 Jefferson,  10 de dezembro de 2014, E olha que eu usei o suporte empresarial.
O cliente estava sem internet desde as 7h30. Cheguei às 11h e já verifiquei que o LED DSL do modem não estava acendendo. Testei com o modem titular e com o modem reserva. Nada. Minutos depois alguém me contou que havia sido solicitado no dia anterior a mudança de velocidade dos 5Mbps costumeiros para 10Mbps. Nesse momento eu vi onde estava o problema, porque já perdi a conta das estórias de clientes da OI que fizeram um upgrade do Velox (às vezes até sem saber) para imediatamente ficar sem Velox nenhum.
1a ligação para o suporte. Expliquei:
- LED DSL não está acendendo
- Foi solicitada ontem uma mudança de velocidade
Em menos de cinco minutos a atendente localizou e resolveu (foi o que pareceu) o problema. O LED DSL acendeu, mas o LED “internet” não. Como eu não queria deixá-la esperando enquanto eu testava, disse que ligaria depois se encontrasse outro problema.
Ao verificar o modem, a surpresa: 320kbps de download e 160kbps de upload. E nem assim fazia a autenticação PPPOE. Testei com o outro modem: exatamente o mesmo problema.
2 ligação para o suporte. Expliquei:
- LED DSL está aceso, mas Internet está apagado;
- Foi solicitada ontem uma mudança de velocidade;
- Verifiquei no próprio modem que está conectado a 320kbps, quando deveria ser 10Mbps;
- Testei com dois modems.
Entrou por um ouvido da atendente e saiu pelo outro. Ela queria que eu usasse o browser para medir a velocidade da conexão pelo RJNET ou outro site de medição. Não adiantou dizer que eu estava vendo NO MODEM a velocidade de conexão e se o LED internet estava apagado eu não podia ter internet no computador. Depois de um tempo batendo boca a mulher disse que eu deveria ligar para suporte empresarial.
“Mas eu liguei para o número do suporte empresarial: 0800 031 0800 e a gravação me disse “você está no suporte OI empresarial” mas você está me dizendo que este não é o suporte empresarial?”
“Não é senhor. Esse o o suporte do varejo (acho que foi esse o termo usado)”
Desliguei e liguei de novo
3 ligação. Para o suporte. Expliquei:
- LED DSL está aceso, mas Internet está apagado;
- Foi solicitada ontem uma mudança de velocidade;
- Verifiquei no próprio modem que está conectado a 320kbps, quando deveria ser 10Mbps;
- Testei com dois modems.
A atendente disse que eu precisava conectar o computador diretamente ao modem. Eu expliquei para ela que o problema nada tinha a ver com a conexão interna até o modem. Evidentemente o probelam era fora. Mas ela insistiu que não poderia prosseguir do jeito que estava. Eu disse “só para satisfazer você eu vou fazer isso” e pacientemente desfiz a conexão com o switch da empresa (o modem é também o servidor DHCP) e conectei ao notebook. Quando a mulher quis me guiar pela configuração de rede da máquina eu já vi que ia ter que ter paciência. Mas quando ela me disse para desabilitar TUDO exceto “protocolo TCP/IP v4” eu me recusei terminantemente a mexer na configuração da máquina para resolver um problema que evidentemente era do modem para fora. Começou o bate-boca. Houve uma hora que ela pareceu aceitar o que eu estava dizendo, mas disse que o problema era na configuração do modem. Eu perguntei: “Ontem estava tudo funcionando, vocês mexeram para mudar a velocidade e agora os DOIS MODEMS que funcionavam até ontem não fucnionam mais e o problema é na configuração DOS DOIS MODEMS? É isso? ” Ela pareceu hesitar mas confirmou. Nesse ponto eu já estava alterado. Eu disse que me mandasse para o suporte avançado ou que cancelassem a mudança de velocidade. Disse que deixassem tudo do jeito que estava ontem. Ela disse algumas coisas que não ouvi bem e me passou para outra pessoa.
Aí eu fui insultado.
Essa pessoa que me atendeu falou por mais de um minuto sobre atendimento no local, mandar um técnico, etc, mas que para isso eu teria que adquirir o pacote de suporte por R$14 ao mês.
Eles queriam cobrar R$14 ao mês para resolver um problema criado por eles, mandando um técnico para a empresa quando em todas as vezes eu me identifiquei como o técnico da empresa!
Definitivamente insultado.
Eu disse bem claro e pausadamente. NÃO – AUTORIZO – NENHUMA – AQUISIÇÃO – DE – SERVIÇO. DESFAÇA – O – QUE – FIZERAM – ONTEM. Não adiantou. Eu desliguei e disse para a secretaria do dono: “ligue para a Anatel. Isso vai ser um problema”.
Ela decidiu ligar de novo para o suporte. Me tirou da mesa do almoço para eu falar com eles. Dessa vez eu decidi fazer o jogo da atendente e seguir o script bizarro dela. Mas eu caí na besteira de dizer que o endereço do modem não era o que ela estava me dizendo porque a configuração havia sido personalizada para encaixar na rede da empresa. Ela disse que não podia ser assim. Eu disse “me diga o que você quer ver. Eu estou na interface do modem”. Ela insistiu que não podia prosseguir. Quando ela me disse que eu precisava resetar o modem para o padrão de fábrica eu avisei, em tom alterado:
“Note que isso está sendo gravado. Você está ciente que isso vai apagar toda a configuração que fiz no modem, certo?”
Ela me respondeu em tom contrariado que sabia o que estava fazendo e, pior, eu ouvi nitidamente quando alguém perguntou o que estava havendo e ela respondeu algo e começou a dar risadas! Isso distante do fone, mas ela achou que eu não estava ouvindo. A atendente da OI estava debochando da minha contrariedade por ter que apagar a configuração do modem quando eu já havia avisado que testara com DOIS MODEMS.
Mas preferi não piorar a situação. Me resignei, resetei o modem (toda a configuração de port forwarding para acesso remoto ao DVR e ao servidor, faixa de endereço IP, etc, foi perdida). Agora não tinha mais o que fazer e segui o script dela. No final quando depois de cinco minutos o que ela estava fazendo não surtia efeito (o modem não estabelecia a conexão PPPOE) a ligação “misteriosamente” caiu.
