 Jefferson,  24 de abril de 2015, Liam Neeson deveria ter ficado longe desse.
Não sei o que é pior: a direção, as atuações ou o enredo. A estória não tem pé nem cabeça; só o que se vê é Liam Neeson correndo (em cenas borradas porque ele ou está velho demais para isso ou estava com má vontade com o diretor), explosões e perseguições sem sentido e os cortes entre algumas cenas são tão estranhos que me lembraram de outra bomba: “Expendables 3”. E havia necessidade de fazer aquela palhaçada na rodovia? Mesmo o personagem principal sendo inocente do crime original, acaba culpado das muitas mortes que provocou com seu plano para roubar um carro de polícia. Como paródia da série Taken essa película é bem mais fácil de justificar.
Fui enganado pelo trailer, que parece ser de outro filme, completamente diferente. Eu esperava Neeson vítima de uma inescapável conspiração de seus antigos empregadores no governo. Bah! Era um simples mafioso russo.
OBS.: Eu desisti a meia hora do final na cena em que está todo mundo reunido para planejar o ataque ao mafioso. A atuação era tão ruim que eu fiquei agoniado! Ainda bem que não paguei para ver isso no cinema!
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 Jefferson,  22 de abril de 2015, GoT 
O primeiro contato que tive com GoT foi o primeiro volume da série que ganhei de presente do meu amigo José Carneiro. Até então eu desconhecia completamente a obra e seu autor.
Não consegui ir longe. Não devo ter chegado à página 100 (o livro tem 587 contando o apêndice). E olha que eu teimosamente (ainda bem) suportara a maçante primeira metade de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”.
O problema é que intriga me incomoda e isso é abundante na obra, sem nem um fiapo de humor para descontrair. GoT é uma leitura pesada e complicada de acompanhar com tantos personagens de nomes e sobrenomes parecidos, lembrando-me de “O Senhor dos Anéis” apenas nesse aspecto. Sem um gráfico com a árvore genealógica das casas eu não teria ido longe mesmo que conseguisse digerir as intrigas.
Fiquei adiando assistir à série pensando “um dia eu arrumo estômago para ler o livro”. Acabei desistindo do livro este mês por causa da massiva propaganda da quinta temporada na HBO. Assisti a alguns capítulos esparsos quando o canal HBO Signature ficou com sinal aberto para transmitir uma maratona GoT dia e noite e acabei renovando meu interesse pela estória.
Mas continua não sendo fácil. E os “duelos de espadas” nas muitas camas do reino são o menor dos meus problemas.
Do livro eu só lembro da intriga. Na série de TV a violência, a maldade e a crueldade são tão onipresentes que até as cenas de sexo perdem a graça. Temos um que gosta de queimar gente viva, outro que gosta de esfolar gente nada morta… Não se passam 20 minutos sem que você queira estrangular um ou mais personagens confiante de que isso faria um grande bem para a raça humana (ou seja lá o que eles forem em Westeros). Você poderia argumentar que “psicopatas em abundância não são novidade em outras séries”, mas o que torna GoT menos palatável é que os poucos mocinhos raramente tem vitórias. Não existe um equilíbrio entre o bem e o mal em Westeros. E George R. R. Martin tem especial prazer em não ser previsível. Até mesmo quando certos personagens personagens “do mal” morrem é de forma quase mundana ou casual e não por vingança dos mocinhos que eles atormentaram. A audiência assiste um episódio atrás do outro sem sentir o prazer de uma vitória sequer (a não ser que você esteja torcendo por tipos como Joffrey e Ramsay, é claro). Não perdoa J. K. Rowling por ter matado Dumbledore? George R. R. Martin é capaz de matar uma dúzia de Dumbledores por volume da série! Qualquer semelhança com o Senhor dos Anéis nesse aspecto é mera alucinação.
Por outro lado a estória é interessante e os valores de produção são altos. Do puro dinheiro mesmo à competência dos atores e direção. GoT me cria o estranho problema de ser uma estória que quero acompanhar, mas tenho que “respirar fundo” para assistir.
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 Jefferson,  22 de abril de 2015, wordpress Tomei essa decisão por livre e espontânea pressão da Google. Mas eu deveria ter feito isso há muito mais tempo.
