Às vezes a Google me assusta

Esta semana eu vendi um objeto no Mercado Livre e combinei a entrega em um lugar próximo, dando meu número pessoal ao comprador para que ele ligasse ao chegar. Como ele não informou nenhum número e uso Android, eu peguei o número de celular informado pelo Mercado Livre, criei um novo contato na minha conta Google e adicionei o número. Antes que eu pudesse dar o OK para salvar o contato, a Google exibiu nome da empresa onde ele trabalha, endereço e até se prontificou para mostrar no mapa.

Eu imagino que isso ocorreu porque apesar de ser um celular o número está cadastrado no Google Maps como o número de um estabelecimento comercial, mas ainda assim… Imagine que esse comprador não quisesse que eu soubesse nada disso?

Aí eu contei isso para o amigo José Carneiro que respondeu algo do tipo “Você não viu nada. Imagine conversar algo perto do celular e depois ao abrir o navegador no telefone encontrar um anúncio daquilo que você estava conversando”.

Acho que ele queria me aterrorizar… :)

 

 

 

1 comentário
  • Moises Fontana - 8 Comentários

    É, eu já tomei alguns sustos com o Google também. A primeira vez que ele me pediu opinião e avaliação de alguns lugares que eu nem lembrava que tinha ido fiquei pensativo. Ultimamente já me acostumei e nem ligo mais.

    Infelizmente a tecnologia está evoluindo para um lado assustador pra quem se preocupa com privacidade como eu me preocupo. Tá meio complicado.

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Fantastic Beasts and Where to Find Them (2016) é inacreditável.

Sim, é inacreditável que J.K. Rowling, que admiro por ter escrito o intrincado mundo de Harry Potter e sua espantosamente bem amarrada saga de três mil páginas (quatro mil na edição britânica), possa ter escrito algo tão “sem pé nem cabeça” quanto o roteiro de Animais Fantásticos e Onde Habitam.

Por onde começar?

Logo nos primeiros minutos eu fiquei incomodado com o filme por parecer excessivamente tolo mas dei uma pausa, fui tomar um café, respirei fundo e continuei. Parou de parecer excessivamente tolo alguns minutos depois para parecer apenas tolo.

Temos uma presidente da nação mágica dos Estados Unidos que se comporta como Trump de forma a ser indigna do cargo. Depois de, com testemunhas, se recusar a ouvir o alerta de uma ex-auror (ainda se fosse ex-contadora, ex-escriturária, ex-faxineira, mas uma ex-auror!), quando a me**da atinge o ventilador, ela sentencia essa mesma ex-auror à prisão por  não ter dado o alerta? Diante de todo o congresso bruxo? Uma mulher está na presidência mas o mundo bruxo ainda está na idade média? Naquele momento ela pareceu mais a Rainha de Copas de Alice no País das Maravilhas com sua famosa frase “cortem suas cabeças!” do que a líder de uma nação democrática.

Uma ex-auror e o irmão de um herói de guerra são sentenciados à morte minutos depois por um tribunal de um só homem?

Newt Scamander, que não é apresentado nem nos livros nem no filme como um bruxo especialmente capaz ou brilhante, resiste sem grande dificuldade a um dos bruxos mais poderosos da história (o mais poderoso da época) [1], que não tem dificuldade alguma para duelar com dezenas de aurores no final? E quanto a Tina? Ainda que Graves quisesse continuar fingindo ser “do bem” ele tinha uma desculpa perfeita para matá-la: ele já a havia oficialmente condenado à morte e ela era uma fugitiva da sentença. Mas misteriosamente Tina sobreviveu ao duelo. E Graves pareceu não poder vencê-la.

E eu prefiro nem perder tempo com os detalhes menores. O filme todo parece uma grande desculpa para o departamento de efeitos especiais de um estúdio qualquer se exibir. E ainda assim os efeitos não são grande coisa.

E para completar, não consegui simpatizar com o personagem principal e sua mistura de tímido, anti-social e retardado. Talvez o resultado de uma boa atuação de Eddie Redmayne, porque seu personagem afirma mesmo ser “difícil de aturar”:

Kowalski:
Bem, estou certo de que as pessoas gostam de você também, hã?

Scamander:
Não realmente, não. Eu irrito as pessoas.

E a atriz que fez Tina também não me convenceu. Só se salva mesmo a Queenie (Alison Sudol). Realmente dá para entender por que os homens ficam sem fôlego perto dela.

Mas eu certamente estou em minoria, pois o filme é sucesso de público e crítica e já anunciaram que no mínimo vai virar trilogia, mas pode chegar a cinco filmes! Arghhhh!

[1] Correção: o mais poderoso é provavelmente Dumbledore, que está vivo nessa época. Ele e Grindenwald foram amigos.

