 Jefferson,  12 de setembro de 2024, Cenário:
- Usuário de domínio logando no servidor como “Eunice”;
- O servidor acusava que o usuário tinha permissões totais sobre os arquivos, tanto no nível NTFS quanto no nível de compartilhamento;
- O usuário podia criar documentos à vontade no compartilhamento e editá-los;
- Todos os documentos Office no compartilhamento do usuário abriam como Somente Leitura;
- Office 2016 acusando usuário “Eunice@nomedodominio.local” logado no canto superior direito do documento (o usuário correto);
- Quando o usuário fazia uma cópia do documento Office usando o Windows Explorer, a cópia era aberta com permissão de gravação, mas não o original;
- “Enviar para pasta compactada” acusava erro (sem permissão de gravar), sugerindo gravar o arquivo no desktop do usuário. Mas usar o 7-zip para fazer a mesma coisa não acusava erro (tinha permissão de gravar).
Depois de muito coçar a cabeça tentando encontrar um denominador comum para esse comportamento eu me perguntei: será mesmo que o Windows está acessando o servidor como o usuário que eu penso que está acessando (Eunice)?
Win+R -> “Control userpasswords2 [ENTER]” -> Avançado -> Gerenciar Senhas -> Credenciais do Windows
Constatei que o usuário que estava gravado para acessar o compartilhamento era “Nalva” e não “Eunice” e aí a ficha caiu. Semanas antes, na tentativa de debugar um bizarro problema de perda de conexão ao servidor desse usuário eu tinha feito essa mudança, que pareceu surtir efeito, mas esqueci do “pequeno” detalhe de checar as permissões de Nalva . De qualquer forma era para ser uma medida temporária. E como o usuário só reclamou da incapacidade de editar os arquivos muito tempo depois eu não liguei uma coisa à outra.
Mas por que o Office acusava estar logado com o usuário Eunice mas acessava o arquivo como Nalva enquanto o Windows Explorer estava conectado como Nalva mas criava arquivos como Eunice (exceto no caso de Pasta Compactada) é uma coisa que eu vou deixar para tentar entender quando realmente precisar…
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 Jefferson,  01 de setembro de 2024, Minha mãe tem 78 anos e tem direito aos serviços de assistência para pessoas com mobilidade reduzida dos aeroportos desde nossa primeira viagem em 2018. Não custa um centavo a a mais e o serviço consiste em levar a pessoa de uma forma segura desde o balcão de check-in até a porta do avião e da porta do avião até a saída do aeroporto ou à porta do próximo avião. Dentro da área coberta do aeroporto normalmente você tem uma pessoa que traz uma cadeira de rodas e a empurra, conduzindo o grupo durante todo o trajeto. Às vezes é um pequeno veículo motorizado e até os acompanhantes podem embarcar nele. Na área externa, vans adaptadas são usadas. Você não embarca nos ónibus como os outros passageiros. E a passagem pela imigração tem prioridade.
Quando você opta pela Assistência nem consegue obter o cartão de embarque ao fazer o check-in online. O sistema obriga você a ir até o balcão da companhia para emitir o cartão e iniciar a Assistência.
Na segunda viagem, quando estávamos fazendo a conexão em Lisboa com destino Dublin, mamãe estava se sentindo bem e dispensamos a assistência. Foi péssimo negócio. Ficamos mais de uma hora na fila da imigração e quando caminhávamos para o outro terminal mamãe passou mal. Mamãe suporta passar mais tempo que isso caminhando ou de pé, mas acho que as oito horas de vôo mal dormidas não ajudaram. Só durou alguns minutos, mas foi preocupante. A caminhada é looooonga sem ver um único funcionário do aeroporto a quem pedir ajuda.
