 Jefferson,  11 de agosto de 2015, Chama-se Windows 10 IoT Core. E aparentemente é de graça. Mas você precisa ter uma das pouquíssimas placas compatíveis, como o Raspberry Pi 2. E estar rodando o Windows 10 no seu PC.
Não está claro se isso te dá direito a usar ilimitadas copias do IoT Core pela casa, nem que tipo de espionagem a MS pode fazer com isso.
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 Jefferson,  11 de agosto de 2015, Será que agora os brasileiros aprendem a usar o artigo correto?
O anúncio saiu na Betanews. A Google está passando por uma reestruturação e agora “o” Google e o resto “da” Google serão subsidiárias de uma nova empresa chamada Alphabet.
Espero que pelo menos agora os brasileiros chamem de “a” Alphabet. No mínimo porque “o Alphabet” soa ambíguo.
Visitem em abc.xyz
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 Jefferson,  08 de agosto de 2015, Já flagrei pelo menos cinco unidades na linha Newera E3 Pro no último ano. E, como era de se esperar, três deles pifados ainda na garantia. Mas o cliente preferiu absorver o prejuízo e comprar HDDs novos a esperar pela garantia da Elgin (ele mencionou que foi avisado pelo representante que é preciso levar o computador todo para a assistência e o processo poderia levar meses, embora o código de defesa do consumidor certamente proíba isso).
São HDDs de 500 e 750GB Seagate. Todos gloriosamente estampados com “Recertified” pelo fabricante. Os defeitos variam entre uso impossibilitado por centenas de setores defeituosos (não é possível recuperar com o HDD Regenerator) a batendo as cabeças.
Note nas fotos abaixo que a Seagate não tenta de jeito nenhum fazer o HDD passar por novo. O status de “consertado” está bem claro em dois locais em cada HDD.


A propósito, a fonte “slim” desses computadores também é problemática. Além de às vezes não ser capaz de dar partida se houver um HDD externo plugado na USB (desarma por excesso de corrente), em um ano meu cliente já teve que trocar seis fontes (ele não deve ter comprado mais que 15 máquinas), porque pifaram em um curto espaço de tempo. E tem que ser compradas à Elgin porque nenhuma outra fonte serve nessas máquinas. E uma das fontes trocadas pifou dois meses depois.
Quer um resumo? Não compre computadores Elgin.
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 Jefferson,  08 de agosto de 2015, Até bem pouco tempo atrás a versão free só estava disponível pra usuários domésticos, mas um anúncio no próprio programa diz que o uso agora está liberado para empresas.
Mas o “bloat”…
- Avast 9.0.2021.515 – 28/09/2014 : 89MB
- Avast 10.0.2208.712 – 05/02/2015: 129MB (engordou 10 MB por mês);
- Avast 10.3.2225 – 08/08/2015: 154MB (engordou 6MB por mês).
Está perto de dobrar de tamanho no período de um ano. Nesse passo eles vão realmente competir com a Symantec de igual para igual. Mas não pelo que os usuários querem.
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 Jefferson,  31 de julho de 2015, android, malware Se você não esteve dormindo debaixo de uma pedra nos últimos dias, deve ter ficado sabendo (é sério… isso deve ter sido noticiado até pela Ana Maria Braga) do bug no Android chamado de StageFright que permite instalar um malware no seu aparelho simplesmente pelo recebimento de uma mensagem MMS. E todas as versões do Android desde a 2.2 estão vulneráveis
Ora… a maioria esmagadora dos aparelhos Android nunca vai receber uma atualização para isso, então é melhor tentar fechar essa porta de outras maneiras.
Para desabilitar MMS (alguém aí ainda usa isso desde o Whatsapp?) na marra no Android 4.4.4 (outras versões também permitem isso, mas o caminho pode ser diferente).
Settings -> More Networks -> Mobile Networks -> Access Point Names
Em cada uma das operadoras (você pode ter mais de um chip), procure pela opção que tem a palavra MMS e apague o conteúdo de
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 Jefferson,  27 de julho de 2015, Para quem nunca ouviu falar, a Fon é uma empresa que através de acordos multinacionais tenta oferecer pontos de acesso WiFi “gratuito” no mundo inteiro para seus usuários. A idéia é que cada usuário deve compartilhar uma parte da banda que tem em casa ou no escritório com os outros usuários e assim ter acesso à banda de todos os outros, no mundo inteiro.
A Oi passou a oferecer o Oi WiFi Fon, cujo nome sugere um acordo com a Fon. Segundo os termos do regulamento, no máximo 1Mbps da banda contratada é separada para o link Fon, que é feito via WiFi.
