Até semanas atrás, do alto da minha ignorância, eu achava que era simplesmente uma questão de ligar os fios certos do conector de 3.5mm para o conector USB-C e a lógica no celular detectava a presença do fone de ouvido e transformava a porta USB-C em uma porta analógica. E não conseguia entender por que esses adaptadores eram tão caros na aliexpress.
Acabei descobrindo ao ver a palavra “DAC” em um anúncio que eu estava redondamente enganado. Essas coisas tem uma “placa da som” miniatura embutida no conector USB-C!
O vídeo seguinte é em inglês mas você não precisa entender o que está sendo dito para constatar isso:
Um “efeito colateral” disso é que a qualidade e o volume do som acabam dependentes da qualidade do adaptador e não do telefone.
A propósito, meu adaptador preferido está sendo este, que está saindo por apenas R$13 no aliexpress com frete grátis se você fizer R$60 em compras de outros itens elegíveis. Pelo menos até o Haddad aumentar em pelo menos 60% o preço de tudo.
Cansei de inutilizar adaptadores do tipo “cabinho”. O original Xiaomi é surpreendentemente resistente dada a sua aparência frágil mas o similar que você compra nas lojas chinesas de Recife arrebenta em uma semana de uso no meu bolso. Esse como é uma peça única deve durar mais no meu padrão de uso.
Esse modelo em L me parece um assassino de conector USB-C, tenho a impressão que um enrosco mais severo do cabo do fone de ouvido vai arrancar o USB-C da placa do celular.
Eu tenho passado muito tempo trabalhando em um serviço sobre o qual eu não posso discutir aqui. Saudades da época em que eu trabalhava em assistência técnica.
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Noite de chuva aqui em Recife e não pude fazer minha caminhada habitual. Parei para finalmente investigar um problema intermitente e irritante que eu estava tendo com o roteador dos fundos. Frequentemente, celulares Android acusavam “Não foi possível autenticar a conexão” ou “Ocorreu um erro de autenticação” mesmo com a senha correta e próximos ao roteador. Mas o que me realmente me colocou no caminho certo foi o meu XIAOMI POCO X3 ter uma vez dado a rara e estranhíssima mensagem (para uma residência) “Access point temporarily full”.
Na ocasião eu procurei checar o limite do firmware Totolink que uso no DSL2740e e na página de configuração (Advanced -> Others -> Client Limit) constatei que isso é configurável e o firmware só não permite colocar um número maior que 32. Ora… eu só devo ter uns 20 dispositivos WiFi na casa e parte deles nem tem as credenciais para conectar a esse roteador específico, então o problema não deveria ser esse. Eu atribuí a mensagem a uma doideira do POCO e fui fazer outra coisa.
Mas algumas horas atrás eu fiz uma pesquisa na internet a respeito da mensagem “Access point temporarily full” e encontrei um cliente da British Telecom informando que tinha esbarrado em um limite de 16 conexões WiFi no roteador fornecido por eles. Fiquei com uma pulga atrás da orelha porque 32 é um número razoável para uma residência mas 16 é muito baixo. Dei uma olhada na lista de clientes WiFi conectados que o firmware Totolink disponibiliza (Setup -> WLAN -> Show Active Clients) e contei 14 (a maioria dispositivos IoT como lâmpadas e ventiladores). Fiquei intrigado, pois era muito próximo de 16 para ser coincidência e o problema tende a se manifestar quando recebemos visitas. Liguei dois dispositivos IoT que geralmente ficam desligados e atualizei a lista. O número não passava de 15, o que significava que alguém estava saindo (o firmware Totolink só mostra endereços MAC, o que dificulta o diagnóstico).
Então peguei dois celulares Samsung A11 e experimentei conectar ambos ao roteador, confirmando o problema. Para um deles conectar, um tinha que ser desconectado. O que estava esperando sua vez exibia a mensagem “Não foi possível autenticar a conexão”. E a lista de clientes ativos do firmware Totolink exibia exatos 16 dispositivos conectados.
Desligar a opção de limitar o número de clientes não surte efeito.
É um limite frustrante e idiota. Ainda vou testar o Dlink DSL-2740e com o firmware original GVT para ver se o problema persiste. Mas para mim ficou claro que esse deve ser um problema comum.
Acabei de fazer o teste com o firmware original GVT e esbarrei no mesmo limite de 16 dispositivos.
Aproveitei para testar com um notebook rodando Windows 8.1 sem atualizações e a mensagem é “Não é possível se conectar a esta rede”
#1 – Nunca imaginei ver um limite assim tão baixo, muito interessante isso e obrigado por compartilhar. Fui olhar a minha planilha de dispositivos aqui, onde registro o MAC de fones, PCs, IoTs, etc e tem 46 entradas, hehehe. A infra aqui é Ubitiqi, então está ok, mas é bom saber desses limites
#2 – Estava com saudades dos posts, esses dias me peguei pensando que estava quieto demais e cogitei “cutucar” em algum post antigo para ver se estava tudo bem. Welcome back
#1 – Nunca imaginei ver um limite assim tão baixo, muito interessante isso e obrigado por compartilhar.
