Um dos problemas com o RSS que contribui para a popularidade do limitadíssimo twitter na transmissão de notícias em tempo real é que o twitter sempre operou em modo PUSH, ou seja, uma vez que você publique algo, imediatamente (ou quase – depende da velocidade do servidor) todos os seus seguidores conectados recebem sua atualização. No caso do RSS sempre foi usado o sistema PULL, onde o leitor/agregador consulta periodicamente o feed para saber se existe uma novidade. Isso é suficientemente bom para muitos casos, mas como a popularidade do twitter demonstra, não em todos. Por exemplo, nenhum usuário do Muambator precisaria também ser seguidor deles no twitter para ter atualizações “mais próximas do tempo real” (nada é em tempo real com os Correios).
O RSS precisava ser evoluído para algo semelhante ao que ocorria no Google Buzz.
O Tópico do feed não carrega os comentários, logo tenho que ir para a pagina para poder ler os comentários.
Outro problema é a falta de inteligência no agrupamento e talvez deveria ser tratado nos clientes, tipo abri um relato num bugtrac como o Mantis e assinei o feed para me manter informado do andamento. Se ocorreram 5 atualizações no relato eu recebo como 5 tópicos, sendo que seria mais produtivo que eu pudesse ver todos como apenas um tópico com o conteúdo dos 5.
Edit: aparentemente isso só ocorre se você pegar o endereço IP de alguém que solicitou o bloqueio. Veja os comentários.
Ontem eu tentei baixar um driver de download.cnet.com (se você é “das antigas” ou técnico, certamente conhece) e recebi a seguinte mensagem:
Eu estava usando o servidor DNS da OpenDNS (208.67.222.222). Só consegui baixar o driver mudando para o da Google (8.8.8.8).
Houve uma época em que a Cnet (se não estou confundindo as empresas) inventou de incluir porcarias em seus downloads (adware), mas qualquer pessoa atenta percebia isso já no nome do arquivo e não sei se isso é razão para bloquear o servidor inteiro.
De fato. No mínimo deveria ser como faz o Firefox, com um link “entendo os riscos”. O “tutelamento” é algo muito perigoso.
Bloqueio de sites diretamente no servidor DNS é algo altamente questionável. Só faria sentido se o site em questão estivesse pondo em risco a infraestrutura da internet.
Não fosse o fato de só acontecer com o DNS 208.67.222.222 configurado e existir um link “Powered by OpenDNS” no rodapé, eu desconfiaria de estar com um malware na máquina.
O link “Contact your network administrator” abre um formulário onde você preenche nome e e-mail que diz “ This note will go to your network administrator.”.
Mas como eles sabem qual é o meu “network administrator.”???
Eu continuaria desconfiado de que, contra todas as possibilidades, eu estivesse infectado. Mas o tal domínio blocked-website.com pertence mesmo à OpenDNS:
João, como eu expliquei no comentário anterior ao seu, blocked-website.com pertence à OpenDNS. Não há como o bloqueio ser culpa da Telemar. Se fosse, a OpenDNS informaria o bloqueio da origem e não do destino.
Jefferson
eu tenho conta no OpenDNS e no dashboard tem como configurar sites que eu quera broquear o acesso e eu tenho um cliente instalado aqui para atualizar o meu IP no OpenDNS
olhe a imagem abaixo http://i41.tinypic.com/2luudjc.png
Embora eu nunca tenha usado esse software e nunca tive conta na OpenDNS, o que você disse me deixou desconfiado de uma coisa. Desconectei meu modem e conectei de novo para mudar meu IP. O bloqueio desapareceu.
Aparentemente o sistema da OpenDNS se baseia no endereço IP da origem. Alguém que estava usando o meu IP anteriormente solicitou o bloqueio e “ficou assim”.
Segundo o log do meu modem eu tinha esse IP no mínimo (o log não vai além disso) as primeiras horas do dia 5. Obviamente quem solicitou isso estava há mais de 36h sem esse IP e eu continuava bloqueado. Isso não me parece nadinha inteligente.
Mas pelo menos agora sabemos por que somente eu topava com o bloqueio.
O que aconteceria se o superman de repente ficasse pu*o com a humanidade e resolvesse agir como um deus colérico e vingativo?