Quinta ligação para o suporte. Eu expliquei:
- É a quinta vez que eu ligo. Estou tentando até encontrar alguém que entenda o que estou dizendo;
- LED DSL está aceso, mas Internet está apagado;
- Foi solicitada ontem uma mudança de velocidade;
- Verifiquei no próprio modem que está conectado a 320kbps, quando deveria ser 10Mbps;
- Testei com TRÊS modems (nesse ponto eu já havia testado com outro).
A atendente seguiu um caminho diferente. Me pediu para fazer o mesmo procedimento que a anterior mas eu praticamente a guiei em vez dela me guiar. Como não funcionou ela me orientou a criar uma canexão PPPOE direto no Windows executando o comando “rasphone”. Ela queria ver o erro que dava. Esperei falhar, comuniquei o erro e ela me disse que ia abrir uma ordem de serviço e de 8 a 24h o problema seria resolvido.
ALELUIA! Finalmente, por volta das 14h (a saga começou às 11) alguém da OI entendeu o problema! E esse é o suporte empresarial da OI!
Mas ainda não acabou. Amanhã eu voltarei à empresa para acompanhar isso.
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 Jefferson,  09 de dezembro de 2014, Filmes, OpiniãoImpopular É bom começar dizendo que, como assisti no cinema e apenas uma vez, não tive oportunidade de dar pausa e muito menos rewind para tentar entender algo que não ficou claro. Mas se eu for esperar para ter essa oportunidade vocês já terão desistido do meu blog, então vai assim mesmo. Nos comentários vocês me corrigem.
Resumo: O filme tem grandes visuais mas é maçante, raso e com um roteiro esburacado. Tire toda a curiosidade de checar a ciência envolvida e não sobra nada para se discutir sobre o filme. Nem a estória, nem os personagens são desenvolvidos o bastante para render uma boa conversa sobre o estado atual da humanidade ou seu destino. Nem mesmo sobre o destino dos personagens. Contato, de 1997, é muito mais empolgante e profundo que Interestelar.
Aviso: estou escrevendo o texto para discutir com quem já assistiu ao filme. Spoilers em abundância adiante.
O tema central do filme é a fome, que é tanta que a NASA foi encarregada de bombardear cidades do espaço para, aparentemente, reduzir o número de bocas. Mas parece que a descoberta da equação para controlar a gravidade matou a fome do povo, porque no final do filme está quase todo mundo vivendo em uma estação espacial gigante na vizinhança do buraco de minhoca sem nenhuma menção a terem passado (ou desejarem passar) para colonizar os planetas do outro lado.
Acho que na época do filme até a Wikipedia foi reescrita, porque o significado da lei de Murphy é exatamente o que Murph pensa e não o que Cooper diz. Durante o filme eu reagi com um “WTF!?” mas tive que esperar até terminar para conferir na internet se minha memória não estava me pregando uma peça. Depois desse filme vamos ter legiões de zumbis enchendo o saco com essa definição bizarra;
Se entendi direito, Murph passou dois anos em sono criogênico para supostamente ver o pai. E em menos de cinco minutos o dispensa e ainda o manda de volta para o espaço?
Como é que Murph conhecia toda a estória da viagem do pai antes mesmo de vê-lo? É claro que isso pode ter sido explicado a ela de outra forma, mas da forma que foi explicado ao espectador parece um buraco na trama.
Naquele ponto Cooper era uma lenda viva e mesmo assim quando ele acorda a tarefa de explicar a ele o ocorrido fica por conta do médico que o atendeu?
Eu admito que a Anne Hattaway é um espetáculo e eu brigaria pelo lugar na fila por uma oportunidade de povoar um planeta com a ajuda dela, mas como é mesmo que ela sozinha vai dar conta do plano B inteiro? No início do filme falam em “barrigaS de aluguel” mas mandam todas as centenas de óvulos para o espaço e uma barriga só.
Como é que algo tão absurdamente complicado que nenhum cientista da terra conseguiu resolver, pôde ser passado em forma binária e visualizando o movimento dos ponteiros de um relógio? Por quantas semanas Murph precisou olhar para o relógio sem comer, dormir ou mesmo piscar para conseguir anotar tudo, sem nenhum erro?
Cooper era engenheiro e piloto. Não um físico ou, mais difícil ainda, um astrofísico. Como é que ele conseguia sozinho fazer todos os cálculos de cabeça necessários para fazer as manobras que fez? Dá até para argumentar que foram os robôs que fizeram as idéias dele dar certo, mas é preciso conhecer muita astrofísica para ter idéias daquele tipo que tem ao menos uma remota chance de dar certo.
Planetas capazes de sustentar vida tão perto de um buraco negro? (o amigo José Carneiro me chamou a atenção para isso). E de quem foi a idéia brilhante de considerá-los viáveis? Vamos esquecer todo o problema temporal que tornaria qualquer trânsito para fora do planeta inviável e pensar apenas no óbvio: quem vai querer sair de um planeta morrendo para um que está à beira de um abismo?
Se eles tinham combustível o bastante para visitar pelo menos três planetas, não seria mais sensato deixar o planeta da anomalia temporal para visitar por último? Afinal, eles poderiam passar anos visitando os outros planetas e teriam se passado apenas minutos no planeta da anomalia (não perderiam nada) enquanto que por outro lado, os anos que eles perderiam por passar alguns minutos dentro da anomalia poderiam comprometer os resultados da visita aos outros planetas. Por exemplo, Edmund não poderia estar vivo se o planeta dele tivesse sido visitado logo (não ficou clara para mim a circunstância de sua morte)? Edit: Edmund provavelmente já estava morto quando a expedição começou. Esqueci que Brand havia dito que o sinal de Edmund tinha parado de repente. E lembrando isso, percebo que o final mostra que Edmund foi soterrado num deslizamento de terra. Mas isso não muda minha objeção.
