Os elementos necessários estão lá: garoto rebelde que vira agente secreto, elaboradas cenas de luta, enredo fraquíssimo, direção ruim…
Não quero ofender os adultos que gostaram do filme. Eu sou fã de fantasia e literatura infanto-juvenil, mas acho que Kingsman me pegou com o humor errado depois de ter me enganado com o trailer. Este me fez esperar um filme bem-humorado de espionagem internacional e o que vi foi no máximo uma paródia adolescente dos filmes de James Bond. O filme parece uma versão moderna de The Avengers (não o da Marvel, o com Sean Connery). Com a diferença de que quando eu assisti The Avengers há 15 anos eu gostei (ok, admito que as fantasias de pelúcia são ridículas).
A cena em que Eggsy tenta decidir se atira ou não no cachorro é um símbolo do quanto o filme é fraco. Não há desenvolvimento suficiente da relação entre ele e o cão para que a audiência se importe. Eu desejei que ele atirasse logo porque eu já estava incomodado com as caretas que ele estava fazendo. E o que dizer das circunstâncias ridículas que levaram eggsy a usar a frase de socorro?
No filme inteiro, salvam-se apenas as presenças de Samuel L. Jackson e Colin Firth e as inovadoras cenas de luta.
Eu insisto: talvez se eu estivesse esperado uma comédia eu tivesse gostado do filme. Mas novamente sou um ponto fora da curva, pois de acordo com o IMDB o consenso geral em todas as idades e sexos é de que o filme merece nota entre 7 e 8. Eu daria no máximo 5.
7,9 no IMDB??? No máximo daria 5, e com muito boa vontade, mas é um filme assistível na seção da tarde. Eu não sou preconceituoso, eu assisto até animação (e gosto muito de algumas), tem algumas que são fantásticas, mas este filme deixou muito a desejar, o trailer foi muito melhor do que o filme.
As vezes eu não consigo entender como certos filmes são tão bem avaliados, isto é um grande mistério. Mas cada qual tem o seu gosto…
Depois da opinião “fora da curva” que tive sobre Jupiter Ascending, acabei lembrando deste post que estava em rascunho no Geringonças e Gambiarras desde 2010. De todos os filmes abaixo eu gostei. De vários eu gostei muito.
Nota [18/05/2015]: O título que dei a este post não foi bem pensado. Eu baseei minha lista em fracassos de bilheteria, mas o fato de um filme ter sido um fracasso não significa necessariamente que ele seja considerado ruim. Às vezes significa apenas que gastaram nele muito mais dinheiro do que ele valia.
Levaram os studios à falência
Cutthroat Island (A Ilha da Garganta Cortada, 1995) – IMDB 5.6/10 (19547 votos) – Levou a saudosa Carolco Pictures à falência. Perdeu 82 milhões de dólares. Sinto falta da Carolco
Battlefield Earth (A Reconquista, 2000) – IMDB: 2.4/10 (61459 votos) – Sim, eu gostei desse! Segundo o IMDB é um dos 100 piores filmes já feitos mas francamente ele precisaria piorar muito para ser pior que os melhores de Uwe Bol;
Soldier (Soldado do Futuro, 1998) – IMDB 5.9/10 (41721 votos). Já assisti umas três vezes e minha opinião não muda. The 13th Warrior (O Décimo Terceiro Guerreiro, 1999) – IMDB: 6.6/10 (95742 votos) Perdeu 64 milhões de dólares. Já assisti várias vezes e minha opinião não muda;
Godzilla (1998) IMDB: 5.3/10 (140298 votos). Eu sei que o filme tem uns problemas de física e de lógica terríveis, mas já assisti várias vezes e minha opinião não muda. O filme tem a mistura perfeita de ação e comédia para me manter entretido. Já o “novo” Godzilla eu tentei assistir mas desisti lá pela metade…
Lost In Space (Perdidos no Espaço, 1998) – IMDB 5/10 (54933 votos) – Já assisti várias vezes. Gosto da trilha sonora, da estória, do elenco, da mistura de ação e comédia…
Howard The Duck (Howard, o Super Herói, 1986) – IMDB 4.5/10 (30450 votos) – Assisti quando adolescente e não tenho certeza de que gostaria de vê-lo hoje, exceto para ver de novo a Lea Thompson com 25 anos. Gatíssima!
Filmes que não estavam na minha lista original do G&G mas também fracassaram na bilheteria:
Tem vários aí que eu concordo com você. Curiosamente, revi o John Carter recentemente, e o que aconteceu com esse filme foi uma brutal injustiça, é um bom filme que poderia render uma ótima franquia. Comparando, por exemplo, com o Jupiter Ascending, dá de 10 a 0.
O problema de John Carter parece ter mais a ver com o exagero do orçamento do que com falta de público. Ele teve uma bilheteria de 284 milhões de dólares. Quase 90 milhões a mais que Stargate, que foi um sucesso de bilheteria porque custou “apenas” 55 milhões. E a mesma bilheteria de Oblivion, que também foi um sucesso porque custou “apenas” 120 milhões.
Boa lista Jefferson, muitos eu conheço só de nome e da “fama” que eles tem. Preciso cata-los por ai (locadora do Paulo Coelho, ou na locadora local mesmo) e assistir.
Eu tenho um gosto meio estranho para filmes de ficção científica.
Gostei muito Battlefield Earth – A Reconquista (às vezes o pessoal que avalia comete grandes injustiças, mas por alguma razão misteriosa eu gostei MUITO do filme) e gostei do John Carter.
Teve um filme que não está na sua lista que também foi um fracasso, o Elisium (eu considero um ótimo filme) foi uma ótima atuação de Vagner Moura e Sharlto Copley (atores secundários que roubaram a cena totalmente).
Eu só assisti uma vez, 11 anos atrás. Minha percepção certamente melhorou em 11 anos e pode ser que se eu assistir de novo o filme saia da minha lista mas… eu não achei Green Lantern tão ruim quanto pintam então pode ser que não
O título que dei a este post não foi bem pensado. O fato de um filme ter sido um fracasso de bilheteria não significa que ele seja considerado ruim. Significa que gastaram nele muito mais dinheiro do que ele valia.