Horas depois, no portão de embarque, nova fila com mamãe de pé (desta vez mais porque convencer mamãe a ficar sentadinha esperando a fila esvaziar costuma ser uma batalha perdida)*. Perguntei à moça da TAP que estava perto se mamãe tinha prioridade e ela olhou para mamãe e disse que não, porque ela parecia bem. O problema foi que eu fizera a pergunta errada. Ao chegar no balcão e apresentar o cartão de embarque eu perguntei a outra moça se estava registrado que minha mãe “tinha direito à Assistência”. Ela olhou, viu que tinha e imediatamente nos conduziu a um elevador próximo e passou o crachá para que pudéssemos descer sem passar pelas rampas como os outros passageiros.
No avião, quando eu já estava esperando uma oportunidade para pedir a Assistência na chegada, uma das comissárias nos abordou indagando por que ela tinha o registro de que minha mãe chegaria com Assistência, mas chegamos como passageiros comuns (quem tem direito a Assistência embarca primeiro e eles devem ter um registro de quantas pessoas e em quais assentos). Expliquei para ela o ocorrido e daí para a frente tivemos tratamento VIP.
Desta vez não cometemos esse erro e esperamos pela Assistência em Lisboa. Devíamos realmente ter feito isso antes. Desta vez nem sequer passamos pela imigração. O funcionário que empurra a cadeira de rodas usou o acesso privilegiado dele para nos conduzir por caminhos especiais e sequer saímos da área internacional do aeroporto. Quando eu pensei que ainda íamos passar pela imigração, ele já estava nos deixando no portão do vôo em destino a Dublin. Como o vôo ainda ia demorar 3h ele foi embora informando que outra pessoa viria nos buscar, como normalmente acontece nesses casos. No trajeto, só precisamos passar por uma esteira de raio-x sem fila alguma.
Usar a Assistência só tem vantagens.
*Quanto à ficar sentado esperando a fila esvaziar, conseguimos convencer mamãe a esperar no vôo de Dublin para Londres, mas isso teve um efeito inesperado: quando finalmente embarcamos alguém estava sentado no lugar de mamãe, na janela. Ponderei por alguns segundos e entre o curto tempo de vôo (1h), o fato de que o lugar vago, no corredor, também era conveniente para ela e o fato de que eu não estava confiante de que eu ia conseguir sustentar em inglês o stress de uma possível discussão com um “ladrão de janelas”, deixei para lá (eu fujo de situações estressantes, até porque eu tenho a tendência a me exaltar muito rápido quando entro em uma). Os lugares tinham sido obtidos por sorteio mesmo (não paguei extra pela janela) e eu tinha que ir sentar ainda várias fileiras à frente.
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 Jefferson,  29 de agosto de 2024, Vou escrever aqui antes que eu esqueça de compartilhar isso.
Ir daqui de Dublin para Londres, por incrível que pareça, ficava mais barato que ir para um destino turístico dentro da Irlanda. A viagem de avião para Stansted, com transferência de trem para o centro de Londres, saiu pelo equivalente a R$400 por pessoa (ida e volta). Tão barato que se eu não tivesse dinheiro pediria emprestado para não perder a oportunidade. Se para um liso brasileiro isso é barato imagine para o cidadão de um pais cujo salário mínimo equivale a 10 vezes o mínimo brasileiro. Imagine ter um salário de 12mil reais e poder visitar Londres por R$400.
E o que mais me surpreendeu foi a questão de imigração. Desde o início de 2024 brasileiros indo para Londres precisam requerer com antecedência uma autorização chamada ETA (que não é visto, que ainda não é necessário) e isso requer que o passaporte seja biométrico e os nossos não são. Eu achei que isso ia impedir que eu e mamãe fossemos (minha irmã tem cidadania irlandesa) mas minha irmã entrou em contato com amigas brasileiras que moram aqui e viajam de vez em quando para Londres e elas disseram que ninguém estava pedindo isso.
Eu continuei desconfiado, mas para a minha surpresa era isso mesmo. O brasileiro só precisa mostrar o passaporte ao atendente da Ryanair em um balcão especificamente designado como “visa check”. O atendente conferiu nossos passaportes em Dublin e autorizou nossa viagem. Chegando a Londres não passamos pela imigração!
