar sonhos? O céu é o limite para trapacear com a audiência então.
  • O que fez Batman concluir que aquela foto é da “misteriosa ladra”? 100 anos atrás, poderia muito bem ser sua avó. Talvez seja minha dificuldade para distinguir rostos, mas acho que ela mal se parece com a pessoa da foto.
  • Cara, como eu acho irritantes esses gestos de encarar o oponente primeiro de cabeça baixa e depois levantá-la lentamente…
  • E Lois que precisa que o Planeta Diário publique uma manchete para alertar o Superman sobre o plano de Luthor? Ok, eu imagino que não haja espaço para esconder um telefone debaixo daquela capa, mas como publicar uma manchete em um jornal vai ser mais rápido do que tentar falar diretamente com o próprio namorado?
  • Toda a idéia de que alguém como Superman poderia ser cúmplice da explosão no capitólio, mesmo após determinar que a explosão havia sido causada por um indivíduo que o odiava (embora isso não seja realmente necessário) requer uma estupidez criminosa, indigna de alguém em posição de autoridade. O que me lembra o governo astronomicamente estúpido de “Transformers: Dark of the Moon“. E, claro, depende de uma imprensa astronomicamente estúpida com a que acusa Batman.
  • A cena do combate com Batman começou bem, com Superman tentando explicar que eles estavam sendo manipulados, mas só bastou um golpe de Batman para Superman perder as estribeiras e ficar mudo? Eu só tive uma dúzia de aulas de kung fu mas fui capaz de aprender com meu professor que você não aprende a lutar para ganhar a briga, mas para ter a confiança necessária para dificilmente entrar em uma (e esse é um tema de Man of Steel). Como um ser tão poderoso, adulto, criado por pessoas que tem a cabeça no lugar, perde o controle da situação tão fácil? A razão original para o combate entre Batman e Superman como escrito por Frank Miller em O Cavaleiro das Trevas não é genial (o super lacaio recebe ordens do presidente dos EUA para conter Batman, porque seu sucesso está sendo um embaraço para o governo federal) mas é muito mais verossímil. Por outro lado, esse comportamento imaturo faz Batman e até Luthor terem razão ao vê-lo como uma ameaça. Se a intenção do filme era retratar Superman assim, então o diretor acertou.
  • E que estória é essa do Superman chamar Batman de “Bruce” e Luthor de “Lex”? De onde veio essa intimidade no filme?
  • “Salve Martha?” Superman chama a mãe de “Martha”? Isso provavelmente tem laços com a intimidade estranha de “Bruce” e “Lex” e deve fazer sentido na cabeça de algum dos roteiristas, mas não na minha.
  • A idéia idiota de que Batman teria mas chances de salvar Martha Kent do que Superman, ou os dois juntos, quase me fez dar pausa e ir me ocupar com algo mais inteligente.
  • Eu ainda não estou bem certo de que a idéia de atrair o Apocalipse de uma ilha certamente desabitada de Metropolis para uma área supostamente desabitada de Gotham e torcer para estar vivo até o momento de achar a lança de kriptonita em vez de ir a Gotham primeiro pegar a arma e traçar um plano, tenha sido uma idéia digna de um estrategista como Batman. E se não fosse a chegada inesperada da Mulher Maravilha ele realmente teria virado churrasquinho.
  • Batman diz que o porto está abandonado segundos depois de vermos os silos explodirem como se estivessem cheios de combustível. Como se explica abandonar combustível (erro 1) em um tanque que não tem manutenção (erro monumental 2)?

Se o filme tivesse sido dividido em duas partes e a segunda tivesse começado na luta com Apocalipse, eu poderia ter gostado da segunda.

 

 

 

 

3 comentários
  • Saulo Benigno - 279 Comentários

    E o pior é que você assistiu a versão Ultimate. A versão que todo mundo está falando que é a melhor, que é como deveria ser visto.

    Imagina você vendo a versão de cinema…. :P

    Filme horrendo.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu geralmente sempre busco a versão mais longa por acreditar que é melhor. Mas no caso de BvS, quando eu terminei de relacionar os problemas fiquei imaginando se uma versão mais curta teria me incomodado menos!