Esse tema é tratado em Irredeemable usando um outro personagem: o ser conhecido como “The Plutonian”.
The Plutonian, após anos servindo ao povo da terra magnificamente mas sob pressão dos próprios humanos para ser “melhor”, comete um erro. E dos grandes. De um dia para outro ninguém mais se lembra do que ele fez de bom; como se seu erro fosse “imperdoável”. Daí vem o nome da revista.
Mas ele tem o poder de um deus e não precisa tolerar insetos. Ainda mais insetos mal agradecidos, não é mesmo? Então The Plutonian faz coisas que nós jamais veremos o Superman fazendo, seja nas telas ou nos quadrinhos. Digamos que a destruição de Coast City pelo Lanterna Verde (edit: fiz uma confusão danada) foi um chilique de criança malcriada perto do que The Plutonian decide fazer. Definitivamente não é uma revista em quadrinhos para crianças.
A estória mostra o esforço dos outros heróis da Terra para tentar contê-lo, tendo ao mesmo tempo que lidar com a desconfiança dos humanos e a traição de outros super-humanos.
Até agora, já li até a edição #28 e gostei da maior parte do que vi. Mas os últimas edições foram “um saco”. Espero que a narrativa melhore.
Vou ler, tou querendo ler coisas legais e diferentes de “mainstream”.
Jefferson, quando descobri quadrinhos digitais conheci junto essas, que te recomendo:
– The Walking Dead (agora faz sucesso devido ao seriado, mas o gibi é 100 vezes melhor)
– Powers (sensacional, tem começo meio e fim, gosto disso, procura pela v1 e v2), ou lê somente o primeiro arco de histórias e ve o que acha, gosto tanto que até penso em comprar a coletânea eu capa dura na Amazon :), já li 3 vezes… sério http://en.wikipedia.org/wiki/Powers_%28comics%29
– Gibis dos irmãos Luna, recentemente li The Sword, muito interessante http://www.lunabrothers.com/bib_sword.php
Mas antes tinha lido The Girls, que é muito legal , ao invés de zumbis, são mulheres assassinas, ótimo http://www.lunabrothers.com/bib_girls.php
Também com começo meio e fim
– Invincible, essa infelizmente não tem começo meio e fim, até hoje vai, é do mesmo autor de Walking Dead, é bem legal, recomendo ler tb o primeiro arco, o primeiro arco realmente prende você http://en.wikipedia.org/wiki/Invincible_%28comics%29
– Y the last man, esse já ouviu falar? O que você faria se você fosse o último homem da terra?
Chorei em várias edições…. também com começo meio e fim, essas são algumas, tem outras, depois recomendo mais :P http://en.wikipedia.org/wiki/Y:_The_Last_Man
Eu quase terminei de ler Y:_The_Last_Man. No início achei fantástico, mas depois virou uma encheção de linguiça danada. Eu devo ter parado de ler bem perto do fim, não porque tivesse desistido, mas porque a série ainda esteva sendo publicada. Como eu tinha perdido a empolgação, não procurei os últimos exemplares.
The Walking Dead está na minha lista faz tempo. Bem antes do seriado.
Sobre The Walking Dead, há algum começo ou fim para a história dessa revista ? Porque na TV só mostra os zumbis já dominando e todo mundo fugindo (e alguns morrendo). E não parece que os sobreviventes tenham qualquer chance de virar o jogo.
Eu li apenas umas quatro edições, que comprei em um sebo há pelo menos 20 anos. Era em preto e branco e se não me engano editada pela Cedibra. Não me lembro de nada da estória além de não ter entendido porque faltavam números.
Também tenho a edição em PB (só não estou certo se é da Cedibra), mas tem um arco completo da história. Tenho todas as edições aqui em pdf. vc tem um ftp aonde eu possa colocar isso? são 256M e creio que vc vai gostar.