Quando li o post do Tecmundo pensei: “caramba… meus leitores vão achar que ‘descobri o Brasil’ agora…” e quando vi o e-mail dizendo que você havia postado um comentário eu pensei “Claudio usa IoT na casa há mais tempo que eu e vai comentar que já havia esbarrado nisso faz tempo…”
De certa forma é um alívio saber que você também não estava a par desse problema
Provavelmente porque investiu em infraestrutura UBIQUITI. E mesmo que eu tivesse investido em roteadores de alto padrão na casa ainda teria achado que qualquer roteadorzinho vagabundo serviria para a rede IoT. Afinal, não são 16 clientes acessando Instagram, Youtube, Netflix e TikTok. São 16 interruptores glorificados que (supostamente) só precisam receber um comando ON/OFF ou reportar seu status de vez em quando.
Fui olhar a minha planilha de dispositivos aqui, onde registro o MAC de fones, PCs, IoTs, etc e tem 46 entradas, hehehe.
Durante a investigação encontrei dois “intrusos” no meu roteador frontal que não consegui identificar até agora. Bloqueei os MACs no setup do roteador e até agora não dei pela falta de conectividade em nada. Foi a primeira vez que encontrei “intrusos” na minha rede, mas eu ainda espero descobrir nos próximos dias que era algum experimento que deixei ligado em algum lugar e esqueci.
Durante a investigação encontrei dois “intrusos” no meu roteador frontal que não consegui identificar até agora.
Já passei por algo parecido, e no meu caso foram celulares de amigos dos meus filhos que entraram como convidados. OK
Mas uma coisa que acontece e acho meio chato é que o iOS desde algum tempo passou a randomizar o MAC ao conectar no WiFi, justamente para dificultar o rastreamento do device. Isso é chamado de “Entedeço WiFi Privado” nos settings, e pode ser desabilidado para cada rede (BSSID) individual, mas com o porém de que fica um alerta chato ao lado da rede e assusta um pouco usuários leigos. Por hora convivo com esses MACs aleatórios sem me stressar muito.
Ah, e outra fonte de confusão na lista do DHCP: o micro que eu uso para trabalhar pode aparecer com três MACs diferentes: o adaptador wired ou wireless do próprio note, mas também o adaptador wired da dock thunderbolt que eu uso – esse é o mais comum no meu caso.
Mas uma coisa que acontece e acho meio chato é que o iOS desde algum tempo passou a randomizar o MAC ao conectar no WiFi, justamente para dificultar o rastreamento do device.
Ah, e outra fonte de confusão na lista do DHCP: o micro que eu uso para trabalhar pode aparecer com três MACs diferentes: o adaptador wired ou wireless do próprio note, mas também o adaptador wired da dock thunderbolt que eu uso – esse é o mais comum no meu caso.
Notebooks eu cadastro por interface e não por aparelho. Na minha lista tem coisas assim: “Meu ultrabook Dell (wired)” e “Meu Ultrabook Dell (WiFi)”.
Jefferson, estou usando um TP-LINK C20 para contornar o problema dos IOT perdendo conexão, tenho mais de 20 conexões dos IOT na rede dedicada em 2.4GHz. Eu achava que era o limite de conexões, estava com mais de 50 na rede mesh principal, mas era o roteador tentando colocar os IOT na rede 5GHz. Instalar o roteador dedicado, com a mesma configuração, sem a opção de deixar as duas redes com o mesmo nome, resolveu o problema.
Suspeitei que seria a quantidade de dispositivos porque isso começou a ocorrer depois que instalei mais equipamentos, mas como a intermitência não ocorria com os celulares nem os dispositivos antigos, passei a considerar que seria o problema do Smart Connect com os dispositivos “mais baratos da China”, e deu certo.
Pois é, talvez seja o modelo do roteador, de entrada, o cover da dlink, que não ajude. Mas um mesh mais robusto é muito caro. Ainda vale a pena ficar com o safadinho e usar um roteador auxiliar.
Segundo esta página, o Huawei AX3 é um dos poucos roteadores do mercado hoje a suportar 128 conexões simultâneas. O outro é um Intelbras, mas eu não compro mais roteadores dessa marca a não ser que eu esteja procurando por algo vagabundo mas “de marca”.
E este vídeo é a única indicação que encontrei de que o Huawei AX2s suporta 64 conexões. Essa informação já existe para o AX2 aqui. Parece o mesmo link que o anterior mas em inglês, mas não é. Roteadores diferentes são mencionados.
Porém há um detalhe: As redes de 2.4Ghz e 5GHz suportam cada uma 32 conexões e 64 é a soma dos dois limites. Aparentemente o AX3 não é assim e são 128 no total sem limite individual por frequência.
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Eu não li a obra de Isabel Allende e só assisti ao filme, mais de 20 anos atrás. O que vou dizer aqui é só o que me lembro dele, que depois de tantos anos não é muito, mas o suficiente.
Um dos protagonistas é um rico empresário do setor agrícola que é assediado por anos para dar apoio a um golpe militar em seu país. Esse apoio nunca sai porque sua esposa, que ele ama, é contra. Porém esta morre em um trágico acidente (mesmo) e ainda durante o enterro o empresário dá o seu aval aos militares para o golpe, que ocorre com sucesso.
