Esse é um trabalho em andamento, mas eu vou publicar o que aprendi até agora ao virtualizar um servidor Dell rodando Linux CentOs 6.1. E vou explicar do ponto de vista de quem prefere usar Windows.
Mas vou começar explicando por que valia a pena ter esse trabalho todo.
A aplicação rodando nesse servidor é uma aplicação “legada”, consultada por apenas dois funcionários da empresa talvez uma vez por mês. O servidor é um monstro que uma pessoa só tem dificuldade para tirar do rack e carregar sozinha, consumindo energia 24h por dia (eu tentei fazer com que ele fosse ligado apenas quando necessário, mas ligar e desligar esse servidor “é um processo”, por isso deixei para lá) e roubando autonomia do no-break. Num rack com quatro máquinas semelhantes virtualizar uma já aumenta essa autonomia, numa estimativa grosseira, em 25%. Apesar do tamanho essa máquina consome surpreendentemente pouco: apenas 70W. Mas todas as outras parecem ter consumos semelhantes. E essa máquina virtualizada em vez de ser um possível problema de reposição de peças (motherboard e fonte proprietárias da Dell, memória ECC, HDD SAS…) se torna uma valiosa reserva de peças. Nesse caso específico eu tenho ainda mais a ganhar, porque esse servidor é o único no rack com generosos 64GB de RAM (o consumo segundo o htop é de 0.5GB) e eu tenho me virado até agora nessa empresa com um servidor de virtualização e TS/RDP que tem “apenas” 24GB.
Além de tudo isto eu não tenho acesso remoto ao servidor físico. Ele tem uma versão antiga do Teamviewer que não funciona mais e não consegui atualizar, não consegui instalar Anydesk e o suporte a RDP eu não consigo ativar porque requer a senha do “default keyring” que não sei qual é, apesar de ter a senha do usuário root. E não me atrevo a mexer muito no original e acabar quebrando a aplicação. Virtualizando eu passo a ter acesso remoto indireto através do acesso remoto que tenho ao servidor de virtualização.
São basicamente três passos:
- Fazer uma imagem “raw” (bit a bit) do disco
- Converter essa imagem em um HDD virtual
- Fazer os ajustes necessários de drivers/interfaces para a instalação do linux rodar na máquina virtual
Para virtualizar um servidor Windows os passos 1 e 2 se tornam um só usando o Disk2VHD, mas este não enxerga partições Linux.
Ferramentas de software utilizadas
As três ferramentas acima estavam integradas no mesmo pendrive de boot usando o AioBoot
PASSO 1 – Fazer uma imagem “raw” (bit a bit) do disco
- Dê boot na máquina com um LiveCD Linux. Use um LiveCD moderno, com suporte estável a NTFS, como o Linux Mint;
- Conecte um HDD externo na máquina formatado com NTFS e espaço suficiente para acomodar todo o disco que você está duplicando (se o HDD original tem 1TB, você tem que ter 1TB de espaço livre). Monte a partição. No Linux Mint 19.3 isso ocorre automaticamente quando você clica nela no Gerenciador de Arquivos;
- Identifique o dispositivo linux que corresponde ao disco que você quer duplicar (sda, sdb, etc);
- Certifique-se de que nenhuma das partições desse disco esteja montada. Ao iniciar por um LiveCD normalmente não vão estar, mas se você abrir o Gerenciador de Arquivos e clicar nas partições vai inadvertidamente montá-las então precisa ficar atento a isso;
- Considerando que o dispositivo seja /dev/sdb e que a partição do HDD externo esteja montada em /media/mint/backups/, abra um terminal e dê um comando como o seguinte:
sudo dd if=/dev/sdb of=/media/mint/backups/imagem_raw
Se você desconfia de que seus discos ou sistemas de arquivos podem ter defeitos (é melhor checar e consertar antes) e quiser passar por cima deles use o parâmetro conv=sync,noerror
sudo dd if=/dev/sdb of=/media/mint/backups/imagem_raw conv=sync,noerror
O comando dd não dá nenhuma indicação de progresso. A única indicação de que você vai ter de que algo está acontecendo são as luzes do HDD da máquina e do HDD externo piscando. O comando dd é o mais popular, mas você poderia usar qualquer outro que possa ler um arquivo bit a bit (no Linux “tudo é um arquivo”), como o comando cat.
Isso pode levar muitas horas dependendo do tamanho do disco e velocidade das interfaces.
PASSO 2 – Converter essa imagem em um HDD virtual
Plugue esse HDD com a imagem RAW em uma máquina Windows com o Virtualbox instalado e espaço livre no mínimo igual ao tamanho da imagem RAW e dê um comando como este:
“C:\Program Files\Oracle\VirtualBox\VBoxManage.exe” convertfromraw -format vdi g:\imagem_raw k:\hdd_virtual.vdi
Isso pode também levar horas, dependendo do tamanho da imagem e da velocidade dos discos envolvidos.