Na volta, nem sequer era necessário ir ao balcão da ryanair. O atendente lá explicou que podíamos ir direto para a segurança. Em toda a viagem só precisamos passar pela imigração na volta para Dublin. E nessa passagem as preocupações se inverteram. Enquanto de Dublin para Londres eu achei que ia dar errado mas minha irmã não estava nem aí, de Londres para Dublin minha irmã estava receosa que a imigração criasse problemas comigo e mamãe. Eu achei que ter uma autorização de estada de 90 dias já carimbada no passaporte fosse o bastante para entrar e sair da ilha sem ser incomodado mas pela preocupação da minha irmã, agentes de imigração irlandeses são uma força a ser temida e que o melhor é ter sempre consigo todas as provas de que sua estadia é temporária. Mas no final não houve qualquer dificuldade.
Ou seja: do Brasil para Londres é mais burocrático hoje do que era no ano passado. Mas se você tiver um visto de Dublin, entra e sai de Londres sem dificuldade se viajar pela ryanair. Lembrando que o Reino Unido não faz mais parte da União Européia desde o brexit.
Em Londres, uma das falhas de meu planejamento que não podia antecipar é que o rio Thames (Tâmisa) é navegável por embarcações de grande porte e todas as pontes são bem elevadas em relação às margens, por isso para fazer a travessia a pé você precisa subir e descer escadas de uma altura considerável. Não era problema para mim e para minha irmã, mas minha mãe tem 78 anos e tem problemas nos joelhos piores que os meus.
Mamãe fez assim mesmo os trajetos traçados pelo Google Maps, que nos obrigavam a cruzar três vezes o rio, mas não foi fácil para ela.
Opções de acessibilidade como rampas são piores para ela. Melhores para quem está de cadeira de rodas, mas para certos problemas de mobilidade as escadas são um problema menor que rampas.
Eu levei um celular extra para me entreter durante o trajeto de avião e trem sem gastar a bateria do celular principal, que seria muito importante durante a visita. No final acabei esquecendo que eu poderia e deveria ter usado o celular reserva para navegação pelo Google Maps e o principal só para as fotos. Ficar alternando entre o Google Maps e a câmera foi desnecessariamente incômodo.
O avião da ryanair que faz essas viagens curtas não tem porta USB nas poltronas e acho que se tivesse a companhia cobraria pelo seu uso, mas o trem StanstedExpress que nos leva do Aeroporto para o centro tem conectores USB e tomadas de energia no padrão britânico sob cada poltrona, logo minha preocupação de levar comigo carregadores e cabos à vontade rendeu frutos. A viagem leva 50 minutos, que é o bastante para deixar o celular de alguém que não é viciado em seu uso carregado. Mas cuidado que você tem uma tomada de energia e uma porta USB para cada duas poltronas então pode precisar compartilhar.
Londres é uma cidade turística apinhada de gente. Não tivemos qualquer problema com isso, mas você precisa estar atento porque se for vítima de um pickpocket (ladrão de carteiras) ele vai sumir na multidão muito depressa. Sempre viaje pensando: “se isso for roubado, quais vão ser as consequências?” e planeje de acordo. Minha irmã era quem podia pagar em Libras, mas eu estava com uma quantidade suficiente de Euros para poder ir a uma máquina de câmbio e obter o bastante em Libras para deixar o país. Se o celular que podia fazer pagamentos deixasse de operar, tinhamos um cartão. Eu estava com as passagens impressas de trem, mas todos tínhamos cópia do PDF nos nossos celulares. O trajeto que íamos fazer estava copiado para minha conta Whatsapp em dois celulares. Nossos passaportes só saiam da doleira enfiada na minha cueca (é o lugar mais seguro, infelizmente) o tempo indispensável (se há uma coisa que você nem deve sonhar em negligenciar no exterior é o seu passaporte). Nada disso foi necessário, mas quando eu pensava no pesadelo que certos problemas que podiam acontecer que em casa seriam meros inconvenientes mas em um país estranho para todos seriam um pesadelo…
Planejar uma viagem internacional é extremamente estressante. As pessoas que simplesmente vão junto não fazem idéia e se tudo ocorrer bem ninguém valoriza seu esforço, mas se algo der errado… Se pelo menos você tiver certeza de contar com companhias compreensivas em vez de gente que só critica você ainda vai estar no lucro.