Romilly estava muito “são” para alguém que passou 23 anos sozinho, mesmo tendo dormido boa parte do tempo. Eu acharia mais convincente se ele estivesse mais “lelé da cuca” que o tripulante da MIR em Armageddon;
Eu sei que estar “perto” de um buraco negro é muito relativo e quando assisti eu considerei que o perto era suficientemente longe para a gravidade não fazer diferença. Mas em casa “a ficha caiu”… se ele está perto o suficiente para uma hora no planeta equivaler a sete anos fora dele então deve estar perto o suficiente para nem dever existir um planeta ali;
Por quê, em nome de Asimov, um robô que nem tem mãos precisa materializar um arremedo de mão para segurar um joystick para controlar uma atracagem? Um plug na interface certa e ele não teria todo o controle necessário? Ou a nave não é “fly by wire” e o danado do joystick está efetivamente conectado por cabos a um sistema totalmente mecânico de controle?
Em um filme que supostamente tenta levar ciência a sério, ver alguém sobreviver à entrada em um buraco negro é… bizarro… O script tenta cobrir isso dizendo que aquele buraco negro é um tipo “suave” (não lembro o termo usado) mas isso poderia até explicar a nave não se desintegrar mas não um humano sobreviver. A razão para isso é simples e não é preciso entender Relatividade (eu não entendo): quando a gravidade é tão imensa, cada parte do seu corpo está sujeita a uma força de intensidade diferente. A parte do seu corpo mais próxima do buraco negro vai ser puxada com muitíssimo mais intensidade que a parte mais distante. O resultado é desintegração total. Poderia ser possível compensar isso fazendo a entrada a altíssima velocidade, mas supondo que isso fosse possível, seus órgãos também não suportariam. Você chegaria inteiro, mas morto.
Achar um objeto perdido no espaço do tamanho de um astronauta quando você está procurando por ele já não é mole, não. Mas quando Cooper aparece depois de décadas perto de Saturno é praticamente na rota para pegar um taxi. Ainda se tivessem dito que que ele apareceu num flash cegante de luz que chamou a atenção da estação espacial, mas nãoooo: “você teve muita sorte que um ranger estava passando no momento”;
O filme teria sido bem melhor se tivessem seguido a linha de Contato e “eles” fossem uma raça completamente distinta. O paradoxo criado por “eles” sermos “nós” eu poderia até perdoar num filme mais “vivo”, como Terminator 2; mas em Interestelar o paradoxo em vez de um detalhe intrigante se torna um WTF irritante.
E para não perder nenhuma oportunidade de ser chato:
- O filme é leeento demais;
- Deveriam ter colocado uma voz mais “robotizada” nos robôs. Mais de uma vez eu me confundi achando que era um dos tripulantes falando;
- Colocar uma atriz tão parecida com Anne Hattaway para fazer o papel de filha de Cooper tem algum propósito para o filme que eu não entendi? Perdi muito tempo distraído com a possível razão para Murph parecer com a Dra Brand.
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 Jefferson,  05 de dezembro de 2014, Firefox/Pale Moon Dãaaaaa…
Conforme eu havia avisado em setembro eu estava sem corretor ortográfico no Firefox (agora, Pale Moon) porque este tinha parado de funcionar. E como o meu corretor era um “hack” para forçar a ortografia antiga e eu estava sem paciência para buscar nas minhas anotações como eu tinha feito, fui empurrando com a barriga. Mas hoje eu me surpreendi ao procurar um dicionário na lista oficial do Firefox e esbarrar no texto “ortografia antiga”.
O dicionário está aqui. Como eu estou usando o Pale Moon em inglês, além de reativar a correção ortográfica (ele estava corrigindo em inglês e eu desliguei) foi preciso clicar com o botão direito sobre um texto e selecionar o dicionário brasileiro nas opções do menu.
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 Jefferson,  04 de dezembro de 2014, Como alguns de vocês devem saber, desde que o Windows 7 foi lançado eu o uso apenas no notebook, que por sua vez eu só uso quando estou na rua. Em casa eu uso apenas desktop (não suporto trabalhar de verdade em um notebook) rodando o XP. Eu devo lembrá-los de que a maioria das minhas desventuras iniciais com o Seven foi cuidadosamente explicada no meu blog (Mais que) Sete Problemas e vou apenas resumir aqui por quê, quatro anos depois, eu ainda acho o Seven tão difícil de tolerar.
- O gerenciamento de arquivos é um lixo. Ruim, ruim, muuuuuuuuito ruim! E ainda não achei um File Manager de terceiros gratuito que me deixasse inteiramente à vontade como me sinto no Explorer do XP. E boa parte do meu trabalho envolve gerenciar arquivos. Somente no meu HDD principal de 1.5TB eu tenho 2 milhões deles;
- Só consigo trabalhar com o UAC desligado. Justamente uma das grandes “melhorias” do Seven é um total obstáculo ao meu trabalho por causa dos programas que uso e a forma como o Seven lida com a comunicação entre processos;
- Só existe uma única coisa que me atrai no Seven: a versão 64 bits. O limite de 4GB de RAM do XP 32 bits vem me impondo limitações há algum tempo. Só que a versão 64 bits cria outros aborrecimentos, como me obrigar a usar virtualização para rodar um simples EXE de 16 bits.
Mas o que me levou mesmo a dar mais uma chance ao Seven, agora, foi a necessidade/oportunidade de começar a usar o Visual Studio CE, que exige no mínimo Windows 7 para instalação, apesar de poder criar programas para Windows XP também.
A primeira vantagem, que já era esperada, já ficou evidente: eu consigo usar o browser (hoje, Pale Moon) por muito tempo sem que congele ou feche de repente (na verdade, não aconteceu ainda). O Pale Moon já chegou a usar sozinho mais que 2.6GB de RAM dos 5.7GB utilizáveis. No XP acho que o Firefox não conseguia passar de 1.7 dos 3.6GB disponíveis antes de me deixar na mão.
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 Jefferson,  04 de dezembro de 2014, Como usuário, eu detesto .NET (Java e .NET só são vantajosos para os desenvolvedores, não para os usuários). Basicamente por você ter que ter baixar e manter uma gigantesca estrutura de software no seu computador para suportar um programinha de 100k. E se cada programinha precisar de uma versão diferente do .NET o aborrecimento se multiplica. Entretanto eu admito que com o gradual abandono do Windows XP isso vai inevitavelmente se tornando um problema menor, já que desde o Seven já há pelo menos um suporte básico a .NET quando você instala o SO. Isso não o poupa de ter que instalar novas versões do NET, infelizmente.
