 Jefferson,  01 de novembro de 2018, WTF O CHORO DA OI
O mês de outubro foi particularmente bizarro. Nunca pensei que teria a OI (justamente ela) como aliada em uma briga.
Eu estava pagando até R$150 mensais para a OI por uma internet ridícula de 1Mbps e ligações locais ilimitadas para fixo. Eu não precisava mais do Velox e sabendo que a TIM tinha um plano fixo de R$40 mensais com ligações locais ilimitadas e identificador de chamadas incluso, liguei para o 103 31 da OI dizendo que estava pronto para fazer a portabilidade e perguntei se eles tinham uma oferta melhor. O mínimo que reduziram foi para uns R$60. Não aceitei e no dia seguinte, 25/10, fui com minha mãe (a linha está no nome dela, mas quem paga sou eu) para uma loja TIM fazer a portabilidade, que foi programada para a manhã do dia 30.
No mesmo dia à noite, como eu já esperava, a OI ligou para “chorar”. Disseram que estavam ligando da “central de qualidade” (como se a OI tivesse isso) e que o pessoal do 103 31 realmente não tinha acesso a todas as opções de negociação, mas que eles podiam resolver. Como a ligação estava muito ruim eu pedi que ligassem depois.
É importante salientar que eu só estava considerando a hipótese de me manter com a OI porque no caso de telefonia fixa a OI leva uma vantagem natural. O telefone dela continua funcionando mesmo durante um blackout. Enquanto para as torres celulares daqui pararem de funcionar basta faltar energia na respectiva rua. Eu me sinto mais confortável tendo um fixo “com fio” em casa, principalmente por causa da presença de dois idosos.
Ligaram na manhã do dia seguinte. Ofereceram R$30 mensais, com identificador de chamadas, por tempo indeterminado, sem aumento da OI ou da ANATEL. Eu aceitei, mas não sem me aborrecer, porque somente perto do final o atendente me disse que havia uma fidelização de 12 meses com multa proporcional de R$240 e essa ligação durou cansativos 55 minutos.
No final do processo o atendente me orientou a ligar para o 1056 e cancelar a portabilidade com a TIM. Informou que ele ligaria para mim duas horas depois para pegar o protocolo do cancelamento.
Esse foi o início de uma encrenca simplesmente surreal com a TIM.
A INCOMPETÊNCIA PROPOSITAL DA TIM

| Dia |
Canal |
Protocolo |
Resultado (resumo) |
Comentários |
| 26
|
1056 |
2018119404748 |
Ligar depois |
Pediu que ligasse 1 hora mais tarde, porque “o sistema estava muito lento”. |
| 1056 |
2018119428043 |
Ligar para 103 41 |
Disse que eu tinha que ligar para 103 41 |
| 103 41 |
20181194309610 |
Ligar para 103 41 outra vez |
Disse que tinha que ligar para 103 41 e escolher a opção 4. Eu já havia escolhido a opção 4 nesse atendimento, mas depois se abre novo menu, onde escolhi a opção “para fazer algum cancelamento – 9” |
| 103 41 |
20181194335027 |
Ir para a loja |
Dessa vez usei a opção “Falar com algum de nossos consultores – 0” ao chegar ao menu que se abre após a opção 4. Quem atendeu disse que a portabilidade só podia ser cancelada na loja. Não acho que isso seja aceitável pois ligando do número que estava sendo portado e tendo em mãos o contrato de adesão que contém várias informações não públicas sobre o processo eu tenho todo o necessário para me identificar com a TIM. |
| 28
|
Loja TIM |
|
Ligar para *144 |
