Este post está bem atrasado, mas como é a segunda vez que me atrapalho para fazer funcionar porque tenho que reinstalar o Windows 8.1 a cada 180 dias e minha memória não anda durando tanto, decidir deixar registrado aqui.
É muito simples se você já tem todo o necessário para reproduzir tudo até h.264/x.264 (basicamente, instalar o kmplayer e o ffdshow). Basta instalar o LAV Filters e na configuração de filtros do KMplayer, selecionar “padrão do sistema” para o tipo de container usado.
Este segundo passo não deveria ser necessário se você já configura o KMplayer para usar decodificadores internos “apenas em caso de falha nos decodificadores padrão do sistema” mas por alguma razão é necessário no meu caso.
Muito bom. Obrigado pela dica. Estava sendo obrigado a usar o famigerado “media player” do windows 10, já que minha versão do KMPlayer é 3.6.0.87. Foi o único local onde obtive o correto caminho. Você está de Parabéns!!!
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Ou seja, a tela praticamente nunca desliga exceto por breves momentos de um segundo e a bateria é drenada rapidamente.
O problema não parece ser de software porque mandar apagar tudo e carregar o padrão de fábrica não resolve. Pesquisando na internet encontrei muita gente com o mesmo problema e este vídeo que apesar de dizer que tem a solução mostra apenas um modo de contornar (muita gente não sabe a diferença) o problema:
A “solução” apresentada consiste em instalar a app Always On AMOLED que substitui a lock screen do telefone por outra, escura, que pode ou não apresentar um relógio no meio. Assim quando o telefone religar sozinho pelo menos vai ser com uma tela escura o que supostamente fará o consumo de energia cair.
Mas o melhor jeito de contornar o problema para mim foi apresentado nos comentários do vídeo. Não requer instalar software.
Aperte o botão Power para desligar a tela;
Antes que ela acenda novamente aperte e segure o botão home;
A tela vai acender. Ainda segurando o botão Home, aperte o botão Power;
A tela vai apagar. Aguarde um ou dois segundos antes de soltar o botão Home.
A tela vai permanecer desligada. Após algumas tentativas você aprende a fazer isso rapidamente.
Jefferson, eu tenho um J5 Metal que funcionou muito bem por 9 meses depois da compra e aí começou com essa frescura.
Eu deixo ele configurado para apagar a tela depois de 1 minuto de inatividade e para bloquear o aparelho 15 segundos depois de apagar a tela. Mas, quando o defeito aparecia, assim que ela apagava depois de 1 minuto de inatividade ela acendia em seguida, ficava mais 1 minuto ocioso acesa, apagava novamente e acendia de novo num loop as vezes curto de alguns ciclos e outras vezes bem demorado de mais de 20 ciclos.
E este defeito não tinha nenhum padrão que eu pudesse perceber. Acontecia do nada e parava do nada também. E também acontecia quando o aparelho já estava bloqueado e quieto em cima da mesa por muito tempo por exemplo.
Como se não bastasse já ser muito ruim torrar a bateria rapidamente isto me aborrecia demais pois acontecia com o aparelho no bolso da calça e com o movimento de caminhar ele entendia como toque na tela e abria os aplicativos e chagava até a fazer chamadas.
Quando o defeito aparecia ao bloquear ele pela tecla de power, ele acendia novamente e eu apagava novamente e ficava “lutando” com ele por um tempo até que ele apagava e parava.
Já estou nesta luta a mais de 6 meses.
Este defeito parece ter relação com o sensor de presença pois quando o defeito aparecia, eu percebi que falar ao telefone era difícil pois normalmente ao colocar o aparelho na orelha depois de atender a uma ligação ele apaga a tela mas quando o defeito acontecia ele ficava num apaga-acende que afetava o som do alto-falante tornando impossível falar com a outra pessoa na ligação.
Da última vez eu saí do sério, desliguei o aparelho, desmontei ele, retirei a bateria, o cartão de memória e o chip da operadora e deixei ele assim desmontado por quase 24 horas.
Depois de remontado ele não fez mais isto. Pode ser coincidência mas deu certo por enquanto.
No último final de semana eu tomei coragem e fiz a atualização para o Android 7.1.1 e até agora está funcionando sem problema.
Obrigado pelas dicas. O telefone não é meu mas estou pensando em comprá-lo com esse defeito mesmo porque eu tenho aplicações para um aparelho dessa classe mesmo que tenha que ficar com ele preso na tomada.
Alguma coisa foi danificada na desmontagem? Estou pensando em tentar isso mas o estado externo do telefone é de novo e não quero estragar nada.
Já que você citou o sensor de proximidade, uma vez troquei a tela de Xiaomi (o sensor de proximidade vinha no conjunto), e precisei fazer um processo de calibração para o sensor funcionar corretamente. No caso do Xiaomi era através de um menu de serviço acessado através do aplicativo telefone, e não sei se o procedimento é universal no Android. Não me lembro mais como acessar o menu, mas uma busca no google deve ser rápida. Talvez tenha algum procedimento semelhante para a Samsung. Por ser uma solução em software, talvez valha a pena pesquisar antes de abrir o aparelho.
Não é o caso do J5 (eu tenho um J5 Metal 2016 e não tem esse problema), mas tive, alias ainda tenho um S3 que deu um defeito parecido, no caso dele era a chave power que estava com problemas, ela apresentava alguma resistência mesmo sem pressionar que deixava o S3 com um comportamento similar, bastou trocar a chave e nunca mais encheu o saco.
Já notei que meu J5 acende quando esquenta, no bolso e dia de som, coloco 1 minuto na geladeira e fica normal, basta esquentar que ele acende, não consegui consertá-lo sozinho..
Eu não tenho saco para assistir à premiação do Oscar, principalmente na versão com tradução simultânea, mas por acaso o receptor de TV estava sintonizado na TNT quando liguei no momento da premiação no domingo e eu fiquei espantado quando vi Jodie Foster e Jennifer Lawrence entrando juntas (fonte da foto).
Eu nunca notara que Lawrence era esse gigante (parece uma drag queen na foto). Tive que conferir a altura dela no Google: 1.75m. Ela é realmente alta para uma mulher mas como eu descobri no dia seguinte, porque eu fui apenas um entre centenas de milhares que se perguntaram isso, a razão para a impressionante diferença de altura é que Jodie Foster entrou com um sapato baixo por causa das muletas e Lawrence, como parece ser habitual entre as mulheres, não dispensou o salto nem para se solidarizar com a colega.
O enredo é capenga, o desenvolvimento de personagens é forçado, flash é abobalhado demais, “o retorno” não teve o impacto que deveria e exageraram na comédia mas ainda assim eu consegui apreciar o filme. Menção especial para a cena onde Aquaman senta onde não devia. Eu ri alto como não ria há semanas.