Isso é tudo o que você precisa fazer neste ponto, mas é bom saber que, se você tiver acesso ao Virtualbox já no passo 1, pode economizar este passo, o tempo que ele leva e a necessidade de duas vezes o espaço livre se concatenar os comandos já no primeiro passo. Seria algo como (não testado):
sudo dd if=/dev/sdb | VBoxManage –convertfromraw stdin /media/mint/backups/hdd_virtual.vdi
PASSO 3 – Fazer os ajustes necessários
Essa pode ser a parte mais complicada porque o que chamamos coletivamente de “Linux” é uma bagunça do ponto de vista de um usuário Windows. O primeiro cuidado que você precisa ter é simples e o mesmo cuidado que você precisa ter ao virtualizar um servidor Windows: escolher a versão correta do SO na lista do Virtualbox. Mas a complicação já aparece nesse passo porque, por exemplo, CentOS não aparece na lista. Eu tive que pesquisar e constatar que o CentOS é uma variante do Red Hat e escolher essa opção ao criar a máquina virtual.
Ao dar boot o CentOS reconheceu todo o hardware, mas um problema consistente que eu tive foi com a rede, que não “subia” apesar da interface de rede ter sido detectada. Eu nem vou tentar explicar aqui como se resolve esse problema porque isso varia demais entre distros e aparentemente até mesmo dentro de uma mesma distro. Por exemplo, nenhuma das explicações de como resolver isso no CentOS 6.1 (que supostamente usa um tal de “Network Manager” e scripts em /etc/sysconfig/network-scripts/) surtiu qualquer efeito. Eu tive que usar a explicação de como resolver em um Linux genérico, que era acrescentando/editando linhas em /etc/rc.local
- /sbin/ifconfig eth0 10.0.0.121 netmask 255.255.255.0
- /sbin/ip route replace default via 10.0.0.54
Ainda que no seu caso a conexão de rede “suba” automaticamente, se você precisar mudar o IP da máquina por alguma razão vai precisar saber onde se configura isso e não parece haver um roteiro padronizado como Iniciar->Executar ->ncpa.cpl ->Click, click, click do Windows.
NOTAS
O passo a passo que descrevi é o caminho mais simples. Eu segui um caminho mais tortuoso mas mais seguro e que me ajudou a aprender mais coisas no caminho.
Eu fiz um clone físico do servidor original e trabalhei nele
Com a ajuda do Acronis Truimage 2019 (o TI 2020 travava nessa operação) eu fiz uma imagem .tib do servidor em um HDD externo e depois fiz a recriação do disco em uma outra máquina bem mais modesta. A virtualização poderia não funcionar por n razões e acrescentava uma camada de complexidade. Eu primeiro precisava me certificar de que:
- O Linux rodando no original iria rodar em outra máquina;
- A aplicação rodando na cópia não ia espernear acusando problemas de licença.
Essa clonagem funcionou na primeira tentativa, exceto a rede. O que me deixou otimista quanto ao sucesso da virtualização. Mesmo que esta não funcionasse eu poderia substituir o servidor superdimensionado atual por uma máquina muito mais modesta, com peças abundantes de manutenção e que não dava medo manusear.
Testei o shrink das partições no clone
O servidor original tinha um HDD superdimensionado de 1TB, mas apenas 454GB estavam sendo utilizados e muita coisa era desnecessária. Identifiquei uns 80GB de email na caixa do usuário root e mais várias dezenas de GB em backups e logs que podia ser apagados. Mesmo assim eu fiz do jeito que o servidor estava e o processo, via USB 2.0, levou duas horas e criou um arquivo de meros 136GB (o TI faz compressão).
Recriei em outro HDD de 1TB, apaguei tudo o que eu achava que era desnecessário (ainda estava tudo no servidor original e no arquivo .tib), testei se continuava funcionando e com a ajuda do LiveCD do Linux Mint fiz o shrink das partições (dependendo da versão você pode usar o KDE Partition Manager ou o Gparted) e o resultado cabia em um HDD de 320GB com folga.
Fiz nova imagem do disco (1TB) com o TI 2019 e apliquei em um disco de 320GB.