2 comentários
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Finalmente comecei a recolocar no ar os posts deletados do Google Buzz

Minhas tentativas de fazer automaticamente falharam por isso estou tendo que fazer manualmente, cada post e comentário. É um trabalho lento e maçante. E são mais de 1300 posts, por isso vai demorar meses ou anos. Mas estou colocando  os mais interessantes no inicio da fila.

Para não bagunçar eu estou publicando os posts com as datas originais de 2010 e 2011, por isso não vão aparecer aqui. Para vê-los consulte a categoria BUZZ.

As datas dos comentários estão erradas ainda.

17 comentários
  • Saulo Benigno - 279 Comentários

    Hmmm… onde estão os posts? Acho que podemos fazer algo automático por aí :)

    Tu tem eles salvo como?

    Em txt? A gente consegue colocar para dentro da base do WordPress, consegue até por datas, etc.

    Me conta mais onde tens os originais

  • Saulo Benigno - 279 Comentários

    Show. Dá para fazer :)
    Já fiz algo assim uns 8 anos atrás para outro site, funcionou 100%, podemos fazer de novo.

    Para começar, faz um favor, pega esses 2 “posts”:

    “#android #apps Logo após usar o APN Brasil eu ache.html”
    “#buzz Gostaria de saber a opini¦o das pessoas que .html”

    E passa ele para o seu blog atual, quero ver o que vais utilizar ou não, o que você exclui, etc. Deixa ele no formato final, online aqui, que vou copiar o “modelo” e importar direitinho para uma base atual do WordPress, depois de importado para a base a gente coloca no site atual. Dá para por data, etc

    Tem as datas, tudo certinho, com esse zip de amostra já dá para eu fazer o primeiro teste, muito bom :)

    1) Me diz os links finais desses dois posts para eu usar de exemplo
    2) Tu tais usando plugin algum backup automático atualmente?
    3) Qual a versão do WordPress que tais usando aqui?

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Não é mais fácil eu passar os arquivos dos 20 posts que eu já importei? Não entendo como importar mais dois vá fazer diferença para você.

      1)Não sei o que você chama de links finais
      2)Estou. E fiz backup manual hoje.
      3)4.6.4

      • Saulo Benigno - 279 Comentários

        Com certeza, burro eu, nem pensei nisso, melhor. Eu analiso direitinho o que foi para onde.

        Vou baixar o WordPress 4.6.4 e analisar como são guardados os dados. Boa

        • Jefferson - 6.623 Comentários

          Eu acho que é uma complicação desnecessária. Você pode fazer o processo em um blog de rascunho com qualquer versão moderna do wordpress e, quando estiver pronto, exportar o resultado no formato wordpress e importar neste blog, que fica tudo perfeito.

          Ou estou viajando?

          Eu posso te dar acesso a uma instalação de rascunho no meu servidor, se necessário.

          • Saulo Benigno - 279 Comentários

            Eu vou direto pelo banco de dados e depois ler no WordPress. Vou pesquisar certinho como é o formato, etc.

            Posso fazer localmente mesmo. E depois fazer como você disse exportar e importar no seu blog. Perfeito :)

  • Saulo Benigno - 279 Comentários

    Tais importando os comentários também? Eita, aí é mais complicado.

    Tais fazendo tudo manualmente né? Bronca viu. Posso ver se consigo, mas acho mais complicado. Só os postos já é alguma coisa né? Já ajuda? :)

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Só o post não adianta nada. Na verdade só complica. E inserir o texto do post, com a data correta, é a parte mais fácil do processo manual. A mais complicada é inserir os comentários que não são meus.

      Foi justamente por causa dos comentários que desisti do processo automático. Se você não puder adicionar posts e comentários com facilidade, desista e me avise que eu voltarei ao processo manual.

      • Saulo Benigno - 279 Comentários

        Vou ter que estudar como são formatados os comentários, o que é “reply” de “quem”, que mensagem é resposta de qual. Pelo que vi nos que você já importou você fez isso certinho.

        Dá para fazermos. Tem que ver também como juntar os comentários com o post específico. Vou montar certinho isso.

        • Jefferson - 6.623 Comentários

          Com isso de quem é reply de quem não precisa realmente se preocupar. Se você inserir todos os comentários na ordem em que ocorreram e com identificação de usuário e datas corretas, já resolve o meu problema. Não atrapalha a compreensão porque no Buzz a gente já começava o texto dizendo com quem estava falando. E eu sempre posso aninhar manualmente depois.

          No processo manual que estou fazendo eu observo pelo texto quem está respondendo a quem e aninhando os comentários manualmente, mas estou fazendo isso porque dá praticamente o mesmo trabalho, não porque seja essencial.

