Erro 0x80070422 ao tentar instalar uma atualização .msu da Microsoft

Na ocasião eu estava tentando aplicar um patch para o blueekeep no Windows 7. A causa do problema era o serviço Windows Update desativado na máquina e bastou colocar em Manual para o problema sumir.

3 comentários
  • Snow_man - 310 Comentários

    Sempre desativo atualizações automáticas ao formatar um pc, e eventualmente preciso reativar pra instalar algo (em geral .msu mesmo) mas não é sempre que lembro, o sistema em vez de avisar logo, fica mandando esses códigos de erro pra ter que pesquisar no google kkkk

    Foi bom você registrar aqui.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu costumo desativar o serviço Windows Update porque além de eu não gostar de atualizações automáticas volta e meia eu me deparo com uma máquina misteriosamente lenta e a causa, que não é óbvia a princípio porque o serviço está “escondido” por um processo svchost, é o Windows Update consumindo 100% da CPU sem parar.

      • Snow_man - 310 Comentários

        Um serviço que costumo desativar também é o Superfetch, dizem que ele acelera processos mas acho que consome mais rodando em segundo plano como o Update. O que você acha?
        Quais serviços podemos desligar no windows 7 e 10 que não fazem falta?

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Monitor Samsung S19A300B não reconhece sinal em nenhuma entrada

Outro sintoma desse mesmo problema é o monitor ficar alternadamente exibindo cores sólidas em tela cheia.

O problema pode ser facilmente resolvido com uma atualização de firmware e nem é necessário ferramentas especiais. Basta conectar com o cabo VGA a um notebook ou outro computador que tenha uma saída de vídeo extra e rodar o atualizador da Samsung que pode ser baixado aqui. O que usei foi o SamsungFirmwareUpdater_1.1.07_120227.

7 comentários
  • Richard - 21 Comentários

    Tenho uma unidade deste monitor que apresenta o que aparenta ser um defeito no LCD, mas eu tentei atualizar o firmware primeiro só por desencargo de consciência, e com isso tenho duas observações:

    1. A Samsung retirou todos os downloads da página, mas consegui acessá-la pela Wayback Machine e encontrar o link do atualizador, que ainda funciona: http://downloadcenter.samsung.com/content/FM/201203/20120302184541530/SamsungFirmwareUpdater_1.1.07_120227.exe

    2. O atualizador não funcionou em duas máquinas com Windows 7 de 64 bits, com um crash na fase “Checando configuração do sistema”, mas consegui executá-lo em uma terceira máquina com Windows XP de 32 bits. Todas são notebooks com vídeo onboard Intel HD Graphics 3000.

  • Richard - 21 Comentários

    Duas observações sobre o atualizador:

    1) Não funcionou em nenhuma das máquinas com Windows 7 e Windows 10 que tentei, precisei rodá-lo no Windows XP;

    2) Quando precisei baixá-lo há uns 3 meses, ele não estava mais na página da Samsung, mas ainda podia ser baixado pela Wayback Machine. Agora (março de 2020) ele está de volta.

  • Matuto - 129 Comentários

    Vou aproveitar o tópico pra explicar um problema que tenho aqui.

    Eu tenho um Monitor Samsung modelo S20A300B (LS20A300BSMZD), que a autorizada da Samsung diz que “trocou a placa lógica”, porém a imagem não fica centralizada, nem mexendo na resolução. Pelo AIDA64, eu percebi que ele detecta esse monitor como “S19A300B”.

    Após alguns anos com esse monitor parada eu resolvi tentar resolver o problema atualizando o firmware pelo software da Samsung, mas ele diz que já está atualizado.

    Então eu fiquei com uma dúvida:

    -> Se a placa lógica for a mesma pra vários modelos, eu poderia simplesmente gravar o firmware do modelo S20A300B no chip BIOS desse modelo S19A300B e o monitor funcionaria como o S20A300B ou não tem como?

    *OBS: Eu tentei fazer a gravação de BIOS por um gravador que comprei da China, mas não obtive sucesso. Talvez por erro meu.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Se a placa lógica for a mesma pra vários modelos, eu poderia simplesmente gravar o firmware do modelo S20A300B no chip BIOS desse modelo S19A300B e o monitor funcionaria como o S20A300B ou não tem como?

