Diferentemente do que ocorre habitualmente, eu sabia exatamente por que estava vendo esse erro e já esperava por ele. Eu precisei clonar uma instalação do Windows 10 usando o Acronis Trueimage e após repetidas falhas, com cada tentativa durando uma hora, ao tentar copiar todas as partições (esses notebooks modernos costumam ter um número absurdo delas) eu me contentei com apenas copiar o MBR e a partição C:. Eu só tinha o horário do almoço para clonar o notebook desse usuário e já tinha tentado por dois dias fazer essa cópia, sem sucesso.
A cópia ocorreu sem dar erro, mas aí eu fiquei com o problema de como fazer o clone dar boot, já que a partição de boot estava ausente na minha cópia. Eu sabia que podia pegar uma instalação pronta do Windows 10, apagar a partição C: e inserir a minha no lugar, mas decidi experimentar um caminho mais direto.
Acabou sendo muito simples. Eu me baseei neste texto.
Dei boot por um DVD de uma versão similar do Windows (no caso, Windows 10 2004 x64), escolhi Reparar o Windows e nas Opções Avançadas escolhi o Prompt de Comando.
Mudei para o drive C: e me certifiquei que era essa a partição correta com a instalação do Windows que eu queria recuperar. Depois dei os seguintes comandos (só porque eu li que tinha que dar todos os três, nessa ordem):
bootrec /fixmbr – Provavelmente desnecessário, já que eu clonara o MBR do original;
bootrec /fixboot – Acusou acesso negado, mas eu arrisquei prosseguir assim mesmo, já que eu suspeitava que isso também não era realmente necessário;
bootrec /rebuildbcd – Após eu responder com um “s” à pergunta sobre se eu queria adicionar a instalação encontrada, acusou Operação Concluída com Êxito.
Isso foi suficiente para resolver o problema. E o HDD continuou com uma partição apenas, pois o Windows simplesmente definiu que a partição com o Windows era agora também a partição de boot.
Estou longe de ser um usuário avançado do Windows, porém andei precisando trocar HD de notebook por SSD e usei o Macrium Reflect para clonar o HD no SSD. Mesmo o SSD sendo de 480GB e o HD sendo de 1 TB deu certo o clone. Tinham 4 ou 5 partições no HD, e só tive que coloca-las no SSD, copiando a maior delas por último. Aí deu tudo certo.
Acabei fazendo esta operação de clone outros 4/5 vezes em máquinas diferentes (notebook, All in One e PC mesmo) e todos tiveram sucesso.
Gostei muito do Macrium Reflect, talvez por ser um usuário intermediário sem tantos conhecimentos, mas funcionou perfeitamente.
Você precisou copiar as partições em mais de uma etapa? Eu já usei o Truimage várias vezes para clonar um HDD maior para um menor e não me lembro desse tipo de problema.
Claro, se eu quiser garantir que o Trueimage não vá reduzir as partições menores proporcionalmente, faria mesmo do jeito que você fez: primeiro as partições que não quero que mudem de tamanho e no espaço que sobra a partição que vai encolher.
Mas note que o problema indicado no texto é completamente diferente: das 4 ou 5 partições originais, eu copiei apenas a do Windows e desprezei todas as outras, incluindo as de boot e recuperação do notebook.
Na verdade você abre uma tela que mostra os dois hardware, na parte de cima o HD que será copiado com todas as partições que existem nele, e na parte de baixo você seleciona em qual HD/SSD você irá fazer a cópia. Daí tem opção de copiar tudo, ou só as que você deseja.
Quando o destino é menor que a origem, tem que ir adicionando as partições uma a uma, deixando a maior delas por último para poder caber no destino.
Depois é só mandar executar.
Ou seja a seleção pode ser manual ou automática, porém a cópia é feita de uma vez só.
E, caso você queira copiar apenas parte das partições e não todas, também é possível. Você tem flexibilidade total.
Nota: Isto não está bem redigido, mas como estou com este texto parado há oito meses, se eu ficar esperando para ficar bom não vou publicar nunca.
Um plano de revenda de hospedagem, ao contrário de um plano comum, permite que você tenha cada domínio em uma conta diferente, com senhas e configurações cPanel diferentes. Isso torna esse tipo de plano atraente mesmo que você não esteja de fato “revendendo” mas administre uma série de domínios diferentes. Quando você coloca todos os domínios misturados sob uma mesma conta, entre outros problemas que você pode ter, está o problema de segurança, porque um ataque bem sucedido a um domínio dá acesso a todos os outros. Muitos anos atrás eu tive um problema com isso, quando uma vulnerabilidade no manuseio de avatares do SMF (o fórum) permitiu a um atacante infectar os arquivos PHP de todos os meus domínios, incluindo os dos meus clientes.
Se uma senha cPanel for comprometida apenas o domínio em questão é afetado. Mesmo que você use a mesma senha cPanel para todos, o atacante precisaria saber quais são os outros domínios. O erro de um cliente não pode comprometer outros. E se comprometer é culpa da Hostinger que não proporcionou o isolamento esperado.
Também fica mais difícil cometer erros catastróficos. Por exemplo, reduz-se o número de bancos de dados mySQL com nomes parecidos. Lembram de quando eu apaguei o fórum?
O que eu não consegui entender ainda é qual a “pegadinha”, porque um plano de revenda básico, com recursos mais do que suficientes para mim, custa o mesmo que um plano de hospedagem comum.