Cuidado: spoilers adiante
Gostei
O discurso de Aquaman, claro;
A expressão de Batman quando Superman finalmente se junta ao grupo;
A confusão de Batman quando é induzido a dizer que “gosta” do Superman;
As duas cenas onde Superman mostra ser tão rápido quanto Flash;
Quando flash deixa claro que naquele momento ninguém se importaria se Diana matasse Bruce;
As referências a Pet Sematary (Cemitério Maldito);
“Você sangra”? Seguido de “alguma coisa definitivamente está sangrando”
Não gostei
Das poses que os heróis fazem constantemente;
Como, depois dos eventos de BvS, Bruce Wayne deixa Martha Kent perder a fazenda para o banco? Só para poder fazer uma piada depois?
Como as caixas maternas viraram “mãe dos horrores” nesse filme. Eu não me lembro de ter visto caixas maternas se aliando às trevas nos quadrinhos;
As guerreiras amazonas tem milhares de anos de treinamento mas ainda assim falham miseravelmente na lição “se você vai cercar o inimigo, que seja só com espadas e punhos”;
Poderes inconsistentes: Então Flash, Mulher Maravilha, Ciborgue e Batman precisam da ajuda de uma máquina para escalar um poço e se livrar do afogamento? Só faltou o Aquaman também precisar;
A explicação para ressurreição de Superman nos quadrinhos pareceu bem melhor. E ela já era bem forçada;
Havia quatro carros de polícia no monumento, mas só um com policiais. Era hora do almoço? Notar que era noite quando eles entraram na nave kriptoniana;
O que aqueles policiais estavam fazendo mirando no Superman?
Por que Mulher Maravilha, Aquaman e Flash ficaram olhando abobalhados enquanto Ciborgue atirava no Superman? Até parece que não estava ao alcance de cada um deles separadamente detê-lo;
Duas falas de Gal Gadot no monumento me fizeram lembrar de como eu achei a voz dela irritante em Wonder Woman;
Lois chama Superman de “Clark” na frente dos dois policiais?
Todas as cenas envolvendo civis na Russia;
Mais poderes inconsistentes: Num momento Aquaman consegue atravessar vários pavimentos de um prédio sem se ferir e no outro Diana precisa salvá-lo de algumas “pedrinhas” que estão caindo;
Nem vou comentar os outros problemas de física;
Que desculpa Clark Kent vai dar para voltar dos mortos se o caixão vazio era o de Superman?
Todo mundo sabia o quanto as caixas maternas eram importantes, mas todo mundo esqueceu a terceira desprotegida. Supostamente bastaria Flash pegar a caixa e sair correndo, já que isso quase funcionou com as amazonas;
De como Bruce Wayne achava saber qual o propósito de uma caixa materna: “reformatar mundos”;
Temos uma explosãozinha na separação das caixas maternas que sequer provoca uma cratera e Superman faz graça “eu queria morrer” enquanto Stepennwolf ainda não fora derrotado;
Não foi esclarecido o que Aquaman roubou da batcaverna e por que.
Problemas menores
Na cena em que Gal Gadot está afiando a espada fica claro que ela não tem força para segurá-la e ela está apoiada em algo que foi apagado digitalmente. Quando ela está de costas a espada não está apoiada então certamente era um dublê;
Como Batman obteve aquelas anotações de Luthor? Este só ficou sabendo das caixas maternas quando na nave kriptoniana e de lá até o momento de ser preso havia tempo para anotações?
Algo no rosto de Superman me incomodou em mais de uma cena. Parecia outra pessoa. Mas eu não conseguia definir o que estava diferente. Agora eu descobri: ele estava de bigode e barba nas filmagens e tudo foi removido digitalmente. Está explicado porque eu achei estranho: aquela realmente não é a pele dele.
muita doideira num filme só; nem parece um filme, querem agradar todo tipo de fã.
obs.: não consigo ter todo esse senso de observação que você tem ao ver um filme.
E não sou tão observador assim. O erro na cena da espada eu só notei da segunda vez que olhei e tenho certeza que existem outros que não vi. Mas todo o resto eu notei enquanto assistia pela primeira vez e isso atrapalha bastante a imersão.
Outras coisas que esqueci de falar:
Seria muito fácil notar qualquer cena do Batman andando fantasiado que não seja um dublê porque Ben Affleck parece ter um jeito bem distinto de andar que fica evidente em uma das cenas na vila de pescadores.
O rosto de Ben Affleck parece muito diferente em uma ou duas cenas. Notadamente no avião. Em um relance me lembrou de Martin Sheen. Em outro momento parecia estar bronzeado.
Para quem não entendeu minha reclamação sobre as amazonas (quem lembra de como um dos mercenários de Ronin foi desmascarado sabe do que falo) aqui estão três imagens que ilustram o problema. O ponto amarelo indica onde está a Rainha Hipólita.
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Jefferson, 20 de fevereiro de 2018, humor, youtube
Eu já conhecia a piada mas fui surpreendido ao encontrar uma página na Wikipedia sobre ela que existe desde 2007 e já sobreviveu a duas votações para deleção. Vale a pena dar uma olhada na Talk Page para acompanhar os argumentos contra e favor da existência da página mas o que realmente achei interessante foi a menção a este vídeo de propaganda da Flying Horse intitulado “Gatorrada” que apesar de ser brasileiro e ter sido publicado em 2012 eu nunca vira antes:
Notar que teria sido ainda mais cômico se a idéia tivesse partido da Gatorade.
Eu não estou falando de “errar”. Isso, durante uma missão, não é direito do astronauta mesmo.
Alguma coisa a que assisti recentemente fez menção a “todo mundo tem direito a uma segunda chance” e eu estava ponderando sobre essa idéia quando me lembrei do caso da astronauta especialista em robótica Lisa Nowak de 43 anos que em 2007 espantou a NASA e o resto do mundo com uma inacreditável crise de ciúmes. Resumindo, ela dirigiu 1700km supostamente usando fraldas geriátricas para não ter que parar em lugar nenhum, com a intenção de seqüestrar ainda no aeroporto sua rival no relacionamento com um oficial da força aérea. No seu carro a polícia encontrou peruca, capa, facas, uma pistola de ar e spray de pimenta entre outros itens.
Ora, o caso não poderia ter menos a ver com sua condição de astronauta, mas você mandaria outra vez para uma missão no espaço uma pessoa capaz de fazer algo desse tipo de uma hora para outra? O pessoal da NASA certamente não e um mês depois da prisão ela não era mais astronauta. Ela pode ser perdoada pelo seu erro, claro (em um certo nível), mas não existe nenhuma quantidade de desculpas e acompanhamento psicológico/psiquiátrico que a tornem apta a dividir de novo uma cápsula espacial de milhões de dólares com outros seres humanos. Menos de um ano antes ela passara treze dias na estação espacial internacional (que tem um custo estimado de cem bilhões de dólares) como engenheira de vôo.