Anos depois, sua filha, única herdeira e única lembrança de sua amada esposa, se envolve com um “subversivo” e desaparece nos porões da ditadura. O antes poderoso empresário tenta em vão resgatá-la. Pede uma audiência com o comando militar e é atendido por um mero sargento, debochado, que ri na cara dele.
Ele então pede ajuda a uma ex-prostituta, dona de um bordel muito requisitado pelos militares. Esta era muito grata ao empresário porque foi graças ao dinheiro que ele tinha dado a ela muitos anos antes que ela pôde sair da vida de mera prostituta. Ela prometeu ajudar.
Dias depois a filha do empresário foi abandonada na rua e pôde voltar para casa. O que aconteceu com ela nos porões da ditadura fica para a imaginação da audiência.
Um possível ensinamento moral que se pode tirar dessa estória é que, se você não for uma mulher atraente e disposta a dar o ** para um sargento, não espere ter influência em uma sociedade controlada por uma ditadura militar (ou qualquer outra). Você acha que certamente sua vida vai mudar para melhor e que se isso não acontecer (ou se ela der uma guinada para pior) você vai ter “amigos” no poder?
Não é só o pós-viagem (que me criou um problema danado mesmo). Foi a minha guinada para cuidar de minha saúde e tentar arrumar uma namorada. Isso dá um trabalho…
O filme já começou “meehhh…”, e foi piorando progressivamente:
Thor é retratado como um completo pateta;
Devido provavelmente ao meu DNA de rato de biblioteca, eu arregalei os olhos e senti repulsa na cena em que Jane Foster (que só posso descrever como uma intelectual) rasga a página de um livro que não é seu e na frente do dono. E não é porque quer arrumar briga com ele!
E depois de se revelar a um completo estranho em uma sessão de quimioterapia diz à amiga “que não quer que ninguém saiba”, que tem câncer. Como se aquele nerd não fosse dizer a todos os seus amigos no twitter que encontrou Jane Foster na sessão de quimio;
A computação gráfica na cena em que vemos os navios de cruzeiro atracados em Nova Asgard é patética;
Nos diálogos envolvendo Thor os atores parecem estar fazendo uma paródia de si mesmos, sendo canastrões de propósito. Parece que o tempo todo eu estou vendo a encenação do teatrinho de Nova Asgard;
Eu achei a cena quando Thor se despede de Quill muito bizarra, até me dar conta de que o diretor estava tentando mostrar a bissexualidade de Thor. Aí de bizarra a cena foi promovida a “forçada” na minha opinião. Não tenho nada contra Thor ser bi, mas existem outros jeitos, até mais engraçados (se ser cômico era a intenção do diretor), de mostrar isso;
Nem a justificativa para Jane ir atrás do Mjolnir, nem para a reação do martelo, foram convincentes. A estória tem potencial mas ficaria muito melhor se contada de uma forma diferente;
E esses foram só os primeiros 30 minutos.
Minha conclusão, depois de constatar que Taika Waititi tanto dirigiu quanto escreveu o roteiro desta vez (Thor: Ragnarok, que é “assistível”, ele só dirigiu) é que eu realmente não simpatizo com o humor do sujeito e tenho sérias dúvidas quanto à sua capacidade de escrever um roteiro. Infelizmente este filme é tão ruim que não estou disposto a tentar “O que fazemos nas sombras” para conferir.
“O que fazemos nas sombras” na sua primeira temporada eu achei genial. Ri litros com as piadas, cheias de referências. Mas é humor nonsense. Eu gostei demais. Já nas demais temporadas, a coisa descambou para algo “auto-hilário” e burlesco. Mas ainda assistível.
Eu consegui assistir o filme todo, mas por pura falta do que fazer. Eu peguei uma mania de antes de dormir assistir pelo menos um seriado ou metade de um filme, já que acordo cedo por conta da minha filha.
O filme realmente é uma comédia pastelão e fizeram do Thor um abestalhado. Nem o vilão salva. Que saudade do Loki!
Interessante que nas cenas com Christian Bale o filme é outro, acho que enganaram o Bale pra ele participar disso aí, e daí na frente dele fingiam ser um filme ok ou até bom. Mas as cenas sem Bale são de doer, como na hora em que ele monta no martelo e sai voando estilo vassoura. São cenas de competição de ruindade com os piores momentos da “turma do didi”.
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Atlantis Found (Morte na Atlantida – 2001) conta a estória de uma organização maligna que quer destruir o mundo em um cataclismo para depois reconstruí-lo e dominá-lo. E a descoberta de Atlântida por essa mesma organização parece servir apenas como pano de fundo e distração para o leitor. Eu digo “parece” porque eu não tive paciência para ler cuidadosamente, saltando parágrafos e páginas inteiras. Apesar de ser uma estória que no geral é interessante, o mocinho, Dirk Pitt, acumula talentos difíceis de acreditar e os diálogos muitas vezes não parecem naturais. Talvez eu esteja ficando velho e chato ou talvez meu gosto para literatura tenha se aprimorado com os anos, porque eu tenho boas lembranças de todos os outros livros de Cussler que eu li, como:
Resgatem o Titanic! (apesar de admitir que a premissa é absurda)
A chantagem do Vixem 03
Missão Noturna
Mas depois de Atlantis Found, os livros de Cussler foram para o fim da minha fila.