A cidade é impressionante. Tem a mesma “majestade” de Paris. Dublin é um cidade do interior em comparação.
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 Jefferson,  27 de agosto de 2024, Eu comecei a fazer um backup total do Redmi Note 10 Pro da minha irmã via USB e fiquei intrigado com a demora para copiar a pasta Android (já tinha levado uma hora e previa demorar mais nove horas) e os nomes estranhos dos arquivos exibidos durante a cópia indicavam que eram obviamente arquivos temporários. Analisando o que já havia sido copiado constatei que esses arquivos eram da pasta Android\com.miui.gallery\files\gallery_disk_cache\small_size (provavelmente thumbnails). O Windows já havia copiado 56mil arquivos e eu tinha motivos para acreditar que isso era apenas metade. Ora, eu já flagrei apps Android tendo problemas para manipular meros 1000 arquivos numa pasta, então ter 56mil pode ser a causa de vários problemas de congelamento e lentidão de que minha irmã estava reclamando*. E como é o que o cache de Gallery pode ter mais de 56mil arquivos se o número de fotos e vídeos nem chega perto disso? Para efeito de comparação, a pasta \gallery_disk_cache\full_size tinha meros 2mil arquivos.
Para adicionar insulto à injúria, o app Gallery tem uma opção de “limpeza”, que não inclui apagar o próprio cache. Ela se limita a se oferecer para apagar suas fotos maiores e as que ele acha que estão duplicadas (aquelas várias fotos que a gente tiram em momentos ligeiramente diferentes, torcendo para que em pelo menos uma delas ninguém esteja de olhos fechados).
O gerenciador de apps do Android também não me deu a opção de apagar os arquivos. Só me disse que Gallery estava ocupando 3.6GB. Não havia opção “Clear Data” e a opção “Clear Cache” tem outro alvo.
O app Files do Android nem conseguia exibir o conteúdo da pasta. Ficava travado com a tela em branco.
Depois de pensar um pouco sobre as possíveis consequências, resolvi o problema apagando a pasta small_size pelo mesmo app Files, então fechei o app Gallery e abri de novo. A pasta foi recriada e novos arquivos foram inseridos no cache.
O tamanho ocupado pelo App Gallery foi reduzido para 1.40GB.
* Falando como usuário e programador: Como regra geral, ter muitos arquivos em uma mesma pasta é sempre má idéia. O app que as cria pode até ter desenvolvido uma estratégia para lidar com isso, mas outros apps e atividades de manutenção podem (e provavelmente vão, no caso de 56mil arquivos) se perder. O correto é criar várias pastas e uma das estratégias que uso na falta de um critério mais específico é criar uma pasta nova todo dia ou todo mês, dependendo da quantidade de arquivos que minha aplicação tende a criar. E um desenvolvedor não implementar um processo para purgar os arquivos temporários criados por sua aplicação de tempos em tempos é um grande não-não para mim.