      Por um lado me parece que sua experiência já responde à pergunta. Ou o que você tem aí é uma placa do modelo S20… que erroneamente reporta ser o modelo S19… (e nesse caso é claro que você pode gravar o firmware do S20…) Ou você tem uma placa do modelo S19… que claramente funciona em um monitor S20…

      Por outro lado, se eu nunca tivesse ouvido o testemunho da sua situação eu diria que primeiro seria necessário comparar as especificações dos dois monitores. Se ambos tem certas características físicas (notadamente resolução) idênticas e a diferença é apenas de uma polegada a mais no display, há uma grande chance de que as placas sejam idênticas mudando apenas o firmware ou este pode pode ser também o mesmo e o que muda são parâmetros gravados na EEPROM.

      Se os monitores tiverem resoluções diferentes isso ainda é possível, embora mais difícil.

      Ocorre que os monitores tem mesmo resoluções diferentes. O menor tem 1366×768 e o maior 1600×900. A primeira questão que me vem à mente é: você consegue ir a 1600×900 ou agora está limitado a 1366×768?

      • Matuto - 129 Comentários

        Eu liguei o monitor num notebook com Windows 10 e placa de vídeo Intel Graphics e o máximo de resolução é 1366×768.

        Num outro monitor Samsung S20C300L (este funcionando normalmente), no Windows 10 eu consigo até 1920×1080, em outro notebook.

        Então eu acredito que o monitor com defeito realmente está com a Placa lógica do modelo de 19 polegadas.

        Vocês acham que eu ainda posso fazer mais testes ou realmente a opção mais viável é gravar o BIOS da S20A300B e ver o que acontece?

  • Luiz Henrique - 1 Comentário

    Executei este procedimento em um Samsung SA300 e não obtive êxito. Quando executo o programa, ele dá uma mensagem informando que o monitor já possui a versão atualizada da BIOS e encerra.
    Alguém já teve este problema e conseguiu solucionar?

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Verifique se sua rede está vulnerável ao bluekeep

Na sexta feira passada foi publicado um exploit para a até então teórica vulnerabilidade do protocolo RDP  do Windows chamada de “bluekeep” que permite a um atacante remoto invadir um sistema vulnerável ganhando totais privilégios. Se você ainda não aplicou os patches da MS é bom fazê-lo imediatamente. Mas mesmo que você tenha aplicado é sempre bom testar se está funcionando mesmo e para isso o utilitário rdpscan por enquanto não tem substituto mais simples de usar.

Você executa informando a faixa de endereços que quer testar asim:

rdpscan 10.129.40.1-10.129.40.254

E ele responde com algo assim:

 

No exemplo, a máquina .203 ainda está vulnerável.

É importante sempre lembrar que você não se deve deixar enganar pelo termo “remoto” e pensar que isso envolve acesso à internet. Uma máquina vulnerável pode ser invadida por outra máquina infectada dentro de sua própria rede, sem qualquer intervenção do usuário na máquina vulnerável. Um usuário sem poderes de administrador numa máquina segura qualquer pode infectar uma máquina vulnerável dando poderes de administrador ao vírus nesta, que por sua vez tentará infectar outras. E lembrando também que ransonware nem precisa de permissões de administrador em lugar algum.

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Um pouco sobre a complexidade do Winthor

A operação do Winthor numa empresa de varejo hoje requer quatro servidores:

  • Servidor principal Linux (Oracle) – requer a assistência de um DBA Oracle pois a TOTVS não dá suporte a ele;
  • Servidor DocFiscal Windows – Responsável por toda comunicação com a SEFAZ;
  • Servidor WTA (Winthor Anywhere) Windows – Requerido para atualização dos programas (rotinas) e para a operação do DocFiscal;
  • Servidor de faturamento Windows – responsável por coletar as vendas dos caixas e enviar para o servidor principal;

Eu estou atendendo a uma empresa que tem duas operações desse tipo e por isso tem oito servidores dedicados ao Winthor.

Por um lado eu acho que usar servidores distintos reduz o risco de uma atualização em um requisito do sistema conflitar com a operação de outro e facilita a manutenção e a redundância. Por outro lado gera um problema para manter quatro máquinas rodando e sincronizadas. Você só percebe esse último problema quando se depara com a necessidade de mover uma ou mais delas entre redes e alterar os respectivos endereços IP e se pergunta: “onde eu tenho que configurar cada um dos servidores e cada um dos clientes que acessam esses servidores para não quebrar a operação?”