Astronautas, para todos os efeitos práticos, tem um tipo muito especial de loucura para se submeterem a passar semanas ou meses isolados do resto do mundo e permanentemente sob risco de vida. A loucura deles é especial por ser absolutamente previsível. Qualquer outro tipo de comportamento insano não pode ser perdoado pela agência responsável por trazer todo mundo de volta vivo.
E certamente não é o único caso onde “todo mundo tem direito a uma segunda chance” não faz sentido.
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No futuro de Knights of Sidonia antes da Terra se destruída por uma raça alienígena centenas de naves geracionais foram lançadas ao espaço para tentar salvar a raça humana. A série conta a estória dos sobreviventes em uma dessas naves, a Sidonia, cuja tripulação não faz idéia se as outras naves sobreviveram e acaba de reencontrar os alienígenas 100 anos depois da última batalha.
Apesar de ser mais uma estória de “Mecha“, os combates são apenas uma parte pequena da narrativa e o autor se esforça para que a ciência seja plausível. Tanto que algumas situações você não consegue entender até perceber que está muito habituado ao modelo “Star Trek” de absurdos. Existem poucas cenas de humor e estas são praticamente centradas no triângulo (quadrado? pentágono?) amoroso entre os personagens principais.
A estória de Sidonia e seus habitantes é interessante e é contada aos poucos. Você só consegue realmente entender o que se passa a partir do oitavo episódio. Eu tenho mais dificuldade porque:
Em japonês, sobrenomes vem antes do nome e eu tenho dificuldade para me adaptar a isso. Entre outros problemas eu deixo de perceber imediatamente que dois personagens são parentes;
Alguns personagens são chamados pelo nome e pelo sobrenome na mesma cena, por pessoas diferentes;
Eu tenho grande dificuldade para lembrar nomes japoneses;
Tenho dificuldade para lembrar de rostos em geral e isso parece particularmente difícil para mim em anime. O fato de existirem 11 gêmeas e esse número só ser revelado no episódio 6 só me deixou mais confuso;
Então eu tenho que freqüentemente parar e assistir a cena ou cenas relacionadas de episódios passados de novo antes de prosseguir para não perder completamente o fio da meada.
A única coisa que eu realmente não gostei foram dos eventos do episódio 7. Para não dar spoiler, um dos pilotos trai a população da Terra colocando a culpa em outro, que não se defende apesar de saber perfeitamente quem fez e como. E a reação de parte da população é no mínimo de ingratidão.
A primeira temporada tem 12 episódios de 24 minutos. Tirando as introduções e créditos finais são quatro horas e acaba com muita coisa explicada mas ainda com diversos buracos. Vou assistir à segunda.
Eu só encontrei o trailer em japonês. Dá para ter uma idéia dos visuais.
Eu gostei da segunda temporada, mas não tanto quanto gostei da primeira. Nenhuma das dúvidas que eu tinha ao final da primeira foi esclarecida, novas dúvidas surgiram, e a série descambou para a fantasia. E falta pelo menos uma terceira temporada para terminar a estória.
Vou ver se o manga responde minhas dúvidas
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RBTempo Multibanco é um programa de gerenciamento de dados de relógio de ponto da Madis Rodbel.
Eu fui chamado porque o usuário havia perdido todo o seu perfil no Windows XP. Após recuperar isso e testar o relógio de ponto o programa exibiu esse erro (não tenho certeza de que o texto da mensagem era exatamente esse) ao tentar acessar qualquer informação, fechando abruptamente em seguida.
Mexer com esses programas dessas empresas especializadas em ponto é sempre um problema por causa da proteção contra cópias mas no caso dessa máquina eu já trocara ao longo dos anos HDD e placa mãe e o programa nunca criara problemas; e sabendo que eu tinha uma imagem Trueimage feita horas antes da partição que me permitia reverter qualquer bobagem que fizesse experimentei reinstalar o programa.
Só piorou as coisas. Eu instalei “por cima” usando a opção “reparação” e o programa então passou a pedir validação. Tentei validação automática online, que não funcionou. Tentei a validação manual indicada em um link no programa mas este link para o site não abria mais. Então liguei para o suporte da Madis e fiquei sabendo que minhas opções eram fazer um contrato de suporte (inviável, já que em cinco anos nunca foi necessário) ou pagar a bagatela de R$268 por hora de suporte telefônico avulso. E a princípio eu só queria passar pela maldita proteção contra cópias de um programa adquirido de forma legítima.
Esse preço cobria com folga meus honorários de pelo menos um dia inteiro tentando resolver o problema e na pior das hipóteses eu poderia reimplantar e ajustar algum backup antigo da instalação feito anos atrás, por isso encarei o problema.
O primeiro passo foi reverter o dano causado pela reinstalação do programa. Repor uma cópia dos hives SYSTEM e SOFTWARE do registro não surtiu qualquer efeito, mas copiar por cima uma cópia anterior do diretório c:\Arquivos de Programas\Multibanco\RBTempo resolveu. O programa voltou a dar o erro de “tipo inválido”.
Então eu notei na barra de status do programa um problema na data, que aparecia como “2/14/aaaa” e a ficha caiu. Eu notara esse problema também ao usar o Windows Explorer com todos os arquivos exibindo datas desse jeito mas deixara para resolver depois. Como “tipo” (“type”) é um termo de programação que pode se referir a data/hora, deveria ser isso. Corrigi o problema via opções regionais no Painel de Controle e o erro no programa sumiu.
E isso só levou uns 10 minutos. Estou no ramo errado para não ganhar esses R$268 (se é que iam levar apenas uma hora para consertar) fáceis sem nem ter que me deslocar até o cliente.
268 reais pra falar com alguém que entende menos que você, e que após 3 horas de tentativas infrutíferas te sugere formatar tudo e instalar Windows 10 (o boleto a gente manda por email, ok?)
Seja com suporte pago ou gratuito essa é a regra. Eu só pensei em ligar porque validar o programa é um segredo conhecido apenas pelo suporte e que eles tem obrigação de saber como se faz. Se eles pudessem validar em menos tempo do que eu levaria para reverter pelo backup, melhor para o cliente. Não liguei e não ligaria por causa do erro “tipo inválido”, já que eu tinha backups de anos atrás que eu podia adaptar.
Em geral eu nunca ligo para o suporte nem quando o cliente sugere que eu faça isso. Normalmente é no mínimo uma absoluta perda de tempo e me sinto torturado por ter que seguir scripts insanos que claramente nada tem a ver com o problema.