A pressão veio de uma decisão da Google que foi apelidada de Mobilegeddon (Armageddon Móvel). Desde ontem a Google passou a levar em conta se um site é “amigável para dispositivos móveis” ao atribuir o ranking das suas buscas. Eles até oferecem um teste para avaliar se o site é compatível.
Eu achei que o WordPress já fizesse isso automaticamente, mas tive uma dupla surpresa ao testar isso hoje, usando o meu celular via 3G. Além de não ter uma versão móvel, e justamente por isso, abrir a primeira pagina deste blog consumiu em poucos segundos cerca de 5MB. Metade da minha franquia diária. E ainda assim nada se aproveitava porque eram muitas imagens parcialmente carregadas. Se eu tivesse deixado continuar possivelmente teria consumido toda a minha franquia. Raios… o WordPress não gera uma versão mobile nativamente…
E olha que eu uso o telefone celular para navegar na web até em casa. Eu só não visito os meus próprios sites com ele…
Em alguns segundos de pesquisa já tinha uma possível solução: o plugin WPtouch. Agora quem visitar este blog em um dispositivo móvel verá algo completamente diferente. E passa no teste da Google.

Esse é o tema gratuito do WPtouch. Não é nenhuma belezura, mas também não é feio. E pelo menos no Chrome para Android você sempre pode requisitar a versão Desktop da página, se não gostar da versão móvel.
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 Jefferson,  21 de abril de 2015, É um recorde. Desde o Windows 9x é a primeira vez que meu desktop primário roda a mais recente versão do SO da MS por tanto tempo. E o mais impressionante é que estou usando com o UAC ligado. O Windows 7 só era minimamente tolerável se eu desligasse o UAC.
Comecei em dezembro, usando a versão gratuita de teste. De lá para cá só fui forçado uma meia dúzia de vezes a reiniciar por outro SO, por causa de um software específico que não roda em 64 bits e eu não tinha uma VM pronta para acomodá-lo. É importante reiterar que eu só deixei de usar o XP porque eu preciso do maior endereçamento de RAM das versões do Windows, então se fosse para tolerar as idiossincrasias do Windows 8.1 na versão 32 bits eu só iria largar o XP quando um novo malware como o Blaster o inutilizasse.
É sempre bom lembrar também que eu uso o computador entre outras coisas para trabalhar e criar conteúdo online e offline. Se eu fosse o tipo de usuário que só precisa acessar Facebook, Twitter, email e outros serviços online, até o Linux me serviria (para esse tipo coisa, meus tablets e telefones Android quase são melhores que meu desktop Windows).
Impressões diversas
A razão mais provável para eu poder rodar o Windows com UAC ligado é que estou menos dependente de programas que requerem rodar como administrador. O problema não é ter que dar permissão aos programas, mas sim que rodar um ambiente misto tem efeitos colaterais persistentes. Desligar o UAC coloca todo mundo no mesmo nível e esses problemas desaparecem.
Não posso mais confiar na hibernação. É importante que eu salve todo o meu trabalho antes de hibernar porque freqüentemente, sem qualquer erro ou explicação, quando eu volto da hibernação o Windows 8.1 dá um boot “normal” e tudo se perde. Isso raramente acontecia no XP e quando acontecia havia alguma mensagem de erro para tentar explicar. Hoje acontece algo como uma vez por semana. É importante registrar aqui que, após mandar hibernar, eu vou para a porta do quarto e quando eu vejo as luzes do computador desligarem eu desligo o disjuntor. O mesmo procedimento que eu fazia há anos com o XP. Mas desde o Windows Vista eu não tenho certeza do que a Microsoft acha que seja “desligar”.
Agora não é mais possível checar facilmente as senhas das conexões sem fio, mesmo logado como administrador. E “esquecer” redes ficou mais complicado no 8.1. Porém essa possibilidade ainda existe usando o comando netsh. O estranho (não confirmei ainda) é que parece ser possível obter as senhas Wi-Fi mesmo sem permissões de administrador. Eu criei um utilitário para me ajudar nisso e fiquei espantado ao esquecer de rodar como administrador e ainda assim ele retornar a senha wi-fi armazenada no notebook de um cliente.