Eu tenho uma lista enorme na fila ainda. Obrigado, mas é melhor deixar para depois. Senão você vai ter o trabalho para ficar esquecido em um canto do meu HDD.
localizei 27 edições aqui no meu diretório de comics e fui dar uma olhada. A princípio, a qualidade gráfica daquela década desanima, mas acatando sua sugestão eu continuei lendo. Gostei do que vi. Miracleman veio para o início da fila agora
Bom, é Alan Moore, né? Até hoje não lí nada ruim dele. mas veja só, 27 edições? Eu tenho até a edição 24, a 25 é apenas de páginas que não chegaram a ser publicadas (pelo que eu pude entender) e uma edição especial. Quando você terminar, se puder listar as edições que tem eu agradeço.
José Carneiro, é muito bom mesmo, recomendo, quando comecei a ver o seriado pensei que ia seguir o mesmo caminho, fiquei triste quando mudou muita coisa… parei de ver, o gibi continua ainda muito bom. Eu vou dar mais uma chance ao seriado com a segunda temporada (só vi a primeira), e ainda espero o arco na tv do Governador
E volto a dizer aqui para o Jefferson, quando eu conheci os comics no PC (cbr, cbz) eu baixei muita coisa mesmo, enchia em casa CDs (depois DVDs) só de comics, viciei mesmo, mas com o tempo passei a cansar de ler sentado na cadeira do PC… eu que era leitor de quadrinhos em papel, sempre lia no banheiro… ler no PC não era a mesma coisa. Passei 2 anos sem ler comics, até o dia em que comprei meu Quench e instalei um leitor de cbr no mesmo, achei o máximo, mesmo, pena que era tão pequeno, cansava muito ler nele. Bem, fiz um dos melhores investimentos que podia ter feito e comprei um iPad, paguei caro, no ML, importado e tudo mais, e não me arrependo de ter gasto 1 centavo, MESMO!
Naquela época não existiam muitos tablets android, nada. Acho até que compraria um Android para isso, como não tinha fui de iPad mesmo, eu uso ele 99% do tempo para leitura, e sério, Jefferson é outra coisa mesmo. Peguei muitas séries que eu já tinha lido, reli tudo, é outra coisa, outro gosto… mesmo. Já disse a você, não se compara, experimente um Tablet para leitura de comics…
Sim, sou viciado nessas leituras
Foi bom conhecer esse Irredeemable, baixei as primeiras edições, vou experimentar
Li tudo, acompanhei do início ao fim, muito bom
Um herói no mundo real, que entra para política.
E Kick Ass? Já leu? Comecei a ler ontem a segunda parte… interessante.
No primeiro contato com o notebook eu levei um susto: “cadê os parafusos?!”. Mas como o fundo era “recortado” no formato de tampas e os ícones de drive óptico, HDD e Wireless estavam lá, tinha que haver um jeito de abrir. Inicialmente eu pensei que fosse por encaixe e decidi começar tirando a bateria para enxergar melhor.
E lá estava o primeiro parafuso, escondido. Retirando-o abrimos o compartimento das memórias e módulo wireless, o que por sua vez expõe o parafuso que dá acesso ao compartimento do HDD. No final é muito fácil.
Mas eu não gostei do conector do HDD SATA. É um cabo bem fininho, que transporta energia e dados, que dá um medo danado de quebrar. É a primeira vez que um notebook me causa essa preocupação.
Eu sou um nerd. Todo mundo sabe disso. E mesmo que eu quisesse esconder, só alguém que não sabe o que é um nerd não notaria. Nerds quase que por definição não tem interesse por redes sociais, mas eu admito que o Facebook alcançou tamanha massa crítica que ignorá-lo é quase como ignorar a existência do telefone.
O chocolate Bis que comi hoje faz mais questão de anunciar seu “perfil” no facebook do que seu próprio site e até o santuário nerd Slashdot tem agora os famigerados botões “share”, tanto nos posts quanto nos comentários.
Francamente, eu só uso o Facebook para jogar conversa fora de vez em quando. E apenas com garotas. Mas não posso ignorar o fato de que milhões estão usando o serviço para todo tipo de coisa.
Edit: mas é bom ter em mente que “não ignorar” e submeter-se estão em dois extremos:
P.S.: Se não entendeu o último quadrinho, leia isto.
Eu consigo ignorar por completo as redes social… acredite. No meu blog idem, facebook só tenho pra facilitar quem queria logar por ele. E já o twitter, piorou… tenho horrores a ele, só tenho um login lá pra me usufruir da consumer key e manda mais.