          E como os arquivos não tem emails dos comentários eu estou atribuindo a todos o email buzz@ryan… e o user_id 513. Mas isso pode ser alterado depois com um SQL UPDATE

          • Jefferson - 6.623 Comentários

            … por isso você pode colocar o que quiser nesses campos.

          • Saulo Benigno - 279 Comentários

            Aí já fica mais fácil :)

            No codex do WordPress online tem todo o diagrama da base dados, dá para fazer. Deixa comigo.

            Então fechou. Vou fazer isso hoje a noite chegar em casa te aviso, muito legal.

  • Rodrigo Motta - 2 Comentários

    Ryan ,
    Para facilitar , não tem como vc colocar um widget para escolher as categorias no sidebar direito ?

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O fórum do IMDB já está fazendo falta

Em 20 de fevereiro o IMDB, que pertence à AMAZON faz tempo logo falta de dinheiro não deve ser o motivo, encerrou a atividade do fórum e aparentemente deletou mais de uma década de discussões sobre filmes. Para mim é o começo do fim do site, porque hoje eu preferia consultar a Wikipedia e só visitava a página do filme no IMDB pelas discussões, que são proibidas na enciclopédia. Então eu não tenho mais qualquer razão para visitar o IMDB.

Uma decisão vergonhosa. Deveria haver uma “lei” (não necessariamente de um governo) que impedisse administradores de fóruns de simplesmente deletar anos de discussão. Quer fechar o fórum por qualquer razão? pelo menos faça o upload do banco de dados com as mensagens para um servidor público. Assim pelo menos não se perde uma década de informação e qualquer empreendedor pode começar de onde você parou.

 

6 comentários
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O que salva Arrival (2016) é a surpresa.

Assim que eu ouvi o primeiro minuto do filme eu sabia que havia algo ali importante para compreendê-lo, mas o diretor conseguiu me entreter e manipular minha a atenção o bastante para que eu esquecesse completamente de tentar encaixar as peças e me surpreender no fim. Eu gostei disso. Mas não sobra muito mais do filme que isso.

O principal problema que vejo é que mesmo colocando o chapéu da suspensão de descrença para poder apreciar um filme que trata de “tempo”, o enredo ainda é difícil de engolir. Então uma avançada raça alienígena com percepção aparentemente ilimitada do passado e futuro (eles sabem o que vai ocorrer daqui a 3000 anos) e que aparentemente é capaz de se mover pelo tempo/espaço (a forma como as naves vão embora) não sabe como se comunicar com os terrestres? Não é porque usar o conhecimento do futuro seja proibido no presente, porque é exatamente isso que Louise faz. Isso era parte da estratégia para fazer a humanidade colaborar? Talvez, mas certamente existiam meios mais eficientes e sobretudo mais inteligentes de se fazer isso já se comunicando diretamente em inglês, chinês, português, árabe ou o que quer que seja. Afinal, a “colaboração” quase deu muito errado justamente por um problema de comunicação. E nada se ganhou com isso.

E por mais que você tenha um conhecimento privilegiado [1] a idéia de um estranho, por telefone, convencer um comandante militar a mudar de idéia sobre um assunto de segurança nacional em trinta segundos é risível. Se a conversa tivesse sido pelo menos por videoconferência e já tivesse sido estabelecido que o general ao menos conhecesse o background da doutora, removendo o problema do “total estranho que pode ser um inimigo tentando obter uma vantagem” essa parte seria mais verossímil.

[1] 13/03/2017 – Relendo o post percebo que isso ficou ambíguo e alguém pode interpretar que estou me referindo a mim (HA!). Estou me referindo ao conhecimento privilegiado (ver o próprio futuro) da doutora Banks, que para mim não é o suficiente para alcançar tal feito.

26 comentários
  • Snow_man - 313 Comentários

    Concordo plenamente; eu normalmente assisto pela diversão, sem prestar tanta atenção a detalhes, como todo bom cinéfilo faz, mas esse filme é daqueles que fica tudo meio sem pé nem cabeça.

    Tanto é que existem vários canais de filmes no youtube que fizeram um vídeo de crítica, e a maioria incluiu uma explicação do final, ou fez um segundo vídeo somente com a explicação.

    E eu pensei que já tinha visto muita doideira :dashhead1: em Interestelar rs.

  • Saulo Benigno - 279 Comentários

    Mas, o comandante militar, o general lá do final também tinha o “poder” ele podia ver o futuro/passado/presente ele sabia o que estava acontecendo. Estava já esperando ela.

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Não, ele não tinha. Esse é o problema. Depois de mostrar o telefone a Louise o general diz: “Eu não digo que saiba como sua mente funciona, mas eu acredito que era importante para você ver aquilo”. Se ele tivesse o poder, ele saberia.

