Até hoje eu só tinha visto as ondas resultantes do tsunami, mas nunca o mar recuando, deixando um vazio antes da onda chegar. No início do vídeo eu estava “meehhh…” mas o que parecia não ser nada demais logo se tornou uma corrida pela vida.
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Até hoje eu só tinha visto as ondas resultantes do tsunami, mas nunca o mar recuando, deixando um vazio antes da onda chegar. No início do vídeo eu estava “meehhh…” mas o que parecia não ser nada demais logo se tornou uma corrida pela vida. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioIsso me surpreendeu. Meu senso de ética não me permite estacionar na vaga de um estabelecimento comercial quando meu destino não é esse estabelecimento, até mesmo porque eu considero que a partir da linha imaginária que seria o muro, eu estou invadindo propriedade alheia. Mas pelo que aprendi hoje, existe um entendimento (não está explicito) da resolução 302/2008 do CONTRAN de que ao criar vagas na fachada do imóvel o proprietário do estabelecimento está tomando vagas públicas (negando o estacionamento paralelo ao meio fio) e por isso seu estacionamento na fachada se torna público. Além disso existe um regramento (que não sei se se aplica a todas as cidades) de que você não pode rebaixar mais que 60% do meio fio na fachada do seu imóvel sem autorização. Isso é abordado nesta matéria e nesta. O que nenhuma das duas menciona é o que acontece se na via for proibido estacionar. Meu senso de lógica diz que nesse caso o estacionamento é claramente privado, porque nenhuma vaga pública foi tomada. Mas isso não vai impedir os folgados de usarem a propriedade privada citando a norma e causando transtorno para o dono do estabelecimento. E de qualquer forma, uma regra justa pelo menos limitaria metade das vagas do estabelecimento a serem públicas, porque cada vaga tirada do meio fio abre quase duas vagas perpendiculares. A reportagem a seguir mostra que em Passo Fundo o entendimento é que o estacionamento só se torna público se o proprietário tiver rebaixado todo o meio fio: E esta outra, da mesma cidade, esclarece que “todo” significa “mais que 50%”: Uma coisa que me incomoda nos vídeos acima é a reportagem usar como exemplo lugares onde se vê claramente placas de “proibido estacionar” e até “proibido parar e estacionar”. Situações onde para mim o entendimento claramente não se aplica. 2 comentáriosClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEu estava respondendo a um comentário ridículo feito no meu post sobre a propaganda enganosa da TON, quando esbarrei nisso. Esta é a primeira página do contrato que baixei no dia 20 de dezembro de 2020: E esta é a primeira página do contrato que baixei hoje, que alega ter sido atualizado pela última vez em 07 de janeiro de 2020. Ou seja, que foi atualizado 11 meses antes da data da minha cópia: Já nas miniaturas você pode ver que são bem diferentes, mas você pode clicar nas imagens para ver em tamanho real ou comparar os contratos na integra aqui. Os contratos são praticamente idênticos a partir da segunda página, mas as diferenças da primeira já são de arregalar os olhos. Este parágrafo foi acrescentado:
Somente nesse parágrafo já foi acrescentada outra contratada inexistente no anterior, cujos Termos e Condições tem 93 páginas! Eu não sei quando essa nova versão do contrato entrou em vigor. O que eu sei é que ela expande consideravelmente as obrigações do usuário e alega ter entrado em vigor 11 meses antes do contrato que eu baixei do próprio site da Stone/Ton. O que vocês acham? A situação é tão absurda que conferi as datas várias vezes. É tão descarado que fico com a sensação de estar interpretando algo errado. Conseguem enxergar uma explicação aceitável para isso? Se a TON editou retroativamente seu contrato eu certamente não quero ter nada a ver com essa empresa. 11 comentáriosClique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioÉ uma série de anime original Netflix do gênero fantasia, Eu quase desisti nos primeiros minutos, quando Terrorblade foi apresentado, pois me deu a impressão que seria mais uma série tola com o demônio como antagonista principal. Mas dei uma chance e apesar dos primeiros dez minutos continuarem deixando a desejar, no final do primeiro episódio eu fui fisgado. O nível foi melhorando e a complexidade do enredo foi aumentando com a apresentação de novos personagens e não consegui parar de assistir do quinto ao oitavo e último episódio. Não levou muito tempo porque são oito episódios de 25 minutos, o que dá menos de 3h30. Mais curto que o Snyder Cut e um uso muito melhor do meu tempo. Pretendo assistir ao “segundo livro” assim que sair e já imagino nova reviravolta com o favor que o shopkeeper certamente vai pedir. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioNão foi fácil. É difícil simpatizar com o personagem principal, um palerma determinado a ganhar um Prêmio Darwin, e o roteiro não se esforça para fazer sentido. Mas a coisa começa a melhorar por volta dos 32 minutos com a adição de alguns personagens e o filme acaba bem.