Após instalar o driver de vídeo Intel mais recente disponível no site da Gigabyte, reconheceu corretamente meus monitores entrou em modo desktop estendido e com o monitor correto (HDMI) como principal. Ponto positivo porque no XP esse driver da Intel já me deu algumas surras;
Achei interessante haver uma barra de tarefas em cada monitor, mas o principal é o único que exibe área de notificações e o relógio.
O Gerenciador de Tarefas é impressionante. Em especial os gráficos mostrando em tempo real a velocidade de leitura e gravação em cada disco incluindo o processo envolvido.
CONFIGURAÇÕES ESPECÍFICAS PARA O MEU USO E ACRÉSCIMOS A FAZER SEMPRE QUE REINSTALAR
- A imensa dificuldade para entrar no Modo de Segurança e fazer qualquer operação de recuperação ainda vai me morder um dia (já mordeu alguns clientes), por isso tenho tomado o cuidado de ao menos fazer backups regulares do Registro. Pela mesma razão acho Secure Boot e UEFI um grande risco para a minha sanidade, por isso deixo desligado.
- Tive que ativar o modo de teste (desliguei a assinatura de drivers) para poder usar o Freeotfe e Arduino – bcdedit.exe /set TESTSIGNING ON (como admin).
- Tive que baixar o Windows Help para poder ver o Help do Delphi.
-
Nomes dos arquivos:
Windows8.1-KB917607-x64.msu
ou
Windows8.1-KB917607-x86.msu
- É uma boa ideia pré-instalar também o DotNetFX v3.5 para 64 bits. O Pacote usado para o Windows 7 e XP não serve para o Windows 8. Se você não pré-instalar, na primeira vez que essa versão do .NET for necessária o Windows 8.1 se oferecerá para baixar e instalar. O que não é problema se você tem acesso a uma banda larga decente, mas no meu acesso de 800K isso leva pelo menos 46 minutos.
PROBLEMAS AINDA NÃO RESOLVIDOS (OU MAL RESOLVIDOS) COM SOFTWARE DE TERCEIROS
Ainda não consegui fazer o Subtitle Workshop funcionar com MKV. 07/10/2015 – Resolvido. Basta instalar a versão 6, clicar com o botão direito sobre a janela de preview e escolher VMR9 como Video Renderer;
- Instalei o Network Activity Monitor v1.7, porque a falta de uma dica mínima sobre tráfego me incomoda. Mas toda vez que volto da hibernação o programa pára de funcionar e é preciso entrar e sair de Settings (não mexer em nada e clicar em OK). Reiniciando o Windows o problema não ocorre;
- Fui obrigado a abrir mão da versão 3.32 do Direct Folders e me contentar com a limitada versão 3.73. A versão 3.32 não funciona desde o Seven x64. Carrega, aparece o menu, mas clicar nos itens não leva a lugar algum. Testado com UAC desligado e ligado. Já a versão 3.73 quer que você pague pela versão Pro por uma funcionalidade que existe na 3.32;
- Voidtools Everything Version 1.3.4.686 (x64) falha com freqüência. Às vezes não mostra arquivo algum e às vezes fecha abruptamente. No XP 32 bits era absolutamente estável;
EXPLORER
O Explorer parece ter ficado menos estúpido na hora de manipular colisões de nomes de arquivo e contar o tempo restante de uma operação. Nesses quatro meses eu ainda não me deparei com problemas ridículos como este ou este.
Continua o absolutamente enfurecedor ordenamento automático. Não compreendo como alguém consegue sequer tolerar isso e muito menos achar desejável;
BUG: Se eu tiver uma janela do Explorer aberta em um diretório e salvar algo nesse diretório (seja baixando da internet com o PaleMoon ou salvando localmente com o Delphi 7), enquanto eu não der F5 o arquivo não aparece. Quando eu preciso que ele faça refresh automático ele não faz… Esse problema nunca existiu no XP SP3.