Chefe, fiquei curioso:
1) Se fosse ficar 1 dia inteiro, e não resolvesse, iria cobrar mesmo assim? Quanto?
2) Já que resolveu, cobrou quanto? Menos que os 268?
3) Considera que o pessoal da Madis cobrar 268 é muito? Isto na hipótese deles resolverem sozinhos por acesso remoto.
P.S.: Não sou da Madis. Só acho que o pessoal de TI tende a cobrar pouco, levando em conta o tempo para conseguir conhecimento e a responsabilidade em pelo menos não ferrar com os dados já existentes no computador/sistema.
Eu cobro “barato”. São R$70 pela primeira hora e R$20 por hora adicional. Se eu ficasse por 8 horas corridas lá meus honorários ainda seriam de R$230.
É pouco diante do que eu sei fazer, mas eu acho “adequado”. Eu gosto do que faço.
Normalmente o cliente precisa me pagar não importando o resultado. Se eu achar o problema “interessante” e for do meu interesse resolver eu ofereço ao cliente a possibilidade de só pagar as horas relativas a esse problema específico se eu encontrar a solução. E sempre ofereço a possibilidade de levar a máquina para casa e cobrar um valor fixo, porque aí eu posso ficar assistindo televisão ou fazendo qualquer outra coisa durante as partes maçantes do processo ou enquanto eu penso em outras maneiras de abordar o problema.
Eu certamente gostaria de cobrar R$268 por uma hora de trabalho, mas não em um sistema de “lock-in” como o suporte de software proprietário. Eu me sentiria realmente prestigiado se encontrasse um mercado onde o cliente estivesse disposto a me pagar isso por causa dos resultados que trago.
Nota: eu acho bem provável que esse valor de R$268 seja artificialmente alto para incentivar o cliente a optar por um contrato de manutenção. Eu não me surpreenderia ao saber que o contrato custa “apenas” R$250 mensais por um ano. Mas eu não perguntei e ainda assim, diante da necessidade real, R$250 por ano ainda é caro.
Hoje as empresas de ponto eletrônico estão forçando a manter um contrato mensal devido as, segundo eles, “muitas alterações nas portarias do ministério do trabalho” que teoricamente exigiria várias atualizações anuais que seriam cobradas”. Pelo menos o software Ponto Secullum usa essa justificativa. Até ano passado eram grátis e agora vieram com esse migué pra poder lhe assaltar. Particularmente não sei quanto é esse valor mensal nem o valor da atualização avulsa.
E nenhum de nós dois consegue enxergar o que o MT alteraria para exigir uma alteração do software, certo?
Para azar dessas empresas, tem outros softwares rodando há anos que podem ser usados como comparação.
Entretanto, com se trata do governo federal brasileiro, eu não ficaria realmente muito surpreso se isso acontecesse. Até onde posso enxergar essas empresas que operam serviços que requerem homologação do governo operam como um cartel (uma “máfia” se preferir). Quero crer que o país esteja vagarosamente mudando já que um desses carteis estabelecidos há muito tempo, o da impressora fiscal, tende a desaparecer agora que já é possível imprimir cupons fiscais em impressoras não-fiscais (eu fiquei surpreso quando esbarrei nisso no fim do ano passado). Mas é preciso ficar constantemente de olho nessas mudanças de legislação que favorecem certos grupos empresariais. A imprensa brasileira deveria dar mais atenção a esses movimentos que sufocam principalmente o pequeno empresário.
Se o nosso país fosse sério, um dos requisitos para homologação do relógio de ponto seria uma API padronizada e aberta para que houvesse uma concorrência maior no setor.
Aqui na empresa temos ponto eletrônico tradicional, com relógio e um PC ligado na rede para tratar as batidas. Hoje já existe esse controle na nuvem, tudo homologado no MT, podendo fazer o controle de ponto em qualquer PC/Smartphone conectado na internet, inclusive a batida. O serviço é em torno de 200 reais mensais com um relógio de ponto em comodato, contrato de 24 meses se não me engano. Acho que todos irão migrar para esse modelo de negócio.
Retiro o que disse sobre a cartelização desse setor. Apesar de Madis, Dimep e Henry parecerem dominar o mercado baseado no número de homologações (78, 72 e 51 respectivamente), o número de fabricantes que tem hoje dispositivos homologados parece muito grande (46) para isso:
Alex, minha reposta à sua terceira pergunta não ficou clara.
O profissional de TI normalmente atua resolvendo problemas “genéricos” fora do seu controle e o cliente pode chamar qualquer um. É um caso muito diferente do suporte não-gratuito de software proprietário, que para mim se assemelha muito a “criar dificuldades para vender facilidades”.
Eu sei que não é possível garantir um software livre de bugs mas o que vejo são softwares em contrato de manutenção onde pipocam defeitos que antes não existiam. Esse tipo de coisa deveria estar coberto pelo Código de Defesa do Consumidor porque é mais que um vício oculto: parece sabotagem para justificar o contrato. Obviamente não é o caso do RBTempo Multibanco, que opera há anos sem problemas.
Então, sim, acho que desativar o mecanismo de reativação automática do software e cobrar R$268 por uma hora de suporte telefônico é completamente descabido.
OBS.: Eu entendo que o serviço de suporte é algo complicado porque na grande maioria das vezes o usuário vai ligar para o suporte com um problema que nada tem a ver com o software. Se você oferecer suporte gratuito vão ligar até para reclamar que o PC não liga. O danado é que o usuário vai fazer isso até quando o suporte é cobrado e é quase certo que no caso de um contrato de manutenção o atendente do outro lado da linha vá dizer “isso não é problema nosso”. Já cobrando R$268 por hora eu suponho que o atendente tente resolver até problema na máquina de lavar.
Notar que o problema “Tipo Inválido” era um erro de configuração do Windows. Nada a ver com o software. Eu acho justo que o desenvolvedor cobre, caro, para resolver problemas que nada tem a ver com ele. Mas com a proteção contra cópias do software um profissional de TI qualquer tem menos chances de determinar sozinho onde está o problema porque não pode sequer reinstalar e aí eu já não fico mais do lado do desenvolvedor.
E até onde eu pude ver nas duas vezes em que dei suporte a esse equipamento específico da Madis, existe um programa que lê as informações do equipamento e grava em um banco de dados SQL que pode ser lido por qualquer um e outro programa (O RBTempo Multibanco) que trata esses dados.
Ora, se realmente esse banco de dados pode ser lido por qualquer um eu não posso acusar a Madis de estar se aproveitando da sua posição para cobrar os olhos da cara pelo suporte, já que o MT permite a qualquer um tratar esses dados. O alto preço é resultado da falta de desenvolvedores interessados em atuar nessa área para gerar concorrência.