Babylon A.D. (Missão Babilônia, 2008) – 5.6/10 no IMDB (75 886 votos), detestado pela crítica e se saiu bem mal na bilheteria. Já assisti umas três vezes. Faz sentido? Não. Mas poucos filmes de Vin Diesel fazem e Mélanie Thierry já vale o ingresso
AVP: Alien vs. Predator (Alien Versus Predador,2004) 5.6/10 no IMDB (128 543 votos). Alguns críticos até gostaram e foi sucesso na bilheteria, mas esse filme é comumente detestado por fãs da série Alien e da série Predador. Eu gosto das duas e não vi nenhum grande problema no filme
Outro que gostei: 10,000 BC (10.000 A. C.): http://en.wikipedia.org/wiki/10,000_BC_(film). Para quem gosta de teorias de Atlântida, sobre a real idade da Esfinge, da Grande Pirâmide, etc. é um prato cheio. Por sinal o diretor foi o mesmo de Stargate, Roland Emmerich.
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E isso está amarrado a sair uma continuação. Se a estória morrer com esse filme, então Jupiter Ascending terá sido realmente um desastre.
O filme é “estranho”, eu admito. E parte da estranheza, na minha opinião, vem de uma edição ruim. Muitas cenas se sucedem de uma forma que você tem a sensação de que faltou algo no meio e prestar atenção nisso compromete a imersão. Mas existem outras coisas estranhas como a forma quase caricata como os pais de Jupiter se conhecem e os momentos de comédia que não se encaixam com o resto do filme. Além disso, mesmo ignorando os problemas de física como todo bom fã de Star Trek, ainda dá para apontar um monte de coisas no filme que poderiam ter sido melhor pensadas numa obra que custou 176 milhões de dólares:
Todo mundo, incluindo todos os alienígenas, só fala inglês nesse filme exceto os russos da família de Jupiter? Teria sido melhor se o filme usasse pelo menos um pouquinho mais dessa tecnologia fantástica chamada “legendas” e tentasse ser mais verossímil com os aliens. Será que Star Trek tem a patente do tradutor universal? Putz… praticamente a única terrestre no filme inteiro a falar com os Aliens foi Jupiter. Teria sido facílimo inventar uma razão para ela poder entender qualquer que fosse o idioma que eles estivessem falando;
Como Caine sobreviveu à viagem da Terra ao planeta de Kalique do lado de fora da nave dos caçadores? Mais adiante no filme fica claro que ele precisa pelo menos respirar oxigênio (ignorando os outros “probleminhas” decorrentes de se estar no espaço sem uma veste);
Gastam uma fortuna com efeitos especiais, mas fazem uma cena da reconstrução de Chicago tão difícil de notar que mesmo assistindo três vezes ainda não ficou claro. Caine não podia ter colocado um binóculos hi-tech na mão de Júpiter para proporcionar um zoom para a audiência?
O lance com as abelhas era completamente dispensável. A princípio eu achei que fazia sentido, mas depois de conversar com o amigo José Carneiro sobre o assunto, percebi que a idéia das abelhas reconhecerem a realeza é forçada. Mas se Stinger tivesse especificado que as abelhas reconhecem a realeza da família Abraxes, que semeou o planeta, faria bem mais sentido;
Ninguém nunca pensa em tirar as botas de Caine? OK, Titus pode ter feito de propósito, veja mais adiante;
Por que a capitã Tsing não exige levar Jupiter até Balem na nave da Aegis? Aceitar apenas ser escolta da nave inimiga, e permitir que Jupiter esteja sozinha lá, só poderia dar em trapaça mesmo;
A Aegis só tem uma nave? A capitã Tsing não poderia ter chamado alguma ajuda quando viu que a “realeza” não estava colaborando? Que força policial patética para o universo depender.
Mas o filme tem potencial. Eu comecei com a expectativa baixa porque meu amigo José Carneiro assistiu antes e me disse “ainda bem que a gente não foi assistir no cinema” e a nota do filme no IMDB está em apenas 5.7. Mas o tempo foi passando e nada de eu me aborrecer com a estória. Cada pedaço de informação que ia sendo dado sobre esse novo universo dos irmãos Wachowski me deixava mais empolgado e foi fácil ignorar os problemas do filme. Quando o filme acabou eu concluí que o problema dos Wachowski foi ter feito um filme pensando em criar uma franchise ao mesmo tempo sem querer deixar isso muito óbvio para não se comprometerem com uma continuação e falhando miseravelmente (pelo menos aos olhos da maioria dos espectadores) na execução desse plano.
Por que eu acho que os irmãos Wachowski pensaram em fazer mais de um filme? Muitas pontas foram deixadas soltas:
Titus demonstrou interesse em comprar a Terra a Balem, o que por si só já parece suspeito quando o filme termina. Mas piora quando levamos em conta que Kalique disse a Titus que ele deveria saber que a Terra vale mais que todas as suas propriedades juntas. E Titus não parece exatamente um pobretão;
O seqüestro de Jupiter por Kalique não foi suficientemente explicado. Esta tinha até um altar para a mãe morta o que sugere que as intenções pudessem ser boas, mas…;
Quando Jupiter recebe seu título, o burocrata de “Seals and Signets” conclui com “…minhas profundas condolências“. Para mim Jupiter herdou algo muito desagradável junto com o título de nobreza e não foi somente seus “filhos” querendo matá-la;
O que Kalique quis dizer com “…você pode ter o poder de mudar as vidas de sua família para melhor. E tudo o que você precisa fazer é fechar seus olhos“? Isso tem relação com o que disse o burocrata?