      Eu não sei o que dizem as legendas em português, mas no diálogo original não há qualquer dica de que alguém mais tenha o poder além de Louise.

      • Rubens - 7 Comentários

        O lider chines estava esperando a doutora sim, isso é explicitamente dito no filme… E mesmo sem entender muito bem porque, ele SABIAque tinha que passar para ela o numero do telefone dele e ditar o que ela deveria dizer para ele no passado para que ele interrompesse o ataque aos aliens.

        Mais uma coisa: voce disse que os aliens deveriam ter chegado aqui falando ingles e que por nao terem feito isso a “colaboração” quase deu muito errado justamente por um problema de comunicação. ERRADO! Como para eles o tempo é nao-linear, é obvio que os aliens ja sabiam que nao daria errado. Simples.

        Na verdade, eu considero o roteiro muito bem arrumadinho e tudo é muito bem explicadinho para quem presta atencao (e, claro, assume que o tempo pode ser nao-linear).

        • Jefferson - 6.623 Comentários

          O lider chines estava esperando a doutora sim, isso é explicitamente dito no filme…

          E quem aqui disse que não estava?

          E mesmo sem entender muito bem porque, ele SABIAque tinha que passar para ela o numero do telefone dele e ditar o que ela deveria dizer para ele no passado para que ele interrompesse o ataque aos aliens.

          Nada diferente do que eu disse.

          Mais uma coisa: voce disse que os aliens deveriam ter chegado aqui falando ingles e que por nao terem feito isso a “colaboração” quase deu muito errado justamente por um problema de comunicação. ERRADO! Como para eles o tempo é nao-linear, é obvio que os aliens ja sabiam que nao daria errado. Simples.

          Isso “explica, mas não justifica”. Isso aí serve como desculpa para literalmente qualquer coisa! Até o ato mais estúpido, logo é um dispositivo de narração que deveria ser usado com extremo cuidado e do jeito que foi usado eu não aceito.

  • Rubens - 7 Comentários

    Toda a historia do filme Arrival é crucialmente baseada na premissa que os humanos TEM que aprender a linguagem dos aliens, para poder evoluir como raça. A linguagem é a chave de tudo, é o “gift” dos aliens para os humanos!

    POR ISSO eles forçam os humanos a aprender a linguagem, e de forma colaborativa (g*vernos distintos precisam trabalhar em conjunto). E é preciso concordar que essa forma de aprender a linguagem traz um resultado bem diferente do que seria chegar na Terra e anunciar: “voces tem que aprender a linguagem”.

    Alem disso, trata-e da linguagem universal que “todos” falam, os humanos na Terra é que sao diferentes.

    Na verdade entender o filme começa por compreender que a linguagem universal tem que ser aprendida. Como é explicado pelos personagens (a hipotese de Sapir-Whorf), a linguagem que voce fala afeta a forma como voce pensa, como voce raciocina, enfim afeta a forma como o seu cerebro funciona. Ao aprender uma nova linguagem, voce passa a pensar de forma diferente.

    O ponto do filme é esse: ao aprender a linguagem dos aliens, o cerebro dos humanos começa a funcionar de forma diferente e passa a perceber o tempo nao mais de uma forma linear. Entao essa linguagem é o “gift” (presente) que os aliens vieram trazer para a humanidade poder evoluir e vir a ajudar os proprios aliens no futuro.

    Ao aprender a linguagem, o cerebro da doutora Louise (que ja era mais evoluido) se liberta das amarras de so conseguir enxergar o tempo como algo linear… Aí ela consegue dizer hoje ao lider chines algo que foi ele mesmo quem disse a ela no futuro e talz, ou seja, acontecimentos encadeados de forma totalmente nao-linear… É isso!

    (por sinal, Ryan, prazer reencontrar vosso site, ha anos atras eu ate era registrado, para acompanhar os papos de software para os processadores Mediatek usados pela Pioneer e outros para, entre outras coisas, implementar a reproducao de midia digital (AVI, MPEG, etc.), controlar o uso de legendas e etc. Bons tempos.

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Toda a historia do filme Arrival é crucialmente baseada na premissa que os humanos TEM que aprender a linguagem dos aliens, para poder evoluir como raça. A linguagem é a chave de tudo, é o “gift” dos aliens para os humanos!

      Correto e não disse nada que se oponha a isso.

      O ponto do filme é esse: ao aprender a linguagem dos aliens, o cerebro dos humanos começa a funcionar de forma diferente e passa a perceber o tempo nao mais de uma forma linear. Entao essa linguagem é o “gift” (presente) que os aliens vieram trazer para a humanidade poder evoluir e vir a ajudar os proprios aliens no futuro.