Eu adquiri o plano mais barato, “revenda 1”, que por R$55 mensais me dá direito a 60GB de espaço em disco e 25 contas cPanel, com uma RAM compartilhada de 768MB. Alguns provedores de hospedagem limitam sua RAM de tal forma que você mal consegue fazer uma importação de banco MySQL sem dar algum erro, mas eu não tive problemas com isso até agora na Hostinger. Tirando a limitação de espaço em disco, cada conta cPanel é uma hospedagem completa, com um limite de transferência mensal de 250GB mas ilimitados domínios, contas de email e bancos mySQL. No auge da popularidade do meu domínio, em 2011, eu precisava de até 80GB mensais, então 250GB dá e sobra. E após 18 anos de existência, mesmo com todas as imagens e downloads, ryan.com.br só requer 2.5GB de espaço em disco, então os 60GB também são mais do que suficientes.
Na verdade, hoje o que realmente pode limitar a quantidade de usuários que posso ter é o e-mail. Dez usuários com 2GB de mensagens cada já consomem um terço da capacidade dessa conta de revenda.
A conta de revenda te dá acesso a um painel WHM onde a primeira coisa a fazer é definir um ou mais “pacotes” que vão definir a quantidade de recursos que os seus “clientes” podem usar. Depois você cria a conta cPanel e a associa ao pacote.
Na elaboração dos pacotes não existe uma definição de RAM, mas ao entrar em cada conta cPanel você pode ver na lista de recursos alocados que você pode usar até 768MB. Mesmo que você defina zero contas FTP para um pacote, o acesso FTP com as mesmas credenciais do cPanel continua funcionando. O número de contas deve se referir a contas “extras”.
Cada conta cPanel roda uma versão razoavelmente atual do cPanel (hoje, v92, sendo a mais recente a v94) e tem suporte a 2FA (autenticação de dois fatores) compatível com apps como o Google Authenticator. Se um cliente perder a senha cPanel ou o 2FA, não há problema, porque do painel WHM você tem acesso a todas as contas cPanel sem precisar saber as senhas e pode resetar as senhas e desabilitar o 2FA para que o cliente gere um novo token, se quiser.
A conta principal, WHM, não parece ter suporte a 2FA (ainda tenho que checar), mas como você pode se inscrever usando uma conta Google e as contas Google tem suporte a 2FA, você está coberto. Foi o que eu fiz.
Todas as contas cPanel tem suporte a SSL automático e gratuito.
Faz verificação automática de malware. Avisa no painel WHM se algo foi encontrado em alguma das contas cPanel e você pode verificar o que foi encontrado e fazer uma limpeza gratuita com o immunify360 (ao contrário do que diz o artigo, você não precisa ativar a “Proactive Defense”) no cPanel da conta. Ao contrário da Hostgator, que tinha um serviço parecido que apenas me dizia que eu estava vulnerável e para saber onde eu tinha que pagar um extra, que nunca paguei. Eu encontrei 16 arquivos infectados da infecção de 2012 no Quicktalk que eu não havia achado ainda.
Tem suporte simplificado a DDNS (DNS dinâmico) no cPanel, mas ainda não consegui fazer funcionar. Essa funcionalidade, que surgiu no cPanel v92 (outubro de 2020), permite atualizar o IP simplesmente acessando um URL. Não requer usuário e senha. Tenho o problema de erro 404 como explicado aqui. Aparentemente preciso entrar em contato com o suporte da Hostinger para corrigir o problema.
Nota: Atualizar um IP dinâmico simplesmente sabendo um URL cria um problema de segurança e a solução da cPanel para isso parece ser ter o cuidado de sempre usar https.
Tem suporte a DNS personalizado (ainda não consegui fazer funcionar) . Em vez de dar aos seus clientes o DNS da Hostinger para que eles cadastrem no Registro.br, você pode dar servidores de DNS personalizados como dns1.ryan.com.br e dns2.ryan.com.br. O domínio dos servidores DNS é o domínio da sua conta principal (WHM).
A velocidade de upload FTP varia, mas já consegui 2.2MB/s, que é o limite do meu acesso à internet em casa (22Mbps de upload).
Cada conta cPanel tem suporte a notificações pelo celular via Pushbullet de coisas como:
Estar perto do limite de sua cota;
Acesso à sua conta;
Alterações no e-mail e senha cadastrados;
Alterações na configuração do 2FA.
Isso fica em preferências -> Informações de contato, usando o token que pode ser obtido na sua conta Pushbullet aqui. Mas note que pode levar dias para que comece a funcionar, após você fazer a configuração. Não sei explicar a razão.
A biblioteca PHPMailer() não funciona, apesar da Hostinger dizer que sim. Isso impede o funcionamento dos plugins wordpress que te permitem enviar e-mails pelo gmail, por exemplo. Ainda tenho que encontrar “saco” para discutir isso pelo chat com o suporte.
Encontrei a configuração de 2FA para a conta WHM. Não sei como não havia visto antes.
Primeiro é preciso entender que a conta WHM e a conta na Hostinger são duas coisas distintas. A conta na Hostinger (vamos chamar de “conta de cobrança”) te dá acesso direto às suas contas WHM, sem precisar saber das senhas das mesmas. É essa conta de cobrança que você pode autenticar com o 2FA da Google.
Mas as suas contas WHM podem ser acessadas diretamente, passando por cima do 2FA da conta de cobrança. Então é necessário ter também 2FA na conta WHM.
Isso é feito no menu do WHM, à esquerda da tela. Centro de Segurança -> Autenticação de dois fatores – > Gerenciar minha conta. É a mesma coisa que entrar no cPanel do seu domínio principal e autenticar o 2FA lá. Se você perder a senha ou o 2FA da sua conta WHM, ainda pode acessá-la pela conta de cobrança.
Uma coisa que existe na Hostgator e está me fazendo falta na Hostinger é o Boxtrapper, um recurso que me permite configurar certas caixas de e-mail para só receberem mensagens depois que o remetente clicar em um link em um email de confirmação, como o tira-teima do BOL. Eu tinha o endereço ryan@ryan.com.br que é um magneto de SPAM, configurado no boxtrapper. E sem ele a quantidade de SPAM que vou receber diariamente, embora devidamente classificado como tal pelo gmail, vai aumentar consideravelmente.