Titus foi deixado vivo. Se a intenção fosse fazer um filme só, teria sido melhor esperar que o casamento dele fosse concluído e ele morresse durante o resgate de Júpiter. Assim todas as propriedades desse vilão teriam passado para a mocinha;
Aliás, eu não estou inteiramente certo de que Titus seja um vilão de carteirinha. O comportamento dele é ambíguo. Ele tentou (mesmo) matar Caine? Ora, ele prometeu a Caine que o lançaria no espaço (“fed to the void“) se fosse traído. E o ejetou de um airlock cheio de vestes pressurizadas. O comportamento inteiro de Titus poderia ser explicado em uma continuação como o de um anti-heroi;
Quando Balem disse que sua mãe dissera que odiava sua vida e implorara para morrer (estou enrolado com o pretérito mais-que-perfeito aqui), ele podia estar dizendo a verdade;
Não tenho certeza de que Balem morreu. O filme deixa a morte dele literalmente “no ar”. E a tecnologia médica desse pessoal é incrível;
Não sabemos ainda por que o pai de Jupiter tinha tanta fixação pelas estrelas (ele era astrofísico). Me recuso a acreditar que os Wachowski tenham dado a Jupiter um pai tão “peculiar” sem nenhum motivo especial;
Não sabemos ainda por que Caine atacou um entitled. Se até mesmo Caine diz não saber por que fez isso, deve existir uma estória interessante por trás da desgraça dele e de Stinger;
O final do filme, com Jupiter voltando a limpar privadas mesmo sendo de fato a dona do planeta inteiro, só faz sentido se for para ela ter uma nova oportunidade cinematográfica para deixar de sê-lo. Eu entendo que o dinheiro da família é maldito, mas os Wachowski delinearam um universo de muitas possibilidades e se fosse para terminar como terminou apenas porque Jupiter não queria ter nada a ver com o modo de vida dos Abraxes, isso deveria ter sido explicado na tela;
E o sucesso anterior dos Wachowski, Matrix, não foi apresentado como uma trilogia, mas depois os outros filmes “apareceram”. Isso seria parte do modus operandi dos Wachowski?
Mas infelizmente o fracasso de Jupiter Ascending nas bilheterias pode significar que nunca veremos como termina essa estória. A não ser, talvez, daqui a uma década, nos quadrinhos, como aconteceu com Firefly.
OBS: Eu gostei da referência discreta aos Crop Circles e da explicita ao motivo dos dinoassauros terem sido extintos, mas não notei a referência ao filme Brazil, certamente porque eu não assisti e nem pretendo assistir este. Jupiter Ascending possivelmente faz várias outras referências que não captei.
Inicialmente eu ia fazer uma severa crítica ao uso de um absorvente feminino para fechar um ferimento, mas pesquisei antes e descobri que não é tão absurdo quanto imaginei.
Posso perguntar por que você não quer ver Brazil? Está perdendo um ótimo filme. Toda a sequência do processo burocrático para a aquisição do título de Júpiter é uma citação – ou homenagem – ao filme e o burocrata de “Seals and Signets” é interpretado pelo próprio Terry Gilliam.
Eu diria que ele é uma mistura (ao menos no estilo) do Twelve Monkeys e As Aventuras do Barão de Münchhausen, que eu acho excelente, mas sou suspeito, praticamente aprendi a ler com as aventuras do bom Barão.
Sobre o Jupiter Ascending, achei bem fraco. Se você for analisar bem, os irmãos estão se repetindo, mais uma vez a espécie humana é usada para “consumo” de seres mais poderosos.
Eu não ligo para repetição. Posso encontrar graça em 100 versões diferentes de Cinderela. E sim, eu sei que dizer isso no mesmo post em que eu digo ter gostado de Jupiter Ascending não conta como ponto a meu favor
Mais uma coisa que vale a pena citar: antes de chegar aos 10 minutos de filme, Jupiter já havia dito duas vezes “eu odeio minha vida”. No final do filme Balem diz, referindo-se à outra encarnação de Jupiter, “você me disse que odiava a sua vida”.
Eu sou fanático por filmes de ficção científica e normalmente avalio os filmes melhor por causa disso, mas eu achei o filme o Destino de Júpiter muito franco, muito fraco mesmo. Bobo demais e com história muito previsível, e eu já assisti cada bomba. Eu não daria nota 5,7 eu daria nota 3,0. Assisti ele no cinema mas eu realmente achei que foi um desperdício do meu tempo e do meu dinheiro (às vezes eu entro nestas roubadas).
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Aconteceu com o IE8. Toda tentativa de acesso era redirecionada para m.terra.com.br. O site já não é grande coisa e na versão mobile em um desktop fica pavoroso.
Resetar as configurações do IE e apagar o cache não surtiu qualquer efeito.
Então eu descobri que o site www.terra.com.br havia sido inserido na lista do Modo de Compatibilidade do IE (que curiosamente não é apagada quando você reseta o IE). Bastou remover o site da lista.
Pois ontem enquanto eu fazia os testes, em um monitor de baixa resolução, só o que via era um anúncio gigantesco e tosco de um remédio “milagroso”. Me inspirava ZERO de confiança no site. Hoje melhorou um pouco: é o anúncio enorme (estou em um monitor FullHD e ocupa “apenas” 1/3 da página) de um vinho.
O Internet Explorer já deu tudo o que tinha para dar. Espero mesmo que o novo da MS (antes chamado de Spartan mas agora vai ser Edge) realmente seja melhor…
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Eu faço backup freqüente das minhas apps Android e sempre achei bizarros nomes como:
com.google.android.apps.maps.apk
Parte do que me deixou cego para a real interpretação disso é que “COM” é uma tecnologia de programação da Microsoft. Acho que isso criava na minha cabeça o que chamam de “dissonância cognitiva” e a partir daí eu não conseguia mais pensar com clareza.
Na verdade é espantosamente mundano. Isso se chama Reverse Domain Name Notation. “com.google” é simplesmente o espelhamento de “google.com”. Essa notação aparentemente foi criada como uma forma simples de evitar colisões de nomes de objetos (e como bônus identificar a quem pertencem). Cada desenvolvedor, tendo um domínio, usa-o como parte inicial do nome. E os objetos na ordem alfabética ficam agrupados por desenvolvedor.
Aparentemente alguns desenvolvedores sem domínio usam “com.google” também. Isso pode até ser permitido pela Google mas é deselegante demais. Se você não pode pagar R$30 por ano por um domínio, pelo menos use o seu endereço de email como prefixo. Assim um programador com o humilde email eusoufodastico@hotmail.com usaria como prefixo de seus objetos “com.hotmail.eusoufodastico”.