Depois que você sabe é “fácil”, mas como eu esperava as configurações são espalhadas:

  • Mudança no endereço IP do servidor principal:
    • No próprio servidor, além da óbvia mudança do IP na configuração do Linux é preciso editar o arquivo listener.ora;
    • Cada estação que acessa o chamado “menu Winthor” precisa ter o arquivo tnsnames.ora editado;
    • Cada caixa precisa ter o “dblink” recriado pelo menu F5 “Manutenção checkout” da 2075 pois do contrário apesar de supostamente a operação da 2075 ser “offline” existe uma carga obrigatória no início do dia que não poderá ser feita e a rotina se recusará a abrir o caixa;
    • O servidor DocFiscal precisa ser reconfigurado com novo endereço via sua interface web.
  • Mudança no endereço IP do servidor DocFiscal precisa ser informada na rotina 132;
  • Mudança no endereço IP do servidor WTA precisa ser informada na rotina 132;
  • Mudança no endereço IP dos caixas precisa ser informada ao servidor de faturamento no programa de gerenciamento;

Virtualizar todas as máquinas Windows é uma possibilidade, mas o número de outros problemas que tenho a resolver é tão alto que isso vai ficando para depois.

Sobre o servidor principal, no início eu estranhei a TOTVS não dar suporte a ele mas depois a razão disso ficou mais clara. Aparentemente a TOTVS quer deixar evidente que os dados pertencem ao cliente e que ela só fornece um conjunto de programas para manipulá-los. Na maioria dos sistemas comerciais que eu já vi só quem sabe a senha do banco de dados é o suporte técnico do sistema comercial mas com o Winthor, pelo contrário, a TOTVS não sabe a senha, o que já sugere que ela seja diferente para cada cliente, o que por sua vez dificulta a criação de um vírus que tenha como alvo o servidor principal Winthor nacionalmente. E é o cliente que precisa digitar as credenciais durante a instalação dos softwares. Infelizmente o fato de ser usado um SGBD tão complexo quanto o Oracle e ser necessária a contratação de um DBA para cuidar de seus problemas é um ponto negativo.

E justamente o fato do cliente saber a senha permitiu a existência de processos paralelos para obter informações do banco. Um deles já existia quando eu cheguei e eu acabei tendo que criar outro: um programa para consultar o banco de dados e gerar etiquetas de preços com código de barras para os produtos nas gôndolas. O processo anterior era enrolado demais até para mim e estava com uns bugs muito estranhos (do tipo que faz você arregalar os olhos e dizer baixinho: “mas que p***ra é essa?!”) então decidi que criar um software, além de ser um exercício de programação para Oracle, iria me poupar de dores de cabeça com as chamadas de suporte para o processo existente.

O servidor da faturamento roda também um servidor FTP Filezilla. Na primeira vez que vi isso rodando eu não sabia ainda o propósito e tive ânsia de desativar, mas me contive porque tudo era possível nessa empresa. Mais tarde fiquei sabendo que é por FTP que os caixas transferem informações para o servidor de faturamento.  Um problema aí: as credenciais são padrão para toda instalação do Winthor: usuário “caixa” e senha “caixa”. O mesmo ocorre nos caixas: cada um deles tem um servidor Oracle XE com as mesmas credenciais, onde estão armazenadas todas as informações sobre as vendas. Por que o servidor de faturamento precisa de um servidor de FTP para receber as informações quando poderia buscar as informações diretamente nos servidores em cada caixa ainda é um mistério para mim. Um vírus dedicado ao Winthor (ou um funcionário mal intencionado) pode apagar/alterar todas as informações dos caixas (testado) e, se o usuário FTP tiver permissões de apagamento (acaba de me ocorrer que tenho que checar isso) bagunçar tudo no servidor de faturamento também.

 

 

12 comentários
  • Vitor - 1 Comentário

    Já estava com saudades dos seus posts haha.
    Por curiosidade, em qual linguagem programou a solução para gerar as etiquetas de preços?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Delphi. É a única linguagem com a qual me sinto confortável. Hoje mesmo eu tive que escrever dois programas em Java na faculdade, mas detesto essa linguagem.