      Correto. Cientificamente absurdo mas correto e aceitável em uma obra de sci-fi.

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      (por sinal, Ryan, prazer reencontrar vosso site, ha anos atras eu ate era registrado, para acompanhar os papos de software para os processadores Mediatek usados pela Pioneer e outros para, entre outras coisas, implementar a reproducao de midia digital (AVI, MPEG, etc.), controlar o uso de legendas e etc. Bons tempos.

      Já faz tanto tempo que parece que foi em outra vida… :)

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      oops… cometi um erro de citação lá em cima que vou apagar. O correto é:

      Alem disso, trata-e da linguagem universal que “todos” falam, os humanos na Terra é que sao diferentes.

      Por favor cite a parte do filme que deixa isso claro.

      • Rubens - 7 Comentários

        Rubens:
        > Alem disso, trata-se da linguagem universal que
        > “todos” falam, os humanos na Terra é que sao
        > diferentes.

        Jefferson:
        > Por favor cite a parte do filme que deixa isso claro.

        Tem razao, no filme a unica parte que toca nisso é o titulo do livro da Dra. Louise (algo como “The Universal Language”).

        • Jefferson - 6.623 Comentários

          Obrigado por esclarecer. Eu nem lambrava mais do título do livor. A única coisa que ficou fixa na minha mente é o que está escrito na segunda página: “Traduzindo Heptapod”

  • Rubens - 7 Comentários

    Mais uma coisa, o lider chines diz a Dra. Louise que ele nao sabe exatamente porque, mas ele “sente” que TEM QUE DAR o numero do celular pessoal dele para ela… POR ISSO ele precisava encontra-la naquela noite… A mente dele nao funcionava tao bem quanto a de Louise (provavelmente porque ela aprendeu muito mais a linguagem do que lideres do planeta), mas ele sabia que “algo” o impulsionava a fazer aquilo…

  • Jefferson - 6.623 Comentários

    Vou tentar explicar meu problema com o filme de outra maneira.

    Este parece se basear em duas premissas mutuamente exclusivas

    a)Você não pode ou não deve usar informação do futuro não imediato para alterar o futuro imediato
    Exemplos:

    1)Os aliens sequer tentam se comunicar em uma língua terrestre. Um simples “vocês precisam aprender nossa linguagem”, repetido incessantemente, já me satisfaria.

    2)Os aliens não impedem a explosão, mesmo às custas da vida de um deles.

    b)Você pode e deve usar informação do futuro não imediato para alterar o futuro imediato
    Exemplos:

    1)Louise detém o ataque chinês com 30 segundos de conversa

    2)Basicamente, o resto do que Louise faz.

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Correção: A conversa onde “um total estranho que pode ser um inimigo tentando obter vantagem” convence por telefone um comandante militar chinês a cancelar um ataque iminente leva exatos 55 segundos no filme.

      • Rubens - 7 Comentários

        Quanto à questao da Louise convencer o general chines “tao rapido”, isso nao é realmente um argumento. A gente nao fica sabendo exatamente o que ela conversou com o general, nem quanto tempo isso demorou… Durou 55 segundos no filme, mas voce nao sabe quanto tempo durou “na vida real” (dos personagens)… Em comparacao, os papos com os aliens demoraram meses, entretanto na tela se passam apenas alguns minutos tambem.

        Ela pode primeiro ter se apresentado a ele, dito que era a interprete americana com os aliens, explicado o que descobriu… tudo recheado com as exatas palavras que a esposa do general disse a ele ao morrer (palavras essas que o proprio general dita a Louise no futuro). E para a bela narrativa do filme, basta apenas a gente saber que o principal foram as palavras da esposa do general em seu leito de morte…

        Por ultimo, que nao se perca a perspectiva que algo a nivel MUITO pessoal impacta muito mais emocionalmente uma pessoa do que ate argumentos logicos… Falar sobre o momento da morte da esposa, pode muito bem ter impactado e dito muito mais ao general sobre o momento que a humanidade estava passando, fazendo-o parar para refletir melhor aquele momento, do que qualquer discussao estritamente militar sobre vida-e-morte, atacar ou nao atacar…

        Sao possibilidades reais, que talvez so quem ja passou pela perda de alguem que amava demais é capaz de entender com melhor clareza… Esse ponto do filme nao é logica, e sim de emocao.

    • Rubens - 7 Comentários

      Nao entendi de onde voce tirou essa premissa “a)”… Nao fica claro em nenhum momento do filme que “voce *NAO* pode/deve usar informacao do futuro nao imediato para alterar o futuro imediato”… Isso me parece ser por uma escolha dos aliens, e nao porque “nao pode”… Do mesmo modo que as autoridades/militares americanos nao querem atacar os aliens (nao porque “nao pode”, mas por uma escolha, ainda que baseada no medo do tamanho da retaliacao).