Pensando bem, não sei como a falta de uma convenção dessas não gera um problema no Windows. Tudo bem que ao instalar em Arquivos de Programas você geralmente tem a oportunidade de escolher outro diretório se for notada uma colisão, mas que critérios será que os programas usam na hora de escolher um diretório em “dados de aplicativos”? Afinal, nenhum instalador pergunta a você isso.
A propósito, nomes de domínio deveriam ser assim mesmo. Entre outras coisas ficaria bem mais difícil criar fakes. Tudo da Microsoft começaria com “com.microsoft”. Por exemplo, o host do windows update seria com.microsoft.windowsupdate.
Hoje os pilantras se aproveitam que o nome de domínio fica “mais adiante” para criar todo tipo de URL complicada para confundir os desatentos.
Me chame de preguiçoso por não pesquisar mais sobre, mas me lembro vagamente de ter lido que quem criou o DNS (o nosso formato de endereço que usa para digitar o https://ryan.com.br, queria na verdade que fosse realmente inverso o sistema, tipo http://br.com.ryan . Sendo assim o formato: “protocolo://loc.tipo.nomedositequevocequer”
E lembremos que hoje os “Top Level Domain” (no caso, os .com) hoje permite criar em novos formatos, já leiloados e alguns vendidos. Então, hoje temos o .google por exemplo, e na verdade, até existe o site http://com.google. Aproveite para se divertir
Complemento: eu deixei o link do com.google, pensando que ainda estava funcionando uma pegadinha de 1º de abril que eles fizeram, invertendo a página. Provavelmente eles já encerraram a brincadeira, porém o site com.google é o oficial deles, já usando o novo sistema de TLDs personalizados
Essa coisa de TLDs personalizados para mim é palhaçada do ICANN para fazer dinheiro. Não consigo ver ainda como isso pode gerar alguma vantagem para a internet, porque cada gTLD custa a soma proibitiva de 185 mil dólares.
Cara, uma coisa que tenho aprendido é evitar de rotular e tentar entender o outro lado. Não digo que é palhaçada ou não do gestor de internet, e não discordo que é uma forma de renda (bem, de certa forma, isso tudo tem que gerar uma renda, né? ). Pelo que me lembre, a ideia era que os domínios personalizados tivesse mais foco e segurança. Tipo .bank e você sabe que está em um site de banco. Parece que isso era para ser usado no Brasil, mas não lembro de detalhes.
Provavelmente com o tempo, a ideia é por exemplo ir digitar .google e pronto, sabe que é um site oficial do Google e qualquer coisa que dê desconfiança de segurança, que já saia na hora.
Não vejo a soma como proibitiva. Isso é que nem loteamento: o pessoal bota o preço conforme a demanda. Pode ser que um dia abaixe, pode ser que até aumente. Claro que o ideal seria que a oferta de nomes seja para quem tenha um nome igual e compre. Mas quantas pessoas se chamam “Ryan” e vão comprar o .ryan por exemplo?
Lembrando que é permitido também sublocar (qualquercoisa.nome), logo, isso de certa forma já é cobrado pensando no uso do nome. Uma pesquisa em quem comprou os “nomes-base” (como .house ), já nota que muitos destes TLDs são para loteadores.
Preciso averiguar mais detalhes, mas também imagino que é possível que TLDs específicas não sejam vendidos, mas repassados (Como o nome do país, por exemplo. .brasil ).
Eu já tentei entender o outro lado. Houve uma ferrenha discussão no Slashdot meses atrás sobre isso. Vi argumentos dos dois lados e a conclusão a que cheguei é que era palhaçada. O ICANN está loteando a internet para uns poucos big players criarem ainda mais confusão do que já temos.
Colocar todos os bancos sob .bank poderia ter sido útil nos primórdios da internet, mas hoje é inócuo. Só funcionaria se todos os bancos fizessem a mudança. E os problemas criados são maiores que os benefícios.
Quem vai comprar o .ryan? A Ryan Air é uma possibilidade. Mas porque ela precisa? Não. Para evitar que algum “aventureiro” o faça.
Esse é o resultado da proliferação de TLDs. As empresas se sentem compelidas a comprarem múltiplos domínios, mesmo sem precisar deles, para protegerem suas marcas.
O ruim nesta história é pensar no seguinte: se o ICANN regula demais e não fornece os TLDs por compra, é acusada de “comunista”, de “reguladora”. Entre “vender-se” ou ser chamada de “fominha” (e com isso permitir a criação de uma nova entidade de regulagem de nomes), acho que a questão de vender acaba sendo a primeira. Até porque se falhar, aí o mercado se autoregula e fala para o ICANN para começar a regular os nomes.
No Brasil, houve muito problema por causa de loteamento de domínio. Salvo engano, a Nic.br já tem procedimentos para evitar este tipo de coisa e também para apaziguar disputas de nome (como quando o globo.com.br era das Panelas Globo por exemplo ).
Quanto a questão de segurança, é isso que fico me perguntando: por que não se adota sistemas padronizados em definitivo para sites que precisam de confiabilidade todal, como sites de bancos e órgãos públicos? É previsto no sistema de TLD brasileiro o b.br que serve para internet banking. Mas não há divulgação ou empenho nisso.
Pelo menos sabemos que .gov.br e .jus.br são TLDs de serviços públicos, e estes são bem usados :).
Globo.com.br era das Panelas Globo? Eles receberam uma fortuna pela venda do domínio certo? Porque tomar deles seria uma grande injustiça.
Na minha opinião, a Rede Globo que registrasse redeglobo.com.br depois e deixasse a Panelas Globo em paz. E é o que a maioria faz. Se uma empresa cria uma marca e o domínio .com está ocupado ela vai atrás do .net? do .info? Claro que não. É mais fácil a empresa mudar de marca ou fazer um jogo de palavras porque os .com tem MUITO mais valor. Os outros TLDs estão lá só para o que eu disse: você compra para se proteger, mas não usa.
Complemento: acho que no caso de nomes, vale o marketing também. Para muitos leigos, basta ter o nome na caixa de endereços e está valendo. Tipo sitedebanco .sitequalquerrusso .ru/virus_clique. Basta uma campanha de educação inteligente e a população leiga fica bem mais atenta.