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Como Diane lane tem apenas 52 anos, este provavelmente seria um motivo muito mais razoável para o Superman procurar briga com o Batman:

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Extensores HDMI sobre cabo de rede CAT5, CAT5e, CAT6

Não deixe de ler também: O extensor HDMI sobre cabo CAT5 mais vagabundo que existe.

Neste texto onde eu me referir a cabo “CAT5” estou simplificando a menção aos três tipos de cabo: CAT5, CAT5e e CAT6. “Sink” é o dispositivo que recebe o sinal HDMI (TV, projetor, DVR, etc) e “source” é o dispositivo que gera o sinal (o media player ou receptor de TV).

Existem no mercado três tecnologias para usar cabo CAT5 no lugar de um cabo HDMI:

  • 2 cabos, sem suporte a rede – O sinal HDMI é realmente transmitido pelo cabo CAT5, praticamente sem alterações. O mais barato de todos com alcance previsto de 30 metros a 1080p;
  • 1 cabo apenas, sem suporte a rede – Usa um protocolo proprietário para reduzir o número de condutores necessários. Provavelmente existe degradação do sinal nas resoluções mais altas mas pode não fazer diferença para qualidade DVD. Custa pelo menos cinco vezes mais caro que a solução com dois cabos;
  • 1 cabo apenas, com suporte a rede – Uma espécie de “HDMI sobre IP” onde o sinal de vídeo e imagem é transformado e retransmitido realmente “via rede” através de switches. É o mais prático de todos e embora tenha receptor próprio já fizeram engenharia reversa em um modelo para conseguir receber o sinal via VLC. Custa 10 vezes mais caro e é certamente limitado em qualidade porque uma rede de 100mbps definitivamente não tem banda para fazer isso sem acrescentar compressão. Já existe até um padrão para isso chamado HDBaseT que no papel parece tão fantástico quanto as meias Vivarina e as facas Ginsu, mas tão difícil de encontrar quanto o ET de Varginha. Na prática espere pagar os olhos da cara por um produto que não consegue conversar com o similar de outro fabricante.

Neste texto eu vou tratar apenas do método mais simples e barato.

Essa adaptação é possível primeiramente porque HDMI (e DVI) usam uma tecnologia similar à usada nas redes ethernet modernas, com transmissão diferencial que tem por meio o cabo de par trançado. Tentar usar outro tipo de cabo, mesmo que “mais grosso”, pode não ter o efeito desejado.

A primeira coisa a se ter em mente para entender o que se passa nesse tipo de adaptação é o fato de que um cabo CAT5 tem oito condutores e um cabo HDMI tem dezenove. HDMI tem mais condutores que dois cabos CAT5, então como é que essa mágica é feita?

Antes de prosseguir, vamos estudar atentamente a figura a seguir:

HDMI_pinout_ryan.com.br

Note que:

  • Mais da metade do cabo é usada pelos quatro canais TMDS, que é por onde a informação de vídeo e áudio é transportada;
  • As bolinhas pretas indicam os pinos que de uma forma ou de outra estão ligados ao mesmo negativo. A bolinha vermelha representa o único pino de +5V;
  • Dois condutores são destinados a DDC/EDID/HDCP e não podem ser usados separadamente. Ou você usa os dois ou nenhum dos dois (mais sobre isso adiante);
  • Um condutor é destinado a CEC (basicamente, operar todos os aparelhos com um só controle remoto). Útil, mas dispensável;
  • Dois condutores são de alimentação, que tem o propósito primário de fazer com que a identificação DDC/EDID funcione mesmo com o display desligado;
  • O pino 19 é responsável pela função hotplug detection (detectar que um dispositivo foi conectado);
  • O pino 14 é o que permite o funcionamento do ARC (Audio Return Channel). Útil, mas ainda mais dispensável que o CEC, por falta de suporte em muitas TVs e porque um número reduzido de pessoas tem receiver HDMI ligado à TV;
  • Juntos, 19 e 14 oferecem a função HDMI Ethernet, que é ainda menos usada.