Eu tenho esse livro (comprei num Sebo anos atrás – aliás: gosto muito de sebos para encontrar livros de antigos autores de ficção científica fora do catálogo… se encontra às vezes preciosidades obscuras!) e até que gostei, apesar de achar que realmente o livro poderia ser mais curto e pelo que se nota ele faz um “merchandising” absurdo de certos equipamantos que Dirk usa. Mas alguns dados são interessantes:
– A teoria que os antigos nazistas realmente chegaram a sonhar com uma base no Polo Sul;
– A possibilidade que alguns deles realmente escaparam para a América do Sul e terminaram seus dias aqui (Mengele é o exemplo mais famoso);
– Esse Moller M400 Skycar realmente existe/existiu, mas que eu saiba nunca realmente saiu realmente da fase de protótipos (creio que rolou também um “jabá” pra esse veículo aparecer no livro)…
– O veículo do Almirante Richard Byrd realmente está (ou estava – desconheço atualmente) abandonado no gelo polar;
– E por fim um tema que sempre me fascinou, o da Atlântida… sabias que esse relato que um cometa se chocou com a Terra há cerca de 12.000 anos atrás tem respaldo em vários círculos (pseudo)científicos? Inclusive tem quem defenda que certos desenhos achados no templo mais antigo do mundo descoberto até agora (Göbekli Tepe, na Turquia), fariam referência a esse evento?
– E por fim um tema que sempre me fascinou, o da Atlântida… sabias que esse relato que um cometa se chocou com a Terra há cerca de 12.000 anos atrás tem respaldo em vários círculos (pseudo)científicos? Inclusive tem quem defenda que certos desenhos achados no templo mais antigo do mundo descoberto até agora (Göbekli Tepe, na Turquia), fariam referência a esse evento?
Eu acho o tema fascinante. Uma de minhas animações favoritas é Atlantis – The Lost Empire. E foi praticamente isso que fez ir até o fim do livro. Eu estava cansado do mumbo-jumbo e do mocinho como um uber-macho-alfa. O papel de Pitt no livro seria muito mais palatável se tivesse sido distribuído por uma equipe multidisciplinar. A propósito, como na animação da Disney.
Adorei o filme quando eu o assisti anos atrás na tv por assinatura, estava num daqueles momentos que mudava de canal a todo instante sem saber o que assistir, acabei vendo o filme e curti, tentei achar uma versão dublada de boa qualidade na web, mas nunca achei com qualidade satisfatória para manter no meu arquivo pessoal, está até hoje no meu Radarr
A regra é um tanto confusa, variando de onde você a lê. O próprio app da companhia aérea pode dar mais de uma versão diferente para o mesmo vôo:
Permitido uma bagagem de cabine de até 8kg (de dimensões máximas AxBxC e nada mais;
Permitido uma bagagem de cabine de até 8kg (de dimensões máximas AxBxC) e um “item pessoal” de até 2kg que precisa caber debaixo do assento da frente;
Permitido uma bagagem de cabine de até 10kg (de dimensões máximas AxBxC) e um “item pessoal” de até 2kg que precisa caber debaixo do assento da frente;
Em alguns pontos é explicado que Brasil e Venezuela são as exceções que permitem 2kg a mais (total de 10kg) em cada mala.
O denominador comum é que você não pode levar mais que 12kg na cabine do avião. Um numa mala de dimensões máximas AxBxC que precisa ir no bagageiro no teto e o outro precisa caber debaixo do assento da frente.
Eu faço um esforço danado para respeitar as regras e não ter nenhuma surpresa. Minhas malas são de tecido e pesam vazias uns 2kg, mas acabo surpreso mesmo com o que outros passageiros passam impunemente pela identificação no gate e pela tripulação do avião. São malas sólidas que não devem pesar menos de 6kg vazias, com dimensões que claramente estão em desacordo com as regras (existe um gabarito no gate onde a mala supostamente precisa encaixar) e mochilas de camping/trekking abarrotadas que mal cabem no bagageiro e muito menos debaixo do assento. Às vezes o mesmo passageiro passa com ambas as violações.
Na viagem de volta eu precisei embarcar sozinho com duas malas e mais a minha mochila, porque minha mãe vinha atrás em outro veículo. Estava já preparado para explicar a situação à tripulação mas ninguém me parou na porta do avião por estar arrastando duas malas.
E mesmo assim, ainda não tive nenhum problema de falta de espaço no bagageiro para as malas nesses vôos. O Airbus A330 tem muito espaço nos bagageiros. Já em aviões menores a coisa muda e no nosso vôo de Lisboa para Dublin em um Embraer a comissária teve que sair tirando as mochilas dos folgados de dentro do bagageiro e mandando eles colocarem debaixo do assento e mesmo assim só achou espaço para uma de nossas malas. A outra teve que ir debaixo do assento.
Com cada bagagem despachada custando R$500 na ida e 70 euros na volta, dá uma vontade danada de em uma próxima viagem também dar uma banana para as regras no trecho transatlântico.