Segundo a portaria 1510, o REP (“Registrador Eletrônico de Ponto”) deve ter a funcionalidade de gerar o AFD (“Arquivo-Fonte de Dados”) com todos os dados da sua memória (Art 7) e esse arquivo tem o formato padronizado no Anexo 1 da mesmo portaria. Mas só está claro que esse arquivo precisa ser disponibilizado pela porta USB para controle fiscal. Não está claro que os dados sejam disponibilizados no computador do cliente nesse formato padronizado. Isso seria ótimo, mas não está claro.
Além disso, mesmo que o programa que colete os dados do REP grave no formato AFD, não há nada na portaria que especifique um meio padronizado de registro das informações obrigatórias no REP. Todo funcionário precisa ser obrigatoriamente cadastrado na memória do REP e basta que isso só possa ser feito por programa fornecido pelo fabricante para gerar um problema se este programa tiver proteções contra cópia ou outras “características” que impeçam por exemplo que o proprietário do equipamento possa escolher livremente e a qualquer tempo a qual PC ele será conectado.
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Na realidade alternativa de Counterpart um experimento feito em Berlim, Alemanha Oriental, durante a guerra fria, abriu um portal para uma realidade paralela que era uma perfeita cópia da nossa, mas no momento da abertura do portal iniciou-se uma divergência. Hoje, 30 anos depois, a existência da duplicata ainda é um segredo muito bem guardado nos dois mundos e o trânsito entre eles, que só pode ocorrer pelo portal, é rigorosamente vigiado. A tensão diplomática é grande e constante principalmente porque anos atrás a Terra Prime (a “outra”) foi devastada por uma pandemia e culpam a Terra Alpha (a “nossa”) por isso.
O foco da trama é um plano secreto e não autorizado criado na Terra Prime para matar certos indivíduos na Terra Alpha em preparação para um evento maior, mas francamente eu estou dando pouca atenção a isso. Eu fiquei fascinado com a narração da divergência entre as duas realidades. Entre outras diferenças, por causa da pandemia, o desenvolvimento tecnológico na Terra Prime foi atrasado indiretamente pelos milhões (bilhões?) de mortos e pelo esforço concentrado em avanços na medicina. A diplomacia na Terra Alpha tenta barganhar as descobertas na medicina e outras, como agricultura e mineração, sempre que pode.
Até onde deu para entender porque ainda estamos no quarto episódio criou-se lá um estado quase autoritário onde sequer o fumo existe mais e não reportar que se está doente é um crime, incluindo prisão para os amigos e familiares que não denunciarem. Viajantes diplomáticos da Terra Prime, incluindo o próprio embaixador, são instruídos pelo seu próprio governo a não prestarem atenção a nada na Terra Alpha e viajam em carros fechados.
Gosto do fato de que os diálogos parecem naturais e você precisa prestar atenção para pescar aqui e ali o necessário para entender o que se passa entre as duas realidades, mas ainda estou explicando esperando que se esclareçam alguns pontos que não fazem sentido, como o fato de existirem espiões e assassinos passando por um portal que é fortemente vigiado dos dois lados.
Também estou assistindo e gostando. J. K. Simmons é um excelente ator. É notável como ele consegue fazer as súteis diferenças entre os Howard dos dois mundos. E a escolha de Berlim para ter esse portal foi uma clara referência a existência no passado do Muro de Berlim.
Off-topic: acabei de assistir à quarta temporada de “Black Mirror”, e principalmente o primeiro e o último episódios foram excelentes! Recomendo fortemente, Ryan!
Ah, mas é isso que eu até ia te dizer, mas te esqueci: o primeiro episódio (o do porco, né?) é um dos PIORES da série… tente mais um (ou alguns)… recomendo, por exemplo, o primeiro da quarta temporada (a vantagem é que são estórias totalmente independentes, então podes ver sem sequência), “USS Callister”: http://www.imdb.com/title/tt5710974/?ref_=ttep_ep1
E não: é uma produção em conjunto americana/inglesa, então tem episódios tanto com atores britânicos quanto com norte americanos (e escritos e dirigidos por pessoas dos dois países)…
Outro que gostei muito foi o primeiro episódio da terceira temporada, “Nosedive”: http://www.imdb.com/title/tt5497778/?ref_=ttep_ep1
Na verdade eu apenas “tentei” assistir ao primeiro episódio. Antes da metade eu já estava tão sobrecarregado de “vergonha alheia” e sem conseguir imaginar qual seria o propósito de tudo aquilo que fui direto para o desfecho.
O “artista” atingiu seu objetivo e como crítica social, pegando apenas o início e o fim da estória e principalmente ignorando as tentativas de humor, o episódio funciona. Eu não espero nada melhor da geração Facebook. Mas isso me lembrou de uma passagem de Resgatem o Titanic! (o livro, não o filme) onde tentam humilhar um membro da tripulação fazendo-a se despir na frente de todo mundo. Todos os membros da tripulação dão as costas para a cena.
Já no episódio do porco, a reação da população da Inglaterra é mais vergonhosa que a cena.
Uma informação dada em S01E05 me deixou encucado. Como justificativa para o shopping center estar vazio Emily revelou que na pandemia 7% da população da Terra Prime morreu. Ora, embora isso signifique algo entre 350 e 420 milhões de pessoas considerando que a população no início da década de 90 era de entre 5 e 6 bilhões, a ausência de 7% das pessoas ainda é quase impossível de notar casualmente em um centro urbano.
Ainda supondo que China, Índia e todo o continente africano (totalizando metade da população mundial) tenham sido poupados da doença, isso significaria apenas 14% de mortes no resto da população, que continuaria difícil de notar casualmente.
Ou eu deixei de considerar algo ou o roteiro não é tão bem amarrado quanto eu gostaria, apesar de ser bom assim mesmo.
Outra coisa que eu notei é que o fumo, que é raro de se ver hoje em dia em séries de TV, nessa série serve para avisar ao espectador que dimensão ele está vendo, já que fumar publicamente só é possível na Terra Alpha.
Me ocorreu agora que eles podem explicar mais adiante que foram 7% da população mundial mas 50% da população da Alemanha, onde fica o portal. Isso explicaria a desconfiança da Terra Prime de que foi algo orquestrado na Terra Alpha.
Estava pensando agora: você, Jefferson (ou qualquer outro) conseguiu descobrir qual o trabalho que o “nosso” Howard fazia logo no primeiro episódio? Ficar trocando mensagens codificadas com uma pessoa do “outro lado” separadas por um vidro? Qual o sentido?