A Hostinger tem um recurso anti-SPAM chamado de greylisting que supostamente evita SPAM por recusar temporariamente o recebimento de mensagens suspeitas. A idéia por trás disso é que apenas remetentes legítimos ficam insistindo em entregar a mensagem.
HA!
A Hostinger também me permite observar o log do servidor de email em cada conta cPanel em Email -> Track Delivery, que mostra claramente que os spammers insistem na entrega. E para piorar, o greylisting fica atrasando a recepção de mensagens de remetentes legítimos, como a Aliexpress. O sistema mostra que a aliexpress tentou me entregar seis vezes uma mensagem (ou seis mensagens diferentes) duas horas atrás e aparentmente desistiu.
Eu preferi desabilitar o greylisting. Melhor receber a mensagem de SPAM do que correr o risco de perder ou receber com horas de atraso uma mensagem importante.
Outra coisa que precisei configurar foi desabilitar o envio de mensagens de SPAM para a caixa de SPAM do servidor. Isso é feito globalmente por conta cPanel em email -> Spam filters. Esse recurso é interessante para quem acessa as mensagens por webmail ou IMAP, mas não é o meu caso.
Me pintou a curiosidade. Você utiliza o Gmail (gsuites)? Me perdi na relação da caixa de spam por exemplo dos serviços do cPanel vs o gmail.
Quando usa DNS direto do gsuites ( no meu caso) cPanel na parte do e-mail tem zero influência nas tratativas. Seu ambiente me deixei curioso. Principalmente do anti-spam
Seus comentários estão sempre caindo na moderação do blog. Não conheço o motivo.
O meu caso de uso é muito simples. O seu setup parece mais complicado que o meu.
Todo o e-mail do meu domínio é direcionado para a minha conta no gmail. Nenhum serviço DNS envolvido.
O gmail me permite enviar e-mail pelo mesmo endereço para o qual foram enviadas ou por outro à minha escolha. Por exemplo, se enviaram para xyz@ryan.com.br eu posso responder de xyz@ryan.com.br ou de abc@ryan.com.br sem sair da minha conta def@gmail.com, então não tenho motivo para acessar diretamente as caixas de e-mail do meu domínio e ter um anti-spam (ineficiente) ativado lá se torna um incômodo.
“Seus comentários estão sempre caindo na moderação do blog. Não conheço o motivo.”
Se lembra que os meus também sempre caiam na moderação? Isso acontecia quando o e-mail que eu usava era um de @bol.com.br … quando eu mudei para o e-mail da minha empresa (de outro provedor) o problema se resolveu. Veja se o caso do Ygor não é a mesma coisa… daí eu sugeriria para ele trocar…
Uma coisa que o plano de revenda não tem é backups automáticos (não que eu tenha visto). Assim você precisa prestar ainda mais atenção aos seus próprios backups. O backup automático de bancos de dados wordpress é algo trivial, mas ainda assim existe o problema de uma atualização do wordpress ou de plugins, ou outro evento qualquer, fazer o backup parar de funcionar (já aconteceu comigo) e você só perceber isso quando for tarde demais. É preciso criar uma rotina onde você checa periodicamente que pelo menos os backups estão ocorrendo.
Eu me enganei. O plano de revenda oferece, sim, backups automáticos para todas as contas de todos os seus clientes. Isso aparece como “Jet Backup” no cPanel de cada conta e, ao contrário do que eu tinha na Hostgator, não é preciso pedir (e pagar) à Hostinger para restaurar esse backup. Você pode restaurar backups completos, de bancos de dados individuais, de arquivos, zonas DNS e e-mail. E com múltiplas gerações (não tem apenas o último backup). Estou achando excelente.
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Ainda está dando erro de certificado, mas eu suponho que isso se resolva sozinho da próxima vez que o script Auto-SSL for executado pelo servidor. Possivelmente durante a madrugada.
Ainda tenho que corrigir os bugs apontados por Rodrigo Feliciano e Ygor Almeida, que infelizmente não se corrigiram sozinhos com a ligeira correção que fiz na versão do PHP. Mas eu vou evitar mexer pelo menos até os erros de certificado sumirem, para não acumular problemas.
O PHP era 5.4 na Hostgator e configurei para 5.6 aqui. O cPanel me permite escolher qualquer versão que eu queira da 5.2 até 8.0 com dois cliques. Idealmente eu deveria estar rodando uma versão 7.x mas eu tenho que mexer nisso com cuidado, porque além de diversos plugins wordpress que podem quebrar (problema já confirmado no WP-Filebase) ainda tem o fórum, que é um animal completamente diferente.
Essa migração estava pendente desde junho de 2020. Como é algo que não tenho experiência em fazer e tem grandes chances de me deixar com tudo paralisado eu fui empurrando com a barriga desde que encontrei uma solução gambiarra para contornar o problema do email. Mas na semana passada a Hostgator mandou mensagem avisando que no início de março vai forçar o o PHP 7.4 na minha conta, o que inevitavelmente ia me criar um grande problema. Então decidi criar vergonha e dar andamento ao processo. Além disso, essa minha demora para resolver o problema já me custou R$480, que são oito meses de pagamento redundante (em dólar) à Hostgator quando eu já tinha contratado a Hostinger e movido os outros domínios para lá.
O problema não é no suporte a gravatar. O único avatar afetado é o meu e ocorreu por causa de um login com o WordPress Social Login que eu não deveria ter feito. O perfil da minha conta Google de teste foi mesclado com o meu perfil no blog e meu avatar foi alterado. Não consegui ainda consertar isso.
Oi ryan
No celular (magicamente kkkk) tanto o Edge chrome e o Chrome. Voltaram a carregar os próximos posts ( load more entries) no tema responsivo do WordPress.