Prefiro Delphi. Mas eu sou suspeito porque é hoje a única linguagem em que sei (cof, cof, cof) programar. Entretanto a Embarcadero (ex-Borland, ex-Inprise, ex-não-sei-quantos-nomes) e suas licenças mesquinhas tem me mantido preso ao Delphi 7 por tempo demais (eu não ganho dinheiro com meus programas) e a combinação com o Windows 7 de 64 bits para desenvolvimento não funciona muito bem. O anúncio de que a Microsoft liberou o código fonte do .NET para que ele possa ser usado inclusive no Linux deixou o C# (.NET) ainda mais atraente. Parte do código fonte do .NET já estava disponível há anos, mas a licença não permitia que fosse portado para o Linux. Agora foi liberado o código fonte inteiro e a licença diz explicitamente que pode.
O golpe final na minha obstinação com o Delphi saiu com o anúncio em novembro de que eu podia usar o Visual Studio de graça. O VS já tinha uma versão gratuita antes, chamada de Express, mas que era muito limitada. Essa nova versão, batizada de “Community Edition” (CE) não tem essas limitações. Você só não pode usar legalmente se fizer parte de uma equipe grande de programadores. Você pode baixar o ISO, completamente legal diretamente neste link ou visitar a página de download.
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 Jefferson,  04 de dezembro de 2014, Firefox/Pale Moon, ViciadoEmAbas Relembrando:
Por isso decidi dar uma chance ao Pale Moon, que é essencialmente um Firefox otimizado para eficiência. A transição foi fácil, porque o Pale Moon aceitou os mesmos complementos e carregou os meus arquivos de sessão como se eu não tivesse mudado de browser. Só que este parou de gatilhar reclamaçãoes do Gmail.
O Pale Moon não congela mais por vários minutos antes de fechar como o Firefox. Ele simplesmente fecha. Isso ocorre por causa do meu absurdo número de abas abertas e já me acostumei com isso, até mesmo porque o Session Manager recupera tudo. Mas eu até prefiro que feche de vez, porque o tempo congelado me incomodava.
16/04/2015 – Desde que comecei a usar uma versão 64 bits do Windows (Windows 8.1 x64) há mais ou menos 120 dias, o Pale Moon deixou de fechar abruptamente. Neste momento eu tenho perto de 3000 abas e o único problema que resta é que leva um minuto para abrir o Pale Moon. Mas como eu uso hibernação isso tem pouca importância.
O Pale Moon a partir da versão 25 não suporta mais o Windows XP na mesma build que as versões mais novas do Windows. É preciso baixar uma build específica para XP. Isso é ligeiramente inconveniente porque eu uso a versão Portable para, entre outras coisas, poder simplesmente alternar entre as versões do SO no meu desktop e sempre recomeçar de onde parei a navegação. Eu agora preciso antes copiar o meu “profile” entre as builds do Pale Moon (funciona). Isso é simples e rápido, entretanto. Mas eu sinto falta do “instantâneo”.
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 Jefferson,  04 de dezembro de 2014, android, hardware, reviews Me deu um baita susto.
 Tela do ODIN MODE
Eu precisava de uma funcionalidade do telefone que só poderia ser obtida com o acesso root. Então eu fiz uma pesquisa e descobri que era muito fácil. Bastava usar o Odin Downloader para carregar um novo bootloader no aparelho. A própria Samsung diz que o processo funciona em quase todos os aparelhos e a única desvantagem é que uma funcionalidade criptográfica chamada Knox é perdida. Encontrei o processo bem explicado, mas uma coisa na página não me inspirou confiança: todas as vezes que o texto faz referência ao telefone, usa o nome completo “Samsung Galaxy S3 Neo GT-I9300I” em vez de usar da segunda vez em diante apenas “I300I” ou “o telefone”. Fica bem estranho quando você está lendo e para mim isso sugere uma coisa: criação automatizada de texto. Desconfiei de que podia quebrar a cara se usasse os arquivos fornecidos.
Então eu segui o link até o site de Chainfire, autor do processo, e de lá baixei o pacote que (eu achei que) correspodia ao meu telefone (MD5: 18e0691a6de99337d63a05b96e333f59). Somente havia um pacote para o I9300I. Não pode ser mais confiável que isso, né?
Mas deu errado.
Eu comparei byte a byte os arquivos fornecidos no site AndroidXDA e por Chainfire e tudo era idêntico exceto o arquivo com o bootloader. Segui todo o procedimento como descrito, usando o bootloader de Chainfire e tudo pareceu dar certo, mas o quando o telefone reiniciou, foi direto de volta ao ODIN Mode e não saiu de lá. Eu também notei que ele não foi detectado pelo Windows.
Esperei 10 minutos (era para durar 30 segundos), desconectei e conectei o cabo e reconectei, repeti o processo com o Odin (não lembro o que fazia, mas o telefone voltava a ser detectado me permitindo usar o Odin de novo), desconectei a bateria e liguei de novo. O telefone sempre voltava direto para o ODIN Mode, sem dar o menor sinal de que ia inicializar corretamente.
 Download Mode – Acessível ligando o telefone apertando ao mesmo tempo VOL-,HOME e POWER
Fiz uma pesquisa online e nenhuma dica ajudou. Eu sabia que o telefone não estava perdido porque esse estado é conhecido como “soft brick” e pode ser consertado, mas eu não queria arriscar instalar outro firmware completo no aparelho se um simples auto-root baixado direto da fonte deu esse problema.
Então uma hora eu pensei: Se ele sempre volta para o ODIN Mode sozinho, o que acontece se eu tentar entrar no ODIN Mode maualmente?
Apertei ao mesmo tempo VOL-, HOME e POWER e surgiu a tela inicial do Download Mode / Odin Mode explicando os riscos de instalar firmware customizado e perguntando se eu queria continuar ou Cancelar. Apertar OK me levaria ao ODIN Mode. Eu olhei para o botão Cancel pensando que efeito poderia ter e toquei nele.