  • Jefferson - 6.606 Comentários

    Encontrei outro problema provocado pela mudança no IP do servidor Oracle. O “CCW Agente”, necessário para a operação da Central de Controle Winthor (CCW) deixa de funcionar e você não consegue mais usar a CCW para atualizar o sistema. Eu não sei se é possível corrigir isso em alguma configuração, mas atualizar o CCW Agente resolveu, porque o instalador pergunta tudo de novo.

  • Marcos - 2 Comentários

    Jefferson, tudo bem?

    Estou querendo instalar o WinThor para avaliar melhor as funcionalidades, sabe informar como posso encontrar os scripts para instalar o banco de dados.

    Atualmente tenho o seguinte link que disponibiliza diversos arquivos porém não tem uma documentação para ser seguida.

    Link: http://servicos.pcinformatica.com.br/autoservico/instaladores/

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Até onde sei essa informação não é pública e apenas os DBAs credenciados pela PCSistemas/TOTVS sabem oficialmente como fazer. O banco de dados é instalado pelo DBA durante a implantação do sistema.

      Tenha me mente que ter um DBA responsável pelo banco (não precisa ser um funcionário em tempo integral, pode ser um contrato) é um dos requerimentos da contratação do sistema Winthor.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Outra coisa: este link que você encontrou é apenas para os softwares do “autoserviço”, que é como eles chamam o faturamento/caixas. Uma instalação completa do Winthor tem centenas de outros módulos (“rotinas”) e mesmo que você consiga achar o instalador do cliente ou baixar as centenas de rotinas manualmente e ainda conseguir instalar/configurar o servidor Oracle, eu acho difícil você conseguir rodar alguma coisa sem o arquivo de licença.

  • Renan - 4 Comentários

    QUAL LINGUAGEM É UTILIZADA PARA CRIAR AS ROTINAS NO WINTHOR?
    EU CONSIGO CRIAR ALGUMAS COISAS UTILIZANDO JAVA E CONECTANDO NO BANCO DE DADOS, PORÉM AINDA ASSIM, VEJO QUE NÃO É A MESMA COISA, PQ NÃO SEI COMO QUE É CADASTRADO COMO ROTINA DENTRO DO PROPRIO WINTHOR.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      A linguagem parece ser Delphi, mas não creio que saber a linguagem vá te ajudar.

      • Renan - 4 Comentários

        Então mano, como eu te falei, eu faço alguns programas, não necessariamente rotinas, utilizo o acesso e tenho conhecimento das tabelas do banco.

        Inclusive fiz um programa para coletores a quinze dias atrás, porém só estava querendo saber mesmo pra ver se me ajuda em alguma coisa.

        Eu só não entendi o que quis dizer quando falou que saber a linguagem não me ajudaria muito.

        Tem alguma complexidade além?
        Algo que não saiba? É isso?

        Eu quero começar a fazer de forma correta igual o pessoal faz, porém eles cobram muito caro por coisas que eu sei que é simples pq eu sou desenvolvedor, mas cobrar 10k em um programa que faz apenas um select no bd é foda.

        E outra, seria pra fazer pra empresa que eu trabalho mesmo sabe.

        Deixar de fazer no Java e passar a fazer como é de fato feito.

        Me Desculpa pela caixa alta anteriormente, não tinha percebido.

        Gostei de seu site, estou terminando de desenvolver um também, quero fazer algumas postagens voltado a desenvolvimento web e desktop

        • Jefferson - 6.606 Comentários

          Você disse que não sabe “como é cadastrado como rotina dentro do próprio Winthor”

          A PC Sistemas (agora TOTVS) pode ter implementado uma API para isso, pode haver um arquivo de configuração em algum lugar, a lista pode estar em uma tabela no banco de dados ou a rotina pode até ser “hardcoded” no programa menu. Nada disso tem a ver com linguagem usada.

          Já coisas como a agilidade do programa, sim, tem a ver com a linguagem/compilador usado.

          • Renan - 4 Comentários

            Obrigado,
            Descobri todas as resposta para minhas dúvidas sobre o Winthor, sou curioso demais, cavei cavei até achar.