Na prática, tanto em voos nacionais como internacionais não é verificado o peso das bagagens de mão. O importante é estarem dentro das medidas. Apesar que algumas vezes nem isto eles olham outras vezes por conta de 0,5cm querem que você despache a mala.
Mês passado fiz uma viagem na américa do sul mesmo, segui a risca as regras pra evitar dor de cabeça pra chegar no vôo de volta falarem que por conta do avião estar cheio todos dos grupos 3 pra cima deveriam “despachar gratuitamente” suas bagagens de mão, eu não despachei e estava pronto pra xaropar se alguém viesse me abordar no embarque mas ninguém falou nada e várias pessoas entraram com suas mochilas.
Paguei uns 300 reais pra despachar uma mala grande em baixo e estava com minhas duas bagagens de mão dentro da exigência deles, que inclusive itens como laptop e power bank falam que obrigatoriamente você tem que levar na bagagem de mão, mas quando é conveniente pra eles você pode despachar..
E tanto em meu voo de ida como de volta minha bagagem foi violada (“tranquei” o zipper somente com um clipe de papel afinal eu sabia que não tinha nada de interessante pra roubarem).
Mês passado fiz uma viagem na américa do sul mesmo, segui a risca as regras pra evitar dor de cabeça pra chegar no vôo de volta falarem que por conta do avião estar cheio todos dos grupos 3 pra cima deveriam “despachar gratuitamente” suas bagagens de mão, eu não despachei e estava pronto pra xaropar se alguém viesse me abordar no embarque mas ninguém falou nada e várias pessoas entraram com suas mochilas.
No Vôo de Dublin para Lisboa pediram seis voluntários para despachar as malas de cabine.
Se não me engano, você sempre tem a opção de despachar as malas de cabine gratuitamente. É só pedir no balcão de check-in. O problema é que minha bagagem de cabine tem itens de maior valor e é sempre estressante ficar esperando as malas na esteira. No vôo Lisboa-Dublin a minha bagagem demorou tanto a aparecer que eu estava ficando preocupado, mas depois uma outra passageira se deu conta de que a mesma esteira estava despejando a bagagem de outro vôo também e aí ficamos mais aliviados. Essa coisa de não ser preciso se identificar para pegar uma bagagem na esteira me deixa com os cabelos (que não tenho) em pé!
E tanto em meu voo de ida como de volta minha bagagem foi violada (“tranquei” o zipper somente com um clipe de papel afinal eu sabia que não tinha nada de interessante pra roubarem).
A minha despachada (acho que) não foi. Ainda estava trancada com o cadeado e na ida recebeu um adesivo indicando que tinha passado pelo raio-x. O engraçado é que mamãe estava “contrabandeando” um monte de bebida. Mais do que o limite estipulado (eu desisti de ficar reclamando). E mesmo assim não violaram a bagagem.
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Faltou ter na bagagem uma ferramenta qualquer para trocar o chip do celular. Para poupar a bateria eu removi o chip que não estava usando na Europa, mas acabei impossibilitado de ter acesso aos dados móveis assim que o avião pousou no Brasil, tendo que esperar até desembarcar e ficar ao alcance do Wi-Fi gratuito do aeroporto para me comunicar com o amigo que me esperava;
Minha irmã errou o booking da hospedagem em Lisboa e fomos despejados de surpresa um dia antes do vôo de retorno (o quarto estava reservado para outras pessoas). Eu não a culpo de forma alguma por isso, pois planejar todos os detalhes de uma viagem dessas é muito estressante mesmo e eu não estou livre de cometer o mesmo erro. Mas na próxima vez eu tenho que dividir a responsabilidade com ela e checar tudo. Foi extremamente embaraçoso e estressante e só não foi pior graças aos donos do lugar onde estávamos, que assumiram a tarefa de procurar um teto para nós e ficaram uma meia hora ao telefone procurando, tendo ouvido “sem vagas” várias vezes;
Eu deveria ter instalado o aplicativo de táxi (Freenow) no meu telefone, cadastrado na conta da minha irmã. Após o incidente na hospedagem minha irmã estava sob muito estresse e cometeu diversos erros seguidos ao tentar chamar o táxi. E eu estava receoso de pedir a ela o telefone para não deixá-la ainda mais estressada porque ela estava também tentando entrar em contato com o outro hotel para assegurar a reserva. Podendo fazer isso no meu telefone eu teria tirado um problema das mãos dela;
Preciso me preparar melhor para passar pela segurança aeroportuária, incluindo ser (ainda) mais chato com mamãe. Houve um momento de caos em Lisboa por causa de uma série de erros (de ambos) em cascata:
Mamãe colocou um vidro de perfume na mala de cabine onde deveria ter colocado apenas roupas (avisos não faltaram) e o oficial ao vê-lo no raio-x trouxe a mala de volta e me mandou retirar;
A mala estava trancada de cadeado (erro meu: só deveríamos fechar o cadeado após passar pela segurança);
Só mamãe tinha a chave (ela tinha cópia da minha, mas eu não tinha da dela);
Mamãe já havia passado pelo detector de metais mas eu não;
A chave estava na bolsa dela que estava do meu lado, mas ela não conseguia expressar direito onde. Mamãe já tem dificuldade para se expressar de forma objetiva (estava no bolso oculto na parte superior do compartimento maior da mochila) e chorando por causa da despedida de minha irmã a coisa não ficou mais fácil;
A fila só crescia atrás de mim enquanto eu jogava no chão tudo o que havia na mochila de minha mãe à procura da chave enquanto gritávamos um para o outro.
