 Jefferson,  10 de setembro de 2022,
- Meu carro pegou sem problemas (bateria decente aguenta muito mais tempo que isso) mas não quis engatar nenhuma marcha. O sintoma é que ao ligar o motor todas as marchas da primeira à quarta estavam bloqueadas e a ré dava sinal de que já estava engatada (dava aquele barulho de colisão de engrenagens). A solução foi desligar o carro, engatar a primeira e dar a partida com a marcha engatada. Se não em engano, da outra vez que isso aconteceu eu resolvi empurrando o carro desligado com uma marcha engatada.
- O amplificador PlugX WS-887 que uso na TV do quarto não funciona mais. Ele é ligado na tomada mas tem uma bateria, que descarregada completamente deixa o aparelho inoperante e não carrega mais. E eu tenho o hábito de desligar inteiramente a energia de toda seção da casa que estiver sem uso, facilitado pelo fato de que cada quarto tem seu próprio quadro de disjuntores;
- Ontem foi meu primeiro dia de volta à musculação e como meu instrutor não havia adaptado ainda meu treino às circunstâncias eu recomecei de onde havia parado, fazendo o treino de pernas. Hoje eu mal consigo andar e sentar numa cadeira ou levantar requer apoio. Tudo acima do joelho dói demais.
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 Jefferson,  10 de setembro de 2022, Eu tenho um extenso vocabulário em Inglês mas acabei descobrindo um ponto cego nele, principalmente nas seções de frutas e verduras. Parte do problema é que no clima de lá muita coisa facilmente encontrável na prateleira não é comum ou não existe no Brasil, mas não é só isso.
- O que danado é “soft pitched dates”? Procurando que fruta se chamava “date” descobri que é a tâmara, mas “soft pitched” nesse contexto ainda é um mistério para mim;
- Raspberry? É a framboesa, que eu nunca tinha visto como fruta, mas como ingrediente;
- Blueberry? Mirtilo. Mesmo com a tradução continuo sem saber o que é;
- Lemon e Lime. Pelos nomes você conclui que são limão e lima respectivamente. Na prateleira do supermercado de Dublin é o inverso. “lime” é o que conhecemos como limão (redondo e verde) e “lemon” é uma fruta amarela, não exatamente redonda, que provavelmente é a “lima” no Brasil, mas não estou certo disso;
- Grapefruit? Uma tal de toranja. Nunca havia provado uma. Por fora é indistinguível da laranja, mas por dentro é vermelha e amarga.
E por aí vai…
Ainda existe outro problema que parece ser cultural:
- Não existe feijão cru ensacado – Somente enlatado, pré-cozido, pronto para comer.
- Não existe leite em pó – Para achar isso você precisa ir a mercados operados por estrangeiros. Nas mais conhecidas redes de Dublin como LIDL e ALDI só encontramos uma grande variedade de leite líquido, que era inconveniente por duas razões: você precisa manter refrigerado e na geladeira de minha irmã não cabia e leite gelado na hora de fazer bebida quente só atrapalha;
- Não existe adoçante líquido – Você só encontra sólido (em pó ou tablets).
Pedir informações a um funcionário era algo que eu preferia evitar. Definitivamente não queria conversar com ninguém que fosse loiro de rosto avermelhado, porque acho o sotaque irlandês quase incompreensível. Uma vez eu perguntei onde ficava o açúcar ou adoçante (o critério de organização do ALDI é incompreensível para mim) e a única palavra que consegui entender na resposta do irlandês foi “eggs” (ovos). Ainda bem que foi o bastante porque foi na prateleira de ovos que achei o açúcar. Minha recomendação é sempre procurar um funcionário que tenha cabelos pretos porque é até possível ser um brasileiro e, mesmo que não seja, o inglês dos estrangeiros é mais fácil de entender.
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 Jefferson,  10 de setembro de 2022, Nos 30 dias que passei em Dublin desta vez eu só vi policiais em uma ocasião. E desarmados. Apesar disso (ou talvez por isso) em Dublin eu me sentia completamente seguro. Claro que há o fato de minha irmã morar há nove anos lá praticamente sozinha sem nenhum incidente.
Em Lisboa, o mercado na esquina de onde ficamos hospedados (da rede Pingo Doce) era protegido dentro por um policial fardado, armado de pistola. Mais tarde um português me explicou que era realmente um policial e os estabelecimentos particulares pagavam por isso. Na rua, passavam patrulhas de motocicleta não com um policial em cada moto como no Brasil, mas com dois, e o carona vinha de pé com um fuzil na mão pronto para usar. São chamados “policiais motards”.