Mas esse processo foi o mais demorado porque muita coisa deu errado no caminho e somente a movimentação da partição de 136GB levava 4h porque o programa roda o fsck (chkdsk) na partição antes e depois. Foram dois dias testando (sábado e domingo), errando e começando tudo de novo. Dicas para maximizar suas chances de dar tudo certo:
- Se parecer que no Gparted uma operação não pode ser feita, teste o KDE Partition Manager e vice-versa;
- Faça um roteiro otimizado dos passos para encolher o disco e faça uma operação de cada vez. O gerenciador de partições não é esperto o bastante para fazer essa otimização por você e se você mandar ele mover uma partição duas vezes para a esquerda, ele vai mover duas vezes para a esquerda, mesmo que seja possível otimizar passos intermediários de forma a só precisar mover uma vez. E mover partições implica em copiar todos os dados da posição antiga para a nova. Nas minhas duas primeiras tentativas, quando eu mandei fazer várias operações de uma vez, uma falhou inutilizando a partição e a outra não deu falha alguma mas o Linux não chegava mais à tela de login. Só funcionou mesmo quando fiz uma de cada vez, testando o boot após cada operação;
- Faça as clonagens do TrueImage usando um arquivo .tib intermediário. Isso pode funcionar onde a clonagem disco para disco do TrueImage falha inexplicavelmente. Eu sou bastante reticente para usar clonagem disco-a-disco desde que fiz essa m**da aqui, mas mesmo fazendo tudo certo não estava dando nada certo. E o erro “falhou” do TI não ajudava em nada.
Desta forma, quando finalmente usei o danado do dd, que não tem nenhuma indicação de progresso, eu estava lidando com uma imagem de 320GB e não com uma de 1TB. Tanto o dd quanto o convertfromraw levaram um terço do tempo que normalmente levariam e meu HDD virtual ficou com “apenas” 210GB. Notar que é possível reduzir o tamanho do HDD virtual depois com o comando VBoxManage -compact mas antes você vai precisar fazer o “zero fill” do espaço livre.
Use a melhor máquina que você tiver sobrando para fazer esses testes
Eu usei uma máquina baseada em uma motherboard Biostar H110MHV3 porque estava sobrando na bancada e era comprovadamente estável, mas senti falta de uma interface USB 3.0 e o boot do CentOS era estranhamente lento. 2min48s só para chegar à tela de login e 6min10s para o fim da atividade frenética do HDD. Com 4GB ou 6GB de RAM não fazia diferença. A máquina virtual resultante está levando 35s para chegar à tela de login com 4GB de RAM reservados para ela no meu Core i5-2310.
Mesmo que eu fosse usar essa Biostar para substituir o servidor original esses números ainda valeriam a pena. Eu não duvido nada que o servidor Dell original leve dois minutos só para terminar o danado do POST.
Teste todos os HDDs que você vai usar com o HDD Regenerator antes
Elimine a variável “defeito no HDD” dos seus testes e o HDD Regenerator faz “milagres” que é importante que já tenham acontecido antes de iniciar o processo.
Evite desligar a máquina Linux incorretamente
Mesmo que seja apenas uma máquina para testes e nada importante seja corrompido, as operações intermediárias que você deseja fazer podem ser impedidas ou prejudicadas. Por exemplo, o Trueimage pode aceitar fazer apenas uma cópia setor-a-setor (mais demorada) do disco se encontrar o “dirty bit” ativo na partição.
Após certas operações é normal que o primeiro boot subseqüente seja lento
Seja no clone físico ou no clone virtual o tempo de boot pode aumentar muito na primeira inicialização seguinte. Algo como o tempo normal ser 35s e nesse boot demorar 4min. Ao reiniciar a máquina o tempo de boot terá voltado ao normal.
Não adianta usar o Clonezilla como substituto do dd
Não quando você quer uma imagem de disco inteiro.
Para o famoso Clonezilla uma “imagem do disco inteiro” não é o que nós, usuários Windows, normalmente esperamos. Embora você possa configurar o Clonezilla no assistente para usar o dd e assim obter uma imagem RAW perfeita, não importa que opção você escolha o Clonezilla faz uma imagem separada de cada partição do disco, que depois você não vai poder processar usando o VBoxManage -convertfromraw. Para o Clonezilla uma “imagem do disco” é um diretório com todas as imagens individuais de partições, MBR, tabela de partições, instruções e logs. Eu perdi horas e horas apanhando com isso achando que estava fazendo algo errado antes de me render e usar o dd, que é potencialmente perigoso se você não prestar muita atenção.
Mas o Clonezilla, com sua interface gráfica limitada de duas décadas atrás, não é muito melhor.

Esse é o Clonezilla em 2020. Qualquer semelhança com o antiquado Norton Ghost já é uma alucinação.
É muito mais fácil você ter certeza do que está fazendo com o TrueImage, mas infelizmente este grava em um formato proprietário.
É possível recriar manualmente uma imagem do disco inteiro usando as imagens individuais (você pode concatenar os arquivos até com o comando type do Windows), mas você precisa saber em que ordem colocar tudo, incluindo MBR e tabela de partições. E precisa saber quais arquivos são relevantes pois em uma imagem de 5 partições o Clonezilla gera 25 arquivos, mesmo gerando um arquivo só por partição.
https://www.youtube.com/watch?time_continue=7&v=ohO8eAwi_po&feature=emb_title
assista esse vídeo antes de qualquer coisa, aí pode ser que vc se dê conta que está errado.
Ben Swann?!