O telefone iniciou normalmente, como se nada tivesse acontecido. O SuperSu não foi instalado (o root não foi bem sucedido – Testei depois com o Root Checker). Reiniciei o telefone mais de uma vez e o problema realmente desapareceu.
Entrei no ODIN MODE de propósito mais uma vez para checar o statur e ele diz: CUSTOM. Raios… eu nem consegui o root e perdi o status de “original de fábrica” do telefone.

Minha melhor explicação para isso é que o reinicio no ODIN Mode era proposital e o bootloader estava insistindo à espera por algo que não acontecia. Entrar no Download Mode e clicar em Cancel interrompeu o processo.
Mais tarde eu entendi o que pode ter impedido o processo de root de funcionar. O arquivo que baixei dizia que era para o Android 4.4.4. Como o telefone era recém comprado e só existia um arquivo no site, eu assumi que a minha versão do Android era essa (é, foi estúpido), mas na verdade o telefone veio com a versão 4.3. E agora que eu tentei fazer o root, a Samsung não me permite mais fazer atualização pelo próprio telefone. Talvez eu consiga pelo KIES, mas vou tentar outro dia.
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 Jefferson,  03 de dezembro de 2014, fanfiction, leitura, Livros  Somente lendo o livro você entende por quê essa mão numa posição de estalar os dedos foi escolhida para simbolizar a estória.
Não, não é o título de um novo livro de J.K. Rowling. HPMOR é uma obra de fanfiction (escrito por um fã), gratuita (todo fanfiction por natureza tem que ser) que infelizmente ainda não tem tradução completa em português (você pode conferir a tradução dos primeiros 11 capítulos aqui). Mas é algo que em muitos aspectos supera o original. O livro é uma obra em andamento que segundo o autor será concluída no início de 2015. Você pode ler em HTML direto no site ou baixar a versão em PDF que até agora tem 1633 páginas. Se isso em vez de intimidar te empolgou, eu acho que estou falando para a pessoa certa 
Se você é fã de Harry Potter (os livros), leia HPMOR.
Se você não é fã, mas gosta de “papo cabeça”, leia HPMOR.
Eu descobri a existência desse livro por puro acaso, quando esbarrei em um comentário do hacker Eric Steven Raymond, cuja opinião eu respeito, sem poupar elogios. Eu tinha que conferir.
HPMOR conta a estória de um Harry Potter em uma realidade alternativa, onde Petúnia em vez de casar com o palerma do Dudley, casou-se com um professor de bioquímica da universidade de Oxford e Harry cresceu sendo amado, cercado de livros e intelectualmente super dotado (como Voldemort). Em HPMOR Harry não é o garoto apalermado que vence o mal basicamente por “dumb luck” (como diz McGonagall após a derrota do troll no primeiro filme). Ele é uma força a ser temida. HPMOR mostra como seria Harry como um garoto de 12 anos que acaba de descobrir que pode fazer magia, com uma mentalidade de adulto (possivelmente fruto do fragmento de alma do Voldemort residindo dentro dele), super dotado e acima de tudo, racional.
Aliás, esse é o objetivo do livro. A estória de Harry Potter serve como pano de fundo para que o autor, o gênio Eliezer Yudkowsky (sob o pseudônimo LessWrong), dê uma incrível aula sobre racionalidade. Conceitos que eu simplesmente teria pouca ou nenhuma paciência de tentar entender em um livro didático são explicados com exemplos práticos, fáceis de entender e muitas vezes hilários.
A estória de HPMOR mostra o primeiro ano de Harry em Hogwarts e o cenário geral é bem parecido com o da estória oficial, mas com algumas diferenças conceituais e outras de enredo. A mais importante das diferenças conceituais e algo que me incomoda na estória original é que no universo de HPMOR a magia cansa. Isto é: não basta você saber o feitiço para poder ficar uma hora balançando a varinha em um duelo como na obra oficial. Feitiços mais poderosos exigem mais energia física e você tem que decidir durante o combate o que pode fazer sem desmaiar de exaustão. Somente essa diferença já muda muita coisa, mas não é a única.
Em HPMOR, o professor Quirrel também se torna professor de Defesa Contra as Artes das Trevas em Hogwarts. Mas a semelhança praticamente acaba aí. O Quirrel de HPMOR é um mago de incrível poder que pode ou não ser Voldemort (existe muitra controvérsia na lista de discussão, por causa do seu comportamento ambivalente) e que se torna mentor e “amigo” (ele mesmo não aprecia a idéia) de Harry. Quando os dois se juntam para discutir a racionalidade do que acontece em Hogwarts, eu acho que posso ser flagrado de boca aberta babando na frete do tablet. E Quirrel não se contenta em ensinar uns feitiços chinfrins para seus alunos. Ele institui em Hogwarts eventos de Battle Magic onde os alunos de Hogwarts são divididos em exércitos sem separação por casas (você vê a Sonserina lutando ao lado da Grifinória e isso funciona) sob o comando de três “generais” escolhidos por ele: Potter, Malfoy e… (eu não vou contar quem é o terceiro. A surpresa é deliciosa 
A descrição das batalhas é fantástica. E o suspense geralmente fica por conta do que o general Potter vai inventar (uma combinação de ciência e magia) para tentar vencê-las (ele nem sempre consegue, por causa das regras que muitas vezes são criadas por Quirrel justamente para dar uma chance aos outros generais) .
E não há falta de motivos para dar grandes risadas com o livro. Uma cena memorável é a em que Hermione dá um um beijo em Harry. Em outra Dumbledore e Snape se sentam para discutir um paradoxo temporal (sim, HPMOR também tem um dispositivo de viagem no tempo, sob o controle de Harry). É hilário!
E por falar em Snape, sua presença em HPMOR começa idêntica à da série original. Mas se você leu os livros ou assistiu aos filmes deve ter se perguntado como Dumbledore e McGonagall permitiam que um professor fizesse bullying em todos os alunos exceto os da sua casa tão descaradamente. Pois o Harry racional também se perguntou isso logo na primeira aula de Poções. O resultado é que o Snape de HPMOR é proibido de tratar mal seus alunos, graças a uma impressionante (embora não muito sábia) intervenção de Potter. E centenas de páginas adiante você descobre que isso não foi nada. Em HPMOR, Harry aprende a meter medo até nos dementadores. E tudo é explicado racionalmente.