      [nota: antes que alguem argumente que os aliens foram atacados, no filme fica claro que se tratou da acao isolada de alguns soldados que estavam “assistindo televisao demais”, nao existiu uma ordem superior para que aquele explosivo fosse colocado na nave…]

      • Jefferson - 6.623 Comentários

        Eu demonstro a validade da premissa com meus exemplos. Se a premissa é falsa, como você argumenta, e os aliens tem “free will” e assim podem escolher seu destino, as atitudes dos aliens não fazem sentido para a trama. Para as atitudes fazerem sentido para a trama, minha premissa precisa ser verdadeira.

        Na vida real você pode ter toda sorte de personagens agindo irracionalmente, mas em uma obra de ficção tudo tem que fazer sentido para a trama. Se o comportamento faz sentido do ponto de vista dos aliens, isso tem que ser explicado em algum lugar da trama. Dizer “isso foi uma escolha do personagem” sem que isso esteja na trama é “hand waving”.

        Imagine uma batalha entre humanos e aliens. No clímax, quando tudo parece perdido para os humanos, de repente os aliens se rendem. Aí os humanos comemoram mas ninguém explica porque os aliens se renderam e o filme termina sem essa explicação.

        Dá para dizer que do ponto de vista dos aliens a batalha estava perdida? Não, porque não foi explicado no filme.

        • Jefferson - 6.623 Comentários

          Oops, minha última frase saiu incompleta. O correto é isto:

          Dá para dizer que não há nenhum problema com o filme porque do ponto de vista dos aliens a batalha estava perdida? Não, porque não foi explicado no filme.

        • Rubens - 7 Comentários

          Bom, neste caso filmes como 2001 (e isso apenas para ficar no terreno sci-fi) devem ser uma completa bleosta em sua opiniao, ja que em suas premissas, filme que nao é bem explicadinho e bem mastigadinho, inclusive nos detalhes que nem importam, assim como filmes que preferem deixar alguma coisa para o proprio espectador imaginar e depois discutir, nao prestam…

          Voce nao quer um filme para pensar, quer filmes que pensem por voce (e entreguem um resultado todo mastigado)… (bom, pelo menos voce afirmou que nao gosta quando o roteiro nao explica um detalhezinho).

          Nao vou dizer que eu gosto de finais totalmente abertos (o de Arrived nao é), nisso nós dois concordamos… Mas IMHO Arrived explicou ate demais, o diretor optou por mastigar mais do que o necessario para minimamente fazer o espectador entender o filme… Tá de bom tamanho.

          • Jefferson - 6.623 Comentários

            Rubens, usar argumentos especulativos a respeito do filme já estava bastante ruim. Agora você está especulando a meu respeito

            Seus próximos comentários serão rejeitados.

            • Jefferson - 6.623 Comentários

              Novamente engoli parte do texto. A primeira frase deveria ter saído assim:

              …usar argumentos especulativos para afirmar que estou errado a respeito do filme já estava bastante ruim.

  • Jefferson - 6.623 Comentários

    Rubens, não perca seu tempo. Todos os seus comentários estão sendo deletados automaticamente pelo sistema e mesmo que você passe pelo filtro, deletarei o comentário sem lê-lo.

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Problemas bizarros provocados por controlador de domínio ausente.

Eu fui chamado por causa de um problema incomum. O financeiro da empresa não conseguia fazer a chamada operação “retorno” do programa Cobrança Caixa (cobcaixa). Essa operação depende de um programa de terceiros chamado skyline e ao executar o programa a conexão com o servidor da skyline era estabelecida mas imediatamente em seguida dava algo como “conexão cancelada” (não lembro o termo exato). De abrir o programa até dar o erro e fechar automaticamente não se passavam nem 5 segundos.

Esse programa roda em uma máquina virtualbox Windows XP SP3, em um host Windows 8.1 x64, com interface de rede em modo bridge.

De cara eu achei que o problema fosse com a skyline, porque se eu tento acessar o domínio que aparece no arquivo INI do programa, skyline.com.br, não abre no browser.

Mas para não chamar o suporte da Caixa sem ter certeza (da última vez eles consertaram o problema deles e me criaram um maior) eu testei uma cópia do programa que estava instalada no servidor da empresa. E aí funcionou normalmente!

Mas no servidor, skyline.com.br também não abre no browser. Daí notei que eles provavelmente não tem servidor www lá e usar esse teste não adiantava.