Um maluco da extrema-direita norte-americana vai me convencer que estou errado sobre o imbecil da extrema-direita brasileira?
Mais um crítico feroz da imprensa livre?
Não perca seu tempo. Eu só preciso acompanhar o que está ocorrendo na Itália e na Espanha.
Para não me limitar ao argumentum ad hominem, que eu acho merecido nesse caso, eu vou comentar apenas o texto sob o vídeo, que diz que taxa de mortalidade do Coronavirus é menor que a de um resfriado comum.
“Você pode contar uma grande mentira falando apenas a verdade”
“Nenhuma verdade é tão pequena que não possa esconder um monte de mentiras”
“Existem as mentiras, as grandes mentiras e as estatísticas”
etc.
Ainda que isso seja verdade você precisa estar disposto a crer que a imprensa está forjando o que está acontecendo na Itália e na Espanha para não se perguntar o que é que falta para esses números fazerem sentido. Eu escolho acreditar no que eu vejo e o que eu vejo mostra que meus pais podem estar mortos em dois agonizantes meses.
A imprensa é burra e propensa a criar histeria? Claro! Mas ignorar completamente a imprensa nesse caso requer um nível “promotor da Telexfree” de malícia e/ou estupidez.
E para arrematar, qualquer “jornalista” que tenha um programa próprio com a palavra “verdade” no nome me inspira a mesma credibilidade que qualquer país que tenha “democrático(a)” no nome.
Para os que não conhecem a “peça”, Ben Swann é um pastor evangélico (“ministro da juventude” para ser mais exato), que entre 2005 e 2009 era jornalista investigativo para a “Christian Broadcast Network” (uma rede evangélica) com atuais ligações com a imprensa estatal russa e que começou seu próprio “canal de TV” após ser demitido da CBS por tentar reviver um programa dele que se concentrava em espalhar teorias conspiratórias de extrema direita, incluindo o ridículo Pizzagate.
Com um currículo desses ele para mim tem a mesma credibilidade que o Lula e a Gleisi Hoffmann.
Há menos de dois meses eu tive que socorrer minha mãe com uma crise renal para um hospital particular aqui de Recife. Ela estava com uma dor agonizante, foi atendida imediatamente por um médico mas levou uma hora para ser medicada e o remédio fez efeito em um minuto.
Uma hora desnecessária de sofrimento, quando o remédio existe e está disponível. Na enfermaria ao lado, chamaram a segurança do hospital para conter o filho de outra paciente que tinha menos tolerância do que eu e estava aos berros exigindo atenção para a mãe dele.
Países de primeiro mundo estão vendo seus sistemas de saúde entrar em colapso com essa doença e o FDP do presidente chama a COVID-19 de “gripezinha” em cadeia nacional. Pode chegar a um ponto em que não adianta sua família ter dinheiro. Não adianta estar disposto a vender tudo o que tem para salvar a vida do seu familiar, porque não há mais equipamento hospitalar nem médicos disponíveis nem mesmo se você pudesse colocar em um avião para um país do primeiro mundo.
https://youtu.be/niRVgCYSr5I
Vai me dizer que esse também é um histérico de extrema direita ? Cada um…
Você agora tenta me convencer de que estou errado com um vídeo que reforça minha posição?
O vídeo acusa o governo chinês de ter sido desonesto e que por conta disso os governos demoraram a fechar suas fronteiras, o que poderia ter reduzido as perdas e o sofrimento.
Basicamente o contrário do pronunciamento de Bolsonaro.
E está legendado em português. Qualquer um pode checar o que está sendo dito.
Além do mais, comparar Brasil com Itália e Espanha, país predominantemente de “velhos” é forçar a barra…
O Brasil tem mais de três vezes a população da Itália. Você está teimosamente se apegando a percentuais e ignorando o número de mortos. Se mil idosos morrerem da doença em 30 dias aqui em Pernambuco depois de passarem semanas sofrendo ocupando vagas em hospitais e sobrecarregando os profissionais de saúde, não faz a menor diferença se isso é 10%, 1% ou 0.1% dos infectados
Para deixar mais claro o que disse acima, com três vezes a população, o Brasil poderia ter um terço do percentual de idosos e ainda teria o mesmo número de idosos. No exemplo abaixo eu uso números redondos para facilitar as contas:
100 milhões de habitantes -> 30% de idosos -> 30 milhões de idosos
300 milhões de habitantes -> 10% de idosos -> 30 milhões de idosos
Mas na verdade, Segundo dados do IBGE, o Brasil tem 10% de idosos (pessoas acima de 65 anos) em 2020 e a Itália tem 20% segundo a Wikipedia.
Nota: chamar 20% de idosos de “predominantemente de velhos” é que é forçar a barra.