Fui à mesma loja onde pedi a portabilidade, mas fui atendido por outra pessoa. A funcionária disse que isso não podia ser resolvido lá e eu tinha que resolver pelo *144, que é o número para quem liga de um celular. Eu deixei claro que era portabilidade de FIXO e a funcionária insistiu que o canal era esse. Após me dizer isso a funcionária me perguntou quando eu tinha feito o pedido e ao ouvir a resposta disse que meu prazo para cancelar havia acabado e que provavelmente eu não conseguiria. Eu citei a resolução 460, parágrafo 52 da Anatel que me dava dois dias úteis e ela retrucou que para a TIM o sábado é dia útil. Isso me pegou de surpresa, mas a atitude da funcionária não me dá nenhuma razão para crer que ter ido no sábado teria feito alguma diferença. Notar que a loja fica a 15km de minha residência e completamente fora de meu itinerário. Todas as lojas próprias da TIM são similarmente distantes. |
| *144 |
20181201076032 |
Ligar para 103 41 |
Disseram, como eu já esperava apesar da orientação da loja, que assuntos relacionados ao TIM FIXO tem que ser tratados pelo 103 41 |
| 103 41 |
20181201095300 |
Ir para a loja |
A atendente me disse que eu ainda tinha tempo para resolver o problema, mas disse que isso não era resolvido por telefone, que era absurdo que tivessem se recusado a me atender na loja, que isso provavelmente era má vontade, e pediu que eu fosse a outra loja. Eu salientei que eu fora à mesma loja onde pedi a portabilidade e que nesse ponto já me sentia fazendo papel de idiota e não via sentido em ir a outra, mas ela insistiu que eu fosse. Nesse ponto eu desisti. |
Nesse meio tempo a OI tentou falar comigo nos dias 26 e 27 mas eu ignorei as ligações porque não tinha nada para responder a eles. Eu até tentei atender uma vez mas, como é usual, ao atender a ligação caiu (até para resolver esses problemas a OI usa um maldito sistema automatizado). Mais tarde eu percebi que poderia ter poupado aborrecimentos se tivesse falado com eles.
Na noite do dia 28 preenchi uma reclamação na Anatel e no dia seguinte fui ao Procon com minha mãe. Lá me deram 12 dias para que eu recebesse uma resposta. Eu não estava preocupado com isso porque não importava ficar 12 dias sem telefone fixo, mas isso seria um problemão se isso fosse importante para mim. O atendente do Procon confirmou minha suspeita de que legalmente a TIM não podia exigir que o cancelamento fosse realizado presencialmente e por isso minha manifestação por telefone já me colocava dentro do prazo de dois dias úteis.
No mesmo dia à noite, cerca de 15h antes do prazo final para a portabilidade, a OI entrou em contato novamente. Expliquei que a TIM estava se recusando a colaborar e que eu já havia prestado queixa no Procon e na Anatel sobre o problema. Para minha surpresa ela disse que podia resolver, bastando para isso que eu dissesse a ela o protocolo de atendimento na TIM. Eu tinha sete, mas só tinha naquele momento um dos últimos, de quando eu ligara para o *144, pois estava em um SMS no meu celular. Repassei o número para ela e no dia seguinte a portabilidade não ocorreu. Ainda estou com a linha da OI.
Por um lado, se eu tivesse atendido a OI na sexta poderia ter me poupado de muitos aborrecimentos. Por outro lado não teria conhecido o quanto a TIM pode ser maligna também. E até que me custou pouco descobrir isso.
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 Jefferson,  04 de outubro de 2018, WTF É preciso realmente muita incompetência para fazer alguém se arrepender de deixar a OI.
Pedi portabilidade no dia 17/09. Dia 18/09 enviaram o meu novo chip pelo correio. No dia 02/10 à tarde, mesmo sem eu ter recebido o chip ainda (que maravilha é o correio brasileiro), a TIM concluiu o processo, cortando assim minha linha da OI.
Estou há dois dias sem telefone e sem internet no celular.
E hoje, para adicionar insulto à injúria, recebi a conta para pagar até o dia 10.
E a TIM sabe que não recebi meu chip ainda.
05/10: Estou postando uma imagem da tela de acompanhamento porque estou desconfiado de que eles estão mudando o prazo a cada dia que passa. Tenho a impressão de que ontem o prazo dado era de até 12 dias úteis.