O primeiro e até óbvio sacrifício ocorre na blindagem. Cada um dos quatro pares de comunicação TMDS em um cabo HDMI bem feito é separadamente blindado e tem seu próprio “negativo”, além do negativo “geral” do cabo. São quatro condutores só na blindagem. Ora, essa blindagem individual não existe no cabo CAT5 que corriqueiramente usamos, então esses quatro condutores somem na adaptação. Assim reduzindo a necessidade para 15 condutores, o que fisicamente já é possível substituir por dois cabos CAT5. Em todos os extensores que vi um dos cabos é dedicado aos quatro canais TMDS e o outro cabo fica com os sinais de controle.

É importante notar que apenas o dispositivo source fornece alimentação. A função do pino +5V no sink é receber a alimentação vinda do source para ativar o circuito de hotplug detection e a memória EDID mesmo que o sink esteja desligado.

Existe um produto no mercado que eu desconfio fortemente de que se limita a ligar cada pino do plug HDMI ao pino correspondente no conector 8P8C (RJ45), por causa do baixo preço e do fato de que não tem indicação de “polaridade”. [18/05/2019] Eu tenho o review de um desses agora. Mas todos os extensores que já abri são “ativos” (tem eletrônica) e são compostos de duas peças com papéis bem definidos, como este:

hdmi_extender_ryan.com.br

Alguns cuidados precisam ser observados ao instalar e usar esse modelo de extensor:

  • É sempre bom lembrar: Os cabos conectados a esse extensor não devem ser conectados à sua rede. O extensor deve ser usado de forma completamente autônoma;
  • Emissor precisa ser ligado do lado do dispositivo source (player) e receptor do lado do dispositivo sink (TV, projetor, etc);
  • O cabo ligado a um determinado canal no emissor precisa ser conectado ao mesmo canal no receptor. Recomendo fortemente que você ponha etiquetas nos cabos ou terá muito aborrecimento com ligações invertidas;
  • Observe que em um deles o canal TMDS fica no conector esquerdo e no outro fica no conector direito. Quando um está de frente para o outro isso faz muito sentido, mas quando você está instalando tem a tendência a pegar o dispositivo sempre com a mesma mão e inserir os cabos na mesma ordem com a outra. O que vai resultar em inversão;
  • Os cabos precisam ter todos os oito condutores funcionais. Como uma rede de 100mbps somente usa quatro dos oito condutores do cabo CAT5 um cabo que funciona na sua rede pode não funcionar no extensor. É preciso testar pelo menos com um testador de cabos comum;
  • Os dois cabos precisam ser diretos. Cabo cruzado não vai funcionar em nenhum dos dois canais;
  • O cabo ligado ao canal TMDS precisa ser crimpado conforme o padrão (568A ou 568B) porque este canal precisa que seja respeitado o trançado dos condutores. O cabo ligado ao DDC pode ignorar o padrão e simplesmente fazer uma correspondência de um para um entre os conectores, mas não faça isso. Crimpar respeitando o padrão dá o mesmo trabalho.

[18/05/2019] Em resumo, o mesmo cabo com quatro pares que funciona quando ligando o seu computador ao switch deve funcionar nesse extensor, desde que não seja um cabo cruzado.

Esse extensor a meu ver tem dois erros/limitações de design que poderiam ser facilmente corrigidos:

  • O emissor deveria ser claramente diferente do receptor. Talvez de uma cor diferente. Perdi a conta das vezes que me enrolei todo por inadvertidamente misturar os dois;
  • Pelo menos o receptor deveria vir com um conector HDMI fêmea em vez de um macho o que facilitaria a conexão a um conversor HDMI-VGA e tornaria o conjunto menos frágil. Entretanto eu admito que isso cria um problema ao adicionar um ponto de possível mau contato.

Funcionamento

O objetivo deste post é analisar a teoria de funcionamento dos extensores e não fazer um review deste, mas é claro que eu preciso pelo menos testar se funciona ou não. Eu não uso muito o extensor e muito menos no seu limite, mas nos meus poucos testes com cabos de meros 10m ele funcionou bem a 1080p, incluindo o CEC.  No futuro eu poderei incluir aqui mais detalhes e testes com cabos maiores.