Eu não faço idéia. Faltam informações. Não está claro se os dois lados daquela sala estão na mesma dimensão nem se os agentes do outro lado do vidro pertencem à Terra Prime ou são espiões da Terra Alpha.
Não sei se você notou, mas na “outra Terra” tudo ok em eles usarem nos escritórios computadores mais “antigos” (com monitores CRT “de tubo”)… mas notou que na “nossa” Terra tem um escritório cheio dos mesmos monitores?
E continuo cada vez mais impressionado com J. K. Simmons e suas “micro expressões faciais”: nesse episódio eu de cara identifiquei o Howard “de lá” somente pela sua face e seus trejeitos antes de identifica o ambiente… que baita ator!
Não sei se você notou, mas na “outra Terra” tudo ok em eles usarem nos escritórios computadores mais “antigos” (com monitores CRT “de tubo”)… mas notou que na “nossa” Terra tem um escritório cheio dos mesmos monitores?
Eu notei isso lá no início enquanto procurava os elementos distintos para me situar em cada realidade. É restrito ao prédio onde está o portal. Os roteiristas ainda estão devendo a explicação. Seria um exigência da Terra Alpha? Uma necessidade para intercambiar informação?
Já identificar que personagem J.K. Simmons está fazendo é um pouco mais difícil para mim. Existem diferenças nas expressões e na posição dos ombros mas eu ainda me atrapalho. É mais fácil se basear nas roupas mas a inversão que eles fizeram também me confunde.
Minhas impressões quanto ao episódio 7 são mistas. Por um lado ganhamos uma boa dose de informação sobre o “lado de lá”. Por outro lado ficou ainda mais evidente o problema do roteiro, que não explica como essa infiltração é possível.
Correndo o risco de repetir o que já disse, trata-se do segredo mais bem guardado em dois planetas, o trânsito só pode ser feito por um portal fortemente vigiado, mas aparentemente visitantes da Terra Alpha podem ficar indefinidamente na Terra Prime sem fazer check-in periodicamente com as autoridades. E apesar dos visitantes serem claramente fotografados, como deve ser, ninguém pensa em verificar de quem essas pessoas são cópias. Isso é um absurdo imenso.
Num caso “real” a identidade de todos os visitantes provavelmente seria checada com a localização da cópia, o visitante receberia uma espécie de tornozeleira eletrônica e medidas seriam tomadas para que o visitante não pudesse cruzar com ninguém “conhecido” na outra terra.
E para completar, Claire Alpha é instruída a contratar criminosos da terra Prime, permite que esses criminosos percebam a semelhança e ainda deixa por conta deles dar um fim ao corpo!
Uma operação tão bem organizada e eles deixam móveis escolares fotos e corpos de crianças para trás? Eu sei que minar um prédio de forma segura é difícil, mas provocar um incêndio está ao alcance de qualquer um.
Emily Prime deveria estar num local secreto, mas é a segunda vez que ela é encontrada por gente “de fora”.
Mas fiquei curioso para saber como Howard vai se livrar da traição de Peter.
O episódio 9 melhorou um pouco, mas ainda tem problemas freqüentes:
A infiltrada-master, Clare, tem três celulares ocultos do marido em um esconderijo mas configura um deles para que possa tocar e denunciar tudo?
Talvez seja a minha grande dificuldade de reconhecer rostos, mas não sei como a namorada de Baldwin Alpha (a violinista) pudesse estar tão certa de que Baldwin Prime (a assassina), que não faz a menor questão de parecer com sua contraparte, fosse a mesma pessoa e não uma sósia.
Pelo menos Aldritch não é um idiota e desconfia da verdade.
Em todas as cenas anteriores com Pope em público nós o vemos acompanhado de ao menos um guarda-costas, mas justamente neste episódio o roteirista quer que acreditemos que ele estava sozinho passeando com o cão e que o chefe de “Housekeeping”, que deveria ser muito melhor informado e preparado, também acreditasse nisso e fosse assim facilmente desarmado.
Aquele celular do olheiro de Pope na estação aos 19m28s parece muito sofisticado para a Terra Prime.
O treinamento dos guardas de fronteira na terra Alpha é muito ruim para um único atirador, sem usar granadas ou bombas, matar tantos deles mesmo após o alarme estar soando.
Espero que o próximo episódio explique o propósito dos três atiradores, porque isso não ficou claro. Um plano preparado com tantos anos de antecedência para matar algumas dezenas de funcionários do pequeno escalão? É bom que aquele trio tenha feito bem mais que isso antes de morrer.
Uma coisa que só me ocorreu agora: a incompetência da vigilância da fronteira da terra Alpha é ainda pior do que eu imaginava, já que desta vez eles não conseguiram ver que estavam atravessando três contrapartes de funcionários da agência. Sendo uma a secretária do diretor de diplomacia. Diante de tanta incompetência, me surpreende que a terra Prime não tenha substituído elementos chave (não os “cabeças”, que aparecem na TV) de diversos governos mundiais na terra Alpha.
Eu juro que estava pensando que aquele infiltrado que queria ir para o portal tinha explosivos na mochila e iria soterrar o portal, cortando a comunicação entre os mundos… quem sabe isso pode vir a ocorrer no próximo episódio?
Eu também pensei nisso, mas depois pensei: por que não fizeram isso na ida?
Porque não podiam passar com explosivos? Mas de que lado vieram as armas que eles receberam? A operação que eles montaram é exageradamente complexa para isso. Se você quer sabotar uma fronteira por onde é mais fácil: pelo lado do inimigo ou pelo seu lado? Os roteiristas estão deixando muitos buracos no roteiro.
Acaba de me ocorrer um problema extra: realisticamente nenhum explosivo convencional que o terrorista pudesse estar carregando seria capaz de demolir o portal se detonado no corpo dele. A explosão desintegraria o terrorista, feriria todos os presentes e tiraria alguns pedaços das paredes. Nada mais.
Para ser eficaz em demolição o explosivo precisa ser depositado em um compartimento pequeno e fechado ou ser inserido em perfurações. Num espaço aberto daqueles existe muito ar para ser comprimido e amortecer a reação.
É claro que isso não impede os roteiristas de fazê-lo, porque esse tipo de explosão irreal é quase regra no cinema e na TV. Mas vai ser um ponto a menos para eles.
Me ocorreu agora que os roteiristas podem usar o fato (que ainda não foi explicado) de que dos dois lados da fronteira no prédio se usa tecnologia antiga para justificar a falta de reconhecimento facial na aduana da terra Alpha. Porém a simples (e evidentemente necessária) coleta de impressões digitais de todos os visitantes para posterior verificação já teria impedido toda essa infiltração desde o começo. Afinal, todos os envolvidos trabalham na agência ou são parentes de quem trabalha então até o cadastro de DNA é 100% possível.