Fonte
E nunca era apenas uma moto. Eu não me senti seguro em Lisboa. Caramba… na Avenida Almirante Reis, que é mal iluminada à noite, eu me senti menos seguro do que me sinto no Brasil, por ser um lugar que não conheço.
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 Jefferson,  10 de setembro de 2022, Eu estava em Lisboa esperando o carro que ia nos levar para o aeroporto quando uma moça se aproximou de mim e começou o seguinte diálogo em inglês:
Ela: Com licença, sabe onde eu posso atravessar a rua?
Eu: (olhando de um lado para o outro da avenida procurando uma faixa) Humm… eu acho que em qualquer lugar…
Ela: É sério? Nenhuma punição?
Eu: Portugal não é tão rigoroso.
E ela atravessou a avenida no ponto onde estávamos.
Quando chegou o motorista de aplicativo, um português, perguntei a ele se havia multa por atravessar fora da faixa em Portugal e ele disse que o mais provável, se você fosse flagrado, seria que o guarda ia chamar sua atenção. Eu sei que em muitos lugares nos EUA (se não for no país todo) é arriscado pois você pode levar uma multa por “jaywalking” e até ser preso na hora se teimar. O filme Máquina Mortífera 3 tem uma cena engraçada a respeito. Em Dublin também é ilegal atravessar fora da faixa se existir uma numa distância de 15 metros. E não esperar pelo sinal verde para pedestres pode render uma multa de 800 euros e prisão se for reincidente.
800 euros são R$4640 na cotação que usamos (R$5.78) na hora de comprar os nossos. Mas para deixar a punição ainda mais clara, saiba que o salário mínimo irlandês é de 1600 euros, ou seja: metade do seu salário em uma única multa por atravessar a rua onde/quando não devia.
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 Jefferson,  08 de setembro de 2022, As mensagens no Outlook 2010 podem ser como estas:
“Nenhum dos métodos de autenticação aceitos por este cliente é aceito pelo seu servidor.”
“Seu servidor não oferece suporte ao tipo de criptografia de conexão especificado”
Eu não lembrei de anotar as mensagens dadas pelo Windows Live Mail, mas são bem diferentes.
Todos os problemas são resolvidos desligando o módulo de e-mail do Avast.
Clientes dizem que o problema começou na terça e um deles confirmou que nesse dia instalou uma atualização do antivírus.
É sempre bom ter em mente que sempre que um programa de e-mail acusar um erro bizarro, desconfie do antivírus. Infelizmente isso aconteceu quando eu estava inacessível em Lisboa e um de meus clientes passou um dia inteiro trocando mensagens com o suporte do provedor e em nenhum momento este lembrou de fazer essa recomendação. A incompetência do suporte dessas empresas nunca deixa de me surpreender.
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 Jefferson,  09 de agosto de 2022, Saúde “Vamos ter que operar”.
Esta frase dita pela minha neurocirurgiã (Dra. Márcia) em 18/03/2021 enquanto examinava as imagens da última ressonância magnética da minha coluna cervical me deixaram em choque. Eu passei mal no consultório após ouvir isso. Eu sabia que meu caso era cirúrgico, mas a mesma médica havia me dito cinco anos antes que a gente poderia empurrar com a barriga indefinidamente desde que não se agravasse. Eu tenho três hérnias na coluna cervical (pescoço) e uma delas pressiona um nervo que me faz sentir desde simples dormência e formigamento até uma dor insuportável no braço esquerdo, que só pode ser contida com remédios controlados como a Pregabalina. As crises duram semanas mas depois eu volto a viver normalmente. Curiosamente, dor não é motivo para alarme nesse caso, pois o sintoma que requer cirurgia imediata é perda de força no braço ou mão. Entretanto o “conserto” além de poder me deixar tetraplégico vai me deixar três meses sem poder trabalhar e requer a instalação de próteses que vão limitar o movimento do meu pescoço. Eu nunca mais terei uma vida normal depois da operação.
Mas aí Dra. Márcia viu um possível comprometimento da minha medula surgir nos exames e a coisa ficou séria. Ela pediu um novo exame, chamado de “Potenciais Evocados Somato-Sensitivos” (não parece haver consenso sobre a forma correta de escrever o nome desse exame) que não pareceu confirmar as suspeitas dela ou, pelo menos, não apontava urgência para a cirurgia. Mas só não marcou mesmo a operação por causa da pandemia.