SPOILER ALERT
SPOILER ALERT
SPOILER ALERT
SPOILER ALERT
SPOILER ALERT: O que vou contar adiante é importante para que você entenda realmente o livro, mas você não vai gostar de saber com antecedência.
Se você não percebeu até agora, um aviso: HPMOR não é estória para crianças. Os temas são adultos e o ápice dessa diferença surge como um soco no estômago do leitor no encontro de Hermione com o troll: Hermione morre, devorada da cintura para baixo. E Harry passa o resto do livro arquitetando seu caminho até a omnipotência (para desespero de todo o corpo docente de Hogwarts e todo mundo que tem juízo) para poder ressuscitá-la. O corpo de Hermione inclusive desaparece um dia depois. Todo mundo sabe que só pode estar com Harry (dos personagens aos leitores), mas ele nega e ninguém entende como ele pode ter escondido. Há quem ache que Hermione foi morta justamente para colocar Harry no caminho “do lado negro da força”, justamente porque Herminone era a única âncora que ele tinha. A única coisa que o segurava no caminho do bem.
Mas a estória, assim como esta sinopse, ainda não terminou 
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 Jefferson,  30 de novembro de 2014, Temos que admitir que a essa altura é bem pouco provável que um novo filme no universo da cultuada série Firefly seja produzido. No mínimo porque a série não vai ter a mesma graça se os atores forem trocados. E todos estão ficando velhos. Mas se você quiser saber como a estória continua basta procurar uma cópia da versão em quadrinhos oficial. São várias estórias, variando em qualidade. Mas o ponto alto mesmo é a série em seis capítulos Leaves on The Wind, de 2014, escrita pelo irmão de Joss Whedon, cuja estória começa onde a do filme termina. Com a revelação do segredo da origem dos Reapers, a tripulação da Firefly se torna inimiga número 1 da Aliança. Algumas surpresas esperam o leitor e há uma boa chance de que haja uma continuação.
A propósito, fiquei decepcionado com o volume 3: The Shepherd’s Tale, que conta a origem do Pastor (você sempre quis saber a razão daquela carteirada ter dado tão certo, né?). A estória é interessante e bem contada, mas não é convincente quando você tenta encaixar com o comportamento dos soldados da Aliança no episódio Safe.
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 Jefferson,  30 de novembro de 2014, DCAU, Filmes Batman : Assault on Arkhan é um longa metragem de animação com 1h16min e apenas mais uma estória do Batman versus Esquadrão Suicida. Não acrescenta nada ao universo DC Comics mas mesmo assim vale a pena assistir. E se você tiver surround DTS assista com o som alto. A premissa é fraca, como a maioria das estórias de quadrinhos, mas é uma estória adulta e gostei do som, dos diálogos (principalmente as piadas) e da representação de alguns personagens. Principalmente Harley Quinn.
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Eu tive um problema parecido quando aumentaram (sem avisar) a velocidade da Velox de 2mb pra 10mb, acho que em 2010 ou 2011.
O problema é que o meu modem não suportava os 10mb, então fiquei quase duas semanas com o problema e ninguém resolvia. Me virando com um celular Nokia conectado no PC e uma conexão 3G.
Depois de algumas ligações pra lá, finalmente um técnico explicou que a velocidade foi alterada, perguntou meu modem (acho que um Speedstream) e chegamos ao problema. Como eu sempre tenho mais de um modem em casa, troquei por um D-link 500B+ e em poucos segundos a internet voltou ao normal.
O serviço da Oi é questão de sorte! As vezes tu pega um funcionário bom e outras não. Sem nenhum preconceito, toda vez que me atende uma mulher… eu automaticamente sei que não vai resolver. E olhe que algumas tem a voz deliciosa! hehehe
Desprezo eterno pela Oi. Em cerca de 4 anos como usuário do Velox, até que não tive muitos problemas, mas quando aconteciam, era um parto pra resolver. Aí (graças a Deus) chegou a GVT na roça onde moro e pude dar um chute nos cornos (não sem antes ter um problema com cobranças indevidas, relativas ao período proporcional do último mês com eles, é claro).
É uma vergonha, não aprendem nunca.
Quando fui cliente da Oi, o atendimento telefônico fez um diagnóstico: condenaram a cabeação (par trançado) da minha casa POR TELEFONE! Pra mim foi a gota d’água. Estava querendo na época aumentar a velocidade de 1 mega para 2 mega, ofertado inicialmente por eles (operadora). Argumentei como seria possível dar um parecer por telefone sem ao menos estar no local?
Não teve jeito. Fiquei com a velocidade reduzida e fiz a portabilidade para o GVT. O atendimento da Oi me ligou para que eu cancelasse a portabilidade. Sem chance alguma! Eles são muito incompetentes.
Na GVT o atendimento é outro. Agora tenho 35 megas de velocidade.
Dei TCHAU pra oi!
Complementando, achei a imagem abaixo:
Que imagem?
Tentei subir a imagem mas não consegui. Segue o link da página com a imagem ao final:
https://escrevequeescuto.wordpress.com/2011/09/06/oi-tchau-pra-ti/
Cara, quando vejo que vou ser atendido por um “leitor de script”, que tudo o que vai fazer é pedir pra executar procedimentos que não fazem sentido algum, eu só digo que estou fazendo o que mandam, mas não faço!
Bem mais prático que ficar argumentando que isso ou aquilo que pedem pra fazer não faz sentido…
Você tem razão. Ontem, depois que esfriei a cabeça, concluí que se eu tivesse fingido seguir os passos do script é possível que eu tivesse forçado a abertura da ordem de serviço já no segundo telefonema.
De fato, pode não ser o “certo” a se fazer. Mas também, não terem alguém REALMENTE qualificado para atender, é menos certo ainda!
Tive pena de ver você realmente resetando o modem todo… triste viu. Eu já sabendo que o problema não estaria ali… eu não faria nunca.
