Hunter Killer conseguiu prender minha atenção do início ao fim, o que já é algo muito bom hoje em dia. O maior problema que tenho com o filme é com a noção de que nos dias de hoje um golpe de um ministro rebelde russo poderia realmente levar a uma guerra com os Estados Unidos, mesmo com o comando militar e político dos EUA sabendo perfeitamente do que se tratava.
Ora… o velho ditado “quando um não quer, dois não brigam.” teria destruído essa trama perfeitamente.
Primeiro, eu acho insana a idéia de que o resto dos comandantes militares russos numa situação dessas não exigiria uma prova de que as ordens estavam vindo mesmo do presidente russo. Segundo, a Rússia não é a Coréia do Norte. O fato do presidente não conseguir se comunicar com ninguém não impede o mundo de se comunicar com a Rússia e apesar das tensões reais entre os dois países certamente existem múltiplas amizades entre diplomatas, militares e repórteres dos dois lados que poderiam ser usadas para espalhar a verdade e no mínimo colocar o conflito em pausa até maiores esclarecimentos. Que tal “Sr. Embaixador, nossos serviços de inteligência indicam que o ministro Durov armou um golpe, fez o seu presidente prisioneiro e pretende colocar seu país em guerra com o nosso.“. E olha que uma simples conversa poderia ser o bastante para criar uma dúvida razoável, mas os EUA tinham uma (suposta) evidência em vídeo! Até parece que esse povo nunca ouviu falar de Whatsapp e Telegram.
Caramba, se colocassem o vídeo do golpe “anonimamente” no Youtube para todo o mundo ver a população russa já ia estar perguntando “cadê o nosso presidente” antes de darem o primeiro tiro. E mesmo se o vídeo fosse evidentemente falso.
E por falar em vídeo falso, esse é outro problema do filme: o argumento usando pelo capitão americano para convencer o capitão russo de que seu submarino foi sabotado: um punhado de fotos. Ainda que mostrassem em um vídeo supostamente “ao vivo” um comandante militar teria todas as razões do mundo para rejeitar como uma falsificação. Mas o roteiro quer que acreditemos que Andropov foi convencido por fotos.
Outros problemas
Aquela cena onde Glass tem “pena” de matar um cervo por ver a família dele foi patética. Péssima maneira de tentar estabelecer a personalidade do personagem;
O que o segundo submarino russo fazia no local e momento da explosão do primeiro? Queria se certificar? O comando para a detonação veio dele? Mas por que então ele não lançou um torpedo no submarino, o que criaria um cenário mais verossímil de ataque? Certamente se o submarino americano foi apanhado de surpresa, o russo também seria;
A razão para os EUA mandarem uma unidade de elite invadir uma base russa onde sabidamente está o presidente russo durante um momento de tensão e antes mesmo de saberem do golpe é um completo mistério para mim. Isso é jogar gasolina para apagar o fogo;
A segurança daquela base naval russa é ridícula. O minúsculo quartel onde servi tinha mais sentinelas (seis) vigiando o perímetro. A facilidade com que a unidade de elite americana se infiltrou na base foi espantosa;
Como o submarino americano esperava fugir da base russa, se entrar já foi tão difícil? Mesmo ignorando as minas, segundo o Google Maps Polyarny fica a pelo menos 20km dentro do território russo;
A teatralidade da execução dos seguranças do presidente russo é um grande momento “facepalm” do filme;
Então eu descubro que existe uma transmissão clandestina dentro da minha base militar durante um golpe que estou dando mas só dou uma olhada em volta, disparo alguns tiros e vou embora? Sequer ponho sentinelas fazendo ronda?
De onde veio aquele destróier? Não estavam todos indo enfrentar a frota americana?
Por que raios Andropov e o presidente não aproveitaram os preciosos segundos de comunicação por rádio com o destróier para esclarecer a situação? É tão difícil dizer “O ministro Durov armou um golpe. Nos protejam”? Isso não teria adiantado nada se o destróier estivesse completamente sob controle da conspiração mas já havia sido estabelecido que não estava;
A pagina da Wikipedia sobre a classe do submarino americano menciona quatro tubos de torpedo, mas o submarino do filme ficou indefeso com dois tubos inutilizados. Os outros dois tubos são usados exclusivamente para lançar contra-medidas?
Eu mencionei que gostei do filme? Pois é. Por incrível que pareça gostei mesmo.
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A primeira metade do filme não conseguiu prender minha atenção. Parei umas cinco vezes para fazer outras coisas. Só melhora mesmo a partir da “extração” de Lane e chega até a ficar interessante quando as reviravoltas começam a se suceder, embora a primeira, com Benji, eu já tivesse previsto. Eu achei a sucessão de reviravoltas interessante porque prende minha atenção para não perder o fio da meada, mas depois que termina eu não posso deixar de pensar no quão absurda é uma situação dessas.