Enquanto eu quebrava a cabeça com esse problema, outro funcionário me alertou que não conseguia imprimir na impressora compartilhada de VENDAS. Fui investigar e não notei razão para isso, mas percebi que estranhamente a máquina VENDAS não tinha feito o mapeamento para o diretório HOME do usuário logado. Em seguida eu notei que nas duas máquinas tentar acessar compartilhamentos que já deveriam estar acessíveis pedia credenciais (elas deveriam estar armazenadas) e na caixa de diálogo havia um aviso de que não tinha sido possível contactar o controlador de domínio e que eu tentasse mais tarde.

Curiosamente, a máquina do financeiro, que é o host da máquina virtual usada com o skyline, tinha o mesmo problema, que não haviam me reclamado ainda. Mas a máquina virtual tinha feito o mapeamento normalmente. Depois eu notei que o mapeamento da máquina virtual funcionara porque esta não faz login no domínio (este é um detalhe importante, como você verá a seguir).

E o servidor, que também era controlador do domínio, estava funcionando. E só uma parte dos funcionários estava experimentando problemas.

Como eu tenho como regra considerar que “coincidências não existem” e sem saber onde procurar o problema, aproveitei a hora do almoço para reiniciar o servidor. Eu esperava que isso resolvesse tudo exceto o primeiro problema. Para o meu espanto, isso resolveu todos os problemas. Eu ainda não faço idéia de como um controlador de domínio que não respondia podia afetar a conexão do programa skyline com seu próprio servidor na internet, em uma máquina que sequer faz login no domínio.

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Ghost In The Shell (1995)

O maior problema desse filme é conseguir entendê-lo, E não é porque a trama seja especialmente complexa mas porque a menos que você entenda japonês vai ter dificuldade porque é difícil encontrar uma legendagem que faça perfeito sentido. Eu só fui capaz de apreciar realmente a estória quando eu finalmente alcancei proficiência suficiente em inglês para entender a versão dublada sem precisar de legendas. Até mesmo entre a dublagem em inglês e a legendagem em inglês existem grandes discrepâncias. Logo nos primeiros minutos Bartou comenta com Motoko que ultimamente tem notado muito ruído no cérebro dela. Na dublagem Motoko responde “deve ser um fio solto” e na legendagem “é aquela época do mês”, uma referência jocosa à menstruação, que o corpo ciborgue da Major não tem.

Contornando esse problema GitS é uma peça impressionante de animação, principalmente tendo em mente que tem mais de 20 anos. Nos dias atuais os “efeitos especiais” são claramente antiqüados mas o fato da Major aparecer quase o tempo todo nua no filme (é um corpo ciborgue, mas é uma lataria danada de sexy!) parece bem ousado tanto para 1995 quanto para 2017.

O que não ficou claro mesmo depois de assistir mais de uma vez :

  • De onde veio a voz que Bartou e Motoko ouvem no barco;
  • Qual o sentido da seqüência que vai dos 33 aos 36m45s do filme;
  • O que fez Togusa desconfiar dos visitantes;
  • Por que Motoko estava tão obcecada com o Puppet Master que, num ato completamente irracional, provocou danos extensos e incapacitantes ao próprio corpo?

Somente minha segunda questão foi respondida, ainda assim parcialmente, fazendo pesquisa. Dois corpos iguais ao de Motoko aparecem na sequência, reforçando a crise de identidade da Major. E a explicação para isso, tirada dos quadrinhos, é que o corpo da Major, embora militar, foi deliberadamente copiado de um modelo comercial, “popular”, para que não chamasse atenção.

 

 

4 comentários
  • Havokdan - 13 Comentários

    Melhor coisa de Ghost in the shell é a série de tv StandAlone Complex, tanto a primeira temporada e especialmente a sua segunda temporada, excepcionais, o vilão do filme live-action aparetemente será uma mescla dos “vilões”, principalmente do Kuze da segunda temporada do StandAlone Complex em em menor grau o do filme tema deste post.

  • VR5 - 397 Comentários

    Não sei de onde você pegou a legendagem em português, mas tem MUITO site por aí com muitos fans de animes japoneses que traduzem/legendam bem. Eu sei porque já assisti a muito Yamato, Neon Genesis Evangelion, Macross, Gundam… ;)

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Eu tenho uma aqui que, por exemplo, acerta no detalhe da TPM, mas aos 00:24:58 omite uma frase que bagunça completamente a interpretação do que é dito.

      QG:
      Nós identificamos o cara
      que a major capturou.

      Aramaki:
      Prossiga.

      QG:
      Tsuan Gen Fang. Idade: 28

      O correto seria a última frase começar com “Ele alega ser”. Isso é o que o áudio diz e essencial para o resto do diálogo fazer sentido. Isso sem contar com os erros de português e de digitação, como “Squadrão”, “Menssagem”, “Viloações”…

      Eu já reclamei sobre isso no Buzz. Há anos eu sequer tento assistir com legendas em português.