Falar a verdade na GVT, sempre quando ligo no primeiro atendimento é só pedir para ir ao atendimento avançado eles passam logo, muitas vezes falam nada e já te transferem.
Alias, hoje em dia qualquer problema em qualquer operadora de telefone/internet, eu abro logo chamado no site da Anatel… não corro mais atrás, eles que ligam para mim, eles que SE preocupam em me atender… sério, isso deveria ser o padrão né? Mas tem que ser assim.
Faço exatamente como o Gustavo Sarmento falou!
Isso! A cada instrução idiota do atendente, dou uma pausinha de alguns segundos e digo “OK”. Hehehe.
Felizmente isso é passado, pra mim, apesar de a GVT ter um ou outro atendente um pouco mais cabeça-dura. Mas infinitamente superior aos outros, ainda.
Não sei se o Jefferson vai gostar (é “meio” off-topic) mas, para descontrair, vocês já fizeram atendimento via chat? Então… http://ovocolorido.net/category/o-mundo-das-coisas-esquisitas/page/2/
Aqui em São Paulo com a NET é a mesma coisa. Atendentes que só sabem ler scripts. Eu faço como o Gustavo disse, vou fingindo seguir passo a passo o que eles me orientam.
Já tive uma vez que “queimar” um cable modem defeituoso porque insistiam em não troca-lo. Abri cuidadosamente o modem e “queimei” a porta Wan. E o técnico veio e ainda ficou mais de 1 hora na empresa tentando fazer o cable modem funcionar, até que desistiu e trocou.
Uma dupla de técnicos da OI chegou no final da tarde (já havia esgotado o prazo de 24h). Pelo menos esses sabiam o que estavam fazendo (raro até entre técnicos da OI).
Quando eu disse para eles que o problema começou imediatamente após uma mudança de velocidade (vejam o tamanho da bagunça: eles não tinham sido informados disso na ordem de serviço) eles disseram “ahhhhh… provavelmente você vai ter que reduzir a velocidade”.
Tivemos uma longa conversa enquanto eles trabalhavam em contato com a central. Os dois técnicos ficavam ao celular ao mesmo tempo. Um provavelmente com a pessoa que tinha todo o controle sobre a conta do usuário e o outro com um técnico mais próximo, no que eles chamam de “DG”.
No final foi constatado que ao OI tinha feito a mudança de velocidade no computador deles, mas não havia encaminhado a ordem para que o pessoal do DG fizesse a manobra necessária. Feita essa manobra a linha do cliente alcançou os 10Mbps prometidos e está funcionando aparentemente bem, embora com parâmetros piores (mais próximos do limite de risco de ficar caindo) do que se operasse com 5Mbps.
Os técnicos não usam nenhum equipamento especial. A informação que eles usam para avaliar é a que qualquer modem ADSL já fornece: SNR e atenuação.
Durante a conversa ficou evidente que os próprios técnicos tem problemas com as toupeiras do atendimento na central da OI. Seria de se esperar que houvesse um técnico os atendendo do outro lado (no DG havia um), mas pelo que eu ouvia ficava claro que a mulher operando o computador era pouco mais que outra leitora de scripts.
Um deles até comentou que a situação do atendimento era tão ruim que eles só tinham terminais ativos onde a GVT não tinha chegado ainda.
A única organização que vi no trabalho da OI foi que os técnicos agora são rastreados via celular. Usam GPS e um aplicativo de controle.
Eu tenho GVT 15 Mb. Tinha 5 sem problema. Dai aumentei. Quando está tempo bom ela funciona no máximo. Mas sempre que dá uma chuva, logo no início, a internet cai por cerca de 1 minuto e depois estabiliza. Cada pancada nove ela cai e volta. Abri chamado com a GVT e os técnicos disseram que minha casa está no limite de distância do armário e o ideal seria eu reduzir para no máximo 10 Mb. Mas como com tempo bom ela é perfeita “vou levando”…
Já tive o desprazer de ter linha da OI (Telemar) e não quero nem de graça. Atualmente estou com a GVT, mas infelizmente a GVT decaiu muito no atendimento ao usuário nos últimos anos (no início era excelente). Tive o desprazer de penar uma semana (com a GVT em Salvador) para resolver um problema que eles aparentemente criaram e sempre depois de vários testes mal sucedidos (alguns que eu simplesmente ignorava por serem ridículos demais mas dizia que fazia) iam dizendo que em até 24 horas mandavam o suporte técnico ao local e nunca apareciam (mesmo sendo linha comercial do condomínio, que aparentemente tem atendimento diferenciado).
Ficar 1 semana sem internet foi de lascar (usando 3G), se não fosse o terrível trauma com a OI (Telemar) e com a NET, eu teria mandado eles para porra. Mas nesse acaso eu acabei abrindo uma ocorrência na Anatel e ai eles finalmente resolveram, mas mesmo assim ainda demorou alguns dias. O suporte ao usuário da GVT em Salvador está muito ruim, a sorte deles é que a concorrência não existe (não considero a OI, NET ou Vivo 3G ou 4G concorrência).
Que saudades da GVT do passado, hoje é mais uma, mas ainda tem uma conexão excelente (não sei até quando?), mas se ocorre algum problema o suporte ao usuário não existe mais (é como se não existisse pois eles não vem por mais que se reclame), e usar os serviços da OI, voluntariamente ou não, é a mesma coisa que morrer e ir parar no inferno (não tem nenhuma diferença).
Sou vizinho seu (FSA), e também percebi, em cerca de 3 anos como cliente, uma certa queda no nível do atendimento.
Pelo menos, quando tive algum problema com isso, bastou apertar um pouco mais que a coisa andou.
De todo modo, a impressão que eu tenho (por meus exemplos e por outros que já vi) é que falta centralização (no bom sentido) quanto ao padrão de atendimento e funcionamento – parece que a coisa fica muito à mercê das gerências locais/regionais.
Me parece que a filosofia de qualidade não muda, mas ao vir lá de cima, vai se perdendo pelo caminho (ou a depender de por quais funcionários passa).
Tomara que a recente compra pela Telefonica não termine de estragar tudo.
Quanto às outras, é bem como você disse: não são concorrência.