 

RECEPTOR (RECEIVER)

hmdi_extender_cat5_receiver_DSC01587_ryan.com.br

 

O design do receptor é o mais simples de entender, com apenas dois componentes ativos visíveis:

  • Um chip “equalizador” HDMI MAX3815, cuja função é restaurar o sinal dos quatro canais TMDS. É interessante notar que alguns displays HDMI, principalmente projetores, podem já ter um chip desses na entrada e que a documentação do fabricante do chip não faz nenhuma referência a cabo CAT5 e espera que o chip seja usado no final de cabos HDMI ou DVI apropriadamente blindados. Ou seja: não espere que vá alcançar as distâncias indicadas (50 metros com cabo 24AWG) a 1080p com cabo de rede, pois o cabo de rede que mais se aproxima do DVI/HDMI é o caro CAT7, mas você nem sabia que isso existia, certo?
  • Um regulador linear de 3,3V para alimentar o MAX3815 com os 5V vindos do dispositivo source.

EMISSOR (SENDER)

hmdi_extender_cat5_sender_DSC01587_ryan.com.br

Já o design do emissor ainda é parcialmente um mistério para mim. Eu levantei o diagrama para facilitar a compreensão (clique para uma versão legível):

hdmi_extender_cat5_emissor

Os quatro canais TMDS são conectados diretamente e corretamente aos pares do respectivo conector 8P8C (RJ45), então todos os componentes da placa estão ali para tratar dos sinais de controle. Eu determinei que dois pinos são usados para +5V e dois pinos para GND, restando quatro pinos para dividir com os cinco sinais de controle. Isso é possível porque foi sacrificado o sinal ARC, que não me parece uma grande perda.

Os componentes principais do emissor são:

  • Um microcontrolador de uso geral STC11F02 (5.5V, 2KB de flash e 256 bytes de RAM);
  • Uma memória EEPROM 24C02 (2kbit, 256 bytes) ligada simultaneamente ao microcontrolador e ao bus DDC HDMI.

O meu melhor palpite no momento é que o microcontrolador se envolve com troca de informações EDID, incluindo o handshake HDCP. Ele tem memória flash mais que suficiente para armazenar as chaves DHCP (40x56bit = 280bytes). Por que ele faria isso eu ainda não tenho certeza.

Cabo de controle (rotulado de “DDC” pelo fabricante)

  • 1 – HPD
  • 2 – +5V
  • 3 – +5V
  • 4 – GND
  • 5 – GND
  • 6 – DDC_DATA
  • 7 – DDC_CLOCK
  • 8 – CEC

Hotplug detection

O sinal HPD vindo do dispositivo sink em vez de ir direto ao source entra no microcontrolador, provavelmente para ativar o processo de handshake. O dispositivo source não “vê” isso porque recebe o HPD imediatamente ao ser plugado o emissor nele, porque no emissor o pino 19 é permanentemente conectado a +5V por meio de um resistor de 1k.

É preciso ficar atento à mudança no comportamento. Basta plugar o emissor no dispositivo source para que este ache que um dispositivo sink está conectado e inicie o processo de leitura do EDID e handshake HDCP, mesmo que não exista sink. Ao realmente conectar o sink, o source já vai ter desistido de fazer o handshake há muito tempo. Para resolver eu suponho que ou você reinicia o source ou despluga e repluga o emissor.

Conector ISP

É ligado diretamente à porta serial do microcontrolador. Ainda não verifiquei se é possível ler algo nessa porta ou se serve apenas para programá-lo.

19 comentários
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Eu cometi algum erro na hora de fazer o upload do diagrama do emissor e por isso não há link para a cópia de alta resolução, legível do mesmo. Amanhã eu corrigirei isso.

  • Luciano - 493 Comentários

    Jefferson, *pelo menos* na foto deste extensor que você usou como exemplo, dá pra ver nas fotos que está marcado em um deles, algo como Receiver e no outro Encoder.