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 Jefferson,  27 de agosto de 2024, A conta google gratuita (15GB) da minha irmã está lotada e por isso há mais de um ano o backup das fotos do celular Android dela não estava sendo feito. Eu parei para fazer a manutenção, constatei que a maior parte do espaço está ocupado por fotos e vídeos e esbarrei em um problema atrás do outro:
- A interface que o Google Photos e o Google Drive oferecem é péssima. É difícil fazer o download em massa das fotos e a soma do espaço ocupado pelas pastas como exibido pela interface não chega nem perto dos 10GB que o Google Drive diz que está sendo ocupado por fotos;
- Por causa do problema acima decidi usar o Google Takeout para fazer o download em massa das fotos e simplesmente apagar tudo (se é que a interface do Google Photos vai me permitir achar tudo) mas aí o problema mais estranho aconteceu: eu refiz o backup do Google Takeout três vezes mas ele consistentemente termina dizendo que tenho 40GB de fotos para baixar em 20 arquivos de 2GB. Eu pedi apenas as fotos e em cada um dos backups eu deselecionei algumas pastas tentando determinar em que pasta está o bug, mas não teve jeito. Como a cada tentativa o Takeout leva mais tempo (agora está levando horas) provavelmente para desestimular os múltiplos backups, eu desisti no terceiro e agora estou baixando os 40GB;
- Os dois primeiros backups eu não consegui nem começar a baixar. Firefox e Chrome em um computador com Windows recém instalado ficam acusando ERR_TOO_MANY_REDIRECTS. Eu achei ridículo ter que apagar cookies para resolver isso e decidi testar com uma aba anônima e aí esse problema foi resolvido.
Como uma conta de 15GB dos quais 5GB são e-mail tem 40GB de fotos para baixar?
Ainda bem que o plano Verizon tem download ilimitado porque já gastei 16GB hoje. Quando eu descompactar os arquivos e descobrir onde está o problema eu vou explicar aqui.
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 Jefferson,  25 de agosto de 2024, Ainda estou em Dublin.
Os problemas começaram quando eu não consegui acessar nenhuma página do reddit. Eu estava tentando descobrir por que o hotspot do meu celular não funcionava com o chip da Vodafone e um resultado promissor apareceu em uma busca no Google apontando para o reddit, mas toda tentativa de acesso acusava ERR_CONNECTION_CLOSED. Pensei que seria algo temporário mas no dia seguinte aconteceu o mesmo.
Por que Reddit estaria negando acesso a moradores de Dublin?
Dias depois eu tentei acessar um certo site, mais conhecido que o reddit, e apareceu uma mensagem da Vodafone dizendo que para ter acesso eu teria que ir a uma loja da operadora para apresentar meus documentos (passaporte serve) comprovando que eu tinha mais que 18 anos.

Under 15 ( Child )
Access denied. This content is unsuitable for persons under the age of 15. If you are a Prepay customer and over 15 and under 18 please talk to your parent or guardian about verifying your age. If you are over 18 please bring proof of your age to a Vodafone Agent for Age Verification. Valid proof of age can be one of the following: Passport, Driving Licence or National Age Card. If you are on a Pay Monthly account please contact the person who pays the bill
A primeira coisa que me chamou atenção no texto é que aqui se você tiver pelo menos 15 anos pode acessar conteúdo “maduro” se tiver autorização dos pais. Confere com a minha percepção de que a Europa é oficialmente bem menos puritana que, por exemplo, os EUA. Mas depois caiu a ficha: Se a Vodafone está monitorando minha navegação, será que o bloqueio ao reddit é da Vodafone?
Então eu tentei acessar outros sites 18+ e a maioria deles acusou o mesmo erro ERR_CONNECTION_CLOSED do reddit em vez de aparecer a mensagem da Vodafone.
Tentei acessar usando o celular da minha irmã e… nenhum problema. Com site algum. O chip da minha irmã também é da Vodafone mas ela está registrada lá. Eu comprei meu chip anonimamente porque aqui você não é obrigado a apresentar documentos simplesmente para ter uma linha celular. Nada de ter que “digitar CPF” para poder usar a linha pré-paga.
Então eu baixei o Tor (cujo site também é bloqueado pela Vodafone, mas o app você consegue baixar da play store) e tentei de novo. Problema resolvido. Fiquei surpreso ao constatar que você pode até assistir a vídeos normalmente, porque eu esperava que o roteamento, gratuito, pela rede Tor tivesse uma penalidade nesse sentido.