Os roteiristas precisam se esforçar mais para me manter interessado. A fila anda…
Comecei a assistir; estou evitando reler os defeitos que o Jeff listou kkkkkk pra não virarem spoilers; a premissa tá parecendo legal. E como você disse que a 2a temporada está sensacional, vou tentar correr pra chegar nela.
No momento estou vendo:
-Flash
-TWD
-Manifest
-God friended me
-Living biblically
-Star trek discovery
-Counterpart
aguardando:
-The 100
-Vikings (recomeçar a 5a temporada)
-Demolidor (3a e ultima temporada)
Sensacional o episódio dessa semana, “Twin Cities”, onde é finalmente revelado como foi criado o portal, os seus criadores, e como dois universos “espelhos” foram lentamente se diferenciando… claro que do ponto de vista da mecânica quântica tem falhas (e eu entendo disso?) mas é um ótimo episódio…
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No ano passado eu recebi por email este aviso da Netflix confirmando os dados da assinatura que eu tinha feito:
O que me surpreendeu, porque eu não lembrava disso e não tinha interesse na Netflix. Eu gosto de dar presentes à mim mesmo mas “presente surpresa” é novidade. Vale salientar que eu não bebo então não sofro de casos freqüentes de amnésia como muitos bebuns. Depois de olhar e “reolhar” a mensagem, conferir que os dados de pagamento não tinham nenhuma relação com nada meu, analisar o cabeçalho confirmando que o email não era uma armadilha e muito coçar a cabeça cheguei à conclusão que a Netflix é mais uma empresa que tem o detestável hábito de não validar o endereço de email dos assinantes.
Como se tratava da “minha” conta. Solicitei mudança da senha e “tomei posse”. Não encontrei em lugar algum qualquer tipo de informação sobre o “infeliz” que a criou (nem nome, nem telefone) e tudo o que pude descobrir é que aparentemente ele tem filhos e só assiste a filmes dublados. Não encontrei opção alguma para cancelar a conta online e certamente não ia perder meu tempo ligando para o 0800 da Netflix (e nem gosto de telefone) para tentar provar que “eu não era eu” (é sério!) e cancelar a conta que eu não tinha informações para provar que não era minha.
Então eu aproveitei o recurso de dar nomes aos perfis para deixar um recado:
Eu não sei se o indivíduo chegou a ver minha mensagem. Não recebi nenhum email informando tentativa de recuperar senha (ele não conseguiria, claro) e não sei se os dispositivos já conectados desconectam se a senha mudar, mas três dias depois (talvez seja o tempo máximo que uma app Netflix leva entre logins) surtiu efeito:
O indivíduo tinha inserido dados falsos de cartão de crédito ou a primeira coisa que fez ao descobrir que “sua” conta havia sido “hackeada” foi mudar os dados de pagamento? Essa dúvida não me entreteve por muito tempo porque 1h14min depois eu recebi outra mensagem:
É possível que o atendente da Netflix tenha primeiro apagado a informação do cartão de crédito para depois cancelar a conta evitando assim que eu pudesse clicar em “Reiniciar Assinatura” e começar tudo de novo. É a melhor desculpa que consigo inventar para essa bagunça.
É um tanto surreal ficar recebendo mensagens de um serviço legítimo me chamando pelo nome e me informando sobre atos que eu fiz sem ter feito. Isso sem contar com os possíveis problemas que isso pode causar para as duas pessoas (cliente e não cliente) envolvidas. Essas empresas que não validam dados de contato deveriam ser punidas de alguma forma por isso.
Quando você altera a senha, todos os dispositivos conectados tem que fazer um novo login. O ladrão (eu chamaria assim) nem deve ter visto a sua mensagem. Ele também deve ter usado dados de um cartão de terceiros. O mais provável é que o dono do cartão também deve ter reclamado junto a operadora, e isso que gerou o cancelamento da Netflix.
Tenho dúvidas quanto a isso. A Netflix dá um mês grátis e a mensagem de boas vindas faz referência a isso. Como o titular do cartão poderia ficar sabendo três dias depois de uma transação que ia ocorrer quase trinta dias no futuro?
A não ser que a Netflix use o mesmo tipo de operação que as locadoras de veículos, que “reservam” a franquia do seguro no seu cartão de crédito. Mas até hoje eu só vi esse tipo de operação “pré-datada” no cartão de crédito nesse caso.
Meu palpite é que o indivíduo perdeu acesso à conta e ao tentar recuperar desta vez usou seu endereço de email correto, que a Netflix reportou como inválido. Ele ligou para o 0800 e assim descobriu e corrigiu o erro.
Aconteceu comigo em uma conta de e-mail secundária. Meu palpite é que algum script sai rodando emails aleatórios para cadastrar no Netflix e ter 1o mês grátis pra pessoa usar sem pagar. A cobrança a princípio só ocorre quando acaba, daí qualquer informação de cartão eles aceitam. Entrei na conta, mudei a senha e pronto. 2 dias depois recebi e-mail que a conta foi suspensa.
Eu li a notícia, achei que carecia de sentido e só porque mencionava Bruce Schneier e eu acho que esse cara merece crédito fui procurar a fonte (que não é citada). Encontrei o artigo aqui, que é um pouco mais esclarecedor mas ainda carece de lógica.
Uma coisa é evidentemente certa: a falta de validação de email por parte da Netflix é (de novo) a causa do problema. Mas a dimensão deste ainda é incerta. Parece coisa de “pesquisador de segurança” (James Fisher) procurando pelo em ovo. E o fato de Fisher, segundo Schneier, argumentar que é culpa do Google (isso é estúpido) só reforça essa percepção. Ainda preciso ler o original de Fisher.
Eu dei uma olhada no texto de James Fisher. E concluí que ele queria muito criticar a Google por alguma razão e por isso deliberadamente ignorou a falta de lógica da sua “descoberta”.
Ele diz explicitamente que ao clicar no link enviado pela Netflix para atualizar dados do cartão a Netflix não pede a senha, assim ele cai na conta da outra pessoa sem saber. E de alguma forma isso é culpa também da Google.
Ele diz explicitamente que a mensalidade da conta vinha sendo paga pelo cartão que estava lá cadastrado (logo era uma conta legítima, cadastrada com endereço errado), mas que naquele mês o cartão foi recusado e por isso ele recebeu o email. Tudo indica que o problema ocorreu por acidente, possibilidade que ele mesmo aceita, mas ele preferiu inventar um elaborado golpe imaginário.
Ele diz explicitamente que quase foi convencido a pagar perpetuamente pelo acesso de outra pessoa, ignorando que precisaria ser um tipo especial de estúpido para não notar perpetuamente a cobrança em duplicidade em sua fatura.