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O filme foi empolgante desde o início e não perdeu o ritmo. Apesar de ser um filme de guerra, não tem a brutalidade “gráfica” que me faz querer dar um STOP e ir fazer outra coisa. Muita gente morre, mesmo, mas sem os detalhes.
E cheguei a me emocionar em mais de uma cena, com a bravura, a lealdade e o sentimento de perda dos homens do pelotão Foxtrot-Two-November.
Gostei desse também, achei bem intenso.
Tenho que fazer um off-topic. O filme “Os homens que não amavam as mulheres”, versão americana, realmente me surpreendeu. Recomendo!!
E se você quiser avaliar posts e, no futuro, fazer coisas que só usuários autenticados possam fazer, precisa fazer logon com sua conta Google ou Facebook. Percebi que apesar de você usar seu e-mail do gmail, cada post tem um “nome” diferente, então você não está usando sua conta.
Vou no off, assisti os 3 filmes originais, gostei muito, fico meio receoso para ver o remake… já saiu até na net, acho que irei ver depois da recomendação
Valeu
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Ao tentar acessar itau.com.br, sempre dá erro na primeira tentativa. Na segunda o site entra. Testado com IE e Firefox, em dois computadores diferentes em duas redes completamente distintas (um deles é o meu desktop, em casa).
E dá a seguinte mensagem ao acessar com o Firefox 3.6.25:
Nas minhas contas 3.6.25 é mais recente que 3.0.
O cliente estava usando a versão 4.0 e dava a mesma mensagem. Eu atualizei o Firefox para a versão 10.0 e continuou dando a mensagem.Tive que instruir o cliente a não usar o Firefox.
Testei com o IE8, mas estava esquisito. Depois de aplicar todas as atualizações de segurança para o IE8 que eu tinha no meu kit, passou a funcionar “mais ou menos”.
Eu dei uma olhada por alto e os problemas que ele aponta não são novidade nem me surpreendem. Os programas de segurança bancários monitoram tudo o que você faz no computador desde sempre, até por necessidade da tarefa. Os termos de uso do Itaú apenas colocam isso bem evidente para depois o usuário não poder processar o banco quando se der conta.
Talvez você não lembre, mas uma vez eu comentei que desinstalei a app do Bradesco no meu celular porque ela queria permissão para ver o histórico de navegação. Essa é uma permissão necessária para detectar se você está visitando sites que fingem ser o site do banco. Mas saber que é necessário e gostar da idéia são coisas diferentes.
Isso não vai melhorar então minha recomendação é: use uma máquina virtual só para acessar o banco.
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Até meados de 2009 eu podia me gabar de ser capaz de remover “na munheca” 100% das infestações de malware, simplesmente usando ferramentas como o Autoruns e, algumas poucas vezes, o Bankerfix. Mas no último ano e meio eu me deparei pelo menos quatro vezes com máquinas onde, baseado nos sinais e sintomas, eu tinha certeza de que havia um malware mas não fui capaz de achá-lo.
Um desses sinais é configurar o Windows para exibir arquivos ocultos e a opção ser revertida imediatamente.
Foram pelo menos quatro situações em que eu tive que renomear a instalação do Windows e reinstalar tudo do zero. Coisa que raramente eu preciso fazer.
Em nenhuma das situações eu fiz buscas por rootkits. Quando só resta a possibilidade de rootkit, o melhor a fazer mesmo é começar do zero. Se a busca for negativa, você perdeu tempo. Se for positiva… com rootkit não se brinca.
Olá Jefferson, como você não comentou, acho pertinente citar que há como causar esse comportamento no Windows Explorer modificando uma chave no registro do Windows, quando eu trabalhava com manutenção de computadores e removia malwares (entre 2006 e 2008), de vez em quando aparecia um assim. Claro que é necessário desabilitar o malware antes pra não voltar a ocorrer, mas as vezes o que falta é só alterar essa chave do registro.
Achei esse site que cita a chave de registro e outras causas pra esse problema (particulamente só precisei alterar a chave do registro): http://www.technize.com/show-hidden-files-and-folders-not-working/
Não tentasse executar nenhum programa de limpeza antes de instalar o Windows do zero?