A busca de arquivos parecia ser pior que a do Vista (!), porém isso se deveu a um problema de GUI. Eu não estava encontrando nem simples opções como limitar uma busca por data. A razão é que ao clicar na caixa de busca os menus do Explorer mudam, mas eu não conseguia ver isso porque a caixa de busca fica no canto direito do explorer e os menus mudam à esquerda. Em uma tela widescreen a mudança fora do meu foco visual não era grande o bastante para eu percebê-la. Eu só consegui “ver” os menus quando fiz uma pesquisa na internet para entender como funcionava. Se eu usasse monitores pequenos talvez tivesse notado isso antes, mas meus monitores são de 22″ fullHD e fixar o olhar na caixa de busca efetivamente coloca as opções de busca fora do meu campo de visão. Agora que eu sei que clicar na caixa de busca ativa opções em outro lugar na tela, ficou usável.
Esta é a aparência normal dos menus de uma janela do Explorer.

E quando você clica na caixa Pesquisar, os menus mudam. Uma aba “Ferramentas de Pesquisa”, anteriormente invisível, se abre. A partir da primeira pesquisa fica ainda mais difícil notar que isso acontece porque ao mesmo tempo uma lista com as últimas pesquisas que você fez se abre no lugar que você clicou.

De qualquer forma isso só é relevante para mim quando estou diante de máquinas de terceiros. A busca de arquivos nativa do Windows foi irremediavelmente inutilizada desde o Vista e não a uso se tiver escolha.
A exibição de progresso ao copiar/mover arquivos é menos burra que no 7. Ele continua inexplicavelmente incapaz de dizer quanto tempo falta para executar certas operações, mas pelo menos indica quantos itens faltam (e quantos GB), assim você pode usar uma calculadora para fazer o que o computador não sabe.
Na figura abaixo, note que o gráfico que deveria aparecer com a velocidade da operação não está aparecendo. Em vez disso o Windows o transforma numa de suas malditas barras de progresso que não mostra progresso algum (uma “novidade” do Vista que me assombra até hoje).

O que torna esse “problema” do Windows mais espantoso é que o Windows 8.1 sabe a velocidade atual com que os arquivos estão sendo copiados/movidos. Basta olhar no gerenciador de tarefas.
Esses dois snapshots são da mesma operação. Como é que O Windows sabe a velocidade atual e quantos GB falta copiar, mas não pode estimar quanto tempo falta? Como ele sabe a velocidade atual mas mesmo assim desliga o gráfico de velocidade?
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 Jefferson,  21 de abril de 2015, Livros, WTF Como eu já mencionei aqui várias vezes, sou um fã da série “Artemis Fowl” e por isso quando o meu amigo José Carneiro me emprestou, antes mesmo de ler, Por um Fio (Plugged) do mesmo autor, esperei por algo sensacional.
Quebrei a cara. É fácil entender por que as outras obras de Colfer tem longas páginas na Wikipedia mas essa (hoje) sequer tem uma sinopse quatro anos após o lançamento.
Nem parece que o livro foi escrito pela mesma pessoa que concebeu Artemis Fowl e o mundo das fadas. A estória é fraca, enfadonha e apenas ligeiramente engraçada. As situações vividas pelo personagem principal são tão mirabolantes que o único adjetivo que me vem à mente para descrever o livro é “surreal” (no mal sentido).
E o texto na capa “Se Você Amou Artemis Fowl, É Hora de Crescer” soa ridículo quando você termina o livro. Tirando garçonetes, strippers, palavrões e insinuações de sexo, a trama beira o infantil. Nada se aproveita. Nenhum personagem memorável. Nenhuma piada realmente boa. Perdi meu tempo.
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 Jefferson,  16 de abril de 2015, Redes, Segurança, wi-fi, WPS PQP! Se você ainda tem WPS ativo no seu roteador WiFi, desligue e nunca mais ligue essa coisa!
Para quem não lembra (são tantas siglas que dão um nó na nossa cabeça), WPS é uma funcionalidade do padrão Wi-Fi que permite um dispositivo se conectar a um ponto de acesso Wi-Fi (vou chamar tudo de “roteador” daqui em diante) de forma simples, através de um código chamado PIN que vem impresso no fundo do aparelho ou apertando um botão no roteador.