Há tanta estupidez na análise de Fisher que eu posso dizer com segurança que meu caso não tem nada a ver com o que ele diz.
1)Para levarmos o que ele diz sobre esse tipo de assunto a sério é preciso que acreditemos que não é esse tipo de estúpido, mas ele praticamente assume que é.
2)É mais uma condição para que um golpe de R$20 por mês dê certo. Os ganhos desse golpe imaginário não parecem justificar as dificuldades.
Eu não acho que o texto seja tão sem lógica assim.
Me pareceu perfeitamente plausível o golpe que ele descreve.
Eu também não gosto do dots-don’t-matter. Nunca gostei. Mas nunca tinha pensado em algum problema real dele. Eu concordo que ele queira atacar o recurso do Gmail, e pra isso usou uma falha grave da Netflix. Ao meu ver, o principal problema aqui é a Netflix, e um possível golpista precisa apenas do recurso (ruim) do Google para completar o golpe.
Eu admito que fiquei irritado com a abordagem dele e isso nublou meu julgamento. A falta de lógica só ia a até o texto de Schneier, porque faltavam informações e ele repetiu a hipérbole de Fisher (“Use Netflix free forever with Jim’s card”). O golpe descrito por Fisher é possível mas tem tantas condições e tem um prêmio tão pequeno que é apenas pouco provável.
Note que o gmail não é necessário para que o golpe funcione, porque a culpa é inteiramente da Netflix. O recurso do gmail apenas permite que o email seja enviado diretamente pela Netflix.
Digamos que você tenha se cadastrado no Netflix com o email ricardomenzer@outlook.com. O vigarista cria uma conta ricardo.menzer@outlook.com ou ricardomenze.r@outlook.com, que são ambas legítimas e distintas para o Outolook e faz seu cadastro na Netflix. Ele pode também usar riicardomenzer, ricardomennzer, etc. As possibilidades são muitas.
Ao receber o aviso de que o cartão não foi aceito ele copia a mensagem e envia para você. Ele pode usar o mesmo email parecido com o seu para tentar confundir você (de relance a mensagem parece ter sido enviada de você para você) ou criar outro como suporte.netflix@qualquercoisa. Não importa, pois todo esse trabalho só é necessário se o vigarista achar que a vítima vai se dar ao trabalho de olhar o código fonte da mensagem, porque se não olhar, pfff.
Como o email enviado pela Netflix tem um link com um token que dá acesso sem autenticação, não faz diferença.
O tipo de pessoa que não notaria que os dados de cartão informados não batem tem grande chance de também não notar que o email não veio da Netflix ou se notar, ignorar ao ver que o link para clicar vai parar realmente na Netflix.
O recurso do gmail apenas aumenta a aparência de autenticidade do golpe. Nada mais.
Mais uma coisa: para o suposto “golpe” funcionar o vigarista tem que também acertar qual o plano que você usa, para não dar um valor diferente e chamar a sua atenção.
Outra condição para que o golpe funcione é a operadora do cartão aceitar a transação. Ora, isso requer muito pouco: além dos números, para uma transação sem endereço de entrega apenas o nome impresso no cartão precisa bater. Então qualquer pessoa que tenha manuseado seu cartão sabe o necessário. E se sabendo disso você não confere todo mês sua fatura, tem um problema maior que o habilitado pelo descaso da Netflix.
Se não, me engano, no cadastro da Netflix você precisa colocar o código de segurança do cartão e o endereço da fatura também. Se algum deles não bater, a transação é recusada.
Nesse caso eu retiro o que disse. Faz sentido a operadora do cartão exigir o endereço correto da fatura em todas as transações.
Isso pode ou não dificultar esse golpe. Se a primeira coisa que Netflix mostrar for os os dados do cartão errado (o que é incerto, porque com essa falta de segurança ela poderia mostrar tudo no email que não faria qualquer diferença), a vítima vai ter mais uma chance de notar que há algo errado. Mas se já cair num formulário em branco não faz diferença pois é a vítima que vai preencher.
Uma coisa que me passou pela mente ontem e esqueci de mencionar: em teoria (o histórico da Netflix não inspira confiança) no momento que o vigarista criar a nova conta a vítima recebe uma mensagem como a primeira do meu post. Isso não pode ser evitado pelo vigarista (usando o gmail, como descrito por Fisher). O que dizer da atenção de alguém que também ignorou o fato de outra conta Netflix ter sido aberta em seu nome antes de receber um email para confirmar os dados do cartão?
No email de boas vindas a Neflix destaca o email da conta criada. Mas no email de cobrança isso não aparece. É possível alguém se confundir se a cobrança vier muito depois das boas-vindas? É. Mas é mais um obstáculo para o sucesso do golpe.
É possível receber um email diretamente da Netflix mesmo sem usar o gmail. Esse cenário é muito mais provável que ocorra por acidente que por golpe, mas basta que você tenha uma conta na Netflix usando um endereço de email e criem uma conta usando outro endereço que também é seu. Quando o pagamento for recusado você vai receber um email legítimo da Netflix e basta não notar que veio pela conta errada (além de todos os outros sinais já enumerados por mim).
Estou tentando ler a discussão em Hacker News e apesar de muitos comentaristas parecerem ter lido um texto diferente do que eu li, surgiu uma sugestão interessante em uma das threads: o gmail deveria dar a opção de você poder desligar o recebimento de mensagens pelos “aliases” automaticos. Você ainda seria o dono de todos eles, mas mensagens enviadas para eles seriam rejeitadas. Uma opção mais avançada seria você poder escolher que aliases poderiam receber email.
Isso reduziria o risco por reduzir a quantidade de mensagens recebidas por erro.
Não sei explicar o motivo exato, mas vira e mexe eu recebo mensagens que são direcionadas a um advogado da região nordeste, com material até digamos sigiloso anexado. Eu vivia respondendo de volta dizendo que não era o tal doutor, e nunca obtive resposta. Até que me enchi e passei a marcar como spam.
Mas eu desconfio que isso tem justamente algo a ver com os “aliases automáticos” dos gmail.
Não… é não é golpe, eu tomei o cuidado de verificar o nome dos escritórios de advocacia que trocam as mensagens e as informações conferem, inclusive de alguns dos documentos que cheguei a abrir.
Somente hoje eu me dei conta de que isso poderia ser uma armadilha. Algum desafeto poderia abrir uma conta em meu nome usando um CC roubado na expectativa de me fazer responder por isso.
Muito bom. Obrigado pela dica. Estava sendo obrigado a usar o famigerado “media player” do windows 10, já que minha versão do KMPlayer é 3.6.0.87. Foi o único local onde obtive o correto caminho. Você está de Parabéns!!!