60 milhões de habitantes -> 20% de idosos -> 12 milhões de idosos
209 milhões de habitantes -> 10% de idosos -> 20 milhões de idosos
Minha conclusão: com todo o resto sendo igual (não é) teríamos perto do dobro do número de mortos.
https://www.dailywire.com/news/epidemiologist-behind-highly-cited-coronavirus-model-admits-he-was-wrong-drastically-revises-model
Este cientista também é um imbecil da extrema direita ?
Eu não sei onde você quer chegar. O artigo se resume nesta frase (ênfase minha):
Based on both those revised estimates and the lockdown measures taken by the British government, the epidemiologist predicts, hospitals will be just fine taking on COVID-19 patients and estimates 20,000 or far fewer people will die from the virus itself or from its agitation of other ailments
e tem também esta:
Ferguson is presenting drastically downgraded estimates, crediting lockdown measures, but also revealing that far more people likely have the virus than his team figured.
O homem reduziu a estimativa dele de 500mil mortos no reino unido para 20mil e continua dando crédito ao isolamento. Você está achando pouco?
Roberto, você apresentou quatro argumentos que classifico de fraquissimos a suspeitos de serem trolagem. Minha política anti-troll é clara. Seus próximos comentários serão ignorados.
Pelo que vi até o momento a letalidade desse vírus não é o principal problema, mas sim sua alta velocidade de propagação, o que causa em primeiro momento um caos nos sistemas de saúde, com possibilidade de causar caos e convulsão social, à medida em que as pessoas perdem a credibilidade na capacidade de suas instituições resolverem a situação.
Uma coisa que não vi até agora ninguém defender é escapar dessa cultura de viver na base do crédito, de economia alvancada em investimento externo que é um eufemismo para dívidas. Se o Brasileiro (e outros povos ) tivessem a cultura de manter uma pequena reserva de dinheiro para evitar imprevistos, não só de pessoas físicas mas também de empresas, tenho certeza de que o pânico seria bem menor numa situação como essa que estamos vivendo. Mas em vez disso o que vemos é exatamente o oposto: o anúncio de novas linhas de crédito, ou seja mais endividamento.
Nao sou partidário de teorias da conspiração mas se esse vírus foi criado de propósito, quem financiou o desenvolvimento foi um banco rsrsrs
Para mim a tal “taxa de mortalidade” é enganadora porque ela considera os casos *reportados* de contaminação que hoje são basicamante quem foi bater no hospital ou, no caso da Coréia do Sul, quem foi até o drive thru ser testado.
A CoVID-19 pode ter a mesma velocidade de propagação de outras viroses, mas leva mais gente a ter sintomas.
Muita gente está ganhando dinheiro com isso incluindo a “Big Pharma” (os grandes laboratórios) que está produzindo kits de teste que podem ou não ser eficazes aos milhões.
Não se engane: essas empresas estão recebendo dos governos por isso. Não é generosidade delas.
Outra teoria é que foi o governo chinês mesmo. O que importa para uma ditadura que governa 1.3 bilhões perder milhões de bocas para alimentar se ela pode conter a propagação no seu próprio território e com isso puder desestabilizar as economias do ocidente, notadamente os EUA? Problema dessa teoria: a não ser que a China possa sobreviver da venda de equipamento médico/hospitalar isso não parece ser uma boa estratégia.
Meu único comentário e nem precisa responder ou argumentar. Esse isolamento a base de fórceps vai custar, caro, muito caro, e talvez custe tantas vidas quanto custaria se fosse o covid-19. Os números divulgados são totalmente furados, já que não se testa os casos leves e ainda some os assintomáticos.
Muita gente com certeza já pegou essa desgraça, curou-se sozinho em casa ou nem sentiu nada e está fora das estatísticas.
Eu fico boquiaberto quando ai imprensa bota em negrito, tem 114 mortes por covid no Brasil. Faz um carnaval de como que 114 fosse um numero gigantes. Quantos habitantes tem no Brasil? 210 Milhões? Quantos % da esses 114? Quanto a dengue, chikungunya e zika virus matam por dia no Brasil e nem por isso tem tanto alarde? Quanto um H1N1 mata?
Essa contenção a fórceps poderia ter sido feita de uma forma melhor pensada de modo a não destroçar a economia.
Sim, eu acho que tem dedo de muito governador que quer ver a todo custo a ruína do presidente.
Eu já disse outras vezes e vou repetir: meus leitores participativos tem tratamento diferenciado. E desde que eu não sinta uma motivação político-partidária (seja de direita ou de esquerda) nem que esteja sendo propagada uma mentira, todo mundo pode opinar.
Disso eu não tenho a menor dúvida
Talvez.
Você tem certeza de que existe algum número mais importante que o número de mortes por dia e, em segundo lugar, o número de pessoas na UTI?