Eu não consigo deixar de pensar que a troca de Alec Baldwin por Angela Basset tenha algo a ver com a onda feminista. Mas nesse caso eu não faço objeções porque acho Basset bem convincente.
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Não que seja particularmente “bom”. É que esse capítulo tem elementos que me fazem lembrar dele com maior freqüência.
Os pontos altos:
O vilão Solomon Lane e a interpretação de Sean Harris. Um inimigo tão formidável que lembra Moriarty;
A agente Ilsa e a respectiva interpretação de Rebecca Ferguson. Obviamente não era só a interpretação que prendia minha atenção;
Os roteiristas finalmente admitem a natureza sobrenatural da “sorte” da IMF. Começa na fala do presidente da comissão do senado, quando diz que os métodos da IMF “são indistinguíveis de puro acaso e os resultados são parecidos demais com sorte” e arremata perto do fim quando o diretor da CIA diz que “Ethan Hunt é a manifestação viva do destino”. Não consigo pensar em maneira melhor dos criadores da série admitirem que não se deve levar muito a sério o que acontece em cada filme
A propósito, esse parece ser o primeiro filme da série em que Ethan demonstra insegurança, o que para mim conta como positivo. Isso parece ter sido propositalmente colocado em evidência na cena em que Benji diz que a tarefa submersa “não parece impossível” e fala como se fosse brincadeira (o que no universo da série geralmente é) enquanto Ethan não parece nada entusiasmado com a idéia.
Na primeira metade do filme só se salvam mesmo essa cena da audiência no senado e o momento em que Ethan recebe a “missão” alterada pelo Sindicato. O resto é ocupado por bobagens desconexas. Todo o lance do mergulho é de um absurdo que me faz dar um “facepalm” quando penso na seqüência e a perseguição de motos me pareceu absolutamente sem propósito até eu me lembrar de um comentário do amigo José Carneiro sobre o merchandising da BMW. Foi aí que eu notei que o propósito da cena era exibir as motos.
Só a partir do encontro no cemitério, passadas 1h27min, o filme melhora.
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Os novos personagens são fracos, incluindo o o vilão. E o filme é monótono (somente a 1/3 do final o enredo começou a ficar interessante) e previsível. Em menos de 20 minutos, na cena em que os heróis encontram seus novos benfeitores, já era óbvio quem seria o vilão da vez, quase uma hora antes dele se revelar.
O vilão do primeiro filme é muito melhor caracterizado.
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É a primeira vez que assisto ao filme completo mas eu já esbarrara nele outras duas vezes na TV por assinatura perto do final e ficara intrigado com a estória. Infelizmente eu já assisti sabendo o que estava realmente acontecendo, o que eu realmente não recomendo para outros. O filme fica mais interessante quando você descobre que as coisas não são o que parecem.
O filme não é perfeito. Se você pensar muito começa a questionar algumas atitudes e cenas; mas no geral eu gostei da direção, do roteiro, do humor, dos personagens e dos atores. Lucy Liu, que na época da filmagem já tinha 38 anos, está encantadora como sempre.
Eu sei que o filme está com nota 7,3 no IMDB e 88% no Rotten Tomatoes mas eu não ligo. Eu gostei do primeiro apesar dos absurdos, mas este exagerou na falta de lógica (incluindo situações e comportamento de personagens) e na comédia. Se os absurdos se limitassem ao total desrespeito às leis da física talvez eu ainda tivesse gostado, mas os roteiristas devem ter pensado “quem se preocupa com lógica em um filme que tem um cara que fica do tamanho de uma formiga e mantém sua força?” e aí começam a ignorar as próprias regras do universo e fazem coisas como deixar ele do tamanho de um menino sem reter sua força de adulto, só para efeito cômico, ou miniaturizar veículos e ainda fazê-los capazes de se mover tão rápido quanto os de tamanho normal sem entrar em combustão nem esmagar os ocupantes com as forças de aceleração envolvidas. Na verdade Hank Pinn poderia ficar riquíssimo só explorando sua invenção no ramo de fretes. Sim, eu sei que estou reclamando de lógica em filme que tem uma premissa absurda, mas isso é o que dá os roteiristas terem feito um roteiro tão maçante que me fez prestar atenção.
Além disso, estou começando a ficar abusado com a escalação de Hannah John-Kamen para tantos papéis de destaque. Eu gostei muito dela na primeira temporada de Killjoys mas a mulher só parece servir para aquele papel mesmo.
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Na verdade assisti pela segunda vez. A primeira foi em 2016 mas meu interesse foi renovado porque eu recomendei o filme à minha irmã durante uma conversa lá em Dublin sobre um filme semelhante e alguns dias atrás ela fez questão de me mandar uma mensagem dizendo que também tinha gostado do filme:
E depois ela ainda reforçou o agradecimento em uma mensagem de áudio. Ela realmente adorou o filme.