OBS.: Apesar disso ter sido divulgado originalmente em setembro do ano passado em uma apresentação de Dominique Bongard, ainda não encontrei nenhum grande site (como o CERT) falando sobre o assunto. Isso pode ser porque não é tão sério quanto parece ou porque é tão sério que estão tentando abafar até aparecer uma solução. Eu não vou esperar para ter certeza.
A última vulnerabilidade que eu mencionara aqui no blog era a explorada pelo reaver-wps. Esta é pior. Em resumo, com o Pixie Dust Attack é possível descobrir o PIN do roteador com apenas uma tentativa, o que anula qualquer proteção baseada em restrição no número de tentativas (proteção contra ataques de força bruta). E já existe uma ferramenta Linux para explorá-la: o pixiewps. Eu só fiquei sabendo do exploit porque minutos atrás o autor de um mod do reaver-wps para usar o Pixie Dust Attack deixou um comentário no meu blog com um link. Agora existem duas ferramentas para explorar a vulnerabilidade então vocês vão ter que me perdoar por não esperar pelo CERT para ter certeza de que não é um exploit imaginário.
Você pode ver uma lista de roteadores vulneráveis e não vulneráveis aqui. No momento é muito pequena, com 46 itens. E a exata revisão de hardware faz diferença. Notem que o DIR615 aparece na lista em duas versões. Uma é vulnerável e a outra não.
Eu não pretendo fazer um tutorial para descobrir se o o roteador é vulnerável. Eu já venho desligando o WPS faz tempo mas sou capaz de entender a facilidade que ele oferece para usuários comuns. Só que depois dessa acabou: onde eu encontrar o WPS eu vou desligar sem nem perguntar o que o cliente acha disso. Mesmo que encontrem uma maneira de sanar o problema em novos firmwares, WPS simplesmente não é confiável.
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 Jefferson,  09 de abril de 2015, Isso era só uma questão de tempo mesmo. Desde o ano passado o Mercado Livre decidiu, usando uma lógica que só faz sentido se adicionarmos ganância, manipular a qualificação do vendedor que é exibida para os compradores baseando-se em fatores que nada tem a ver com a interação vendedor-comprador como:
- O número de vendas do vendedor;
- O valor dessas vendas;
- Se o vendedor usa ou não Mercado Envios e Marcado Pago;
- E a posição do vendedor num ranking interno, não divulgado, entre outros vendedores.
(esses fatores podem perfeitamente ser usados num sistema de qualificação interno para determinar ao ML que vendedores merecem maior suporte ou, no caso dos dois primeiros itens, serem alvo de suspeita de fraude, mas nunca entrarem como critério da que é exibida para os compradores)
Com isso, muitos vendedores com 100% de qualificações positivas passaram a ter exibido em seus anúncios avisos do Mercado Livre com o texto “Este vendedor não tem boa reputação no site” e “aqui estão anúncios de melhores vendedores”.
Um evidente insulto. E injusto e enganoso. Pois um vendedor do Rio Grande do Sul decidiu levar a coisa para o tribunal e o Mercado Livre, é claro, perdeu. E segundo o artigo o ML usou a bisonha defesa “os usuários são responsáveis pelas avaliações” que evidentemente não esclarecia como alguém com zero de qualificações negativas podia estar com seu indicador no vermelho e “não ter boa reputação”.
Eu mesmo tenho centenas de negociações, nenhuma negativa, e no momento meu indicador de confiabilidade está no máximo. Mas eu já o vi no amarelo mais de uma vez, com essas abusivas declarações do ML estampadas em meus anúncios.
Será que o ML aprendeu? Será que o indicador de confiabilidade vai voltar a indicar apenas o que os compradores pensam do vendedor, como era vários anos atrás? Ou o ML vai insistir em colorir o indicador de acordo com o dinheiro que nós pagamos a eles? Só o tempo dirá, mas acho que R$1600 é uma indenização muito pequena pelo desaforo.
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 Jefferson,  03 de abril de 2015, Há muito anos eu cheguei a culpar o vmware por um problema que impedia do Windows Live Messenger de funcionar. Recentemente eu descobri que isso não é exatamente culpa do vmware. Era duplamente culpa da Microsoft.