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 Jefferson,  04 de outubro de 2018, manutenção, WTF Eu não paro de me surpreender com as queixas que ouço de meus clientes com relação aos sistemas comerciais que usam. Ontem eu ouvi o terceiro cliente desabafar comigo que seu pessoal às vezes perde horas de trabalho porque precisa lançar uma quantidade incomum de itens em uma nota fiscal e o sistema dá algum “tilt” no meio do caminho e eles tem que começar tudo de novo. Esse tinha que lançar especificamente 300 itens em uma nota e estava desde o dia anterior tentando. Pior que isso: existem partes nesse sistema comercial onde os valores não são somados automaticamente e o usuário é que tem que somar numa calculadora e preencher!
E vem pedindo há meses que essas coisas sejam resolvidas mas não são. E isso porque pagam pela “manutenção” mensal do software.
Se você não tem noções de programação vai ter que confiar em mim: é trivial adicionar um botão “salvar rascunho” em cada formulário. Tão trivial quanto fazer isso automaticamente a cada item adicionado e detectar automaticamente a existência de um rascunho quando o sistema é reiniciado, como faz o Word. Um pouco menos fácil mas ainda ao alcance de qualquer desenvolvedor comercial, é a capacidade de importar uma lista feita no Excel. Importar de um arquivo CSV feito na munheca no bloco de notas? Não deve dar uma dúzia de linhas de programação!
Quando uma empresa me diz que perde horas de trabalho (perder minutos já é inaceitável) por causa de uma coisa dessas eu só consigo pensar em dois motivos: incompetência ou descaso.
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 Jefferson,  22 de setembro de 2018, WTF A resolução saiu no dia 24 de maio mas só fiquei sabendo agora. A Sociedade Brasileira de Computação era contra mas não adiantou nada. Eu ainda não tenho uma opinião formada sobre isso (a princípio me parece só uma manobra do CONFEA para arrecadar mais), mas me saltou aos olhos esse trecho da resolução:
Art. 5º O engenheiro de software integrará o grupo ou categoria Engenharia, modalidade Eletricista.
Eu sou formado em eletrotécnica e até eu acho ser chamado de “eletricista” uma piada.
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 Jefferson,  05 de junho de 2018, lisarb, WTF Logo de cara preciso deixar claro uma coisa: eu não sou contra o pagamento de direitos autorais a músicos. Eu sou contra o modelo de arrecadação do ECAD (uma entidade privada). Você sabe que uma festa de casamento com música nacional ou estrangeira tem que pagar uma taxa ao ECAD? Até aí tudo estaria certo se o dinheiro da taxa fosse revertido para os detentores de direitos das músicas que de fato tocaram no casamento, mas até onde sei não é o que acontece. Se você for fã de Enya e só tocar Celtic/New Age no seu casamento, o dinheiro da taxa do ECAD, se algum artista de fato botar a mão nele, pode muito bem ir para o bolso de Wesley Safadão. O que é praticamente certo é que Enya não vai ver um centavo sequer. Você não acha que o justo seria você combinar isso com o agente do seu artista preferido? Comprar um CD que já incluísse especificamente o direito de execução pública para X pessoas por um período Y? Você não pode, porque isso fomentaria a concorrência e o modelo do ECAD se parece mais com um cartel. Até o intérprete que tenha cantado música de sua própria autoria tem que pagar ao ECAD se não pediu permissão (é mole?) com cinco dias de antecedência.
Pois agora o ECAD conseguiu uma liminar na justiça proibindo a prefeitura de Campina Grande de tocar qualquer música na festa de São João enquanto o ECAD não receber o equivalente a 10% do valor do contrato de 2017. E não são 10% do valor pago aos cantores a ser pago aos compositores (seria justo os intérpretes se encarregarem desse pagamento, não?). São 10% do valor total da organização da festa. Não importa se todo intérprete que participou da festa obviamente recebeu seu pagamento pois o ECAD ainda assim quer a parte dele.