            Obrigado pelas dicas.

            Mas agora já sei como o sistema funciona e posso continuar desenvolvendo as rotinas de forma mais prazerosa e de forma correta.

            Abraços.

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Winthor: Número excessivo de NFC-es sendo enviadas em contingência

Nota: eu tive dificuldade com o plural de NFC-e e segui o que estava recomendado aqui.

No Winthor existe um servidor dedicado chamado de DocFiscal que é encarregado de todas as operações envolvendo a SEFAZ. A rotina 2075 no caixa ao efetuar uma venda envia o cupom para o DocFiscal que por sua vez pede autorização à SEFAZ e repassa o resultado ao caixa. Caso haja um problema nessa comunicação o cupom é emitido “em contingência”, isto é: o consumidor recebe um cupom mesmo sem a devida (?!) autorização do governo, mas a empresa tem um prazo para regularizar isso. No caso do Winthor isso é feito no fechamento de cada caixa, quando todos os cupons emitidos em contingência são reenviados (assim a operação me explicou).

O cenário é o que descrevi no post anterior. No caso o servidor DocFiscal também estava na outra cidade o que significava que cada emissão de cupom dependia da confiabilidade de dois acessos à internet. E ao final de cada dia uma dezena de cupons tinha sido enviada em contingência. Mesmo assim eu achei que havia algo errado porque o volume de vendas era baixo e seria preciso muita instabilidade para coincidir justamente da venda ser feita quando houvesse problema em um dos links. Eu não consegui detectar essa instabilidade. E desconfiei que a latência também tivesse algo a ver com isso, porque em momentos de congestão do link (alguém fazendo upload ou download em qualquer uma das pontas) essa podia subir para vários segundos. Um possível “timeout” poderia estar ocorrendo.

Na mesma operação de mover o servidor principal eu também movi o servidor DocFiscal para a mesma rede local dos caixas e esse problema também foi resolvido. A operação me disse que o número de cupons emitidos em contingência caiu para um por semana.

 

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Winthor: Rotina 2075 levando até 15 minutos para completar uma carga

No Winthor a “Rotina 2075” é o programa usando nos caixas, também chamado de “Winthor Varejo”. Supostamente (falarei sobre isso em outro post) essa rotina funciona completamente offline, pois mantém seu próprio banco de dados local (Oracle) em cada caixa com todo o necessário para efetuar uma venda. O processo de sincronizar esse banco de dados local com o banco principal, também Oracle, é chamado de “carga”.

Quando cheguei a essa empresa fiquei espantado com o fato dessa carga levar até 15 minutos. O servidor principal ficava em outra cidade e essa comunicação ocorria via internet usando uma VPN, mas ainda assim não se justificava, porque o banco de dados era pequeno, a banda efetiva (testado) era de 3.5Mbps e uma observação do uso da rede durante a carga mostrava que uma fração desprezível dessa banda estava sendo usada. Não havia congestão do link pois essa demora acontecia a qualquer hora, mesmo quando as empresas nas duas cidades ainda estavam fechadas.

Isso era um problema para a operação, porque qualquer mudança de preços efetuada durante o dia levava no mínimo 15 minutos para ser propagada. “No mínimo” porque como o caixa não podia operar durante esse processo isso tinha que ser feito em um caixa de cada vez. Também era um problema para a manutenção, porque muitos testes envolviam efetuar a carga e às vezes era preciso fazer isso múltiplas vezes.

A única pista que eu tinha da razão estava na latência. Um ping através dessa VPN levava no mínimo 70ms, não sendo incomum ficar em um mínimo de 100ms. Eu suspeitei de programação mal feita. Em vez de coletar toda a informação em um pacote só e aí esses 100ms seriam irrelevantes, a 2075 provavelmente estava dividindo a carga em milhares de querys. Digamos que você tenha 10 mil produtos cadastrados e consulte cada um deles individualmente: numa rede local, cabeada, cuja latência não passa de 1ms essas querys não devem levar mais que (10000×0,001) 10 segundos e um “erro” desses passa despercebido. Mas quando a latência é 100 vezes maior temos 1000s (16 minutos) desperdiçados para efetuar a mesma operação. Note que não é preciso usar uma VPN para ter esse tipo de problema. Basta querer conectar os caixas via Wi-Fi para ter latências piores.