Os números brasileiros são risíveis. Daqui eu não estou vendo a imprensa fazer alarde como se fosse muito, mas não duvido que muito reporter por aí faça. O que não falta nesse país (e em outros, pelo visto) é sensacionalismo e estupidez na imprensa. O problema é que a curva é exponencial e todos os países que agora estão em colapso começaram com um número risível de casos. Mas é para que os números brasileiros continuem risíveis que as medidas de contenção foram tomadas.
De qual forma? Colocar todos os idosos em campos de concentração? A única forma com que eu consigo traduzir o tal isolamento “vertical” inventado por Bolsonaro (essa expressão não existe no exterior também) é empilhar todos eles. Teria sido um lapso freudiano dele? E olha que quem já está em “campos de concentração” (os presos) está sendo solto! (eu juro que a lógica disso me confunde)
Você pode mostrar o exemplo de algum outro país? Por que nenhum outro país decidiu isolar apenas os idosos? Países com culturas difíceis de correlacionar estão fazendo a mesma coisa.
“O ótimo é inimigo do bom”, Luciano. Essa frase resume a “Falácia Nirvana” que parece ser exatamente o problema desse argumento. Em um cenário ideal nós teríamos os recursos para testar todo mundo e isolar apenas os infectados, mas nós não temos esses recursos. A segunda “melhor” opção (que no caso é melhor definida como “menos pior”) é isolar todos.
Os estados serão arruinados primeiro. Eu não antevejo muitos estados conseguindo pagar suas contas, particularmente a folha de pagamento dos servidores, com essa queda na arrecadação do ICMS.
Toda vez que eu vejo a frase “governadores do Nordeste” eu até penso a mesma coisa. Afinal os partidos de esquerda ganharam no NE. Mas você só pode ir até um certo ponto com essa idéia de que “todo mundo está errado e só eu estou certo” até virar o Alienista de Machado de Assis e se dar conta que é o único errado.
Manias de perseguição e teorias da conspiração são sinais típicos da esquizofrenia
Bolsonaro está se isolando com essa paranóia de que todo mundo que o contraria tem um interesse político-partidário nisso. Um estadista (coisa que Bolsonaro definitivamente não é) poderia ter expressado as mesmas idéias de uma forma completamente diferente e definitivamente não teria antagonizado os governadores como fez. Aquela acusação pública que ele fez ao Dória foi patética. Parece que temos um menino na presidência.
Bem, eu não iria responder, mas vamos lá. Deixando bem claro eu não tenho partido, não tenho politico de estimação. Meu partido chama-se BRASIL.
O isolamento do jeito que está sendo feito como disse vai destroçar a economia, tanto que o prefeito aqui já abriu um pouco as pernas.
Eu penso que poderia ser feito um isolamento parcial. Detectou que tem covid, ou é minimamente suspeito, quarentena. Locais como bares, restaurantes, lanchonete, só entrega como está sendo feito. Demais comércios, abre, mas atende de porta fechada. Só entra um cliente por vez e com a devida higienização das mãos. Lave as mãos antes de entrar e ao sair. Se não houvesse falta no mercado, mascara descartável pra entrar na loja. Atende UM cliente por vez.
Eu vejo a ruína num nível mais baixo e vai ser um efeito cascata. Vai começar pelas prefeituras e vai escalonado para os níveis superiores.
O prefeito aqui (que por sinal não votei nele, mas eu cobro e reclamo) disse que são duas semanas de fecha tudo (mas abriu um pouco as pernas 5 dias depois) e ao fim deste prazo será reavaliado se estende o prazo ou afrouxa. Estou sou esperando pra ver. Não tem caso confirmado de covid aqui, cidade de 95 mil habitantes. Tem uns 100 e poucos caos suspeitos, mas nenhum confirmado, os que já saiu resultado, deram negativo.
A paranoia está tão grande que tem prefeito de cidade vizinha aqui, mineira, que chegou ao cumulo de colocar barricadas nas entradas da cidade, ninguém entra, ninguém sai! E ainda decretou toque de recolher! Simplesmente não acredito que a paranoia está a este ponto.
Quanto ao nível de paranoia da imprensa, bem, eu ouvi com meus próprios ouvidos, uma rede de tv dizer: A população deve se prevenir desse vírus MORTAL!
UATI????
Olha só a baita coincidência. Pelo jeito eu não fui o único a associar “isolamento vertical” com “campos de concentração”
https://istoe.com.br/marcao-do-povo-sugere-campo-de-concentracao-para-infectados-pelo-coronavirus/
A diferença é que ele sugeriu colocar todos os infectados. Eu imaginei que seria só para os idosos sadios.
Reiterando: isolar apenas os grupos de risco (eu me recuso a usar a expressão inventada por Bolsonaro) é certamente uma opção melhor. Se funcionaria na prática, ninguém parece saber. Mas se esse fosse o único problema do pronunciamento de Bolsonaro, não seria realmente um problema. Eu entenderia como a opinião de um não-especialista que está preocupado com a economia (e ele tem que estar mesmo). O problema é que Bolsonaro quando vê um incêndio sente um impulso irrefreável de jogar gasolina e o “conjunto da obra” no pronunciamento dele (e que ele só piorou depois) é detestável.