Lembrando que o ECAD também queria cobrar de qualquer pessoa que incorporasse em seu blog qualquer vídeo que tivesse música. Mesmo de um blog sem fins lucrativos. Se dependesse apenas do ECAD eu teria que pagar uma taxa de R$352 por mês (valor de 6 anos atrás) pelos trailers de filmes e videoclipes que eu mostro aqui. A entidade também processou o Youtube, mas perdeu pois a justiça entendeu que o justo é pagar diretamente aos detentores dos direitos (dãaaa…) e não ao ECAD.
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 Jefferson,  16 de abril de 2018, manutenção, WTF Curiosamente, esse modelo específico parece não existir para a Intel mas é identificado assim pelo CPU-Z. Não consegui achar nem em uma busca no Google.

Era um procedimento de rotina. Eu tinha que testar um lote de kits placa-mãe e processador que eu tinha guardado e para isso peguei a fonte do computador de um cliente que estava funcionando e um módulo de RAM. Testei seis kits sem detectar qualquer anormalidade, mas quando cheguei nos dois kits de DH61BR que eu tinha guardado há mais de um ano coisas estranhas começaram a acontecer.
A primeira placa soltou uma faísca logo ao ligar. Eu não consegui ver exatamente de onde saiu, porque apareceu na visão periférica, mas veio de uma região próxima à CPU. A placa ligou normalmente e continuou funcionando normalmente. Ao repetir o teste nada de anormal ocorreu.
Aí eu coloquei o segundo kit DH61BR e quando liguei não houve dúvida sobre de onde vinha a faísca porque literalmente pegou fogo. Na hora eu fiquei tão confuso que desliguei o cabo VGA pensando estar cortando a alimentação. O componente que incendiou foi um capacitor cerâmico próximo à CPU e depois disso a placa ficou inutilizada. Pior que isso: o processador Core I3 de segunda geração também parece morto.

O único caso similar que achei foi este.
As duas placas passaram o último ano guardadas em caixas e dentro da casa. Não era algo que estivesse acumulando pó e umidade no depósito.
Depois disso eu testei a fonte com um teste de fonte ATX e todas as tensões estavam normais. A fonte é uma tal “DEXTOP” que aparentemente tem uma alta capacidade de corrente, porque é muito mais pesada que uma fonte comum. 1.8kg contra 0.7kg de uma fonte vagabunda GMI ATX-230W.

É a primeira vez que vejo isso acontecer e olha que que eu já fiz muita coisa errada na bancada por distração, incluindo provocar curtos acidentais na motherboard.
Meu melhor palpite é que a alta capacidade de corrente da fonte tenha algo a ver com isso. A placa tinha um curto, sim, mas as fontes vagabundas que estou acostumado a usar poderiam não ter incendiado a motherboard por terem um gatilho de sobre-corrente muito mais baixo. Mas isso é pura especulação.
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 Jefferson,  29 de março de 2018, WTF Ontem eu estava procurando uma conversa que tive com o amigo José Carneiro pelo Whatsapp e para meu espanto não consegui encontrar um dos dois chats que tinha com ele por ele ter duas linhas com Whatsapp. Conversando com José descobri que ele cancelara uma de suas linha, da OI.
Alguém mais teve experiência similar?
Eu compreendo que quando uma linha é cancelada o número eventualmente vai ficar disponível para outra pessoa e o chat que você teve com o titular anterior da linha fica “órfão”, mas como o Whatsapp fica sabendo do cancelamento da linha? Por que o chat desaparece? Existe um meio de evitar que isso aconteça? Nem eu nem meu amigo desejávamos o desaparecimento da conversa.