Eu normalmente uso a versão free do Malwarebytes Anti-Malware sempre ajuda.
Eu não lembro por que não uso o Combofix, então executei-o aqui na minha máquina e tive essas impressões:
* Se ofereceu para instalar o Console de Recuperação do XP, mas eu já tenho o console instalado. Provavelmente ele não notou porque eu tenho triplo boot e ia matar meu bootloader (Seven);
* Demora uma eternidade: mais de 30 minutos numa partição Windows que só tem 30GB.
* Só deu falsos positivos (e trabalho), removendo para a quarentena arquivos legítimos como o sqlite.dll, um programa que eu mesmo fiz e até um arquivo .log que era texto puro. É, eu submeti os arquivos executáveis removidos para o Virustotal e deram 0/46
Mas já coloquei-o no meu kit. Numa máquina onde a próxima opção for começar tudo do zero, não custa nada tentar um programa paranóico.
Eu só costumo formatar em último caso, quando mesmo depois de removidos vírus ou spywares o Windows ainda fica “bixado”. Ainda tento a reparação do sistema pelo CD antes de formatar.
Tenho um ritual que consiste em colocar o HD do cliente em um micro meu e rodo o Avira, Nod32 (portátil) e o Spyware Terminator. Depois volto com o HD pro micro do cliente e rodo o Spybot, BankerFix, SmitfraudFix e ComboFix.
Se der tudo certo, crio um ponto de restauração do sistema, apago os antigos e limpo o registro do Windows com o MV RegClean.
Claro que não faço isso na casa do cliente, eu explico a situação, explico que demora bastante o procedimento e só dou alguma notícia para o cliente com 24hs.
Eu também não formato. O que eu chamo de “começar do zero” é acessar o HDD por algum meio offline, mover todo o conteúdo da partição de sistema para um diretório e começar uma nova instalação. Tudo o que o cliente procurar vai estar preservado.
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Estou com um problema com um cliente específico (empresa) que usa a dupla Outlook e Avast. De um dia para o outro, o Outlook deixou de receber e-mails (todos) pelo provedor deles (Hotlink). As mensagens só chegavam se o antivirus fosse desabilitado.
Eu constatei rapidamente que não era preciso desligar todo o antivirus, mas apenas a parte de recebimento de mensagens do módulo de e-mail. Mesmo assim, o problema está me dando uma surra. Tudo indica que é culpa da Hotlink porque além de ter acontecido de uma dia para outro em vários computadores, esses computadores rodavam diferentes versões do Outlook e diferentes versões do Avast. O danado é que agora foi que me toquei que eu deveria ter tirado a prova configurando uma conta qualquer em outro provedor de e-mail.
O sintoma é que o processo de envio/recebimento de mensagens fica parado por um longo tempo em “Recebendo…”. Mas nada é recebido.
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Falando em Push, sabes que o WordPress tem plugins para isso, certo?
http://wordpress.org/extend/plugins/pushpress/
Dá uma olhada..
Mais sobre
http://www.blueglass.com/blog/google-push-update-and-why-pushpress-plugin-for-wordpress-is-a-must/
Já tinha lido alguma vez sobre isso mas que depende também do lado cliente.
http://meiobit.com/38964/posts-em-tempo-real-no-google-reader/
O RSS precisava ser evoluído para algo semelhante ao que ocorria no Google Buzz.
O Tópico do feed não carrega os comentários, logo tenho que ir para a pagina para poder ler os comentários.
Outro problema é a falta de inteligência no agrupamento e talvez deveria ser tratado nos clientes, tipo abri um relato num bugtrac como o Mantis e assinei o feed para me manter informado do andamento. Se ocorreram 5 atualizações no relato eu recebo como 5 tópicos, sendo que seria mais produtivo que eu pudesse ver todos como apenas um tópico com o conteúdo dos 5.
Sim, não há como fazer o PUSH sem o cliente esperar por isso.
Infelizmente é preciso assinar também o feed de comentários se você não quiser perder nenhum.
Os sistemas que suportam isso chamam o agrupamento de “digest”.