Por exemplo, o ICANN aprovou e vendeu o gTLD .sucks. Com um nome desses, o que poderia dar errado, né? Pois depois que o comprador começou a lotear por 2500 dólares cada domínio, o ICANN finalmente percebeu a **rda que havia feito. E foi chorar no colo do FTC. Avisos não faltaram.
O ICANN falhou “sucks” depois de ter vendido “sucks” :p haha Pior se fosse “f**k”, que aí…
Mas isso é o mercado! Este tipo de coisa não dá para proíbir ou controlar ao extremo, a não ser que a sociedade o queira. Se tal situação acabaria constrangendo alguém, aí sim que se barre.
E até é bom que o valor de oferta de sub-loteamento seja caro mesmo, já que é um termo bem usado para ofender. Só compraria quem realmente quisesse ofender (e aguentar os processos :p )
E quanto a valores, tou pensando em uma piada besta com “Sucks”, “F**ks” e locais de aquisição, mas não sou muito fã de fazer (e ler) piadas pesadas e é aquela coisa de respeito. Vai que vem algum moleque e veja a piada que escrevi? :p
Nos Estados Unidos, não entendo muito de legislação, mas sei que lá o que manda mais é o dinheiro. Se alguém prejudicar a honra de alguém e esta pessoa tem dinheiro suficiente para acionar o advogado e a justiça, isso já basta para pegar ações de pessoas que fazem besteira na internet. Um outro motivo para ser alvo da justiça lá é pisar no calo do governo, seja com piadinhas infames (ou ameaças de brincadeiras) ou críticas sérias.
Se bem que certas coisas estão mudando – basta lembrar do caso do cara que ganhou dinheiro com “revenge porn” e hoje está sendo processado e a ponto de ficar um bom tempo na cadeia (acho que já foi o julgamento).
Aqui, temos uma legislação que permite que se processe pessoas por “crimes contra a honra e a dignidade”. Ou seja, se a pessoa monta um site tipo “ator.c**ao”, se a polícia estiver com vontade e a justiça estiver de olho, o cara vai preso e responde.
Claro que sabemos que as ações de segurança e justiça no Brasil estão ainda aquém do esperado, mas salvo engano, basta uma boa repercussão, e tudo corre. Pelo menos anda.
Sim, é uma velha convenção Java (alias, anterior à compra da Sun pela Oracle). O mais esquisito (para mim) é que isto se estende à organização de diretório dos fontes. Que tal subdiretórios com nome src/br/com/ryan/projeto onde apenas o último nível tem arquivos? No ambiente de desenvolvimento não existe nenhuma necessidade de você ser dono do domínio (não sei se a loja impõe algo).
Putz… eu esqueci que Java não é uma invenção da Oracle!
O mais esquisito (para mim) é que isto se estende à organização de diretório dos fontes. Que tal subdiretórios com nome src/br/com/ryan/projeto onde apenas o último nível tem arquivos?
Eu iria xingar todos os dias o autor dessa idéia maldita. Isso é uma perversão!
Eu acharia estranho, mas aceitável src/br.com.ryan.projeto/
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É curioso que tenhamos em casa uma piscina de 20 mil litros tratada com displicência e seja preciso rodar 150km até o interior do estado, num lugar onde eu só via água se estivesse pagando por ela, para ser picado por esse mosquitinho maldito.
Foi o que aconteceu no sábado. Ninguém aqui em casa tivera essa doença. Mas eu e minha mãe viajamos com uma amiga dela (três pessoas no carro) para Toritama-PE exclusivamente para comprar roupas e os três voltaram doentes. O caso mais sério é o de minha mãe que caiu doente bem antes de mim. Por telefone ela ficou sabendo que sua amiga e a filha dela estavam com dengue, mas ainda assim não associamos os sintomas de mamãe à doença. Foi só no terceiro dia, quando os meus começaram a surgir, que eu somei 2+2, fiz uma rápida pesquisa no Google e descobri que Toritama tinha uma epidemia de dengue. E obviamente era esse o problema de mamãe também.
Os meus sintomas são poucos e leves. Na maior parte do tempo nem eu percebo que estou doente:
Dor nos olhos;
Manchas vermelhas pelo corpo;
Redução na flexibilidade da coluna;
Uma coceira danada, que começa com pontadas pelo corpo inteiro;
Pés inchados, às vezes com dor na planta dos pés ao andar;
Dificuldade para fechar as mãos;
Dificuldade para abrir tampas de recipientes usando as pontas dos dedos, como a garrafa de café (o esforço dói);
Indisposição para sair da cama.
No exterior a doença é chamada de “Dengue Fever” como se o sintoma mais marcante fosse a febre, mas no meu caso apenas o primeiro sintoma foi febre, que eu sequer notei como tal até horas depois. Eu sentia o meu corpo anormalmente quente, mas não sentia nenhum mal estar. Somente quando fui para a cama dormir, liguei o ventilador e comecei a me arrepiar foi que caiu a ficha: “calor e frio ao mesmo tempo? estou com febre!”.
Tive uma noite muito ruim me revirando pela cama, mas quando me levantei no dia seguinte a febre já havia dado lugar a outros sintomas e não voltou mais.
Não sei o que é pior: a direção, as atuações ou o enredo. A estória não tem pé nem cabeça; só o que se vê é Liam Neeson correndo (em cenas borradas porque ele ou está velho demais para isso ou estava com má vontade com o diretor), explosões e perseguições sem sentido e os cortes entre algumas cenas são tão estranhos que me lembraram de outra bomba: “Expendables 3”. E havia necessidade de fazer aquela palhaçada na rodovia? Mesmo o personagem principal sendo inocente do crime original, acaba culpado das muitas mortes que provocou com seu plano para roubar um carro de polícia. Como paródia da série Taken essa película é bem mais fácil de justificar.
Fui enganado pelo trailer, que parece ser de outro filme, completamente diferente. Eu esperava Neeson vítima de uma inescapável conspiração de seus antigos empregadores no governo. Bah! Era um simples mafioso russo.
OBS.: Eu desisti a meia hora do final na cena em que está todo mundo reunido para planejar o ataque ao mafioso. A atuação era tão ruim que eu fiquei agoniado! Ainda bem que não paguei para ver isso no cinema!