Problemas em atendimento? Chamado na Anatel, sistema Focus, online mesmo, em menos de 5 minutos está feito.
Nunca mais vocês vão ter dor de cabeça… não dura 2 dias, imagina uma semana.
O último problema que tive nem foi falado nada, o técnico veio aqui e trocou o modem por um mais novo, com mais antenas, nunca mais tive problema.
Internet caiu? Fiquei mais de 2 horas sem acesso? Chamado na Anatel… ligam para mim e me dão o desconto de pagamento referente ao tempo sem acesso.
Já cansei de ouvir “desculpe senhor pelo problema, esse mês não vamos cobrar a mensalidade”, sério, não faço por mal ou malandragem, até digo que não precisa disso, fico satisfeito só pelo tempo correto. Mas corro atrás do meu direito.
Já disse isso várias vezes, eu não corro mais atras de arrumar, eles que venham atrás de mim, chamado na Anatel.
A ANATEL normalmente solicita o nº do protocolo para abrir uma ocorrência, mas a minha paciência com a GVT está no limite e eu não demoraria para partir logo para cima.
Não precisa de nada disso. Mesmo.
Sistema focus
http://focus.anatel.gov.br/focus/
Clica em Fale Conosco, clica em Concordo, Cadastrar Solicitação, Avançar,
Reclamação, Serviço de Comunicação Multimídia, Banda larga – ADSL, Outros, Em branco mesmo e Avançar.
Pronto. Em reclamado: GVT
Coloca tuas informações, na descrição lembra de explicar o problema e colocar como entrar em contato com você, é bom colocar teu telefone de cadastro na GVT e pronto. Eu normalmente coloco meu celular, eles ligam para mim.
Precisa de nada. Não se estressa, faz o cadastro e espera eles ligarem para você.
Nada de protocolo, etc, apesar que eu coloco tudo e anoto tudo. Mas nem precisa… eles tem lá no sistema.
Se estressa não, vão resolver mesmo.
No momento está funcionando tudo bem com a GVT, mas esta informação é útil para mim e para outros.
Eu fui um dos primeiros a aderir a GVT, que no início era uma maravilha, conexão atingindo o limite da banda contratada, suporte atendendo em 1 ou 2 horas, e portabilidade feita em pouquíssimo tempo.
Acho que o que aconteceu foi que muita gente pulou fora da OI, e a quantidade de pessoal técnico não acompanhou a demanda, e agora o serviço ficou muito ruim com um quadro de pessoal técnico muito pequeno em relação a quantidade de usuários. Eles ainda continuam com um link excelente, tenho 35MB contratado e é normal fazer download via torrent de filmes com 4 MB, e as vezes chega a 4,1MB (banda nominal), mas às vezes não chega a tanto (nas horas de rush). Uso muito mas mesmo quando no talo (usando tudo) a internet ainda se mantêm usável (o balanceamento de carga deles é muito bom), coisa que nunca teve na OI (na época que se chamava Telemar).
A GVT mesmo ruim, ainda é anos luz a frente da OI e outras, mas eles tem que tomar cuidado para não botar tudo a perder com um suporte muito ruim e com pouco investimento. Não tenho a menor ideia como é que estão os investimentos deles (GVT), mas foi investindo pouco que a OI se tornou esta porcaria que é hoje.
E também tenho a impressão de que teve técnico ex-Oi indo trabalhar na GVT, aí é capaz de o cara levar uma pá de maus costumes e o ranço de armengueiro.
Fora as terceirizações – no começo, eu nunca via um terceirizado prestando serviços a eles, mas recentemente vi uns carros e funcionários de empresas terceiras na rua “a serviço da GVT”. Não é justo dizer que isso por si só é a raiz de todos os problemas, mas se deixar correr solto, os caras tomam conta, infelizmente, e a qualidade do serviço vai ladeira abaixo.
A Oi virou o lixão que é investindo pouco, e a Telefonica, em SP, fazia a mesma coisa. Tudo, absolutamente tudo, era terceirizado, e negociado ferrenhamente com as empresas pra arrancar os menores preços possíveis. O resultado: uma operadora sucateada.
Não sei até que ponto seguem essa filosofia hoje, mas é por isso que temo pelo futuro da GVT, adquirida por eles.
Eu também temo o que pode acontecer com a GVT depois da compra pela Telefônica. Tem potencial para dar merda, muita merda, mas espero estar errado (quem dera).
Olá sr. Ryan,
Isto é um script que os atendentes seguem o que está escrito na tela do computador, não podem ser considerados como técnicos e muito menos especialistas no assunto.
Infelizmente esta é uma prática que está em uso por muito tempo e que ainda vai durar pois existem trocentos estudos que afirmam que este é o futuro e baseados em ITIL.
Sabendo disso, eu faço o joguinho do script e vou meio que guiando a atendente fazer o que quero.
Em contra partida, o pessoal da Net resolveu fugir um pouco desta regra recentemente e quando você tiver um problema na linha poderá ser feito uma ligação diretamente para a pessoa que te vendeu o serviço para que seja aberto um chamado.
Ola Ryan,
Sinto muito pelo o ocorrido no seu atendimento, O que aconteceu na verdade foi que quando e gerado um mudança de velocidade e realizado a manobra de porta, no caso do seu cliente ele saiu de um DSLAM e foi para outro com maior capacidade, o cara do “DG” e responsável por realizar todo o procedimento e teste, todo assinante NR (não residencia) utiliza IP fixo e a porta tem que ser configurado para ele (usuários NR geralmente utiliza login que inicia com GOOS) a dica e quando isto acontecer tenta configurar o modem com usuário e senha de assinante residencial ex: usuário: DDD+numero do telefone@oi e senha:12345, caso navegue basta passar esta informação para o atendente que ele não vai solicitar nenhum tipo de teste, o chamado sera aberto de imediato.
Em questão do atendente eles são obrigados a cumprir o “script” e caso não cumpra são punidos, agora imagina você se tive que ir na casa de todo cliente que te liga? o suporte técnico da Oi recebe em media 2000 ligações por minuto em determinados horários, Haja técnico para atender este tanto de gente, que muita das vezes são problemas simples resolvidos pelo “script”.
Abraços.