Embora nossos gostos se alinhem de vez em quando isso ainda me deixou um tiquinho surpreso porque Criminal é um filme violento que só fica mesmo do jeito que uma mulher típica começa a apreciar depois da metade. Talvez tenha sido porque na nossa conversa eu havia explicado a ela a essência do filme e ela sabia o que viria em seguida.
Então você já sabe: é um bom filme para assistir com sua garota
Em Criminal, um agente da CIA em Londres (Ryan Reynolds) é torturado e morto enquanto era o único possuidor de informações valiosíssimas que poderiam custar milhões de vidas. Seus chefes decidem apelar para um procedimento nunca testado antes em humanos de “replicação de memórias” mas esse procedimento requeria um tipo especial de “voluntário”: alguém clinicamente incapaz de sentir emoções (Kevin Costner). E o procedimento acaba tendo efeitos colaterais interessantes.
Minha única real birra com o filme é que é absurdo que tenham deixado a residência da família de um espião recentemente morto em um caso tão importante sem vigilância adequada mesmo depois de ter sido invadida uma vez. Nem sequer trocaram a senha do alarme! Realmente me sacode para fora da minha suspensão de descrença.
E a propósito, esse é mais um filme que confirma minha convicção (isso é uma redundância?) de que Gal Gadot é uma atriz muito ruim, que fica muito melhor calada.
Parece ser interessante, mas pela avaliação no IMDB está em 6,3. Eu normalmente evito perder tempo com filmes com avaliação menor que 7 no IMDB, mas você me deixou curioso!
Eu também evito perder tempo com qualquer coisa que tenha uma nota tão baixa no IMDB e agora não lembro o que me fez assistir ao filme em 2016 (foi o trailer? tinha uma nota maior?), mas o fato é que eu gostei.
Normalmente filmes com avaliação mais baixa são roubadas! Mas nesta faixa entre 6 e 7, dependendo do assunto eu até assisto (raras vezes), e muitas vezes eles valem a pena. É raro, mas às vezes eu discordo muito das avaliações no IMDB, e acho filmes ótimos com avaliação menor (entre 6 e 7). Mas filmes com avaliação abaixo de 5 são sempre tremendas bombas, abaixo de 6 já não são grande coisa! Todas as vezes que eu me atrevi a assistir algum filme com avaliação abaixo de 5 eu me arrependi, eram realmente tremendas bombas! Entre 6 e 7 às vezes valem a pena, acima de 7, na maioria das vezes gosto deles (mas ainda depende do assunto), 8 ou mais assisto até filme de terror (que eu detesto!) e nunca me arrependi nestes casos!
Vou tentar explicar melhor o que me agradou no filme.
Na maior parte do tempo, Criminal não é diferente da maioria dos filmes de ação. Ele nem chegaria a estar no topo da minha lista desse gênero, por causa dos problemas de roteiro salpicados por toda a trama e do comportamento psicopata de Jericho (eu fico incomodado com isso). O que realmente me fisgou foi a premissa e a atuação de Kevin Costner.
Jericho é um psicopata perigoso, que realmente precisa passar o resto de seus dias enjaulado, se não for direto para o corredor da morte. Mas mesmo antes da cirurgia o filme me levou a sentir simpatia por ele. Então eu também fiquei entre dois sentimentos contraditórios: o de repulsa a um psicopata e a simpatia por sua situação, enquanto assistia o personagem lentamente misturar sua personalidade com a de Billy.
O que Jericho sentia após o procedimento era apenas dor física ou havia algo de psicológico envolvido? Imagine alguém que nunca sentiu empatia por nada e ninguém de repente ser apresentado ao amor. Como ele é capaz de identificar o que está sentindo?
E o filme nos poupa do previsível e Jericho não adota simplesmente a personalidade de Billy. Sua personalidade é agora uma mistura dos dois, com Jericho ainda no comando e essencialmente brutal, imprevisível e carecendo de empatia, mas incapaz de ignorar o amor que Billy sentia por sua família.
Gostei, vi pela sua recomendação; minha esposa também gostou.
Posso pedir pra você e os leitores mandarem recomendações de bons filmes na Netflix?
Pra mim aquilo só é bom pra séries, mas uso mais pra ver filmes dublados com minha esposa, e é muito muito muito difícil achar um filme bom, e já digo que os “originais netflix” são praticamente todos ruins, difícil salvar algum.