A reviravolta do final é até interessante, mas de certa forma óbvia. Não era o traficante…
Mas para mim esta série deveria ter parado no primeiro filme.
Eu não vi o final e não procurei saber, mas tenho uma teoria: era o amigo hacker dele? Minha suspeita surgiu quando o amigo apareceu com uma roupa bizarra que escondia justamente a mão direita (onde aparecia a tatuagem do seqüestrador) e depois ao longo do filme a mão dele parecia sempre estar oculta.
O primeiro contato que tive com GoT foi o primeiro volume da série que ganhei de presente do meu amigo José Carneiro. Até então eu desconhecia completamente a obra e seu autor.
Não consegui ir longe. Não devo ter chegado à página 100 (o livro tem 587 contando o apêndice). E olha que eu teimosamente (ainda bem) suportara a maçante primeira metade de “Os Homens que Não Amavam as Mulheres”.
O problema é que intriga me incomoda e isso é abundante na obra, sem nem um fiapo de humor para descontrair. GoT é uma leitura pesada e complicada de acompanhar com tantos personagens de nomes e sobrenomes parecidos, lembrando-me de “O Senhor dos Anéis” apenas nesse aspecto. Sem um gráfico com a árvore genealógica das casas eu não teria ido longe mesmo que conseguisse digerir as intrigas.
Fiquei adiando assistir à série pensando “um dia eu arrumo estômago para ler o livro”. Acabei desistindo do livro este mês por causa da massiva propaganda da quinta temporada na HBO. Assisti a alguns capítulos esparsos quando o canal HBO Signature ficou com sinal aberto para transmitir uma maratona GoT dia e noite e acabei renovando meu interesse pela estória.
Mas continua não sendo fácil. E os “duelos de espadas” nas muitas camas do reino são o menor dos meus problemas.
Do livro eu só lembro da intriga. Na série de TV a violência, a maldade e a crueldade são tão onipresentes que até as cenas de sexo perdem a graça. Temos um que gosta de queimar gente viva, outro que gosta de esfolar gente nada morta… Não se passam 20 minutos sem que você queira estrangular um ou mais personagens confiante de que isso faria um grande bem para a raça humana (ou seja lá o que eles forem em Westeros). Você poderia argumentar que “psicopatas em abundância não são novidade em outras séries”, mas o que torna GoT menos palatável é que os poucos mocinhos raramente tem vitórias. Não existe um equilíbrio entre o bem e o mal em Westeros. E George R. R. Martin tem especial prazer em não ser previsível. Até mesmo quando certos personagens personagens “do mal” morrem é de forma quase mundana ou casual e não por vingança dos mocinhos que eles atormentaram. A audiência assiste um episódio atrás do outro sem sentir o prazer de uma vitória sequer (a não ser que você esteja torcendo por tipos como Joffrey e Ramsay, é claro). Não perdoa J. K. Rowling por ter matado Dumbledore? George R. R. Martin é capaz de matar uma dúzia de Dumbledores por volume da série! Qualquer semelhança com o Senhor dos Anéis nesse aspecto é mera alucinação.
Por outro lado a estória é interessante e os valores de produção são altos. Do puro dinheiro mesmo à competência dos atores e direção. GoT me cria o estranho problema de ser uma estória que quero acompanhar, mas tenho que “respirar fundo” para assistir.
SPOILERS: Gosto muito da série, mas sempre me parece que falta um “algo a mais” para ela ser épica… sei lá: queria mais batalhas, mais efeitos especiais (a batalha na Muralha com os gigantes foi uma excelente exceção!)… queria uma coisa mais “Senhor dos Anéis”, se é que me entendem… e mais uma: pela quantidade de personagens, suas características e as informações passadas, a série deveria ter muitos episódios a mais por temporada…
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Tomei essa decisão por livre e espontânea pressão da Google. Mas eu deveria ter feito isso há muito mais tempo.
A pressão veio de uma decisão da Google que foi apelidada de Mobilegeddon (Armageddon Móvel). Desde ontem a Google passou a levar em conta se um site é “amigável para dispositivos móveis” ao atribuir o ranking das suas buscas. Eles até oferecem um teste para avaliar se o site é compatível.
Eu achei que o WordPress já fizesse isso automaticamente, mas tive uma dupla surpresa ao testar isso hoje, usando o meu celular via 3G. Além de não ter uma versão móvel, e justamente por isso, abrir a primeira pagina deste blog consumiu em poucos segundos cerca de 5MB. Metade da minha franquia diária. E ainda assim nada se aproveitava porque eram muitas imagens parcialmente carregadas. Se eu tivesse deixado continuar possivelmente teria consumido toda a minha franquia. Raios… o WordPress não gera uma versão mobile nativamente…
E olha que eu uso o telefone celular para navegar na web até em casa. Eu só não visito os meus próprios sites com ele…
Em alguns segundos de pesquisa já tinha uma possível solução: o plugin WPtouch. Agora quem visitar este blog em um dispositivo móvel verá algo completamente diferente. E passa no teste da Google.
Esse é o tema gratuito do WPtouch. Não é nenhuma belezura, mas também não é feio. E pelo menos no Chrome para Android você sempre pode requisitar a versão Desktop da página, se não gostar da versão móvel.
É um recorde. Desde o Windows 9x é a primeira vez que meu desktop primário roda a mais recente versão do SO da MS por tanto tempo. E o mais impressionante é que estou usando com o UAC ligado. O Windows 7 só era minimamente tolerável se eu desligasse o UAC.
Comecei em dezembro, usando a versão gratuita de teste. De lá para cá só fui forçado uma meia dúzia de vezes a reiniciar por outro SO, por causa de um software específico que não roda em 64 bits e eu não tinha uma VM pronta para acomodá-lo. É importante reiterar que eu só deixei de usar o XP porque eu preciso do maior endereçamento de RAM das versões do Windows, então se fosse para tolerar as idiossincrasias do Windows 8.1 na versão 32 bits eu só iria largar o XP quando um novo malware como o Blaster o inutilizasse.
É sempre bom lembrar também que eu uso o computador entre outras coisas para trabalhar e criar conteúdo online e offline. Se eu fosse o tipo de usuário que só precisa acessar Facebook, Twitter, email e outros serviços online, até o Linux me serviria (para esse tipo coisa, meus tablets e telefones Android quase são melhores que meu desktop Windows).