Todo modem compatível apresenta duas redes WiFi. Uma sob controle total do usuário e outra aberta, com SSID “Oi WiFi Fon”.
Tive contato com isso neste sábado, visitando um cliente que havia instalado recentemente um Velox de 15Mbps.
O engraçado é que segundo a página da Oi, essa rede “pode ser acessada por qualquer pessoa dentro da empresa, independente de ser cliente Oi ou não”. Isso é diferente do modelo estabelecido pela Fon onde só outros participantes podem ter acesso. E o regulamento tem um palavreado diferente, que dá a entender que só usuários Fon tem acesso, mas isso não é claro:
Com o serviço Oi WiFi Fon habilitado, o mesmo dividirá a rede do cliente
em uma rede privada (com acesso bloqueado através de senha pessoal do cliente Oi
Velox NRES) e uma rede pública (com acesso através de login e senha dos usuários
temporários).
Eu não testei isso quando estive lá e como fica a 120km daqui, vou demorar a voltar. Alguém que tenha acesso a uma rede dessas pode dizer como realmente funciona?
Muita gente tem dúvidas sobre os problema de responsabilidade que isso provoca. Afinal, pode o dono da linha ser responsabilizado pelo que outro usuário Fon fizer nela?
Uma olhada na página de status desse modem esclarece essa dúvida. Uma interface virtual completamente distinta é separada para usuários Fon, com seu próprio IP, distinto do IP do dono da linha. Note também que a interface Fon não pode ser desconectada:

É interessante notar que tenho razoável certeza de que esse cliente nem sabe que está compartilhando a linha dele. E resolvi nem tocar no assunto para não estressá-lo sem necessidade. Não há risco de segurança até onde posso ver e 1Mbps não vão fazer qualquer diferença para o perfil de uso dele. Segundo a Oi, se ninguém estiver usando a rede Fon toda a banda fica disponível para o dono da linha. No geral, acho essa uma boa idéia.
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 Jefferson,  27 de julho de 2015, malware O que deveria ser usado para proteger o computador, está sendo usado para mantê-lo infectado.
Eu esbarrei nisso em maio e esqueci de registrar aqui. Peguei uma máquina para “limpar” e não conseguia de jeito nenhum restaurar as opções de página inicial dos browsers. Nem com a ajuda do JRT e adwCleaner. Acabei descobrindo que isso estava sendo definido nesta chave do Registro:
HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Group Policy Objects
Numa instalação normal do Windows XP, essa chave sequer existe
Exemplo de duas das várias entradas que promoviam o bloqueio das configurações dos navegadores:
[HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Group Policy Objects\{31598907-C2A1-4DD3-B287-4068993AF277}User\Software\Policies\Microsoft\Internet Explorer\Main]
“Start Page”=”www.123rede.com?oem=mbtkv3&uid=S1ZVJ50Z311252_SAMSUNGHD502HI&tm=1428352463”
[HKEY_CURRENT_USER\Software\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Group Policy Objects\{EA11CB36-712C-49B0-B99D-5324F537874A}User\Software\Policies\Microsoft\Internet Explorer\Main]
“Start Page”=”www.top8844.com?oem=mbtkv3&uid=S1ZVJ50Z311252_SAMSUNGHD502HI&tm=1429182147”
Sim, você está vendo dois objetos, aparentemente do mesmo “autor”, forçando o IE para duas páginas iniciais diferentes. É malware brigando com malware.
Eu fiz um backup da chave e a apaguei. Após reiniciar o problema de bloqueio sumiu. Mas ainda assim não consegui manter a página inicial que eu configurava. Esse cara usa alguma outra técnica em conjunto com os GPOs que não consegui identificar.
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 Jefferson,  27 de julho de 2015, manutenção 
Eu esbarrei nesse problema ao transferir um HDD com o Windows XP para outra máquina, com uma placa-mãe muito diferente. Nem o mais básico driver para o hardware novo instalava, sempre acusando esse erro. Nunca aconteceu antes comigo.
Eu presumo que a instalação já estava corrompida e o problema só se manifestou na mudança do hardware.
Como eu não tinha tempo para investigar exatamente o que estava ocorrendo e uma rápida busca no Google retornou soluções muito complicadas, tomei um atalho: substituí o diretório “C:\Windows\inf” inteiro pelo da minha instalação do XP e reiniciei.
Problema resolvido.