    Logo pelo menos pra mim não haveria necessidade de um ser de cor diferente do outro B)

    Edit: Melhor dizendo.. Sender e Receiver.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Pois eu insisto que há necessidade. Eu estou ciente das marcações desde que comprei, sou mais minucioso que a média, e mesmo assim o palerma aqui errou diversas vezes. Quando estou ocupado com problemas em um nível mais alto, qualquer coisa que o fabricante fizer para evitar que eu me perca com os detalhes eu agradeço.

  • Marco Stort - 28 Comentários

    Eu comprei um destes e instalei com uma distância de aproximadamente 15 metros. Funcionou muito bem, qualidade de imagem excelente. :)

  • Maycon Ferraz - 2 Comentários

    boa tarde fiz a instalacao e fiz o teste com o testador so nao segui a sequencia (568A ou 568B) mas as duas pontas dos cabos estao iguais e n ao funciona sera quen so por ter mudado a sequencia vai interferi

  • Miguel - 1 Comentário

    Olá estou com um problema de barreira onde o cabo Hdmi não entra no conduite logo optei pelo adaptador onde usei dois rj45 crimpados no padrão 568a porém a imagem não está constante nem o som fica dando lag e as vezes some a imagem .
    Gostaria de saber o que pode ter dado errado visto a a distância não é maior q 3 mts ? Será q se mudar pra cat6 pode resolver ? Será q se mudar o padrão de crimpagem pra 568b pode resolver ?

  • Júlio Câmara - 1 Comentário

    Depois de perder – pela segunda vez – a entrada HDMI de 2 televisores devido a uma descarga elétrica que caiu na antena da VIVO e passou pelo HDMI, vou usar um extensor ativo (de um cabo sem suporte a rede) entre o decoder Vivo e o distribuidor HDMI como elemento de “sacrifício”. Tentei usar um “protetor HDMI aterrado” que não serviu de nada, não protegeu.
    Você acredita que fará alguma diferença?
    Obrigado

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Esta pergunta foi feita há quase dois anos mas vou responder assim mesmo.

      Eu não sei se vai funcionar, já que para a descarga ter descido pela antena da VIVO e ter chegado à sua TV via HDMI precisaria ter passado pelo receptor da VIVO antes. Mas acho que é uma boa idéia tentar. O preço desses conversores ativos não é muito alto.

      Mas do lado da TV você sempre pode usar um switch HDMI também como elemento de sacrifício. E manter o equipamento da VIVO aterrado também me parece recomendável.

      Outras coisa que você pode fazer, claro, são:

      Relocar sua antena para um local mais baixo, onde ela tenha um menor risco de atrair uma descarga
      Instalar um pára-raios nas proximidades dela;
      Instalar um protetor de descarga (supressor de surto / lightning protector) no cabo que desce da antena para o receptor da Vivo.

  • alex sandro leandro - 2 Comentários

    Bom dia qual esquema do Cripa o cabo Rj45 e a mesma da rede

  • Caio Poleti - 1 Comentário

    Boa tarde,
    Estou tentando utilizar um Extensor da Lotus Via cabo RJ45 porem não esta funcionando.
    Testo o cabo no “teste” e funciona perfeitamente, a clipagem foi feita pino a pino.
    Existe algum outro esquema de clipagem que tenha que ser feita?

    Desde ja muito obrigado pela sua atenção.

  • Francisco - 1 Comentário

    Comprei um aparelho desse e liguei da maneira correta vc com dois cabos cat 5 padrão A e não dá nem sinal, o que pode ser?

  • Leandro - 1 Comentário

    Eu estou fazendo uma extensão no aparelho da Sky funciona só aquela parte do começo que procura os canais mas na hora da transmissão dos canais não funciona crimpagem 568a 12 metros com os 2 cabos de rede usando splitter ver 1.4 direto funciona na primeira tv saindo para o extensor já não funciona os canais apena a introdução do aparelho.

  • Aluísio Cavalcante - 1 Comentário

    Olá, fiz a engenharia reversa desse conversor antes de ver teu artigo. Parabéns. Muito bom o conteúdo. Compartilhando minha experiência, usamos esse conversor ligado a um projetor VGA que está com um cabo CAT6 de uns 27 metros de comprimento. Inicialmente testamos nesse mesmo cumprimento mas com CAT5 e não funcionou.

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