Caos, caos, caos!
Também em Lisboa, mas na viagem para Dublin, a segurança aeroportuária por uma implicância que não consegui entender me mandou voltar para a fila duas vezes, uma para colocar na bandeja de inspeção a “doleira” (porta cédulas) onde eu carregava apenas os passaportes e outra para colocar a carteira, onde eu transportava apenas dinheiro (mas estar portando uma carteira foi estupidez minha). Isso antes mesmo de passar pelo detector de metais. Do outro lado do detector o oficial já apontava para mim e mandava voltar. Imagine o estresse de saber que vários de seus pertences de valor (incluindo seu telefone principal) estão em uma bandeja, depois várias bandejas com pertences de outras pessoas, depois uma bandeja com seus passaportes, depois mais bandejas com pertences de outras pessoas, depois uma bandeja com sua carteira… e você do outro lado do detector de metais sem poder ver nada nem poder se comunicar com o familiar que já passou para explicar a situação. Enquanto isso, mamãe quase criou um incidente com a oficial que revistava a bolsa dela na saída do raio-x porque não gostou do fato de que ela não colocou as coisas de volta (o que não é obrigação dela);
Por causa do incidente anterior eu parei de usar a doleira com os passaportes mas isso criou outro problema: Com a falta de padronização de onde colocar os passaportes (não gosto de colocar no bolso da calça) eu acabei esquecendo onde havia colocado o meu e na chegada ao Brasil passei dois minutos muito estressantes na saída do avião à procura dele. Enquanto na doleira presa na minha cintura era só uma questão de apalpar e checar o volume. Conclusão: voltar a usar a doleira e procurar lembrar de retirá-la no ato de colocar as malas nas bandejas;
Numa das passagens pela segurança aeroportuária eu tirei o cinto da calça na fila, esquecendo que havia amarrado nele as chaves das malas e o cordão deslizou pelo cinto. Eu só não as perdi porque as chaves estavam amarradas no cinto e também enfiadas no bolso e no final acabei passando com as chaves pelo detector de metais. Isso foi estúpido em mais de um nível. Passei a amarrar as chaves na bolsa e ir ao aeroporto sem cinto na calça.
Isso não aconteceu na ida, mas na volta senti muito frio nas pernas no Airbus A330, mesmo usando a mesma calça jeans. Curiosamente, não sentia frio da cintura para cima mesmo estando com apenas uma camisa fina. Foi muito desagradável e da próxima vez eu vou vestir duas calças, para me precaver;
Minha irmã disse que eu não precisava levar notebook porque ela tinha sobrando e o notebook que eu deixara lá em 2018 ainda estava lá. Ao chegar descobri que o notebook que ela tinha comprado novinho era um chromebook e por isso não ia rodar minas aplicações. O notebook que eu deixara estava com um problema do qual eu não lembro e outro notebook velho da minha irmã com apenas 4GB de RAM atualizou do Windows 8 para o Windows 10 64 bits e estava insuportavelmente lento, além de estar com defeito em uma dezenas de teclas. Acessórios e peças de computador custam lá até mais caro do que aqui. Eu deveria ter levado: um teclado USB, um SSD barato, um pendrive com boot Sergei Strelec e os ISOs do Windows 8.1.
Não levamos Dorflex o bastante;
Tenho que testar se um daqueles “travesseiros de pescoço” realmente é eficaz. Tentar dormir no avião é muito difícil e em um vôo de 7h30 qualquer ajuda é válida.
O que poderia ter dado errado e não deu
Eu não tenho um plano abrangente para o caso do zíper de uma das malas quebrar. Essa possibilidade me assustou mais de uma vez no retorno, por causa das malas estufadas. O melhor que pude providenciar foram sacolas plásticas grandes para ter onde colocar parte das roupas caso o zíper da mala quebrasse e para acelerar a saída da esteira da segurança caso um oficial decidisse revistar minha mala cuidadosamente arrumada, revirando tudo. Nos dando tempo assim de colocar tudo de volta com paciência ao chegar ao portão de embarque;
O banco poderia ter me impedido de acessar a conta de um IP no exterior e assim me impedido de pagar as contas. Eu preciso me precaver contra isso e deixar um computador preparado em casa, que eu possa acessar remotamente;
Algumas dicas, comentários:
– Ferramenta para trocar o chip do celular. – Brinco de mulher, no caso o da sua mãe daria certo e dependendo do caso pode até pedir para a vizinha de assento.
– “Booking da hospedagem em Lisboa” é sempre bom ter o app do booking instalado no celular. Numa viagem a apt que reservei no booking tinha sumido e preferi deixar a burocracia para trocar de hospedagem para depois, foi só abrir o app e escolher o hotel mais perto e barato do lugar que eu estava.
– Táxi (Freenow). Bom saber! Na vez que estive em Portugal foi só uber e carro alugado. Em viagens, app do uber instalado e configurado no celular pode ser util.
– Dica: Viajar com roupa que não precise de cinto, e sapato que não tenha metal.