Impressões diversas
A razão mais provável para eu poder rodar o Windows com UAC ligado é que estou menos dependente de programas que requerem rodar como administrador. O problema não é ter que dar permissão aos programas, mas sim que rodar um ambiente misto tem efeitos colaterais persistentes. Desligar o UAC coloca todo mundo no mesmo nível e esses problemas desaparecem.
Não posso mais confiar na hibernação. É importante que eu salve todo o meu trabalho antes de hibernar porque freqüentemente, sem qualquer erro ou explicação, quando eu volto da hibernação o Windows 8.1 dá um boot “normal” e tudo se perde. Isso raramente acontecia no XP e quando acontecia havia alguma mensagem de erro para tentar explicar. Hoje acontece algo como uma vez por semana. É importante registrar aqui que, após mandar hibernar, eu vou para a porta do quarto e quando eu vejo as luzes do computador desligarem eu desligo o disjuntor. O mesmo procedimento que eu fazia há anos com o XP. Mas desde o Windows Vista eu não tenho certeza do que a Microsoft acha que seja “desligar”.
Agora não é mais possível checar facilmente as senhas das conexões sem fio, mesmo logado como administrador. E “esquecer” redes ficou mais complicado no 8.1. Porém essa possibilidade ainda existe usando o comando netsh. O estranho (não confirmei ainda) é que parece ser possível obter as senhas Wi-Fi mesmo sem permissões de administrador. Eu criei um utilitário para me ajudar nisso e fiquei espantado ao esquecer de rodar como administrador e ainda assim ele retornar a senha wi-fi armazenada no notebook de um cliente.
Após instalar o driver de vídeo Intel mais recente disponível no site da Gigabyte, reconheceu corretamente meus monitores entrou em modo desktop estendido e com o monitor correto (HDMI) como principal. Ponto positivo porque no XP esse driver da Intel já me deu algumas surras;
Achei interessante haver uma barra de tarefas em cada monitor, mas o principal é o único que exibe área de notificações e o relógio.
O Gerenciador de Tarefas é impressionante. Em especial os gráficos mostrando em tempo real a velocidade de leitura e gravação em cada disco incluindo o processo envolvido.
CONFIGURAÇÕES ESPECÍFICAS PARA O MEU USO E ACRÉSCIMOS A FAZER SEMPRE QUE REINSTALAR
A imensa dificuldade para entrar no Modo de Segurança e fazer qualquer operação de recuperação ainda vai me morder um dia (já mordeu alguns clientes), por isso tenho tomado o cuidado de ao menos fazer backups regulares do Registro. Pela mesma razão acho Secure Boot e UEFI um grande risco para a minha sanidade, por isso deixo desligado.
Tive que ativar o modo de teste (desliguei a assinatura de drivers) para poder usar o Freeotfe e Arduino – bcdedit.exe /set TESTSIGNING ON (como admin).
Tive que baixar o Windows Help para poder ver o Help do Delphi.
Nomes dos arquivos:
Windows8.1-KB917607-x64.msu
ou
Windows8.1-KB917607-x86.msu
É uma boa ideia pré-instalar também o DotNetFX v3.5 para 64 bits. O Pacote usado para o Windows 7 e XP não serve para o Windows 8. Se você não pré-instalar, na primeira vez que essa versão do .NET for necessária o Windows 8.1 se oferecerá para baixar e instalar. O que não é problema se você tem acesso a uma banda larga decente, mas no meu acesso de 800K isso leva pelo menos 46 minutos.
PROBLEMAS AINDA NÃO RESOLVIDOS (OU MAL RESOLVIDOS) COM SOFTWARE DE TERCEIROS
Ainda não consegui fazer o Subtitle Workshop funcionar com MKV. 07/10/2015 – Resolvido. Basta instalar a versão 6, clicar com o botão direito sobre a janela de preview e escolher VMR9 como Video Renderer;
Fui obrigado a abrir mão da versão 3.32 do Direct Folders e me contentar com a limitada versão 3.73. A versão 3.32 não funciona desde o Seven x64. Carrega, aparece o menu, mas clicar nos itens não leva a lugar algum. Testado com UAC desligado e ligado. Já a versão 3.73 quer que você pague pela versão Pro por uma funcionalidade que existe na 3.32;
Voidtools Everything Version 1.3.4.686 (x64) falha com freqüência. Às vezes não mostra arquivo algum e às vezes fecha abruptamente. No XP 32 bits era absolutamente estável;
EXPLORER
O Explorer parece ter ficado menos estúpido na hora de manipular colisões de nomes de arquivo e contar o tempo restante de uma operação. Nesses quatro meses eu ainda não me deparei com problemas ridículos como este ou este.
Continua o absolutamente enfurecedor ordenamento automático. Não compreendo como alguém consegue sequer tolerar isso e muito menos achar desejável;
BUG: Se eu tiver uma janela do Explorer aberta em um diretório e salvar algo nesse diretório (seja baixando da internet com o PaleMoon ou salvando localmente com o Delphi 7), enquanto eu não der F5 o arquivo não aparece. Quando eu preciso que ele faça refresh automático ele não faz… Esse problema nunca existiu no XP SP3.
A busca de arquivos parecia ser pior que a do Vista (!), porém isso se deveu a um problema de GUI. Eu não estava encontrando nem simples opções como limitar uma busca por data. A razão é que ao clicar na caixa de busca os menus do Explorer mudam, mas eu não conseguia ver isso porque a caixa de busca fica no canto direito do explorer e os menus mudam à esquerda. Em uma tela widescreen a mudança fora do meu foco visual não era grande o bastante para eu percebê-la. Eu só consegui “ver” os menus quando fiz uma pesquisa na internet para entender como funcionava. Se eu usasse monitores pequenos talvez tivesse notado isso antes, mas meus monitores são de 22″ fullHD e fixar o olhar na caixa de busca efetivamente coloca as opções de busca fora do meu campo de visão. Agora que eu sei que clicar na caixa de busca ativa opções em outro lugar na tela, ficou usável.
Esta é a aparência normal dos menus de uma janela do Explorer.