Bom, pelo visto a OMS ja comeca a mudar o discurso, que tem q se pensar no economico agora…
Video em que o Dr Osmar Terra da sua opniao baseada em sua experiencia, e os numeros tem mostrado que ele esta certo ate agora…
https://www.youtube.com/watch?v=b__wI51QPjE
O que eu vi foi a OMS acrescentar a preocupação com a economia ao discurso. Eu não lembro da OMS ter dito no passado que a economia não era importante. Vale lembrar que é a OMS e não a OMC. Acho evidente que a OMS só vai se lembrar de se preocupar com economia depois que a pressão política cresce.
Eu não assisti a todo o vídeo mas acho quie ele está errado. Ele diz que quarentena não resolve nada, porque segundo ele os infectados vão ficar mais tempo em casa infectando as pessoas próximas. Eu tenho grande dificuldade para enxergar a lógica disso, porque no isolamento um infectado só pode transmitir a doença para as pessoas isoladas junto com ele e que já tinham ou de alguma forma teriam contato com ele, enquanto que na rua o mesmo infectado pode infectar dezenas, centenas de pessoas estranhas além das que já infectaria normalmente.
Se você conseguir me convencer de que uma única pessoa infectada, tossindo e espirrando no ônibus, no metrô, na parada de ônibus, passeando pelo comércio e no trabalho, deixando também sua “impressão digital” infecciosa em balcões de atendimento, maçanetas, corrimões, teclados de computador, pinpads, terminais de atendimento, telas touchscreen, telefones, etc. tem chances de infectar menos gente do que confinada em casa, aí você vai ter uma chance de me convencer de que esse cara tem razão.
Não consigo enxergar como. Você pode explicar?
Outra coisa que ele disse e vale a pena mencionar é que (6min50s) “12 dias após decretar a quarentena a Itália viu os casos triplicarem porque as pessoas ficaram dentro da casa, infectando as outras.”
Eu vejo essa declaração por dois ângulos, igualmente ruins para ele:
1) Declarações extraordinárias requerem evidências extraordinárias
O vírus leva até 14 dias para dar as caras. Esses podiam ser muito bem os casos de pessoas já infectadas. É importante sempre lembrar que a curva de transmissão é exponencial. A matemática garante que num dado momento durante a subida da curva o número de pessoas recentemente infectadas e sem sintomas é sempre muito superior ao numero de sintomáticos. Países muito mais avançados que o nosso, com uma educação invejável, estão impondo isolamento.
2)Esse é um exemplo de contar uma verdade para dizer uma mentira
Então o deputado garante, contrariando um mundo de infectologistas, que o número de infectados não seria o quádruplo, quintuplo, no mesmo período de tempo se todo mundo estivesse na rua?
É importante salientar que não sei de que números Osmar Terra fala. Que “casos” triplicaram? Muitas variáveis são envolvidas e podem ser alteradas num intervalo de 12 dias. Muita coisa pode acontecer para levar a interpretações erradas dos números
Por exemplo:
A diminuição ou aumento no número de testes diários;
Quantos testes já havia sido feitos e estava aguardando o resultado;
Quantas pessoas estavam já acamadas e morreram depois;
Com a crescente exaustão de recursos e pessoal, reduz-se a quantidade de pessoas que poderiam de outra forma terem sido salvas
A tendência da curva é continuar subindo por semanas com ou sem quarentena. O que a quarentena muda é a inclinação da curva. Ou seja: quantas pessoas são hospitalizadas num dado periodo de tempo. Se esse número for maior que a capacidade hospitalar o número de mortos e o sofrimento crescem exponenciamente seguindo outra curva, que não existiria se o sistema pudesse dar conta.
Aqui ele fala mais a vontade:
https://www.facebook.com/allan.farahnoll/posts/3125841620771131
E a respeito da treta Bolsonaro/Bebiano… eu acredito que so ficamos sabendo do que vaza, tem muito mais coisas por tras, e a questao de ele ter sido amigo, trabalhado de graca… qntas x ouviu por ai que o cara era o maior amigo, vivia dentro da casa do cara e traiu o amigo com a propria mulher?
ahhh, um video que achei interessante:
https://www.facebook.com/allan.farahnoll/posts/3125841620771131
Lamento mas eu não vou assistir a mais vídeos que supostamente explicam que estou enganado. É a mesma regra que aplico contra “paredes de texto”. Se você tem dados, por favor apresente por escrito, pontuando os parágrafos que importam.
Mas faltou a gente ficar sabendo dessa traição, não é mesmo? O que eu vi mostrou Bolsonaro traindo Bebbiano. Não vejo lógica alguma em ver/ouvir A traindo B (fato concreto) e simplesmente assumir que foi porque B traiu A. É uma possibilidade, mas não é fato. Essa falácia deve até ter um nome formal.