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Ghost in the Shell estréia este mês nos cinemas

 

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Gostei de Doctor Strange

A única coisa “estranha” em que reparei foi que o doutor, pré feiticeiro supremo, não foi nem de longe retratado como a criatura arrogante e detestável que eu modelei na minha mente da minha leitura de suas estórias nos quadrinhos. Teriam que pegar o Doutor House e acrescentar mais antipatia e egocentrismo. Porém eu entendo que isso não ia funcionar tão bem em um filme quanto nos quadrinhos. Seria preciso mais que duas horas para convencer a audiência de que um House qualquer havia se tornado um poderoso mas humilde defensor da humanidade, sem pegadinhas. Quanto ao resto, foi uma boa introdução do personagem.  Não achei um filme memorável, ainda, mas foi agradável assistir.

3 comentários
  • VR5 - 397 Comentários

    Acho, digo, ACHO que eles devem ter “bebido na fonte” de, por exemplo, “Inception” na parte dos efeitos especiais (por sinal excelentes!). No mais, gostei do filme. Que venham as continuações! :)

  • José Carneiro - 198 Comentários

    Achei bom, só isso. Sim, os efeitos são muito bons.
    Quanto ao final, não creio que ele tenha ficado humilde, acho que ele agiu com inteligência para interpretar os ensinamentos. Pelo que foi mostrado no filme praticamente inteiro, o Strange é um sociopata (psicopata fraquinho), não teria como mudar a personalidade daquela forma. Talvez o próximo filme mostre isso.
    Um off: pra quem gosta de filme de guerra, Land of mine e Hacksaw Ridge são muito bons.

    • Jefferson - 6.623 Comentários

      Você tem razão, o filme não chega realmente a mostrar a transformação de Strange, exceto pela cena em que ele pede a Nic que o ajude a operar a anciã. Eu estava pensando no personagem nos quadrinhos.

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Não consegui assistir a mais que 40 minutos de Jack Reacher: Never Go Back.

Eu gostei do primeiro Jack Reacher, gosto de Tom Cruise, gosto de Cobie Smulders, mas ainda assim não deu. O filme é um desastre. Perdi a conta dos problemas mas vou tentar enumerar.

  • No primeiro filme, Jack Reacher é um ex investigador militar que após dar baixa cortou relações com o exército e com o mundo em geral. Vive uma vida frugal, sem endereço fixo, carro, telefone ou cartão de crédito e viaja só com a roupa do corpo. Se envolve, por motivos pessoais, numa situação muito complicada para ele e para terceiros, num caso de repercussão nacional, mas em nenhum momento pede qualquer ajuda militar. No segundo ele é caracterizado logo nos primeiros minutos como um braço do “Tio Sam” que periodicamente liga para seu oficial de ligação na base onde ele foi comandante. Destruíram o personagem;
  • Reacher nunca tinha visto a major antes mas só por causa das conversas ao telefone queria se encontrar com ela? Outra coisa que não se encaixa no personagem;
  • Essa onda de politicamente correto de Hollywood é terrível. Todo roteirista agora tem que acrescentar uma mulher “forte” na estória, mesmo que essa estória não convença de jeito nenhum. Uma coisa é o roteirista ter o cuidado de fazer o script passar com folga no Teste de Bechdel mas outra bem diferente é querer colocar uma Lara Croft em todo filme de ação. Não convence. Já é suficientemente difícil fazer o tampinha do Tom Cruise ser realista derrubando sozinho e desarmado meia dúzia de marmanjos;
  • A rapidez com que o advogado da major, Coronel Moorcroft, passa de “palerma” a “interessado” somente por ter ouvido um sermão de duas frases de Reacher foi espantosa. Ainda se ele tivesse durado, mas no segundo encontro ele volta rapidamente a se comportar como um palerma;
  • Como é que dois civis que sequer estão disfarçados como militares conseguem autorização para entrar em um presídio militar para fazer a transferência de uma major e ninguém, nem mesmo o subordinado da major que está levando os mercenários até ela, questiona isso? Bastava ele ter dito “estou seguindo ordens, Major” para dar maior credibilidade, mas o soldado teve que levar uma dose de taser “na caixa dos peitos” para deixar de ser estúpido;
  • A fuga do presídio militar em plena luz do dia ofende minha inteligência;
  • Não me interprete mal: eu gosto de ver mulheres atraentes se despindo nos filmes tanto quanto a média dos portadores de cromossomo Y, mas ainda assim achei a cena em que a major tira a camisa quando está sozinha com Reacher completamente gratuita e até absurda.

E esses foram só os primeiros 40 minutos. Ainda não consegui encarar os outros 70.

 

 

 

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