Me conformei e avisei a família e amigos que minha cirurgia era iminente, mas por motivos completamente distintos decidi fazer um esforço maior para sair do sedentarismo, começando com as caminhadas de pelo menos 12km por dia, que me fizeram perder 13kg. Em janeiro deste ano, dez meses após o choque, uma coisa aconteceu (contarei outro dia) e minha atitude em relação à vida mudou. Toda a minha personalidade começou a mudar, aparentemente para melhor. No mês seguinte eu entrei em uma nova fase e comecei a fazer musculação, mas semanas depois um novo problema surgiu: comecei a sentir os mesmos problemas que antes se limitavam ao braço esquerdo agora no braço direito. Você sabe que é a coluna quando a dor no braço depende da posição do seu pescoço.
Pensei: Desta vez a cirurgia sai mesmo com a pandemia. Marquei uma consulta de urgência com a cirurgiã no dia 12/03/22, quase um ano após ter recebido a notícia chocante que me fez sair do sedentarismo. Mas o que aconteceu nessa consulta foi uma das maiores surpresas de minha vida. No momento em que abriu a porta do consultório para mim Dra. Marcia, que sempre foi bastante séria, abriu um sorriso que não saiu do rosto dela enquanto eu detalhava as “complicações” que eu eu estava sentindo e continuou sorrindo enquanto me explicava que a mudança nos meus sintomas eram comuns e não eram nada de mais e que eu estava visivelmente diferente na aparência e no comportamento e não era mais candidato para cirurgia.
Isso vindo de quem vai ganhar dinheiro operando você e já havia convencido você a operar é digno do mais alto crédito.
A última vez que ela me vira fora sete meses antes, em agosto. Eu realmente devo ter mudado muito, principalmente nos três meses anteriores.
Eu fiquei espantado e obviamente ainda mais sorridente. Ela nem pediu que eu fizesse novos exames e me garantiu que só o que ela estava vendo em mim fazia a diferença. Sorrindo o tempo todo ela se despediu de mim depois de apenas recomendar que eu tomasse cuidado na academia para não fazer nada que machuque a cervical e continuasse a observar o sintoma que era realmente sério: a perda de força.
E a dor no braço direito sumiu sozinha semanas depois.
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 Jefferson,  06 de agosto de 2022, Dublin Este post poderá conter mais erros de ortografia que o habitual porque estou redigindo em um computador com defeito no teclado e configurações inadequadas de idioma.
Nossa viagem deveria ter ocorrido em agosto de 2020, mas foi cancelada por causa da pandemia. Desta vez minha irmã programou uma viagem mais longa, com 37 dias, cinco dos quais passaremos em Lisboa no retorno a Recife.
Assim como da outra vez, eu preferia não ir. Você precisa dar uma pausa na sua vida para viver uma vida completamente diferente por 37 dias enquanto a sua vida espera por você em casa. Para algumas pessoas isso pode ser desejável e até perfeito, mas não é o meu caso.
Só em passagens de avião foram gastos 12 mil reais não reembolsáveis e isso porque foi tudo comprado com muita antecedência. Os 37 dias da viagem viraram uma barreira no nosso calendário que era preciso contornar porque nada podia cair nesse período e algumas coisas nem mesmo nas semanas que o antecediam. É um problema bem maior que 37 dias.
- Minha mãe tem duas cirurgias para fazer cuja burocracia leva semanas e era inviável tentar fazer qualquer uma das duas antes da viagem. Muita coisa podia dar errado;
- Eu também tenho uma cirurgia simples para fazer mas o prazo entre descobrir que precisava fazer e a viagem ficou apertado;
- Temos uma reforma grande para fazer em casa que deve levar dois meses e também precisou ser adiada. A reforma não pode ser feita ao mesmo tempo que uma das cirurgias de mamãe porque eu posso ser preso por amarrar ela na cama para ela não ir supervisionar a reforma ainda convalescendo, então vai ser uma coisa ou outra, o que só atrapalha mais;
- Semanas antes da viagem eu tive que gradativamente mudar meus hábitos porque não podia correr o risco de ficar doente;
- Eu precisei informar meus clientes sobre minha viagem com vários meses de antecedência. Seria um desastre se algum deles planejasse algo grande justamente para agosto contando com minha presença. E naturalmente qualquer empresário com juízo vai aproveitar esse período para encontrar meios de se tornar menos dependente de mim. Minha irmã está pouco se lixando para esses transtornos na minha vida profissional porque o que ela quer mesmo e que eu jogue tudo para o alto e vá viver na Europa;
- Embora eu tenha vindo preparado para continuar o meu trabalho remoto, deixei meus clientes sem ninguém para ajuda-los se precisarem de ajuda presencial. Um deles já reservou a primeira semana após minha volta para um serviço de três dias cuja necessidade surgiu na semana anterior a minha viagem, mas eu precisei recusar porque havia muita coisa a fazer nos preparativos;
- Aparentemente vou passar 37 dias sem ir para a academia porque custa caro aqui. Espero que isso não signifique um retrocesso grande quando eu voltar ao Brasil;
- A viagem é um dos motivos para eu só poder falar aqui sobre o meu litigio com a Estácio em Outubro;
- E por ultimo mas não menos importante, estou no meio de um processo para deixar de ser nerd e arrumar uma namorada e desaparecer por 37 dias definitivamente não vai ajudar. Eu certamente não vou arrumar uma aqui na Irlanda. Para começar, as garotas que conheço no Brasil são muito mais atraentes que as Irlandesas.