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Não gostei o bastante para que eu queira assistir novamente mas pelo menos é a estória no universo Star Wars com menos problemas de roteiro (que eu tenha notado) desde The Force Awakens. Além disso eu gostei dos personagens, dos atores e achei o casal Solo e Qi’ra convincente. Os problemas:
As circunstâncias do encontro entre Solo e Chewbacca são forçadas;
Não ficou claro por que Enfys se concentrava em rastrear Beckett;
O tiroteio após o roubo da mina durou tempo demais e eles estavam em uma posição muito desvantajosa para a fuga deles ser verossímil;
Mesmo após a Millenium Falcon ter sofrido tantos impactos e perdido tantos pedaços na fuga, o rastreador de Enfys continuou funcionando?
Do momento em que Enfys revela sua face até o final do filme a qualidade do roteiro despenca.
Eu assistiria a uma continuação com boas expectativas.
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Custa me crer que foi dirigido por Steven Spielberg. Mas talvez eu ainda tenha uma visão “adolescente” da qualidade do trabalho desse diretor.
Eu gostei da música, dos efeitos especiais e da nostalgia, mas fizeram uma adaptação bem ruinzinha do livro, os atores são muito fracos, não consegui gostar dos personagens (são muito melhores no livro) e a direção (Spielberg) é lamentável em certos pontos como a fuga de Wade do esconderijo de Art3mis. Mal encenada do início ao fim.
Alguns problemas da adaptação:
Toda a IOI é retratada de forma quase caricata, ao contrário da seriedade do livro que a retrata como uma corporação maligna, metódica e eficiente. O que remete aos próximos seis pontos;
A segurança do quartel general da IOI é patética. No livro Wade, sozinho, elabora um complicado plano correndo o risco de encarar uma vida de escravidão para poder entrar lá e minar a IOI por dentro;
A IOI não percebeu que Wade não estava no stack, apesar dele ter saído de lá claramente e em plena luz do dia;
A IOI não tinha colocado os explosivos ainda quando fez a ameaça a Wade e dava tempo suficiente para ele fugir se estivesse lá;
A IOI com todo o seu aparato tecnológico que inclui drones não consegue interceptar os garotos fugindo em uma grande van na fuga do esconderijo de Art3mis. Caramba, aquele veículo parecia tão lento que dava para interceptar a pé!
A IOI não consegue matar nenhum de seus alvos na vida real;
Sorrento tem sua senha de acesso ao OASIS escrita em um papel colado no console;
Não se dão ao trabalho de explicar por que os jogadores simplesmente não se desconectam para evitar a morte dos avatares;
As pessoas são vistas logadas no OASIS em plena rua. Isso não faz nenhum sentido, até porque é perigoso;
Aquele console gigante e “confortável” de Sorrento é ridículo para uso em um simulador mas os personagens olham com cara de “UAU, quero um!”;
Reescrever Art3mis como membro (líder?) da “resistência” na vida real não convenceu;
Reescreveram toda a dinâmica do concurso para ser necessário conhecer a vida íntima de Halliday para ganhá-lo, quando no livro o objetivo era compartilhar de sua obsessão pelos jogos, filmes e músicas dos anos 80. OK, isso foi provavelmente para ganhar a atenção da mulherada;
O filme não consegue realmente convencer ao mostrar o amor de Wade por Art3mis. Isso é bem mais fácil de entender no livro;
A crítica social é praticamente deixada de lado.
Mas o filme tem uma recriação do adorado Gigante de Ferro então a gente precisa ignorar tudo isso, né?
Eu imagino que muitas outras diferenças existam porque não conseguiram assegurar os direitos necessários para uso das músicas e personagens citados no livro, mas a inclusão proeminente de “The Shining” (O Iluminado), um filme que não é sequer citado na obra em detrimento de tantos outros, me incomoda até agora. Simplesmente não se encaixa na atmosfera do resto do filme. A razão para terem feito isso? Ready Player One e The Shining são da Warner Bros. Aliás, não é preciso ser gênio para deduzir por que o Gigante de Ferro tem destaque no filme apesar de ser apenas mais um elemento secundário no livro.
Dou nota 6/10.
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Eu gostei dos atores, dos personagens de um modo geral, da direção e dos efeitos especiais, mas o roteiro às vezes empolga e às vezes é de uma idiotice incômoda. O meu primeiro problema foi com o comandante condecorado que decide combater de frente, com helicópteros, um monstro jamais visto antes, sem antes fazer uma retirada estratégica (que poderia ser para cima) para avaliar o poder do inimigo. E eles poderiam aproveitar que estavam longe do alcance para bombardear a fera. Mas nãaaaooo. O roteiro tinha que ter um gorila gigante sendo molestado inutilmente por aeronaves porque afinal estamos falando de King Kong.
Outro problema do filme é o fantástico porta-aviões camuflado de cargueiro. Numa tomada você vê claramente que só cabem cinco helicópteros no navio, mas treze helicópteros decolam para a ilha.
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Bom dia. Estás sumido… tudo ok?
Quase 20 dias sem postar… Não notei o tempo passar. Estive ocupado
Obrigado por perguntar