Com o bônus da operadora de telefonia não poder xeretar nos meus fetich… errr… “hábitos de navegação”.
Embora o reddit tenha uma seção para maiores de 18 anos me espanta que o fórum inteiro, que discute dezenas de milhares de temas diferentes, tenha sido bloqueado por isso. Mas é bem melhor acreditar nisso do que acreditar que o governo irlandês deseja que você se identifique ao acessar o reddit para poder monitorar o que você discute.
E com isso o Tor passou a fazer parte do meu kit de ferramentas. O acesso a algum site não está funcionando como deveria? Vamos ver se realmente está fora do ar.
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 Jefferson,  15 de agosto de 2024, É. Meu planejamento não contava com isso.
Estou novamente na Irlanda e compramos um chip da Vodafone que por 20 euros me dá acesso ilimitado de alta velocidade à internet por 28 dias, mas esbarrei em um problema: os quatro telefones que trouxemos são incapazes de compartilhar a internet desse chip via Wi-Fi, o que me impede de usar o acesso no meu notebook.
O sintoma é que você conecta ao hotspot e recebe um endereço IP local, mas nada passa. Nem mesmo um ping.
Telefones que não funcionaram como hotspot:
- Motorola Edge 40
- Motorola G54
- 2x Samsung A11
Quando minha irmã está conosco ela compartilha o acesso do chip Vodafone dela, mas compramos esse chip para mim justamente porque ela eventualmente tem que sair para trabalhar e sem ela ficamos sem comunicação. O acesso 5G da Vodafone é tão bom que ela não tem necessidade de gastar extra com internet fixa no apartamento.
O chip dela também não compartilha quando colocado nos meus telefones. Mas o chip novo que compramos compartilha no telefone (Xiaomi redmi note 10 pro) dela. Então não é um problema do chip. É alguma incompatibilidade com os telefones.
Eu consegui compartilhar com o notebook via USB, mas funciona erraticamente e ainda assim não resolve o problema de compartilhar com o celular de mamãe.
Acabamos por comprar outro chip para a minha mãe, mas ainda assim eu preciso que minha irmã esteja aqui para poder usar o notebook.
Descobri que aparentemente é possível compartilhar a internet entre dois telefones android usando bluetooth, mas todas as minhas tentativas de conectar o Motorola G54 com o Edge 40 ou estes com os Samsung A11 via bluetooth fracassaram. Um enxerga o outro, mas a conexão é desfeita uma fração de segundos depois.
Alguém tem alguma sugestão?
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 Jefferson,  20 de julho de 2024, As que uso hoje são:
Abaixo apenas uma lista das funções que utilizo. As ferramentas são geralmente capazes de muito mais.
Para extrair o áudio do arquivo – Eu tenho um monte de arquivos que baixei do Instagram com citações motivacionais ou inspiradoras retiradas de apresentações, shows (George Carlin, por exemplo), filmes, etc., mas somente me interessa o que é dito. Quero colocar todo o áudio junto em uma pasta do meu celular e ficar ouvindo um após o outro.
- Shutter Encoder (função “extrair”).
Para dividir o filme em segmentos – Tenho vários vídeos aqui que ficam mais fáceis de classificar e encontrar em buscas se divididos em um arquivo por capítulo/cena.
- Lossless Cut – Você também tem a opção de fazer a marcação de capítulos no mesmo arquivo, mas nunca usei.
- Shutter Encoder (função “cortar sem recodificação”)
Para mudar o container sem recodificar – Por exemplo, de MKV para MP4 e vice-versa. Às vezes seu aparelho não suporta um determinado container, apesar de suportar os codecs usados. Mudar o container é um processo que não provoca degradação da qualidade.