Por essa e outras razões ficou decidido mover o servidor principal para a mesma rede local dos caixas, na outra cidade. Depois que efetuei essa operação, que exigiu semanas de planejamento por causa da complexidade do Winthor, a carga dos caixas passou a levar até 15s.

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Winthor: Nota fiscal “esperando resposta da SEFAZ” na rotina 1452 há mais de 12h

Segui o explicado no único texto da TOTVS que encontrei sobre o assunto mas não encontrei a causa do problema. Pior que isso: o procedimento indicado de reabilitar a nota para envio não surtia efeito algum.

Isso foi às 18h30 e a loja deveria ter fechado às 18h. Tiveram que fazer a entrega da mercadoria sem nota fiscal mesmo.

O problema resolveu-se sozinho quando o depto de vendas emitiu outra nota cerca de 14h depois, já no dia seguinte. Quando a nova nota bateu na SEFAZ, “automagicamente” veio a resposta da primeira.

Meu melhor palpite é que a SEFAZ demorou mais que o normal para responder ao envio e a rotina 1452 não estava consultando periodicamente para saber se havia uma resposta. Quando a segunda nota bateu lá finalmente a 1452 “pingou” o site da SEFAZ e recebeu as duas respostas.

2 comentários
  • Snow_man - 310 Comentários

    Cara, agora que também estou dia a dia no varejo, sinto a dificuldade às vezes.
    Em dias agitados (véspera do dia das mães, por exemplo) várias nfce-s ficam na fila, sem enviar, ou envia e fica com o status de aguardando recibo, um caos.

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Meu problema nessa empresa é que também estou fazendo o papel do “cara do sistema”. Em todas as outras, problemas do sistema são resolvidos com os respectivos desenvolvedores. Mas devido à complexidade do Winthor e a falta de treinamento dos usuários tudo passa por mim, incluindo problemas claramente do domínio contábil/fiscal. Para a sorte de todos, o “sysadmin” que eu substituí é um cara extremamente gente boa que tem uma boa vontade imensa e mesmo trabalhando em outra empresa está sempre disposto a ajudar e muitos problemas que envolvem a operação do Winthor são resolvidos com a ajuda dele.

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Winthor

Winthor é um sistema de gestão empresarial (ERP) desenvolvido pela PC Sistemas que agora pertence à TOTVS (que, a propósito, parece estar absorvendo todo o mercado). Eu tive o meu primeiro contato com ele meses atrás em um novo cliente e vou começar a fazer posts sobre o assunto, que receberão a tag “winthor”.

É bom deixar avisado aqui que o Winthor é um sistema demasiadamente complexo e eu não tive treinamento nele, assim como muitos dos usuários aos quais estou dando suporte. Muito do que eu vou relatar provavelmente parecerá trivial para o usuário experiente, mas poderá ser útil para técnicos de manutenção que acabem se encontrando numa situação similar à minha. A PC Sistemas/TOTVS mantém uma extensa base de conhecimento sobre o Winthor online mas nem de longe ela é o suficiente para entender o sistema.

O suporte da TOTVS é surpreendentemente rápido, embora nem sempre dê uma resposta satisfatória.

1 comentário
  • Snow_man - 310 Comentários

    obaaaaaaaaaa, está vivo e falando de ERP, muito bom!
    Não lembro de conhecer esse aí, vou curtir muito, e espero prints do sistema, ok?!

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Gostei de Capitã Marvel (Captain Marvel – 2019), com ressalvas

O filme segue a tradição recente da Marvel (iniciada com Iron Man em 2008) de entreter o bastante para os defeitos de produção e absurdos no roteiro não incomodarem tanto.

 

Atenção, massivo spoiler adiante. Não prossiga se não tiver assistido ao filme.

 

O que realmente apreciei no filme foi a surpresa de ver os Skrulls não como vilões, mas como vítimas do Império Kree. Além de quebrar a “tradição” de ver a raça “feia” como “má”, coloca os skrulls com sua habilidade metamorfa como possíveis aliados da Terra.