Quanto a migrar o PHP pra versão 7, senta, respira fundo pois certeza que vai ter poblema. Vide o meu blog que deu xilique até falar chega e levei MESES pra ter saco e tempo pra mexer. A coisa chegou ao ponto de eu ter que consertar plugin que deixou de ser atualizado.
O maior problema vai ser plugin. O core do WordPress não deu problema nenhum com o PHP7.
Em tempo, já que creio que vai demorar pra você ver lá no meu blog, quando você comentou lá estava usando Windows 8.1? É que adicionei suporte a detectar as novas versões do windows no plugin Brownse Scope e quero me certificar que fiz tudo certo.
Não, eu não estou falando de políticos. Aí já é pedir demais. Mas sabe aquelas reportagens onde o repórter mostra claramente, com testemunhas, que uma determinada coisa está ocorrendo e depois a emissora lê uma nota do gestor responsável dizendo, em resumo, que aquilo não acontece? Ou quando dois órgãos emitem notas dizendo que a responsabilidade é do outro? O risco de perder a boquinha faria pelo menos esses caras levantarem a bunda da cadeira para checar.
Como eu tenho meu próprio domínio, cada empresa que pede meu endereço de e-mail ganha um diferente, com uma pequena codificação para evitar que uma empresa deduza que endereço eu dei a outra. Quando eu começo a receber muito SPAM por um desses endereços (na verdade, apenas apelidos) eu o apago. Se o contato com a empresa a quem eu dei esse endereço ainda for importante para mim eu crio outro para ela.
Eu já cheguei a receber mais de mil mensagens de SPAM por mês e as deixava acumular na minha caixa de SPAM do gmail só para poder fazer uma análise de que empresas mereciam menos a minha confiança e com quem elas tinham a audácia de compartilhar meu endereço. Mas isso tornava flagrar mensagens indevidamente direcionadas para o SPAM muito mais difícil. Não tenho mais tempo para isso e agora eu simplesmente descarto o endereço muito mais rápido.
Voce chega a efetivamente criar cada alias? Pergunto porque eu uso um “catch-all” para esses casos, então não chego a criar as contas. Mas para “apagar” um email comprometido eu preciso criar uma regra para deletar imediatamente.
O fato de você poder usar um catch-all me surpreendeu
Eu deixei de usar o meu em agosto de 2006. Na época eu recebia 30mil mensagens de spam por mês. Tudo devidamente separado pelo gmail, e não me dei conta do problema até o meu provedor (na época o !3runo) me dizer que isso estava consumindo recursos consideráveis no servidor dele. O problema é que o spammer se conectava e ficava tentando adivinhar endereços no meu domínio. Como eu usava um catch-all todos eram aceitos.
Na época eu fiquei me perguntando como essa técnica poderia funcionar a longo prazo para um spammer, porque era um bom jeito do danado ser detectado e ter o IP bloqueado, mas o fato é que aconteceu, e !3runo me pediu para abandonar o catch-all.
Se você usa e não sofre com esse problema, significa que eu posso ter sido vítima de um bug no mass-mailer de um spammer, ou que os safados descobriram que esse era mesmo um bom método de ir parar em uma blacklist e pararam.
De qualquer forma, desde que passei a usar a Hostgator em dezembro de 2006, usar um catch-all deixou de ser possível enquanto eu não aprender a usar um VPS (algo que eu gostaria que fosse mais simples, como fazer o upload de uma VM). Segundo a Hostgator:
By default, HostGator disables the default address for all Shared and Reseller accounts due to Spam and Security concerns, and it cannot be re-enabled due to these concerns.
Realmente não tenho problemas. Dei uma olhada no SPAM folder do meu catch-all agora e a média dos últimos 7 dias é de umas 5 mensagens por dia classificadas como SPAM. Como muito raramente existem erros alí, eu só abro e confiro quando estou esperando uma msg específica e não recebi (e até agora nunca vi ir parar na pasta de SPAM por engano)
Mas sobre consumir recursos no seu provedor: acho que o seu setup é mais sofisticado que o meu. Eu simplesmente tenho o MX record do meu domínio apontando para o Google, então nem chega no provedor (alias, não tenho provedor, fora alguns experimentos em AWS), no momento de resolver o mailserver a resposta aponta direto para o Google.
Eu adotei esse modelo lá no início do G Suite, quando ainda se chamava “Google Apps for Domains”, e por ser usuário antigo, “grandfathered”, eu não pago nada pelo plano (cool!), com a restrição de ser limitado a 10 usuários gratuitos (o que inviabiliza criar novos endereços dinamicamente)
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Todas as vezes que Diana aparece no trailer da Sociedade da Justiça eu fiquei tentando entender o que danado haviam feito com o rosto dela. Parecia estar “amassado”.
Olhei os comentários procurando se mais alguém tinha notado. Não fui o único.
Eu pausei o trailer nos pontos onde ela aparece e concluí que ou o desenhista quis representá-la como uma alienígena, ou tem uma noção muito esquisita da proporção do cabelo, ou Diana tem um gorro preto como parte do figurino agora.
Depois de olhar muito para a imagem acima eu até que me acostumei com ela, mas em movimento no trailer ainda é esquisito.
Um detalhe aparentemente insignificante como esse pode arruinar toda uma experiência.
Estou pouco inclinado a assistir a um filme inteiro quando o trailer já me deixa incomodado. Precisaria ter no mínimo uma estória empolgante e esse não parece ser o caso.
Bom, tá parecendo que usaram o visual da década de 1940, tem o Flash clássico ali na foto também. Ela tinha um topete desses nessa época…
O desenho da década de 1940 é horrível (para não falar do enredo). Eu prefiro deixar essas coisas esquisitas do passado lá no passado mesmo
Mas mesmo comparando com o pior desenho da Mulher Maravilha, o de 1940, na minha opinião essa animação ainda perde (só no cabelo).