Mas minha mãe não podia vir (e ficar aqui) sozinha e eu era a pessoa mais apropriada para traze-la. Desta vez foi bem menos estressante porque eu “liguei o fo**-se”. Eu me preparei muito menos porque além de muitas das minhas preocupações com a viagem anterior terem se mostrado desnecessárias e eu achar a probabilidade de ter o visto negado muito menor, desta vez a escala foi em Lisboa e não em Frankfurt. Meu inglês só foi necessário ao falar com o oficial de imigração em Dublin, já no final da viagem. E aparentemente os vários carimbos de quatro anos atrás nos nossos passaportes (Dublin, Lisboa, Paris, Frankfurt) fizeram diferença porque o oficial de imigração só fez três perguntas:
- O que eu vinha fazer em Dublin;
- Quanto tempo eu pretendia ficar;
- Onde morava a minha irmã.
E não pediu para ver nada além do passaporte. Nem a carta convite, nem o nome da minha irmã, nem a passagem de volta, dinheiro, nada. Ter ligado o fo**-se valeu muito a pena.
Mas quem quiser acompanhar meu dia-a-dia em Dublin vai precisar checar minha conta (pública) no Instagram (jefferson.jeff.ryan). Vocês sabem que não gosto de redes sociais mas o Instagram me pareceu a mídia mais adequada para isso. Mas nada me impede de um dia reunir tudo em um ou mais posts aqui.
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 Jefferson,  06 de julho de 2022, Eu tenho uma estória história inacreditável para contar a vocês, mas vai ter que esperar. Eu vou adiantar apenas o seguinte: eu cumpri todas as minhas obrigações acadêmicas e financeiras com a Estácio em junho de 2020 e a faculdade levou inacreditáveis um ano e sete meses para reconhecer isso, o que exigiu uma decisão judicial via mandado de segurança para que fizessem minha colação de grau. E ainda foi necessária outra sentença quatro meses depois para eles pararem de enrolar e entregar o meu diploma.
Alguns podem pensar: “Já vi essa estória antes. O cara só conseguiu se formar mediante decisão judicial provavelmente porque não cumpriu todas as obrigações acadêmicas e depois ficou com mi-mi-mi para não cumprir e levou para a justiça. Ganhar não significa que o cara tem razão, só que tem advogado melhor.” Mas eu asseguro a meus leitores que quando eu começar a contar essa estória história a palavra “inacreditável” não vai sair da cabeça de vocês enquanto estiverem lendo. Mesmo quando a justiça foi envolvida, coisas inacreditáveis continuaram acontecendo. Vocês só vão acreditar mesmo porque eu eu tenho provas para mostrar. Sem elas, nem eu acreditaria nos meus relatos.
Só que eu só vou poder começar a contar isso em setembro ou outubro.
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 Jefferson,  23 de junho de 2022, Estávamos há anos sem chuveiro elétrico aqui em casa, mas a água anda fria “de torar” aqui em Recife e tomar banho vinha sendo um castigo diário. Comprei a ducha eletrônica Hydra ND Blindada por três razões:
- Controle gradual de temperatura – Eu não gosto de banho frio, mas também não gosto de banho quente. Com duchas com poucas opções de temperatura corro o risco de saltar de “frio demais para o meu gosto” para “quente demais para o meu gosto”;
- Resistência blindada – Nunca havia testado um chuveiro desse tipo e tive experiências ruins com a durabilidade dos últimos não blindados;
- O preço não estava muito alto. – Por R$190 na Ferreira Costa também não estava “barato”, mas eu tinha pressa.