Se Bolsonaro fosse um homem honrado, do nível “japonês que comete Sepuku quando é apanhado fazendo algo anti-ético” (ok, nem precisaria chegar nesse nível), eu acreditaria que ele não mostrou as evidências de que Bebbiano mereceu o tratamento que teve por algum tipo de cavalheirismo. Mas um desbocado, destemperado, grosso como ele? Se ele não tem algo a dizer contra o cara é porque não existe ou porque vai ficar ainda pior para ele mesmo se ele abrir a boca.
Para quem não viu ou não lembra eu externei minha profunda decepção com essa traição de Bolsonaro mais de um ano atrás. De lá para cá Bolsonaro tomou várias atitudes que me deixaram horrorizado, incluindo indicar o filho Eduardo para embaixador nos EUA, mas fiquei calado. Desde então eu não havia escrito nada sobre ele, porque eu ainda torço para esse governo dar certo.
Mas esse discurso dele sobre a COVID-19 me fez perder completamente a paciência.
É bom que fique claro aqui que eu não acho que Mandetta seja um especialista nem que ele seja irrepreensível. Por exemplo, quando ele criticou o Hospital Sancta Maggiore eu pensei “mas como assim?”. Eu não sei se o hospital errou ou não. O problema é que ele não apresentou fundamento para criticar o hospital porque” tem muito idoso junto” e dizer que o hospital “nem deveria ter obtido licença.”
Ele pode até estar certo, mas eu ainda não vi evidência disso.
Porém é o que temos no momento e, pelos acenos do presidente, é “ruim com ele e pior sem ele”.
Quanto mais eu leio sobre as opiniões de Osmar Terra, mais eu acho que ele ou é um médico de araque ou está intencionalmente distorcendo a verdade.
Os artigos abaixo são de organizações que ou tem histórico de inclinação à esquerda (grupo Folha) ou evidentemente de esquerda (o GGN) mas mostram análises que são espantosamente lúcidas sem nenhum viés politico-partidário aparente e que conferem com minhas próprias observações
https://piaui.folha.uol.com.br/lupa/2020/04/04/osmar-terra-quarentena-italia-coronavirus/
https://jornalggn.com.br/noticia/11-vezes-em-que-osmar-terra-falou-equivocos-sobre-coronavirus/
Olá conterrâneo. Já fazia anos que eu não acessava o blog, e hoje, por conta de uma reorganização dos meus bookmarks, acessei novamente. Primeiro, parabéns pelo alto nível das discussões.
Eu fiquei intrigado com esse seu comentário: ” … PT, que eu ainda considero uma ameaça maior”. Pelo seu perfil, uma pessoa bastante equilibrada e racional, sei que deve ter sido difícil para vc votar em um cara com os valores morais do Bolsonaro. E minha dúvida é entender de que mal maior vc estaria se referindo. Estou perguntando isso de maneira legítima, pois gostaria de saber a opinião de alguém coerente e que votou no Bolsonaro com essa justificativa, já que as resposta padrão que recebo ao indagar sobre isso são: O PT iria transformar o Brasil em uma Venezuela, iria trazer os comunistas, e etc.
Em tempo: Sou professor da rede ferderal de ensino, e tenho alguma simpatia pelo PT pelas (poucas, mas genuínas) melhorias realizadas no serviço público. Mas achei o governo da Dilma péssimo.
Grande abraço.
Felipe,
Se depois de 13 anos de governo do PT e da Lava Jato você não conseguiu ver as pistas de que deixado à vontade o PT iria transformar o Brasil em uma Venezuela, mesmo vendo que ainda hoje o PT defende o governo de Maduro, eu não me sinto habilitado a convencê-lo de que o PT é um mal maior do que Bolsonaro. E nem vou tentar. E se você acha que a Venezuela é uma democracia eu nem quero conversar com você.
Eu tenho simpatia por muitos valores da esquerda, mas aboslutamente nenhuma simpatia pelo PT e seus aliados.
Jeferson, agradeço pela sua resposta. Veja, eu não tenho propriedade para falar sobre a Venezuela ou sobre o risco do PT transformar o Brasil na nova Venezuela. Claro que eu já ouvi muito falar sobre isso, mas sempre atribuí a uma fala genérica para aumentar, com intuitos eleitoreiros, a repulsa ao PT. Mas a sua resposta me instigou a buscar mais informações sobre o assunto, pois minha única pretensão ao entrar em uma discussão é ampliar meus horizontes e buscar subsídios para me informar sobre aquilo que desconheço.
Grande abraço e me perdoe se lhe ofendi de alguma maneira.
Não vejo como suas palavras poderiam ter me ofendido. Você demonstrou uma educação acima da média.
Eu é que não tenho mais paciência com quem ainda simpatiza com o PT em 2020.