– “travesseiros de pescoço” são bons, mas não resolvem. O bom é levar bastante conteúdo no celular para passar o tempo.
– Dica: faça uma conta numa fintech que libere um cartão debito em euros/dólares. Mas sempre leve um cartão do Brasil para emergências e para usar como “garantia” em aluguel de carros e em alguns hotéis.
Mas toda viagem é muito boa ! Espero que tenha gostado.
Ferramenta para trocar o chip do celular. – Brinco de mulher, no caso o da sua mãe daria certo e dependendo do caso pode até pedir para a vizinha de assento.
Bem pensado!
é sempre bom ter o app do booking instalado no celular. Numa viagem a apt que reservei no booking tinha sumido e preferi deixar a burocracia para trocar de hospedagem para depois, foi só abrir o app e escolher o hotel mais perto e barato do lugar que eu estava.
Minha irmã fez pela booking.com e tinha o app instalado. Mas na hora da correria a gente não estava achando nada disponível na região.
Táxi (Freenow). Bom saber! Na vez que estive em Portugal foi só uber e carro alugado. Em viagens, app do uber instalado e configurado no celular pode ser util
Achamos o custo do Freenow em Lisboa muito bom. Cerca de seis euros para nos levar da hospedagem para o aeroporto com todo o conforto era o mesmo que pagaríamos pelo mesmo trajeto usando o metrô, empurrando malas e tendo que trocar de linha no meio do caminho.
Quando chegamos na madrugada da sexta para o sábado custou “apenas” 15 euros (o metrô custaria 6 euros no total, mas fecha à uma da madrugada). Minha irmã disse que só para botar a bunda em um Freenow em Dublin já custa 4.50 euros e qualquer corrida que você não possa fazer a pé não sai por menos de 25 euros. Além disso, ao contrário do que ocorre com os carros no Brasil, mesmo as opções mais baratas tem carros espaçosos, que puderam carregar nossa bagagem toda na mala. Nada de cilindros de gás ocupando todo o espaço.
– “travesseiros de pescoço” são bons, mas não resolvem. O bom é levar bastante conteúdo no celular para passar o tempo.
Quando o vôo é durante o dia, dá. E eu fiz isso. Mas quando o vôo sai às 23h não me parece boa idéia. Você vai chegar ao destino depois de 8 horas sem dormir, depois enfrentar a fila da imigração em pé (levou mais de uma hora em Lisboa) para depois conversar cansado com o oficial de imigração. Se você tiver que pegar outro vôo vai ter que continuar acordado esperando (eu jamais arriscaria perder o vôo por causa de um cochilo no aeroporto) e passar pela segurança aeroportuária ainda mais cansado e enfrentar mais algumas horas de vôo. Meu tempo total de trânsito Recife -> Dublin foi de umas 15h. Eu acho que o mínimo que você puder dormir no vôo transatlântico já ajuda. Todas essas falhas de planejamento que listei já aconteceram com todo mundo razoavelmente ou completamente desperto. Nem quero pensar nas m***as que eu poderia fazer cansado como, por exemplo, perder os passaportes.
Outra falha de planejamento que por sorte não gerou transtorno:
Eu deveria ter pedido ao meu dentista para fazer uma avaliação geral da minha arcada dentária semanas antes da viagem. Agora, duas semanas depois da minha volta, já tive que ir ao hospital onde fui diagnosticado com sinusite, provavelmente originada de uma inflamação na raiz de um dente. Já é ruim aqui em Recife, porque meu dentista está viajando, mas se tivesse acontecido durante a viagem ia ser *muito* pior.
O que leva a outra falha no planejamento: eu deveria ter incluído Nimesulida no kit de remédios. É um anti-inflamatório que dá bons resultados em mim quando tenho dor de dente e é indicado costumeiramente pelo meu dentista. A caixa custa meros R$8 e as farmácias do meu bairro vendem alegremente sem receita médica. Não há razão para não levar.
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Meu carro pegou sem problemas (bateria decente aguenta muito mais tempo que isso) mas não quis engatar nenhuma marcha. O sintoma é que ao ligar o motor todas as marchas da primeira à quarta estavam bloqueadas e a ré dava sinal de que já estava engatada (dava aquele barulho de colisão de engrenagens). A solução foi desligar o carro, engatar a primeira e dar a partida com a marcha engatada. Se não em engano, da outra vez que isso aconteceu eu resolvi empurrando o carro desligado com uma marcha engatada.
O amplificador PlugX WS-887 que uso na TV do quarto não funciona mais. Ele é ligado na tomada mas tem uma bateria, que descarregada completamente deixa o aparelho inoperante e não carrega mais. E eu tenho o hábito de desligar inteiramente a energia de toda seção da casa que estiver sem uso, facilitado pelo fato de que cada quarto tem seu próprio quadro de disjuntores;
Ontem foi meu primeiro dia de volta à musculação e como meu instrutor não havia adaptado ainda meu treino às circunstâncias eu recomecei de onde havia parado, fazendo o treino de pernas. Hoje eu mal consigo andar e sentar numa cadeira ou levantar requer apoio. Tudo acima do joelho dói demais.