Mas o consumo de energia parece excepcionalmente alto! Os disjuntores que eu tinha instalado antes e funcionavam normalmente com o chuveiro anterior (ducha 8T Hydra 6600W não blindada) eram:
- 10A para o circuito do banheiro (tomadas e chuveiro);
- 16A para o circuito da cozinha (de onde é derivado o do banheiro)
- 25A para a casa inteira
Note que isso parece bem sub-dimensionado, mas como a ducha 8T era ajustada para uma temperatura a meu gosto, bem longe da máxima, era o suficiente. Com a instalação da ducha ND blindada, eu tive que mudar emergencialmente para:
- 25A para o circuito do banheiro (tomadas e chuveiro);
- 25A para o circuito da cozinha (de onde é derivado o do banheiro);
- 32A para a casa inteira
E olha que o chuveiro foi ajustado para uma temperatura no limiar entre frio e quente. O medidor de corrente no relé de sub-tensão principal da casa acusa um aumento na corrente de 25A (5500W em 220V) quando o chuveiro está ligado, então é bem possível que o disjuntor não tenha desarmado ainda porque não tomamos banhos demorados e certamente porque ninguém decidiu ligar o microondas ou a Air Fryer na hora errada. E esse é o banheiro com a melhor instalação elétrica. Tentar instalar um chuveiro com um consumo desses nos outros banheiros seria um problema maior.
Estou cotando um chuveiro não blindado agora para instalar em outro banheiro e ver se o problema é esse.
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 Jefferson,  23 de junho de 2022, hardware, manutenção, WTF Esse problema me ocupou por vários dias. Eu ia lá na empresa, passava uma hora ou mais fazendo experiências e voltava frustrado para casa sem saber o que estava ocorrendo.
A impressora imprimia normalmente do bloco de notas, do Word, a página de teste… mas quando o usuário tentava emitir um extrato em https://websec.tricard.com.br o trabalho de impressão ficava parado na fila indicando 5.xx de 8.xx MB transferidos e daí a impressora não imprimia mais nada, sendo necessário cancelar o trabalho e desligar a impressora para apagá-lo.
A empresa tinha duas outras impressoras iguais em departamentos diferentes e nas duas eu conseguia imprimir o mesmo extrato, então não era culpa da web app. As máquinas usavam Windows 8.1 nas versões de 64 ou de 32 bits.
O usuário reportou que o problema começou depois que a impressora voltou do conserto. Poderia ser firmware diferente? Então eu trouxe uma dessas impressoras que funcionavam para o computador problemático. O problema persistiu, então não era a impressora também.
Criei um novo usuário no Windows, desinstalei o driver e tentei tanto o mais novo disponível no site da HP quanto o padrão (velho) que vem embutido em um disco virtual na própria impressora. Nada mudou.
Reinstalar o Windows nessa máquina ia gerar transtorno, porque ela tem quatro impressoras das quais três dependem do sistema comercial e o desenvolvedor parece se recusar a explicar como o sistema é instalado, por isso eu dependo do suporte dele para a máquina ficar pronta. Mas quando não parecia mais haver outro jeito eu peguei um outro HDD e fiz uma nova instalação do Windows 8.1 x64 nele, instalei o driver e… o problema persistiu!
Então também não era o Windows, mas o hardware. Mas onde? Era um computador Lenovo V530S-071CB.
O problema desapareceu quando eu desconectei a impressora do hub USB 3.0 xing-ling B-MAX modelo BM8631 onde ela estava conectada e liguei direto em uma das portas dianteiras da máquina. Notar que eu não desconfiei do hub porque neste também estava conectado um adaptador bluetooth fazendo streaming permanente de áudio para o sistema de música ambiente da empresa. E por que eu desconfiaria do hub, se a impressora só não imprimia daquele site?
Malditos Gremlins…
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Eu sempre falo que coisa parada estraga mais que usar muito, pode ver esses carros de colecionador que toda vez que vão dar um passeio é um ritual.
Compro eletrônicos e informática usados e a maioria quando diz que é novinho que quase não usou quando traz não funciona, a pessoa sequer se da ao trabalho de testar antes de perder tempo levando pra vender acreditando que porque a 5 anos funcionava hoje vai estar igual.
Post bem antigo, mas fiquei curioso sobre o carro: Descobriu o que houve pra dar esse problema? Se for manual, parece sintoma de embreagem colada, parecido com disco de freio quando molha e o carro fica um tempo parado. Seria o equivalente a tentar engatar qualquer marcha sem pisar na embreagem. Ligando o carro depois de engatar, pode ter descolado a embreagem devido ao “tranco” do motor de arranque.
É um carro manual. Isso só acontece uma única vez após o carro ficar longos períodos parados. Não dá tempo de descobrir a exata razão, mas imagino que seja o que você diz.