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 Jefferson,  13 de fevereiro de 2018, WTF No ano passado eu recebi por email este aviso da Netflix confirmando os dados da assinatura que eu tinha feito:

O que me surpreendeu, porque eu não lembrava disso e não tinha interesse na Netflix. Eu gosto de dar presentes à mim mesmo mas “presente surpresa” é novidade. Vale salientar que eu não bebo então não sofro de casos freqüentes de amnésia como muitos bebuns. Depois de olhar e “reolhar” a mensagem, conferir que os dados de pagamento não tinham nenhuma relação com nada meu, analisar o cabeçalho confirmando que o email não era uma armadilha e muito coçar a cabeça cheguei à conclusão que a Netflix é mais uma empresa que tem o detestável hábito de não validar o endereço de email dos assinantes.
Como se tratava da “minha” conta. Solicitei mudança da senha e “tomei posse”. Não encontrei em lugar algum qualquer tipo de informação sobre o “infeliz” que a criou (nem nome, nem telefone) e tudo o que pude descobrir é que aparentemente ele tem filhos e só assiste a filmes dublados. Não encontrei opção alguma para cancelar a conta online e certamente não ia perder meu tempo ligando para o 0800 da Netflix (e nem gosto de telefone) para tentar provar que “eu não era eu” (é sério!) e cancelar a conta que eu não tinha informações para provar que não era minha.
Então eu aproveitei o recurso de dar nomes aos perfis para deixar um recado:

Eu não sei se o indivíduo chegou a ver minha mensagem. Não recebi nenhum email informando tentativa de recuperar senha (ele não conseguiria, claro) e não sei se os dispositivos já conectados desconectam se a senha mudar, mas três dias depois (talvez seja o tempo máximo que uma app Netflix leva entre logins) surtiu efeito:

O indivíduo tinha inserido dados falsos de cartão de crédito ou a primeira coisa que fez ao descobrir que “sua” conta havia sido “hackeada” foi mudar os dados de pagamento? Essa dúvida não me entreteve por muito tempo porque 1h14min depois eu recebi outra mensagem:

É possível que o atendente da Netflix tenha primeiro apagado a informação do cartão de crédito para depois cancelar a conta evitando assim que eu pudesse clicar em “Reiniciar Assinatura” e começar tudo de novo. É a melhor desculpa que consigo inventar para essa bagunça.
É um tanto surreal ficar recebendo mensagens de um serviço legítimo me chamando pelo nome e me informando sobre atos que eu fiz sem ter feito. Isso sem contar com os possíveis problemas que isso pode causar para as duas pessoas (cliente e não cliente) envolvidas. Essas empresas que não validam dados de contato deveriam ser punidas de alguma forma por isso.
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 Jefferson,  22 de setembro de 2017, opinião, WTF A idéia do serviço anti fraude para consumidores da Serasa não é nova, existindo há bastante tempo nos EUA. Você é avisado toda vez que seu CPF for consultado ou manipulado de qualquer forma. Parece o sonho do cidadão médio que deseja dormir tranqüilo, mas tem uns problemas aí:
- Custa R$8,33 mensais de manutenção;
- Até onde posso enxergar só funciona para consultas feitas na Serasa.
Nos EUA existem entre três e cinco agências que oferecem esse serviço (uma das maiores, a Equifax, está neste momento no meio de um escândalo envolvendo os dados de 123 milhões de pessoas, mas é assunto para um outro dia) e não vejo nada que impeça o mesmo de acontecer no Brasil, com outras empresas oferecendo consulta de crédito e a associada “proteção” para os consultados. Então esse custo mensal só tende a aumentar. Como os serviços se sobrepõem o fato de entrarem outras empresas nesse mercado não gera concorrência!
Pense num negócio lucrativo. Empresas como a Serasa lucram cobrando para dar informações sobre você (sim, a tal “consulta à Serasa” é um serviço pago, não sabia?) e agora vão cobrar de você para informar você que eles estão dando informações a terceiros sobre você.
Legal, né?
Esse é o típico serviço que deveria ser fornecido por uma “instituição” como o Registro.br.
Da forma que eu enxergo, sempre que essa empresa lucrasse dando uma informação sobre mim, eu deveria receber uma parte desse ganho! Ou, no mínimo, eu deveria poder negar à Serasa o direito de fornecer e até manter informações sobre mim.