Eu sempre falo que coisa parada estraga mais que usar muito, pode ver esses carros de colecionador que toda vez que vão dar um passeio é um ritual.
Compro eletrônicos e informática usados e a maioria quando diz que é novinho que quase não usou quando traz não funciona, a pessoa sequer se da ao trabalho de testar antes de perder tempo levando pra vender acreditando que porque a 5 anos funcionava hoje vai estar igual.
Post bem antigo, mas fiquei curioso sobre o carro: Descobriu o que houve pra dar esse problema? Se for manual, parece sintoma de embreagem colada, parecido com disco de freio quando molha e o carro fica um tempo parado. Seria o equivalente a tentar engatar qualquer marcha sem pisar na embreagem. Ligando o carro depois de engatar, pode ter descolado a embreagem devido ao “tranco” do motor de arranque.
É um carro manual. Isso só acontece uma única vez após o carro ficar longos períodos parados. Não dá tempo de descobrir a exata razão, mas imagino que seja o que você diz.
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Eu tenho um extenso vocabulário em Inglês mas acabei descobrindo um ponto cego nele, principalmente nas seções de frutas e verduras. Parte do problema é que no clima de lá muita coisa facilmente encontrável na prateleira não é comum ou não existe no Brasil, mas não é só isso.
O que danado é “soft pitched dates”? Procurando que fruta se chamava “date” descobri que é a tâmara, mas “soft pitched” nesse contexto ainda é um mistério para mim;
Raspberry? É a framboesa, que eu nunca tinha visto como fruta, mas como ingrediente;
Blueberry? Mirtilo. Mesmo com a tradução continuo sem saber o que é;
Lemon e Lime. Pelos nomes você conclui que são limão e lima respectivamente. Na prateleira do supermercado de Dublin é o inverso. “lime” é o que conhecemos como limão (redondo e verde) e “lemon” é uma fruta amarela, não exatamente redonda, que provavelmente é a “lima” no Brasil, mas não estou certo disso;
Grapefruit? Uma tal de toranja. Nunca havia provado uma. Por fora é indistinguível da laranja, mas por dentro é vermelha e amarga.
E por aí vai…
Ainda existe outro problema que parece ser cultural:
Não existe feijão cru ensacado – Somente enlatado, pré-cozido, pronto para comer.
Não existe leite em pó – Para achar isso você precisa ir a mercados operados por estrangeiros. Nas mais conhecidas redes de Dublin como LIDL e ALDI só encontramos uma grande variedade de leite líquido, que era inconveniente por duas razões: você precisa manter refrigerado e na geladeira de minha irmã não cabia e leite gelado na hora de fazer bebida quente só atrapalha;
Não existe adoçante líquido – Você só encontra sólido (em pó ou tablets).
Pedir informações a um funcionário era algo que eu preferia evitar. Definitivamente não queria conversar com ninguém que fosse loiro de rosto avermelhado, porque acho o sotaque irlandês quase incompreensível. Uma vez eu perguntei onde ficava o açúcar ou adoçante (o critério de organização do ALDI é incompreensível para mim) e a única palavra que consegui entender na resposta do irlandês foi “eggs” (ovos). Ainda bem que foi o bastante porque foi na prateleira de ovos que achei o açúcar. Minha recomendação é sempre procurar um funcionário que tenha cabelos pretos porque é até possível ser um brasileiro e, mesmo que não seja, o inglês dos estrangeiros é mais fácil de entender.
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Nos 30 dias que passei em Dublin desta vez eu só vi policiais em uma ocasião. E desarmados. Apesar disso (ou talvez por isso) em Dublin eu me sentia completamente seguro. Claro que há o fato de minha irmã morar há nove anos lá praticamente sozinha sem nenhum incidente.
Em Lisboa, o mercado na esquina de onde ficamos hospedados (da rede Pingo Doce) era protegido dentro por um policial fardado, armado de pistola. Mais tarde um português me explicou que era realmente um policial e os estabelecimentos particulares pagavam por isso. Na rua, passavam patrulhas de motocicleta não com um policial em cada moto como no Brasil, mas com dois, e o carona vinha de pé com um fuzil na mão pronto para usar. São chamados “policiais motards”.
E nunca era apenas uma moto. Eu não me senti seguro em Lisboa. Caramba… na Avenida Almirante Reis, que é mal iluminada à noite, eu me senti menos seguro do que me sinto no Brasil, por ser um lugar que não conheço.
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Eu uso o ugreen com cabo de corda, achei bem resistente, tem no aliexpress a loja oficial
Do nada, ele aparece 3 meses depois

Esse modelo em L me parece um assassino de conector USB-C, tenho a impressão que um enrosco mais severo do cabo do fone de ouvido vai arrancar o USB-C da placa do celular.
Curiosamente este anuncio que você indicou, não pode ser enviado para meu endereço.
Isso às vezes acontece quando acaba o estoque. Aqui dá essa mensagem com o preto, mas se eu selecionar o cinza, vai.
Oi?
Bom dia. Cara, o que tá acontecendo contigo? Desistiu do seu blog?
Não, mas o tempo anda escasso
Eu tenho passado muito tempo trabalhando em um serviço sobre o qual eu não posso discutir aqui. Saudades da época em que eu trabalhava em assistência técnica.