Os problemas:

  • Não foi explicado por que Mar-Vell /Doutora Lawson decidou usar tecnologia da Terra para criar o protótipo de propulsão quando tinha uma nave de avançada tecnologia Kree aparentemente completamente operacional em órbita;
  • Se Fury e a SHIELD nunca tiveram contato com extraterrestres antes o que a SHIELD estava fazendo como primeira equipe a chegar  ao local de um incidente onde foi relatado que “uma mulher caiu do céu no telhado de uma blockbuster” com uma única testemunha? E até o chefe de Fury estava lá. Ainda se a testemunha a dar o telefonema tivesse sido um ex-agente aposentado, mas não, parece que qualquer telefonema “maluco” faz a polícia acordar a SHIELD nessa época;
  • O que os Skrulls ganharam disparando uma arma de energia na direção de Fury e Vers quando pelo menos Colson já havia sido duplicado?
  • Onde foram parar as armas dos Skrull depois desse incidente?
  • Eu sei que o projeto Pegasus era algo secreto, mas não consigo ver o sentido de uma nave de propulsão experimental com armas. É verdade que era um projeto conjunto da NASA com a USAF, mas não faz sentido colocar armamento (e carregar munição) em um protótipo de propulsão;
  • Poderes inconsistentes: na nave de Talos, Vers consegue derrubar um monte de soldados Skrull sem nem poder fazer uso de seus poderes. Na Terra, mesmo podendo usar os poderes tem excepcional dificuldade para lidar com um soldado, que ainda escapa;
  • Fury sofre um acidente de trânsito feio, com colisão com um ônibus, em uma rua movimentada de um centro urbano dos EUA e inexplicavelmente nem transeuntes nem outros motoristas correram para prestar socorro, dando um tempo de outra forma inexplicável para Fury ocultar o corpo do Skrull. Até os três veículos que aparecem na cena parados no sinal de trânsito logo atrás do carro de Fury foram embora depois do acidente como se nada tivesse acontecido;
  • O roteiro não se preocupa em explicar por que os soldados Kree ficaram olhando feito patetas enquanto o nível aparente de uso de energia em Vers aumentava e começava a ficar claro que ela ia conseguir se soltar;
  • Dada a clara “vilania” dos Kree, sua repugnância com relação aos Skrulls e do perigo que a capacidade metamorfa destes representa, causa grande estranheza que os Kree tenham “aprisionado” os refugiados Skrull para depois escoltá-los até um airlock e matá-los lá, quando poderiam/deveriam ter executado todos imediatamente enquanto exibiam suas formas Skrull;
8 comentários
  • Jefferson - 6.606 Comentários

    E mais:

    A caixa preta da nave experimental também era um assombro. Continuou gravando o diálogo mesmo após a queda, de indivíduos que estava a vários metros da nave e com qualidade suficiente para Vers reconhecer indubitavelmente a voz de Yon-Rogg. Quando na realidade eu espero que uma caixa preta tenha uma sensibilidade limitada (às vezes limitada apenas a ouvir o que é dito nos headsets dos tripulantes) para evitar que a voz seja abafada pelo ruído da propulsão.

    De todas as piadas que poderiam ter sido feitas com os computadores da década de 80, a da demora para carregar o áudio foi a mais idiota, porque quem viveu essa época sabe que desde a primeira versão do Windows execução de áudio era um evento quase instantâneo.

    Não é explicado como uma terrestre passa seis anos entre os Kree e se transforma em uma especialista em comunicações com uma capacidade quase mágica de juntar peças da década de 80 com fita adesiva para transformá-las em comunicadores com alcance intergalático.

    Como Vers pagou para usar aquela Lan House? Com um sorriso?

    Por que Ronan nunca voltou à Terra?

    A forma que Vers usou para destruir os mísseis balísticos não foi convincente.

  • VR5 - 397 Comentários

    Boa tarde!

  • Marcelo - 34 Comentários

    Jefferson: cadê você?

    Mudou de site? Qual?

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Pessoal, me desculpem pelo longo silêncio mas eu consegui um contrato, que paga bem, com um novo cliente que tem muitos problemas a resolver. Todo o tempo livre que eu usava para elaborar textos eu estou usando para tentar resolver os problemas desse cliente.

      E ainda tem a faculdade…

      Eu não abandonei o blog. Eu ainda gosto de escrever. Só preciso resolver as pendências desse cliente para ficar mais “folgado”.