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 Jefferson,  26 de julho de 2015, Primeiro, vou começar com uma espécie de glossário:
- h.265, também chamado de HEVC, é o sucessor do h.264. O algoritmo permite uma redução da quantidade de informação necessária para uma mesma qualidade, o que se traduz em menos espaço de armazenamento e menos banda necessária para uma imagem de mesma qualidade. Falam em até 50% de economia. Mas isso também requer um maior poder de processamento, principalmente nos decodificadores;
- MPEG LA é o nome da aliança que até bem pouco tempo atrás reunia todas as empresas detentoras de patentes nesses processos. Isto desde o tempo do DVD, passando pelo DiVX e Blu-Ray. Essas alianças são formadas para simplificar a cobrança e pagamento de licenças. Uma empresa querendo desenvolver algo baseado em certa tecnologia só precisa de uma licença em vez de correr atrás de várias.
O que eu entendi da encrenca é que o padrão h.265 vem sendo adotado há algum tempo por fabricantes de hardware e desenvolvedores, sob licença da MPEG LA. Mas um grupo de empresas participantes do MPEG LA insatisfeito com as regras da aliança, que, entre outras coisas, impõem um “teto” para o quanto é necessário pagar de licença para as patentes (6.5 ou 25 milhões de dólares por ano em certos casos) decidiu formar outra aliança, chamada de HEVC Advance e mudar as regras do jogo durante a partida.
O que a HVEC Advance quer:
- Que todo mundo pague a eles royalties além dos que já são pagos à MPEG LA (ela não detém todas as patentes necessárias);
- 0.5% sobre o faturamento bruto (o impacto sobre o lucro é obviamente maior) relacionado com o uso da tecnologia;
- Fim dos usos gratuitos. A MPEG LA considera que qualquer streaming que não seja cobrado do usuário também não precisa pagar royalties. A HVEC Advance não vê dessa forma;
- Pagamentos por produto vendido que chegam a 5x o cobrado pela MPEG LA;
- Acabar com o teto. 25 milhões de dólares pode parecer muito, mas alguns sugerem que isso pode custar ao Facebook e Netflix algo como 100 milhões de dólares por ano.
- Que isso seja retroativo à primeira venda. Ou seja: todo fabricante que já vendeu equipamento capaz de decodificar h.265 (televisores, por exemplo) e pagou tudo direitinho à MPEG LA já está devendo no mínimo cinco vezes mais à HVEC Advance.
Isso parece uma atitude tão imbecil que sou obrigado a imaginar que não partiu das empresas envolvidas (ninguém tem certeza ainda de quais são). Isso me parece coisa de um grupo de estelionatários de alto padrão advogados que conseguiu convencer essas empresas a formar essa nova aliança na esperança de nadar em dinheiro.
Me parece certo que isso vai entulhar os tribunais e botar um pé no freio da adoção do h.265. John Carmack já pulou fora.
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 Jefferson,  26 de julho de 2015, android, hardware, reviews Comprei dia 07/07. Chegou dia 14/07. Paguei R$674 + frete de R$9,90 à vista nas Americanas. O meu é branco como na foto:

Downloads e manuais
Este telefone é muito similar ao meu GT-I9300I (Neo Duos). Eu só o comprei por três razões:
- Minha mãe está reclamando demais do Grand Duos;
- Estou de saco cheio com o problema de não poder carregar o Neo Duos enquanto uso o Waze;
- O preço estava razoável.
Então eu pretendo fazer um “rodízio de telefones” aqui em casa.
Algumas características relevantes:
- Resolução da tela: 720 x 1280 pixels (~294 ppi) – a resolução é a mesma, mas a densidade é ligeiramente inferior à do Neo Duos por causa da tela ligeiramente maior;
- Android v4.4.4 – mais recente que o Neo Duos;
- Flash: 16 GB – igual ao Neo Duos;
- RAM: 1.5 GB – igual ao Neo Duos;
Veja a lista completa no GSM Arena
Pontos positivos
- Suporte a dois SIM;
- Resolução da tela é adequada;
- RAM livre parece suficiente;
- Interface ágil. Única exceção é o Chrome quando vendo sites com certas propagandas animadas (não sei se é vídeo);
- jack do headset do mesmo lado que o conector USB. Telefones como o Neo Duos colocam o jack do lado oposto, o que aumenta a gambiarra na hora de ligar o telefone no carro, por exemplo;
- Até agora nenhum problema com a app de SMS;
- Suporte nativo à identificação das operadoras de todos os números de telefone, de todos os contatos. É o recurso Chamada Certa da Samsung. Com um só comando todos os meus contatos baixados do backup Google foram atualizados com a identificação de operadora celular;
- Grava chamadas muito bem com o Automatic Call Recorder;
- Parece ter uma autonomia muito superior à do Neo Duos no meu perfil de uso. Fiz uma viagem de 80 minutos que drenou 27% da bateria, com Waze ligado, tela acesa o tempo todo, GPS + Um SIM + 3G ativo. Isso dá 1% de descarga a cada 3 minutos. Com uma autonomia dessas eu raramente vou precisar carregar o telefone enquanto uso o Waze.