Eu comecei a ler quadrinhos da DC (massivamente) na década de 90. E sempre achei o chapéuzinho do Jay Garrick ridículo.
[OT] Quando dou um TAB para mudar o campo de nome, email e website nos comentários ele pula pros comentários do outro post…
O problema primário é que as caixas de comentários dos outros posts só deveriam aparecer “sob demanda”. Ainda não consegui parar para resolver esse bug.
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Os sintomas começaram horas atrás. Eu tinha sete janelas abertas. De repente eu tinha seis. Minutos depois eu tinha cinco. Enquanto eu tentava entender o que estava acontecendo percebi que as abas nas janelas restantes também estavam sumindo. Quando eu finalmente fechei o navegador, de mais de 400 abas eu tinha apenas umas 15.
Achei que fosse uma doideira por eu estar há semanas sem reiniciar o computador. Reiniciei a máquina e, resignado, carreguei um backup de dois meses atrás (eu esqueci de fazer backups regulares) das minhas abas feito com a extensão Session Buddy. Foram 364 abas. Mas para meu espanto, minutos depois as janelas e abas começaram a desaparecer de novo.
Pensando que podia ser uma maldita atualização automática de extensão, fui checar a minha lista pensando em desabilitar uma por uma até minhas abas pararem de sumir. E lá estava a mensagem que The Great Suspender havia sido desabilitada por conter malware.
Isso não seria um grande problema, se o maldito Chrome não fizesse tanta força para me impedir de evitar atualizações de extensões, que eu tenha backup das mesmas e que eu possa instalar facilmente versões antigas.
Ainda estou tentando descobrir como minimizar “o prejuízo”. Só não foi maior porque eu voltei a ter o hábito de salvar no meu HDD todas as páginas que tem informação valiosa. Mas com a perda das janelas e abas eu perdi dezenas ou centenas de páginas com a posição exata onde estavam abertas, o contexto (pela proximidade com as outras abas), etc.
Existe um modo de reinstalar a versão 7.1.6 do Github, mas a extensão é instalada com outro ID e o resultado disso é que as centenas de abas que estão salvas como suspensas não são carregadas pela extensão, por ser essencialmente “outra” extensão. O meio indicado de consertar isso seria ir em cada uma das centenas de abas (ou à medida que eu precisasse) editar o URL, removendo o código adicionado pela extensão. Fácil, mas tedioso para 374 abas.
Então eu fiz da seguinte maneira:
Achei um backup que eu tinha com a versão 7.1.8 de The Great Suspender (TGS) e copiei do diretório extensions o diretório “klbibkeccnjlkjkiokjodocebajanakg”, que corresponde a essa extensão
Desconectei da internet
Usando o modo de desenvolvedor do chrome usei a opção “carregar sem compactação”, apontando para o diretório klbibkeccnjlkjkiokjodocebajanakg\7.1.8_2
TGS apareceu como instalado.
No TGS, em cada uma das janelas mandei recarregar todas as guias. Isso tem o efeito de remover o código adicionado pela extensão, deixando os URLs “limpos”. Nenhuma aba foi realmente carregada porque ainda estava desconectado da internet.
Removi a extensão TGS 7.1.8.
Reconectei à internet.
Instalei a versão 7.1.6 do TGS do GITHUB
Agora eu posso usar a opção “Suspender todas as outras guias” do TGS em cada uma das janelas, se eu não quiser esperar que o TGS faça isso automaticamente depois de uma hora.
Se o modo como a Google “resolveu” o problema não tivesse me feito perder quase todas as minhas abas, me obrigando a restaurar um backup com dois meses, eu teria agora me recuperado 100%.
Eu estou ficando meio de saco cheio do Chrome e da Google. Da empresa como um todo sei que ainda vai ser difícil me livrar, porque ainda sou muito dependente de muitos serviços deles.
Porém já troquei o navegador padrão do celular pelo Firefox e por enquanto a experiência tem sido boa. Pretendo fazer o mesmo nos computadores do serviço e de casa em breve.
O que está me motivando a isso é um aparente bug no Chrome que parou de mostrar a URL de destino de um link ao parar o mouse sobre ele. Algumas poucas vezes ele mostra, ainda não consegui determinar exatamente as condições para mostrar ou não.
Aqui na empresa estamos usando agora quase que 100% o Microsoft Edge (essa nova versão baseada no Chromium) e não tenho nada que reclamar… mas claro que cada caso é um caso…
Foi por isso que na quinta a tarde, no trabalho, do nada as abas desapareceram. Eu fui no histórico e reabri as 108 que possuía. De novo desapareceram, porém achei que era um bug.
Agora sabendo o porquê, talvez eu migre de vez para o Edge, pois uso no PC de casa e por ele aceitar as extensões do Chrome.
Quanto as abas, eu ainda não as abri no Edge na quantidade em que eu abria no Chrome. Além disso, no Edge tem a função Coleção, que eu ainda não utilizei…
É uma pena a Google fazer isso. Deixei de usar o Firefox naquela mudança em que várias extensões deixaram de funcionar. Foi a gota d’água.
1)A página da extensão simplesmente desaparece. Não é a primeira vez, acontece também na loja Android e eu acho isso um absurdo. Não custa *nada* na prática para a Google manter a página no ar, simplesmente desabilitando o download da extensão. E ao apagá-la perde-se um pouco da história. Não se trata de uma extensão que foi criada na semana passada já com intenções maliciosas, mas de uma extensão que existia pelo menos desde 2013 (sete anos!) e tinha quantos? Milhões de usuários? Eu não sei dizer imediatamente porque a página foi apagada.Eu pensei que o Internet Archive possa me dar essa resposta porque ele existe justamente para contornar essas imbecilidades, mas a Google aparentemente faz mais alguma coisa imbecil em suas páginas da loja que impede a Wayback Machine de funcionar nelas.