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Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioComo um filme que faz as cenas de ação da série Velozes e Furiosos parecerem copiadas de um documentário consegue uma pontuação de 78% dos críticos, mesmo com um elenco, estória e efeitos especiais muito inferiores e sem ter nem uma pontinha de comédia para tentar justificar o absurdo? O segredo de Shadow In The Cloud parece ter sido incluir uma dose massiva de política de gênero. É um filme feito para deleitar as feministas da quarta onda. Na época altamente polarizada em que vivemos, quando eu li uma crítica negativa do filme apontando justamente o esforço sobrenatural do roteiro em passar a mensagem que “todos os homens são porcos” num filme de guerra-ação-horror (ainda se fosse num romance ou drama), eu achei que pudesse haver algum exagero na crítica. Não havia. E se fosse só esse o problema ainda dava para ignorar, mas depois disso só piora. Não há nada que se aproveite no filme. Nenhuma cena. Nenhum diálogo. Nada. 1 comentário
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEu conheço o personagem dos quadrinhos por isso sabia que aquilo tudo só podia ser uma ilusão* fabricada por Wanda. Isso me fez ter a “paciência” de pular quase tudo dos quatro primeiros episódios até mesmo por que eu não estava certo de saber a razão de Wanda estar fazendo tudo aquilo. Mas a coisa só melhorou mesmo a partir do sétimo episódio. Se eu não conhecesse o personagem, possivelmente teria desistido aos 11 minutos do primeiro episódio, que foi quando perdi a paciência com as situações ridículas e comecei a saltar as cenas. Não é grande coisa, com muito absurdo típico de estória em quadrinhos, mas conseguiu me entreter.
(*) “Ilusão” não é a palavra apropriada. O personagem da Feiticeira Escarlate é conhecido pelo seu poder de moldar a realidade, que era o que ela estava fazendo. Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEu até comecei a listar os problemas que encontrei no roteiro, mas depois vi que era tolice. Boss Level precisa ser tratado como comédia e assistido sem prestar atenção ao enredo, pois de todos os filmes no estilo “dia da marmota” (Feitiço do Tempo) que já assisti, este é o que menos faz sentido e não creio que o roteirista tenha se preocupado com isso. Gostei dos personagens e dos diálogos. 3 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioA premissa é interessante. Em um futuro distante em que a humanidade colonizou outros planetas, em um deles é possível ver os pensamentos das pessoas, mas com um detalhe: não o das mulheres. Coincidentemente eu fiz um texto alguns dias atrás sobre o Monólogo Interior que se encaixa bem na premissa. Isso poderia render uma boa estória, mas o roteiro de Chaos Walking é uma bagunça, não gostei dos personagens, não tive motivo para gostar dos atores e não há nenhum diálogo que se aproveite. A premissa é a única coisa que se salva. É até difícil acreditar que seja do mesmo diretor de Sr. e Sra Smith, A Identidade Bourne, Jumper e No Limite do Amanhã. spoilers adiante
O filme às vezes parece o primeiro episódio de uma série, mas nem isso explica todos os problemas do roteiro. 2 comentários
Clique para comentar(Prefira clicar em "Responder" se estiver comentando um comentário)Deixe um comentárioEu fiquei sabendo hoje, por Estejam cientes que quem tiver se inscrito no post receberá todas as versões do comentário. Vocês também podem fazer um comentário explicando o que querem corrigir e eu farei a correção. 2 comentários
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Há uma ferragem no meu bairro que possui duas vagas paralelas na fachada (é um imóvel estreito), até aí ok. Só que eles colocam tantos produtos em exposição em frente à loja que quando você estaciona alí a traseira do carro está rente à sargeta, obviamente ocupando a calçada e bloqueando o fluxo de pedestres.
Ainda não decidi se devo tentar explicar amigavelmente isso ao proprietário ou denunciar na prefeitura, mas a situação me incomoda :/
O meu bairro é uma bagunça. Para me queixar de todo mundo que está obstruindo a calçada eu tenho que começar pelos que se apropriaram da rua. E estou falando de residências.
Mas onde eu trabalhava, o estabelecimento da frente passava uma corrente bloqueando a calçada e eu só não denunciei porque não sabia para onde telefonar.