E quando você clica na caixa Pesquisar, os menus mudam. Uma aba “Ferramentas de Pesquisa”, anteriormente invisível, se abre. A partir da primeira pesquisa fica ainda mais difícil notar que isso acontece porque ao mesmo tempo uma lista com as últimas pesquisas que você fez se abre no lugar que você clicou.
De qualquer forma isso só é relevante para mim quando estou diante de máquinas de terceiros. A busca de arquivos nativa do Windows foi irremediavelmente inutilizada desde o Vista e não a uso se tiver escolha.
A exibição de progresso ao copiar/mover arquivos é menos burra que no 7. Ele continua inexplicavelmente incapaz de dizer quanto tempo falta para executar certas operações, mas pelo menos indica quantos itens faltam (e quantos GB), assim você pode usar uma calculadora para fazer o que o computador não sabe.
Na figura abaixo, note que o gráfico que deveria aparecer com a velocidade da operação não está aparecendo. Em vez disso o Windows o transforma numa de suas malditas barras de progresso que não mostra progresso algum (uma “novidade” do Vista que me assombra até hoje).
O que torna esse “problema” do Windows mais espantoso é que o Windows 8.1 sabe a velocidade atual com que os arquivos estão sendo copiados/movidos. Basta olhar no gerenciador de tarefas.
Esses dois snapshots são da mesma operação. Como é que O Windows sabe a velocidade atual e quantos GB falta copiar, mas não pode estimar quanto tempo falta? Como ele sabe a velocidade atual mas mesmo assim desliga o gráfico de velocidade?
Jefferson, tenho usado o Everything Versão 1.3.4.686 (x64) há pelo menos uns 8 meses ininterruptamente e “pesadamente”. Até agora, nenhum bug ou comportamento inesperado. Tenho apenas um HDD nesta máquina (um note cce com intel i7), mas uso recursos de outra máquina via rede com win7 e a mesma versão do Everything “servindo” o mesmo programa localmente, também sem nenhum problema.
Aproveitando este comentário, não consegui logar aqui com minha conta google. Eis a página com o erro:
Eu notei que meu problema com o Everything parece acontecer quando eu ligo um de meus drives USB. Geralmente o Everything simplesmente inicia uma varredura completa do PC (o que eu já acho idiota – deveria apenas acrescentar o novo volume) mas às vezes tudo pára de funcionar.
Vou ver se o problema com OpenID é fácil de resolver. Mas esse é só mais um exemplo de como depender de serviços da Google é arriscado.
Não necessariamente de HDDs, mas habitualmente recebo alguns GB de arquivos de áudio (.wav) por “pendrives” ou DVDs, vindos de outros estúdios, pois terceirizo alguns serviços de gravação. E bem mais rotineiramente, vivo transferindo arquivos via rede entre meu note e a outra máquina com win7. Me lembrei que tive também problemas quando inseria “pendrives” no note. Aqui também aparentemente o Everything ficava maluco quando reescrevia todo o índice. Por conta disso, desabilitei a opção de indexar volumes USB.
“Auto include removable volumes”? É a primeira coisa que desativo quando instalo. Não adianta. O Everything teima em incluir automaticamente meus drives externos quando eu os ligo.
E mesmo que isso não criasse problemas eu geralmente não quero mesmo que eles sejam incluídos automaticamente no índice.
Seus pendrives estão formatados com NTFS ou FAT32/ExFAT?
Esquisito. Aqui, desmarcar essa opção aparentemente resolveu o problema da loucura quando inseria pendrives. Os meus são FAT32, apenas pra poder eventualmente lê-los no Midiabox da Century, mas não prestei atenção se os outros que recebo de vez em quando também o são.
1)Eu sempre faço login com conta local. Já basta a Google seguindo meus passos e não há nada no processo de sync que me interesse. Sincronizar o histórico do browser? HA! Eu nem uso o IE e o próprio Firefox é incapaz de sincronizar algumas centenas de abas. Não espero (nem quero) que a MS faça isso para mim.
2)Meu Windows sempre abre área de trabalho. Não instalei nenhum programa de terceiros para isso. O comportamento do Windows 8 nesse aspecto é insuportável. Já vi gente reclamar que mesmo no Windows 8.1 o Windows teima em abrir na interface Metro e já vi notebooks com esse comportamento, mas as máquinas que instalo se comportam do jeito esperado.
3)Há uma grande inconsistência entre o que você pode configurar por apps da interface Metro e pelos caminhos convencionais. O Windows 8.1 força você a usar a interface nova. Mas tem coisas que você só consegue fazer/achar se conhecer/usar os caminhos velhos. Para isso saber se virar no prompt de comando e conhecer os nomes dos utilitários/applets da MS que fazem o que você deseja ficou mais importante do que nunca. Um dos applets que mais uso é “ncpa.cpl” (uso desde o Vista). Não consigo achar meu caminho de outro jeito.
Não quero te decepcionar não, mas pelo que eu vi do painel de controle do Windows 10, a coisa vai ficar ainda pior para quem guarda as antigas localizações das coisas no painel de controle…
Estou comprando um notebook com windows 8.1, e estou avaliando se vale a pena manter o 8.1 ou instalar o Windows 7, mas a principal duvida é se encontrarei drivers para o notebook.
Consegui resolver o problema do Subtitle Workshop. Basta instalar a versão 6, clicar com o botão direito sobre a janela de preview e escolher VMR9 como Video Renderer. No XP eu usava a versão 2.51, do autor original. A versão 6 é um “reboot” com outro desenvolvedor.
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7,9 no IMDB??? No máximo daria 5, e com muito boa vontade, mas é um filme assistível na seção da tarde. Eu não sou preconceituoso, eu assisto até animação (e gosto muito de algumas), tem algumas que são fantásticas, mas este filme deixou muito a desejar, o trailer foi muito melhor do que o filme.
As vezes eu não consigo entender como certos filmes são tão bem avaliados, isto é um grande mistério. Mas cada qual tem o seu gosto…
Notaram que no geral filmes britânicos são supervalorizados?
Também não gostei, achei muito fraco e sem graça
Pior que a crítica babou no filme, fez dinheiro e já foi confirmado o segundo.