2)A Google deveria pelo menos dar ao usuário a oportunidade de fazer o backup do navegador antes de remover uma extensão que foi, inicialmente, voluntariamente instalada pelo mesmo.
Eu tento entender sua tara por abas, mas juro que não consigo. Não seria melhor jogar tudo o que não vai ser utilizado de imediato no favoritos? Pois quero ver algum addon ou decisão estúpida de empresa remover algo dos seus favoritos.
Note, cada louco com sua mania. Mas eu chego a comparar o fato de guardar links em abas abertas similar a um sujeito que eu vi que guardava documentos na… lixeira!
Eu tenho utilizado o FireFox como navegador principal há mais de dois anos.
Consumo exagerado de recursos e bugs que me incomodavam.
Fiz algumas customizações que fazem com que se pareça com o Chrome.
É aquela velha história: parece MAS não é!!
Pelo que eu pesquisei, o programador vendeu a extensão para desconhecidos. Depois disso, usuários detectaram scripts maliciosos nas versões após a 7.1.6, que foi a última lançada antes da venda. A partir daí, a Google removeu da loja.
Na página de outra extensão que é baseada na TGS tem alguns procedimentos para tentar recuperar as abas.
Não consegui por o link aqui, Jefferson, mas a extensão é a Marvellous Suspender
… O problema pra mim com o FF é compatibilidade. Na empresa a decisão de adotar mais e mais recursos integrados de domínio Microsoft e Office 365 sharepoint (beezy) federação e etc. Fez com que o FF não seja mais aceito. Mas estou usando o Edge Chrome e tem funcionado muito bem obrigado. Tanto no Windows como no MAC e no Linux.
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Esse é o serviço de TV que não requer instalação de antena, porque vem pela mesma fibra óptica que permite o acesso à internet. Eu experimentei o serviço hoje, após ser instalado para um cliente. O pacote contratado foi o mais barato: TV Super HD.
Contras:
A qualidade da imagem nos canais HD é questionável e em cenas com movimento aparecem coisas estranhas que distraem e atrapalham.
Prós:
O receptor tem conexão ethernet e wi-fi. Você pode levar o receptor para qualquer lugar da casa com facilidade;
O receptor é ágil. O tempo entre apertar um botão no remoto e perceber uma mudança na tela era irritante no receptor da NET que o cliente tinha;
Exceto para os canais abertos que são retransmitidos pela Vivo (Globo, SBT,etc), todos os outros canais contam com um serviço PVR sem precisar de um HDD externo. Assistindo a qualquer coisa, basta apertar o botão << para voltar uma cena. Apertando repetidas vezes vai aumentando a velocidade de retrocesso a até 64x;
Você também pode assistir aos programas anteriores de um mesmo dia, sem precisar de HDD externo.
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Eu só fiquei sabendo da existência do Tasmota uma semana atrás, quando estava pesquisando outra coisa e esbarrei numa menção a ele. Não se trata de novidade: os vídeos mais velhos que encontrei no youtube glorificando o firmware são de 2018, época em que entrei para a faculdade e tive que deixar de lado muitos “prazeres”, o que explica em parte eu só ter tomado conhecimento dele agora. O firmware certamente é mais velho do que isso, mas deve ter alcançado massa crítica por volta de 2018.
O Tasmota é um projeto de código aberto para ESP8266 do holandês Theo Arends que começou como uma alternativa de firmware para o Sonoff, da Itead, mas que agora é compatível com centenas de outros dispositivos e, melhor ainda, pode ser usado no seu próprio projeto. A versão atual do firmware requer pelo menos 1MB de memória flash, o que não é problema para quase todo ESP8266 comprado hoje, mas como eu tenho uma centena (não é hipérbole) de módulos ESP-01 com apenas 512KB de RAM, tive que aprender a compilar meu próprio firmware. Isso é fácil depois que você entende como se faz. O firmware é baseado em Arduino Core e inicialmente podia ser compilado no próprio IDE Arduino, mas agora você precisa do VSCode com a extensão PlatformIO (ambos gratuitos).
Eu fiquei impressionado com a estabilidade e a velocidade de conexão, mesmo no ESP-01 que é danado de problemático por causa da ausência de capacitores de desacoplamento. Mas mesmo que você não precise compilar sua própria versão, não é para qualquer um: Embora seja certamente mais fácil do que criar seu próprio programa, se você precisa realmente aproveitar o poder do firmware tem que se preparar para ler muita documentação. O firmware tem centenas de opções e não é fácil entendê-las antes de você precisar delas. E algumas opções padrão provocam umas doideiras no comportamento que você jura que é defeito da sua gambiarra, até descobrir que é o default do firmware e que você resolve dando um simples comando pela serial.
Eu instalei uma máquina virtual do Home Assistant no meu PC e pude sem grandes complicações operar meus projetos no meu celular android usando a app fornecida por eles. A única coisa que está faltando é integração com o Google Assistant, que é possível, mas nem de longe tão fácil quanto a da Sonoff.
O concorrente mais próximo do Tasmota é o ESPHome, mas com esse ainda não tenho nenhuma experiência. Eu sequer arranhei as possibilidades do Tasmota até agora.
Como vc está começando a explorar o Home Assistant, recomendo que dê uma olhada mais a fundo no ESPHome antes de bater o martelo e definir que vai usar o Tasmota.
A principal vantagem do ESPHome na minha opinião é que vc trata toda a configuração do device como código – vc escreve uma descrição do seu device em um YAML e o framework gera o FW binário a partir disso. Também a integração com o Home Assistant me parece mais simples.
Depois disso, tem as mesmas coisas que o Tasmota suporta, como updates por OTA, portal para configurar caso não consiga conectar no WiFi, etc. etc.