- Lossless Cut (Export -> Output Container Format)
- Shutter Encoder (função “reencapsular”)
Para converter para x.265 e/ou de 4k para 1080p – Isso reduz dramaticamente o espaço ocupado pela maioria dos vídeos. Claro, x264 ainda é o padrão de mercado, com muita coisa, incluindo TVs e telefones, capaz de decodificação no hardware. O suporte a x265 no hardware ainda não é comum e muitas vezes a decodificação por software não é viável.
- Handbrake – Tenho vídeos de 6GB x264 que ficaram com menos de 500MB e não consegui notar diferença de qualidade. Claro, eu também converti de 4k para 1080p

- Shutter Encoder supostamente também faz isso (está no nome), mas estou acostumado com os resultados de Handbrake.
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 Jefferson,  19 de julho de 2024, Ok. É um software de segurança, mas…
Essa atualização era crítica? Fechava a porta para algum CVE de severidade 8+? Tinha que ser feita assim, distribuindo de uma vez para o máximo de clientes possível ou podia ser feita em estágios? Hoje em dia eu sou cético quanto ao senso de responsabilidade da maioria dos desenvolvedores de software. Muita atualização é empurrada apenas porque um módulo de um framework que é usado apenas em uma seção do código porque é a ferramenta da moda foi atualizado pelo desenvolvedor lá de longe-pra-cacete-do-leste-europeu, que eles nem sabem quem é e nem por que foi atualizado. É insano.
Inicialmente eu não queria culpar a Microsoft por essa ca**da mas, pensando bem, já passou da hora da “Recuperação do Sistema” do Windows ser realmente capaz de “recuperar o sistema”. As ferramentas disponibilizadas pela MS para que o usuário comum se proteja desses eventos são uma piada. Esse tipo de coisa deveria há muito tempo ser um mero inconveniente resolvido com um reboot e no máximo meia dúzia de cliques do mouse.
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 Jefferson,  14 de julho de 2024, Me digam se vocês conseguem enxergar algum sentido nisso.
A autorização de exame é um procedimento onde o usuário anexa o pedido de exame feito pelo médico e aguarda que a Hapvida autorize, para só então você poder marcar o exame.
Não é um processo interativo. Não há uma pessoa do outro lado atendendo você em tempo real. E a autorização muitas vezes leva *dias* para ser concedida.
O paciente, claro, deveria poder fazer essa solicitação no horário que fosse mais conveniente.
Então hoje, domingo, eu decidi abrir uma nova solicitação para a minha mãe e descobri que só posso fazer isso de segunda a sexta e em um horário restrito:

Isso só não é mais bizarro do que aquela vez em que o site da Lognet parou de aceitar vendas fora do horário de funcionamento da loja física
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Nota: eu realmente não sei se deveria ou não ter escrito Assistência nesse contexto com inicial maiúscula. Me senti compelido a fazer, mas não estou certo de que esteja correto.
É só um palpite, mas eu acho que pedir Assistência aumenta suas chances de que no sorteio de assentos a pessoa que requer assistência pegue um lugar junto com outra pessoa do grupo. Nos vôos da Ryanair entre Dublin e Londres não pedimos assistência e apesar de ser uma reserva em grupo o sorteio de assentos nos colocou em filas diferentes. Em uma das viagens, 10 fileiras de distância uns dos outros. Foi a primeira situação desse tipo e eu fiquei preocupado porque minha mãe não consegue entender nada além de “thank you” e “sorry”.
Sobre a Assistência ter nos feito evitar a imigração em Lisboa, fui informado que esse é o normal agora por lá. Se você tem um vôo de conexão não sai mais da área internacional do aeroporto.
“sustentar em inglês o stress de uma possível discussão com um “ladrão de janelas””
Se fosse eu, não me estressaria com o “ladrão de janelas”. Se até bilhete de cinema vem com o numero do assento, sinal que é pra cada um sentar no lugar que lhe foi designando. Eu teria jogado o abacaxi nas mão da comissária de bordo e deixa ela resolver o causo.