Você tem um utilitário que faz buscas na rede por certo hardware (como uma câmera IP) e ele nunca acha o hardware ou acha só às vezes? Esse pode ser seu problema.
Eu descobri isso recentemente ao escrever um software em Delphi que ia mandar um broadcast para toda a rede. Depois de muito apanhar descobri que meu software não funcionava em minha máquina de desenvolvimento, mas funcionava em algumas outras da minha rede. Mais algum tempo pesquisando sobre o problema e consegui “ver a luz”. O fato era que eu estava mandando meu software fazer um broadcast para a rede e ele estava fazendo exatamente isso. Mas eu tolamente pensara que o software era capaz de adivinhar para qual rede eu queria o broadcast e meu computador na prática fazia parte de duas. Ele estava fazendo broadcast para a primeira interface de rede que achou, que era justamente a que eu não estava monitorando.
E isso é mais comum do que você imagina.
Você tem Virtualbox, Vmware ou qualquer outro tipo de virtualização instalada? Você tem mais de uma interface de rede no computador. Talvez apenas uma seja “real”, mas os softwares não fazem e nem devem fazer distinção.

Na imagem acima você pode notar que por causa da instalação do Virtualbox minha máquina na verdade tem dois endereços IP:
Na prática, eu só considero o 10.0.0.3 porque este é o endereço conectado à minha rede local, mas nenhum software tem como adivinhar isso. A presença do Virtualbox na máquina só não atrapalha até minha comunicação com a internet porque não há nenhum gateway definido.
Você está em um notebook, com interface wireless e a cabo? Você tem pelo menos duas interfaces de rede. Se apenas uma delas estiver conectada, nenhum problema. Mas se você estiver conectado por cabo e ativar a interface wireless, sua máquina pode ganhar dois endereços IP distintos. Dependendo de como a rede é configurada, isso pode não acarretar nenhum problema ou vários.
Qualquer software que se comunique via rede e que não leve em conta a possibilidade de existirem múltiplas interfaces de rede na máquina pode falhar. Quando um programador consulta a API do Windows para saber qual o IP da sua máquina, a API retorna o primeiro IP da lista, mas a máquina pode ter outros. É preciso explicitamente requisitar à API todos os IPs da máquina. Esse é aparentemente um erro de programação bem comum.
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 Jefferson,  31 de março de 2015, hardware Eu vou acrescentar imagens e informações a este post à medida que as obtiver. Vou começar com um que precisei desmontar neste fim de semana.
Samsung NP270
 Samsung NP270 por dentro. Foto obtida com um Samsung Grand Duos.
Basta tirar um monte de parafusos no fundo e desengatar algumas travas em volta do notebook para remover o fundo como uma peça inteira. Dando fácil acesso à CPU, cooler e jack DC (que aparentemente quebra com freqüência nesse modelo). Memórias, HDD e drive óptico já eram fáceis de remover sem nem ter esse trabalho.
Os parafusos são quase todos do mesmo tamanho. Os poucos que são menores são fáceis de lembrar de onde saíram.
Problema: o teclado é inseparável da peça superior. Se o que você quer trocar é ele, tem que remover até a motherboard e a tela.
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 Jefferson,  30 de março de 2015, Chamar de “inútil” é elogio. “Sabotagem” é um termo bem mais adequado.
Eu instalei uma placa mãe com esse recurso na semana passada. É uma ASUS H61M-A. O computador desligou “do nada” quatro vezes enquanto eu instalava os programas e somente na terceira eu consegui entender o que realmente dizia a subseqüente mensagem no POST:
“power supply surges detected during the previous power on. Asus anti-surge was triggered to protect system from unstable power supply”.
Nas duas primeiras vezes eu havia entendido que a proteção apenas havia notado o desligamento inesperado. Na terceira eu percebi que a tal “proteção” estava deliberadamente desligando o computador e se orgulhando disso. Eu estava então instalando o Office 2013. A instalação ficou corrompida de tal forma que eu precisei de um Microsoft Fix-It para desinstalar e me permitir instalar outra vez.