Mas enfim, não consigo oferecer um comparativo entre os dois porque a minha experiência com Tasmota é muito pequena (preciso gastar um tempo com ele para poder avaliar melhor).
Eu acho que você está enganado. Se o ESPHome dependesse de acesso à internet eu teria descartado imediatamente como alternativa. E um dos indícios de que isso não é necessário é o site do projeto não ter um botão “login”.
O Jefferson está 100% correto, ESPHome não depende de nenhum tipo de acesso `a internet para funcionar. Não existe uma “cloud” do ESPHome*
O firmware expõe uma API (isso pode ser desabilitado via configuração) para que o Home Assistant possa acessar, ler e controlar um device rodando ESPHome (é daí que vem o “Home” do nome), mas normalmente isso roda tudo na sua rede local. E Home Assistant é um “plus a mais”, mas não é obrigatório, só com o proprio firmware do ESPHome já dá pra fazer um bocado de coisa.
(*) o Home Assistant tem uma opção cloud chamada NabuCasa, mas eu não uso e não conheço direito; me parece que o principal diferencial é uma configuração de certificados e proxy reverso mais simples para acesso remoto ao teu Home Assistant local, mas como disse, não uso então não posso elaborar mais.
É um NodeMCU com sensores (temp, humidade, pressão), e um mini-display OLED e também um PIR.
Daí esse YAML faz o seguinte:
– expoe os valores dos sensores para o Home Assistant (ok, isso e’ automatico pelo ESPHome)
– calcula um average recente para tres valores (temp, humidade, pressao)
– calcula uma linha de tendencia (estavel, subindo, descendo) para esses valores
– se detectar movimento no PIR, exibe os valores atuais e a linha de tendencia (com os caracteres / \ = )
– depois de um delay curto, limpa o OLED para evitar burn-in
Tudo isso roda no NodeMCU, então mesmo que o Home Assitant não esteja online, esse device segue funcional
Obrigado. Ler o .yaml me deu uma boa idéia do que é possível fazer. Eu dei meus primeiros passos agora com o ESPHome e apesar de achá-lo mais hostil que o Tasmota, seguindo um roteiro bem feito (o que eu segui não era) compilar o ESPHome para um ESP01 com 512KB de RAM é mais rápido que o Tasmota para o mesmo target. Na verdade eu nem precisei fazer nada diferente do que faria para um target de 1MB, porque o addon do Home Assistant detectou a capacidade de flash e fez a alteração necessária.
A parte que levei mais tempo para entender foi por que eu não tinha nenhuma opção de upload além de over-the-air (impossível com apenas 512KB). O problema é que como eu estava usando um navegador como GUI eu esperava que este detectasse o programador no SO cliente (browsers tem há algum tempo a capacidade de interagir com dispositivos USB), mas eu precisava disponibilizar o programador numa porta USB *do servidor* Home Assistant, que no caso é uma VM Virtualbox. Uma vez sabendo que esse passo era necessário, se tornou muito fácil. O tutorial que eu estava lendo provavelmente assumia que eu estava rodando o navegador no servidor.
Ainda não sei o que é possível fazer com o suporte a displays do Tasmota.
Já se ele está falando que um EspHome equipado com display pode montar um gráfico com informação coletada por outro(s) dispositivo(s) *sem depender de mais nada além do roteador Wifi*, isso realmente não parece ser possível com o Tasmota. E seria a única coisa realmente atraente no ESPHome para mim no momento. Por exemplo, eu tenho um projeto em operação onde um ESP8266 monitora o volume de uma caixa d’água e envia o valor lido para outro ESP8266 instalado com um display na cozinha (na verdade é um broadcast UDP e posso ter n displays mostrando a mesma coisa) e baseado na configuração feita pelo usuário envia um comando para um terceiro ESP8266 ligar ou desligar a bomba dágua (eu não recomendo isso, mas o usuário por alguma razão não consegue fazer a bóia tradicional da caixa dele funcionar direito e ficou muito contente com a solução wireless). Esse tipo de automação não parece ser possível de fazer com Tasmota sem um broker. Se for possível com ESPHome…
2)Ele diz que o Tasmota requer um broker. Isso é apenas parcialmente verdade. Se você quiser fazer algo sofisticado que requer a interação entre dispositivos ou agrupá-los em uma mesma tela, sim você precisa de um broker. Mas se você só quer controlar relês individualmente ou visualizar sensores como uma balança ou medição de consumo de energia da casa, você não precisa de nada além do dispositivo e o celular.
3)Ele diz que ambos, Tasmota e ESPHome tem um web server. Mas no Tasmota isso é parte integrante, default do firmware. Você pode contar com um rodando, que é imediatamente útil. No EspHome voê precisa ter adicionado um na configuração e avisa na documentação: “Please note that enabling this component will take up a lot of memory and can lead to problems, especially on the ESP8266.” Ou seja: você não pode exatamente contar com isso.
Segundo o que é discutido aqui, não existe ainda um modo oficial de fazer dois ESPHome trocarem informações. Segundo sugestão de um dos comentários você pode fazer isso com http_request, mas não fica claro quais são as limitações e sabendo que a própria documentação desencoraja o uso do webserver, fica difícil contar com isso.
Seguindo uma pista dada na mesma discussão, descobri que Tasmota pode compartilhar informações entre nós usando UDP. É bem interessante, mas ainda não está claro se eu posso manipular a informação compartilhada ou se o recurso serve apenas para sincronizar nós.
O Tasmota tem suporte parcial ao protocolo KNX, que tem justamente o propósito de permitir a troca de informações entre nós sem precisar de um servidor. Eu nem sabia que esse protocolo existia. EspHome não tem suporte.