Pontos negativos
- Não mostra mais o nome de quem ligou em uma chamada perdida na Lock Screen. Eu tenho que destravar o telefone para ver de quem foi a chamada. Eu entendo que exibir o nome na Lock Screen pode acarretar um problema de privacidade, mas eu gostaria de poder optar por essa privacidade;
- A bateria não é removível – É meu primeiro telefone assim;
- Precisei cortar de novo meus chips porque o danado usa nano-SIM;
- Teclas “aplicativos recentes” e “voltar” também são invisíveis. É neste ponto que eu confirmo minha birra com essa decisão de design da Samsung, porque no Neo Duos em vez de “aplicativos recentes” a tecla é “menu”. E não tem jeito de você saber sem tocar (e geralmente errar). Os telefones são da mesma faixa de preço, usam firmwares próximos e ainda assim a Samsung decide mudar o propósito de um botão invisível;
- O SMS Contact Resolver não funciona;
- A minha primeira impressão do GPS foi péssima. Meu primeiro uso do GPS foi numa saída de carro em um dia de chuva e nem na ida nem na volta o telefone foi capaz de fazer o fix. Até parecia que não tinha um GPS. A impressão melhorou nos dias seguintes, mas ainda assim o GPS parece ser o pior de todos os aparelhos Samsung que já tive. Numa viagem de 80 minutos, com tempo aberto, GPS na minha mão na mesma posição o tempo todo, sentado no banco da frente do carro, eu notei a perda do sinal GPS quatro vezes. Pode ter perdido mais e não vi;
Aparentemente não é capaz de carregar a bateria enquanto usando o Waze, assim como ocorre com o Neo Duos. Eu digo aparentemente porque só testei por alguns minutos e talvez a carga seja apenas demorada. Sim, é possível, Veja comentários.
É a minha primeira experiência com um aparelho que exige nano-SIM e não gostei.
- Você precisa de uma ferramenta sempre que quiser tirar os chips (e o cartão microSD também);
- O aparelho tem dois outros furos muito parecidos, um em cima e outro embaixo. Segundo o manual os dois são microfones. Não acho muito difícil você se enganar e arrebentar o microfone com a ferramenta pensando que está abrindo o slot de um dois chips, como aconteceu com esse cara aqui;
- Não é muito confortável você ter que cortar o chip que tem há 10 anos e cujo número todo mundo conhece. Eu fiquei uns cinco dias sem usar o telefone até criar coragem para cortar meu chip. Antes eu fui até uma loja da OI para perguntar se faziam a troca e me disseram que só fazem para o nano se eu mudar para o OI Controle, o que eu não quero fazer. Mas também me disseram que eu eu perdesse meu chip eu poderia adquirir outro nas mesmas condições. Isso me deixou seguro de que se em danificasse o chip ao cortar, pelo menos poderia reaver meu número e créditos (tenho R$320) em outro SIM “normal”;
É desagradável perceber que o GPS é inferior, mas isso eu posso contornar com um GPS externo e Bluetooth.
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Trabalho desde 2007 com versões “embedded” do Windows e estive esse ano no Microsoft Build em San Francisco e conversei com o time IoT. Essa versão do Windows 10 chamada de Core, é parte da versão “Full”, finalmente eles conseguiram fazer uma versão realmente escalável do Windows.
Eu fiz um post sobre isso lá no meu blog.
Marcelo,
Você pode confirmar minha suspeita de que o IoT Core não roda programas x86 “normais” do Windows e que é necessário, mesmo usando uma board x86, criar apps “universais”?
Jefferson, falando do W10: você já tem alguma opinião formada sobre ele? Realmente a MS acertou definitivamente agora?
Desde que minha licença trial do Windows 8.1 expirou eu voltei a usar o XP.
Tive curiosidade de testar o Windows 10, mas vou deixar a poeira baixar antes. As críticas ao comportamento de spyware do Windows 10 são muitas e eu definitivamente não posso me dar ao luxo de rodar um SO no desktop que me espione. Minhas perversões são um assunto só meu.
E do Google. E do bittorrent…
Fora os dados pessoais e de meus clientes.
Spyware embutido no SO é o fim da picada. Se a política de privacidade oficial da MS para o Windows 10 oferecida *para seus clientes* já é preocupante, tenho pena de quem usar o Windows 10 pirata.
O Android e suas apps já são um grande problema, mas o estrago que a espionagem do Android pode fazer comigo é limitado. No meu desktop? Não há limites…
Se a MS liberar uma versão trial do Windows 10 RTM eu posso até “brincar” com ele em uma sandbox. Mas não vou trabalhar de verdade com ele por enquanto.