Na quarta vez (em três horas de trabalho) eu tive que parar para descobrir como se desligava o insuportável “recurso”. Eu poderia imaginar que a fonte, uma xing-ling aproveitada da máquina anterior, estava ruim. Mas em todo lugar onde o tal Anti Surge Protection é mencionado em uma busca no Google é para reclamar desses desligamentos, com variados modelos de fonte:
- SevenTeam ST-420BKV,
- DUEX 500W DX500FSE,
- Coolermaster Thunder 500W,
- Corsair 650rm,
- Corsair CX Series CX750,
- Corsair 550W VS series,
- Corsair ax1200i,
- Seasonic X-650,
- Seasonic 650W,
- Seasonic 550W,
- Seasonic 750W,
- Antec HCP-750.
Que utilidade tem um recurso que deliberadamente desliga abruptamente meu computador sem aviso prévio e sem explicar detalhadamente a razão depois? A tensão subiu? Caiu? A palavra “surto” dá a entender que subiu, mas quem sabe o que existe dentro dessa caixa preta da ASUS. Que diferença de tensão ativa o sensor? Por quanto tempo?
Note que é impossível para a ASUS medir diretamente a tensão de entrada da fonte. Ela só pode medir o que chega na placa mãe. Então o surto foi na linha de 5V? Na de 12V? Ou foi na de 3.3V? E como justificar isso quando o computador funciona normalmente com essa “proteção” desligada?
Não seria absurdamente mais útil se em vez de desligar o computador um utilitário da ASUS exibisse uma mensagem na tela registrando o surto? (Considerando que seja por alguma razão impraticável instalar proteção efetiva contra surtos de tensão, do tipo que absorve o surto em vez de simplesmente reclamar dele) Assim você não fica seguro que trocando de fonte para testar se os tais “surtos” acabam você não vai se arriscar a ter mais trabalho perdido por causa de uma placa-mãe temperamental? Afinal, não existe no-break que salve seu trabalho numa situação dessas. Quantas horas de trabalho a ASUS espera que sejam perdidas até a causa do problema ser localizada? Quanta frustração é suficiente? Como a ASUS espera que eu aborde o problema? Comprando a fonte mais cara possível e rezando para que o sacrifício aplaque a ira do deus embutido no seu firmware?
É, essa presepada da ASUS me deixou p*to.
A opção para desligar isso está no final da aba “Monitor”do setup avançado UEFI. Você pode não vê-la imediatamente porque é preciso rolar a página.

Mais informações:
Em uma das vezes o desligamento ocorreu no exato momento em que cliquei duas vezes no instalador do Adobe Acrobat 11 (inicialmente desconfiei de corrupção do arquivo) e ouvi o estabilizador bater os relés. Na última vez eu já estava no ponto definitivo de instalação do computador, com outro estabilizador, e desligou no momento que testei a impressora laser (ouvir a música do estabilizador é quase inevitável nesse momento). Vocês já devem saber que eu desprezo esses estabilizadores e é possível argumentar que a fonte não consegue reagir de forma suave à abrupta e ridícula “proteção” (HAHAHA) oferecida pelos estabilizadores, gatilhando por sua vez a temerária “proteção” da ASUS. O que por sua vez torna possível argumentar que se eu não estivesse usando um estabilizador, nenhum desligamento teria acontecido. Que são os estabilizadores os responsáveis pelos surtos.
Mas como só é possível testar isso ativando a aberração que a ASUS chama de “proteção”, que sequer tem a decência de dizer o que foi que “viu”, fica difícil abordar de forma científica o problema.
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A reviravolta do final é até interessante, mas de certa forma óbvia. Não era o traficante…
Mas para mim esta série deveria ter parado no primeiro filme.
Eu não vi o final e não procurei saber, mas tenho uma teoria: era o amigo hacker dele? Minha suspeita surgiu quando o amigo apareceu com uma roupa bizarra que escondia justamente a mão direita (onde aparecia a tatuagem do seqüestrador) e depois ao longo do filme a mão dele parecia sempre estar oculta.
O 1 foi o melhor
. O 2 caiu um pouco e o 3 desabou.