Exemplo de problema desconcertante em que você esbarra no firmware Tasmota se não conhecer como ele funciona:
No relé que estou projetando há um sensor baseado em LDR+lâmpada Neon que detecta quando a carga está efetivamente energizada. Como isso é um sensor muito simples, que funciona como se fosse um botão ou chave, eu configurei a respectiva entrada do ESP8266 como “Button”. Isso teve o efeito de apagar toda a configuração do Tasmota se o sensor ficasse ativado por mais de 40s. Eu só descobri o que estava havendo porque o console mostra a mensagem MQTT dizendo que o reset é proposital, sempre exatamente 40s após reiniciar.
03:19:45 RSL: stat/tasmota_98E06C/RESULT = {“Reset”:”Reset and Restarting”}
Depois de alguma pesquisa descobri que a configuração padrão do componente “button” é se comportar como o botão padrão de um sonoff, que se pressionado por mais de x segundos reseta a configuração. Para evitar isso eu usei o componente “switch” mas precisei dar o comando “SetOption114 1” para evitar outro comportamento default do Tasmota: Associar (“attach”) chaves automaticamente aos relés existentes, porque o firmware assume que se você está colocando um relé e uma chave, a chave serve para operar manualmente o relê.
Em retrospecto, eu estava usando errado o firmware. Sensor não é botão nem chave. Mas você não espera que o firmware seja tão “amigável” que acabe te atrapalhando.
Sua análise é muito boa, salvei os links aqui para ler com mais calma.
Uma vantagem que eu vejo no Tasmota é que ele me parece ser mais ativo e ter uma comunidade um pouco mais vibrante que o ESPHome. Eu vejo releases regulares no ESPHome com bastante coisas no changelog, mas também me chama a atenção que o repositório de issues está meio abandonado, talvez estejam faltando voluntários por lá. Reportei um problema minor em novembro e o issue não foi nem tagueado ainda, está lá criando teia de aranha: (a maior parte dos issues recentes se encontram assim meio abandonados)
Por outro lado, uma coisa que eu gosto muito no ESPHome é que toda a configuração do device é código, que eu guardo no git, com histórico e diffs. No Tasmota eu não percebi qual a melhor maneira de obter o mesmo resultado – mas confesso que não dispendi muito tempo procurando soluções.
No Tasmota, até onde pude ver, você pode fazer toda (ou quase) configuração através de comandos Backlog, que são um “batch” de outros comandos separados por “;”, assim:
O acima é só um exemplo editado do meu comando Backlog para um dispositivo simples. Você pode precisar de backlogs bem mais extensos
E a configuração do IO é feita através de um template que você pode importar e exportar, parecido com isto:
{“NAME”:”Merged”,”GPIO”:[416,0,418,0,417,2720,0,0,2624,32,2656,224,0,0],”FLAG”:0,”BASE”:45}
Os números que você vê entre colchetes são tirados da tabela de componentes. “416” significa que a saída PWM1 do software deve ser associada ao primeiro GPIO do dispositivo, “0” que o segundo GPIO não está sendo usado e assim por diante. Você não precisa lembrar desses números e raramente tem que consultar a tabela, porque no Tasmota você constrói esse template na GUI do WebServer embutido no dispositivo e pode ir testando o comportamento sem precisar de mais nada além do dispositivo e um navegador web conectado a ele.
Para quem consegue entender inglês falado, como “guia visual” das possibilidades do Tasmota, eu recomendo os vídeos sobre Tasmota do canal The HookUp. O autor fala seguindo um script (pelo menos em um caso eu achei o texto inteiro do que ele disse no vídeo no site dele), o que ajuda na objetividade, clareza e precisão. Seus vídeos são muito bem editados. Ele fala rápido, sem perder tempo esperando que você observe detalhes ou que coisas demoradas aconteçam (ele acelera o vídeo nesses pontos), porque ele assume que você sempre pode pausar. A impressão que tive com os vídeos dele é que cada minuto assistindo é um minuto bem gasto, ao contrário da impressão que tenho com 99% do youtube.
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Estou longe de ser um usuário avançado do Windows, porém andei precisando trocar HD de notebook por SSD e usei o Macrium Reflect para clonar o HD no SSD. Mesmo o SSD sendo de 480GB e o HD sendo de 1 TB deu certo o clone. Tinham 4 ou 5 partições no HD, e só tive que coloca-las no SSD, copiando a maior delas por último. Aí deu tudo certo.
Acabei fazendo esta operação de clone outros 4/5 vezes em máquinas diferentes (notebook, All in One e PC mesmo) e todos tiveram sucesso.
Gostei muito do Macrium Reflect, talvez por ser um usuário intermediário sem tantos conhecimentos, mas funcionou perfeitamente.
Você precisou copiar as partições em mais de uma etapa? Eu já usei o Truimage várias vezes para clonar um HDD maior para um menor e não me lembro desse tipo de problema.
Claro, se eu quiser garantir que o Trueimage não vá reduzir as partições menores proporcionalmente, faria mesmo do jeito que você fez: primeiro as partições que não quero que mudem de tamanho e no espaço que sobra a partição que vai encolher.
Mas note que o problema indicado no texto é completamente diferente: das 4 ou 5 partições originais, eu copiei apenas a do Windows e desprezei todas as outras, incluindo as de boot e recuperação do notebook.
Na verdade você abre uma tela que mostra os dois hardware, na parte de cima o HD que será copiado com todas as partições que existem nele, e na parte de baixo você seleciona em qual HD/SSD você irá fazer a cópia. Daí tem opção de copiar tudo, ou só as que você deseja.
Quando o destino é menor que a origem, tem que ir adicionando as partições uma a uma, deixando a maior delas por último para poder caber no destino.
Depois é só mandar executar.
Ou seja a seleção pode ser manual ou automática, porém a cópia é feita de uma vez só.
E, caso você queira copiar apenas parte das partições e não todas, também é possível. Você tem flexibilidade total.
Acho que deu pra entender né…
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Eu acho que o problema com as inscrições está resolvido agora.