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 Jefferson,  19 de setembro de 2017, WTF A SMS está pagando hospedagem por byte transferido? Posso indicar provedores decentes.
O modelo é o Manager Net4+. Começam pedindo seu email e número de série do produto, o que já é inconveniente e descabido. Depois que você responde isso vem um questionário inacreditável onde pergunta nome, telefone, se é pessoa física ou jurídica, data de nascimento, qual o ramo da empresa, o que você liga no no-break… Cada janela você preenche achando ser a última, mas não é.
Você pode colocar todas as informações falsas, exceto o serial. Só que espertamente eles pedem isso na primeira janela mas só dizem se é inválido na última.
Eu tive que desligar o servidor e remover aquele monstro pesado de onde estava só para poder ler o número de série a assim poder saber o que significavam os bips que eu estava ouvindo!
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PROTIP: não perca tempo com Anatel ou PROCON. Registre direto a reclamação no consumidor.gov.br. Não precisa nem sair de casa e, como que por alguma mágica, as empresas parecem ter um MEDO absurdo desse site!
Não conhecia. Obrigado pela dica!
Vou tentar esse site aí no futuro se (quando) precisar; mas tenho usado
o sistema Focus da Anatel [http://focus.anatel.gov.br/focus/] com sucesso.
Fiz uma reclamação numa terça à noite, na quarta 08h a Oi me ligou pra resolver.
Às vezes dá vontade de esquecer que a gente necessita de telefone ou acesso a Internet e nunca contratar este tipo de serviço! A sensação que eu tenho é que todas as operadoras tem os seus terríveis defeitos (não necessariamente os mesmos mas igualmente terríveis). O atendimento da vivo pode até ser melhor que o da TIM mas a qualidade do link de Internet deles é horrível e o preço não é lá grande coisa!
Aqui em Salvador antes da TIM (que ainda está implantando o seu serviço de Internet por fibra)só tinha 3 fornecedores de serviço de Internet fixa, a OI (terrível), a NET (link de internet deficiente) e a Vivo (preços piores e serviço de Internet igualmente deficiente). Bons tempos da GVT, e tremenda saudade da qualidade dos serviços deles, pena que eles acabaram nas mãos da Vivo e viraram a mesma porcaria que as outras!
Estamos mesmo num mato sem Internet!
Realmente a GVT era excelente; a Vivo matou a qualidade da Gvt.
A TIM entrou em contato hoje, por email e telefone. A multa contratual de R$228 foi cancelada e recebemos um crédito / desconto no valor R$39,90 para próxima fatura, o que efetivamente significa que não temos que pagar nada.
A pessoa que falou comigo por telefone disse que na loja eu poderia ter pedido para falar com o gerente e se ainda assim não tivesse resolvido, poderia ter aberto uma reclamação na própria TIM pelo 1056 ou *144. Falar com o gerente eu até poderia falar, mas perder meu tempo reclamando da TIM à própria TIM depois de ter testemunhado essa bagunça? Acho muito difícil.
Eu já tive esse problema de empurra-empurra com a TIM também. Inclusive, quando fizemos a portabilidade da OI Para a TIM, eles fizeram uma bizarrice danada trocando os números que levou muito tempo para ser resolvido (principalmente pelo fato de o meu numero estar registrado na cidade dos meus pais e eu utilizar o telefone a 550 km de distância), mas isso pode ser assunto para outro comentário.
Porém, no jogo de empurra-empurra (da loja para o atendimento telefônico e vice-versa), uma estratégia que eu usei mais de uma vez e deu certo foi de, na loja, ao ser empurrado para o telefone, ligar de lá mesmo e colocar o atendente da loja e do telefone para se falarem. Das duas vezes que fiz isso, resolveram meu problema e tenho a impressão que eu estaria no bate-bate entre os dois até hoje se não tivesse feito isso.
Sobre o sistema da ANATEL, também sempre que uso tenho respostas positivas, embora nem sempre rápidas.