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Adorei Schlock Mercenary

Schlock Mercenary é uma estória em quadrinhos online (“webcomic”) dos gêneros ficção científica, comédia e drama, indicada cinco vezes para o Prêmio Hugo, que conta as desventuras de uma equipe de mercenários enquanto tentam alternadamente salvar seus clientes, a própria pele ou a galáxia.  A estória vem se desenrolando desde meados de 2000 e a qualidade visual melhorou dramaticamente desde então. Tanto que o próprio autor recomenda que você comece a leitura dez anos depois.

Mas não é a progressivamente melhor qualidade visual que tem importância. O forte de SM está na narrativa, que é bem amarrada e exibe uma ficção científica inteligente com pitadas de filosofia. Eu não tenho o conhecimento necessário para discernir se tudo o que o autor escreve faz sentido (há muita física complicada envolvida), mas que ele parece saber do que está falando, parece.  E se você estiver perdido, ler o post correspondente da discussão no Reddit pode esclarecer suas dúvidas. Infelizmente, como o autor não tem um link de cada tirinha para a respectiva discussão no Reddit e a busca lá é espantosamente ruim (como parece ser regra em “redes sociais”), você pode ficar limitado à discussão mais recente.

Somente esbarrei em SM há uns dois meses, quando vi um link para um episódio em uma discussão no slashdot. Eu não entendi nada do que estava se passando, mas fiquei intrigado, voltei algumas semanas na narrativa e acabei fisgado. Acabei lendo todos os quase dezenove anos de quadrinhos desde o início. Eu só não gostei realmente de recentes desenvolvimentos relacionados com o projeto Laz’R’Us e os backups RED-REO porque isso acabou comprometendo a dramaticidade.

Infelizmente não existe versão em português, ainda. Mas o universo criado pelo autor é tão rico que eu não ficaria surpreso se virasse no mínimo uma série da Netflix.

Exemplos:

Comédia

Filosofia

5 comentários
  • Snow_man - 310 Comentários

    Achei interessante, mas sem paciência pra tradução, inclusive pelo meu baixo vocabulário no inglês.

  • VR5 - 397 Comentários

    Nem todo mundo é “poliglota” como o Mestre Jefferson… kkk … brincadeira, ok? A maioria aqui vê filmes com legendas, acessa links (principalmente da Wikipédia) em português, etc. :D

    • Jefferson - 6.606 Comentários

      Eu não poderia dizer que sou “poliglota” nem se pudesse colocar as linguagens de programação na conta :lol:

      É difícil dizer qual o percentual de meus leitores que sabe inglês, até porque hoje eu não sei mais quantas pessoas lêem o meu blog. A julgar pelo número de comentaristas ativos seria apenas uma dúzia.

      Claudio Heckler tinha até um blog em inglês. No outro extremo temos o Luciano Sturaro que só assiste a filmes dublados. Quanto aos outros, não tenho certeza. Apesar de saber que o post só vai ser compreendido por uma parte de meus leitores acho que publicar é melhor que a alternativa: guardar a informação para mim.

      E se você pensar bem isso não se aplica apenas a línguas. Tem muita coisa que eu publico em português mesmo que tenho razoável certeza de só interessar (ou ser compreendido) por uma fração dos meus leitores, até porque vocês me acompanham por uma variedade de razões.

      • Snow_man - 310 Comentários

        guardar a informação para mim.

        Isso é o que importa, afinal, foi guardando informação que você trouxe muita gente (eu inclusive) até o Geringonças, e com certeza salvou a vida de praticamente todos.

        Keep working e keep blogging (fiz até 2o estagio do CCAA, uns 30 anos atrás kkkk)

  • Tárbes Carvalho - 1 Comentário

    Há vários anos no início da minha jornada no mundo da informática o conteúdo publicado me trouxe ao blog (Geringonças e Gambiarras) e a qualidade textual me prendeu a ele.

    A objetividade da escrita e a “busca da causa raiz” (Quem sabe conserta, quem não sabe formata) ainda trazem inspiração nos dias de hoje, apesar de não ser leitor assíduo, mas às vezes venho ver o que tem por aqui.

    Enfim,

    Parabéns pelo trabalho, excelente escrita e compartilhamento de informação.
    Sucesso!

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